The Blood of Olympus
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( Le Petite Mort — The Story Of Kali

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Mensagem por Kali Nam em Ter Fev 05, 2019 4:48 pm



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Kali Nam
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mentalistas de psique
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Idade : 16

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( Le Petite Mort — The Story Of Kali Empty Re: ( Le Petite Mort — The Story Of Kali

Mensagem por Kali Nam em Dom Fev 10, 2019 3:22 pm

Can you come back
home?
 


Kali não era muito boa em despedidas pelo simples fato de não saber como se despedir. Ninguém nunca havia lhe ensinado, ninguém nunca havia se despedido dela. Mesmo quando ela ia para casa de Aimée Park, sua tia materna, a garota não tinha o hábito de se despedir. Mas ali estava ela, com a mochila ao lado e um caderno que usava para aprender idiomas.

Não era muito boa em russo por causa da pronúncia. Achava difícil toda a carga que as palavras mais simples pareciam conter. Era mais personalidade do que ela tinha, ao menos, era o que pensava. “Vou ficar com ela durante a semana. Mas volto logo. Aos fins de semana.”, a garota escreveu com sua letra pequena e redonda. “Ela sempre tenta me matricular em um colégio presencial e desiste depois de um mês.”

Eduard perguntou porque. Kali compreendia bem quase tudo que ouvia. É claro, não chegava aos pés de Dasha ou do próprio Eduard, mas estava melhorando. “Eu costumo massacrar meus colegas. No sentido intelectual e no sentido físico.”, torceu o nariz enquanto escrevia. “Você vai para casa?”

Não falava muito do assunto família com o garoto. Na verdade, mesmo que ela estivesse se esforçando em aprender russo, ainda não falavam muito. E ela só podia supor que isso era fruto da própria personalidade de Eduard.

Ele não a respondeu e então, Kali riscou a pergunta. “Ed, não é por nada, mas quando você vai aprender inglês? Sabe, mesmas raízes linguísticas… não devia estar sofrendo tanto. Quer ajuda? Posso ficar se quiser.” Um pequeno bico se formou nos lábios finos ao que ele deu de ombros.

“Ela mora em Montauk. Não é muito longe. Você pode vir se quiser. Ela é um pouco maluca e não é como minha mãe.”, aquele pensamento a fez franzir o cenho, mas ela continuou. “Mas ela não é tão ruim…”

Sentia falta da mãe. Ainda mais nos últimos tempos. Tentava ser cuidadosa em não demonstrar para Eduard o que realmente sentia ao ficar perto dele. A verdade é que ela estava sentada quase tão distante dele quanto era possível sem ficar parecendo uma completa esquisitona. Mas gostava do garoto e não podia correr o risco de assustá-lo, se ele não dissesse nada, ela fingiria-se de louca. Podia sentir a dor de cabeça chegando, mas foi tirada dos devaneios pelo fato de que o garoto apontava para o dicionário em sua mão direita.

Entregou-o para Eduard, percebendo que estava ridiculamente perto de seu rosto, mas se afastar seria estranho. Então, ignorou o frio que se instalou no fundo de seu estômago e que fazia seu coração saltar à garganta, como se pudesse sair de seu corpo.  — Você não vai. — sorriu amigável pelo esforço do garoto e beijou sua bochecha, logo ajeitando-se no banco com o rosto corado.

Pigarreou baixo ao pegar o lápis outra vez. “Lá fora está frio. Vai precisar de roupas de inverno.” escreveu novamente, deixando que ele lesse antes de escrever uma nova sentença. “Temos de andar até a cidade mais próxima. Só consigo comprar as passagens lá.”

Ele parecia ter compreendido. Era bom, só para variar, ter achado uma forma de se comunicar decentemente com Eduard. A pergunta soou clara para si, mesmo que o sotaque do outro fosse muito forte. Era fofo e engraçado, mas Kali não conseguia rir. Pelo contrário, talvez pudesse morrer de vergonha ali mesmo. Não por ele, mas por ela. “Um mês.”, escreveu ao mesmo tempo em que disse. Assim, ele assimilaria o que ela estava falando.

Não percebeu quando ou o quão rápido ele a puxou para perto, mais precisamente, para seu colo, apenas passou os braços ao redor do pescoço do garoto e fechou os olhos ao perceber que tinha os lábios sobre os dele. Talvez passasse vergonha graças a força com a qual seu coração esmurrava o próprio peito, mas os dedos finos estavam no cabelo do garoto em uma carícia suave antes mesmo que ela pudesse considerar que aquele tipo de coisa poderia ser proibida. Tanto debaixo das cobertas de Eduard, quanto às vistas de todos.

Afastou-se, um tanto relutante, mantendo os olhos fechados enquanto tinha a testa sobre a do garoto. Não sabia o que dizer e, honestamente, qualquer coisa que pudesse pensar era absolutamente esquecida no mesmo momento em que surgia. Acariciou o rosto de Ed com cuidado. Era real ou ela estava devaneando? Gostaria de um beliscão para saber. — Precisamos ir. — ela quase não conseguira encontrar a própria voz. Deuses, estariam ferrados se os pegassem ali.  

Deixou um pequeno selar sobre os lábios de Eduard e, então, saiu de cima do garoto. — Eu vou arrumar as coisas. — disse baixo, escrevendo o que havia dito. Ela não estava levando armas, mas se iria com um semideus, iria precisar. “Vamos?”

Seguiram de volta para o chalé de Melinoe e Kali pegou as armas que havia deixado para trás, colocando-a na mochila, na cintura e dentro do cano de seu tênis. Olhou ao redor e procurou por Eduard indicando se poderiam ir embora. Quando ele concordou, Nam pegou a roupa de inverno e a pendurou no braço, seguindo com o garoto para fora do chalé.

O clima fora das fronteiras seria outro. E foi por essa razão que Kali parou para colocar o casaco pesado, o gorro e as luvas antes de atravessá-las. Mas então, percebeu que estava enganada sobre o extremo frio. Era outono. Não precisaria de um casaco tão pesado, mas gostava de estar prevenida. Teriam de andar uns 20km antes de chegarem até a pequena cidade onde ficava a rodoviária.

Kali tinha os dedos entrelaçados aos de Eduard e seu cabelo ficava balançando com o vento enquanto andavam em silêncio. Um do lado do outro. Kali, então, mostrou na mente do garoto um pequeno caderno onde escreveu: “Sua família é legal?”

Tinha certa curiosidade em saber como era ter um pai e uma mãe. Talvez os pais dele fossem legais. Ou talvez, como todo mundo, ele não achasse. Mas tudo que ele lhe mostrou, podia ser resumido em aparência física e, ela não demorou para perceber, ele era adotado. Realmente, era melhor não insistir. Kali se lembrava bem da mãe. Ela tinha olhos grandes e de um vermelho tão escuro que assemelhavam-se a uma taça cheia de vinho. Ela tinha cheiro de baunilha e uma voz doce. Era muito sorridente.

Ser mentalista sempre a fazia reviver nitidamente as poucas lembranças que tinha dos pais. E ela gostava daquilo. Já não doía mais lembrar-se deles. Mas achava engraçado fazer um comparativo entre seu pai e Eduard. Definitivamente, eles não eram nada parecidos. “Eu morri uma vez.”, escreveu no pequeno caderno que projetava na mente do garoto. “Meus pais estavam me esperando para que eu passasse pelo julgamento. Foi… por causa de Nyx. Teve um ataque na parte romana e eu fiquei presa dentro do monstro sem que ninguém me visse.”

Era algo estranho contar para alguém que havia morrido e voltado. Não havia uma cicatriz gigantesca no local onde suas vísceras haviam saído para fora de seu corpo, caso houvesse, ela certamente teria levantado a blusa para mostrar. Mas se houvesse, isso não seria necessário. Eduard já a havia visto sem camisa. No entanto, mesmo sem cicatriz enorme, ela podia ver a linha fina, um tanto mais clara que a própria pele, naquele exato local. E tocar ali, sempre a arrepiava.

Esperou por uma resposta do garoto, olhando ao redor para se certificar de que não estavam sendo seguidos. As perguntas de Eduard a fizeram sorrir, no entanto, ele lhe mostrou uma resolução antes que ela pudesse lhe mostrar tudo que aconteceu até que ela morresse. Não discordou e apenas continuou em busca de ruídos. Talvez tivessem sorte. Eduard era filho de uma deusa menor e ela… bem, ela não era filha de deus nenhum. Seu sangue divino era muito mais fraco do que o da maioria.

Continuaram a andar por mais algum tempo, em silêncio. Então, finalmente, chegaram até a pequena cidade e, por fim, caminharam até a rodoviária que ficava no centro da mesma. Kali olhou nos relógios de ponteiro assim que adentraram o local e comprou duas passagens. Então, caminhou com o garoto até um banco de madeira e checou o horário de partida do ônibus.

