The Blood of Olympus
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⥌ A new reborn ⥍ CCFY'S de Kalel Levitz

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⥌ A new reborn ⥍ CCFY'S de Kalel Levitz

Mensagem por Kalka'il Levitz em Qua Fev 13, 2019 6:44 pm

EM CONSTRUÇÃO


Última edição por Kalel Levitz em Dom Fev 17, 2019 6:35 pm, editado 1 vez(es)


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Re: ⥌ A new reborn ⥍ CCFY'S de Kalel Levitz

Mensagem por Kalka'il Levitz em Sex Fev 15, 2019 2:32 pm



Kalel Levitz;
The BattleAngel
— Devolve meu carrinho, Ab! — Gritava o pequeno Kalel para o seu irmão mais novo. — Mãe ele ta colocando na boca de novo! — O garoto tirou o brinquedo a força do bebê que começou a chorar.

— De novo, Kalel? Você não tem jeito mesmo, deixa ele brincar com isso. — A madrasta, que ele chamava de mãe, estava com uma garrafa de vinho enquanto mandava a empregada ir ver as crianças. — Vai lá Katya, não tenho tempo pra cuidar deles agora, preciso ir resolver as minhas coisas.

Naquela época o semideus tinha apenas seis anos e o seu pequeno irmão era quatro anos mais novo. Não era como se ele não quisesse que ele brincasse com suas coisas, apenas se preocupava com o fato de alguma parte do carrinho se soltar e acabar machucando o garoto, mas para sua mãe aquilo era pirraça.

Yekaterina Petrovna Maciej era uma socialite famosa da Rússia, era tipo uma Kardashian só que russa. Casada com um empresário de sucesso, o pai do garoto, ela acumulava uma enorme quantia de dinheiro. Porém por causa disso ela mal tinha tempo para os seus filhos, deixando-os a cuidado de uma das empregadas. Não era ruim para o pequeno Kalel, afinal dessa maneira ele recebia muito amor de todos os empregados, não só da que cuidava dele e do seu irmão.

Kalel morou a sua vida inteira na Califórnia, Los Angeles, por isso ele e seu irmão eram bastantes praieiros. O fato de viverem na América e não na Rússia se dá ao fato do pai deles ser americano e consequentemente ter que passar a maior parte do tempo trabalhando, já que era um empresário renomado. Sua esposa Yekaterina não ligava pra não ficar no seu país de origem, afinal amava U.S.A. Ian Levitz era um filho de Plutão que sempre amou muito seu filho, assim como amava muito Abramov, mesmo que ele fosse filho unicamente da socialite, tratava o mais novo como se fosse dele mesmo.

A infância de Kalel foi considerada normal, não de um jeito literal, afinal ser filho de pessoas famosas o fazia conhecer elas e viver no meio, chamando bastante atenção do público. O que para ele não foi de todo ruim, sempre foi apaixonado por música e canto, ter os holofotes sobre ele poderia ser uma enorme chance de alavancar um início de carreira. Seu pai, apesar de querer que o menino seguisse seus passos e fosse dono de sua empresa, apoiou cada decisão do rapaz no meio desse ramo, acreditando sempre no seu potencial.

Ter essa pequena parcela de fama já pequeno fez com que seu pai contratasse guardas para proteger a casa e onde quer que Kalel fosse. Os guardas, assim como Ian, eram semideuses e mantinham o garoto protegido de qualquer ataque que rolasse, por isso ele se quer percebia a existência dos monstros.

O apoio de seu pai era tão grande que ele arranjou um evento para o rapaz tocar. Não era um qualquer, era o grande lollapalooza. A alegria no rosto do semideus era evidente, seu irmão também parecia animado com aquilo, o que trazia um certo conforto para ele. Ter o apoio de pessoas que amava.

— Hey, filho, você vai se sair muito bem. — Disse o empresário abraçando o garoto. Ele parecia estar tão empolgado quanto o semideus. — Vai lá e arrasa.

— Isso mesmo, maninho. — Falou o pequeno Abramov, de dez anos na época. Também o abraçou junto com o padrasto. — Você toca muito bem e canta muito bem, tenho certeza que você vai se sair bem em tudo isso.

— Vocês são de mais! — O sorrio nos lábios do jovem era enorme. Ele estava muito feliz com tudo aquilo. Abraçou-os e saiu em direção ao palco.

