The Blood of Olympus
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MISSÃO FIXA - M/E - THE PAST

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Mensagem por Alöysius Lecter em Sab Fev 09, 2019 1:13 am



I SEE
THE PAST
NOVA ORLEANS, à noite



Quando Alöy saiu lentamente para fora, o cansaço havia extinguido sua aflição. Ele encheu os pulmões com o ar frio da noite. Não parecia ser a mesma substância que saía pelas ventilações do ar-condicionado do Cosimo's - onde ele ia quando era ainda mais novo com Bern Nielsen, para ele beber e fumar enquanto o menor gastava alguns tostões apostando com bêbados.

Ele inclinou a cabeça para trás para encarar as névoas e o cenário nublado sobre ele: um sopro frio afligiu seu corpo enquanto enfiava as mãos por entre as vestes a fim de ter certeza de que não estava esquecendo nada. Da extremidade oposta á calçada, vozes abafadas alcançavam-no e depois sumiam. E mesmo quando estavam calados, aquela gente era insuportável enquanto arremessavam vidraças de bebida.

Parecia que, independente de onde estivesse, ele sempre retornaria à cenários tais como aquele. O subúrbio sempre o aguardava como uma mãe na madrugada. E falando em mãe, Öphélia e Ada faziam falta. Talvez só o que ele precisava era de ver ambas no asfalto, se beijando e sorrindo brandamente ao vê-lo para voltar com ele quando estava muito tarde.

- Olá.

A voz era suave, masculina e local; as vogais tinham todas as beiradas polidas. Alöysius se virou com uma feição desinteressada. Inesperadamente, era Omar, o rosto mais magro e esguio à eloquência crua. Ele estava sozinho. Nenhum sinal de sua corja, bêbados ou de quem ele mais esperava ter visto naquela noite: Alek. Uma mão firmava a faca de bronze que mantinha consigo desde que voltara para os mortais. A destra estava ao lado do corpo.

- Oi - disse Alöy, em um tom mais ríspido do que teria usado se não tivesse notado o sangue no pescoço do homem. Estava fresco. O moreno não sabia que tipo de merda ele poderia ter feito para abordar um menor como ele (ainda mais quando não se viam desde que todos os que ele amara foram mortos): - Omar, não é?

Ele anuiu, brusco e inquieto, e Alöysius espreitou-o ainda mais. Ele também não sabia que tipo de homem hesitava em falar, ainda mais quando algo definitivamente mórbido acabara de acontecer.

- Eu já estava indo - disse ele - Aí achei que fosse você ao longe. Eu queria pedir desculpa. Pelo que aconteceu antes. Eu não pedi para ela fazer aquilo e queria que você soubesse.

Não escapou à Alöy que sua voz possuía um ligeiro baque que ele não possuía antes. Ele olhou por sobre o ombro, então, ao vestígio lépido de um Mercedes em uma rua lateral. Quando olhou de volta para Lecter, ainda trazia uma expressão cansada, e Alöysius exauriu aqueles traços - o cenho franzido, a boca tensa.

- Não sei do que está falando - reverberou - Mas pelo jeito que está, não é você que precisa se desculpar.

- Estava atrás do Aleksander, não estava?

"Como ele poderia saber disso?", ponderou. Alöy sentira algo em seu peito e a previsão não era boa. O moreno custou em tentar desmembrar a abordagem de Omar, mas a única coisa que lhe chamara a atenção foi o fato dele se referir a algo que ele teria feito contra Alöysius; mas nada surtira. Eles mal se falavam, ou se viam, exceto quando...

- Aquela surra que eu dei nele quando você ainda andava por aqui foi inesquecível, não foi? - ele riu.

Era um basta. Quando Alöy ergueu sua faca afim de se defender as mãos grosseiras de Omar agarraram sua garganta, pressionando com uma força indescritível até que ele perdeu a consciência. Uma última fala foi discernida por Alöysius:

- Na verdade, nós dois queremos nos desculpar com vocês.



ALEKSANDER, não muito longe dali.



Alek acordou apenas para sentir a noite reluzir em seu rosto e ouvir o telefone tocar.