Pegou o dicionário e um lápis na mochila, escrevendo no alto de uma página. “O ônibus só sai a noite. Oito horas.” Guardou-o na bolsa outra vez e suspirou baixo.

Olhou o garoto de forma atenta, acabando por se ajeitar no banco e fechar os olhos ao encostar-se no outro. Havia dormido mal durante a noite. Ainda tinha alguns pesadelos, mas achava péssima ideia pedir para dormir com Eduard outra vez. Torceu o nariz ao pensar se Aimée o deixaria dormir com ela. Possivelmente, não.

Ele tinha um cheiro engraçado. Agradável, mas Kali não saberia definir do que era. Ou o que era. Não achava que já havia sentido algum cheiro parecido antes. Levantou o rosto para encará-lo e o fez por algum tempo, beijando-o sem pressa alguma. Os braços finos estavam ao redor do pescoço do garoto de forma quase automática. Seus olhos estavam fechados e as bochechas estavam quentes. A rodoviária estava praticamente vazia, ao menos, naquela plataforma em específico e as pessoas que estavam ali pareciam ocupadas demais para se importar com um casal de adolescentes aos beijos.

Sentiu a pele quente, se em comparação com a própria, do outro sob as pontas dos dedos ao acariciar sua nuca de forma contínua, ela o puxou mais para si gentilmente, arfando contra os lábios do rapaz enquanto o cheiro dele - certamente - já estava impregnado em suas narinas e em seu cérebro. Podia sentir os batimentos acelerados que fazia com que as coisas e ruídos ao redor parecessem inexistente ou muito baixas. Então, ouviu um pigarro alto atrás de si, o que a fez se afastar de súbito do garoto. Como se tivesse sido pega assistindo pornografia.

Havia uma mulher idosa, com a pele enrugada e que parecia ter escamas, embora Kali não tivesse muita certeza. E ao seu lado, uma outra mulher, igualmente feia. Mas não parecia tão velha. Kali sorriu sem graça e desculpou-se se colocando de pé com o, até então, amigo. — Vem. — sussurrou e o puxou para perto de uma lanchonete no fundo da estação, por via de dúvidas, puxou a faca de bronze celestial da mochila e a prendeu no cós de sua jeans. Os lábios se comprimiram em uma linha fina quando ela pegou alguns dólares no bolso da jeans e comprou um lanche para ambos.

“Não acho que elas sejam humanas”, escreveu em um guardanapo. “Tenho um pressentimento ruim.” Seus olhos voltaram-se para as criaturas e, a medida que a noite caía, o tempo ia se tornando mais frio. Seus olhos estavam focados nas duas que estava logo atrás de Eduard. Parecia que agora só tinham eles quatro na estação já que a funcionária da lanchonete havia acabado de se despedir.

Elas se levantaram e Kali fez o mesmo, percebendo que as mulheres tinham uma aparência diferente. Harpias. E eram das inteligentes. Não do tipo que limpava o Acampamento grego. A garota deixou a mochila no chão e partiu para cima da primeira delas, aquela que a havia interrompido. A criatura usou a asa para bloquear o golpe da semideusa e tentou bicar seu rosto, atingindo apenas o braço da garota ao que ele levantara o membro para proteger-se.

Xingou alto o suficiente para se fazer ser ouvida e deu uma rasteira na criatura que arranhou seu tronco. Kali esfaqueou-a no ombro e a criatura grunhiu alto, de forma aguda. Onde estava Eduard? Ela se distraiu por um segundo e foi o suficiente para ser empurrada e ter aquelas garras ao redor de seu pescoço.

Deu um soco no rosto da criatura, sentindo as garras começarem a perfurar sua carne. Um segundo soco atingiu o maxilar da harpia, fazendo-a ficar com a boca aberta e torta. Talvez Kali o tivesse deslocado.

Não via o que Eduard estava fazendo, não conseguira localiza-lo e estava tão entretida em não morrer de novo que começou a esfaquear o peito da criatura quando a pressão em seu pescoço começou a ser maior e o sangue, de fato, começou a sair. Foram duas, quatro, dez facadas em que a Harpia tentava se defender e arranhava Kali. Dez facadas até que ela se transformasse em pó e Kali acabasse sentada no chão com as pequenas mãos sobre o pescoço e a faca caída a seu lado.

O transtorno fora tamanho que ela sobressaltou-se ao ver a mão do rapaz estendida para si. A aceitou, segurando-a para se colocar de pé. Pegou um cachecol na mochila e enrolou ao redor do pescoço para cobrir os arranhões. Tinha sorte de não ter sido fundo o suficiente e nem estar no rumo correto. Ou teria morrido esgotada.

Percebeu o ônibus encostar na plataforma e embarcou com o garoto, tentando ignorar os olhares estranhos que eram lançados sobre os dois. Entregou as passagens para o motorista e pegaram dois bancos no fundo. Kali se sentou perto da janela e colocou a mochila no chão. Esperou que Eduard estivesse ao seu lado para se ajeitar perto do garoto. Era bom ter os braços dele ao redor do próprio corpo.

Ed. — sussurrou, olhando para o garoto. Mordeu o lábio levemente, tentando se decidir sobre o que falar ou como falar, e acariciou o rosto do menino. — Eu gosto de você. — sussurrou para o mesmo, esperando que ele entendesse ao mesmo tempo em que torcia para que ele não entendesse. Estava com vergonha de admitir aquilo em voz alta, mas era necessário. Por fim, depois de algum tempo, fechou os olhos e acabou pegando no sono.

O cheiro de Eduard invadia suas narinas e a acalmava. Não teve sonhos. No entanto, acordou pouco tempo depois com um estouro. Suas feridas pareciam na mesma, ainda que o sangramento parecesse quase inexistente, e ela buscou um cubinho de ambrósia na mochila, engolindo-o para evitar uma hemorragia.

O que aconteceu? — perguntou para o garoto ao se colocar de pé para tentar olha pela janela. As pessoas desciam do ônibus aos murmúrios e a garota, ainda sonolenta, não sabia muito bem o que de fato deveria fazer. Passou pelas pessoas com alguma pressa, cogitando o pior: era alguma criatura mitológica.

O pneu estava rasgado e ela soltou o ar pesadamente. — Porra. — xingou baixinho e voltou para dentro do ônibus, pegando a mochila no chão. — Vamos ter que sair. Se ficarmos parados, vamos atrair monstros. — disse calmamente, enquanto mostrava imagens na mente de Eduard. Saiu outra vez e se aproximou do motorista. — Quantos quilômetros ainda faltam até Montauk? — murmurou da forma mais educada que conseguiu. O homem rapidamente a respondeu e ela agradeceu, segurando no pulso de Eduard enquanto começavam a andar.

Estava, praticamente, o arrastando. Eles precisavam andar. Kali sabia que se ficassem ali, seriam pegos pelo que quer que fosse aquilo que estivesse por perto. Apesar das pernas curtas, a mentalista dava passos largos o suficiente para que a viagem fosse feita o mais rápido possível. Sabia que havia itens de proteção na casa de Aimée e que evitava que os monstros a encontrassem. Foi aí que uma caixa de correio voadora quase os atingiu.

Nam se jogou no chão e sacou a espada. Que porra era aquela? “Não xingue.”, repreendeu-se. Bem, mas o momento exigia um xingamento, não? Ela olhou a criatura que tinha cerca de dois metros. Para ela, uma diferença de, praticamente, quarenta centímetros, para Eduard, as coisas pareciam mais, digamos, justas. Maldito tamanho.

Achou que, talvez, fosse melhor ir pelas costas do ciclope. Eduard era um alvo maior e, possivelmente, mais chamativo pelo fato de ser um semideus. Enquanto ela, possivelmente, teria mais chances de atacar por trás. Além do que, ciclopes não eram muito inteligentes.  E Kali tinha força. Possivelmente, mais força do que Eduard.

Ouviu os sons de batalhas no ambiente ao redor e teletransportou-se para trás do monstro, estocando sua coxa com a lâmina afiada. Girou a espada e a removeu, sendo atingida por uma mãozada quando o monstro violentamente virou-se para repelir o ser insignificante que havia causado-lhe dor. E era óbvio que, com seu peso, Kali fora arremessada contra uma das árvores que estavam no acostamento.

Aquilo a deixou tonta. Mas não a impediu de se colocar de pé, usando do teletransporte outra vez. Porém, dessa vez, ela fora mais esperta e, aproveitando-se de sua vantagem, decapitou a criatura. Ela estava, agora, coberta de pó dourado, com uma dor de cabeça infernal e muito frio.

Vamos andando. — resmungou ao guardar a espada. Ela não conseguira ver muito da luta. Talvez, por não querer ver. Não queria ver Eduard ferido, havia sido desesperador o fato de que ele sofrera um enorme dano por ela no Tártaro. Pegou um outro cubinho de ambrósia, dessa vez, o entregou para Eduard antes de pegar um para si e o consumir rapidamente.

