The Blood of Olympus
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Missão Fixa - Mini Evento / CA Love

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Mensagem por Darren Klen-Legttenberg em Ter Fev 05, 2019 11:55 pm


CALIFÓRNIA LOVE

Camp Júpiter. San Francisco. 18:30H

O impacto das espadas colidiam soando de forma linda para a prole da deusa guerreira, Belona. Um movimento artístico, que para ele era bem mais relacionada como uma brincadeira, do que como um treinamento que poderia salvar a sua vida. Entretanto, não poderia negar, irritou-se muito ao ser desarmado. Devido a sua baixa habilidade com o uso da espada, por se tratar de um, querendo ou não, iniciante. - Filho da puta! - Exclamou, cuspindo o chão. Era uma ofensa pesada ao rapaz que tinha como intuito, apenas treinar em dupla. Deixou o confronto de lado. Abaixou-se para apanhar a sua espada no chão, limpando-a sem dar ouvidos para a resposta que havia recebido. Já era fim de tarde. O tempo passava de pressa no acampemento. Ainda que não literalmente. A verdade era que, devido ao constante bom clima, além de estar quase sempre ocupado com o que havia aprendido a gostar de fazer, o jovem filho de Belona realmente não via o tempo passar. Ao finalizar o treinamento com a sua simples espada de bronze celestial, que acabou por ser abordado por um dos legionários da I coorte, onde ainda permanecia em probatio. - Você tem muito o que aprender, Darren. Mas é esforçado, ao menos. - Comentaria o mais veterano sobre o colega mais novato. - Trabalho duro é um dos meus passatempos prediletos, aqui. - Brincara Darren com um sorriso nos lábios. 

Ambos seguiam juntos, rumando sem interrupções até o dormitório da I coorte. Ainda que sua caminhada não tivesse pausas, a comunicação não faltou. Principalmente por parte do legionário. - De toda forma, tem que aprender a controlar esses seus impulsos. Pode acabar afastando as pessoas que mais gosta. - Sugeriria o outro, como um amigo, algo que faltava para Darren desde que chegara no acampamento Jupiter. - Não sei do que você está falando. - Respondia, sem dar qualquer moral para aquelas palavras, que para ele, aparentavam ser frágeis. Percebendo o pouco interesse daquele rapaz audacioso, o mais velho apenas deixou de dar conselhos. - Pois bem. Hora de descansar. Vá e se banhar, e durma. Amanhã terá um longo caminho até sua casa. - O informou, como seria do seu dever, mas logo se retirou após isto. Darren fora pego de surpresa, não poderia mentir. Então teria que rever o seu pai. Como teria ele passado desde a ausência do seu filho ? Qual seria a desculpa que daria para se livrar da culpa de estar ausente por mais tempo do que o combinado ? Não saberia, exatamente. Além do mais, teria o que fazer até então, portanto, tratou de manter a cabeça no lugar. Finalizou a sua ducha, e então, de cabeça limpa e corpo higienizado, dormira como uma criança.

Camp Júpiter. San Francisco. 6:00H

A aurora raiou diferenciada. Claramente se era visto, os outros jovens do dormitório masculino, se aprontando, como se para uma viagem ou excursão. Obviamente partiriam para além das fronteiras, se aventurando pelo mundo exterior. Com Darren, não seria diferente. Sua calma, não demonstrando pressa, isto sim se diferenciava da grande maioria dos outros meio sangue. Tanto que, apenas naquele instante preparava a sua mochila. Estava bem mais pesada do que quando a trouxe. Isto, já que portava itens de metais em seu interior, como uma espada de bronze celestial, um item pesado, se comparado com roupas comuns. Estaria aparentemente tudo pronto, quando Darren finalmente deixou o seus aposentos na torre da I Coorte. Pois bem, analisando rapidamente os arredores, pôde o rapaz notar que a grande maioria dos campistas que se retiravam após o verão, já não estavam mais por ali. Eram rápidos ao deixar a zona do acampamento, ao amanhecer. Isto claramente deveria ter o seu motivo, seriam tão apressados, como maratonistas, apenas para reverem seus familiares e amigos mortais ? Parecia estranho que fosse apenas por isto. Poderia se aproximar de alguém que ainda permanecesse pelos arredores, para perguntar ou receber informações úteis. Contudo, devido a sua ligeira timidez, optou por não iniciar uma conversa naquele instante. Apenas seguiria seu caminho contando com a sua própria sorte, e habilidades aprendidas no decorrer do curto tempo em que esteve ali.

Darren caminhou tranquilo, seguindo o caminho que outrora fizera para adentrar ao acampamento Júpiter pela primeira vez. Pelo túnel, havia alguns poucos jovens que saiam com o mesmo intuito. - Até a próxima, colega. - Respondia aos "tchauzinhos" recebidos. Embora se despedissem uns dos outros, seus caminhos eram diferentes, no que enfrentariam diversidades diferentes. Por vezes aparentava ser um tanto quanto cruel imaginar que nem todos voltariam vivos nas próximas férias. De toda forma, Darren tinha uma certa vantagem com relação a grande maioria dos meio sangues romanos. Isto se dava conta por ser um jovem de Los Angeles, ou seja, não seria necessário pegar mais do que um ônibus para estar em casa novamente. - Vejamos, deve ter algum ponto de ônibus seguindo a estrada. - Comentou consigo próprio enquanto seguia em frente, carregando sua mochila nas costas. O rapaz era o tipo de pessoa, que se sente bem mais disposto em dialogar consigo próprio, do que com outras pessoas. Estranho, porém realidade. 