Procurou atrapalhado no meio dos cobertores, onde se escondia o aparelho. Cego sem os óculos ou as lentes de contato, Aleksander teve de segurar o telefone a centímetros dos olhos para ler o nome de quem o ligava: R. WHELK. Agora Alek compreendia a inconveniência da chamada. Rosäld Whelk era de Sussex, um fuso horário exacerbadamente de Nova Orleans. Meia-noite lá eram cinco da manhã para aquele homem. Rosäld era da prole de Belona, e também um um Mentalista de Psiquê, fora um dos maiores exímios em linhas ley. Tinha cem, trezentos ou seja lá quantos anos devido à sua imortalidade, e havia proferido três artigos sobre o assunto. Eles haviam se encontrado quando Aleksander ainda perseverava uma vingança que acabara deixando para trás.

Whelk havia sido o primeiro a levar ele a sério, um favor pelo qual Alek lhe seria sempre grato.

- Aleksander - disse Rosäld afetuosamente, sabendo que era melhor chamá-lo assim do que pelo antenome (um que quase ninguém sabia qual era). Sem mais delongas, Whelk prosseguiu para um monólogo sobre como ia, os últimos quatro encontros dos homens de Psiquê e como era frustrante não assumirem que estavam errados quanto ao surgimento de bestiários nas fronteiras. Alek compreendeu aproximadamente três quartos do monólogo.

Após deixar tudo para trás por quase um ano para ficar em Nova Orleans, ele se esforçara para manter seu latim e não o esquecer, mas o de Whelk era muitas vezes difícil, graças a uma combinação de fala arrastada, ruminação, etáriedade absurda e conexão telefônica ruim. Escorado de braços cruzos, Aleksander prestou pouca atenção por legítimos onze minutos antes de interrompê-lo polidamente.

- Que bom que você ligou.

- Achei uma fonte textual muito interessante - disse Whelk. Havia um ruído, como se ele estivesse mastigando ou embrulhando algo. Alek já estivera em suas acomodações e era bem possível que Rosäld estivesse fazendo ambos: - Que sugeriu que as linhas ley estão dormentes. Isso te lembra algo?

- Como Glendower. Então, o que isso quer dizer?

- Isso pode explicar por que elas são tão difíceis de encontrar por radiestesia. Se elas ainda estiverem presentes, mas não ativas, seria muito fraca e irregular. Em Sussex, eu estava perseguindo a Queres conforme você havia pedido, um ano atrás... Trinta e sete quilômetros, foi horroroso, gotículas de chuva que mais pareciam nabos... E então ela simplesmente desapareceu.

Aleksander passara a andar enquanto Whelk discorria sobre algo que haviam deixado no passado. Então ele indagou:

- A sua fonte diz alguma coisa sobre despertar as linhas ley? Se Glendower pode ser acordado, as linhas ley também podem, não é?

- Entende-se que sim.

- Mas basta descobrir Glendower para acordá-lo. As pessoas andam sobre as linhas ley.

- Ô, não Aleksander, é aí que está o erro. Os caminhos espirituais são subterrâneos. Mesmo que eles não tenham sido sempre assim, agora estão submersos por metros de terra acumulada através dos séculos - disse Whelk: - Ninguém as toca há centenas de anos. Você e eu, nós não caminhamos sobre as linhas. Nós simplesmente seguimos os ecos.

Alek lembrou como o rastro parecia ir e vir sem nenhuma razão enquanto ele esgueirava as linhas por radiestesia. A teoria de Whelk tinha um mínimo de plausibilidade, e isso era tudo de que ele precisava. Ele não desejava mais nada a não ser começar a reanalisar tudo o que tinha para fundamentar ainda mais essa nova ideia, e Quíron que se danasse. Aleksander sentiu uma rara pontada de ressentimento por um erro que cometera sem perdão, por estar exilado; talvez fosse assim que os bestiais se sentissem a todo momento.

- Ok. Então nós acessamos as linhas por baixo da terra. Cavernas, quem sabe?

- Cavernas são coisas pavorosas - respondeu Whelk - Sabe quantas pessoas morrem em cavernas todos os anos?

Aleksander respondeu que não.

- Milhares - assegurou-o - Elas são como cemitérios de progênies e entes tolos feito você, devido essa sugestão absurda. Muito melhor ficar acima da terra. A espeleologia é mais perigosa do que qualquer coisa que já tenha enfrentado. Não, minha fonte diz respeito somente a uma maneira ritual de despertar os caminhos espirituais da superfície, deixando que a linha ley saiba de sua presença. Você faria uma imposição de mãos simbólica na energia aí em Marianna.

- Nova Orleans.

- Texas?