A plateia fazia o garoto ficar ainda mais eufórico. Era seu aniversário de quatorze anos, o que apenas o ajudava a ficar ainda mais ansioso. A grande divulgação do seu pai o fazia ser bastante aclamado pelo público. Mas naquele instante ele começou a ficar nervoso, afinal ele poderia não corresponder às expectativas. Ele poderia falhar e ser uma chacota imensa. Respirou fundo para que pudesse dar início aquilo. Um misto de nervosismo e euforia tomavam conta do seu ser, talvez por isso aconteceu o que já era previsto por seu pai.

Uns dias antes sua vó havia falado para ele sobre monstros que ela via na infância, coisas com deuses, poderes e lances desse tipo. Ninguém levava ela a sério, afinal consideravam ela louca por conta da idade, afinal ela era uma mortal que via pela névoa e mãe de um semideus. Por alguma razão Kalel acreditava em uma parcela daquilo, incluindo o fato de ele ser filho de Belona, segundo sua avó. Ao mesmo tempo que gostaria de acreditar uma outra parte se negava a tudo aquilo.

— Que os deuses me ajudem. — Disse em um momento de inocência, antes de começar a tocar.

Por que diabos ele tinha feito aquilo? A parte do seu ser que acreditava parecia estar ficando cada vez mais alta. Não sabia ao certo o que pensar quanto aquilo tudo, parecia que seu corpo começava a agir contra a sua vontade.

Assim que o garoto tocou o primeiro acorde com a sua guitarra as luzes do palco começaram a piscar. Ele não percebeu e continuou a tocar, mas a cada nota que tocava mais e mais as luzes piscavam, então as caixas de som começaram a falhar assim como os microfones. A plateia ficou em silêncio assim que todas as luzes se apagaram. Um brilho avermelhado surgiu em cima da cabeça do semideus e assim que ele olhou para cima notou um simbolo. Era uma tocha cruzada com uma espada

Ian correu até o garoto e o puxou pelo braço, junto com o seu irmão mais novo. O empresário tirou o filho de lá em seu carro, viajando para algum lugar que o menino ainda não conhecia. Ele explicou toda a situação, sobre ele ser semideus e terem que ir para Nova Roma. Kalel compreendeu tudo o que o pai falou, concordando com a proposta que tivera de a família toda ir morar com ele naquela cidade.

O filho de Belona claramente estava chateado pelo fato do seu show ter sido um fiasco, mas a sua descoberta sobre a sua vida verdadeira acabava fazendo ele sorrir de forma radiante. A parte dele que acreditava nas histórias de sua avó estava completamente feliz. Ian era um antigo legionário da quarta coorte, explicou para o filho como funcionava o acampamento e quais seriam suas funções lá. Kalel sequer imaginava que seria um trabalho árduo se adaptar.

Mas durante a viagem na estrada eles foram atacados por um ciclope, que apareceu na frente do carro. Graças ao rápido reflexo que Ian teve, conseguiu desviar o carro e pará-lo no acostamento antes de causar algum acidente. O pai desceu do carro e curioso Kalel fez o mesmo, menos Abramov que se encolheu no chão do carro, atrás do banco.

Ian invocou uma espada a partir da sua gravata, fazendo com que Kalel sorrisse todo empolgado, sem que soubesse do real perigo que ele e sua família estavam passando. Seu pai começou a desferir alguns golpes com a sua arma, mas o ciclope defendia-os com a sua clava, sempre mirando em atacar na cabeça do homem, que começou a se afastar, ficando encurralado contra algumas árvores.

Kalel entrou em desespero e por conta disso alguns dos seus poderes começaram a trabalhar de forma involuntária, o garoto não entendia o que estava acontecendo com ele, mas sabia o que tinha que fazer para ajudar o seu pai. Ao analisar o ciclope, ele percebeu que o monstro tinha um corte no cotovelo que segurava a clava, estava com sangue escorrendo, então ele havia sido recém-aberto.

Olhou ao redor de forma instintiva e encontrou uma pedrinha no chão, ela se encaixava perfeitamente em sua mão. Uma aura vermelha tomou conta da rocha, fazendo ela ficar incandescente, então ele a arremessou com toda a sua força na direção do machucado. Claro que com a sua mira naquela idade ele acertou bem mais encima, mas graças ao seu poder que nem conhecia uma explosão aconteceu ali, fazendo o mesmo efeito que ele deseja: desarmar o inimigo.

Em partes a estratégia tinha dado certo, mas assim que o monstro se virou para o filho de Belona ele congelou de medo. O garoto estava paralisado, queria gritar e correr, mas simplesmente não conseguia fazer nada, além de deixar algumas lágrimas escorrem dos seus olhos.

