The Blood of Olympus
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World At War | Trama | Darren

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Mensagem por Darren Klen-Legttenberg em Sex Fev 08, 2019 3:53 am


World at War
"Cada homem deve ser inabalável e deve ser seu próprio universo. Somos espíritos em evolução, o que explica a frase 'errar é humano'. Somos espíritos imortais, o que desmente a frase 'a vida é curta'"
•Victory Roll•
D
esde que os incidentes do verão haviam ocorrido na vida de Darren, os pesadelos aparentavam ser corriqueiros. Tanto que com o decorrer da semana, acostumou-se com o fato de ser acordado na madrugada pelos seus próprios impulsos subconscientes. O sonho estranho e aterrorizante era praticamente repetitivo. Onde Darren competia e tudo o que ele mais desejava era a vitória. No sonho vencer significava viver, mas infelizmente toda vez em que o jovem estaria para ganhar a competição, uma brisa poderosa o faria perder seu rumo e assim perder. Nos pesadelos das noites anteriores, ao ser derrotado instantaneamente era levado até uma guilhotina, onde sua vida era interrompida. Ao adormecer naquela noite, novamente havia sido derrotado, mas a derrota não fora horripilante, o que ocasionou na chegada de uma bela mulher vendada que aproximaria-se voando. Esta possuía uma balança em uma das mãos, de ouro reluzente e que o jovem simplesmente não poderia esquecer mesmo mais tarde, após acordar. Darren era tocado pela mão livre da bela mulher, na altura da omoplata. - Agora que se livrou do seu usurpador, está na hora de ser esclarecido. - Diria uma voz suave. Desta forma, o toque criava marcas no filho de Belona. Tais marcas, embora estivessem posicionadas nas costas do rapaz, poderiam ser enxergadas bem. Se tratavam de asas.

Diferentemente das madrugadas passadas, o filho de Belona não acordou desesperado em meio ao dormitório masculino. Pelo contrário, naquele dia estava simplesmente radiante, vigoroso e tomado pela vontade de competir, de treinar. Levantou junto aos legionários mais veteranos ainda bem cedo. Preparou-se devidamente, alimentou-se no refeitório e se dirigiu aos Campos de Marte. Com sua espada bastarda de Bronze Celestial empunhada, se reuniria com um grupo de rapazes com quem normalmente costumava treinar durante algumas vezes. - Qual é a boa? - Cumprimentou os outros enquanto se aproximava mais. - Olha só quem veio até nós. Tá no meu time. Tô sentindo confiança em você hoje. - De certa forma um elogio que Darren não pôde deixar de receber de bom grado, mas logo voltou a questionar. - E não antes? - Sorria ao indagar, esperando que o colega lhe respondesse prontamente. - Não é isto. Apenas sinto mais firmeza. - Após receber tal resposta, o filho de Belona decidira deixar isto de lado, não influenciava em nada e ao ponto de vista dele estaria tudo dentro do padrão. - Tudo bem, vamos começar logo. - Daria de ombros se posicionando para treinar.

Horas haviam se passado e o som que se ouvia predominante eram os de colisões de espadas umas contra as outras, pontas de lanças sendo paradas por escudos de metal ou mesmo chicotes batendo contra superfícies, tomavam conta de grande parte dos Campos de Marte. - Muito bom, vamos ver como se sai em um combate direto agora, Colega. - Desafiava o líder do grupo de treinamento que prontamente apontou sua espada na direção do filho de Belona. Este por sua vez não gaguejou ao responder. - Vá em frente, se acha que dará conta do recado! - Exclamava em uma clara aceitacão do desafio amistoso. A realidade era que algo que já habitava Darren desde o seu nascimento. Exposto a um estresse mental de ter assassinado o seu pai, havia claramente liberado isto como um fluxo mais contínuo. Acontece que todos envoltos ao mundo olimpiano, tem a noção de que a melhor forma de descobrir novas capacidades é no campo de combate. Exercer um confronto com aquele seu colega de treinamento, exigia do semideus alguns esforços e características muito mais desenvolvidas. A força para movimentar a espada usada com as duas mãos, tanto para atacar quanto para defender. Agilidade para tentar desviar de golpes mais lentos, ou de movimentos errados.

No calor da batalha, era como se o próprio garoto entrasse em um estado praticamente automático. Entretanto, ainda que o seu corpo combatesse em estado virtualmente frenético, a mente do jovem ainda era capaz de trabalhar agilmente, com maior eficiência do que fora da batalha. Já ensopado com o seu próprio suor, o filho de Belona recuou a sua espada, a cravando sobre o solo de terra, como um claro sinal de pausa no treinamento. O jovem removeria a sua camisa de uniforme do acampamento, dando as costas para o seu adversário até que pudesse colocar a camisa sobre um boneco de treinamento que não estaria sendo usado por ninguém. Sua atenção fora chamada ali, antes que ele pudesse retornar ao confronto. - Ei, Darren. Essas marcas nas suas costas, já estavam aí antes? - A pergunta por um instante fizera o coração do rapaz suspirar, como assim marcas em suas costas? Ele não se lembrava de ter feito qualquer tatuagem enquanto estava fora do acampamento. Então porque teria algo em suas costas? Ele apenas suspirou colocando a camisa de volta, não queria chamar mais atenção. Voltou caminhando até sua espada, a removendo do solo terrestre. - Encerramos por aqui. - Afirmou. Apenas embainhando sua espada, enquanto saindo dos Campos de Marte.

Após todo o treinamento matinal que fora interrompido mesmo antes do seu fim por Darren. Um tanto quanto nervoso, adentrou ao dormitório da I Coorte, onde sentou-se sobre a cama que costumava dormir na maioria das noites. Estava um bastante incrédulo com as palavras do seu colega de treinamento. Precisava ver com os seus próprios olhos para ter noção de que seria fato e não um mero trote. Precisava de um espelho, por mais que ele não pudesse se considerar um fã de tal objeto. Isto devido ao fato de possuir uma ligeira fobia de observar o seu reflexo. - Alguém pode me emprestar um espelho? - Indagou para as pessoas que estavam por ali, obviamente colegas legionários e outros jovens em probatio. Alguns sequer o responderam, pelo visto ele não era o único a considerar que se tratava de um objeto dispensável e fútil. Todavia, uma das coisas mais belas no formato romano de acampamento, é que se tem diversidade em cada grupo de Coorte e fora justamente por conta de tamanha variedade de pensamentos e personalidades. Poderia considerar devido a isto que um rapaz vaidoso aproximou-se daquele que buscava um objeto reflexivo, o emprestando um pequeno espelho de maquiagem. - Obrigado. Deve servir. - Agradeceu, logo se pondo de pé. Darren removeu sua camiseta, observando na altura das omoplatas, onde haviam duas fendas como uma marca se nascença. No mesmo instante não pôde deixar de associar as marcas com o sonho que tivera mais cedo, enquanto dormia na madrugada passada. Teria algo a ver? Não sabia para ser honesto, mas apenas sossegaria ao ter alguma noção do que se tratava.

