The Blood of Olympus
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Mensagem por Meiying Liuwei em Dom Fev 17, 2019 10:22 pm

artificial Love!
kulgesara, artificial love

la fille franco-danoise, I
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As noites frias de inverno eram marcadas pela chegada de uma nova criança, fruto de um amor considerado desconhecido aos olhos nus. Em quinze de novembro de dois mil e dois, mais uma cegonha partiu ao céu, trazendo uma criança abençoada. Seu nome era Marie. Naquela noite, em sua mansão, a família Devereaux ganhou mais uma integrante. — Oliver, ela é... Perfeita. — Aquelas palavras foram suficientes para agraciar os ouvidos do amante, que a acompanhava. — Tão linda. Minha filha. Tem seus cachos dourados, minha flor. — Falava o pai, amaciando com suas mãos os fios louros de sua amada. A mãe, todavia, permanecia ajoelhada em meio ao salão principal com sangue em suas mãos, sem ter tido tempo de ser acompanha por um médico decente. A prole sequer esperou, nascendo em meio ao chão gélido daquela noite de lua nova. — Minha mãe teria orgulho de conhecer sua neta? Sequer teria tempo de me ver com suas responsabilidades. Ela mal chegou e já vai lidar com tantos problemas. — A face de preocupação incorporou a loira, que abraçava sua filha, ignorando o seu choro e levando o som como um modo de conforto. — Sabemos o que ela é, Olivia. Contudo, não podemos negar nosso sangue. Vamos precisar de prepará-la, para enfrentar seu destino. — O pai recitou, demonstrando um suspiro preocupante visando os pensamentos alheios de sua mulher.

— Sabemos desde os primeiros tempos que ser uma semideusa nunca foi uma tarefa fácil, meu amor. Vamos cuidar dessa pobrezinha até que ela tenha idade suficiente para ir sozinha para trilhar o seu caminho. Creio que uma hora ela não mais precisará de nós. — Os pensamentos sobre o futuro da recém-nascida já eram distantes, contudo, a mãe se colocou a banhar a criança para amamentá-la. O destino de Marie seria um tanto complicado, seria uma eterna bajulada. Como pais semideuses, era de se saber que um dia ele iria para o acampamento, antes que os monstros a achassem. Sua trilha teria muitas pedras, que ela mesma somente poderia pular. A vida a partir dali seria um trem turbulento para a pobre criança de cachos louros. Felizmente, mesmo que no fundo, não seria tão ruim. Ser acompanhada por pais amorosos era dádiva de poucos semideuses. Ela precisaria se compreender com o tempo, mas por enquanto, ainda era uma jovem e ingênua criança. E ali se partiu o trem da vida, exatamente no dia quinze de novembro de dois mil e dois. Dali, tudo mudaria.

la fille franco-danoise, II


Antes do nascimento da jovem legado, era necessário entender o amor que nasceu entre seus amados pais. Olívia Devereaux, filha da deusa da noite (Nyx, que na época, usava o nome de Denise Alina) era uma loira francesa de muito dinheiro, conhecida principalmente pelo seu dom artístico e de moda que trazia grande sucesso na França. Desde muito jovem, Olívia foi criada desde quase recém-nascida e passou como uma meio-sangue regular do acampamento de férias. Quando jovem, a garota dos cachos dourados era conhecida pelo seu mais forte fetiche pelo desenho artístico e pela moda feminina. Sendo que seu maior sonho era ter uma empresa na França, sua terra natal. Seus onze anos foram o marco principal de sua biografia. Sendo campista, tinha uma fama de ser reclusa de outros semideuses. Até que um dia, um deles, foi até ela conversar. A partir daquele simples bate-papo se foi construindo uma amizade, brevemente, um amor. Jovem e apaixonada, aos seus quinze anos, fugiu com seu amado (Olíver Devereaux, filho de Eos) para o além de sua terra natal. Lá, os mesmos seguiram sua vida com a consequência de ignorar totalmente sua ascendência divina.