O motorista havia dito dez quilômetros. Eles estavam andando por cerca de vinte minutos quando aquela coisa apareceu. Deviam ter andando por uns dois ou três quilômetros. O que significava que estariam lá em quarenta ou cinquenta minutos. Era um tempo longo. Mas ela já andara por caminhadas maiores. Como quando precisara ir para o Acampamento Júpiter.

Então, Kali achou que, se Eduard havia lhe mostrado seus pais, ela talvez pudesse mostrar o seus. Diferente de Eduard, cujo os responsáveis não se pareciam em nada com ele, os pais de Kali haviam tido a perfeita mistura de ambos com ela. Mas não sabia como fazer isso. Será que deveria? Achou melhor não.

Apenas agarrou o braço de Eduard com as duas mãos, abraçando-o como se fosse um travesseiro, deixando a cabeça encostada ali enquanto andavam em silêncio e o frio tomava conta de cada pedacinho de pele exposta que a legado tinha. Começou a cantarolar uma das canções de ninar que sua mãe costumava cantar para si em uma tentativa de tornar as sombras menos assustadoras.

Quando tivesse chance, precisaria da ajuda de Ariel ou Psique. Ir para o Tártaro havia mexido consigo. Precisava voltar ao Templo. Mas não agora. Agora ela tinha que lidar com o fato de que estudaria com um monte de outras crianças perturbadas. Será que Eduard já havia terminado os estudos?

“Devemos fazer sua matrícula também?”, questionou o garoto com o caderno mental. “Acho que iremos lá na segunda.”

Então, um estranho fato lhe ocorreu: Eduard estaria ali legalmente? Será que ele tinha toda a documentação. Pensar naquilo fez sua cabeça doer novamente. Soltou o ar pesadamente ao avistar a placa de entrada e caminhou até um telefone público. Não aguentava mais andar e, podia apostar, Eduard também não. Discou o número da casa de Aimée. Ela demoraria menos de cinco minutos para buscá-lo e levá-los para casa. — Tia? — murmurou, rindo baixo ao ouvir a voz estridente do outro lado. Era sempre o mesmo papo “você não morreu” e  “finalmente apareceu”. — Eu estou na praça de entrada. Tem um amigo comigo… pode nos buscar?

Logo, sentou-se no banco ao lado do garoto e comprimiu os lábios levemente por conta do frio. Então, Kali viu o carro escuro se aproximar e abriu a porta, esperando que Eduard entrasse para fazer o mesmo.  Não houve questionamentos e, dois minutos depois, estavam dentro da casa de Aimée. Enfim, seguros.


Pack de XP:

Pack de XP [ Todo e qualquer XP ganho pelo personagem sofre um acréscimo de 30% durante os próximos sete dias (Valido até: 11/02/2019)]
Itens levados:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Tatuagem Azul [Uma pequena tatuagem azulada, com o desenho de um lírio, que pode deixar a pele do semideus, se transformando em uma espada de acordo com o desejo do seu portador. | O efeito da espada, quando ativado, faz com que o mentalista seja capaz de se comunicar mentalmente com qualquer forma de vida animal, podendo o controlar por até dois turnos. Sendo que animais de porte pequeno, como insetos, podem ser controlados em quantidade, ao contrário de animais grandes como coelhos, veados etc. Tal poder só poderá ser utilizado até duas vezes por missão, evento, pvp etc. | Ouro Imperial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Mentalistas de Psiquê.]
Tatuagem:

Tatuagem SPQR [Tatuagem de coloração negra feita na parte inferior do antebraço direito. Possui o desenho de um rosto parcialmente decomposto e uma foice cortando-o, seguido abaixo pelas letras SPQR, um risco para cada ano servindo a Legião e escrito 3ª Coorte. | Efeito: Uma vez por missão/evento, as estratégias do semideus se tornam mais eficazes do que normalmente e se torna impossível retirar a concentração do membro da 3ª Coorte. O efeito funciona durante três turnos após sua ativação, tendo 20% de eficácia.]
Poderes e Habilidades:

Melinoe:

Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Extração.
Descrição: Fantasmas dignos dos campos elísios eventualmente podem optar por reencarnar, entretanto, se por ventura, a prole de Melinoe possuir contato com tal fantasma e encontrar tal pessoa reencarnada, poderá identificar a alma do indivíduo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Informação
Descrição: A morte é uma passagem obrigatória para tornar-se um fantasma, de maneira que, a prole de Melinoe consegue identificar quando um indivíduo está perto da morte, assim como se um fantasma faleceu recentemente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em utilizar adagas, mesmo sem nunca ter tocado em uma, saberá o que fazer, podendo atacar com uma certa maestria, mesmo que ainda cometa erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade ao lidar com a arma
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nível 4
Nome do poder: Pericia com Escudos I
Descrição: O seu personagem ter certa facilidade em lidar com escudos, e acredite, isso é algo muito bom. Poucos semideuses se sentem atraídos por armas defensivas, é mais fácil atacar do que se defender, mas o peso extra dessa arma sempre lhe foi familiar, e você consegue maneja-la com certa perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade ao tentar se defender com um escudo.
Dano: + 5% de guarda (podendo proteger melhor o corpo), ao tentar defender-se com um escudo, o dano de impacto é 5% menor, ou seja, o poder reduzido de arma, ao se chocar-se com o escudo, é diminuído.

Nível 5
Nome do poder: Médium
Descrição: Os filhos de Melinoe podem ver fantasmas, mesmo quando estes estão tentando se esconder, ou ficar invisíveis, esses não escapam dos olhos da prole da deusa dos fantasmas. Isso também permite a eles que conversem e se comuniquem com fantasmas com certa facilidade, podendo entende-los, e conseguir que falem com eles.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através de fantasmas.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Agilidade I
Descrição: São naturalmente mais ágeis do que boa parte dos campistas, e sua flexibilidade é impressionante, o que permite que eles consigam se esquivar mais facilmente, passar por buracos de um jeito que outros não conseguem, se soltar de cordas, e escapar de armadilhas com mais facilidade. Também permite que sejam esquivos, e em batalha, mais rápidos que outros campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de velocidade, agilidade, e flexibilidade.
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Passagem livre
Descrição: Melinoe é filha do rei e da rainha do submundo, ou seja, de Hades e Perséfone, portanto, os filhos dessa, ganham passagem livre no reino de seus avós, não sendo atacados nele. Os fantasmas lhe respeitam, bem como as criaturas que ali habitam, contudo, isso não acontece na parte mais profunda desse reino, apenas nos domínios de Hades. O tártaro, e o elísio, não se enquadram aqui, sendo proibidos às proles, por questão de segurança.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem ir e voltar do reino dos mortos sem nenhum problema.
Dano: Nenhum.

Nível 9
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Melinoe não tem problema quando se trata da escuridão, e sua visão fica ainda mais apurada durante a noite. Não serão afetados pela escuridão e enxergarão perfeitamente bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar normalmente no escuro, tão bem quanto no claro. Contudo, escuridão magica ainda poderá afeta-lo.
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Toque dos Mortos I
Descrição: Você pode tocar um espirito em campo, ou fantasma – desde que esse não tenha sido convocado por você – e sugar tal energia para dentro do seu corpo, fazendo com que suas feridas se fechem, e parte de sua energia seja restaurada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 10 MP e 10 HP
Dano: Nenhum

Nível 13
Nome do poder: Aura Fantasma I
Descrição: Com o cair da noite, o filho de Melinoe consegue estabelecer uma espécie de ligação entre seu corpo e o mundo inferior. Isso faz com que se sinta mais forte, mais rápido, fazendo com que sua capacidade de luta em campo, se amplifique.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força e velocidade durante a noite.
Dano: +5% de dano em golpes e poderes ativos.

Nível 15
Nome do poder: Visão Nebulosa
Descrição: O semideus não é afetado por nevoa ou neblina, tanto a normal, quanto a mágica, cemitérios geralmente são cobertos por esse tipo de nevoa, e os fantasmas vivem envolto delas, portanto, a visão da prole de Melinoe não é afetada por ela. Poderá enxergar normalmente, mesmo num campo coberto de neblina magica, ou normal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será afetado por nevoa ou neblina, nem a normal nem a mágica.
Dano: Nenhum
Ativos:

Nível 2
Nome do poder: Memorias I
Descrição: Os filhos de Melinoe são capazes de compartilhar suas lembranças através da mente, eles criam uma espécie de empatia com quem desejam, e passam as imagens para a pessoa, como se fossem dela, compartilhando o que lhe pertence, passando conhecimento e imagens.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.
Leto:

Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Perícia com Foices I
Descrição: Sendo a foice o instrumento característico da morte, os filhos desta possuem maior facilidade a aptidão no manuseio da arma em questão. O objeto em suas mãos é manobrado de maneira mais fácil e precisa, tanto ofensiva quanto defensivamente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% de assertividade no uso da foice.
Dano: +10% de dano ao ser acertado pela foice de um filho de Thanatos/Leto.