Sem esperar nem um pouco, devolveria o espelho de maquiagem ao dono. - Te devo uma. - No que se levantaria saindo do dormitório masculino. O sol já se aproximava do ápice do céu, ou seja, deveria ser em torno do meio dia, o que significava que provavelmente encontraria a pessoa que buscava no refeitório. Chegando no ambiente de alimentação, buscou primeiro se servir com um dos pratos, o enchendo de comida suficiente para que pudesse investigar a marca em suas costas sem que passasse fome. Com os olhos buscava seu colega de treinamento, sentando-se ali de frente a ele, colocava o prato sobre a mesa, bem no centro, iniciaria a refeição e um diálogo. - Então, de fato estou marcado, pelo o que parecem ser fendas. - Comentava, o que aquele outro jovem já sabia por conta de ter visto com os seus próprios olhos. - Você caiu enquanto estava fora do acampamento ? - Seria aquela a principal suspeita dele, uma queda. Darren gargalhou tentando não se engasgar com a comida. - Não. Quer dizer, sim! - Negava, mas logo lembrou-se do ataque da fúria Tisífona após ter assassinado seu pai, um militar recém adicionado a seita. - Mas não tem nada a ver, acredite. - E de fato era o que o filho de Belona imaginava, tal marca deveria ter surgido na madrugada passada e ele próprio estava começando a crer que tinha algo a ver com o seu sonho.

Continuava a refeição até o ponto de finalizar toda a comida. Sentindo-se satisfeito, tratou de continuar com o diálogo. - Como você já não está mais em probatio, pensei que já tinha visto uma desta antes. - Explicou sua opinião que infelizmente e nitidamente, estaria errada. - Não. Eu não costumo ver rapazes sem camisa. - Brincou o colega, mas aparentemente dizia a verdade para Darren. O que lhe deixou encabulado. Ambos se levantaram, caminhando até o depósito de pratos, os deixando ali para serem devidamente levados até o local da higienização. - E agora, como eu descobrirei o que está acontecendo? - Indagava o filho de Belona ligeiramente preocupado. Esperava que aquele seu colega pudesse ajudar, mas não havia obtido sucesso com tal expectativa. - Olha. Não sei por aqui, mas quem sabe descubra algo no outro acampamento? - Sugeriria em uma pergunta retórica. Faria algum sentido, só havia um problema na sugestão. - Mas eu nunca fui até o outro acampamento. Nem pretendo ir. - Deixava clara a sua frustração, sequer sabia direito o nome do outra acampamento. Não era exatamente algo do seu universo atual. - Quero dizer, impossível. Acho que isto agora é problema unicamente meu. - Comentava ao deixar o refeitório para trás. 

Ainda seguindo junto ao seu colega de treinamento, a conversa prosseguiria deixando o assunto anterior um pouco de lado, ao menos um dos dois garotos. - Vai voltar ao treinamento esta tarde? Digo, você não esperou o treinamento da manhã se encerrar. - Explicava. Suspirante, Darren segurou firme o ombro daquele colega, esperando que não fosse tão julgado. - Ah, não. Minha cabeça está muito cheia. Voltarei ao treinamento quando estiver me sentindo um pouco mais a vontade. - A sinceridade era necessária em muitas ocasiões e naquele não seria diferente. - Até a próxima. - Se despediria, se afastando do outro rapaz. Pelo restante do dia, Darren caminhou solitário por todo o acampamento. Buscava algum local mais sossegado para ponderar. Lembrou então de uma cachoeira que diziam possuir propriedades revigorantes e relaxadoras, inclusive sendo suas águas abençoadas por Febo. Acreditando ser uma ótima atividade para se fazer naquele fim de tarde, seguiria até o local de modo explorador, afinal nunca teria ido até lá anteriormente. 

Após alguns minutos de busca pela floresta, finalmente se deparou com a cachoeira de águas cristalinas. Até mesmo o por do Sol ali era perfeitamente refletido de modo que exaltasse o esplendoroso astro. Não havia como não remeter a Febo e tomado pelo desejo da clarividência que o deus possuía como maestro, tratou de fazer as honras. - Que Febo ilumine meu banho em um local tão resplandecente e com ele me lance a sua luz reveladora. - Pedia sem saber para quem mais recorer. Era estranho, nunca havia pedido algo direramente ou mesmo falado de tal forma sozinho. Não era como simplesmente cantar no banho. O jovem se despiu, tomando um longo banho nas águas abençoadas por Febo. Tal banho o deixou tranquilizado, como se não tivesse mais preocupações. Relaxado, apenas vestiu sua bermuda novamente e deitou-se ali mesmo. Observou como o restante do por do Sol ali era bonito. Ingenuamente havia esquecido as suas dúvidas, teria a água propriedades diferenciadas? Ele estaria apostando que sim. Seus olhos se fechavam lentamente, de forma inútil brigava para ficar acordado. Somnos havia lhe capturado em seus domínios. Uma vez adormecido, a tranquilidade obtida na cachoeira do Acampamento Júpiter não havia lhe abandonado. Poderia sentir inclusive um ligeiro calor acolhedor, teria sido suas preces ouvidas?

Darren se enxergou novamente em seus sonhos repetitivos, em uma competição que estava prestes a vencer. Daquela vez em específico, não teria ficado apenas "no quase". Ele finalmente teria derrubado o último oponente no coliseu, o que significava em fim um término diferente para o sonho que se repetira toda noite da última semana. A vitória nunca havia sido sua anteriormente. Como cinzas, todo o ambiente ao seu redor se modificou. As pessoas vibrantes, o monumento grandioso, até mesmo os seus inimigos caídos, todos tinham sumido. Se encontrava em um campo verdejante onde o Sol dominava e brilhava, porém não era quente e devastador. Havia água nos arredores, um rio. Já a brisa era graciosa e fluía com uma facilidade nunca vista antes pela prole de Belona. Não poderia ele imaginar aonde estava, mas decerto poderia passar toda a sua eternidade em um local como aquele. - Isto é o que aguarda os vitoriosos. Darren - Poderia ele ouvir uma voz graciosa e repleta de jovialidade. Darren presenciou um ser alado se aproximar. Se tratava de uma figura feminina, de longos cabelos dourados. Carregava em sua mão direita uma tocha iluminadora, embora fosse dia. Já na sua mão direita a figura portava uma coroa de louros, o que aparentava ser estranho, visto que ela também portava uma coroa semelhante no alto de sua própria cabeça. 