Embora ainda fosse manhã, o sol da Califórnia era quente, bem mais do que o da Holanda, cujo Darren estaria acostumado desde sua infância. Isto quer dizer que andar alguns quilômetros sob tamanho calor, não era agradável para o filho de Belona. Entretanto, bastou alguns minutos de esforço para que finalmente encontrasse um ponto de ônibus. Sozinho, sob a sombra de uma placa enferrujada de metal, Darren esperou por mais tempo do que andou. Fora quando pensou em continuar andando, por perder a paciência em aguardar, que o destino finalmente sorriu ao meio sangue. O ônibus que aonde sua vista alcançava, finalmente estacionou, deixando o vapor escapar, e agraciar o rapaz antes que este subisse os degraus da porta que se abria. - Qual é o valor da passagem até LA ? - Indagou ao motorista. Este não tardou para responder. - Dez dólares. - A preguiça e falta de vontade em exercer sua função era nítida no seu tom de voz. Não que Darren se importasse muito com a falta de vontade do homem em trabalhar. - Só um minuto, deve estar em algum lugar por aqui. - Comentou a tatear sua mochila. Em meio aos toques de busca, pode sentir a espada de bronze celestial que utilizava, fazendo-o relembrar instantaneamente do acampamento. 

Não pôde mentir para si mesmo, paralizou por alguns instantes, como se percebesse que estava longe da segurança e proteção do acampamento Júpiter. - Vamos logo com isso, rapaz! Eu não tenho o dia todo. - Reclamou o motorista, ligeiramente irritado. Entendia Darren, que ele deveria ter um tempo limitado para concluir aquele percurso. Vasculhou os bolsos da mochila até finalmente encontrar o pouco valor que seu pai lhe dera ao adentrar no acampamento, como se ambos imaginassem que o dólar seria a moeda utilizada lá dentro. - Aqui está. - Estavam errados, mas ao menos parte desse pequeno valor seria gasto para pagar a passagem de ida até Los Angeles. - Muito bem, pode entrar. - Com a entrada autorizada, o rapaz caminhou para dentro do veículo de grande porte, com os olhos bem atentos. Notava os passageiros no geral, de idades variadas, inclusive algumas belas moças, mas nenhuma que se comparasse a beleza de algumas moças do acampamento. Era decerto impossível competir com o genes olimpiano, pelo visto. Buscou um assento à sós, próximo da janela, depositando a mochila sobre o banco lateral, assim poderia seguir viagem pelo estado sem ser incomodado por mais nada ou ninguém. Restava apenas observar a paisagem e pensar no que diria ao seu pai ao chegar em casa.

Los Angeles. Califórnia. 13:40H

Viajar pelo estado que, embora não fosse sua terra natal, já era tratado com certo "patriotismo", por Darren, já era interessante. As quase oito horas de viagem passaram de forma rápida e quase que imperceptível. Contemplar a costa californiana, além de tirar cochilos ou comprar lanches durante o intervalo da viagem foram as únicas coisas que fizera durante a sua viagem. No que, como um problema, sequer pensou na desculpa que daria por ter ficado afastado de casa por bem mais tempo do que o combinado. Finalmente ao aproximar-se de sua casa, o jovem levantou-se do assento, apanhando sua mochila, a pondo com as alças nas costas. - Vou descer no próximo ponto! - Exclamou com firmeza, para que o motorista do ônibus parasse o veículo no exata posição solicitada pelo passageiro. - Pode descer, garoto. - Confirmou o motorista ao abrir a porta de trás do veículo, por onde Darren desceu, dando dois tapinhas fortes sobre a lataria lateral do ônibus, sendo uma forma de agradecer e permitir que seguisse em frente. Após tantas horas sentado em um assento de ônibus, esticar-se ao andar era uma boa sensação. Ainda precisava andar algumas quadras para que chegasse ao seu lar. 

Los Angeles era uma cidade extremamente povoada, e a densidade populacional era sentida por Darren, acostumado com o número não tão alto de campistas em um grande território, como o acampamento. Nada que não pudesse se reacostumar. Seguir caminhando tranquilamente até o seu lar ajudou a voltar ao mundo mortal. Parado frente a sua casa, ponderou por alguns minutos, não sabia muito bem como chegar e tocar a campanhia, portanto apenas observou a porta alguns metros afastado. Para a sua surpresa, a porta se abriria, no que seu pai sairia de dentro, como se tivesse sentido a chegada do seu filho, ou mesmo estivesse o esperando. Estranho, porém o rapaz não dera tanta atenção, por mais preocupado que estivesse, a saudades que sentia do seu pai era real, e maior do que qualquer outra coisa. Darren soltou a mochila no chão, apenas correndo em direção ao seu pai, o abraçando com firmeza. - Darren! Pensei que havia decidido morar no seu acampamento de verão, meu filho! - Exclamou o homem em risos, parecia mais feliz do que nunca ao encontrar o seu filho. - Não. É um lugar divertido, mas ainda prefiro o meu lar. - Respondeu na tentativa de não magoar o seu pai, mas a verdade era que o acampamento Júpiter se aparentava bem mais com a aparência do rapaz.