Nome do poder: Aparência da Morte
Descrição: A prole da morte tende a ter a pele muito clara, semelhante a um corpo gelado, além disso sua pele é extremamente fria, exatamente como a de um morto.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Silenciosos
Descrição: Assim como a morte nem sempre anuncia sua chegada, os membros desse grupo podem escolher abafar seus sons. Podendo assim passarem despercebidos, ou então não denunciar sua aproximação.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 50% de chance de não ser notado.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Visão Noturna I
Descrição: Acostumados com a escuridão, os filhos de Thanatos/Leto possuem facilidade em enxergar em meio a esta. Entretanto, nesse nível, sua visão alcança até 20 metros à sua frente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Cura Sombria I
Descrição: Ao entrar em contato com as sombras (é necessário um ambiente escuro, como um quarto durante a noite etc) automaticamente os filhos de Thanatos/Leto sentem-se melhor, passando a ter o corpo curado. Porém, em tal nível é impossível curar ferimentos grandes ou cortes profundos. É necessário ressaltas que sombras criadas pelo próprio semideus não irão curá-lo. Só pode ser usada a cada 3 turnos;
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Recupera 20 de HP e MP.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Beleza Estonteante
Descrição: Os filhos da morte possuem uma beleza diferente da comum. Não apelam para a vulgaridade ou atração sexual, são belos de maneira angelical e quase divina. Dessa forma, conseguem distrair outras pessoas apenas por estarem em algum lugar, servindo de distração ou apenas para ajudar em algo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 4
Nome do poder: Memória Eidética I
Descrição: Assim como a morte possui uma memória perfeita para se lembrar de todos que passaram por suas mãos, seus filhos passam a ter a capacidade de lembrar de quase tudo. Isso lhes dá uma maior capacidade de investigação e perseguição, por se lembrarem das informações de seus alvos e afins.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Besta Noturna I
Descrição: Basta a noite chegar para que os filhos de Thanatos/Leto tenham seus sentidos mais aguçados. Afinal, a morte, apesar de não ter hora para chegar, é mais comumente associada à noite, o que explica também sua afinidade com o escuro e as sombras.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 10% em todos os cinco sentidos durante a noite.
Dano: Nenhum.

Nível 6
Nome do poder: Aura da Morte I
Descrição: Muitos temem os filhos de Thanatos/Leto por naturalmente exalaram uma aura de morte que causa arrepios nos oponentes, os fazendo hesitar antes de atacar.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Faz seus oponentes perderem uma ação de turno para se encorajarem antes de qualquer coisa.
Dano: Nenhum.
Extra: Só pode ser usado uma vez por tópico/missão

Nível 7
Nome do poder: Sangue Azul I
Descrição: Filhos de Thanatos/Leto não têm o sangue vermelho, mas sim azul, representando o gelo em seu interno. Isso lhes permite serem mais resistentes à ambientes frios e não sofrerem penalidade por isso.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 10% em resistência contra ataques de gelo ou penalidades por frio;
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 8
Nome do poder: Filho do Servo de Hades I
Descrição: Os filhos da morte possuem certa autoridade nos domínios do submundo. Entretanto, nesse nível, só detêm respeito com seres e almas fracas e pequenas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 9
Nome do poder: Neutralidade Declarada
Descrição: Assim como seu pai, a prole em questão tende na maioria das vezes a se manter neutra em conflitos gerais. Dessa forma, tendem a não se envolver tomando lados, a menos que tenham uma motivação realmente boa.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Não são facilmente persuadidos por habilidades de lábia e derivados.
Dano: Nenhum.

Nível 10
Nome do poder: Visualizar Fantasmas
Descrição: Filhos de Thanatos/Leto conseguem visualizar almas penadas que vagam pelo mundo dos vivos, sendo capazes de se comunicarem com elas. Eles são capazes também de entender o que sentem, podendo ajudá-las a seguirem seu caminho e partirem dessa para uma melhor (ou média... ou pior, sabe-se lá o que ela aprontou em vida)
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 11
Nome do poder: Cheiro de Morte I
Descrição: Os filhos de Thanatos/Leto conseguem saber quando alguém morreu recentemente (até 1 hora), numa espécie de intuição que aponta para o local. Esse morto deve estar por perto (até 5km pra cada direção).
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Morte Intuitiva I
Descrição: Os semideuses que têm acesso a essa lista são capazes de sentir quando alguém próximo (em distância) a eles está para morrer. Assim, o narrador tem sempre de informá-los de que uma pessoa, ou mais, está se aproximando da morte.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Quando o HP de alguém chega a 30% ou menos do total, ele fica sabendo.
Dano: Nenhum.
Extra: Esse poder não tem limite de uso, mas tem 1km de alcance.

Nível 13
Nome do poder: O Sabor da Morte I
Descrição: Quando os filhos da morte estão próximos da mesma, se sentem mais fortes pela afinidade e adrenalina aumentada. Dessa forma, quanto menos vida tiverem, mais fortes serão.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Para cada 100 HP que perderem, seus poderes ativos darão mais dano (5%);
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 14
Nome do poder: Cura Sombria II
Descrição: Ao entrar em contato com as sombras (é necessário um ambiente escuro, como um quarto durante a noite etc) automaticamente os filhos de Thanatos/Leto sentem-se melhor, passando ter o corpo curado. Porém em tal nível é impossível curar ferimentos grandes ou cortes profundos. É necessário ressaltas que sombras criadas pelo próprio semideus não irão cura-lo. Só pode ser usada a cada 3 turnos;
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Recupera 40 de HP e MP.
Dano: Nenhum.
Ativos:

Mentalista:

Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Capacidade cerebral aumentada
Descrição:  Ao se tornar um Mentalista, o semideus potencializa a capacidade cerebral. Suas sinapses são mais eficientes e sistema nervoso funciona melhor do que qualquer outro semideus ou ser vivo. Isso permite que o Mentalista use de sua mente como sua principal arma, sem enlouquecer ou sofrer danos cerebrais durante o uso das habilidades.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Memória Fotográfica
Descrição: Os mentalistas possuem uma memória perfeita. Ao se depararem com um estímulo, ele irá lembrar futuramente, mesmo depois de um longo tempo. A memória aqui não se prende apenas ao visual, envolve também os outros sentidos do corpo. Senso assim, poderá lembrar de um som, de um cheiro, de um gosto em específico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Detector de Mentiras I
Descrição: O mentalista é capaz de perceber quando alguém está mentindo, sentindo uma sutil pontada na cabeça. Neste nível, ele irá detectar a mentira apenas se ela for direcionada para si.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: caso continuem contando a mentira repetidamente, poderá gerar dor de cabeça no mentalista.

Nível 4
Nome do poder: Corpo equilibrado I
Descrição: O seguidor de Psiquê tem tanto mente quanto corpo alinhados. Isso acaba por potencializar o equilíbrio corporal. Nesse nível o mentalista ainda começa a aprender noções de seu corpo, tendo um ótimo equilíbrio que um humano treinado teria.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de equilíbrio
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Inteligência Múltipla – Lógica.
Descrição: O cérebro possui múltiplas inteligências que os seres humanos desenvolvem com treinos ou a desenvolvem naturalmente. O mentalista agora possui a inteligência lógica apurada, tendo o seu “Centro de Broca” mais ativo no momento. Essa é a inteligência empregada para resolver problemas lógicos e matemáticos. É a capacidade para utilizar o raciocínio dedutivo e de calcular corretamente. É a inteligência que costumam ter os cientistas, matemáticos, engenheiros e aqueles que utilizam cálculos e deduções (trabalham com conceitos abstratos, elaboram experimentos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Suas estratégias ganham mais credibilidade; +20% de assertividade em arremesso de itens, graças aos cálculos realizados
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Hipnose I
Descrição: A hipnose é a arte da sugestão, a capacidade de induzir alguém a obedecer aos comandos do hipnotizador. Nesse nível, o mentalista consegue hipnotizar apenas uma pessoa por vez, sendo necessário o foco da vítima em sua voz. É necessária uma indução prévia, como uma introdução que deixa a mente da vítima mais suscetível aos comandos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 25% de chances de hipnotizar no primeiro turno.
Dano: Nenhum
Extra: A vítima permanece hipnotizada apenas por dois turnos. A hipnose pode ser quebrada caso um estímulo externo interfira.

Nível 7
Nome do poder: Meditação I
Descrição: A meditação acalma o espírito e o expande, assim como conecta o corpo com a natureza ao seu redor. Ao sacrificar turnos em prol da meditação, o mentalista consegue reunir mais força interna e espiritual, melhorando assim seu desempenho em batalha.
Gasto de Mp: nenhum
Gasto de HP: nenhum
Bônus: +15% em força, agilidade e velocidade.
Dano: Nenhum
Extra: Obrigatoriamente é necessário sacrificar um tempo para meditar e esse tempo é equivalente a quantidade de tempo que a meditação foi realizada. Ou seja, ao meditar por 1 turno, o poder da meditação irá durar os 2 turnos seguintes. Ao meditar 2 turnos, o poder reunido irá durar 4 turnos... E assim por diante.

Nível 8
Nome do poder: Mediunidade
Descrição: Psiquê é a deusa das almas, seus seguidores nesse nível conseguem ver as almas que vagam por esse mundo sem estarem ligadas a um corpo. Não são apenas almas de pessoas mortas, apesar delas estarem inclusas. Podem ver almas de pessoas que estão em comas ou de alguma forma separadas de seu corpo original.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Leitura empática
Descrição: a empatia é a capacidade de sentir e/ou perceber o que os outros estão sentindo no momento. Nesse nível, os mentalistas conseguem interpretar as emoções dos outros seres vivos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Blindagem Psíquica
Descrição: A mente dos seguidores de Psiquê é sua principal benção. Assim, eles se tornam imunes contra poderes mentais que visam ler, alterar ou subjugar a sua mente ou danificar o cérebro. Apenas seres com 10 níveis a mais de diferença conseguem provocar efeitos em um mentalista.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de HP: nenhum
Bônus: 90% de defesa contra poderes mentais de todos os tipos.
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Detectar Presenças
Descrição: O seguidor da deusa Psiquê pode notar presenças escondidas dentro do ambiente em que se encontra, mesmo que elas estejam camufladas ou invisíveis. É uma sensação forte de que a algo a mais ali. Caso concentre-se um pouco mais, poderá sentir a origem da presença.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de HP: nenhum
Bônus: 75% de chance de encontrar coisas invisíveis e camufladas. Caso o item tenha sido encantado por alguém mais forte ou o semideus "escondido" seja alguém mais forte, não conseguirá encontrar a presença, apesar de saber que ele ou o item está ali.
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Perícia com Lâminas Pequenas II
Descrição: Com certo treinamento, o mentalista aprendeu a manejar sua arma um pouco melhor, ele sempre teve facilidade com ela. Seus erros são menores, e além de atacar, agora consegue se defender.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de assertividade ao lidar com a arma
Dano: +15% de dano se a arma do semideus acertar o oponente

Nível 13
Nome do poder: Detector de Mentiras II
Descrição: O mentalista é capaz de perceber quando alguém está mentindo, sentindo uma sutil pontada na cabeça. Neste nível, ele irá detectar a mentira mesmo que esta esteja sendo contada para outra pessoa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: caso continuem contando a mentira repetidamente, poderá gerar dor de cabeça no mentalista.

Nível 15
Nome do poder: Inteligência Múltipla – Espacial
Descrição: O cérebro possui múltiplas inteligências que os seres humanos desenvolvem com treinos ou a desenvolvem naturalmente. O mentalista agora possui a inteligência espacial apurada, tendo o hemisfério direito mais ativo no momento. É a habilidade para pensar em três dimensões. Uma capacidade que nos possibilita perceber imagens externas, internas, transformá-las ou modificá-las e produzir ou decodificar informações gráficas. Pilotos, escultores, pintores, marinheiros e arquitetos são exemplos claros. Pessoas que gostam de elaborar mapas, quadros, desenhos, esquemas, plantas de casas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de HP: nenhum
Bônus: Ganha uma visão espacial, podendo ter noções de tamanho, profundidade e densidade de prédios e ambientes urbanos. Sabe ler qualquer tipo de mapa.
Dano: Nenhum

Nível 16
Nome do poder: Hipnose II
Descrição: A habilidade de hipnotizar do mentalista avançou um pouco. Com mais experiência na arte da sugestão, o mentalista agora possui uma oratória quase perfeita para induzir alguém a obedecer seus comandos. A introdução passa a ser menos necessária, levando menos tempo para que a vítima seja hipnotizada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 50% de chances de hipnotizar no primeiro turno.
Dano: Nenhum
Extra: A vítima permanece hipnotizada apenas por três turnos. A hipnose pode ser quebrada caso um estímulo externo interfira.

Nível 18
Nome do poder: Leitura de personalidade
Descrição: é a capacidade de interpretar a personalidade de outras pessoas, sabendo reconhecer as características mais fortes dos outros passando apenas um tempo mínimo com eles.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Necessário pelo menos dois turnos de interação ou observação da pessoa para poder definir parte de sua personalidade.

Nível 20
Nome do poder:  Tecnopatia
Descrição: A capacidade apurada de compreender os sistemas tecnológicos, assim como manipulá-los. Essa habilidade é diretamente ligada ao poder ativo chamado transdução.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 80% de conseguir hackear algum sistema.
Dano: Nenhum
Ativos:

Nível 1
Nome do poder: Telepatia I
Descrição: A telepatia permite ao seguidor de Psiquê ler pensamentos alheios ou comunicar-se mentalmente com alguém. Nesse nível, é possível fazer apenas leituras de pensamentos de até duas pessoas. É necessário manter o foco nessas duas pessoas, estando em uma distância máxima de 50m da pessoa. O contato visual da(s) pessoa(s) ajuda a conectar-se com a mente dela mais rapidamente. A comunicação ainda não é muito boa, mas é possível enviar pequenas mensagens.
Gasto de MP: 5 por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A telepatia é uma habilidade que permite apenas a leitura e comunicação mental, não há nenhum controle ou influência mental.

Nível 9
Nome do poder: Teletransporte I
Descrição: É a capacidade de ignorar o espaço e o tempo entre um ponto e outro, locomovendo-se de um lugar para o outro em um tempo de segundos. Inicialmente o mentalista consegue teletransportar-se em uma distância de 5 metros. É extremamente perigoso usar do teleporte sem saber para onde está indo, pois pode acabar ficando preso em objetos sólidos como paredes e morrer instantaneamente. O tempo de teletransporte pode durar de 5 a 10 segundos, ou seja, o tempo em que você desaparece no ponto inicial e reaparece no ponto final.
Gasto de Mp: 15 por teleporte
Gasto de Hp: 5
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Ao usar o teleporte, o mentalista deixa um pequeno rastro azul em seu ponto inicial.


 
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Kali Nam
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mentalistas de psique
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( Le Petite Mort — The Story Of Kali Empty Re: ( Le Petite Mort — The Story Of Kali

Mensagem por Eduard Löhnhoff Einloft em Dom Fev 10, 2019 5:48 pm

S i n g  u l a r i t y
O Acampamento Meio-Sangue possuía uma dinâmica que era desconhecida para Eduard, que contentava-se com o pouco de inglês que era capaz de compreender e as informações que lhe traduziam eventualmente, de modo que foi uma surpresa compreender que deveriam retornar para suas casas naquele período e seguir suas vidas como adolescentes normais – ter um ano letivo, brigar com monstros, ser expulso... –. Em teoria.

Ele já havia percebido que nunca nevava ou chovia dentro do perímetro do Acampamento. Havia sempre sol e semideuses que pareciam prontos para o combate, treinando em diversas modalidades ou apenas rindo pelos cantos. Era como se aquele lugar existisse dentro de uma realidade a parte do mundo, onde os problemas reais não chegariam e onde o tempo sempre era bom. Mas a perfeição não existe. E ele viu em primeira mão os horrores de uma guerra sobrenatural e como o tártaro era moldado em dor e sofrimento e Eduard sequer compreendia contra o que estavam lutando. Ele também esqueceu de perguntar, afinal.

Mas a ideia que ficou na mente do rapaz era de que, por mais que pudessem ter momentos de paz e onde o sol era sempre brilhante, a vida fora dos Acampamentos precisava ser vivida.

Com o passar dos dias o volume de semideuses passou a diminuir e, apesar da compreensão recente, Eduard permanecia confuso sobre o rumo que deveria tomar, se é que havia um qual ele queria tomar. Os meses que havia passado ali foram ausentes de preocupações externas sobre como estaria sua família na Rússia, escola e o irmão. A angústia que sentia antes de chegar ao Acampamento estava esquecida em algum ponto distante da sua mente e a ideia de retornar para o frio da Rússia lhe era agridoce. Por um lado amava o lugar onde havia nascido, as pessoas, os costumes, seus amigos e família. Mas por outro, sentia como se faltasse felicidade e emoções genuínas. Seus amigos não eram amigos de verdade e sua família era distante por conta de trabalho e fama.

Ele poderia apostar que sua fuga – que poderia ser confundida com sequestro – sequer foi anunciada para o público, sua família tendia a manter tudo em sigilo, até mesmo o sumiço do filho. Aquela era a vida de pessoas ricas e que não conseguiam lidar com o público que os acompanhavam.

Em algum momento Eduard se viu sentado com Kali – a garota pequena, de mãos fofas e que havia o beijado há algumas noites e que Eduard não conseguia passar três segundos sem pensar em beijá-la novamente, mas não o fazia por ser um patetão – enquanto a semideusa tentar explicar alguma coisa sobre ir embora. Ela estava se esforçando para traduzir as coisas que estava falando e, em teoria, ele seria capaz de compreender melhor as informações que ela estava falando, caso não estivesse mais preocupado olhando a forma como os lábios dela se moviam e como seus olhos eram lindos. Honestamente Eduard era um homem patético.

Mas a conversa parecia evoluir mesmo que ele estivesse terrivelmente distraído. O que poderia fazer se a asiática era incrível?! E definitivamente tinha o beijado – por vontade própria, sem nenhuma aposta ou brincadeira envolvidas –. Ele honestamente nunca iria compreender o que uma moça como ela havia visto algo de especial nele. Mas Eduard não estava reclamando, na realidade ele estava bastante feliz pelas escolhas de Kali. Se esforçando para prestar atenção no que ela tentava lhe dizer, compreendendo o convite feito e apontando para um dicionário que ela segurava. Não queria que ela fosse a única a fazer esforços ali. Assim que ela lhe entregou o objeto, ele franziu o cenho, consciente que formar frases era mais complicado do que estava esperado, reduzindo a quantidade de coisas que iria falar drasticamente.

– Posso ir, se não for… atrapalhar. – Ele tentou falar em inglês, ignorando o fato que seu sotaque era pesado e talvez Kali não o compreendesse bem.

Felizmente ela foi capaz de lhe compreender, lhe dando um beijo na bochecha – e Eduard honestamente poderia ter entrado em combustão – lhe passando as informações necessárias. Eles precisariam de roupas de frio e era o ele mais tinha, além disso talvez ele passasse mais tempo na casa da tia de Kali do que era previsto, então ele poderia levar todas as suas coisas e ver o que faria após a o mês com Kali – que soava maravilhoso, principalmente agora que ele estava convencido que o beijo não havia sido uma alucinação da sua mente sonolenta e que Kali realmente queria algo com ele –.

Ainda com o dicionário, ele tentou pronunciar uma frase novamente: – Quando tempo vamos ficar? – Ele questionou para confirmar, ainda considerando se levaria todos seus pertences ou não.

E, assim que Kali respondeu a sentença que, ele honestamente não prestou atenção. Eduard a puxou para o próprio colo, selando os lábios em um beijo desajeitado. Tentando muito não pensar se estava fazendo algo idiota, afinal sua habilidade com beijos era bastante recente e ele nunca seria capaz de se concentrar totalmente com Kali no mesmo ambiente, quiçá a beijando. Infelizmente o beijo durou menos tempo que ele previa e a sua provável futura namorada se afastou, parecendo olhar em volta. Naquele momento Eduard ficou feliz pela sua constante cara de poker e habilidade de nunca demonstrar vergonha, segurando a mão de Kali mesmo quando ela se afastou. Assentindo em relação a sentença pronunciada por ela. Se levantando e beijando a testa dela antes de ir buscar suas coisas e vestir uma roupa de frio.

Obviamente foi impossível para ele não sorrir minimamente enquanto caminhavam para o chalé de Melinoe.

As poucas roupas que havia conseguido ao chegar ao acampamento – basicamente blusas laranjas – foram colocadas na mochila junto aos pertences que havia levado consigo desde que escapou da Rússia. Ele não acreditava que estivesse frio fora do meio-sangue, costumavam brincar sobre os invernos fora da Rússia e ele sabia que não deveriam ser tão rigorosos quanto os enfrentados na sua cidade natal, mesmo assim ele colocou um casaco e arrumou as armas no proprio corpo. Seguindo Kali para fora.

Eduard ainda olhou para as construções em formatos estranhos – seguindo padrões de chalés, mas com decorações incomuns – e para a casa grande, que de onde via era apenas uma casinha pequena e fofa. Ele ainda voltaria.

Avançar para fora não foi nada especial, assim como não era nada especial entrar. Mas o calor e a quentura típica do verão desapareceram, dando lugar a um vento gélido e a aparência comum do outono. Dizer que ele não estava impressionado seria uma tremenda mentira. O cenário era de árvores e definitivamente agradável sem todo o calor e abafamento do verão ou semideuses correndo de um lado para o outro.

E como ele já esperava Kali não ficaria calada pelo tempo em que passariam caminhando. A pequena mentalista mostrou uma imagem mental para Eduard, onde ele poderia respondê-la da mesma forma. A barreira linguística poderia ser ultrapassada caso todo mundo pudesse ter a habilidade de entrar na mente de alguém. E ao passo que ele compreendeu o que era questionado, ele projetou na mente dele uma imagem do seus pais adotivos. Os Einloft eram altos, mas não tanto quanto o próprio Eduard, suas figuras quase sempre estavam cobertos de trajes finos e seus gestos eram tão polidos e respeitosos que havia muito que os ligava, exceto pela aparência. Seus pais eram caucasianos, ainda que sua mãe possuísse cabelos escuros e olhos negros era óbvio que ele não era uma criança biológica.

A própria fisionomia do filho de Melinoe era distinta. Seus traços eram asiáticos, construído como todo adolescente de idade similar e mesma etnia, ainda era alto e um pouco magro demais, como se seu peso não conseguisse acompanhar seu crescimento, mas não era isso que poderia chamar a atenção. Seus olhos eram verdes, como se seus genes dominantes pudessem ter entrado em colapso e determinados aspectos de suas feições poderiam não ser o comum para asiáticos, ainda que não impossível. Tornava impossível determinar, de algum modo, as origens dele completamente. Afinal agora sabia quem era sua mãe, mas e seu pai?! Eram respostas que ele ainda não possuía.

E foi apenas isso que ele mostrou para Kali, a aparência de seus pais de criação, sem entender a profundidade da pergunta como um todo ou simplesmente escolhendo o caminho menos complicado. Talvez pela riqueza de detalhes em suas memórias dos dois ela pudesse ver o distanciamento e frieza comum em famílias como a dele, mas ao mesmo tempo havia algum carinho presente, mas nenhum dos três nunca soube como demonstrar.

De qualquer modo ela não insistiu e passou para o próximo assunto. Eduard gostava como as coisas funcionavam, sem qualquer pressão pela sua notável falta de habilidades sociais, porém ele era um homem de ações e isso exigia certo apreço. E a medida que sua mente se enchia com as palavras de Kali ele passou a franzir o cenho, buscando compreender ao certo a informação recebida. Ela tinha morrido?! Mas estava viva e bem ao seu lado, lhe contando como se não fosse nada. Muitas das palavras que ela lhe disse não fizeram sentido para ele, afinal Eduard sempre foi péssimo na escola e mitologia era um assunto pouco abordado.

Mas não teria feito diferença caso ele soubesse exatamente sobre tudo o que estava sendo informado: ainda estaria surpreso demais com o fato de Kali ter morrido e, obviamente, voltado a vida. Ele projetou imagens quase infantis de interrogações para Kali, obviamente sem entender como existia a possibilidade e questionando também se ela estava bem. Lembrando também que o sangue dela, de alguma forma sobrenatural, era azulado. Mas… parando para pensar nada daquela situação era normal. Primeiro que eram semideuses, podiam ver monstros e Deuses eram reais. Então tudo poderia ser possível, não é?!

Ele mostrou a própria resolução para Kali, sentindo-se particularmente inteligente ainda que soasse como um grande idiota.

E, pelo resto do caminho, os dois permaneceram em um silêncio confortável enquanto atravessavam a estrada pavimentada. Poucos carros passavam pelo lugar e o único som proveniente vinha de animais que existia nas árvores que ladeavam a estrada. A mão de Kali contra a dele sendo suficiente para que seu peito disparasse em batidas errôneas em momentos aleatórios. Mulheres eram criaturas abençoadas pelos Deuses. Ele tinha provas.

Pelo bem cardiologico de Eduard a estação não estava tão longe e Kali não teve dificuldade em comprar duas passagens, fazendo com que ele percebesse que não havia dólares consigo. Essa preocupação monetária esteve presente apenas quando ele comprou a passagem de ida para os estados unidos, mas agora que estava ali… Seu dinheiro resumia-se apenas a dracmas e cartões de débito e crédito que não eram internacionais. Talvez ele conseguisse fazer compras na internet… de qualquer modo os dois acabaram se sentado após Kali informar que horas o onibus iria sair, o que dava algum tempo para os dois fazerem o que bem entendiam. Talvez por isso que ambos passaram a se beijar – ele definitivamente não estava reclamando –.

Suas mãos automaticamente segurando Kali pela cintura, usando pouco do seu controle para não puxá-la para mais perto. Infelizmente, não demorou para que alguém aparecesse os interrompesse. A pequena mentalista pareceu se desculpar e levantou-se, fazendo com que Eduard a seguisse ainda sem reparar nas mulheres que pareciam olhá-los de forma repreensiva.

Kali comprou comida para os dois e ele a devorou da mesma forma que sempre devorava todo e qualquer alimento que aparecesse em sua frente, mas a garota parecia ainda ter o cérebro trabalhando a todo vapor e, sua teoria só se comprovou, quando ela escreveu no guardanapo suas suspeitas. Ele pensou em dizer-lhe que era besteira. Mas sabia que não adiantaria porque, possivelmente, ela tinha razão.

Tinha quase certeza de que, se seguisse os olhos da garota, ela estaria olhando para as pessoas ao redor. Ficaram sentados ali na frente da lanchonete, em um silêncio confortável enquanto as horas passavam. Pareciam não ter problemas em ficar ali já que ambos tinham pouquíssimas habilidades de socializar por vias de uma conversa comum. Porém, tão logo a funcionária simpática se despediu, ele viu Kali se levantar e passar por ele.

Fez o mesmo, pegando a espada ao voltar-se para uma das idosas estranhas, mas foi surpreendido com um arranhão na bochecha. Recuou de forma trôpega, atingindo o abdômen da criatura com a espada. Girou a lâmina para aumentar o dano e viu-a se afastar com um grito. Então, tentou avançar, mas a Harpia se esquivou e ele quase caiu no chão ao tropeçar no próprio pé. Virou-se, escapando por pouco de ser atingido na cabeça por um porta-guardanapos. Aquilo era sério?

Eduard acertou a parte chata da espada na cabeça da criatura, não podia ouvir ou ver Kali porque havia se esgueirado para o fundo da estação. Por fim, a criatura arranhou seu braço, apenas rasgando o casaco e, ele se aproveitou da deixa para enterrar a espada em seu corpo e força-la para baixo, vendo-a desaparecer em pó quando a lâmina rasgou todo seu corpo.

Saiu em busca de Kali e a encontrou sentada no chão com sangue descendo de seu pescoço e uma expressão assustada. Olhou para a menina e estendeu-lhe a mão para que ela saísse daquele transe, vendo-a se colocar de pé. O que será que estava acontecendo? Aquilo era estranho. Mas não hesitou em segui-la para dentro do ônibus.

Havia limpado o rosto para que não ficasse tão esquisito, mas poderia apostar que – se as pessoas vissem tão bem no escuro quanto eles – certamente pensariam que eles estavam brigando entre si. O que seria praticamente impossível já que nem mesmo haviam motivos para discordar até o momento.

Sentaram-se no fundo e ele deixou que Kali ficasse próxima da janela. Ela era muito bonita, o cabelo escuro, o rosto delicado. Poderia mesmo beijá-la outra vez. Poderia beijá-la para sempre. Deixou-a se aninhar em seus braços assim que a abraçou por tê-la perto. Era diferente e muito natural a forma com a qual ficavam próximos.

Ouvi-la causou alguma surpresa, mas não disse nada. Como dito anteriormente, não era um homem de palavras e sim de ações. Então, apenas deixou um beijo no topo da cabeça da garota. Ela parecia cansada e não seria ele a lhe impedir de dormir, ainda mais se considerasse o fato de que ela estava com o pescoço machucado. O que o deixava preocupado.

Não saberia dizer quanto tempo ficaram ali até que ouvisse o barulho e estouro do pneu. Mas Kali acordou sobressaltada e Eduard também havia se assustado com aquilo, embora não demonstrasse. Olhando em volta e vendo que várias pessoas também se levantavam confusas ou assustadas. Ele também se levantou, movendo a janela fechada para que pudesse olhar fora do transporte, vendo um filete de fumaça que provinha do fundo do ônibus e um segundo funcionário – além do motorista – de pé na estrada parecendo avaliar os estragos. E foi essa imagem que ele transmitiu para Kali quando a adolescente questionou o que estava ocorrendo.

Assentindo em relação às palavras que ele pronunciou em sequência. Poucas das coisas que havia aprendido no Acampamento – pela barreira linguística e não falta de interesse – era que seu cheiro era atrativo para monstros e se tornava mais forte com a consciência de que ele era um semideus. O mesmo era válido para Kali. Logo o raciocínio dela de que poderiam atrair monstros era lógico e ele de viu pegando a própria mochila e a de Kali – afinal ela estava machucada – enquanto andavam para longe do aglomerado de passageiros após a legado questionar alguma coisa incompreensível ao motorista. Obviamente seu inglês continuava indo de mal a pior, porém não era essa a preocupação que estava na mente de Eduard naquele momento.

A mão de Kali ao redor do seu pulso e a forma apressada com que ela caminhava forneciam indícios de que ela estava preocupada, com medo de que fossem atacados. No final das contas ele também estava, mas aqueles gestos enchiam seu coração de sentimentos que eram bastante agradáveis e honestamente ele tinha vontade de pegar ela e sair correndo, para protegê-la dos monstros e das pessoas. Mas o gesto poderiam não ser muito bem aceito socialmente e ele apenas… se contentava em olhar para Kali.

E ele obviamente pretendia ficar olhando para ela se um ciclope não tivesse surgido do nada, fazendo uma entrada triunfal usando uma caixa de correio – rest in peace – para arremessá-la nos dois. O sujeito tinha estilo. Ele não precisou nem de um segundo para retirar a espada de onde estava guardada, próxima ao quadril – como um daqueles meninos que portam armas de fogo nos filmes, mas aquela era uma arma branca –. O ciclope não prestou atenção em Kali e partiu para cima de Eduard, em um ataque direto e que expunha os pontos fracos dele. Ok, de onde tinha surgido aquela análise?!

De qualquer modo ele conseguiu esquivar, deixando um corte no peito do monstro, que murmurava coisas desconhecidas e novamente avançava, abrindo os braços como se aquilo fosse impedir Eduard de escapar. Mas acontece que ele não era tão burro assim. Já que assim que o semideus abaixou o ciclope lhe acertou uma joelhada no estômago, deixando o Einloft completamente sem ar, mas não inválido. Revidando o ataque com uma cabeçada nas partes íntimas do ciclope, a lâmina atingindo possivelmente a coxa do monstro.

Naquele momento Kali resolveu agir, atingindo a criatura na outra coxa e sendo rebatida para longe. De imediato ele queria conferir se ela estava bem, mas se o fizesse poderiam acabar ambos machucados, então ele confiou que Kali estaria bem. Seus olhos capturaram uma substância que existia em todos os seres vivos, até plantas e monstros. Mesmo que ele soubesse que... não haviam alma, eram como espíritos com manifestações corpóreas. E o monstro possuía ectoplasma ao seu redor. O que poderia acontecer se aquilo simplesmente vazasse? Eduard poderia sentir a substância se agitando, como se estivesse em suas mãos e se esforçou para que vazasse, saindo da criatura. Não percebendo que a própria guarda estava aberta e exposta, sendo atingido pela criatura e recebendo um soco no braço que poderia ter partido seu osso.

Mas o monstro parecia ter travado no lugar, dando um brecha para que Kali finalizasse a luta de vez. Transformando a criatura em um pó dourado e ele respirou aliviado, conferindo que ela estava bem e sentindo o braço doer de forma anormal, obviamente indicando que ele havia no mínimo fraturado. Aceitando o cubo de ambrósia de Kali e seguindo caminhando com ela. Seu braço doía, porém ele não disse nada, suas expressões demonstrando em partes a dor que sentia. Caminhando pelo resto do caminho até Kali ir até um telefone público, aparentemente chamando a tia. Infelizmente ele não conseguia prestar muita atenção pela dor que sentia no meio do braço.

Pack de XP:
Pack de XP [ Todo e qualquer XP ganho pelo personagem sofre um acréscimo de 30% durante os próximos sete dias (Valido até: 11/02/2019)]
Poderes Ativos:
Nível 11
Nome do poder: Controle Ectoplasma II
Descrição: Agora você já é capaz de criar a substancia do nada, não precisando manipular a energia do corpo para conseguir extrair a substancia. Também consegue fazer com que tal substancia “vaze” ao redor do corpo do inimigo, e o prenda durante um turno inteiro, fazendo com que ele fique incapacitado de se mover durante aquele turno.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 10 HP
Extra: Nenhum

Nível 1
Nome do poder: Projetar Pensamentos
Descrição: Os filhos de Melinoe são capazes de compartilhar pensamentos e palavras através da mente. Ou seja, eles conseguem se comunicar através da cabeça, podendo fazer com que sua voz saia dentro da cabeça de outra pessoa, sem necessidade de falarem em voz alta, seria algo como uma conversa privada, e um monologo. Isso acontece porque eles podem compartilhar sua fala, e seus pensamentos, planos, e outras coisas na cabeça de outra pessoa, mas não são receptores, portanto, se a pessoa não se pronunciar em voz alta, eles não poderão entende-la. Tais proles não leem, e nem invadem a cabeça de outra pessoa, apenas falam dentro dela, e compartilham sua própria essência.
Gasto de Mp: 10 MP por turno usado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Memorias I
Descrição: Os filhos de Melinoe são capazes de compartilhar suas lembranças através da mente, eles criam uma espécie de empatia com quem desejam, e passam as imagens para a pessoa, como se fossem dela, compartilhando o que lhe pertence, passando conhecimento e imagens.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum
Poderes Passivos:
Nível 1
Nome do poder: Extração.
Descrição: Fantasmas dignos dos campos elísios eventualmente podem optar por reencarnar, entretanto, se por ventura, a prole de Melinoe possuir contato com tal fantasma e encontrar tal pessoa reencarnada, poderá identificar a alma do indivíduo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Informação
Descrição: A morte é uma passagem obrigatória para tornar-se um fantasma, de maneira que, a prole de Melinoe consegue identificar quando um indivíduo está perto da morte, assim como se um fantasma faleceu recentemente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em utilizar adagas, mesmo sem nunca ter tocado em uma, saberá o que fazer, podendo atacar com uma certa maestria, mesmo que ainda cometa erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade ao lidar com a arma
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nível 4
Nome do poder: Pericia com Escudos I
Descrição: O seu personagem ter certa facilidade em lidar com escudos, e acredite, isso é algo muito bom. Poucos semideuses se sentem atraídos por armas defensivas, é mais fácil atacar do que se defender, mas o peso extra dessa arma sempre lhe foi familiar, e você consegue maneja-la com certa perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade ao tentar se defender com um escudo.
Dano: + 5% de guarda (podendo proteger melhor o corpo), ao tentar defender-se com um escudo, o dano de impacto é 5% menor, ou seja, o poder reduzido de arma, ao se chocar-se com o escudo, é diminuído.

Nível 5
Nome do poder: Médium
Descrição: Os filhos de Melinoe podem ver fantasmas, mesmo quando estes estão tentando se esconder, ou ficar invisíveis, esses não escapam dos olhos da prole da deusa dos fantasmas. Isso também permite a eles que conversem e se comuniquem com fantasmas com certa facilidade, podendo entende-los, e conseguir que falem com eles.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através de fantasmas.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Agilidade I
Descrição: São naturalmente mais ágeis do que boa parte dos campistas, e sua flexibilidade é impressionante, o que permite que eles consigam se esquivar mais facilmente, passar por buracos de um jeito que outros não conseguem, se soltar de cordas, e escapar de armadilhas com mais facilidade. Também permite que sejam esquivos, e em batalha, mais rápidos que outros campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de velocidade, agilidade, e flexibilidade.
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Passagem livre
Descrição: Melinoe é filha do rei e da rainha do submundo, ou seja, de Hades e Perséfone, portanto, os filhos dessa, ganham passagem livre no reino de seus avós, não sendo atacados nele. Os fantasmas lhe respeitam, bem como as criaturas que ali habitam, contudo, isso não acontece na parte mais profunda desse reino, apenas nos domínios de Hades. O tártaro, e o elísio, não se enquadram aqui, sendo proibidos às proles, por questão de segurança.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem ir e voltar do reino dos mortos sem nenhum problema.
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Melinoe não tem problema quando se trata da escuridão, e sua visão fica ainda mais apurada durante a noite. Não serão afetados pela escuridão e enxergarão perfeitamente bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar normalmente no escuro, tão bem quanto no claro. Contudo, escuridão magica ainda poderá afeta-lo.
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Toque dos Mortos I
Descrição: Você pode tocar um espirito em campo, ou fantasma – desde que esse não tenha sido convocado por você – e sugar tal energia para dentro do seu corpo, fazendo com que suas feridas se fechem, e parte de sua energia seja restaurada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 10 MP e 10 HP
Dano: Nenhum

Nível 13
Nome do poder: Aura Fantasma I
Descrição: Com o cair da noite, o filho de Melinoe consegue estabelecer uma espécie de ligação entre seu corpo e o mundo inferior. Isso faz com que se sinta mais forte, mais rápido, fazendo com que sua capacidade de luta em campo, se amplifique.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força e velocidade durante a noite.
Dano: +5% de dano em golpes e poderes ativos.

Nível 15
Nome do poder: Visão Nebulosa
Descrição: O semideus não é afetado por nevoa ou neblina, tanto a normal, quanto a mágica, cemitérios geralmente são cobertos por esse tipo de nevoa, e os fantasmas vivem envolto delas, portanto, a visão da prole de Melinoe não é afetada por ela. Poderá enxergar normalmente, mesmo num campo coberto de neblina magica, ou normal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será afetado por nevoa ou neblina, nem a normal nem a mágica.
Dano: Nenhum

Nível 16
Nome do poder: Barreira Natural
Descrição: O filho de Melinoe é imune a ataques de possessão, sendo filho da deusa dos fantasmas, seu corpo se torna uma espécie de barreira natural, e qualquer um que tente toma-lo ou viola-lo, será expulso, e não conseguira tomar o controle. Os fantasmas e criaturas geralmente lhe respeitam, mas existem alguns engraçadinhos que ainda tentam, caso tentem, sofrerão consequências.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Caso o inimigo tente tomar o corpo da prole de Melinoe, além de ser expulso, sentira o corpo sendo queimado de leve.
Dano: +10% de dano nos próximos 3 turnos em batalha, seja em poderes ativos ou golpes com armas.

Nível 17
Nome do poder: Pavor
Descrição: O semideus tem uma aura natural, e fantasmagórica ao redor do seu corpo, que causa calafrios e medo em seus oponentes. Por onde passa tende a instigar o medo, o cheiro da morte, sua presença por si só, já faz com que seus inimigos hesitem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Causa confusão e medo em seu oponente, fazendo com que hesitem durante o primeiro turno, lhe dando a chance para atacar com mais voracidade.
Dano: Nenhum
Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Camiseta laranja do Acampamento Meio-Sangue/Camiseta roxa do Acampamento Júpiter.

+ Colar de contas do Acampamento.

• Revenge [De aspecto medonho a lâmina da espada parece ser capaz de provocar cortes apenas ao encostar na mesma. E, e certo, sua aparência estranha revela o proposito da arma: era uma lâmina forjada para um vingador. Ao menos era o que a história da mesma indicava. Seu cabo era cravejado com diamantes e parece encaixar com facilidade na mão do semideus. | Efeito 1: A espada é capaz de transformar-se em uma pulseira de diamantes quando não está sendo utilizada. | Efeito 2: Outro aspecto da lâmina é que a mesma é capaz de identificar proximidade com espíritos e fantasmas, emitindo o brilho dourado. | Ferro estígio. | Sem espaço para Gemas.| Beta. | Status: 100% Sem danos. | Comum. | Arsenal do Acampamento.]



Don’t be afraid
Eduard Löhnhoff Einloft
Eduard Löhnhoff Einloft
Filhos de Melinoe
Filhos de Melinoe


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( Le Petite Mort — The Story Of Kali Empty Re: ( Le Petite Mort — The Story Of Kali

Mensagem por Romeo Bernocchi em Qua Fev 13, 2019 12:23 am


Kali e Eduard

Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: Até 10.000 XP e dracmas + 3 moedas de verão

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

KALI

Realidade de postagem + Ações realizadas: 49%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 12.870 XP e 9.900 Dracmas + 3 moedas de verão

STATUS: - 45 HP
- 60 MP


EDUARD

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 19%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 12.870 XP e 9.900 Dracmas + 3 moedas de verão

STATUS: - 15 HP
- 65 MP


Comentários:
Primeiramente, preciso ressaltar o quão fofa achei a relação das duas personagens. A forma como se sentem perante o outro, como agem ou deixam de agir e também como reagem. Adorei ler os textos de vocês, principalmente porque vocês puderam desenvolver as tramas por meio desta fixa e se dedicaram para isso.

Quanto aos descontos:

- Kali, em seu texto você citou duas vezes o uso de ambrósia. No entanto, nos spoilers não havia nada referente a isso. Assim, houve diminuição em seus status;

- Eduard: os hífens usados no meio de uma frase têm função semelhante às vírgulas. Assim sendo, quando uma sentença após um hífen for o fim da frase, o correto é usar somente o ponto final, não "-.". Para exemplificar isso, olha aqui:

"– por vontade própria, sem nenhuma aposta ou brincadeira envolvidas –." <- tirei do seu texto

" – por vontade própria, sem nenhuma aposta ou brincadeira envolvidas." <- é como deveria estar.


Em ambos os casos, Eduard e Kali, os erros foram bem simples, mas acho necessário avisá-los. Espero que levem numa boa e, se precisarem, podem me mandar uma MP.

Por fim, parabéns pela missão! Continuem assim!

xoxo

Atualização pendente.

Romeo Bernocchi
Romeo Bernocchi
Pretores
Pretores

Idade : 22
Localização : Acampamento Júpiter

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Mensagem por Ártemis em Qua Fev 13, 2019 1:33 pm

Atualizado.

Romeo recebe 100 XP, 1.500 Dracmas e uma moeda do verão.
Ártemis
Ártemis
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Idade : 21
Localização : Monte Olimpo

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( Le Petite Mort — The Story Of Kali Empty Re: ( Le Petite Mort — The Story Of Kali

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