A dúvida do filho de Belona logo seria respondida. Isto pelo fato de que a entidade coroava a cabeça do rapaz com a coroa de louros que trazia na mão direita. Inegavelmente sentia uma presença vitoriosa ao ser tocado pela coroa de louros, algo que até então ele não havia sentido antes. Entretanto, se tratava de um sonho e neste Darren não tinha qualquer controle de suas ações, apenas enxergava tudo em terceira pessoa, como um mero telespectador. Sentia vontade de indagar o nome da aparente divindade, mas nenhuma palavra saia de sua boca. - A sua maior vitória foi ter se livrado do homem que lhe tirou do seu verdadeiro pai. - A voz escutada anteriormente se repetia e era proveniente dela, afinal. Quando menos esperou, já ser parecia ser tarde demais. A jovem mulher alada logo voltou a bater suas asas, se afastando dele. Observou o gracioso e divino bater de asas até que estivesse totalmente afastada. O mais curioso seria o fato de que mesmo após ter ido embora, ainda sentia a presença da vitória consigo. 

Darren havia passado toda a noite nos arredores da cachoeira, sendo vigiado pelas Náiades enquanto dormia. Quando finalmente acordou ao sentir a luz da aurora aquecer a sua pele, possuía uma coroa de louros em mãos e fora apenas depois de acordar que conseguira juntar os pontos. Ainda que parcialmente incrédulo, o sonho tinha lhe feito ponderar sobre a sua real origem. Lembrou-se que a figura era muito semelhante a deusa Victória. Não levando a aparência em consideração, mas sim a simbologia. A tocha, a coroa de louros e as suas asas da vitória. Não acreditava ter sido de fato visitado por ela em um sonho, apenas recebeu a luz esclarecedora da situação, o que havia rogado a Febo. Sua maior dúvida seria sobre as palavras ditas no sonho. Não poderia se recordar totalmente, mas soubera que eram ligadas ao ato de assassinato que havia cometido com o homem que até então considerava o seu pai. Não teria o matado de propósito, mas sim por ter sido atacado pelo homem que havia se unido a seita. Os pontos então se ligavam as fendas nas costas do garoto, um claro sinal comparativo as asas de Victória, teriam os dois algum tipo de ligação? Provavelmente. Ainda que não pudesse ter clareza dos fatos. Por ora, o melhor a se fazer seria voltar a sua vida no Acampamento Júpiter.

Considerações:

Informações da CCFY:
+Se trata de uma CCFY que conta a descoberta de Darren sobre o seu legado em Victória. No que para isto também fora descoberto que seu pai mortal na verdade havia lhe roubado por interesses que Darren apenas descobrirá futuramente.

+No mais, apenas lembrar de considerar o pack bônus de Exp no momento da avaliação. +30% Exp.
Armas/Itens Utilizados:
• Espada Bastarda [Arma com lâmina de fio duplo, possui um metro e meio de comprimento. Manuseada unicamente por duas mãos por conta de seu peso, a não ser que o semideus possua alguma passiva de força para conseguir empunhar com apenas uma mão. | Madeira e BS | Efeito: Comum | Não apresenta suporte ou espaço para gemas | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]
Poderes/Habilidades Utilizadas:
PASSIVAS - BELONA

Nível 1 
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

PASSIVAS VICTÓRIA

Nível 1
Nome do poder: Marca das Asas
Descrição: Os fihos de Nice/Victória possuem duas marcas em forma de fenda, na altura das omoplatas, que são apenas um resquício do poder provindo de sua mãe, selado na hora de seu nascimento pela própria deusa da vingança, justiça e equilíbrio, Nêmesis. Por mais que Nice seja representada como a deusa da vitória, seus filhos são semi-divinos e a parte humana é regida pela lei do equilíbrio, sendo Nêmesis uma constante em suas vidas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Bônus Ativos:
Pack de XP [ Todo e qualquer XP ganho pelo personagem sofre um acréscimo de 30% durante os próximos sete dias (Valido até: 11/02/2019)]
FPA:






All my life they let me know. How far I would not go, but inside the beast still grows. Waiting chewing through the ropes. Who are you to change this world ? Silly boy. No one needs to hear your words. Let it go. Carnivore! Carnivore. Won’t you come digest me? Take away everything I am. Bring it to an end. Could you come and change me?
Who are you to change this world?
Darren Klen-Legttenberg
Darren Klen-Legttenberg
I Coorte
I Coorte

Idade : 17

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Mensagem por Macária em Sab Fev 09, 2019 8:13 pm

Darren

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 5.000 xp e dracmas

Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 44%
Gramática e ortografia – 18%
Criatividade – 29%

TOTAL: 5.915 xp e  4.550 dracmas + 1 moeda de verão

Comentários:

Eu descontei 1% de cada tópico da avaliação por você ter descumprido uma regra do evento:
Hades escreveu:• Não usem templates que apresentem cores berrantes, menos de 500 px de largura ou com fonte menor que 12.
Sua fonte estava muito pequena e tornou difícil a leitura do texto, o que prejudicou a fluidez.

Não tenho muito o que pontuar, achei interessante a forma como decidiu achar a resposta de sua dúvida, ainda que tenha sido uma missão simples, você obteve o legado. Ficaram muitas lacunas, por isso o desconto de enredo. Você também cometeu a falha de ser redundante em algumas partes do texto. No mais, é isto.




this a good death
money and diamonds can't save your soul

Macária
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Mensagem por Darren Klen-Legttenberg em Ter Fev 12, 2019 6:53 pm


I Hear Voices Too.

Embora parte das suas perguntas houvessem sido respondidas recentemente, muitas outras surgiam como um efeito de ciclo vicioso. A realidade era que o rapaz acreditava estar livre dos pesadelos que envolviam o Mr.Klen-Legttenberg, o homem que considerou ser seu pai durante toda a sua infância e adolescência. O que infelizmente se tratava de um engano em todos os sentidos. Os pesadelos continuavam, traziam de volta os horrores da noite. Desta vez seu sangue estaria sendo frequentemente derramado por uma fúria. Tisífone, a criatura que tentou lhe matar em Los Angeles semanas atrás. Paciência para tantas noites em claro não era algo que o filho de Belona estava disposto a aturar. Mais irritado do que normalmente se encontrava, as noites mal dormidas estavam tornando o rapaz ligeiramente mais ríspido. Não tinha culpa de acabar sendo grosso com os seus colegas de dormitório, felizmente o Acampamento Júpiter não era punitivo aos seus jovens menos dispostos a serem atenciosos. Também não era como se fosse um verdadeiro mal-educado, mas sim quem sabe estivesse sendo incompreendido. Lhe faltava alguém para desabafar, amigos de verdade. Tudo o que tinha até então seriam alguns colegas de treinamento, de toda forma não achava que precisaria mais do que isto.