Seu pai soltou o abraço do filho, caminhando até onde ele havia largado a mochila, a pegando. - Veja só, está pesada. Colocou chumbo aqui dentro ? - Perguntou o pai, ainda bastante receptivo ao seu filho. - São só umas bugigangas que eu consegui no acampamento de verão, nada tão incrível, acredite. - Disfarçou o filho de Belona, caminhando até o pai, onde apanhou a mochila de volta. Soltá-la havia sido um erro, cujo ele não iria repetir. Ainda estava aprendendo como lidar com as duas vidas ao mesmo tempo. Seu pai não sabia sobre a origem dos deuses, para ele Júpiter, Urano e Plutão, eram meros planetas e planetoide. - Tudo bem. Venha, entre. Bem-vindo de volta. - Disse o homem, com uma corrida lenta até dentro de casa. - Bom, se insiste. - Responderia brincalhão, o acompanhando até dentro de casa. - Então meu filho, já almoçou ? Eu preparei uma macarronada, sei que vai gostar. Experimente. - Explicava o pai sobre a sua alimentação naquele dia. Devido a viagem, não tivera tempo para comer muito além de alguns salgadinhos comprados no intervalo de abastecimento do ônibus. - Ainda não, aceito. Coloca um pouco para mim ? - Indagou o jovem. Seu pai aparentava estar feliz pelo retorno do seu menino, e portanto não se opôs. - Com certeza, espere só um minuto. - Disse o homem saindo até a cozinha.

Darren aproveitou aquele tempo para observar a casa, parecia tudo nos devidos lugares, nada de anormal parecia ter acontecido ali. Rapidamente, subiu correndo para o seu quarto, onde encontrou a porta aberta. Teria seu pai deixado assim para diminuir a saudades do filho, ou alguém de fato teria entrado ali ? Darren apenas deu de ombros, escondendo sua mochila debaixo da cama, para que o curioso do seu pai não pedisse para ver o que tinha dentro dela. - Darren, tá na mesa! - Exclamava o homem lá de baixo, interrompendo o momento à sós do filho. - Sim, senhor. Tô descendo! - Gritava lá de cima, obedecendo a ordem do pai, desceu as escadas mais calmo do que havia subido. Direcionou-se até a mesa, onde encontrou tudo pronto. Um prato com uma porção sustante de macarronada e almôndegas, além de um garfo e faca comum de cozinha. Darren experimentou a comida, não parecia ser a melhor macarronada que já havia comido, como se faltasse experiência no cozinheiro. Mesmo assim, não quis julgar o pai. - Está ótimo. - Comentou, enquanto comeria por completo. - Que bom, fiz com um carinho especial para você. Coma todo, irei sair para resolver algumas coisas. Descanse, pois sairemos para correr na orla durante o por do sol. - Explicou o homem, saindo de casa.

Darren devorou todo o prato de macarronada com almôndegas. Estava sendo o suficiente para encher sua barriga e matar a sua fome por completo. Todavia, estar em casa, e usufruir de muita comida, por mais que não estivesse boa, lhe trazia certo sono. Decidido obedecer a ordem do seu pai, o rapaz tratou de se direcionar ao banheiro, onde o usou para cumprir suas necessidades fisiológicas, além de tomar uma boa ducha revigorante. Não havia nada melhor do que usar o banheiro da sua casa. - Como senti falta disto. - Comentava para si próprio ao realizar sua higiene pessoal. Saindo do banheiro enquanto enxugava seu corpo despido, subiu as escadas, molhando o chão de madeira da residência, sem intenção. Ao subir de volta ao seu quarto, finalmente pôde trocar de roupa. Era bom não estar vestindo o uniforme do acampamento Júpiter. Sem muita demora, fechou a janela do seu quarto, cobriu-se, fechou seus olhos e tentou dormir.

Casa dos Klen-Leggtenberg. Los Angeles. 17:40H

Dormiu como uma criança novamente, talvez a energia clara do filho de Belona fosse explicada naqueles tipos de sono onde Darren praticamente apagava, o que poderia dar brechas para os seus inimigos sondarem ou mesmo atacarem. Um risco, caso não estivesse seguro. Quem se importava com isto ? Afinal estava em casa, e nenhum mal muito sério poderia lhe afligir ali. Ao menos a sensação era esta. Darren levantou-se, já ouvindo novamente o chamado do seu pai, o velho parecia em sintonia com o filho, agora adivinha até quando o mesmo acordava ? - Vamos lá, filhote, vista sua roupa de corrida. Já estou me aquecendo! - Diria o pai em tom alto de voz, ele aparentemente estava nos pés da escada. - Sim, senhor! Tô descendo. - Respondia em exclamação também, por mais que tivesse acabado de acordar. Tanto Darren, quanto seu pai, tinham uma boa sincronização militar, crescer naquela vida era bastante rigorosa, mas todo mundo era capaz de se acostumar, e tratar com animação. Ainda mais em uma data especial como a volta para casa. Vestiu-se animado. Uma bermuda leve da Adidas de cor preta, camiseta regata branca, e tênis de corrida cujo utilizava para aquelas corridas com o seu pai. Parecia mesmo ter voltado para a sua rotina.