Trabalhavam, ralavam duro para viver. Até que quando completou seus dezoito anos, a tão aclamada mulher conseguiu receber a enorme herança de sua família (especificamente 1,8 milhões de euros) e uma mansão, que vive em seus dias atuais. Com vinte e dois anos, se descobriu grávida, o que trouxe além de medo uma certa alegria ao rosto dos Devereaux. Atualmente vive na França, liderando um famoso ateliê de moda em sua cidade.

Olíver Devereaux, o filho de Eos. Chegou ao acampamento trazido pelo seu pai. Quando jovem, fora conhecido como o mais "coração-aberto" do acampamento, pela sua personalidade gentil e dócil. O filho da deusa do amanhecer sempre foi um ser de caráter bondoso e muito agradável, trazia alegria e nunca se via lágrimas em seu rosto. Um garoto ativo, nunca resistia aos diversos jogos que eram trazidos pelo acampamento. Quando trocou suas primeiras palavras com a filha de Nyx, o jovem se tomou por uma paixão incontrolável que nunca mais o deixou. Sendo que, a ideia de fugir foi toda dele. Quando na frança, desde o começo ele desejava ter uma prole sua em seus braços. Nada confortável com a ideia, a jovem Olívia demorou para aderir a sugestão. A descoberta da gravidez da amante trouxe ao caucasiano uma alegria imensurável. Com certeza o nascimento de Marie seria o marco mais importante da história do homem. Nos seus dias atuais, o mesmo trabalha como um arquiteto (com seus 24 anos) vive geralmente muito ocupado.

Lidera o segundo prédio de arquitetos mais famoso da França. Sua mulher não perderia a deixa, liderando o ateliê de moda mais famoso de toda a cidade. Olíver é conhecido hoje pelo seu amor, seus olhos azuis e sua face apaixonante. Um pai digno da filha que tem, com certeza.

Não deixaríamos de falar de Nyx, a deusa. Seduziu o pai de Olívia, Terry Devereaux. A deusa usou um nome falso de inicio para que antes escondesse sua identidade. Quando se tomou grávida, ela logo sumiu e não deixou rastros. Terry, decepcionado e depressivo, acabou por cometer suicídio pela perda de seu amor. Olívia foi deixada para a provável morte na frente do arco do acampamento. Pelos céus, não havia sido morta pelas criaturas ali presentes naquele dia. Nyx nunca se preocupou em conversar ou sequer manter contato com sua filha, deixando-a de lado por muitos e muitos anos. Olívia cresceu e se tornou uma linda garota, mesmo que reclusa, era reconhecida pela sua destreza e inteligência. Pelos seus cachos loiros, foi apelidada de "menina dos cachos dourados". Muito inteligente, a jovem tinha o grande costume de amarrar seus cabelos com uma fita vermelha para pensar melhor. Agiu com sabedoria e era adorada por todos no acampamento. Sua partida entristeceu muitos do acampamento. Sua chegada na França trouxe-lhe muitas lembranças sobre seu país aonde nascerá.

Ela só sabia que era Francesa pela sua certidão de nascimento. Contudo, Nyx as vezes prezou por manter a vida "mortal" da garota presente dentro de si. A parte de seu pai trouxe a ela muitas riquezas aos seus dezoito anos. Muitas delas foram muito bem utilizadas, outras, vendidas. O nome de Marie foi muito bem pensado. Devereaux foi dado por ser o nome de ambos os pais. "Alina" foi concebido pelo fato de sua mãe ter mantido o nome "mortal" de sua progenitora. O primeiro nome foi escolha de seu amado pai, pois o lembrava do desenho da gata Marie. Ela seria sua eterna "gatinha".

pour infanza de la fille française, I {trois ans}

Os passos da criança sobre o chão da mansão ecoavam dentre as vidraças do espaço. — "Senhola Armani, tome seu cházinho de hoitelã!" — Aquela era a fala do legado com seus três anos e meio. Servindo logo o chá para sua boneca preferida, a senhora Armani. Marie era com certeza a criança mais mimada de toda a França. Seus pais sempre se preocupavam com o que a mesma vestia e desde pequena era ensinada sobre seu sangue divino. Todavia, como qualquer criança, levava aquilo como uma brincadeira e não como algo sério. Igual — pelos pensamentos de seus pais — deveria ser. O som da fala da mãe parecia dançar sobre toda aquela enorme casa aonde viviam. — Marie, venha jantar! — Dizia, com sua voz dócil de sempre. O pai da legado era sempre ocupado, vivendo a maior parte do tempo em seu escritório, fora da mansão. Contudo, ainda sim prezava em sempre ser o pai mais ativo e carinhoso possível. — " Já vou, Já vou! — Recitava a pequena se dirigindo com cuidado sobre as escadas.

