The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

[CCFY's] Frau Cipriani

Ir em baixo

[CCFY's] Frau Cipriani

Mensagem por Lucifera Anders Cipriani em Qui Jan 31, 2019 5:17 am


FRAU CIPRIANI


Tópico destinado para a realização das CCFY's de Lucifera Anders Cipriani, Filha de Hefesto.

Chapter 01 - Joan of Arc (04/02/19)
Chapter 02 - Woman Like Me (Loading...)


Última edição por Lucifera Anders Cipriani em Seg Fev 04, 2019 9:38 am, editado 1 vez(es)



Fix or Break, you choose!
Lucifera Anders Cipriani
Lucifera Anders Cipriani
Amazonas
Amazonas

Idade : 22
Localização : Berlin - Germany

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [CCFY's] Frau Cipriani

Mensagem por Lucifera Anders Cipriani em Seg Fev 04, 2019 9:33 am


JOAN OF ARC


Lucifera não gostava do barulho que permeava o Acampamento Meio – Sangue naqueles dias, estava alto até demais. Preferia fazer seus projetos em profundo silêncio, e sem companhia alguma. Não que ela fosse antissocial ou algo do tipo, no entanto, Lucy acreditava que suas melhores ideias provinham da solidão completa. Ainda não entendia o motivo pelo qual aquelas garotas estavam a rondar o ambiente, mas suspeitava que coisa boa não haveria de ser. Desenhava uma de suas armas, aquela estava quase completa. Uma espada de ferro estígio, ao centro dela uma pedra de rubi cintilava em perfeita beleza e sofisticação. E mais uma vez as passadas a tiraram de seu propósito primordial:

– Puta que pariu! Ninguém pode mais trabalhar em silêncio? – Lucifera levantou-se do sofá, o bloco de notas fora descartado em cima do móvel da sala.

– É, parece que as Amazonas resolveram ficar um pouco mais. – Seal, um irmão mais velho, surgira de seus aposentos e coçava a cabeça.

– Pois irão ficar bem pouco mesmo. Eu estou tentando criar um projeto de arma, estes barulhos estão me incomodando. – A loira caminhou até a janela, a visão contemplou todo o perímetro. Três garotas de porte físico avantajado olhavam na direção da morada dos forjadores. – Que foi? A baderna está grande hoje, não é?

As figuras femininas passaram a andar na direção de Lucifera, aquilo parecia uma briga que se daria por iniciada. Como uma insolente nata, Lucy abriu a porta do Chalé de Hefesto, a ousadia estampada na face da semideusa. Repousando as mãos na cintura bem modelada, a moça aguardou a proximidade suficiente para estabelecer os contatos ofensivos:

– Algum problema?!

– Você é Lucifera Cipriani? Caso for, vamos perdoar a sua ofensiva desnecessária e petulante. – A mais alta delas, uma morena de vestes claras, indagou.

Bom, elas sabiam o seu nome, ou seja, estavam um passo à frente da filha de Hefesto. Merda! Estava metida em problemas que ela nem sabia que causara, era só o que faltava em sua lista natural de transgressões. Lucifera fixou os olhos na morena, força colocada na expressão, tremedeira na alma:

– Esta que vos fala. Não me diga que esta serenata de botas apressadas era para mim? Comovente! – A loira esticou os lábios ironicamente.

– Entenda como quiser, Lucifera, todavia, é uma situação séria. Vamos precisar dos prodígios de um Filho de Hefesto, no caso, uma filha, você. É melhor que não faça perguntas, será bom para ambos os lados. – Pelo modo como a amazona falara com ela, Lucifera percebeu estar assustada para com todo aquele mistério.

– Em minha defesa, eu digo que não furtei nenhum diamante ou perfume caro. Sou evangélica, amém! – Naquela expressão, Lucy retratou o estar “sorrindo” de nervoso que sentia.

– Não temos tempo para piadas, Lucifera. Nos encontre na Casa Grande, em trinta minutos. A propósito, coloque coisas que vá necessitar para uma viagem. – A mais baixa delas proferiu.

Reprimindo uma série de respostas desaforadas, Lucifera fechou a cara e virou-se para o interior de sua residência. “Grupo de fodidas, vocês me pagam. ”, a garota estava furiosa, além de ter sido intimidada para uma missão suicida desconhecida, eis que seu desenho seria interrompido. Agressivamente, Lucy capturou algumas coisas em seu quarto, fez apenas uma bagagem pequena, não pretendia passar muito tempo na companhia das ilustres visitantes. Se o que elas precisavam não fosse feito rapidamente, ela fugiria. Simples e clara como água, Lucifera não era conhecida por aturar situações as quais ela não possuísse vontade de desfrutar. Jogou o bloquinho de ideias na mochila, tanto quanto um monte de bugigangas, coisas fantásticas e úteis aos seus olhos. Cada trambolho daquele poderia tornar-se algo maravilhoso por intermédio de suas mãos.