Desceu as escadas pronto. Indo de encontro ao seu pai, que já estaria o esperando do lado de fora. - Estou aqui, vamos ? - Perguntou animado, nem mesmo parando para responder o pai, visto que continuava o seu movimento de corrida para não prejudicar o ritmo. O homem trancou a porta da frente, e em um pique surpreendente, alcançou seu filho, enquanto corriam pela calçada da orla da praia. - Está rápido, andou treinando ? - Perguntou Darren ao pai, no que prontamente foi respondido de forma retórica, com outra pergunta. - Está forte, andou malhando ? - E assim ambos se entrosavam na medida em que corriam. Não demorou mais do que alguns minutos, para que num pique rápido em que estavam acostumados a correr, se mantivessem firmes por um tempo determinado, até finalmente pararem em um pier da cidade. - Então, filho. Conte-me sobre o acampamento de verão. - Uma pergunta delicada, e que Darren temia, verdadeiramente por não saber o que dizer, mesmo tendo pensado em várias desculpas. Observando o por do sol, decidira contar a verdade, apenas omitindo o que seu pai não sabia de verdade. - É um lugar seguro. Eu me esforcei bastante, mas não sei se aprendi muito. Quando eu voltar no próximo verão, irei me esforçar muito mais. O senhor sabe como eu sou competitivo, afinal ... No mais, lá tem um monte de garotas, lindas, sabe o que é lindas não é ? Acho que até o senhor iria gostar. - Dissera a verdade, acabando em risos das duas partes do diálogo. 

O homem logo gargalhou, demonstrando estar contente com as descobertas do filho. - Hum. Então pretende voltar no próximo verão. - Comentava com um tom incrédulo, mas que não questionava a vontade do rapaz. Darren sentia a liberdade nas palavras, e era o que importava para ele. - Sim. Acho que agora tenho uma espécie de compromisso agora. - Comentou tranquilo, e sabia que era verdade, deveria voltar no próximo verão. Juntos, viram o por do sol. Era um bom momento pai e filho, sem muito para questionar ou dialogar, apenas sentir bem a presença um do outro. Contudo conversas eram inevitáveis, o pai fazia bem seu papel paterno, dialogando com o seu filho, o que ele precisava ou não fazer agora que tinha voltado. - Você terminou o ensino médio, já passou da hora de estudar para ingressar na WestPoint Academy. - De certa forma estava certo. O ingresso de Darren, na academia militar norte-americana, era um sonho que ambos nutriam desde quando ainda moravam na Europa.

O rapaz sorriu, assentindo com a cabeça. Não acreditava que seu pai estava exatamente como ele havia deixado, os mesmos puxões de orelha, os mesmos objetivos. Estava em casa, sim, era de fato o seu lar. Era engraçado como a ficha demorava um pouco para cair. Não poderia fazer muito além de aproveitar de fato, voltar para sua vida, ingressar na West Point Academy e orgulhar o seu pai. No fim das contas, não era muito diferente de um jovem comum. - Sim, senhor. A missão continua a mesma. - Disse se referendo a West Point. - Que bom, meu filho, um dia estarei em sua formatura. Agora, vamos voltar para casa, não podemos perder o ritmo da corrida. Farei uma sopa de legumes, lembro que você gosta muito. Amanhã é um novo dia! - Exclamava o pai em animação. Darren concordou, assentindo com a cabeça ao se expressar. - Sim, senhor! - Sendo assim, ambos logo se levantaram, saindo dali. Correram por um longo trajeto da orla, até que finalmente chegassem em casa. Não muito ocorreu durante a noite, Darren apenas confraternizou e jantou junto ao seu pai, até que finalmente pudessem dormir.

Casa dos Klen-Leggtenberg. Los Angeles. 3:00H

Darren dormia tranquilo durante aquela noite e madrugada chuvosa. O restante da noite havia sido tranquila, e sem muito a se destacar. A realidade era que ele estava feliz por retornar para casa, como uma criança de volta ao seu berço. Como um Viking de volta a sua terra natal. Tudo mudou ao sentir mãos geladas tocarem sobre o seu pescoço. Parecia um sonho, onde sentia-se enforcado. Todavia, uma voz feminina e imponente sussurrou em seu ouvido. "Acorde. Não me envergonhe morrerendo de uma forma patética." Parecia alguma mulher importante o suficiente para manter a sua reputação. Independentemente de quem fosse, era poderosa o suficiente para fazer com que o rapaz acordasse. Seus olhos esbugalhados observavam seu pai sobre si. Olhos raivosos e de modo que sorriam sádicos para o rapaz. - Durma, filho. Sua morte vai me render uma boa recompensa. - A força naquelas mãos eram tremendas. Darren não conseguiria revidar de modo normal, estava sendo asfixiado e, como a voz feminina citou, parecia que sua morta seria de forma patética. Não conseguiria sequer falar. - Está sentindo esta força. Está lembrado da velocidade que você viu mais cedo ? A seita me recrutou, você sabe, eu sou um militar, e devo servir a este país. Eles me disseram que caso eu entregasse sua cabeça, seria recompensado com muito mais! - Diria o homem de modo sádico, Darren sabia que aquele não era o seu pai, haviam causado nele alterações de potência física, mas também criaram uma espécie de manipulação mental. Não era o seu pai.