A cozinha ficava um pouco distante do quarto da criança, todavia, ela sabia perfeitamente como chegar lá. — "O quê tem pa cume, mamãe?" — Ecoou as palavras fofas dos lábios rosados de Marie. — Sua comida predileta, Salada de frutas! — A emoção ao olhar das duas era o que tornava aquela grande mansão um centro de alegria. Por mais que a mãe ficasse com a filha a maior parte do tempo, nunca deixaria que ela se sentisse sozinha.

O jantar sempre era algo preparado pela mãe. Porém, quando o pai conseguia chegar a tempo, era ele que cozinhava. O barulho da porta no horário em que a mesa estava posta era como uma música para as garotas. — "Papai!" — O som do amor, era bom de se ouvir. Pegando-a no colo, o pai largava sua maleta de lado  e acariciava os cabelos loiros de sua filha. — Eai gatinha! Como vai a coisa mais linda da minha vida? — Dizia o pai, se dirigindo a cozinha para dar um breve selinho na amada. — "Eca!" — O som que toda criança pronunciava a ver beijos, típico. — Um dia você vai fazer isso também, espero que não tão cedo! — Provocava o pai, soltando um breve sorriso. O pai não demorava muito para sentar e  comer, logo, a rotina era a mesma. Após o jantar, ele decidia ajudar a lavar a louça e partia para sua cama, finalizando seu dia. Aquela noite seria um pouco diferente. Acendendo as luzes do quarto, o homem jogou suas roupas no canto e se vestiu para que fosse descansar. A loira hesitou em entrar no quarto com um olhar preocupado.

— Não podemos demorar muito, Olíver. — Falava, sentando sobre a cama e colocando a mão no rosto do caucasiano. — Está muito cedo meu amor, ela só tem três anos. Não podemos deixar que ela se traumatize tão jovem com a gente fazendo isso. Precisamos esperar mais um pouco. — Pausou, enquanto colocava sua mão por cima da outra. — Okay, só tenho medo de que a peguem. Nós a deixamos aqui vinte e quatro horas por dia, ela precisa conhecer o mundo, amor. — Recitava, enquanto o que recebeu foi apenas o silêncio. Não demorou para que as luzes se apagassem naquela fria noite, e todos fossem dormir. O passado da garota viria a atormentar depois, ela só não saberia quando. A mãe amava intensamente sua filha, porém sabia do risco que era mantê-la sem a proteção dos muros do acampamento. Todavia, o pai não queria abrir mão tão facilmente da sua "gatinha". Aquela tensão era relembrada todas as noites, e a jovem criança nunca entenderia. Pelo menos, não naquele instante. Ela era especial, porém, não fazia ideia do potencial que tinha dentro de si.

pour infanza de la fille française, II {cinq ans}


A livraria do bairro era famosa pelos seus livros marcantes de romance que abrandavam muita fama na época. Certas mãos naquela noite folheavam "Romeu e Julieta". Um homem que seria de aparentemente quarenta e cinco anos, claro e de olhos esverdeados. — Ela sabe que aquela filha é minha. Preciso tê-la. Ela precisa saber de toda a verdade. Porra, ele é um corno manso, eu não posso aceitar isso. — Aquela noite foi tomada por ódio, de um ser que queria vingança. Quem seria ele? Bem, uma pessoa que a jovem Marie reencontraria um certo tempo depois de chegar ao acampamento. Por enquanto, ele seria apenas mais um fantasma de seu passado. Algo, que viria a atormentá-la depois. Aquele homem traria muita dor a vida do legado. Porém, era necessário para que no futuro ela confrontasse seu verdadeiro destino. Por enquanto, aquela corrente ainda não seria atada. A saída daquela figura sobre a porta da biblioteca trouxe a todos os habitantes do local um ar de trevas, acompanhado pelo sangue fervente buscando vingança.