Pois bem, mesmo que não estivesse sendo uma das suas melhores semanas e ainda que não estivesse totalmente disposto, caminharia o jovem até os Campos de Marte, seguindo pelo portão pretoriano, visto que a estrada mais simples para o seu destino seria seguindo a estrada pretoriana. Seu intuito claro era treinar, para ele se tratava de um ótimo passatempo, espairecedor e amenizador da sua hiperatividade genética. Não era segredo para ninguém que Darren preferia aquele tipo de atividade, do que gastar seu tempo com diálogos ou mesmo conhecendo novas pessoas. Um dos seus tipos de treinamento prediletos eram com certeza os desarmados. Muito provável por ser filho de uma deusa ligada aos campos de guerra e neto de uma divindade ligada a vitória, inclusive patrona dos jogos olímpicos. Isto claramente significava que Darren tinha um certo carinho especial pelos treinamentos de combates com artes greco-romanas. Aproximou-se dos colegas de treinamento sem nada falar, apenas os cumprimentando com um firme aperto de mão. - Qual foi, tá de mau humor ? - O outro jovem indagava em risos, como se debochasse do filho de Belona. Darren estaria acostumado com tal tipo de coisa. Para ser honesto preferia estar mais próximo de pessoas com aquele tipo de personalidade, brincam e se ofendem sem muito peso nas costas. - Não me enche hoje. Eu não estou para brincadeiras. - Respondia enquanto deixava sua mochila no canto do espaço de treinamento. 

Retirava a sua camiseta, afinal se tratava de um treinamento "pegado" e que em diversas vezes o faria ser derrubado ao chão, principalmente por conta da sua menor experiência no combate físico, caso se comparado ao seu colega de treinamento. - Oks. Sem moleza. - Comentava o jovem mais experiente. Sendo assim, ambos logo iniciaram o treinamento físico. Enquanto tinha um bom fôlego, Darren conseguia cadenciar e equilibrar os movimentos com o uso da sua força física. Obviamente, embora bastante resistente em termos cardíacos, não era como se o seu fôlego fosse eterno. Sabendo disto, o outro jovem não tardou para se aproveitar do desgaste físico do filho de Belona que por não controlar com exatidão seus esforços, apenas gastaria suas reservas de energia sem muita efetividade. Sem delongas, o mais experiente tomou as costas de Darren, o prendendo contra o chão de modo que utilizasse seu peso para impedir que o rapaz em probatio se levantasse. Ainda assim devido a sua experiência em combate, o outro rapaz notava a impaciência do seu aprendiz, no que tentava aconselha-lo. - Mantenha a calma. Respire e busque forças. - Sugeriria ele. Sendo assim, Darren o ouviu. Entretanto, quem disse que controlar estes seus impulsos seria uma tarefa simples? 

Darren respirava fundo, tentando reunir forças como de fato havia sido aconselhado. Entretanto quando seu instrutor por mais uma vez lhe pediu por calma, a audição do filho de Belona acabara por captar uma informação diferente. "Você é fraco, assassino do pai". A primeiro momento o rapaz não estranhou a diferença de voz, e o que aparentava ser algo que vinha de sua própria cabeça, acreditando assim que fossem palavras dos seus colegas. - O que disse ?! - Indagou um tanto quanto furioso, por mais que soubesse que de fato não era grande coisa, ainda assim se sentia um tanto quanto chateado com tais palavras. A insônia era um agravante para esta sus opinião. Notando que algo de errado com o jovem estaria ocorrendo, o campista mais experiente resolveu liberar o peso de cima do seu corpo, assim saindo de cima dele. De pé, Darren continuou suas palavras. - Repete algo sobre o meu pai, e você vai engolir suas palavras. - Ameaçou se colocando cara a cara com o seu colega de treinamento, embora tudo o que tivesse ocorrido entre o filho de Belona e seu pai adotivo fosse claramente tenebroso no final das contas, ainda existia respeito e um ligeiro carinho sobre o homem que havia lhe criado. - Você não está legal, Darren. Vá descansar, encerraremos seu treinamento por hoje. - Ordenava o responsável pelo treinamento do rapaz, que logo saiu dali o deixando a sós.

Darren tinha certeza das palavras que ouvira, não era como se estivesse ficando louco ao ponto de vista dele. Decidido deixar isto de lado, ainda mais por não possuir um treinamento para exercer naquele instante, o rapaz apenas se dirigiu até a casa de banho, onde tratou da sua higiene. Não havia muito mais para se fazer por ali naquele restante de tarde e período noturno, portanto apenas jantou e recolheu-se no alojamento para a tentativa de quem saber ter uma boa noite de sono. A princípio demorou para dormir, pensava sobre o que escutara mais cedo. Esperava que estivesse tudo bem quanto ao colega que fora tratado de maneira rude por Darren, por mais que ele soubesse que de nada afetaria na vida do outro rapaz. No fim das contas satisfeito, fechou os seus olhos e dormiu como se a tranquilidade da noite o abraçasse, mas não por toda a noite. Por volta das três horas da manhã, seu corpo suava de modo incessante enquanto o calor lhe irritava. "Indigno. Assassino do pai. Sofrerá no Tártaro". A voz punitiva ecoou em sua cabeça por mais uma vez.

A voz ressonante claramente seria a que mais cedo o perturbou. Darren quase a respondeu em um impulso de personalidade, porém sabendo do local aonde se encontrava, o jovem se manteve calado. Sua intenção não seria acordar os seus colegas de alojamento no meio da noite, até porque se isto acontecesse seria ele julgado como alguém que não está com a saúde mental em dia. "Garoto medroso". Sussurraria a voz novamente. Após ouvir atento o timbre, pôde perceber que a primeira vez que ouvira tal voz não fora naquele determinado dia. Reconhecia como a voz da criatura que o aterrorizou quando este ainda estaria em Los Angeles, a partir do momento em que Darren cometeu o sacrilégio de executar o homem que tinha como pai por autodefesa. Acontece que mesmo sendo um ato que fora obrigado a fazer, havia se tornado o algoz de uma pessoa que carregava o peso da paternidade, por mais que não fosse biologicamente. Pelo menos agora havia algo que favorecia o rapaz. - Eu sei quem é, ou melhor o que é você. - Murmurou em um tom de voz quase imperceptível, para que não acabasse acordando os seus colegas. "Reconhece a minha punição aos assassinos, o seu castigo". Enquanto a voz sussurava em sua mente, Darren caminhou até o baú que guardara os seus itens, tentando não fazer muito barulho.

De lá apanhou algumas armas e equipamentos que ainda não tinha utilizado anteriormente, por mais que pudesse imaginar como manusear tal tipo de arma. Sendo estas uma lança de madeira com ponta de bronze celestial e um escudo redondo de bronze celestial. Além disto o filho de Belona apanhou uma couraça e um bracelete, ambos também recém-comprados, os equipando antes de partir para a tentativa de acerto de contas. Sem atrair a atenção de ninguém, visto que nenhum rapaz do alojamento havia o acompanhado, Darren se pôs para fora dali sem qualquer hesitação. Aproveitou-se do fato de ser madrugada e da pouca movimentação pelo acampamento, o que lhe permitiria uma saída sem muito ser incomodado. "Está caminhando como um patinho indo de encontro ao predador". A voz voltava a ressoar em sua cabeça. Para ser franco ele entendia o erro que estaria cometendo ao sair sozinho até o lado de fora do acampamento, mas a sua mente tão cansada de apanhar sentia que seria o correto a se fazer. O jovem se dirigia rumo ao sul, deixando os estábulos para trás e atravessando a ponte que cruzava o Pequeno Tibre.