Precisava reagir, embora não soubesse como. O filho de Belona juntava forças para remover o pai de sobre o seu corpo, mas era quase impossível, na posição montada em que o homem se encontrava. Praticamente não poderia utilizar as suas pernas, já os seus braços não eram potentes o suficiente para remover o peso e força que o pai exercia no enforcamento. Já sentia seu oxigênio acabar e vista escurecer, quando tateou a estante ao lado de sua cama, encontrando o cabo do abajur. Como um provável último recurso, o rapaz puxou o objeto com toda a sua força contra a cabeça do seu pai. A resistência do homem aparentava ter aumentado também, visto que apenas um ligeiro corte na sua têmpora. Além disto, sofrera um leve cambalear, suficientemente para que Darren aproveitasse para remover ele de cima de si. 

Seu pai caíra de um lado da cama, felizmente perto da janela, estando oposto a cama. Enxergando a oportunidade, mesmo que ainda estivesse reunindo fôlego. Rolou para a lateral da cama, caindo mais próximo da porta que o seu pai. Estendeu o braço para debaixo da cama, buscando a sua mochila. Apanhando-a com firmeza, se pôs de pé, correndo para a escada, onde desceria as pressas. - Boa filho, mas você não pode fugir! - Exclamava o homem, se pondo de pé, iniciaria a perseguição pelo garoto pela casa. - Fica longe de mim! - Darren tentava abrir a bolsa e remover a espada, sentia o peso da mesma dentro da bolsa, mas correndo, era uma tarefa um tanto quanto complicada. - Eu não quero machucar o senhor! - Exclamava, chegando finalmente na cozinha da casa. Abriu a mochila, prontamente removendo a espada de dentro. Empunhava a arma com as duas mãos, apontando-a em direção ao seu pai. - Que pena, por que a minha missão é te matar. - Diria o homem com um sorriso sarcástico e tenebroso em sua feição. O homem partiu em direção a Darren, que tentou realizar um corte lateral com a espada, mas infelizmente, devido a sua pouca perícia com a arma, acabou sendo lento o suficiente para que o seu pai escapasse do golpe.

O homem prontamente reagiu, golpeando ambos as juntas do braço na altera interna dos cotovelos de Darren, fazendo com que ele largasse a espada no chão. - Lento demais! - Advertiu o pai. Que logo apanhou seu filho nos braços, o arremessando em um golpe poderoso em direção aos móveis da cozinha. Darren caiu sobre a mesa de madeira, quebrando-a com a força do impacto. Por um instante apagou. Estranhamente o golpe o fazia raciocinar. Atacar seu pai com uma espada de bronze celestial, jamais surtiria efeito. - Como eu sou ridículo. - Confessou a si próprio. Porém se mantinha tranquilo. Quando em confronto era que ele costumava pensar melhor. Precisava fugir dali, como mataria o seu pai ? Não por meios, mas sim por culpa. Tentou levantar-se após o golpe, apoiando-se no fogão, mas não sem antes arremessar ele como podia em direção ao seu pai. O eletrodoméstico daria tempo o suficiente para que Darren se retirasse da cozinha, correndo até a sala. Surpreendido, o homem fora atingido, perdendo segundos preciosos para o filho. Darren sabia onde seu pai costumava guardar a chave do carro, portanto, vasculhou o local, as obtendo. - Aqui está. - Comentou consigo mesmo em impulso. 

Correr para fora de casa não fora um grande problema, no que apanhou uma cadeira de madeira e ao sair de casa, pôs logo atrás da porta. Esta ação simples emperrou aquela passagem quando seu pai tentou passar por ali. - Garoto desgraçado! Serei obrigado a pegar pesado com você! - Gritou o homem, que seria obrigado a dar a volta na casa se quisesse chegar até o carro. Esperto, por estar em uma situação de perigo, o filho de Belona adentrou ao carro, o ligando, estaria pronto para a partida. Entretanto, quando engatou a macha ré, notou que seu pai já estava na frente do carro, fora da casa, com sua pistola em mãos. - Seu corpo deveria estar intacto, sem muitos ferimentos. Por isto tentei te asfixiar, mas você é um bom soldado, dificultou as coisas para mim. - Disse o homem disparando contra o carro, Darren se abaixou atrás do volante, no que os tiros quebravam o para-brisa, lançando pequenos cacos de vidro para dentro do carro. - Você ainda não viu nada, coroa! - Sem outra opção, o rapaz desfez a marcha ré, pisando no acelerador, levando o carro em aceleração máxima, até que colidisse com o seu pai, parando apenas ao bater na parede lateral da residência. 

O rapaz bateu a cabeça no volante com o impacto. Apagando por alguns minutos. Uma voz feminina lhe fazia o favor de acordar novamente. "Assassino do pai". Proferia. Poderia ele notar que não se tratava da voz anterior. Esta era punitiva, como a voz da personificação do castigo, se ele pudesse descrever. Darren abriu a porta do carro. Notando a cena de horror que havia causado. O corpo do homem estourado entre o jovem e a parede da casa, agora desmoronada sobre o capô do carro. "Assassino do pai". A voz repetia suas palavras. Preocupado, chamara ele pelo homem. - Pai ... pai. Você está bem ? - Indagava quase em lágrimas. Entretanto, a voz em sua cabeça se proferiu novamente, mas desta vez realmente. - Ele não está mais vivo! - Gritou a voz de maneira horrorosa. O ser alado apanhou Darren pelos braços, com suas garras, decolando com ele dali. Não voando tão alto, o ser soltou o jovem sobre o teto do carro, no que o pobre meio sangue despencou, colidindo com a lataria. Em dores, notou que a criatura pretendia torturar antes de ocasionar a sua morte. - O que você é ?! - Perguntou irritado.

O ser planou sobre o corpo do rapaz, era metade mulher, metade ave. Entretanto, não era uma harpia, não uma simples harpia, Darren já havia sido atacado por uma antes, e não era bem o que ele se lembrava de uma. - Sou a vingança ao assassino. Tísifona! - Berrou a criatura atormentadora. Ele logo juntou os pontos, estaria sendo atormentado pelas erínias, como no conto de Orestes. De toda forma, precisava chegar até a sua espada, para que pudesse se defender. Ainda assim, a fúria estava próxima o suficiente para lhe apanhar novamente. Ir direto para cozinha com ela tão próxima não seria inteligente. O rapaz então saltou para dentro do carro pela porta aberta, a fechando. Tentou rapidamente ligar o carro novamente, as chaves permaneciam na ignição. - Vamos lá, liga. Liga! - Expressava irritado, conseguindo ligar o carro no segundo giro. O jovem deu ré no carro suficientemente para afastar o veículo da casa da casa, mas sua real intenção seria afastar a fúria, obrigando-a voar, consequentemente afastando-se dele. A fúria lançava bolas de fogo no teto do carro, poderia ele sentir o calor, mas tais não o afetavam ali dentro.

Infelizmente não poderia ficar ali dentro para sempre, tomando ligeira coragem. - Droga. Eu não estou acreditando nisto. - Comentou consigo mesmo, abrindo a porta do carro, sairia em corrida com toda a sua velocidade para dentro de casa. Na cozinha, o cheiro de gás era alto, observando os arredores, pôde perceber. - A mangueira de gás. - Rompida, espalhava aquele elemento pela casa. Provavelmente havia rompido a conexão da mangueira ao fogão, quando o lançou em seu pai. Darren apanhou a espada, ainda raciocinando estrategicamente, estaria prestes a fazer uma loucura que poderia ajudar a se livrar de Tísifona, mas também poderia acabar se matando, caso o tiro saísse pela culatra. Como esperado por ele, a fúria entrou pelo buraco na parede causado pela colisão anterior do carro. Encarando o rapaz com desejo de vingança. - Eu sou imune ao fogo, bicho escroto! - Provocou, causando uma gargalhada do ser. Ele por sua vez se afastava lentamente da porta de saída da casa, enquanto a fúria não acreditava em suas palavras. - Não minta, filho de Belona! - Proferia ela tais palavras, sem saber que havia caído em uma grande emboscada. Correndo para longe da casa, Darren feriu o ego do monstro, que na tentativa de o acertar com uma de suas magias de fogo, explodiu não somente a cozinha, como toda a metade de trás da residência. 

Califórnia Highways. Califórnia. 9:33H

A explosão não ferira Darren pela distância. Em que ele se encontrara, bem como o carro afastado cujo ele dirigia rumo ao norte, para chegar em San Francisco. Com a rádio ligada, era possível ouvir com clareza as notícias na rádio do estado. - A explosão ocorreu em uma residência afastada da zona populacional de Los Angeles. Segundo a Polícia, fora encontrado o corpo de um homem, cujo é impossível de se identificar. Entretanto, creem ser do proprietário da residência um holandês, o senhor Klen-Legttenberg. A residência incendiada, e carro roubado, remetem ao cenário de um filme de terror. A principal suspeita é Darren Klen-Legttenberg, filho da possível vítima. Após esta triste notícia de um atentado familiar, fiquem com o som de Tupac, California Love. - A notícia deixava a certeza para Darren, que ele havia sofrido como culpado de tudo. No fundo seria mesmo. Não sabia como, ou se havia se livrado da fúria. Monstros sempre voltavam a vida, pelo o que soube, então provavelmente seria novamente aterrozado pela vingança ao assassino. Entretanto. Alguns quilômetros antes do túnel prescott, Darren abandonou o carro ao lado da estrada, e seguiu caminhando tranquilamente até o acampamento Júpiter.

Informações da Missão Fixa:
+Se trata da Missão Fixa do mini evento de verão. No que também influencia na trama do personagem quanto sua família e mundo mortal, como fora permitido no tópico da Missão Fixa.

+Deixei os desafios enfrentados por Darren, centrados durante o tempo que passou na casa do seu pai (membro recém adicionado a seita) No que, a ida para casa pode aparentar ser simples, pois aqui explico o motivo disto.

+Foram enfrentados seu próprio pai, membro da seita, e uma fúria.

+Desejo adicionar o tormento da Tisífona (a vingança contra os assassinos), em minha trama. Dando início nesta missão fixa.

+Após estes acontecimentos, Darren passa a ser considerado foragido do mundo mortal por; assassinato do seu pai, incêndio de sua residência e roubo do carro, também do seu pai.