— Eu terei ela em meus braços. Nem que para que isso aconteça, leve anos.

le dîner de printemps


Era dia de vesta na mansão Devereaux. A família dinamarquesa (por parte de pai) viria para uma tradição de primavera da família que era cumprida rigorosamente. Era uma ocasião onde todos da família de ambos os pais se reuniam para jantar e discutir sobre o dia a dia. Contudo, era algo inteiramente sério que precisava de ética e postura para que fosse preparado com calma. Olívia sempre dava seu plasma e seu suor para que tudo ficasse em ordem. Arrumava de acordo sua filha, com as roupas mais chiques que existiam no bairro de sua cidade. Inteiramente feitas por ela, claro. — Não vá se sujar, ouviu? Você já tem sete anos e sei que sabe se comportar! — Falava. — Tudo bem mamãe! — Dizia a mais jovem, posicionando sua mão igual um marinheiro. Juntamente com qualquer família, vinham as crianças. Juntas, elas brincavam no grande jardim da mansão, onde se localizava um enorme labirinto. — Vamos brincar de esconde-esconde, quem me pegar primeiro ganha uma bala de morango! — Falou a filha de Olívia, Marie. Ela se esconderia e seria o maior alvo da brincadeira.

E assim foi. As crianças se esconderam. Porém, foi ali que os poderes da jovem começaram a se manifestar. Certos vasos ao redor do labirinto começaram a flutuar. A mansão da família era conhecida pelas janelas em demasia. Logo, não demorou muito para que Olívia visse e derrubasse os pratos de louça caríssimos em sua mão. — Oh meu deus! — Aquelas palavras foram suficientes para que a jovem loiram corresse ao labirinto e resgatasse sua filha. Ao mesmo instante, os vasos caíram ao chão. — Meu deus, ela é do mal! Corre! — As crianças falavam. O que apenas causava tristeza e lágrimas nos olhos da loirinha. A mãe a abraçou com tamanha força antes de dizer as palavras que ela sempre lembraria em sua vida. — Nunca, digo, NUNCA preste atenção no que os outros pensam de você. Você é especial, Marie. Uma garota diferente, lembre-se sempre disso. Ser diferente não é ser estranha, é ser alguém maravilhoso. Não tenha medo, minha filha. Seja sempre você, além do mais,  nunca perca quem você é no borrão das estrelas.

ne perdez jamais qui vous êtes dans le flou des étoiles


O puxar das mãos quentes da mãe da jovem era suficiente para lhe dizer que algo não estava certo. Carregando as malas, tudo o que ouvia era o som do desespero. A mansão estava pegando fogo. E quem estava lá dentro, não poderia mais voltar. — " Papai! " — Foi o fim. Ali, tudo começou. Com seus oito anos e meio, ela iria descobrir que tudo o que ela era iria gerar uma consequência, que só entenderia a partir daquele momento. — Venha minha filha, precisamos ir antes que eles nos peguem também. — A mãe segurou sua filha em seus braços, antes de guiá-la ao aeroporto com a ajuda de seu carro. Subiram no primeiro voo que encontraram, a caminho de um rumo desconhecido. O pavor, o calor. Era tudo o que a pequena poderia desfrutar daquele momento de trauma. Só se lembrava da rosa vermelha que havia encoberto a sua casa. Se lembrava do avião turbulento, das luzes piscando. Do banheiro agitado e das pessoas bocejando. Calmas, porém atentas. As lágrimas de ambas percorriam seus rostos, mas nada podiam fazer a respeito.

— Aonde vamos, mamãe? — Aquela foi a pergunta. Porém, que nunca teve uma reposta. A não ser, um vasto e absoluto silêncio. Não demorou para que ambas adormecessem em meio ao todo caos. Haviam incendiado a mansão da família Devereaux. Algo que causaria muita polêmica futuramente. Um dos donos e arquitetos mais famosos da cidade havia sido assassinado e queimado vivo. Pelo menos, assim pensava as garotas. O desembarcar do avião foi rápido, levando a mãe a tomar um rumo com o táxi para uma estrada de terra em meio a uma noite de chuva. Seria a noite que tudo mudaria para Marie. Os passos sobre o chão molhado levou ambas para uma trilha dentro da floresta. Olívia puxava com força as mãos frias de sua filha sabendo que ela seria um alvo fácil de monstros devido a sua ascendência.