Então ele corrigiu:

- De forma alguma. Nova Orleans, somente.

- Certo - concordou Whelk, bondosamente - Pense como seria fácil seguir o rumo espiritual para Glendower se ele gritasse em vez de sussurrar. Você o encontra, realiza o ritual e segue o percurso até o Hades.

Na fala de Rosäld, isso parecia inevitável.

Aleksander fechou os olhos para se acalmar. Viu uma resiliência vagamente acinzentada de um uma mulher em repouso, as mãos cruzadas sobre o peito, uma espada do lado direito, um copo à esquerda. Esse semblante adormecido era tão estonteantemente importante para Alek que ele não conseguia começar a compreender ou lhe dar forma. Era algo mais, algo maior, algo que importava.

- Mas o texto não é muito claro sobre como desempenhar o ritual - admitiu Whelk, divagando sobre as esquisitices dos documentos. Aleksander já não prestava muita atenção, e então Rosäland concluiu: - Vou tentar o ritual em Lockyer. Depois eu conto como foi.

- Ótimo - disse Aleksander - Nem sei como agradecer.

- Mande lembranças à Quíron.

- Eu mand...

- Você tem sorte de ainda tê-lo, apesar de sua condição. Quando eu era tão novo quanto, minha mãe ficou irada comigo por erros que cometi, e se não fosse ele, quem sabe o que teria sido de mim, deveria dar valor...

Aleksander esteve quase sempre desatento à falação sempre repetida de Whelk quando o telefone caiu em silêncio após ambos se despedirem.

Pela primeira vez, Alek estava perto de achar a resposta que tanto almejava. Catando suas vestes que estavam largadas para todo lado, se trajou antes de sair afim de resgatar algumas comprovações etéreas que tinha deixado recluso na floresta, próximo de onde ele estava. Quando deu o primeiro passo, ele viu alguém que definitivamente não esperava, mas que dera resquícios em seu diálogo com Rosäld:

- Akhlys?



EM UMA PLANÍCIE, diante da morte.



Alöysius tentava desatar o nó que amarrava suas mãos atrás das costas inutilmente quando um contorno adornou o horizonte daquela vastidão de flores de todas as formas: era um par de indivíduos se aproximando. À sua esquerda estava Omar, aquele que o havia trazido para onde poderia acabar morto logo mais. O moreno não parou de tentar até que foi capaz de enxergar a face de ambos - porque ao vê-los, seu coração parecia ter parado de bater.

Um deles era alguém que possivelmente o teria salvo quase um ano atrás e depois disso, sumido sem dar nenhuma explicação plausível tanto para ele, quanto para Quíron, ou para Helge. Dele Alöysius não sabia se sentia ódio, ou se deveria agradecer que não estava morto (assim poderia fazê-lo por o ter deixado daquela forma); já a mulher era a razão para que ele não externasse nada contra Aleksander, visto que só de olhá-la ao longe, um suor frio percorria seu corpo.

Ela possuía presas salientes, garras e um aspecto tenebroso. Alöysius passou a emudecer e travou naquele mesmo instante; ele não sabia o que falar, ou o que fazer. Agora tudo parecia tão claro, tudo o que havia acontecido voltou a fazer sentido de modo absolutamente desesperador. Tudo o que ele não sabia responder como no caso, quem havia massacrado Öphélia, Ada e Bern, agora estava nítido em seu subconsciente. Ela os matara, ela arrancara a cabeça de Bern, dilacerara sua mãe, e torturara Ada para que visse e padecesse sobre o corpo de sua amada.

E naquela noite, ela também tinha pleno domínio sobre o que estava acontecendo, então só lhe restava crer que se ela o deixou ir, foi de propósito.

- Desgraçado... - Alöy ruminava enquanto fitava Aleksander.

Lançando Alek sobre Alöysius, a Queres começou a sorriu enquanto Omar, que antes estava encolhido com um olhar vago, e agora se erguia e andava até ela. Ele parecia perturbado, como se visse algo que nenhum deles conseguia ver. Alöy empurrou Aleksander para longe quando pôde se endireitar e enxergar o que estava para acontecer:

- No passado eu tirei tudo que vocês mais amavam. Tudo - ela sibilou, tomando posse do pescoço de Omar que permanecia parado em sua frente, virado para eles: - Mas antes de terminar o que tenho para tratar com ambos, tem alguém que quer livrar-se de um fardo.

"Fardo?", o moreno surrupiou com seus lábios secos, e pupilas expressamente dilatadas conforme se paralisava; Alek tentou chamá-lo, mas ele não reagiu.

- Alöysius? Alöysius, o que está fazendo andando entre os mortais? - repetia - Você quer morrer? Precisamos fazer algo ou ela vai nos matar, assim como fez com todos os outros.

E em um corte limpo, exceto pelo soturno que escorrera logo depois, Ahlys rasgou a garganta de Omar com suas próprias mãos. Ele não fez nada para impedi-la, nada, mas não porque queria: assim que suas pernas cederam, ele pareceu se desprender de algo ímpar à um transe, se debatendo e tentando estancar o sangramento em vão, ao ponto em que morria vagarosamente (bem como a Queres mostrava-se apreciar).

- NÃO! - Aleksander grasnou, e então avançou contra os ombros de Alöysius - Você tem que se mexer ou vamos morrer! ALÖYSIUS!

- Não precisa se sentir mal, Aleksander, Ascético de Pã. Se todas aquelas pessoas morreram foi graças a ele, afinal. Ele podia não ter dito, mas jamais se perdoara pela morte de todos eles... E tudo porque? - ela arranhou, se aproximando devagar: - Porque havia metido a porrada no único homem que amara? Você, Aleksander.

- Não sabe do que fala. Seu objetivo era matar Alöysius. Você só uniu o útil ao agradável.

- Pode até ter sido, - prosseguiu - Mas agora tenho vocês dois, e nada para me impedir dessa vez.

- Você está errada.

Aleksander estava pronto para virar-se e dar um soco em Alöy, mas ele interceptou seu punho antes que o desferisse contra seu rosto. Ele tinha se soltado sem que nenhum deles percebesse. O menor estava pálido, mas algo de diferente adornava seu semblante. Ainda que enxuto, sua capacidade de tornar-se sério e incontestavelmente frio era um dos seus mais severos traços: e isso estava píamente ligado ao seu progenitor. Phobos.

- Eu estava e estou vendo o que tinha para me mostrar - ele falou novamente, soltando a mão de Aleksander ao se levantar: - Decidi que não é real. Você fez o mesmo com Omar para que ele não fizesse nada ao matá-lo, mas não o fará comigo. Vou tentar não me sentir ofendido por querer impor medo na prole de Phobos.

A Queres emudeceu-se, absorta com a resiliência do moreno.

- Não vou negar que te temi, outrora, mas agora o sentimento é outro - discorreu, franzindo o nariz, - Vingança.

Naquele momento, fiéis da morte surgiram um a um ao redor da Akhlys; servos de Thanatos, Alöysius podia sentir o cheiro fétido do medo que se instaurava pelos poros daquela mulher que recuava. Mais do que o menor, agora, ela tinha medo da morte. Eles a prensaram até o ponto em que os três ergueram suas lâminas, esperando pelo ápice do temor daquela Queres. Ele eram tão fajutos quanto as ilusões decrépitas da mulher, mas ela não teria tempo para perceber. Já era tarde demais.

- Se meter comigo, matar aqueles que eu amava... Esse foi o seu pior erro.

E num instante só, ela foi atacada pelas foices umbrais daqueles que a cercavam e, depois deles, pelo gume da faca do próprio Alöysius. O menor se esgueirara enquanto falava e, quando se fez possível, atravessou-a no crânio de Akhlys. Ele havia matado, agora, seu primeiro bestial. Ela se destrinchou no meio das flores antes de eclodir em pó grego. Sua feição de dor e de espanto seria a última coisa do qual Alöy se esqueceria antes de desmaiar após o excesso de tensão e epinefrina.



DE VOLTA AO LAR, na Casa Grande.



- É bom vê-lo novamente, Aleksander - diz Quíron, ao lado de Helge: - Como está indo com seus avanços? Soube que entrou em contato com um dos mais longínquos Mentalistas de Psiquê, Rosäld. Não sabemos muito sobre o assunto cujo Pã o designou, mas deve ser algo sério para precisar de um homem como ele.

- Não achei que voltaria tão cedo para cá, mas estou indo muito bem - disse um tanto desconfortável com o olhar ameaçador que surtia do tutor ao lado de Quíron, que parecia excepcionalmente enraivecido - Estou cada vez mais perto da solução que Pã precisa. Mas se me permite saber, apesar do meu exílio, como está Alöysius?

Um murro foi impelido contra uma superfície dura, interrompendo quaisquer resposta que Quíron pudesse estar articulando em sua boca:

- É muita desfaçatez a sua querer saber se ele está bem. Ainda mais vindo de um inútil como você, que pode prestar para tudo, menos para a sua obrigação primordial: proteger o progênie que foi te foi definido - vociferou: - Quantas vezes vai deixá-lo prestes a morrer? Já está experiente nisso, é a segunda vez dentro de um ano.

- Basta.

Quíron cortou o ar, onde a sensação incômoda já se alastrara.

- O fato é, Aleksander, que não. Seu exílio e possibilidade de ter contato com Alöysius teve sua exceção ontem a noite, e você não fez bom proveito dela. Alöysius saiu daqui na intenção de encontrá-lo, contrariando todas as orientações de seus tutores, mais especificamente, Helge, Amanda e Nyphandöra, que são quem tem mais intimidade com o rapaz. Você nunca mais poderá vê-lo - suscitou, parecendo se compadecer das feições sofríveis e aparentes do sátiro: - Phobos foi claro em sua maldição. Você logo sentirá as consequências de ter se aproximado de Lecter. É melhor ir, e se resguardar... Será uma longa noite para você.

Um silêncio se instaurou no cenário. Aleksander demorou para consentir, mantendo ambos os olhos fixos no chão. Ele sentia muito, mas sabia que sofreria eternamente pelas suas ações; sendo assim, ele arrancou do pescoço um pingente dourado, com adornos em bronze, no formato de uma flor. Antes de sair, deixou-o com Helge, que o pegou com desgosto:

- Suponho que seja para ele.

Alek confirmou.

- Fale que mais do que eu, esse pingente o protegerá quando mais precisar. Ele só precisa crer.



P/ PASSIVOS:
Nível 1
Nome do poder: Taste the Fear I
Descrição: Os filhos de Phobos conseguem saber quando um inimigo está com medo. No entanto, tal habilidade só parece funcionar – em tal nível – em inimigos de nível inferior.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Imunidade parcial I
Descrição: A prole de tal Deus possui uma facilidade em lidar com o próprio medo, entretanto isso não significa que o mesmo é imune ou nunca será atingido pelo mesmo. Apenas sabe como manter tal sentimento controlado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Defesa mental I
Descrição: Phobos é conhecido por seus terríveis truques mentais. De maneira que, a prole de tal Deus será mais resistente aos efeitos de ilusões. Entretanto, vale ressaltar que ilusões criadas por inimigos de mesmo nível ou superior irão atingi-lo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 4
Nome do poder: Perícia com Lanças I
Descrição: Ares sempre marchava para a guerra com Phobos e Deimos ao seu lado. Por conta disso, o filho de Phobos tem uma certa habilidade com lanças.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% de assertividade no manuseio.
Dano: +3% de dano se for acertado pela arma do semideus.

Nível 5
Nome do poder: Sentimentalismo
Descrição: Sendo filho de Ares e de Afrodite, Phobos é capaz de compreender sentimentos. Dessa forma, seus filhos poderão identificar sentimentos de amor e/ou ódio com facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 6
Nome do poder: Proteção
Descrição: Em tal nível o semideus consegue proteger-se, naturalmente, de invasões psicológicas e relacionados. Sendo que, quando um inimigo tenta invadir a cabeça de uma criança de Phobos o mesmo irá encontrar apenas o vazio. No entanto tal poder só irá funcionar caso o oponente seja mais fraco do que o filho de Phobos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 10% de resistência a ataques mentais.
Dano: Nenhum.

Nível 8
Nome do poder: Palavra Desencorajadora
Descrição: Cada fala do semideus poderá intimidar inimigos e, caso provoquem medo, o semideus irá se fortalecer. Entretanto a intimidação deverá necessariamente ocorrer através da fala. Não irá funcionar em inimigos mais fortes.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhu
Bônus: + 5% de força caso dê certo.
Dano: Nenhum.

Nível 10
Nome do poder: Perícia com Lanças II
Descrição: Seu parentesco distinto com Ares se torna mais nítido, e agora o semideus consegue se equiparar até mesmo aos filhos da Guerra, conseguindo se portar de forma excelente com uma lança.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de assertividade no manuseio.
Dano: +5% de dano se for acertado pela arma do semideus.

Nível 11
Nome do poder: Resistência
Descrição: Como prole de Phobos, o semideus será mais resistente ao sentimento medo. Não sendo tão afetado pelo mesmo, pois, em situações onde um indivíduo comum paralisaria de medo, o semideus poderá mover-se, por exemplo. No entanto isso não significa que o mesmo não irá sentir medo. Apenas é mais resistente aos efeitos do mesmo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 14
Nome do poder: Defesa mental II
Descrição: Phobos é conhecido por seus terríveis truques mentais. De maneira que, a prole de tal Deus será mais resistente aos efeitos de ilusões. Entretanto, vale ressaltar que ilusões criadas por inimigos de mesmo nível ou superior irão atingi-lo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 20% de resistência a ilusões e truques mentais.
Dano: Nenhum.

P/ ATIVOS:
Nível 2
Nome do poder: Medo
Descrição: Ao olhar nos olhos do inimigo, o semideus filho de Phobos/Timmos consegue fazer com que seu oponente sinta uma pontada de medo, podendo inclusive faze-lo hesitar antes de atacar o semideus, no turno em que for ativo, o oponente do filho do deus do medo, se sentira amedrontado a ponto de ser incapaz de atacar.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Dura apenas um turno e se o contato visual for quebrado/rompido o poder perde o efeito.
Dano: 5 HP
Extra: Faz o usuário evitar atacar o filho de Phobos/Timmor durante o turno em que o poder estiver ativo.

Nível 10
Nome do poder: Tanatofobia I
Descrição: Essa ilusão é considerada uma das mais cruéis, e o contato visual é indispensável: uma ilusão de vários Anjos da Morte são criadas ao redor do oponente, e o medo de morrer é instilado dentro da mente da vítima, deixando-o sem ação por um curto período de tempo. Assim que os anjos perceberem o medo da morte sobre o oponente da prole de Phobos/Timmor, o atacarão com suas foices, retirando parte do HP do inimigo.
Gasto de Mp: 35 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 50 HP
Extra: A perda de ação por parte do inimigo do semideus, dura apenas um turno, o mesmo em que o ataque da prole acontece.

ARMAS:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

ADENDO:
Se for possível, gostaria de ganhar um item bem singelo pela missão, mas só se eu realmente merecê-lo. Fiz esse enredo com muito apreço, então me esforcei ao máximo para deixá-lo interessante.

• Lírio de Pã [Um pingente em formato de Lírio de ouro imperial e adornos de bronze, entregue à Alöysius como forma de perdão de seu protetor, Aleksander. | Efeito 1: Confere ao portador um bônus de 10% de resistência à danos. | Ouro imperial & Bronze celestial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Missão Fixa - M/E]
Alöysius Lecter
Alöysius Lecter
Filhos de Phobos/Timmos
Filhos de Phobos/Timmos

Idade : 14

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MISSÃO FIXA - M/E - THE PAST Empty Re: MISSÃO FIXA - M/E - THE PAST

Mensagem por Kang Pipper em Sex Fev 15, 2019 12:31 pm


Avaliação

Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: Até 10.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 35%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 15%

RECOMPENSAS: 7.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão

Spoiler:

Em diversos pontos eu não entendi o que estava acontecendo e tive que ir atrás de textos antigos seus, pois existem coisas que não são explicadas logo de cara e outras que são explicadas. Além disso achei que houve uma fuga ao tema da fixa, que seria a saída do Acampamento e ida para qualquer lugar no mundo mortal, para retornar a vida, como escola, faculdade etc. Por isso descontei bastante coisinhas.
Não encontrei erros gramaticais berrantes ou nada do gênero, acho que você escreve muito bem e tem uma boa habilidade de criar histórias (tirando o fato de que está confuso por falta de informações).

Atualizado por Hades.



the night
"We carry all of the power we need inside ourselves already."

Kang Pipper
Kang Pipper
Lider de Nyx
Lider de Nyx


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MISSÃO FIXA - M/E - THE PAST Empty Re: MISSÃO FIXA - M/E - THE PAST

Mensagem por Hades em Sex Fev 15, 2019 2:37 pm

Não é possível conseguir itens, habilidades e/ou qualquer outra coisa além da xp e moedas de verão na fixa do mini evento, por isso, seu pedido pelo item foi negado.
Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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MISSÃO FIXA - M/E - THE PAST Empty Re: MISSÃO FIXA - M/E - THE PAST

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