+No mais, apenas lembrar de considerar o pack bônus de Exp no momento da avaliação. +30% Exp.
Detalhes sobre o monstro:
Benevolentes (Erínias ou Fúrias)

São seres a serviço de Hades, encarregadas de cumprir as sentenças do tribunal do submundo, atormentando aqueles que pecam contra os deuses. São em número de 3: Tisífona (a vingança contra os assassinos), Megera (o ciúme) e Alecto (a raiva contínua). Apresentam o aspecto de mulheres com asas de morcego, couriáceras, e garras afiadas de bronze nas mãos e pés e o rosto enrugado. Incansáveis, restauram-se rapidamente após mortas, sempre buscando cumprir seus objetivos, e podem andar normalmente no mundo comum, assumindo a forma humana, variando de aparência conforme a vontade ou necessidade. Nunca abandonam uma missão. Não podem ser persuadidas a isso de nenhum modo, nem controladas por qualquer um que não seja Hades - podem até respeitar mais seus filhos, mas não hesitarão em atacá-los ou matá-los se ficarem em seu caminho. Podem portar armas, normalmente um chicote, mas podem usar qualquer outra com a mesma habilidade, geralmente com materiais do submundo.

Passivos:

►  Armas - Variável. Seus ataques físicos podem ser realizados com qualquer arma. Considera-se sempre que sejam peritas em combate com aquilo que empunham.

► Garras - suas unhas são tão cortantes quanto adagas, podendo fazer feridas profundas nos oponentes.

► Vôo avançado - Fúrias conseguem fazer manobras aéreas com perfeição, inclusive ataques, não perdendo velocidade e com chances reduzidas de erro, mesmo quando em momentos críticos. Rasantes, loopings e mudanças brucas de direção, mesmo durante mergulhos, não são problema para elas.

► Imunidade a medo - As Benevolentes não se assutam, não importa o poder usado para isso. Elas provocam o medo, não fogem dele.

► Imunidade a trevas/ escuridão - Seres primordiais, alguns a colocam como filhas diretas de Nix, outros de Éris ou Nêmesis, e alguns como entidades singulares. O fato é que a escuridão é seu elemento, e não as afeta.

► Imunidade a dreno - Poderes que drenem vida ou energia não fazem efeito nelas, devido à natureza dos mesmos.

► Imunidade a charme - Nada convence uma fúria a sair de seu caminha. Nada.

► Imunidade a ilusão - Fúrias são treinadas para não serem enganadas. Elas veem as almas dos inimigos, não a aparência.

► Imunidade a poderes mentais - Confusão, controle ou efeitos similares não funcionam, e elas tem a mente fechada a qualquer um que tente invadir. As ordens de Hades não podem ser descobertas ou confundidas de nenhuma forma. Telepatia só funciona se elas permitirem.

► Ver auras - Fúrias identificam várias coisas, desde a filiação / apadrinhamento de um semideus, até seu nível de poder. Além disso, são capazes de discernir seus sentimentos com precisão, e identificar principalmente culpas e medos.

► Visão arcana - Elas podem saber com precisão sobre quais efeitos de poder ou magia se encontram seus oponentes, sejam sobre eles mesmos ou seus equipamentos, além de identificar bençãos e maldições e seus efeitos.

► Visão da verdade - Névoa não as engana. Além disso, qualquer um de seus alvos é incapa de mentir. Não quer dizer que elas acreditem em tudo, visto que omitir informações ou falar de forma enigmática ainda é possível.

► Aura de medo - Apesar de passivo, pode ser controlado por elas ou suprimido. Quando em uso, afasta criaturas muito fracas, e mesmo as mais fortes podem ser abaladas, diminuindo suas habilidades de combate levemente.Afeta inclusive seres normalmente imunes.

► Rastrear aprimorado - Fúrias sempre sabem a loclização exata daqueles que são designadas a perseguir.

Ativos:

►  Julgamento - As fúrias podem punir seus inimigos, causando dano correspondente a seus crimes. O julgamento delas é baseado em critérios próprios, que varia desde o sentimento até a memória dos semideuses afetados. Assassinatos, orgulho, omissões, covardia. Qualquer pecado sempre pode ser um bom motivo para uma punição.

► Marcar a alma - Usando suas armas elas atigem diretamente o oponente, mas drenando sua energia no processo.

► Induzir culpa/ dúvida - Ataque visual, atinge a todos em seu campo de visão, fazendo com que vacilem em combate, diminuindo o ataque e defesa dos inimigos em 50% por 3 turnos, independente do nível do semideus. Esse ataque tambem os torna mais suscetíveis à persusão usada por elas.

► Voz melodiosa - Fúrias podem encantar seus inimigos para que fiquem menos hostis ou respondam seus interrogatórios. Afeta mesmo aqueles imunes a tais poderes, mas não pode forçá-los a atentar contra a própria vida ou a se ferir, ou o efeito se quebra.

► Pirocinece e Pirocinece negra - Fogo é um dos elementos que elas controlam, usando-o normalmente, criando e controlando chamas e até encantando suas armas com ele, seja fogo comum ou fogo infernal.ectá-las nesta forma.