A loira deixou a morada de seu pai com o coração palpitando, a insegurança do desconhecido a incomodava. Pegando a direção oposto ao seu chalé, Lucifera rumou para a Casa Grande, ainda reprimia os vários palavrões que ansiava atribuir às forasteiras. Tendo prendi os cabelos longos num rabo de cavalo, subiu os degraus da construção. Ela não respirou fundo, não combinava muito com ela. Se lhe bem conviesse, e convinha, acabaria com aquela encenação divina de “Esquadrão Suicida”. As três Amazonas estavam paradas na sala de Quíron, o centauro não encontrava-se em seus aposentos. Uma bela lástima, nem o defensor mor do Acampamento Meio – Sangue estava ali para defendê-la.

– Pronto, já podem falar o motivo dessa produção cinematográfica de Hollywood. Será para maiores de dezoito anos, ao menos? Só trabalho com coisas proibidas e eróticas. – Nem mesmo um “oi” fora dado, Lucifera foi cortante e breve.

– Ótimo senso de humor, Lucifera, muito bom. Vamos aos assuntos do dia.  – A mais alta adiantara-se. – Como uma boa cria de Hefesto que sabemos que é, você precisa nos ajudar numa tarefa.

– Preciso? – Lucy fez-se de desentendida.

– Podemos intimá-la em nome de quem quiser, caso prefira. Acho que entende o bastante de intimações, não? – A que havia ficado calada até o momento, falou. E como ela era ofensiva.

“Nofa”, ela é agressiva. – A menina debochara.

– Não vamos perder tempo com coisas pequenas, Aurora. Eu sou Fannie, fui designada por nossa Rainha para encontrá-la e solicitar sua ajuda na recuperação de um artefato que foi roubado de nosso arsenal, Lucifera. – Ela até parecia agradável, no entanto, Lucy estava irredutível. Ainda não gostava de nenhuma delas.

– Ah claro, falou roubo, pensou Lucifera. Não estou ofendida, imagina! – A Filha de Hefesto encostou na soleira da porta.

– Não, desta vez você está inocente. Na verdade, você uma peça importante para nos ajudar a encontrar O Laço de Joana. – Fannie posicionou as mãos na cintura, seu semblante não era nenhum pouco agradável. O negócio era sério, bem sério.

– Se o laço é de Joana, por que não mandam ela procurar? Vocês pareciam mais inteligentes. – Lucifera não resistiu, era involuntário.

– Seria muito simples, quem sabe se voltássemos alguns séculos atrás? Se você portar alguma invenção que faça isso, ótimo, nos entregue. Joana D’arc já faleceu há tempos. – Fannie manteve-se em sua posição anterior, os olhos avaliavam cada passou ou palavra que saia da boca da loira.

Joana D’Arc? Hein?! A cria de Hefesto sentiu-se no meio de uma daquelas piadas de canal barato da TV aberta. Lucifera desencostou da porta ao perceber no que estava metida, pois não se procurava um Filho de Hefesto para lidar com nada além de armas, aquilo devia ser uma arma muito valiosa. O gênio gatuno da menina se iluminou. Talvez ela pudesse clonar as propriedades da arma, produzir uma bem melhor e moderna. Optou por ficar em silêncio e escutar o que as amazonas acrescentariam naquela explicação, qualquer informação podia ser vital. Mesmo que imperceptivelmente para ela, Lucy se ficou mais interessada e atenciosa para com a situação.

– O Laço de Joana D’Arc é uma arma secular, visto que ela foi uma de nossas maiores guerreiras, ou seja, nós guardamos o laço por muito tempo. O problema é que o objeto foi furtado há algumas semanas, uma de nossas companheiras feriu o juramento e nos traiu. Sabemos que ela roubou o laço para outra pessoa, já descobrimos quem, só que precisamos de você para lidar com as armadilhas no caminho. Além do que, você está mais envolvida nesta história do que pensa. – Ao concluir, Fannie deu um passo para a frente.

– Se eu estou ferrada, não acha que devo saber o motivo? – Lucifera podia sentir o cheiro de confusão se aproximando, um odor que ela muito bem conhecia. O infortúnio era não saber o que a estava ligando tanto ao ocorrido.