— Precisamos chegar lá antes que eles nos peguem. Corra. — Aquelas palavras de medo foram as únicas que a jovem pode ouvir, antes do acontecimento. Elas teriam chegado a um arco com um grande pinheiro, local que Olívia sabia muito bem onde era. — Me perdoe, meu amor. Mas um dia você entenderá. Tome. — Um livro velho e um colar caríssimo de diamante foi tudo o que a mãe pode dar. Passos possivelmente de uma fera em meio a noite se aproximava das garotas. — Lembre-se de mim, por favor, lembre-se de mim... Marie. — Foram aquelas as últimas palavras guiadas de lágrimas que ecoaram do rosto de Olívia Devereaux. A mãe empurrou sua filha forte o suficiente para que ela caísse dentro do arco e fosse protegida pela barreira. Mãos enormemente grandes circularam o corpo da loira, a arrastando para dentro dos arbustos em cerca de poucos segundos. Gritos foram ouvidos. — Mamãe! — Tentou correr, porém fora puxada por várias pessoas para adentro do acampamento. Aquela noite seria inesquecível.

jours actuels (dias atuais)


As mãos pálidas da jovem de dezessete anos ecoavam sobre uma cartilha recém chegada em seu nome. Nela, estaria escrito:"Minha querida filha, lembra da rosa vermelha? Pois bem, fui eu que a plantei. Saiba que não demorará muito para que eu lhe faça uma visita. Quem sou eu? Isso não lhe interessa, bem... Não agora. Quando for a hora, você saberá de tudo. Cuidado com as rosas, tudo bem?

Atenciosamente, Jone O. Lawiet, filho de Hécate."


Leia, por favor!:
Detalhes:

Essa ccfy foi no intuito de reclamar Marie como legado de Nyx e Hécate.
O homem apelidado de Jone seria o filho de Hécate, com qual Olívia se relacionou sem contar ao amado Olíver. Por isso, ela não acabou sendo legado em Eos. Essa personagem (Jone) será abordado visitando Marie em uma outra missão/ccfy.

A rosa vermelha seria a forma de retratar o fogo queimando a mansão Devereaux.
A mãe de Marrie a empurrou antes que a criatura a puxasse para as sombras, a matando.
O pai de Marrie na verdade ainda não está morto, pois ele fugiu antes de que a casa pegasse fogo. Contudo, ninguém sabe disso. Nem o próprio Jone que foi quem ateou a "rosa vermelha". Porém, esse detalhe também será abordado em outra ccfy.
Desculpe os erros, e caso tenha, me perdoe de novo!
Espero que tenha achado minimamente interessante, igual eu achei <3
Kisses!
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Mensagem por Macária em Qua Fev 20, 2019 7:29 pm

Marie

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 3.000 xp e dracmas

Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 35%
Gramática e ortografia – 10%
Criatividade – 27%

TOTAL:  2.160 xp e dracmas + 1 moeda de verão

Comentários:

Marie,
Houve tantos erros no segundo quesito que todo o seu texto acabou prejudicado. De fato, é uma história interessante, no entanto, você usou vírgulas de forma indevida e parênteses no momento em que deveria ter usado traço ou vírgula além de ter repetido diversas vezes uma mesma palavra, como se não houvesse outra que pudesse ser usada. Algumas sentenças foram construídas de forma que exigiam uma segunda e uma terceira leitura. Além desses fatos pontuados, é estranho que dois semideuses e um legado tenham vivido "em paz" por tanto tempo, ainda mais que um desses semideuses vem de Nyx. Eu sugiro que refaça sua missão corrigindo o que lhe pontuei e preenchendo algumas lacunas como: de que forma os três semideuses se mantinham salvos dos monstros para que tenham vivido por tanto tempo sem serem perturbados?




this a good death
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Mensagem por Meiying Liuwei em Seg Mar 04, 2019 8:03 pm