► Metamorfose: Fúrias podem ocultar sua identidade assumindo uma aparência completamente humana. Nenhum tipo de poder é capaz de de

Além disso, seus poderes são semelhantes aos dos filhos de Hades/Nix/Vingadores de Nêmesis, tanto passivos quanto ativos, visto suas origens e atribuições. Elas podem não utilizar de todos, ou mesmo reduzir suas habilidades, seja para torturar mais os inimigos ou simplesmente para testá-los, quando o objetivo não é a morte. São oponentes astutas, o que as torna ainda mais perigosas. 

Status inicial: 650 HP / 650 MP
Nível inicial: 25
Taxa de variação: Aumento de 50 HP/MP por nível
Considerações:
Armas/Itens Utilizados:
• Espada Bastarda [Arma com lâmina de fio duplo, possui um metro e meio de comprimento. Manuseada unicamente por duas mãos por conta de seu peso, a não ser que o semideus possua alguma passiva de força para conseguir empunhar com apenas uma mão. | Madeira e BS | Efeito: Comum | Não apresenta suporte ou espaço para gemas | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]

Pack de XP [ Todo e qualquer XP ganho pelo personagem sofre um acréscimo de 30% durante os próximos sete dias (Valido até: 11/02/2019)]
Poderes/Habilidades Utilizadas:
PASSIVAS - BELONA

Nível 1 
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum
FPA:


All my life they let me know. How far I would not go, but inside the beast still grows. Waiting chewing through the ropes. Who are you to change this world ? Silly boy. No one needs to hear your words. Let it go. Carnivore! Carnivore. Won’t you come digest me? Take away everything I am. Bring it to an end. Could you come and change me?
Who are you to change this world?
Darren Klen-Legttenberg
Darren Klen-Legttenberg
I Coorte
I Coorte

Idade : 17

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Missão Fixa - Mini Evento / CA Love Empty Re: Missão Fixa - Mini Evento / CA Love

Mensagem por Romeo Bernocchi em Qui Fev 07, 2019 10:13 pm


Darren

Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: Até 10.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 37%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 20%

RECOMPENSAS: 7.200 XP e Dracmas + 3 moedas de verão

Comentários:
Oi, meio-irmão! Vou começar sua avaliação ressaltando os pontos que me fizeram descontar o que você tá vendo aqui em cima, tá bem? Então tá bem.

A primeira coisa é a quebra da fluência, da estrutura frasal, que ao longo de toda a narrativa você cometeu. Eu trouxe dois exemplos que, se não em virtude de algumas vírgulas, seriam sentenças ótimas:

"Era uma ofensa pesada ao rapaz que tinha como intuito,[/b ]apenas treinar em dupla."
"Respondia, sem dar qualquer moral para aquelas palavras, que para ele, aparentavam ser frágeis."

Corrigindo, ficaria:

Era uma ofensa pesada ao rapaz, que tinha como intuito apenas treinar em dupla.  
Respondia, sem dar qualquer moral para aquelas palavras, que para ele aparentavam ser frágeis.

Entende? A vírgula empregada no lugar errado atrapalha o sentido da frase, então é preciso ter bastante cuidado e atenção com isso.

Falando em atenção, pelo amor de Belona, maninho, atente-se! Encontrei erros na digitação, como "de pressa", "com os genes olimpiano" e "à sós", quando o correto seria "depressa", "com os genes olimpianos" e "a sós. Acho legal ressaltar que a crase é usada em caso de a + a ou quando é possível usar "ao", substituindo a palavra seguinte por uma palavra masculina.

Outro probleminha que encontrei no seu texto foi o uso de "cujo". Esse pronome relativo é usado unicamente quando se deseja indicar posse. Para isso, une-se dois substantivos e, assim, o termo "cujo" serve para indicar que um dos substantivos tem posse do outro. Um exemplo? Lá vai:

"O homem, cujo cabelo era tão branco como as nuvens, sorriu para mim".

Por fim, o enredo. Por um lado, eu simplesmente adorei a ideia que você desenvolveu, ainda mais na reviravolta relacionada ao pai da sua personagem. Me surpreendeu, confesso! No entanto, senti facilidade demais no desenrolar dos dois combates. Você mesmo narrou e retificou o fato de que era fraco, e também ressaltou que o pai e a fúria eram mais fortes e habilidosos, o que me deixou com um ponto de interrogação grande na cabeça pela execução dos planos improvisados terem sido bem fácil.

Agora, dicas!

1- O nome do refúgio de semideuses romanos é Acampamento Júpiter. Por se tratar de um nome, não se esqueça das letras maiusculas!
2- Não dê um espaço entre uma palavra e o "?". A gramática exige que o espaço seja sempre após a pontuação.
3- Meio-sangue possui hífen (-).
4- Atente-se à experiência da personagem. Algumas coisas podem realmente acontecer em um momento em que a adrenalina domina o seu corpo, mas é preciso ter cuidado.
5- Às vezes não é preciso enfeitar a narrativa. Um semideus, ainda mais no seu nível, está bem passível de erros que podem deixá-lo ainda mais ferrado. Eu particularmente adoro abusar desse tipo de coisa, mesmo sendo mais experiente.

Darren, saiba que estou disposto a te ajudar, belê? Pode me mandar MP ou me add no discord que te ajudo, se precisar/quiser, com prazer. Não hesite em me chamar!


xoxo


Atualização Por Hades.


Romeo Bernocchi
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Pretores
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Idade : 21
Localização : Acampamento Júpiter

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