– Não iremos para muito longe daqui, apenas uma viajem até a Ilha de Manhattan. Precisamos que você pense em armadilhas para atrair o criminoso, um bom plano. – Fannie jogou os cabelos para trás das orelhas e cruzou os braços, posteriormente.

– Isso é fácil, qual o perfil do ladrão? – Lucifera estava ativa, agora ela queria desbancar seu concorrente. Ela era a ladra mor.

– Shane Bishopp, um Filho de Hermes, ele possui uma rede de antiquários por toda Nova York. – Ao proferir a ascendência divina do semideus, a Amazona não deixou de reprimir um riso irônico, nem mesmo Lucy.

– Já tenho uma ideia, porém vamos precisar caminhar um pouco. Conheço a fama de dondoca de vocês de apenas andarem montadas. Juro que não é pornografia! – Lucifera levantou as mãos ao comentar, mas sim, era pornografia. – Se formos até Long Island em caminhada, poderemos encontrar alguma loja de eletrônicos usados. Vou precisar de um computar, apesar de Filha de Hefesto, ainda não gosto de manter estes objetos dentro do camp.

– Mas isso atrairia monstros, Lucifera. – Aurora protestou.

– Só vou plantar uma notícia falsa de um leilão de artes, depois destruímos o pc. Isso não levaria mais do que dez minutos. Então, pegaríamos os seus pôneis e iríamos para o Teatro St. James, na Broadway, um lugar perfeito para um leilão fino. – Lucy piscou o olho direito na direção das três, as mesmas entreolharam-se, aquele plano parecia irrecusável.

(...)

Lucifera debruçou-se no computador velho, ao menos seu processador permitia que as operações fossem realizadas rapidamente. Havia acordado com as Amazonas que elas ficariam de guarda em frente ao café. Utilizando um programa dado por Seal, a menina adentrou no sistema de um site de uma comitiva de eventos local, o mesmo conhecido por sediar festas luxuosas e leilões caríssimos. Desenvolvendo um texto qualquer, Lucy pensou num nome que remetesse ao poder de possuir obras tão caras para vender. Noble. Ao redigir o informativo/convite, a Filha de Hefesto assinou como “Nora Noble” ao fim do memorando. Pessoas entravam e saíam do café, ela permanecia calada em seu canto escondido.

Verificando as informações da notícia falsa, passou a ir corrigindo pequenos erros de grafia. Ela era uma ladra boa em linguagens. Tendo finalizado o que pretendia, Lucifera enviou o informativo para a rede. Seus olhos correram para a porta, Fannie olhou brevemente em sua direção, voltando a manter a guarda depois. A garota ainda não entendia as razões pelas quais havia embarcado naquela cama de gato, todavia estava dentro demais para pensar. A bateria viciada do computador já alertava que o desligamento seria feito em poucos minutos, fazendo com que a jovem fechasse todas as abas e, posteriormente, a máquina. Havia um pequeno lago ali perto, Lucifera livrar-se-ia do objeto mais rápido do que o coiote conseguia se auto sabotar ao tentar capturar o papa-léguas.

– Já fiz o que tinha de fazer, devemos nos livrar do computador agora. Aliás, o leilão está marcado para daqui a três horas, fiz questão de afirmar que era um evento relâmpago. – A loira informou, o pc estava escondido abaixo de seu casaco de pele.

– Certo. Vamos para a parte dois do plano, marchar para a batalha. – Fannie adiantou-se a caminhar em direção à uma área florestal localizada algumas ruas depois do café no qual estavam.

Os pégasos das Amazonas haviam ficado pastando numa área afastada, e para qualquer um dos efeitos, a névoa os esconderia de humanos curiosos, se é que havia algum naquele ambiente deserto. Enquanto guiava seus passos para onde iam as guerreiras, Lucifera avistou o lago diminuto. Tendo retirado o pc obsoleto das vestes, eis que a loira foi até a beirada das águas e lançou a máquina em sua correnteza. Dava-lhe um aperto no peito fazer aquilo com um eletrônico, no entanto, mais daquele surgiam aos baldes por minuto.

A cria de Hefesto foi ao encontro das Amazonas, as três já se encontravam montadas em sus respectivos cavalos alados. Elas já sabiam que a loirinha havia se livrado do objeto de postar notas falsas.

– Só tenho uma coisa a dizer, não vou essa ruiva nem a pau. Há três coisas na vida que eu não sou: Feia, burra e obrigada! – Aurora torceu a cara para a mais nova.

– Pode ir comigo, Lucifera. Vamos! – Fannie indicou para que Lucy subisse atrás dela no Pégaso negro.