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la fille franco-danoise, I

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Joguei os livros e o fichário em uma das cadeiras da mesinha da barraca e deixei meu corpo cair cansado na outra. Aquela era a única pausa que me sobrava entre minha vida divina e minha vida mortal. A pausa para os estudos. Nem parecia que eu era apenas uma garota viciada em história. Desde em que me levaram para o acampamento eu sabia que tudo seria diferente, sendo que não me estressei muito com isso de início. Minha mãe havia dado de tudo por mim. Procurei não me tomar com pensamentos melancólicos, apenas voltei a ter um costume de colocar o lápis áspero sobre meus dentes, mantendo uma face pensativa em relação a minha vida atual. Seria interessante relembrar o passado? Minha infância era como uma caixa que se abria a cada vez que eu girava a manivela. Nunca esperei ser o que sou hoje, por isso, creio ainda estar em dívida com minha família. Nasci numa noite fria de inverno, onde minha mãe clamava de dor com a graça do meu nascimento. No dia quinze de novembro, um bebê permaneceu a sair do ventre de mais uma donzela. Os meus grunhidos de criança, por algum motivo, traziam alegria ao rosto de quem pregasse os olhos em mim. Minha mãe desmaiou por alguns instantes, abafada pelo cansaço eminente.

— Ela finalmente chegou! — Gritara meu pai aos prantos. Naquela época eu não podia ver nada, mas sentia o toque quente das lágrimas dóceis do amor que exalava de meu amado pai. — E pensar que eu a carrego agora em meus braços, minha filha. — Falava, agraciando meus esguios fios de cabelo, delicadamente. Com os cuidados dos funcionários da mansão, minha mãe hesitou em acordar no inicio. Demorou algum tempo para que balbucios ecoassem sobre seus lábios.Meu pai me colocou sobre o colo frio de minha mãe. Enquanto ela podia me manter aquecida pelo seu calor corporal, muito eu me perguntava enquanto sentada na mesa do acampamento: como eu me lembrava disso? Simples, as sensações eram tudo o que eu tinha. No caso, ninguém havia dito que semideuses eram normais, correto? Após aquilo, a única coisa que era relevante no momento foi o gosto quente do leite maternal que escorria sobre minha garganta. Nada mais.

la fille franco-danoise, II


Antes de meu nascimento era necessário entender a história que percorreu o amor entre meus pais. Olívia Devereaux foi uma grande mulher e semideusa que abalou os corações dos garotos durante sua estádia no acampamento meio-sangue. Chamada de "cachos dourados", a garota mantinha sua fama pela sua graciosidade na manipulação de arcos e do gosto pela moda e desenho. Desde muito jovem, aos seus quinze anos, teve seu coração roubado por dois rapazes. Um deles, Olíver Devereaux, era filho de Eos e um ótimo homem especializado em artesanato. Jone, o outro, era um filho de Hécate apaixonado pela bruxaria. As carícias de amor se tornaram noites quentes entre a jovem loira e o filho da magia. Algo que brevemente prejudicaria muito a vida da mesma com seu futuro outro amado. Certos acontecimentos foram o desfecho para o fim da relação entre Jone e Olívia, o que resultou em um grande fim na amizade de ambos semideuses. Como prole de Nyx, a mesma não se deixou abalar.

Com o tempo, seu coração se deu por vencido ao jovem de Eos. Onde, acabaram por se construir uma grande paixão. Durante esse tempo a jovem já estava de espera a uma grandiosa criança, que ao tardar, seria um recém-nascido. Pelo receio da mãe e pela infelicidade de outros, o primeiro feto acabou por sofrer um aborto instantâneo, fruto de um desejo proposital da própria jovem. O acontecido foi tido como secreto aos olhos de outros, sendo que ninguém nunca soube desta primeira gravidez. A partir do romance em que os mesmos haviam construído, eles teriam decidido se mudar para Novas Roma, onde desejavam criar uma família a partir de suas próprias raízes. O arder eminente causado pela antiga relação de Olívia fez com que a mesma caísse em tentação, oferecendo-se novamente ao prole de Hécate. O resultado disso foi uma gravidez mentirosa, que pensava Olíver ser sua.

