The Blood of Olympus
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CCFY - The Sea Calls

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CCFY - The Sea Calls

Mensagem por Alöysius Lecter em Qua Jan 30, 2019 5:16 pm



AND
THE SEA CALLS
PAVILHÃO, durante a tarde



Por mais que ele entendesse sua proveniência, não havia-o assumido. Aquilo não aliviava, mas o incomodava. Para Alöysius , Phobos não era mais o responsável por suas perdas, e sim ele próprio. Ainda que sua sina de progênie sempre o arrastasse para situações como a de sua mãe dentre outros, nesses momentos, parecia-se mais com a existência incumbida de Phobos nas aspirações dele mesmo e de ninguém mais.

Não foram muitas as vezes que notou acontecer algo que claramente surtia dele. Não dele, mas de seus resquícios que se acalentavam no fundo de Alöysius, e que ao contrário de tudo isso que ele achava, não era tão inacessível assim. Tudo dependia dele.

Era isso que Alöy concluía no pavilhão. Haviam progênies para todos os lados, de tudo quanto era progenitor, mas mesmo assim, ele se sentia avulso.

”Não posso mais fugir disso...”, ele estava puto. Um alguém até quis se aproximar, mas os orbes do moreno ardiam ao ponto dela preferir se afastar.

Ele ainda estava com vestígios dos cortes de lâmina da manhã anterior no corpo, e ainda que não quisesse, ele tinha obrigações a cumprir com Helge. Ele já o esperava na orla. Ao longe, Alöy pode notar uma mulher se desculpar por ele. Ela era alta, tinha um semblante rígido e claramente inacessível; a forma como ela falava e era de alguém que deveria-se temer.  Ele quis ir embora naquele exato momento em que percebeu de quem se tratava.

- Lecter - o abordou. A mulher tinha uma veste reluzente amontinada sob seu torço: - Helge não está contente com sua insubordinação.

- Não sei do que está falando - tenta se desvincilhar, revirando os olhos.

- Lecter!

Ele não soube o porquê, mas todos pararam para encarar a situação. Alöy ficou desconfortável e, a contragosto, ergueu-se de uma vez só.

- Porque será que toda vez que nos encontramos, eu tenho que te arrastar para as suas obrigações? - comentou enquanto o acompanhava: - Você é quase um desperdício.

- Eu devia te agradecer por isso? - ironizou, já se afastando do pavilhão - Zendåyä, sendo sincero, eu não estou nem um pouco afim de falar com o Helge.

- Não se preocupe, ele não está ali pra falar com você, - ela retruca, - Mas para ver se te tornar alguém útil. Para que sirva de algo enquanto estiver conosco.

Ele ia até refutar, mas preferiu ficar calado.

Quando se viram no beira-mar, Helge estava logo à frente, acendendo seu fumo enquanto erguia um copo de algo que parecia cachaça. O homem não os cumprimentou de imediato, e se limitou a indicar com a mão para que se aproximassem.

- Alöysius - diz pausadamente, - Me esclareça.

- Depende - encarando o destilado que repousava na mão destra de Helge, o moreno demorou a olhá-lo nos olhos - Você quer a resposta satisfatória ou a verdade? - fermentou.

O homem se perfazia em suas feições traços temíveis: - Zendåyä, tira ele da minha frente.

De uma vez só, Alöy sentiu todo o peso da mulher se afundar em seu torço. Seu corpo foi lançado para trás, até que ele se desequilibrou e caiu nas águas que fluíam por lá.

- Vou dizer só uma vez, e espero que entenda: nós não temos intimidade, nem nunca teremos. Minha função é te tornar o menos imprestável possível, e se eu tiver que te matar para isso, eu vou fazer - ele vocifera, tirando um trago e soprando a fumaça contra o rosto do menor - Você tem um compromisso, mas dessa vez não é comigo.

- As náiades já estão por perto - Zendåyä diz, cruzando os braços.

- Nem fodendo - Alöy refuta: - O que são náiades?

- Vemos você ao anoitecer.

Aquilo o fez enrijecer os músculos do corpo. O menor olhou ao redor, ele não via nada além de pedras, musgo e flores que emergiam; só que isso não durou muito. Ao longe, ele identificou uma elevação na superfície.

- Que merda é essa...

Aos poucos ele foi percebendo o rastro de corpos feminis, mas que contrastava com escamas. Quando uma delas saltou (e isso o fez arrepender-se de sua prepotência anterior), um rosto incorruptível surgiu, adjunto a um par de mãos afincas. Ela o agarrou, e o arrastou para o fundo do mar.

Alöysius mal pôde tomar fôlego.

“Alöysius”, ela falava, só que não com a boca. Ela reverberava em sua mente. “Então esse é o progênie de Phobos”.

Ele não sabia o que tinha que fazer, e também não entendia o que acontecia. Não estava se afogando, mas também não respirava. Alöy tentou reagir mas algo o mantinha parado exatamente onde estava. “O que está acontecendo?”.

“Helge nos emprestou você, precisamos de alguém que para lidar com alguns... Mortais. Nós mesmas faríamos mas acontece que fizeram uma refém, não queria saber como porque eu também não sei”, ela responde. Aquilo o incomodou, de fato. Não estava nem um pouco acostumado a falar sem... falar.

“Então acham que se alguém que pareça ser normal se aproximar eles não vão matá-la logo de cara?”. A náiade o fitou de forma hostil: Para o seu bem, é melhor que isso não aconteça”.

Foi uma ameaça.



NO OCEANO, em algum lugar.



Ela o levou num beijo e afasto das pálpebras para o outro lado do mar. Como? Ele não fazia ideia. E pela forma que estava tensa, ele nem queria saber. Emergiram em frente à uma ínsula diminuta, Alöy foi até a superfície, mas elas ficaram na água.

- Não iremos com você.

Ele tossia como se houvesse falha em seus pulmões, mas era só o seu corpo reagindo - e não havia nada de verossímil em náiades ou em respirar sob a maresia: - Como é? Eu devo sair por aí sem saber para onde ir, então - ele diz, se recompondo, mas já se mostrando enfurecido. Não só por ter sido arrastado pelo mar, par por Helge pô-lo nessa situação.

- Não podemos ir.

- Tá de sacanagem... - ele espreitou os olhos perante à mulher, e cerrou um dos punhos: - Você estava mentindo? Mentiu para Helge. O que pode ser tão ruim para que não possam vir? Não são mortais.

- Isso não é relevante. Precisamos que alguém traga Salu de volta, ele achou que podia fugir de quem ele é, mas não pode - a náiade parecia estar de fato afetada. Isso fez com que o moreno ponderasse o que estava sendo dito, - Ele queria estar entre os mortais, mas nós fomos as mães dele. Fomos contra tudo e todos para que pudesse permanecer conosco, só que ao saber sobre sua procedência, Salu nos rejeitou e... E provavelmente, nesse momento, esperamos pelo pior.

- O que ele é e quem a levou? - Alöy diz, e elas permanecem caladas: - Eu preciso saber se não ele vai morrer, e eu também.

- Pelo o que pude saber você é novo, então talvez não faça diferença. Sabíamos disso quando falamos com Helge, estávamos angustiadas demais para fazer distinção - uma delas fala, enfim, - Ele é um híbrido, quase mortal, quase... Bom, não sabemos se existe um termo oposto para náiades. Quem o raptou foi um copiador, achando que poderia se beneficiar visto que ele é quase único. Pelo menos não sabemos ainda da decorrência de outros como ele.

- Copiadores são plagiadores, eles imitam a fisionomia de quase qualquer um. Provavelmente foi assim que o atraíram.

- Muito bem, entendo agora. Para onde vocês acham que o arrastaram? - indaga, tentando não se estressar com tudo aquilo, ainda mais que não eram elas que mereciam isso vindo dele, na sua percepção.

- Para uma gruta, à oeste daqui. Sabemos porque uma de nós decidiu ir e, bom, ela voltou quase morta. Padeceu antes que pudéssemos fazer algo.

- É melhor nós irmos... Por favor, traga Salu de volta.

Deixado para trás, sem nenhuma arma. Helge o condenou e nem sabia. Alöysius passou uma das mãos violentamente por entre os fios de seu cabelo antes de catar um cascalho qualquer e lançar no mar bem de onde elas haviam se esvaído. Ele preferia ter ficado, mas não tinha mais volta. "O que esse merda desse Salu tinha na cabeça para negar suas próprias mães?".

Com desfeita, ele avançou pela mata. A gruta não devia estar tão longe. A ínsula possuía uma floresta um tanto quanto abafada devido a umidade. Algumas extensões rochosas compunham o horizonte, não muito altas, mas íngremes. Conforme ele andava, tentava se atentar para não ser abordado por um daqueles copiadores.

De vera, não demorou para achá-la. Estava encoberta por trepadeiras floridas, esverdeadas e robustas, com as pétalas bem roseadas. Se eles tivessem optado por ela apostando na sua discrição, já tinham começado errado. Alöy não se aproximou, mas erguendo o rosto, tentou obter um ângulo decente de visão para saber se tinha alguém por de trás daquela flora: ele deveria se dar por satisfeito pela sua "vantagem", não que isso significasse muito. Ele ainda estava desarmado.

Havia um contorno sobreposto pela escuridão interna da gruta. Alöysius não tinha enfrentado nenhum monstro até então fora ossadas e benevolentes, sendo assim, não tinha a mínima ideia do que poderia fazer. Volvendo-me para si, se pôs a pensar em uma solução: “Merda. Se eu for até lá terei que enfrentá-lo, e eu não sei quase nada das tais dádivas que adquiri de Phobos. Preciso distraí-lo.

O moreno arrastou ambos os olhos ao redor, e ao encarar a grama, encontrou um graveto um tanto quanto longo de algum tronco por ali. "É...". Andando devagar afim de não se expor, Alöy avançou para a esquerda onde haviam algumas moitas mais altas sob uma árvore cheia, quase coberta de folhas e galhos. Subiu, e encontrou uma superfície onde poderia sentar sem ficar muito obstante do chão, mas que o deixasse imperceptível. Era bem ao lado da gruta.

- Espero mesmo que funcione -, disse para si mesmo antes de esticar seu corpo como fosse possível para remexer algumas das trepadeiras de longe. Queria que ele fosse para fora, só não esperava que ele realmente o fizesse.

Ele era esquio, absurdamente pálido - onde era possível enxergar suas veias sob a pele, inclusive -, e seu par de oculares remetia a algo viscoso como uma víbora (e ao seu modo, era uma). No todo, parecia ser muito frágil e isso deixou Alöysius um tanto quanto receoso; como, então, uma das náiades havia retornado quase morta da gruta? Ele pressionou os lábios enquanto o via andar à frente, atrás do que pudesse ter feito aquela planta se mexer.

O copiador estava de costas, e Alöy não podia mais demorar. Ao descer, tentou ao máximo não produzir nenhum ruído; pisou leve até passar pelo véu de flores, e adentrar de fato a gruta. Lá estava quase um breu, mas dava para andar sem cair em algo que passasse despercebido. Estava úmido e silencioso, e isso não era o que ele esperava: não tinha nenhum vestígio de que houvesse quaisquer pessoa por ali.

Alöysius se adiantou.

Conforme ele se via cada vez mais fundo no âmago daquele cenário, considerava consigo mesmo: "Se eu permanecer incógnito, talvez eu não morra", supôs. Foi ao esgueirar uma estalactite que Alöy se deparou pela primeira vez com Salu.

- Logo não terá mais com o que se preocupar, tem alguém muito intrigado sobre o que você é, e então teremos o que queremos - um copiador vociferava enquanto agarrava o rosto do meio-náiade com suas mãos magras. Salu parecia desgostar da aproximação, não podendo falar, entretanto, já que sua boca estava tampada.

Alöy olhou para trás para ver se não havia sido identificado ainda. Estava só, ou pelo menos por enquanto. O moreno tentou ver o que podia fazer, então verificou o que constava à sua frente: tinha uma faca deixada de lado mais para frente em uma superfície alta, um seguimento de sedimentações contornando a extremidade onde estava Salu, um tanto mais atrás dele, e uma fenda estreita do lado oposto, mas que deixava escapar um vislumbre de luz lá de fora. Se ele não estivesse errado, poderiam passar por ali ainda que com demasiada dificuldade.

Engolindo a seco, Alöysius já sabia o que fazer. Sem tardar mais, esperou o copiador volver para avançar até o mais extenso dos sedimentos para novamente se esconder.

- Infame... Falando nele, já deveria ter aparecido - reclamava, agarrando a faca que deixara largada para tintilar entre suas presas ínfimas, que não fariam mal a ninguém por si só.

Ao desatentar-se, Alöy se arrastou até onde pretendia com êxito, mas Salu o notou. Grunhiu e aquilo fez com que seu raptor voltasse sua atenção para onde o moreno estivera anteriormente. O coração dele acelerou ao ver que fora por pouco, e a raiva dentro de si se estendeu ao ver que Salu era quem estava ferrando com ele. "Eu devia deixar esse merda para trás, puta que pariu".

- O que foi isso? Em? - proferiu o mesmo, apertando as pálpebras para ele: - Malditas náiades - falou, e logo se deslocou para o corredor de onde Alöy viera para verificar o que estava acontecendo.

Aquilo foi um alívio. O menor estava com sorte até então, e sem pestanejar, ele avançou até Salu; ele se espantou e quase gemeu novamente, mas Alöy deu-lhe um soco na cara antes mesmo que o fizesse.

- Você mesmo um imbecil - sussurrou, arrancando então a venda sob os lábios do rapaz: - Fique calado e venha comigo. Se fizer merda, eu te largo e estarei pouco me fodendo para o que acontecer com você, entendeu?

Ele era mais ou menos da sua faixa etária, então eles pareceram se acertar. Salu tinha seus olhos marejados, e vários hematomas vindos de surra pelo corpo; aquilo fez Alöy querer saber se não teria quebrado algum osso, e se poderia acompanhá-lo, mas isso ele só saberia quando o soltasse e saíssem de lá. Com pouca aptidão para nós, Alöysius custou para desatar as amarras de Salu, mas quando o fez, logo o puxou para a ranhura por onde ele esperava passar.

Até ali tudo estava bem, mas os copiadores voltaram antes do previsto.

- Quem é esse verme? - um deles berrou.

- Beleza, vaza daqui - Alöy disse urgente, empurrando Salu na fenda: - Anda logo!

Ele estava amedrontado, e o semblante pavoroso que exalava de Alöysius era um dos fatores determinantes para isso. Estava visível que o moreno já estava de saco cheio dele, e daquilo onde ele o meteu. Ainda que trêmulo, ele foi em frente enquanto o progênie de Phobos ficou para trás. Ele tinha que atrasar os copiadores para que Salu alcançasse o mar.

- Salu, vá e não pare até entrar nas águas, - ele perdurou, - Se eu voltar e você não tiver ido embora, eu mesmo entrego sua cabeça.

Uma lâmina rasgou o braço de Alöy assim que ele terminou de falar, estirpando sua pele de forma extremamente dolosa.

- Nós vamos acabar com você - o algoz do ataque runhiu.

Após atingí-lo, a arma caiu no chão e o moreno desceu o rosto. Enrijecendo o maxilar, Alöysius pôs a mão sem pressa sobre o ferimento, tentando controlar sua dor antes de esboçar um sorriso sarcástico e elevar suas feições; se antes ele estava puto, agora então, estava enfurecido. Os copiadores não pareceram entender.

- Vocês estão fodidos - diz, lascivo.

E naquele instante, ambos os que estavam em sua frente recuaram para trás, e a cada gotícula soturna que escorria da ferida, suas pupilas se dilatavam ainda mais.

Um horror estava prestes a se suceder.



NOVAMENTE NO MAR, à beira de padecer.



Alöy despertou no mar. Pairando as ondas, seu corpo foi levado até as margens da orla onde tudo havia começado. Ele estava todo destruído, com cortes de faca para todos os lados, sangrando ao ponto de se tornar discutível se ele seria capaz de sair dessa; só havia uma certeza naquele momento: ainda que os copiadores fossem aparentemente fracos, sabiam manusear a arma que possuíam.

Por alguma razão, Alöysius não sabia exatamente o que tinha acontecido depois que o arremessaram aquela faca na primeira vez, e após isso, apenas borrões e cenas onde ele tentava resistir e persistir de todas as formas, fora uma enorme elevação de água e náiades com traços que ele nunca cogitara ver em seus rostos.

Ele mal conseguia espaçar os olhos, e então vozes foram reconhecidas ao longe:

- ALÖYSIUS! MERDA, ZENDAYÄ, CHAME ALGUÉM!

Aos poucos, os batimentos cardíacos do moreno pareciam reduzir.

Tumdum, tudum, tumdum,
tumdum, tundum,
tundum.

- Obrigada filho de Phobos, nunca esqueceremos o que fez por nós -, um cântico ressoou dos mares.



P/ PASSIVOS:
Nível 1
Nome do poder: Taste the Fear I
Descrição: Os filhos de Phobos conseguem saber quando um inimigo está com medo. No entanto, tal habilidade só parece funcionar – em tal nível – em inimigos de nível inferior.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Imunidade parcial I
Descrição: A prole de tal Deus possui uma facilidade em lidar com o próprio medo, entretanto isso não significa que o mesmo é imune ou nunca será atingido pelo mesmo. Apenas sabe como manter tal sentimento controlado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Defesa mental I
Descrição: Phobos é conhecido por seus terríveis truques mentais. De maneira que, a prole de tal Deus será mais resistente aos efeitos de ilusões. Entretanto, vale ressaltar que ilusões criadas por inimigos de mesmo nível ou superior irão atingi-lo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 4
Nome do poder: Perícia com Lanças I
Descrição: Ares sempre marchava para a guerra com Phobos e Deimos ao seu lado. Por conta disso, o filho de Phobos tem uma certa habilidade com lanças.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% de assertividade no manuseio.
Dano: +3% de dano se for acertado pela arma do semideus.

Nível 5
Nome do poder: Sentimentalismo
Descrição: Sendo filho de Ares e de Afrodite, Phobos é capaz de compreender sentimentos. Dessa forma, seus filhos poderão identificar sentimentos de amor e/ou ódio com facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 6
Nome do poder: Proteção
Descrição: Em tal nível o semideus consegue proteger-se, naturalmente, de invasões psicológicas e relacionados. Sendo que, quando um inimigo tenta invadir a cabeça de uma criança de Phobos o mesmo irá encontrar apenas o vazio. No entanto tal poder só irá funcionar caso o oponente seja mais fraco do que o filho de Phobos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 10% de resistência a ataques mentais.
Dano: Nenhum.

Nível 8
Nome do poder: Palavra Desencorajadora
Descrição: Cada fala do semideus poderá intimidar inimigos e, caso provoquem medo, o semideus irá se fortalecer. Entretanto a intimidação deverá necessariamente ocorrer através da fala. Não irá funcionar em inimigos mais fortes.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhu
Bônus: + 5% de força caso dê certo.
Dano: Nenhum.

P/ ATIVOS:
Nível 4
Nome do poder: Hemofobia
Descrição: O semideus pode induzir Hemofobia contra seu oponente, ou seja, o fazendo sentir medo de sangue. Assim sendo, ao sentir esse medo, poderá cortar o oponente, ou a si mesmo, e respingar sangue sobre ele, o medo será tão forte, que o deixara sem ação, ou tremulo, por um período de tempo, o fazendo errar boa parte de seus ataques.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 25 HP
Extra: O inimigo fica hesitante por um turno, dando chance ao filho de Phobos de atacar.

ARMA ALMEJADA:
• Honria dos Mares [Um pin de bronze que reluz em tons caleidoscópicos. Seu formato é do rosto de uma náiade metade homem de olhos fechados, envolto por ondas do mar. Foi dado à Alöysius pelos seus atos prestados na necessidade de reaver a honra da individualidade, e respeito por aqueles que o criaram. | Efeito 1:  Só pode ser usado quando perto da água. Ao utilizado, ele resplandece em tom azul e chama uma náiade para que possa ajudá-lo em momentos de risco apenas uma vez por Missão/MVP/Evento. | Ela possuirá HP e MP padrão ao nível de Alöysius Lecter, ou seja: nível 1 - HP&MP 100/100, nível 2 - HP&MP 200/200, e assim sucessivamente. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | CCFY]
Alöysius Lecter
Alöysius Lecter
Filhos de Phobos/Timmos
Filhos de Phobos/Timmos

Idade : 14

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Re: CCFY - The Sea Calls

Mensagem por Macária em Sex Fev 08, 2019 3:21 pm

Alöysius

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 2.000 xp e dracmas

Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 45%
Gramática e ortografia – 15%
Criatividade – 30%

TOTAL:  1.800 dracmas + 1 moeda de verão

Comentários:

Muitos erros de português, ainda que pequenos, foram notados ao longo de seu texto. Eles não atrapalharam realmente a construção do texto, no entanto, atrapalharam a fluidez por haver necessidade de ler o texto uma segunda vez para compreender o que seria aquela palavra. Creio que a responsável tenha sido a pressa, já que em alguns momentos você até troca palavras (como faz ao chamar a "mordaça" de "venda").

Descontei 5% no primeiro tópico porque, simplesmente, você pulou a batalha! Você a evitou por toda a narrativa e quando pensei "é agora", ela foi cortada. Não que tenha tornado a narrativa ruim, no entanto, fez alguma falta e tudo pareceu "fácil demais", compreende?

Item:

• Honria dos Mares [Um pin de bronze que reluz em tons caleidoscópicos. Seu formato é do rosto de uma náiade metade homem de olhos fechados, envolto por ondas do mar. Foi dado à Alöysius pelos seus atos prestados na necessidade de reaver a honra da individualidade, e respeito por aqueles que o criaram. | Efeito 1:  Só pode ser usado quando perto da água. Ao utilizado, ele resplandece em tom azul e chama uma náiade para que possa ajudá-lo em momentos de risco apenas uma vez por Missão/MVP/Evento. | Ela possuirá HP e MP padrão ao nível de Alöysius Lecter, ou seja: nível 1 - HP&MP 100/100, nível 2 - HP&MP 110/110, e assim sucessivamente. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | CCFY]




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