Ainda que com Fannie, Lucifera estava apreensiva quanto a estar na companhia daquelas moças. A jovem subiu na garupa do mascote da guerreira e segurou em sua cintura, voar não era o seu forte. Havia voado poucas vezes na vida, a sensação de enjoo sempre chegava. Lucy tentou manter seus pensamentos focados e agitados, evitando reparar na altura que os animais atingiram ou, até mesmo, o vento revolto em seus rostos. As criaturas planavam em perfeita harmonia e eixo simétrico, aquelas mulheres treinavam aquilo? Caralho, era como ser de um quartel militar

Ainda na Alemanha, Lucy costumava ouvir as histórias fantásticas contadas por sua mãe, antes que ela fosse presa por todos os cartéis nos quais estava envolvida. Cada história narrada era um poço para diversas fantasias. Pégasos costumavam aparecer naqueles contos, pessoas com habilidades especiais. A maneira que sua progenitora usava para contar era surreal, podendo até possibilitar dúvidas acerca da veracidade dos fatos. Naquele instante, Lcifera indagou-se solitariamente se a mãe possuía alguma ideia sobre aquele mundo. Se ao menos Lucy ainda a tivesse por perto, três longos anos já haviam se passado desde a última aparição da Senhora Cirpiani. Apenas uma fugitiva embarcando num navio para a Grécia.

Lucy agarrou-se firmemente ao corpo de Fannie, a velocidade dos ventos a assustava, parecia que cairia a qualquer momento. Aparentava fragilidade, uma coisa que as pessoas não via muito em suas atitudes. Ela estava sendo frágil naquela situação, permitindo-se temer algo. Após viajarem por algum tempo, as três Amazonas fizeram um sinal mútuo e analisaram a área. Estavam à procura de um local ao qual pudessem deixar os animais, já estavam no centro da grande maçã. E elas achando que precisariam ir para a ilha dos ricos. Quando se é uma Filha de Hefesto, você aprende como fazer as coisas virem até você. As guerreiras pousaram numa rua afastada das grandes construções. A julgar pela falta de transeuntes, aquele lugar soava ideal para deixarem os animais. A névoa cuidaria de ocultá-los.

O teatro ficava umas quatro ruas depois, estava localizado na parte mais antiga dos complexos da Broadway. Como todas as propriedades da área, aquela estava protegida por seguranças, o que dificultava as coisas para Lucifera. A menina encarou as três mulheres:

– Alguma de vocês precisará ser boa com pessoas, não desenvolvi muito bem esse aspecto. Alguém deve convencer os seguranças de que é a organizadora do evento. – A Filha de Hefesto comentou.

– Essa será fácil para mim, não uso minhas habilidades de Afrodite há tempos. – A loira, Anelise, passou na frente das outras duas.

“Vai lá, bonitinha de merda!” – Pensou Lucy.

– Ela conseguindo convencer os seguranças, assim conseguiremos entrar e aguardar lá dentro. Por via das dúvidas, eis que forjarei uma cópia da chave da porta dos fundos. – Lucifera procurou algo dentro da mochila, sabia que tinha uma chave qualquer perdida.

– Você está sendo melhor do que pensa, Lucifera. – Fannie deu uma risada.

– Até para ser ladra você tem de ser a melhor que pode. – A loira encontrou o que procurava e guardou no bolso de trás da calça jeans.

As quatro figuras femininas marcharam para a entrada principal do Teatro St. James. A filha de Afrodite foi na frente de todas, fora a primeira vez que lucífera vira ela na ativa. A filha da puta parecia boa, ao menos conseguia fazer com que os dois grandões olhassem ao máximo para ela.

– Pode checar na internet, o informe foi colocado lá também. – Anelise dissera ao homem mais velho. Ele não tardou a conferir as informações passadas pela moça.

– Nos tratam como lixo mesmo, somos os últimos a saber. Depois ainda querem nos darem bronca. Podem entrar. – O segurança abriu as portas do espaço, foi o tempo para Ane virar para trás e piscar para as outras companheiras.

Bonitinha de merda fez o trabalho dela, agora era a hora de Lucifera continuar o seu. A menina sorriu animada para os dois homens, simpatia puramente forçada. Não era um o maior teatro do complexo, todavia trazia a mesma sofisticação e beleza. A Filha de Hefesto desceu as escadas da parte central que dividia as duas fileiras principais de cadeiras, marchava na direção da parte dos fundos.

– Eu irei com você, Lucy. Aguarde-me! – Fannie falou atrás da mais nova.

– Tu não és a bocetuda, amazona? Corre.
– A menina gargalhou alto, aquilo estava começando a ser um pouco divertido.