Aquilo seria algo que a filha de Nyx nunca diria, infelizmente. Morando em Nova Roma, eles teriam maior segurança para morarem sozinhos e criar seus filhos. Com o final da gravidez, acabou por surgir uma jovem menina, eu. Tão jovem e loira, assim dizia minha mãe. Os olhos azuis foram herança de meu pai verdadeiro, algo que eu só descobriria muito depois. Com o auxílio do tempo minha família foi se tornando muito importante. Meu pai havia estudado e se tornado um grande arquiteto. Já minha mãe, com sua grande habilidade em desenhos, se tornou uma famosa modista. Nyx (a mãe), havia seduzido Terry Devereaux, o pai de Olívia. Nyx o deixou quando pariu, colocando a loira para os cuidados do homem. Por esse motivo a filha de Nyx mantém um certo receio quanto a relação dela e sua mãe.

Fui criada de forma rica e soberba, agraciada por riquezas e dos mais brilhantes ouros. Muito anos permaneceram a passar de forma rápida, como um carro em velocidade. — "Voxe não quer bincar, papai?" — Dizia, apertando o ursinho "Teddy" que meu próprio pai havia me dado. — Não posso, minha querida. Tenho um grande projeto para Nova Roma e se não fizer serei excomungado! — Sorria. A maior qualidade de meu pai com certeza era seu bom humor. Desde pequena sabia de minha origem e do que era capaz, mas como qualquer criança nunca dei atenção. Meus pais pagavam um alto aluguel para Nova Roma, pois gregos tinham mais "impostos" do que os romanos. Um dia eu iria para o acampamento e meu pais sabiam disso. A mansão era datada pelas suas altas e prolongadas escadas, algo que me cansava muito por ter que ficar andando da sala ao meu quarto. — Marie, venha comer! — Recitou minha mãe com sua voz doce e suave sobre os corredores. Com certeza a melhor parte do dia.
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Mensagem por Meiying Liuwei em Seg Mar 04, 2019 8:36 pm

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Meus passos durante aquela manhã ecoaram nas vidraças do salão principal. — "Senhola Armani, tome seu chá! " — Aquela era minha fala com apenas três anos de idade. A senhorita Armani era a minha segunda boneca preferida, presente de minha mãe. Na época eu me lembrava ser tímida e introvertida, por isso permanecia sozinha apenas com meus brinquedos. Sempre quando corria para a sala de jantar, lembrava dela ser bem distante de meu quarto. — " O que tem pa cumê, mamãe?" — Balbuciei. — Salada de frutas, minha filha. — Tal vocabulário era música aos meus ouvidos. — Obaa! — Exclamava. Minha mãe ficava comigo a maior parte do tempo, até que um dia, uma grande tragédia aconteceu. Numa manhã de outono, ela saiu com uma cesta para caçar morangos e nunca mais voltou. Meu pai precisou me levar durante um bom tempo para um psicólogo para que eu me recuperasse. Ela era tudo para mim. A única coisa que me sobrou foi seu presente, um colar.

Durante todas as noites eu deixava o corredor com a luz acesa e um sanduíche, na esperança de que um dia ela voltasse. Nunca soubemos o que aconteceu com a jovem filha de Nyx. — "Quando a mamãe vai voitar, papai?" — Perguntava. Até hoje me recordo deste dia. A saudade nunca havia se aproveitado tanto de mim quanto naquela noite tropical. — "Ela vai voltar, Marie. Ela só foi pegar morangos!" — Falava. No fundo, algo me dizia que nunca mais ela voltaria, mas como criança, passei a acreditar sempre naquela mentira. (...) Conforme o tempo foi passando, com os meus cinco anos, meu pai havia aprontado as malas para que saíssemos de férias. — Está pronta? — Indagava. — Estou! — Respondia. Ele ainda tinha forças para me colocar sobre seu colo e me levar ao carro. Durante o caminho, ele me dizia que iriamos sair de férias para um acampamento super interessante. A estrada era um pouco longa, porém nem tanto. Durante alguns minutos na estrada, havíamos chegado.