Continuava seguindo ao sul. O terreno começava a se elevar em direção as colinas de Oakland e isto fazia com que o peso dos itens fossem sentidos com maior dificuldade de locomoção. Carregar uma lança, mesmo que esta possa ser manuseada com uma única mão, como uma espada e um escudo redondo como o boost, em uma área de terreno como a entrada de uma colina não seria lá a atividade mais fácil. Felizmente o corpo de Darren havia herdado talentos em força e resistência provenientes além de sua mãe divina, do dna paternos que ele carregara em seu corpo. Por volta das quatro da manhã, finalmente chegara em um local dentre as colinas, cercado por árvores e que poderia clamar por um encontro com a criatura que desejava dar ao rapaz uma morte de sofrimentos. Sua intenção era simples, ele lembrava bem que no primeiro encontro havia ferido o monstro tempo suficiente para que este o deixasse em paz durante algumas semanas. Mesmo que  se tratasse de um curto período, foram semanas tranquilas e seria justamente dias de calmaria que ele buscava. Como filho de Belona, sua filosofia pessoal diria que para ter aquele tipo de regalia, apenas a alcançaria derramando suor e sangue em prol da causa.

Estando em uma posição na qual o próprio considerava um bom ambiente para um acerto de contas, por mais inexperiente que fosse ao analisar áreas, Darren ponderou por alguns segundos se de fato desafiaria a criatura, ou meramente deixaria sua ideia boba de lado e voltaria para o alojamento da I Coorte. Negativo, seguiria em frente, clamando a presença do monstro que possuía interesse no cheiro do semideus que já havia marcado como alvo anteriormente. - Tisífone! O que quer de mim ? Estou aqui para acertar as contas! - Exclamou em um brado excessivo. Torcia para que outros campistas que estivessem assim como ele além da proteção do acampamento, além de monstros indesejados, não o ouvissem. Você não grita na selva se não for o topo de cadeia alimentar, Darren estaria longe de ser. Alguns segundos de silêncio se seguiram, no que após isto pôde notar a copa das árvores com uma movimentação ligeira. Era como se algo balançasse as folhas de forma parecida a um tufão, obviamente sem a mesma potencialidade. Ainda assim era forte o suficiente para derrubar folhas e galhos secos, sendo que o mais estranho de tudo para o filho de Belona fora perceber que não havia ventania alguma para que tal balanço de copas pudesse acontecer. Algo tão estranho, quanto assustador.

De instantâneo a movimentação circular nas copas cessou. Darren pôde sentir o impulso o lançar um passo para trás, como se estivesse desestabilizado devido a força do ar. Não seria o suficiente para derrubar o rapaz ao chão, mas ele poderia suspeitar de que o seu chamado ao predador havia dado certo. A fúria então se revelou sobre um dos galhos maiores da árvore. Seu corpo de mulher alada, mas totalmente diferente de uma bela imagem como a de Victória. A fúria exalava uma tenebrosidade facilmente sentida pela prole de Belona, já ele sabia que não havia mais como escapar. - Menino ingênuo. Caminhou de encontro para a morte. - O monstro por ser inteligente e até mesmo considerado uma entidade com personalidade na mitologia greco-romana, sabia reconhecer e ter um diálogo antes de atacar o seu alvo. - Caso eu morra aqui, estarei fazendo um favor para mim mesmo de não ouvir mais a sua voz, Tisífone. - Provocaria Darren, preparando bem o seu escudo na frente do corpo, ajustando a lança e mirando-a em direção ao seu inimigo. A fúria voou em direção ao rapaz, em uma investida com as garras do pé. Darren prontamente aparou o impacto ao levar o escudo até a frente do corpo com um movimento de erguer o braço esquerdo. 

A fúria era forte, mas o filho de Belona também, ao menos suficientemente para não cair com o impacto que o escudo absorveu. - Está mais bem treinado do que no nosso último encontro, filho de Belona. Mas ainda está tão culpado quanto antes! - A fúria gritava com sua voz aterrorizante. - Você não me conhece! - Respondera irritado, com o braço direito movendo a lança rapidamente em direção a fúria, mas sem sucesso em perfurar qualquer parte do seu corpo, sendo ela mais rápida ao bater as asas e voltar ao voo escapando do alcance do rapaz. Com a defesa bem executada o seu escudo ativara o efeito mágico nele, passando a força do impacto ao rapaz em seu próximo golpe, o que poderia duplicar a sua força física e assim causar um dano duas vezes maior contra seu alvo. - Mas eu não tenho apenas uma forma de atacar. Suplique misericórdia, mortal. - Disse a fúria em seu bater de asas. No mesmo instante, Darren sentira um medo proveniente da mesma o afetar. Um medo demasiado, exatamente como uma mescla das coisas que tinha temor o abalava.

De uma hora para a outra, não sabia mais como combater ou se seria capaz de opor a fúria em um confronto. Se o intuito dela seria desmoronar o filho de Belona de dentro para fora, estava conseguindo. Cravou a ponta da lança ao chão, ajoelhando-se enquanto empunhava seu cabo, estaria derrotado e logo provavelmente morto. - Isto, muito bem, abrace o seu destino inevitável. - Proferia a furia ao saber que sua manipulação do medo estaria dando certo. Entretanto, naquele instante uma aura de fúria tomara conta de um item carregado por Darren. Assim como o seu nome propunha, os braceletes deixaram o rapaz em estado de frenesi, como um verdadeiro guerreiro. O rapaz se levantou removendo a lança do chão, enquanto se dirigia rapidamente em direção a fúria, arremessando a arma com o braço direito na direção da criatura que para ele era nefasta. - Não será tão simples, sua vadia! - Gritou furioso devido ao estado de frenesi em que se encontrava, enquanto observara a arma voar na direção da mulher alada. Infelizmente havia errado. Sua mira não era tão boa quanto a de um campista veterano, no que acabou por atingir uma árvore ao lado da fúria, assim cravando a ponta da lança em seu tronco.

Uma vez sem armas ofensivas, teria o filho de Belona apenas o escudo para se defender. Isto prejudicava bastante a forma como teria de lidar com a fúria, no que sua primeira tentativa fora aproveitar da distração da criatura com o colidir da lança contra a madeira da árvore para que pudesse se esconder. Precisava recuperar a arma, mas como faria? Teria que pensar, tentar buscar alguma estratégia útil para poder por as mãos na lança novamente. - Semideus tolo, posso sentir seu cheiro e rastrear minha como caça. - Diria a fúria voando instantaneamente até um galho da árvore onde Darren se escondia logo abaixo. O filho de Belona pôde perceber a movimentação, o que lhe deu tempo suficiente de erguer o escudo acima da cabeça, protegendo-se assim de mais uma investida por parte da criatura. - Droga, Darren. - Reclamava consigo mesmo por esquecer de detalhes tão simples contra um monstro. Ainda com o escudo em mãos para que pudesse se proteger de um possível novo ataque da fúria, o jovem dera alguns passos para trás com o intuito de se aproximar mais da árvore onde sua lança estaria fincada a cerca de cinco metros do chão. 