Lucifera atravessou as cortinas do palco e adentrou pela direita, ao penetrar a coxia, uma porta estava aberta para um outro cômodo. Diversos adereços de montagens teatrais e penteadeiras estavam dispostos no ambiente. A criança de Hefesto caminhou até cruzar o acesso par ao outro lado do estabelecimento. Uma pequena escadinha dava para a parte mais escondida do teatro, o que levava até o ponto de interesse dela.

Parando para analisar a espécie de fechadura da porta, Lucifera tentou perceber detalhe por detalhe:

– Chave de pontas triplas, profundidade mediana. Eles são tão vintage, seria fácil roubar esse teatro. – Ela comentou consigo mesma.

Ao retirar a chave do bolso da calça, a jovem analisou o que podia fazer para moldá-la e fazer servir para aquela fechadura. Pelas dimensões da chave, a profundida era a mesma, no entanto, aquilo era uma simples ponta única. Martelo, maçarico, espátula ou algo para marcar divisória. Lucy calculou tudo que precisaria para aquilo. Puxou a mochila para a frente e retirou o martelinho companheiro de todas as horas e um maçarico pequeno, mais um dos presentes do seu irmão Seal. Ela gostaria de descobrir onde ele encontrara um maçarico tão discreto e eficiente.

– Você anda com um maçarico, garota? – Fannie pareceu espantada. Pobre Amazona.

– De objetos BDSM a forjas ambulantes, conseguirá achar de tudo na bolsinha da Lulu. – A loira encarou Fannie e voltou suas atenções para a chave. – Necessito de silêncio agora.

Lucifera advertiu a separou os materiais. Ao iniciar o processo, eis que a loira aqueceu a ponta da chave, a parte a qual desejava moldar. Passo a passo, a loirinha foi dando um novo formato ao objeto. Vinte minutos, apenas minutos fora o suficiente para que a Filha de Hefesto produzisse a nova ponta da chave. Com os materiais jogados para o lado, Lucifera contemplou esta:

– A fuga está garantida. Amém?

– Caramba, tu és boa mesmo. – Lucy passou a chave para as mãos de Fannie. A amazona analisou o objeto.

– Que nada, ao menos agora só uso isso para coisas honestas. É a melhor forma de me redimir de toda e qualquer transgressão que já tenha cometido. – Com certa amargura e culpa, admitiu Lucy.

– Se quer saber, sim, nós puxamos a sua ficha. Sabemos dos furtos e do reformatório, no entanto, todos merecem uma chance de se redimir. Sou uma filha de Ares, acredito que inimigos não merecem piedade. Você não é uma inimiga, Lucifera.

Ao ouvir tais palavras provenientes da Amazona, a menina aquiesceu-se, não se sentiu na obrigação de entrar em sua costumeira autodefesa. Jamais alguém havia sido tão gentil em suas palavras para com a semideusa. A mais nova se levantou do chão e pegou a chave da mão de Fannie:

– Obrigado pelas palavras, Forte Engolível. São muito bonitas.

– Forte Engolível?! – Fannie não entendeu.

– É, eu ainda tenho um nome “carinhoso” para cada uma das minhas “amigas”. – Ao explicar, Lucifera guardou o objeto no jeans, passando a juntar seus materiais. – Você é a Forte Engolível, tem a “Bonitinha de Merda”, a cria de Afrodite. E por último, eis que vem a Fodida do Caralho.

Fannie explodiu numa risada, ela não se conteve perante os apelidos “carinhosos” de Lucifera.

– Eu não vou superar o “Bonitinha de Merda”. Meu Deus!

– Não vamos perder tempo com as risadas, Forte Engolível, temos uma missão para finalizar. Não irá demorar para o trouxa chegar. Aliás, quando ele perceber que não haverá leilão algum, como fará? – Questionou a semideusa.

– Será fácil pegá-lo, é só um peixe pequeno que quer ser maior do que é. Somos quatro Amazonas, ele um. – Ao dizer aquilo, Fannie piscou para Lucy.

– Conta errada, são três Amazonas. – A loirinha jogou a mochila nas costas.

– Não queira contrariar o destino, é um crime. – Fannie deu as costas e caminhou de volta para a parte principal do teatro.

Sem entender uma palavra do que a moça dissera, Lucifera marchou na mesma direção. As outras duas guerreiras estavam sentadas em poltronas da primeira fileira de cadeiras do teatro. Deveriam estar descansando para a hora do confronto.

– Olha as duas aí, novo casal do pedaço. – Anelise falou risonha.