— Que lindo papai! — Dizia com ânimo. — Fique aqui minha flor, eu já volto. Saiba que eu te amo muito! — Eu deveria ter estranhado aquele longo abraço e aquele beijo que soava uma despedida. Com as malas no acampamento, uns homens com pernas de bode me carregavam para longe de meu pai. — Papai? — Perguntei, vendo meu pai apenas ligar o carro e ir embora durante aquele dia fatídico de verão. Para um legado, aquilo parecia ter sido muito simples, contudo, realmente foi. Muitos achavam que eu tinha enfrentado monstros, fogo, pedras e serpentes, porém, só enfrentei um grande trauma de amor por ter sido bruscamente abandonada. Aquele choque não se colidiu a mim no mesmo instante, só quando percebi que ele nunca mais iria voltar. Aonde estaria minha mãe? E meu pai?

Eis a questão. O único choque que colidiu a mim foi a realidade. Com um estalar de dedos, acordei em meio aos livros de história em que no qual estava estudando. Teria sonhado a minha vida em poucos minutos? Não sabia concluir tais respostas. Só sabia dizer que tinha molhado todas as páginas com saliva. — Merda! — Meu olhar de sono e raiva me dominou em instantes. — Ei, Marie! Tem carta pra você. — A fala de minha amiga Louise (de Hermes) soou estranha em meus ouvidos. — Carta? — Estranhei logo dizendo. Corri levantando-me para checar se eu realmente seria a destinatária. Ela estava certa. O único desejo que me consumiu foi a curiosidade, que me levou a abrir o documento as pressas.

"Eu sei de tudo, Marie. E estarei disposto a lhe contar, caso deseje. Preciso de você em meus braços, filha. Você merece a verdade. Caso queira, me encontre em Nova York  na praça principal e eu lhe direi tudo.
Atenciosamente, Jone.
(Seu amado pai)"


O valor da realidade me tomou pela caída das lágrimas. Não sabia como reagir nem o que fazer. Contudo, necessitava ter conhecimento da verdade. Eu iria arrumar minhas malas e seguir para onde o destino me levasse.

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Mensagem por Meiying Liuwei em Seg Mar 04, 2019 8:43 pm

Adendo
observação geral


Adendo:

• Eu tentei ao máximo deixar a leitura o mais fluída e interessante possível.
• Eu resumi alguns fatos e outros deixarei para uma próxima ccfy (aonde relatarei o encontro da semideusa com seu pai).
• Leve em conta que o modo que os pais viram para ser mais seguro para a família foi viver em nova roma, aonde teria uma maior concentração de semideuses na região.
• O paradeiro da mãe de Marie seria também abordado na próxima ccfy, onde ela entraria numa espécie de "choque" de realidade.
• Durante seu caminho em sua próxima missão, a garota encontrará a origem de sua família e saberá mais sobre a atual localização de seu pai.
• O pai verdadeiro da semideusa (como você já deve ter entendido) é Jone, o filho de Hécate.
• Dentre as partes que compõem essa nova estrutura da história da semideusa, sei que tornei um tanto superficial essa parte do acampamento e de como ela foi deixada/abandonada lá, porém confie em mim, será MUITO importante que isso tenha acontecido de modo tão simples.
• Thx u pela compreensão!

notas 1 ••• notas 2 ••• notas 3
Meiying Liuwei
Meiying Liuwei
Curandeiros de Asclépio
Curandeiros de Asclépio

Idade : 19
Localização : Hospital de Asclépio.

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┘ La fille française Empty Re: ┘ La fille française

Mensagem por Psique em Ter Mar 05, 2019 11:21 pm

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 3.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 16%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 27%


RECOMPENSAS: 2.640 xp e dracmas

Comentários:

Apesar de alguns errinhos e momentos confusos, sua história ficou bem e aceitável. Espero que leve esta trama adiante, visto que parece uma trama muitíssimo interessante. Meus parabéns, criança.


missed my tears, ignored my cries; life had broken my heart, my spirit, and then you crossed my path, you quelled my fears, you made me laugh, then you covered my heart in kisses
Psique
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Deuses Menores
Deuses Menores

Localização : No abraço de Eros ♥

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