Olhando para cima, Darren percebeu que seria difícil pegar sua arma de volta, mas não era como se tratasse de algo impossível. Mesmo assim a arma não era a sua única preocupação, longe disto, e a fúria aparentemente se preparava para outra tentativa de atacar o seu alvo humano. A fúria não tentou amenizar o sofrimento do filho de Belona, prontamente lançando contra ele outro tipo de poder psíquico. - Receba o seu julgamento! - Exclamava a criatura ao explorar a culpa e remorso que o rapaz carregara nas costas. Darren sentira uma dor interna forte, que o debilitava e causava uma dor real. Sem muito poder fazer contra a tortura proveniente da magia de julgamento da criatura, soltou a alça de couro interna do escudo, o que ocasionou na queda do mesmo contra o solo. Aparentemente derrotado por uma segunda vez contra as investidas de Tisífone, sua pulseira não parecia mais brilhar em um tom avermelhado, nem a frenesi proporcionada pelo item continuava em seu organismo. O efeito que antes lhe salvara, teria se esgotado. De joelhos, Darren tateou o solo praticamente atoa, visto que encontraria apenas alguns pequenos galhos no chão sendo estes anteriormente derrubados pela ventania que a criatura causou. - Transmita o seu poder divino ao que parece ser inútil, use sua impetuosidade em batalha e esta será a sua maior arma. - A voz feminina que ouvia desde pequeno em momentos difíceis lhe aconselhava por mais uma vez.

Utilizar a sua energia divina? A sua impetuosidade? Tentou pensar no que poderia significar, afinal. Seria esta a sua maior arma. Talvez a voz se referisse ao fato de ter que manipular melhor a sua capacidade divina. Isto ficava claro ao se notar que Darren lutava como o que havia aprendido durante seu período no acampamento. Todavia, é notável que ele pouco tentava explorar a sua desenvoltura proveniente de sua mãe. Naquele momento pôde enxergar uma saída ao ataque de Tisífone, enchendo-se de um potencial interior, sua mão direita transmitia energia ao graveto segurado por esta. Prontamente, o rapaz observou que o pequeno graveto havia se tornado uma espécie de projétil explosivo não tão letal, mas que poderia cancelar a concentração da fúria ao lançar a magia do julgamento que o afetava. Sendo assim, o ele logo lançou o graveto contra Tisífona que por acreditar se tratar de uma mero objeto inofensivo, apenas subestimou. O graveto atingiu sua asa direita na altura da omoplata, não errando por muito pouco.

O impacto do graveto contra a omoplata de Tisífone criou a explosão causada pela energia divina do semideus. Sendo assim desestabilizando o seu bater de asas, o que ocasinou na queda da benevolente contra o solo e libertação do semideus a tortura se ser julgado por tal monstruosidade. Darren precisava fazer algo, mas o que seria? Visto que não lhe restavam armas para atacar e ferir o monstro mais ainda? Mesmo em dúvida não hesitou ao saltar sobre as costas do inimigo caído ao chão. Estava sem armas, sabemos disto, mas seu impeto em combate como a voz citou, o ajudou a conjurar sua necessidade nesta, como uma jogada de sorte proveniente de Victória e um domínio bélico proveniente de Belona, duas espadas curtas de uma mão, feitas de puro bronze celestial se conjuraram com seus cabos entre os punhos fechados do semideus. - Isto acaba aqui! - Dissera Darren, que prontamente as fincou na membrana que constituía as asas de Tisífona, uma em cada lado. O filho de Belona conseguira deteriorar o par de asas da fúria, que ao perceber sua imponência perante ao seu inimigo, utilizou das sombras da noite para fugir de maneira vergonhosa. Ainda assim, não sem antes lançar uma maldição contra o seu inimigo perseguido. - Está muito enganado, pois é a partir deste momento que o seu castigo se torna uma maldição. Passará a ouvir não somente as minhas torturas, mas também as dos meus torturados. Carregará consigo o peso de todos em murmúrios que o assombrarão pelo resto de sua vida, enquanto viver! - E com aquela voz odiosa, a presença de Tisifone se extinguiu, como se a criatura tivesse descido aos pés de Hades para recuperar-se dos ferimentos brutais causados pelo filho de Belona. Uma vez amaldiçoado, Darren começou a ouvir vozes aparentemente relacionadas ao sofrimento do tártaro. "Indigno! ... Assassino do pai ... Será um de nós em breve ... Não, deixe-me em paz! ... Semideus sem honra!" Sua cabeça pegava fogo por dentro e tudo o que Darren poderia fazer naquele momento seria levar as mãos até a têmpora e desmaiar por ali mesmo. Seu corpo seria encontrado por sátiros no dia seguinte, que levariam o rapaz e seus itens até a enfermaria para recuperar seus ferimentos.

Maldição Almejada:
Maldição: Lamento dos Assassinos
Descrição: Uma maldição em forma de castigo lançada em Darren por Tisifone, a fúria da vingança aos assassinos. Isto devido ao fato do ousado meio-sangue em assassinar o homem que lhe criou desde sua infância, além de por mais de uma vez confronta-la. O amaldiçoado passará a ouvir múrmurios dos homens e mulheres mortos por esta mesma fúria, em pequenos intervalos de tempo. Tais vozes podem variar entre lamentos, gritos de dor, comentários de raiva demasiada ou mesmo risadas sádicas. De modo óbvio, apenas o amaldiçoado consegue ouvir as palavras sussurradas, tendo em vista ser frutos de um castigo mental que a criatura punitiva criou sobre o ele.
Consequência: No mínimo uma vez em cada postagem que fizer, o portador desta maldição deve incluir em sua narração um murmúrio proveniente de vozes em sua cabeça (Não sendo necessário responder, muito menos obedecer estas). Caso não o faça, terá que descontar 10% de HP + 10% de MP por postagem que ignorar esta maldição, como se uma pequena parte de sua alma fosse sugada pelas vozes.
Extra --
Considerações:
Informações da CCFY:
+O Objetivo desta CCFY é obter uma maldição, utilizando as consequências do assassinato do homem que Darren acreditava ser o seu pai.

+No mais, apenas lembrar de considerar o pack bônus de Exp no momento da avaliação. +30% Exp.
Detalhes sobre o monstro:
Benevolentes (Erínias ou Fúrias)

São seres a serviço de Hades, encarregadas de cumprir as sentenças do tribunal do submundo, atormentando aqueles que pecam contra os deuses. São em número de 3: Tisifone (a vingança contra os assassinos), Megera (o ciúme) e Alecto (a raiva contínua). Apresentam o aspecto de mulheres com asas de morcego, couriáceras, e garras afiadas de bronze nas mãos e pés e o rosto enrugado. Incansáveis, restauram-se rapidamente após mortas, sempre buscando cumprir seus objetivos, e podem andar normalmente no mundo comum, assumindo a forma humana, variando de aparência conforme a vontade ou necessidade. Nunca abandonam uma missão. Não podem ser persuadidas a isso de nenhum modo, nem controladas por qualquer um que não seja Hades - podem até respeitar mais seus filhos, mas não hesitarão em atacá-los ou matá-los se ficarem em seu caminho. Podem portar armas, normalmente um chicote, mas podem usar qualquer outra com a mesma habilidade, geralmente com materiais do submundo.

Passivos:

►  Armas - Variável. Seus ataques físicos podem ser realizados com qualquer arma. Considera-se sempre que sejam peritas em combate com aquilo que empunham.

► Garras - suas unhas são tão cortantes quanto adagas, podendo fazer feridas profundas nos oponentes.

► Vôo avançado - Fúrias conseguem fazer manobras aéreas com perfeição, inclusive ataques, não perdendo velocidade e com chances reduzidas de erro, mesmo quando em momentos críticos. Rasantes, loopings e mudanças brucas de direção, mesmo durante mergulhos, não são problema para elas.

► Imunidade a medo - As Benevolentes não se assutam, não importa o poder usado para isso. Elas provocam o medo, não fogem dele.

► Imunidade a trevas/ escuridão - Seres primordiais, alguns a colocam como filhas diretas de Nix, outros de Éris ou Nêmesis, e alguns como entidades singulares. O fato é que a escuridão é seu elemento, e não as afeta.

► Imunidade a dreno - Poderes que drenem vida ou energia não fazem efeito nelas, devido à natureza dos mesmos.

► Imunidade a charme - Nada convence uma fúria a sair de seu caminha. Nada.

► Imunidade a ilusão - Fúrias são treinadas para não serem enganadas. Elas veem as almas dos inimigos, não a aparência.

► Imunidade a poderes mentais - Confusão, controle ou efeitos similares não funcionam, e elas tem a mente fechada a qualquer um que tente invadir. As ordens de Hades não podem ser descobertas ou confundidas de nenhuma forma. Telepatia só funciona se elas permitirem.

► Ver auras - Fúrias identificam várias coisas, desde a filiação / apadrinhamento de um semideus, até seu nível de poder. Além disso, são capazes de discernir seus sentimentos com precisão, e identificar principalmente culpas e medos.

► Visão arcana - Elas podem saber com precisão sobre quais efeitos de poder ou magia se encontram seus oponentes, sejam sobre eles mesmos ou seus equipamentos, além de identificar bençãos e maldições e seus efeitos.

► Visão da verdade - Névoa não as engana. Além disso, qualquer um de seus alvos é incapa de mentir. Não quer dizer que elas acreditem em tudo, visto que omitir informações ou falar de forma enigmática ainda é possível.

► Aura de medo - Apesar de passivo, pode ser controlado por elas ou suprimido. Quando em uso, afasta criaturas muito fracas, e mesmo as mais fortes podem ser abaladas, diminuindo suas habilidades de combate levemente.Afeta inclusive seres normalmente imunes.

► Rastrear aprimorado - Fúrias sempre sabem a loclização exata daqueles que são designadas a perseguir.

Ativos:

►  Julgamento - As fúrias podem punir seus inimigos, causando dano correspondente a seus crimes. O julgamento delas é baseado em critérios próprios, que varia desde o sentimento até a memória dos semideuses afetados. Assassinatos, orgulho, omissões, covardia. Qualquer pecado sempre pode ser um bom motivo para uma punição.

► Marcar a alma - Usando suas armas elas atigem diretamente o oponente, mas drenando sua energia no processo.

► Induzir culpa/ dúvida - Ataque visual, atinge a todos em seu campo de visão, fazendo com que vacilem em combate, diminuindo o ataque e defesa dos inimigos em 50% por 3 turnos, independente do nível do semideus. Esse ataque tambem os torna mais suscetíveis à persusão usada por elas.

► Voz melodiosa - Fúrias podem encantar seus inimigos para que fiquem menos hostis ou respondam seus interrogatórios. Afeta mesmo aqueles imunes a tais poderes, mas não pode forçá-los a atentar contra a própria vida ou a se ferir, ou o efeito se quebra.

► Pirocinece e Pirocinece negra - Fogo é um dos elementos que elas controlam, usando-o normalmente, criando e controlando chamas e até encantando suas armas com ele, seja fogo comum ou fogo infernal.ectá-las nesta forma.

► Metamorfose: Fúrias podem ocultar sua identidade assumindo uma aparência completamente humana. Nenhum tipo de poder é capaz de de

Além disso, seus poderes são semelhantes aos dos filhos de Hades/Nix/Vingadores de Nêmesis, tanto passivos quanto ativos, visto suas origens e atribuições. Elas podem não utilizar de todos, ou mesmo reduzir suas habilidades, seja para torturar mais os inimigos ou simplesmente para testá-los, quando o objetivo não é a morte. São oponentes astutas, o que as torna ainda mais perigosas. 

Status inicial: 650 HP / 650 MP
Nível inicial: 25
Taxa de variação: Aumento de 50 HP/MP por nível
Armas/Itens Utilizados:
• Wrath [Lança de guerra, com dois metros de comprimento de uma extremidade à outra. Seu cabo foi feito de madeira enegrecida resistente, apesar de não ser muito leve. A ponta é feita inteiramente de um metal prateado, e se difere de outras peças de mesmo tipo por se assemelhar bastante à lâmina de uma adaga (esta possui cerca de trinta centímetros), acoplada na extremidade do cabo.  | Madeira, bronze celestial e prata comum | Entre o encaixe da lâmina e do cabo, um rubi vermelho foi adicionado. Quando o usuário da lança não está em batalha, a joia parece apagada, e sem brilho. Quando o dono da lança for ferido em batalha, no entanto, esta começa a brilhar, potencializando o dano causado. O efeito é proporcional, ou seja, quanto maior o dano recebido, maior vai ser o bônus dado pela lança(se o usuário perder 50% da sua vida, por exemplo, o dano será 50% maior | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Boost [Escudo circular, baseado no modelo espartano. Possui um metro de raio, e com peso considerável, de modo que seu uso dificulta movimentos ágeis e velozes. É levemente curvado, para facilitar o seu uso em manobras defensivas, e carrega a letra grega Ômega maiúscula em seu centro. Seu brilho é extremo, tendo sempre o aspecto de recém-polida | Bronze celestial | Uma vez a cada dois turnos de combate, o escudo possui a habilidade de absorver completamente um ataque bloqueado por ele, anulando todo o dano que seria causado ao usuário. No turno seguinte, o ataque absorvido é convertido em força física para o semideus, de modo que seu próximo ataque terá dano dobrado| Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Panic [Couraça de armadura que protege todo o peitoral, barriga, e costas do usuário(não acompanha outras peças de armadura). Possui espinhos longos nos ombros, e o desenho de um rosto em fúria no peitoral, além de um design bárbaro e acabamento bruto. | Ferro| Causa medo em qualquer semideus inimigo dentro de um raio de quinze metros, tornando-os hesitantes em combate. Dessa maneira, nenhum inimigo será capaz de atacar o usuário dessa armadura, a não ser que este seja atacado primeiro. Desse modo, a iniciativa do combate será sempre do portador do | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Franesi [Bracelete comum, formado por elos de corrente com espinhos em sua extensão, que se adapta perfeitamente ao braço de qualquer usuário. | Aço | Quando o dono se envolve em uma batalha, o item o cobre com uma aura de fúria extrema, transformando-o em uma fera sem consciência durante a primeira rodada de batalha. Dessa maneira, ele se torna imune a ataques mentais e emocionais enquanto o efeito durar. Apesar do estado de inconsciência, o semideus apenas atacará aos inimigos, não ferindo aliados intencionalmente. Após o término do efeito, a habilidade do bracelete não poderá mais ser utilizada no mesmo combate (efeito dura até 3 turnos) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma| Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].
Bônus Ativos:
Pack de XP [ Todo e qualquer XP ganho pelo personagem sofre um acréscimo de 30% durante os próximos sete dias (Valido até: Término do mini evento de verão)]
Passivas:
PASSIVAS - BELONA

Nível 1 
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos. 
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 8
Nome do poder: Pericia com Lanças I 
Descrição: Uma das armas que representam Belona é a lança. Os semideuses filhos dessa deusa possuem uma extrema facilidade em manusear essa arma, mesmo sem nunca o ter feito antes. 
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio de lanças.
Dano: +5% de dano se o adversário for atingido pelo semideus.

Nível 10
Nome do poder: Perícia com Espadas II
Descrição: Conforme o treinamento do semideus foi evoluindo, sua habilidade com as espadas se tornaram ainda mais evidentes. Agora, torna-se difícil desarmar a prole de Belona quando ele está portando esse tipo de arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: +20% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 10
Nome do poder: Força superior
Descrição: Os filhos de Belona são mais fortes do que a maioria dos campistas, podendo aguentar grandes cargas em suas costas sem alterar sua postura ou desempenho. Podem carregar até 3 sacos de farinha sobre os ombros, ou até mesmo uma pessoa em suas costas por uma longa distância, sem alterar seu desempenho físico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força.
Dano: +5% de dano caso usem para atacar alguém.

Nível 15
Nome do poder: Hipercinese II
Descrição:  A hipercinesia é o controle completo e sincronizado da mente e o músculo. Em pessoas comuns há uma pequena quantidade de tempo entre o pensar e o agir. Os semideuses filhos de Belona possuem esse tempo bastante reduzido e, com o tempo, praticamente nulo. Com o tempo, o cérebro desenvolve mais atenção e percepção do ambiente ao seu redor, permitindo uma reação quase perfeita a uma reação, assim como uma análise de trajetória. 
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em equilíbrio, coordenação motora e reflexos. 
Dano: Nenhum

PASSIVAS - VICTÓRIA
Nível 2
Nome do poder: Pericia com lanças I 
Descrição: O semideus filho de Nice/Victória tem certa naturalidade ao lidar com lanças, mesmo sem nunca ter lutado com essa arma, ele será bom em maneja-la, ou lança-la contra adversários, mesmo que nesse nível ainda cometa erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus

Nível 4
Nome do poder: Sorte de Principiante
Descrição: Em determinado momento de um MvP, Missão ou Interação o filho de Nice/Victória poderá encontrar ou receber exatamente o que precisa ou ainda precisará. Uma carta perfeita para fechar a melhor mão do jogo, uma senha para desbloquear uma porta, escrita em um post it e jogada no lixo ou uma informação que fará alguém gostar dele. A sorte acompanha os vitoriosos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Uma vez por MvP, Missão ou interação o filho de Nice receberá algo valioso para o seu propósito, momentâneo ou futuro.
Dano: Nenhum.
Extra: Esse bônus é definido pelo narrador quando solicitado pelo filho da deusa.
Poderes/Habs Ativas:
ATIVAS - BELONA
Nível 3
Nome do poder: Bombas de Energia I
Descrição: Ao tocar um objeto qualquer – de sua escolha – poderá fazê-lo se transformar numa espécie de explosivo. O objeto será rodeado por uma aura vermelha, e ao atingir o inimigo explode causando um dano considerável. Nesse nível só consegue fazer pequenos objetos vivarem explosivos – como pregos, parafusos, pedras pequenas ou etc – que funcionam como bombinhas e não causam muitos ferimentos.
Gasto de Mp: 10 MP (cada vez)
Gasto de Hp:Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 (Cada uma)
Extra: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Summon Weapons II
Descrição: O conhecimento do semideus em armas aumentou assim como sua habilidade em invoca-las. Agora a prole de Belona consegue invocar armas maiores e de resistência gama. As armas irão retirar os danos referentes ao metal que a constitui e apareceram próximo do corpo do semideus. Duração de 2 turnos.
Gasto de Mp: 10MP (por arma invocada)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue invocar armas de tamanho médio, como espadas e machados. Realiza no máximo 2 invocações por turno.
FPA:


All my life they let me know. How far I would not go, but inside the beast still grows. Waiting chewing through the ropes. Who are you to change this world ? Silly boy. No one needs to hear your words. Let it go. Carnivore! Carnivore. Won’t you come digest me? Take away everything I am. Bring it to an end. Could you come and change me?
Who are you to change this world?
Darren Klen-Legttenberg
Darren Klen-Legttenberg
I Coorte
I Coorte

Idade : 17

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World At War | Trama | Darren Empty Re: World At War | Trama | Darren

Mensagem por Apolo em Ter Fev 12, 2019 9:03 pm

Darren

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 5.000 xp e dracmas

Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 47%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%

TOTAL: 4.700 xp e  4.700 dracmas + 1 moeda de verão + Maldição

Comentários:
Darren, de fato, suas ideias e narrativas são interessantíssimas. Você desenvolve bem o que pretende abordar e trás consigo histórias que podem ter sido deixadas de lado pela maioria dos notáveis. Acho esplêndido o teor daqueles que ousam buscar o esquecido e divergir dos que estão sempre batendo tecla na mesmice. O desconto veio pelo fato de que: Eu esperava um pouco mais! Maldições é um tópico de extrema delicadeza, principalmente nos métodos de obtenção. Você usou um ótimo retrato de abordagem, e a parte ruim disso é que o post acabou! Ha! Tecnicamente, esperava um pouquinho mais de desenvolvimento. Em acréscimo: Você é foda!



Apolo
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Deuses Olimpianos
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