– Contenha-se! – A maneira dura com a qual Fannie se dirigiu, Anelise baixou um pouco a cabeça.

– Ainda bem que não precisei chamar os dez mil palavrões em minha cabeça. – Lucifera bateu uma mão na outra, fez o gesto de ter acabo algo. – Se eu fosse vocês, começaria a me preparar para emboscar o tal ladrão de Hermes.

– Eu odeio concordar com a insolente, mas ela está certa. – A amazona ruiva falou rapidamente.

Tendo ouvido aquilo, Lucifera já mantinha o dedo do meio da mão direita levantado para ela, aquilo soava como uma inimizade para o resto da vida. Independentemente das diferenças entre as garotas, a cria de Hefesto e as demais se reuniram e debateram mais alguns pontos para poderem fincar o plano. Não tinham certeza se o ladrão viria só, poderiam ter uma surpresa se ele trouxesse a guerreira traidora. Aliás, Lucy adoraria aquilo, ela amava lidar com traidores.

(...)

Passos cruzaram as portas suntuosas do espaço, passos duplicados, o homem não havia ido sozinho. A loira escondeu-se atrás das portas principais do teatro, carregava um machado retirado de uma caixa de emergência do lugar, o mesmo usado para travar as portas do St. James quando duas pessoas adentraram.

Ele era alto e magro, cabelos curtos e castanhos, não passava dos vinte e cinco anos. A menina era mais nova, seus cabelos estendiam-se pelas costas e eram vermelhos, o par de olhos verdes era bem chamativo. Como quem vê cara não vê crime, aqueles patifes passariam despercebidos em qualquer situação na qual se inserissem. O rapaz de Hermes e a amazona traíra pularam assustados ao notarem a tranca na porta, seus rostos explicitaram o iminente susto. Um riso satisfatório tomou conta do rosto de Lucifera:

– O que está fazendo, garota? – Questionou o mais velho.

– Este é um tutorial de como ser um bom ladrão, estrelando Lucifera Anders Cipriani, Filha de Hefesto. – A loira colocou as duas costas das mãos encostadas no queixo, expressava um rosto angelical e de inocência.

No meio tempo em que Lucy surpreendeu os dois transgressores, as três guerreiras saíram de trás das cortinas do palco do teatro. O mais irônico era a pasta de homem de negócios que o rapaz trazia consigo, sem contar nas vestes finas.

– Eu já devia saber que havia um dedo seu nisso, Fannie. Você é uma amazona deplorável. – Helena, a traidora, comentara.

– Eu sou deplorável?! Olhe para o que você se tornou, Helena, assim entenderá o conceito de deplorável. – A líder do pequeno grupo, sem perder tempo, rebateu.

– E quem é a mascotinho? Mais uma que conseguiram convencer a ser uma de vocês? Mais uma futura iludida, sem sucesso ou glória?

Lucy fixou os olhos na mulher de cabelos vermelhos e, assim como as outras, teve vontade de vomitar na face dela:

– Mascotinho é a puta que lhe pariu! – A Filha de Hefestou estourou e puxou sua adaga da parte de trás do jeans. – Vamos facilitar o trabalho das amiguinhas amazonas, devolvam o que roubaram do arsenal delas.

Lucifera percebeu o Filho de Hermes segurar a pasta com mais firmeza, ou seja, seu plano havia dado certo. Ele não deixara O Laço de Joana na Ilha de Manhattan, o temor por perdê-lo fizera com que carregasse consigo. Lu poderia apostar um saco de brocas que a arma estava dentro daquela pasta chinfrim.

– Boa jogada, muito boa. Foi ideia da Filha de Hefesto? Sei que eles possuem pensamentos muito velozes. – O ladrão questionara.

Aproveitando que o rapaz estava virado para Fannie e as demais, Lucifera mirou o cabo da adaga e canalizou um murro com força na nuca dele. O impacto fez com que a figura masculina desmaiasse no chão. As mãos ávidas da cria de Hefesto foram na direção da pasta do desfalecido, no entanto, Helena fora mais rápida, tomando o objeto em mãos e passando a correr por cima das cadeiras. A desgraçada era rápida, tanto quanto era habilidosa em desviar de obstáculos.

– Pega essa piranha! – Lucy gritou enraivecida. Ela mesmo passou a correr atrás da garota.

As amazonas seguiram no encalço da traidora, todas elas cruzaram o perímetro do teatro, acabando por chegar na parte dos fundos. A semideusa fora encurralada pelo grupo de quatro meninas, a raiva transbordava em seus olhos. A mão da garota puxou algo da pasta, e lá estava a arma.