O ciclope correu até Kalel, ignorando por completo a prole de Plutão. Quando se aproximou bastante do garoto, o monstro o pegou pelo pescoço, tirando-o completamente do chão e fazendo com que ele fosse perdendo o ar pouco a pouco. A criatura falava algumas coisas como ‘vou devorar você’ ou ‘crianças da sua idade são deliciosas’, mas o filho de Belona não conseguia prestar atenção nas palavras, afinal estava quase desmaiando.

Foi então que Ian se levantou e começou a fazer o seu trabalho de pai: proteger o filho. As sombras que haviam por todo o local, seja pelos corpos, carro ou até mesmo das árvores, começaram a se mover na direção do ciclope, criando várias correntes que prenderam os braços e pernas dele, consequentemente o fazendo soltar a criança.

— Ninguém encosta um dedo em minha criança sem que eu a mate. Ele pode não saber, mas você não é a primeira criatura que tenta atacar ele e nem será a primeira a machucar.

Ian correu na direção do ciclope empunhando sua espada, fez dois cortes em x nas costas da criatura e depois estocou a espada na direção do coração dele, o transformando em pó dourado logo em seguida.

Kalel aos poucos começou a recuperar o fôlego, seu pai travata de ver se ele não havia sido machucado e felizmente apenas tinha algumas marcas no pescoço, mas nada demais. Aliviados eles se abraçaram e voltaram para o carro, Ian explicou sobre o monstro e como todos eles viram aquele pó, falou também que o filho de Belona iria enfrentar vários daquele, mas que não precisava ter medo, pois seu pai sempre estaria com ele.
Assim que chegaram no lugar Ian foi direto conversar com os pretores de lá, assim como o atual centurião da quarta coorte. Explicou toda a situação e acabou fazendo a carta de recomendação para o filho, que foi aceita de bom grado por eles. O empresário tratou de comprar uma casa no bairro mais chique da cidade logo após ter a garantia de que Kalel se tornaria um legionário.

Mesmo se mudando para Nova Roma a vida dele continuo igual, exceto pelos treinos. Seu pai vivia tendo que viajar por causa dos negócios e de ainda ser um empresário, sua ‘mãe’ continuava não dando atenção para as duas crianças, sempre saindo sem falar para onde iria.

Os anos se passaram, Yaketerina se recusou a querer morar naquela cidade e simplesmente desapareceu dois anos depois da reclamação de Kalel. Abramov não demorou para descobrir que era filho de Zeus e acabou se mudando para o acampamento-meio sangue.

Kalel aprendeu rapidamente sobre os combates, como manusear armas, parte disso graças a sua descendência de Belona, pra ele era como se fosse algo simples como falar ou andar. Isso ajudou bastante ele a se acostumar com a história, mesmo que ela não o incomodasse tanto. Ele estava vivendo feliz lá, apesar de ser apenas ele as vezes tinha o seu pai e o seu irmão, o que era um tanto quanto reconfortante

Nesse meio tempo em que esteve em Nova Roma ele acabou conhecendo um filho de Eros extremamente fofo e cuidadoso, o que fez com que se tornassem amigos rapidamente. Por conta dessa amizade que se iniciou super rápido eles engataram um namoro não muito tempo depois daquilo.

Atualmente o filho de Belona não vive mais no acampamento Júpiter. Desde a morte do seu irmão e do misterioso desaparecimento do seu pai, ele mora com seu noivo Uriel, o filho de Eros, em Nova Roma.
Poderes ativos:
Nível 2
Nome do poder: Brechas
Descrição: Ao concentrar o olhar no ataque dos inimigos o semideus consegue invocar uma aura ao redor do corpo que serve como uma espécie de radar, e então ao conseguir invocar essa aura poderá detectar uma brecha ou um ponto fraco no armamento do inimigo, e desarma-lo.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: A critério do narrador
Extra: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Bombas de Energia I
Descrição: Ao tocar um objeto qualquer – de sua escolha – poderá fazê-lo se transformar numa espécie de explosivo. O objeto será rodeado por uma aura vermelha, e ao atingir o inimigo explode causando um dano considerável. Nesse nível só consegue fazer pequenos objetos vivarem explosivos – como pregos, parafusos, pedras pequenas ou etc – que funcionam como bombinhas e não causam muitos ferimentos.
Gasto de Mp: 10 MP (cada vez)
Gasto de Hp:Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 (Cada uma)
Extra: Nenhum
Poderes passivos:

Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição: Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Hipercinese I
Descrição: A hipercinesia é o controle completo e sincronizado da mente e o músculo. Em pessoas comuns há uma pequena quantidade de tempo entre o pensar e o agir. Os semideuses filhos de Belona possuem esse tempo bastante reduzido e, com o tempo, praticamente nulo. Graças a isso, sua mente e corpo tornam-se mais afiados e verdadeiras armas. O equilíbrio, a coordenação motora e os reflexos tornam-se cada vez mais perfeitos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em equilíbrio, coordenação motora e reflexos.
Dano: Nenhum
Considerações:
Bom, primeiro de tudo eu resetei o Kalel para fazer um reboot em sua trama, então tudo o que sabem sobre o Kalel não existe mais e se quer existiu, é uma nova história a partir desse ponto.

Segunda coisa: Eu sei que algumas coisas ficaram em aberto, porém eu vou explorar elas em uma ccfy, caso essa seja aprovada.

Sobre a coorte: Eu não gostaria da cor de coorte, afinal ele já não vive mais no acampamento Júpiter, então se puderem considerar isso sz
Não te preocupas. A prole de Belona te assombra ao luar desta noite.



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Re: ⥌ A new reborn ⥍ CCFY'S de Kalel Levitz

Mensagem por Hades em Sex Fev 15, 2019 3:02 pm

Avaliação

Recebe 3.000 XP e 4.000 Dracmas.
Bem-Vindo, semideus.
Hades
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Deuses Olimpianos
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Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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Re: ⥌ A new reborn ⥍ CCFY'S de Kalel Levitz

Mensagem por Kalka'il Levitz em Dom Fev 17, 2019 7:40 pm

Kalel Levitz;
The BattleAngel
Tudo parecia ter ficado em câmera lenta, as penas douradas da ponta de suas asas que estavam soltas caiam aos poucos, rodeando o seu corpo com o vento, o som estrondoso delas se abrindo de forma rápida podia ser ouvido de longe. A voz dele então surgiu, enquanto o rapaz caia de joelhos no chão, achando que não poderia fazer mais nada.

A situação em que se encontrava era extremamente difícil de tomar uma decisão, ele não parecia pensar em uma alternativa, qualquer ação que vinha em sua mente haveria um lado ruim. Ou era salvar um grupo de quinze civis ou um casal, não apenas um casal, mas sim os Obamas. Sim Barack e Michele Obama. Como proceder? Pessoas que foram importantes para o país e ajudaram milhares, crianças e adolescentes que poderiam fazer um futuro melhor. Para Kalel ambas as escolhas eram plausíveis de se escolher.

— Vamos, minha criança. Você tem que fazer o certo, se lembra? — Uma mão tocou o seu ombro, sentindo esse poder o semideus recusou-se a olhar, sabendo de quem se tratava, mas logo ele sorriu sabendo que alguém estava com ele. — Sei que você saberá o que fazer. Esse é o seu destino, já está escrito, é o destino deles também. As vezes nem sempre temos que fazer o obvio, podem existir caminhos divergentes que levam para vários finais, é sua escolha decidir nesse momento qual caminho tomar.

Aquelas palavras finais fizeram ele se lembrar do que tempo que passou em escuridão e negação após a morte do seu irmão, a descoberta real sobre a sua família e a relação deles com o mandato de assassinato de Abramov, o medo de morrer da mesma forma apenas aumentava em seu peito. Ele sorriu de forma confiante.

— Alguns dizem que o nosso fim já foi escrito. — Ele disse, se levantando. — Mas eu parei de acreditar em destinos. Vou viver o agora, fazer o que precisa ser feito. Afinal estamos aqui para isso, não? Equilibrar as coisas, fazer com que tudo ande em harmonia com as forças do universo.

— Então não deixe as incertezas dominarem o seu ser. Você precisa ser imparcial, não penda para o seu lado emocional, faça o que for certo... Nem sempre isso vai ser alguma coisa boa, mas se for o correto ela deve ser feita.

Foi então que tudo voltou ao normal. O som das buzinas tocando de forma catastrófica, pessoas gritando em desespero, o barulho das chamas altas na parte de baixo do prédio, tudo em conjunto parecia a própria sinfonia do inferno. Seus olhos piscaram algumas vezes ao notar ter saído do seu pequeno devaneio com Éter.

Kalel observava cada uma das opções que ele tinha pra salvar, um casal que foi importante para o crescimento do país ou o grupo de crianças e adolescente que poderiam ser o futuro de uma nação. Falando de maneira política e social ambas pesavam. Levitz não queria ficar pensando naquilo, quanto mais pensava mais ele ficava indeciso.

Foi então que ele decidiu o que fazer, puramente por impulso. A sua decisão se baseou unicamente no que Obama e Michele fariam, era claro que ambos prefeririam salvar os civis, afinal eles queriam o melhor para todos e sempre quiseram.

Nem sempre os celestiais precisam fazer coisas grandiosas e relacionadas ao mundo mitológico para que possam manter a paz e a harmonia no mundo. Aquele era um claro caso disso, Kalel estava no lugar certo na hora certa. O que era apenas um passeio pela cidade acabou se tornando um resgate. Mas assim como tudo tem um lado positivo, tem a contrapartida de um negativo.

Pra ajudar as pessoas antes dos bombeiros chegarem ele teria que se arriscar e mostrar a sua cara para o mundo. Não que ele ligasse pra se expor e os mortais verem que semideuses existiam, afinal alguns fanáticos religiosos poderiam falar que era o deus cristão quem enviou um anjo para proteger aqueles que estavam em perigo.

Então o rapaz fez com que suas asas ficassem a mostra e então correu na direção do prédio que pegava fogo, elas rasgaram a jaqueta dele apenas na parte de trás, mantendo o resto inteiro. No andar de baixo estava o grupo de crianças e no quarto andar o ex presidente e sua esposa gritavam por socorro. Como ele iria salvar primeiro os mais novos, decidiu ir até eles.

Kalel bateu as asas na direção do fogo para que ele se abrisse temporariamente, depois fez com que elas ficassem blindadas enquanto corria para atravessar aquela barreira, o que não o deixaria mais que três segundos em contato com o calor e o fogo, mas ainda assim resolveu que seria melhor garantir e usá-las para se proteger.

— Hey, preciso que me escutem. — Ele disse, enquanto as crianças e adolescente se abraçavam ainda mais, assustados com um homem de asas. — Eu estou aqui para ajudar vocês.

— Obrigado deus, o senhor é todo poderoso, enviou um servo seu pra nos ajudar. — Disse um pequeno, que possuía por volta de dez anos.

— Garoto! — Kalel revirou os olhos com o comentário. — Olha, eu vim por vontade própria, na real... Mas isso não importa. Quero que todos me obedeçam pra que eu possa tirar todos em segurança daqui.

Mesmo assustadas as crianças assentiram com a cabeça, prontos para seguir os comandos do celestial para que pudessem sair daquela situação sem ninguém se machucar. Feito isso Kalel deu uma rápida olhada ao redor para traçar uma tática de fuga, analisando no ambiente os locais mais e menos danificados pelo fogo. A situação não estava nada fácil para eles, por isso precisaria agir rápido.

— Quero que todos vão para perto daquela parede, eu vou afastar o fogo e aí vocês correm um de cada vez para a saída. — Disse num tom firme, apontando para os locais conforme os indicava. — E tomem cuidado, não saiam desesperados ou podem acabar atropelando uns aos outros.

Seria realmente problemático se todos corressem ao mesmo tempo e alguma das crianças acabasse se machucando por causa disso, pois dessa forma Kalel tivesse menos tempo ainda para salvar os Obama. Cada segunda contava, por isso não demorou a esticar as asas e começar a lançar as primeiras lufadas de vento contra as chamas.

Percebeu que aos poucos uma brecha foi se abrindo em meio a barreira de fogo que os prendia ali, mas nenhuma das crianças ousou se arriscar. Elas estavam claramente com medo, reclusas no canto mais protegido esperando que alguém desse o primeiro passo. O filho de Belona não as culpava, mas não tinha o dia todo para ficar ali.

— Vão! — Bradou, fazendo com que algumas das crianças dessem um sobressalto por conta do susto.

Levou alguns segundos para algum deles tomar coragem, mas assim que a primeira garotinha de tranças cor de mel correu para fora do prédio os outros passaram a acompanhá-la com um pouco mais de segurança. Alguns acabavam se desestabilizando e tropeçando nos próprios pés por conta da força do vento que as asas de Kalel estavam gerando, mas nada de fato preocupante que viesse a causar algum acidente. Foi até fofo ver um garoto parando para ajudar o outro que tinha caído, sendo que em situações como aquela nem mesmo adultos tendiam a arriscar a própria segurança pelo próximo.

Para sua sorte o celestial ouviu ao longe a sirene que indicava a aproximação dos bombeiros no local, o que era uma notícia animadora visto que facilitaria e muito o seu trabalho. O problema era que as chamas estavam muito intensas perto da entrada do local, provavelmente por ter sido lá o possível foco do incêndio, então sair por aquela parte sem ajuda parecia quase impossível. Isso sem contar que a estrutura da construção estava começando a ruir pelos danos provocados a ela, o que fez o filho de Belona descartar completamente a possibilidade de arrebentar uma das paredes laterais para que pudessem sair pelo buraco. Não queria causar um desmoronamento.

Kalel cerrou os punhos e pôs-se novamente a pensar, tentando encontrar outra alternativa. Talvez houvesse alguma porta dos fundos ou saída de emergência em que as coisas estivessem menos críticas, mas não sabia se haveria tempo suficiente para procurar.

Quanto a maioria das crianças já tinham deixado o local, o semideus acompanhou as que sobraram para um pouco mais longe do fogo e ouviu que algumas delas estavam tossindo por conta da quantidade de fumaça que inalaram. Uma delas até pareceu ter desmaiado, o que só deixou o semideus mais nervoso. Eles não aguentariam ficar por muito mais tempo ali, e mesmo que sua constituição física fosse muito maior que a deles, nem ele.

Enquanto isso os bombeiros tentavam controlar o fogo do lado de fora, reduzindo-o consideravelmente na faxada do prédio. Alguns até começaram a adentrar o local com suas roupas especiais e à prova de fogo, buscando por civis a serem resgatados. Kalel não demorou a avistar um deles e logo ergueu uma das mãos para chamar sua atenção.

— Hey, aqui! — Disse em um tom elevado o suficiente para ser ouvido, tendo uma garotinha inconsciente nos braços.

Assim que o bombeiro foi até eles, Kalel entregou-lhe a criança com certa pressa e pediu que ele ajudasse a escoltar as demais para fora com segurança. O homem ficou parado durante uns cinco segundos sem reação alguma, deixando transparecer através do capacete um completo semblante de surpresa ao "ver um anjo".  O semideus pouco se importou com isso e apenas deu de ombros, dizendo que iria a resgatar as pessoas que estavam nos andares superiores. O rapaz até tentou dizer alguma coisa, mas antes que ele tivesse a chance de terminar o celestial simplesmente desaparecer nas sombras sem deixar rastros. Precisava agilizar o processo de locomoção e aquele era o método mais eficiente que conhecia.

Não levou nem dois segundos para Kalel alcançar Barack e Michelle no quarto andar, que encontravam-se presos pelas chamas terem tomado conta das escadas e não ser seguro utilizar os elevadores.

— Oi, eu vim salvar vocês. — Ergueu ambas as mãos como forma de mostrar que não representava ameaça alguma a eles. — Só preciso que fiquem calmos e não se desesperem.

— Ela... — Barack falou com a voz rouca e um pouco arrastada, tossindo fortemente em seguida. — Salve ela primeiro.

Kalel não questionou, apenas assentiu e segurou Michelle Obama nos braços. Feito isso, pegou impulso e correu com toda velocidade na direção de uma das amplas janelas do local, quebrando-as com auxílio das asas - ainda blindadas - antes de as abrir e seguir planando rumo ao solo. No percurso viu que haviam diversas pessoas reunidas ao redor do local, gravando a cena com seus celulares, câmeras e aparelhos semelhantes por trás das faixas colocadas pelos bombeiros para limitarem a passagem de civis. Aquilo poderia ser bastante problemático para ele, mas o filho de Belona sequer teve tempo para se preocupar com a possível repercussão de um anjo aparecendo em público.

Pouco após alcançar o chão e deixar a ex-primeira dama sob os cuidados dos paramédicos, Levitz ouviu um estrondo vindo da base do prédio e por impulso se voltou em direção a ele. No mesmo instante viu que a construção estava cedendo e tinha começado a desmoronar bem rápido, o que provavelmente acabaria levando o ex-presidente à morte se não fizesse nada para impedir.

O celestial então começou a tatear os bolsos de sua jaqueta com grande pressa, ignorando toda e qualquer pergunta daqueles que estavam ao seu redor. Ele buscava uma pequena esfera de coloração dourada, que por sorte tinha levado consigo. Quando encontrou ele segurou o objeto com firmeza e o arremessou como se fosse uma bola de baseball na direção do prédio em colapso. Esta imediatamente criou um brilho que tomou conta das paredes externas e internas do local, reconstruindo-o e organizando por inteiro em questão de segundos.

Para todos era como se nada tivesse acontecido ali, e como o fogo já tinha sido apagado não havia mais o risco de recomeçar.

Kalel usou a viagem nas sombras uma segunda vez para desaparecer do meio das pessoas e voltar ao quarto andar, onde Barack Obama estava no chão de uma sala que parecia um amplo escritório. Ao se aproximar percebeu que ele estava com a perna quebrada, assim como algumas marcas de queimaduras leves espalhadas pelo corpo. Portanto foi até ele e ofereceu ajuda para levantar.

— Obrigado, garoto. — Disse o ex-presidente, balançando a cabeça como forma de respeito e aprovação. — Você salvou a minha vida e a da minha mulher hoje. Não tenho como te agradecer por isso.

— Que isso, tá de boa. — O filho de Belona sorriu e balançou as mãos, demonstrando que estava tudo bem e não precisava daquilo tudo. — O senhor já fez muito pelo país, é o mínimo que eu poderia fazer em retribuição.

O homem sorriu e bateu duas vezes no ombro do celestial, desviando então o olhar para suas asas.

— Você é o que chamam de semideus, não é? — Indagou o mais velho, pegando Levitz de surpresa. — Tudo bem, não precisa se preocupar. Eu tenho uma filha que é como você.

Por essa Kalel não esperava, e estava claro em sua expressão o quão chocado ele ficou.

— Nossa, eu... nem sei o que dizer. — Riu meio sem jeito e coçou a própria nuca, ainda incrédulo sobre estar tendo aquela conversa com o ex-presidente dos Estados Unidos. Como assim ele tinha uma filha semideusa?!

— Não precisa, relaxa. — Obama pousou a destra sobre o ombro alheio e fitou-se com genuína gratidão no olhar. — Eu vou tentar apagar os arquivos das câmeras de segurança, é o mínimo que posso fazer. — Ele fez uma breve pausa e se apoiou numa mesa próxima. — Tentarei ver com o povo do FBI sobre os celular e câmeras da população lá embaixo. É o máximo que consigo fazer com os contatos que eu tenho.

— Obrigado, senhor. — Agradeceu Kalel com um sorriso estampado nos lábios. — Caso sua filha precise de alguma ajuda, estarei em Nova Roma, me chamo Kalel Levitz, pode me procurar no acampamento Júpiter, o pessoal da quarta coorte saberá onde me encontrar.

O celestial então  alçou voo e foi parar no telhado de outro prédio. Estava sentado na beirada, olhando para baixo, com seus pés balançando como se fosse uma criança. Ele estava preocupado por ter se exposto, sabia que não devia ter feito aquilo, mas por outro lado se sentia bastante feliz por ter salvo dezessete pessoas num total. Mas tentava não se afingir com a exposição, Obama tentaria apagar os vídeos... Mas e a mente das pessoas que o viram? Saberiam que era ele apenas por olhar.

Foi então que um vento surgiu atrás de Kalel, ele sabia quem era, a aura claramente deixava claro. Éter estava ali, pessoalmente pela primeira vez desde que Levitz entrara nos celestiais, tinha curiosidade para saber como ele era. Mas pra sua surpresa ele era como os deuses, não aparentava ter mais do que trinta e cinco e parecia uma pessoa comum, mesmo sendo extremamente bonito e gracioso. O celestial se virou, sorrindo para o seu mestre.

— Kalel, foi um pouco imprudente o que você fez, sabia? — O filho de Belona concordou com a cabeça, meio envergonhado. — Você se expôs, claro que sim, mas você salvou a todos, ninguém morreu! Eu não poderia estar mais orgulhoso de você.

— Obrigado, mestre! — Ele sorriu de canto com o elogio. — O que devo fazer quanto a exposição?

— Acho que você terá que mudar algumas coisas... Usarei a Benção Elohim em você, mudarei completamente a sua forma física. Você poderá usar essa benção depois como quiser, mas nessa ocasião ela sera imutável, sendo a sua forma primaria.

— Como desejar. Estou aqui para seguir as suas ordens. — Afirmou.

A mão de Éter tocou nos ombros de Kalel, fazendo com que todo seu corpo brilhasse e então mudasse de forma. O Levitz não conseguiu ver como havia ficado, afinal ali não tinha espelho, mas confiava no bom gosto de seu mestre.

— Acho que deveria alterar seu nome por precaução... Sempre achei que Kalka'il me lembrava seu nome. Já tive um servo assim, adorava esse nome. — Comentou meio nostálgico. — Bom, meu jovem, nos vemos outra hora, não se esqueça de ser mais prudente. Mesmo que eu esteja orgulhoso agora, não quer dizer que eu não irei puxar sua orelha depois.

Então Éter simplesmente desapareceu em um brilho dourado. Kalel sorriu, fitando o céu. Iria acatar a ordem de seu mestre e se chamar Kalka'il a partir daquele dia.

Considerações:
Bom, no manual do iniciante diz que não se sabe como é a personalidade de Éter, então eu descrevi ele da maneira como EU acho que ele seja.

Usei a proposta da ficha de grupo extra, por isso a ccfy se passa em um dia do personagem já sendo membro do grupo, espero que não se importe com isso.

A esfera diz um 'local' então, como ela não abrange limites, eu deduzi que poderia ser o prédio todo, já que ele em si é um local.

Gostaria de pedir permissão para alterar o nome e o PP. Ambas as coisas foram explicadas no post.

Minha segunda CCFY, me perdoa os erros e não desiste de mim :brilho:

Item usado:
• Reconstruction (Uma esfera dourada de dez centímetros. Apesar da aparência inofensiva, esta bola tem o poder de fazer com que tudo que esteja desorganizado/quebrado/rasgado no local volte ao normal | Item consumível, sai do perfil após o uso.
Poderes Passivos:
Nível 1
Nome do poder: Olhos celestiais
Descrição: Sempre ao usarem os poderes, os olhos dos celestiais ganham uma tonalidade mais celeste e brilhante. Poderes de luz os olhos ficam dourados; poderes ligados as estrelas e ao ar ficam azulados ou esverdeados; poderes ligados as bênçãos os olhos ficam vermelhos. Ao usar os demais poderes, as írires ficam em tonalidade prateada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Asas
Descrição: Os celestiais são reconhecidos principalmente pelas suas asas. Majestosas e belas, as asas são geralmente brancas em sua totalidade, mas ainda há alguns seguidores de Éter que possuem detalhes nas extremidades de suas penas. São como asas de anjos, nunca assumindo a tonalidade negra. Cada celestial pode descrever suas asas, porém uma vez feito não poderá muda-lo. As asas crescem a partir dos ossos das costas, por isso, muito cuidado com as camisas, elas consequentemente ganham dois rasgos nas costas sempre que permitem o alongamento das asas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Atributos melhorados I
Descrição: Ao se tornar um seguidor de Éter, o semideus possui os atributos do corpo melhorado. Podem se mover com mais facilidade, conquistando uma esquiva avantajada e reflexos ainda mais apurados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de velocidade, esquiva e reflexos.
Dano: Nenhum
Poderes Ativos:
Nível 4
Nome do poder: Asas blindadas I
Descrição: Visualmente as asas não recebe nenhum indício de mudança, porém, ao ativar esse poder as asas do celestial tornam-se mais resistentes, podendo ser usadas como defesa. Elas adquirem a resistência Beta com duração de 2 turnos.
Gasto de MP: 40 por turno.
Gasto de Hp: nenhum
Bônus: +30% de defesa contra o elemento trevas/sombras
Dano: 20
Extra: nenhum

Nível 8
Nome do poder: Benção Elohim
Descrição: Elohins são conhecidos por serem grandes mestres do disfarce, hábeis em se adaptarem as etnias e grupos sociais. Ao ativar essa benção, os celestiais conseguem se misturarem a multidão, assumindo características físicas mais comuns do ambiente ao seu redor. O disfarce é uma ilusão complexa, mudando tanto roupa quanto aparência física. A benção também concede ao celestial a capacidade de falar a língua local e entender até mesmo os significados das gírias usadas.
Gasto de MP: 30MP por turno ativo
Gasto de HP: nenhum
Bônus: nenhum
Dano: nenhum
Extra: nenhum [Usado por Éter em uma versão mais forte para alterar a aparência de Kalel.]
Poder ativo de legado:
Nível 5
Nome do poder: Viagem das sombras I
Descrição: Assim como seu pai e boa parte das criaturas do inferno, o semideus terá a capacidade de viajar por entre as sombras, podendo usa-las para acessar qualquer parte do mundo, mas cuidado. Em tal nível o semideus consegue apenas viajar sozinho, com a próprias armas e roupas. Quanto o filho de Hades/Plutão passa muito tempo viajando entre sombras, começa a desaparecer.
Gasto de Mp: - 15 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Não te preocupas. A prole de Belona te assombra ao luar desta noite O anjinho vai te proteger neste dia.



Civilize a mente. Torne selvagem o corpo.
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Re: ⥌ A new reborn ⥍ CCFY'S de Kalel Levitz

Mensagem por Macária em Ter Fev 19, 2019 7:15 pm

Kalel

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 5.000 xp e dracmas

Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 47%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%

TOTAL: 4.850 xp e dracmas + 1 moeda de verão

Comentários:

Kalel, eu descontei alguns pontinhos do enredo e coerência de batalha porque eu me peguei um tanto quanto confusa em certos momentos de seu enredo. No entanto, você obteve sucesso em adentrar o grupo. Porém, cada missão da promoção tem um objetivo único e essa não pode ser avaliada como primeira parte do teste de liderança.




this a good death
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Re: ⥌ A new reborn ⥍ CCFY'S de Kalel Levitz

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