Com um cabo de ferro, algumas rosas brancas decoravam aquela parte. O mais interessante era que assemelhava-se à um chicote, no entanto, com uma corrente de ferro ao invés de couro ou similares.

– Não tente usar essa arma, Helena. Isto pode gerar coisas ruins, é uma arma sensível. – Fannie advertiu, sua face trazia extremo medo e preocupação.

Helena brandiu o armamento duas vezes, uma chama acendeu em sua extremidade, não demorando a consumir da corrente até o cabo. Em poucos minutos, todo aquele fogo atingiu o corpo da traidora. Ela queimou, queimou como Joana D’arc na fogueira. Helena teria gritado, porém, transformou-se em cinzas ao chão tão rápido quanto poderia sonhar. O Laço de Joana caiu ao chão, o impacto da queda fizera um estalo e a arma se partiu em dois pedaços, o cabo e a corrente.

As quatro semideusas ficaram boquiabertas, Lucifera foi a primeira a emitir alguma reação, aquilo não podia acontecer. A Filha de Hefesto foi até a arma, carregava medo em si pelo que acaba de ver, o objeto poderia torná-la cinzas. Ao abaixar-se perto da relíquia, Lucy avaliou seu estado. Pegou o cabo com uma mão e a corrente com a outra, juntou uma ponta na outra, analisando o que podia usar para tentar reparar aquele acidente. Repentinamente, eis que O Laço de Joana pareceu criar vida própria. A arma juntou-se aos poucos, uma parte prendendo-se na que faltava.

A mesma chama que avançara contra Helena, foi produzida outra vez, e subia pela corrente. Ao tocar a mão de Lucy, eis que nada aconteceu. Ao invés da dor que o fogo deveria causar, ela sentia um pequeno formigamento na palma da mão. Seguindo o mesmo caminho originário, o fogo afastou-se e se dissipou.

– Ele não me queimou. – A voz de Lucifera fora branda pela primeira vez naquele dia.

– O Laço de Joana pune aqueles que tentam usá-lo por motivos ruins, é uma das poucas armas que jamais achou um outro dono ou herdeiro. Costumamos dizer que ele é bem temperamental. – Fannie abaixou perto da Filha de Hefesto.

– Não sou uma pessoa boa, eu queria roubá-lo para estudar e tentar criar uma arma igual. – Ao admitir seus pensamentos ruins, Lucy sentiu-se envergonhada como nunca sentira na vida, nem mesmo quando fora presa.

– Sua vontade de voltar para sua casa era bem maior do que a sua vontade de roubar o artefato, acredite no que digo. Você não é o monstro que pensa ser, Lucifera. – A amazona tocou o ombro da loira. – Mas há algo que te liga ao Laço de Joana, a verdade de sua dona original. Tanto quanto D’arc, você nunca escondeu quem era, pelo que lutava, nem mesmo as transgressões de seu passado. Sua fogueira foi o mundo, as pessoas que te rodeavam, queimando-a dia após dia. No entanto, você ainda está viva, decidiu mudar seus pensares, reerguer-se. Ainda acho que há mais nessa história do que pensamos, apenas a nossa oráculo pode nos revelar, todavia, Lucifera, deveria cogitar ser uma de nós. Cuidamos umas das outras, não seria mais sozinha.

Lucifera não encarou a amazona nos olhos, ainda sentia vergonha por tudo o que fizera, aquilo a assombrava a cada minuto simplório. A semideusa enrolou a arma e passou para Fannie, cuidadosamente:

– Será que ainda há esperança para alguém como eu?

– Sempre há, Lucy. Você fez um bom trabalho. – A guerreira segurou o artefato e agarrou perto do peito.

– Devo aceitar, então. – Genuinamente, Lucifera sorriu. Fora o primeiro sorriso que dava na vida. Aquele havia sido o seu primeiro e incrível motivo para sorrir.

Anexos:
Armas Levadas:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
Habilidades Utilizadas:
Nome do poder: Forjador I
Descrição: O semideus se destaca na forja mesmo sem nunca ter feito uma arma, ele possui uma habilidade natural que o permite criar armamentos e armaduras com facilidade de nenhum outro semideus. Faz parte de seu sangue, ele nunca entendeu o quanto gostava de projetos, e só consegue ver isso a partir do momento que começa a fabricar em sua forja. A mente está totalmente ligada a isso, pode desmontar e montar tudo novamente e de maneira melhorada, seu cérebro já é automaticamente ligado a isso, e mesmo sem nunca ter feito nada, saberá o que fazer. Com o tempo, essa habilidade é melhorada, aprimorada e desenvolvida.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer arma fabricada por um filho de Hefesto/Vulcano será 10% mais resistente do que armas feitas por outros semideus, isso aumenta a chance de não ser destruída em batalha. (Armas Sigmas passam a ser Gamas).
Dano: +5% de dano as armas fabricadas pelo semideus de Vulcano/Hefesto.

Nome do poder: Reparos Rápidos
Descrição: Filhos de Hefesto/Vulcano conseguem consertar aparatos mecânicos rapidamente, gastando metade do tempo que uma pessoa comum levaria para tal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem concertar qualquer coisa em apenas dois turnos.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com Machados e Martelos I
Descrição: As armas barbaras sempre parecem mais leves nas mãos dos filhos de Hefesto/Vulcano, e mais pesados para os oponentes deles. Assim sendo, as proles do senhor das forjas têm certa facilidade no manuseio de machados e martelos, mesmo sem nunca ter usado essa arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio da arma.
Dano: +5% de dano se arma do semideus atingir.

Nome do poder: Resistencia ao Fogo I
Descrição: O semideus tem certa resistência ao fogo comum, não sendo afetado por ele como os demais campistas. Por trabalhar e mexer com fogo, esse passa a não o incomoda com a mesma intensidade com que causa dano em outros semideuses. Apesar de sofrerem danos, podem chegar a sair ilesos de coisas simples, como a queimadura de uma tocha, ou fosforo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Ataques relacionados a fogo, ou o fogo em si (comum), é 50% menos efetivo contra filhos de Hefesto/Vulcano. O dano para ele será 50% menor do que para outros semideuses.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pensamentos Velozes
Descrição: Os filhos de Hefesto/Vulcano possuem uma capacidade de analisarem rapidamente a situação em que se encontram e criarem uma estratégia param se safarem dela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganham um turno para conseguirem agilizar mecanismos e armadilhas, e assim, criarem algo para ganhar vantagem perante a batalha.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Força I
Descrição: O filho de Hefesto/Vulcano é mais forte que um semideus comum, podendo inclusive ser comparado a Ares/Vulcano, ou se igualar a eles nos primeiros anos de treinamento – os filhos de Ares/Marte ainda podem supera-los na força – e isso tudo devido ao trabalho continuo nas forjas. Os meninos geralmente ganham músculos avantajados, e mesmo que não o tenham, sua força ainda é superior, as meninas idem, mesmo sem os músculos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força.
Dano: +5% de dano em golpes físicos relacionados pelo semideus, ou que exijam a forja avantajada.

Nome do poder: Forjador II
Descrição: Sua habilidade está melhorando, e conforme a pratica você está adquirindo uma perfeição. Aprendeu a modelar outros tipos de material, como prata e ouro, podendo molda-las e transforma-las como bem entender. Agora, além de ter aprendido a fabricar armas, também poderá encaixar gemas de poder nelas sem necessidade de remodelar/reforjar as armas. Isso acontece de forma natural, e funciona como magia, em suas mãos, a gema pode simplesmente se engatar a arma – se esse for seu desejo – basta um toque, e você conseguira encaixa-la mesmo sem ter reforjado a arma, e a deixara tão resistente quanto.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de resistência e +10% de força em armas fabricadas pelo semideus. Além disso, as gemas nas mãos dos filhos de Hefesto não precisam ser reforjadas, ele encaixa sem precisar modelar a arma, e a deixa tão perfeita quanto. É algo extremamente natural. (Armas Gama passam a ser Betas independente do material).
Dano: +10% de dano as armas fabricadas pelo semideus de Vulcano/Hefesto.



Fix or Break, you choose!
Lucifera Anders Cipriani
Lucifera Anders Cipriani
Amazonas
Amazonas

Idade : 22
Localização : Berlin - Germany

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [CCFY's] Frau Cipriani

Mensagem por Macária em Seg Fev 04, 2019 5:32 pm

Lucifera

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 5.000 xp e dracmas

Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 49%
Gramática e ortografia – 19%
Criatividade – 30%

Total: 4.900 xp e dracmas

Comentários:

Foi uma ótima missão, mas eu achei a batalha um tanto confusa em determinados momentos, assim como notei alguns errinhos de digitação como "intimidada" ao invés de "intimada" e outros errinhos bobos do tipo. Sugiro que revise com um pouquinho mais de atenção, querida. No mais, foi uma excelente narrativa.




this a good death
money and diamonds can't save your soul

Macária
Macária
Deuses Menores
Deuses Menores

Localização : Em qualquer lugar

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [CCFY's] Frau Cipriani

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum