The Blood of Olympus
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CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

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CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

Mensagem por Puermina em Qua Jan 23, 2019 12:18 am

PUERMINA


destinado à trama e extras de Luisa Swan Sinnoh Puermina



Promoção de Inicio de Ano - 2019
Prólogo:
Evento de Verão:



Última edição por Puermina em Dom Fev 10, 2019 3:06 pm, editado 2 vez(es)
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Re: CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

Mensagem por Puermina em Qua Jan 23, 2019 1:51 am



CRIAÇÃO


Narrada por:
Luka Stweart Sinnoh, filho de Afrodite
+18
PARTE I
Era noite e chovia horrores. Eu estava em casa sozinho, sentado num dos bancos de balanço dos jardins, bebendo vinho e olhando para os céus que trovejavam numa intensidade escandalosa como se Zeus quisesse chamar atenção. Visão patética. Estava pouco me fodendo para o senhor do Olimpo. Eu queria saber de…
— ÉRIS! - gritei o nome da deusa que me enganou.
Há tempos, eu tinha saído em missão para a Discórdia pensando que seria algo fácil e distrativo, porém, o resultado final fora a minha alma sendo vendida pela chance de sobreviver e matar um semideus amaldiçoado pela mesma. E pela segunda vez ela me usara como brinquedo num evento sediado pelos deuses afim de “diversão”. Eu tinha sido abandonado, humilhado, chorado e feito de tolo por um bando de garotas para no final empatar com a filha de Hipnos por não querer sujar minhas mãos por eles outra vez.
— Era isso o que queria? Um troféu? - bravejava para os céus sentindo o ódio acumulado e minha roupa encharcar.
Sabia que ela podia me ouvir. Eles sempre ouviam.
— Ora querido, pra quê tanta mágoa? - uma voz seca e malévola disse nas minhas costas.
De baixo da sacada da porta dos fundos, uma mulher alta e de cabelos negros me encarava. Estava vestida para provocar com tantas curvas que chegaram a me excitar. E aqueles olhos! Nunca me disseram que o Caos era tão lindo daquela forma. Sua essência lembrava a pandemônios e brigas desnecessárias. Definitivamente a ordem não era com ela.
— O que foi querido? Alguém roubou sua alma? - ela sorriu e me deu náusea.
Passei a mão no cabelo de forma com que ele ficaria para trás e caminhei lentamente em sua direção, sem expressar reação alguma. Como eu desejava ter uma espada nas mãos... Ao chegar perto, encarei seus fortes olhos azuis e disse:
— Quero uma explicação e que seja boa! Entre.
Ela assentiu como se fosse uma amiga de tempos e caminhou na frente.
Sentamos num sofá da sala e tentei escolher as melhores palavras, contudo, ela se adiantou.
— Não me julgue Luka. Não quis colocar você em perigo muito menos expor sua família, mas tive que escolher um campeão e você não poderia recusar. Não é mesmo?
Não hesitei em responder.
— Não negaria, até porque não posso, mas daí a me manipular com ameaças como se fosse preciso? Sou um herói, Éris. Meus sentimentos foram postos a prova e quase matei uma pessoa inocente pela primeira vez. Minha sanidade não permitiu, não graças a você, claro.
Ela olhou para fora como se a chuva fosse mais interessante e sorriu. Só pude suspirar e ir na cozinha preparar um café e servir com pedaços de brownies feitos por Louis, que estava de viagem. Ao me sentar com ela novamente perguntei:
— Éris, será que pode me fazer um favor?
Ficava pensando em como pedir isso a alguém e não encontrava a melhor forma. Deusa nenhuma, fora minha mãe, ia com a minha cara e eu ainda menosprezava Afrodite. Todavia, Éris era tão louca quanto imprevisível. Eu poderia simplesmente dizer, mas só levantei e tirei o casaco molhado e a camisa branca colada no corpo, mostrando minha beleza natural pra deusa. Seduzir era minha natureza e o que eu fazia melhor. Estendi a mão direita pra Éris e ela sem saber o que eu pretendia aceitou, e então num súbito impulso colei seu corpo no meu e pressionei suas costas para que ficasse perto.
— Perdão - sussurrava em seu ouvido enquanto me mexia devagar numa dança - Me desenrolo melhor dançando.
Ela permaneceu em silêncio acompanhando os movimentos.
— Quando eu era criança e ia pra escola, meus colegas sempre perguntavam por que minha mãe não me buscava ou comparecia às reuniões. Eu nunca respondia. Perguntavam a mesma coisa do meu pai. Eu me mantinha calado. No fundo, estava chorando querendo o colo da mãe que nunca tive. Querendo ter… uma família feliz que foi me tirada no nascimento ao ser o que sou. Um meio-sangue com um pai mortal ausente.
Coloquei a cabeça dela deitada no meu ombro e dei um giro um pouco mais rápido e voltei ao ritmo lento.
— Desde sempre eu quis ter uma família simplesmente normal e perfeita. Agora tenho Louis e sei que normal nossa vida nunca será, mas pode ser perfeita... Acho que você entende que não posso fazer isso sozinho… Não é?
Parei e me afastei olhando nos seus olhos que mais pareciam frios que afetuosos. E como resposta ele os fechou e me beijou. Um beijo que não era necessário, mas se iria fazer isso teria que segui-la. Ela se afastou e disse baixinho ao meu ouvido:
— Sabe que eu poderia te transformar no guerreiro mais incrível de todos os tempos, não é mesmo?
— Sei… mas prefiro que me abençoe de outro jeito. Você já tem minha alma, mas por hoje terá meu corpo também.
E então a deitei no sofá alisando suas pernas devagar e subindo o vestido. Não parava de pensar no meu amor e que aquilo seria considerado traição por muitos, mas Eros sabia que era por nós. Não era um desejo egoísta. Não queria que fosse. Aquilo era tanto meu desejo quanto o dele.
Em meio aos amassos e arranhões, me via beijando entre as pernas de um corpo feminino, algo que pensei nunca fazer novamente. Teria que pensar naquela noite como uma despedida de solteiro bem, muito, picante. O vestido dela foi arrancado na mesma velocidade que o sutiã. Beijava seu pescoço enquanto a despia. Quando massageei sua região delicada tentei não pensar muito em quem ela era. Tinha que fingir que era uma transa com outra qualquer. Alguém que não poderia me arrancar a alma se estalasse os dedos. De alguma maneira, Éris sabia que me dando este presente teria minha lealdade eterna.
Já nus e sentindo a pele quente como Sol, nós não demoramos muito mais. A penetração ocorreu normalmente bem como cada estocada que se seguiu de forma veloz e violenta. Aquilo não era amor, era sexo por reprodução – pensava. E assim a todo momento eu tinha que me lembrar disso.
Não foi preciso mudar de posição nem qualquer outra coisa. Quando a hora se aproximou, a avisei e ela permitiu que eu prosseguisse. Instantes depois, o sêmen jorrava em seu ventre divino em fortes jatos percebidos pelos espasmos que meu pênis dera. Ela me olhou uma última vez e perguntou:
— O que vai dizer a Louis quando a criança vier ao mundo?
Sentado, tentando me recompor, respondi:
— Vou dizer que é minha, mas ele nunca saberá desta noite.
Encarei seus olhos azuis e a observei vestir-se novamente.
— Por que me dará este filho mesmo? Deuses nunca devem nada pra meios-sangue.
— Na hora certa você saberá. Até breve, Luks.
E com um selinho ela me deixou pela porta da frente.
O que eu tinha feito? O que acabara de acontecer? Eu tinha traído meu futuro noivo, transado com uma deusa que declarou guerra contra os Olimpianos e possivelmente a engravidado, tudo pelo simples desejo de ser pai. O que eu faria quanto a isso? Omitiria parte da história. Quando a criança nascer e Éris vir me entregar, a história da benção teria de ser alterada por algo mais literário. Uma mentira. Um segredo. Algo somente entre mim e Éris. Outra coisa que me fazia pensar várias vezes antes de desobedecer a Discórdia. Cada vez mais eu estava dentro do Caos.



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Re: CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

Mensagem por Puermina em Sab Fev 02, 2019 9:22 pm



MORTE E REDENÇÃO


Narrada por:
Observador
PARTE II
Luka Stewart Sinnoh, filho de Afrodite com um empresário mortal, dono de empresas de doces no norte americano. Teve sua alma entregue à Éris em sua primeira missão externa após descobrir seu laço divino, devendo obediência à deusa, tornando-se mais tarde um seguidor do Caos. Louis Swan, filho de Apolo e uma camponesa mortal cuja voz encantara e atraíra o deus. Este dedicava seu tempo à música, mas faleceu durante uma caçada na ausência do marido, que saíra em missão para pedir ajuda de Hefesto na construção de uma fortaleza para a família. Sem saber ainda da morte de Louis, Luka perdeu 2 longas semanas atrás de uma lista de itens para o deus ferreiro e quando retornou, seu marido não tinha deixado rastro e um bebê estava a sua espera. Essa era Luisa, surgindo num péssimo momento. Luka foi saber da morte do amado dias depois, quando os filhos de Apolo notificaram que o corpo seria cremado no acampamento para que a alma do semideus pudesse cumprir sua passagem. Contudo, na mesma noite ocorria uma festa, onde amigos reunidos estavam para realizar um ritual no chalé de Hades para descer ao submundo e recuperar uma alma antes que fosse perdida. Sabendo disso, Luka não pode deixar de tentar. Deixou a filha com um amigo e foi buscar o corpo sem que ninguém soubesse. Eis que o ritual iniciou na presença de uma poderosa feiticeira e irmã de Louis, um filho de Hades, uma de Ares, Luka e os corpos a serem resgatados do submundo. Após uma perigosa saga, ambos os semideuses estavam de volta. Luka ficara tão feliz que não percebeu que tinha algo de errado.
Meses passaram, Luisa crescia com o segredo de ter sido adotada e Luka foi notando que Louis não tinha mais felicidade em viver. Preferia ficar em casa a ir nos eventos, ficava por noites acordado com insônia, não se alimentava bem e mal conversava, quanto mais tinha pensamentos críticos. Mesmo assim Luka persistia no seu sonho de criar um lugar onde não pudessem ser perturbados por monstros ou pelos deuses, mas para isso ele precisava de favores. Saiu em tantas missões e realizou tantos feitos que seu nível de poder e domínio de habilidades tornava-se conhecido além do Olimpo, contudo, o domínio de Éris sobre ele também na medida em que o semideus fazia uso dos poderes e bençãos cedidos por ela.
No aniversário de 4 anos de Luisa, ele tinha feito uma festa para os amigos mais íntimos e familiares mortais. Luisa tinha um padrinho e uma madrinha a quem Luka confiou a vida de sua filha caso algo acontecesse com ele e Louis, mas algo dentro do semideus não estava bem. Ele não conseguia controlar mais tão bem suas emoções e ficava com o humor instável, atacando verbalmente pessoas queridas, que não sabiam o que estava havendo. A madrinha de Luisa, filha de Apolo e feiticeira, que trouxe Louis de volta a vida, sabia que tinha muita coisa errada naquela família, mas não podia intervir sem que alguém pedisse.
Luisa cresceu cercada por influências femininas que a empoderaram desde cedo, mesmo que sem Luka saber na maioria das vezes pelas crises de ciúmes. Muitas já estavam desconfiando de seu segredo, o que levou o rapaz a agir de forma violenta, anulando cada vez mais sua natureza bondosa. Por outro lado, Luisa nunca despertara desejo por incitar brigas ou coisas do gênero, mas tinha o desejo de aprender a lutar, como seus pais e padrinhos no acampamento meio-sangue, do qual sempre ouvira falar. Entretanto, Luka não via necessidade da filha experienciar essas coisas se ele estava construindo uma fortaleza para protegê-la e também tinha o fato de não aguentar a ideia de tê-la longe por um verão inteiro, pois Louis tinha sido dado morto e não podia aparecer por aí e não tinha forças para se manter sozinho. Luisa pedia então para passar alguns dias na casa da tia feiticeira e lá treinava secretamente desde os sete anos, desafiando o dindo, filho de Hades, para batalhas corpo-a-corpo (seu gênero favorito).
Próximo do aniversário de 10 anos de Luisa, Luka já não realizava missões há meses - o que significava que seu elo com Éris estava fraco - e Louis aparentava estar mais forte e feliz. Decidiram então organizar uma grande festa e convidaram seus melhores amigos e familiares para celebrar a primeira década de Luisa na casa nova. Mal sabiam eles que este dia já tinha sido planejado por outro alguém.
Durante a chegada dos convidados, Luisa foi levada para um cantinho onde sua tia lhe presenteava com anéis de ouro encrustados com diamantes que a desejo da portadora, eles viravam soquetes de ouro imperial. Era a primeira joia e arma da menina. Ficara muito feliz, mas sabia que tinha de esconder a real função do pai ciumento, já que ele a proibira de treinar ou realizar qualquer que tivesse ligação com o mundo divino a qual estava sendo iniciada. As festividades continuavam até que era chegada a hora do bolo. Eis que algo surgia acima da cabeça de Luisa enquanto todos se preparavam para cantar. Uma luz púrpura tremeluzia bem como o signo de uma maçã dourada. Luka e Louis estavam cada um de um lado da menina. Ela questionava o que era aquilo para os pais, mas nenhum respondia. Os convidados meios-sangue sabiam do que se tratava, mas não ousaram dizer. O tumulto era iniciado por burburinhos e Louis começava a tremer e ter uma recaída então ela aparecia cantando "parabéns" para Luisa com seu vestido vermelho provocante e adereços em ouro, ousando chamar a menina de sua. Luka, louco de raiva, subiu na mesa e ordenou que ela fosse embora. Éris dizia que estava apenas se divertindo no décimo aniversário da filha, já que não havia sido convidada para nenhum outro, ela sentia-se no direito, ou melhor, dever de aparecer, aliás, ela amava festas. Luisa insistia em saber do pai o que estava acontecendo, mas ele insistia em ignorar a garota, não por menosprezo, mas por não conseguir lidar com a verdade naquele momento. Então seus sentimentos entraram em conflito e sua personalidade junto. Era óbvio que Éris já tinha controle do semideus a essa altura e ele não poderia derrotá-la, mas a loucura estava-o consumindo. O filho de Afrodite se tornara um monstro - literalmente - e estava atacando a todos em seu caminho. Louis fora resgatado por uma irmã e Luisa estava sendo levada pelo padrinho. Quando Luka viu a cena, entrou no estágio mais alto que a Discórdia tanto desejara. Ele estava partindo para cima de seus iguais com a finalidade de destruí-los por encostarem em sua família. Luisa não reconhecia mais o pai. A tia abria um portal e mandava que a menina fosse embora, mas ela não podia deixá-lo. E ele não permitiria, pois livrou-se do filho de Hades e agredia feiticeira. Luisa procurou refúgio e percebeu a deusa fitando ela. Perguntou em seu pensamento se a mulher de vermelho poderia fazer algo para salvar o pai. E como se lê-se a mente da menina, Éris respondia que Luka tinha feito suas escolhas e que ninguém seria capaz de salvá-lo completamente, muito menos destruí-lo antes que matasse todos naquela casa. Revelou ainda que ele só tinha uma fraqueza: a própria Luisa. Tendo realizado seu estrago, Éris partia. Luisa ficava sem saber o que fazer. Queria gritar para que o pai parasse, mas não adiantaria. Éris tinha razão, ele se fora e estava para matar o restante das pessoas que Luisa amava. Ela correu até ele e subiu suas costas, puxando as orelhas, fazendo com que ele tombasse para trás. O Luka monstruoso estava prestes a revidar, quando percebeu tratar-se de sua pequena. Ficaram se encarando por alguns segundos. Luisa chorava e pedia para o pai voltar ao normal, sem sucesso. A feiticeira fazia um movimento que despertava a fera novamente, provocando na criança o instinto de proteger a família que ainda restava para ela. Os anéis tomaram tamanho e forma de socos ingleses e os diamantes ficaram tão grandes quanto as bonecas dela, e entraram tão fácil na carne do pai quanto faca em manteiga. Ele urrou em dor e ela chorou, revirando os soquetes, tendo que retirar e fincar novamente até que não pudesse ouvir mais som algum.
Luisa ia até seu outro pai, Louis, e o abraçava, toda ensanguentada, pedindo perdão, porém, era o pai quem se desculpava pela menina ter que passar por tudo aquilo e justo no seu décimo aniversário. E teve que se despedir mais uma vez, pois disse que já estava morto antes mesmo dela ter nascido, mas era o amor doentio de Luka que o mantinha vivo. Com a morte do amado, ele não tinha de onde tirar energia para permanecer vivo. Antes de partir, Loius confiou sua menina aos padrinhos e pediu que não deixassem-na esquecer de seu legado. Ela era sim filha de Louka (Louis + Luka), mas devia aprender a controlar seus poderes e lutar pelo que acreditava, como o pai, que só desejava proteger a menininha dele, permitindo enfim passar um tempo no acampamento, quando quisesse. E ele partia por fim segurando a mão de Luisa, dizendo que ela sempre fora amada.



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Re: CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

Mensagem por Afrodite em Dom Fev 03, 2019 2:29 pm


Puermina
Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 3.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 3.000 XP + 4.000 dracmas + Reclamação
Comentários:
Puermina,

Apesar de ter um template com barra de rolagem, isso não deixou a leitura do seu texto nem um pouco cansativa ou problemática. Muito pelo contrário. Histórias dos filhos de Éris são sempre dolorosas, cheias de mágoa e remorso, e foi bom ver que você colocou isso perfeitamente em sua trama. Poucos tem essa capacidade. Seu item sofreu uma pequena alteração, pois continha um efeito no meio da sua descrição. Aqui está o item modificado:

⊰ Diamond Knuckles [Par de soco inglês em ouro imperial com pontas em diamante. A arma branca tem espaço para os 4 dedos de cada mão, excluindo os polegares. | Efeito 1: Sendo encantadas por mágica, se transformam em anéis encrustados com diamantes a desejo da portadora | Efeito 2: Tais armas funcionam como bestas, disparando diamantes afiados. | Efeito 3: Uma vez por evento/missão os diamantes poderão se alongar como garras de até 30cm e irão causar +20% de dano no ataque. | Ouro Imperial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Herança.]

Aurevóir!




Aphrodite
Love's Goddess
heartbreaker
Afrodite
Afrodite
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Olimpo

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Re: CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

Mensagem por Puermina em Seg Fev 04, 2019 2:56 pm



de volta para casa


Narrada por:
Puermina
Missão Fixa - Verão

O verão estava chegando ao fim e isto significava que a grande maioria deixaria o lugar para voltar às suas respectivas famílias ou parentes mortais com quem viviam. Para minha sorte, vivia entre duas casas mágicas maravilhosas. Após a morte dos meus pais, minha tia e madrinha Zoey M. - filha de Apolo e uma das melhores feiticeiras aprendizes de Circe – e meu padrinho Brandon S. – filho de Hades e um seguidor de Érebo – dividiam minha guarda como podiam. Cada um tinha seus afazeres e sua própria família, mas isso só me fazia sentir mais acolhida, uma vez que frequentava a casa deles desde nascida.
Após me despedir das minhas poucas amizades fui encontrar com alguém que provavelmente estava a minha espera depois da colina. Chegando nos limites do acampamento, Brandon estava à minha espera numa motocicleta piano black estilo anos 90 com detalhes de caveiras na pintura. Ele tirou o capacete ao me ver e sustentou um sorriso até que pude chegar perto
— DINDO! - exclamei ao saltar sobre ele para um abraço.
— Ei pequena, como cresceu! – ele disse. – Me conta como foi o seu primeiro verão na volta pra casa. Bree ta preparando seu prato favorito.
Ele me deu outro capacete e assim seguimos viagem para Manhattan.
(...)
Na rodovia 495, contava a ele sobre as lições aprendidas e as histórias que ouvi de heróis que eu conheci durante as noites na fogueira.
— Tudo parecia tão mágico que me fez ter vontade de ir em missões externas também – disse – mas os conselheiros diziam que era perigo de morte real e que cada vez mais semideuses estavam morrendo por descuido, então preferi ficar nos treinos, já que tinha muito que aprender.
Contei também das amizades que fiz, mesmo em pouco tempo por lá. Informei que Luci, uma das meninas mais velhas, talvez aparecesse para darmos uma volta por NY. Tinha mais algumas coisas para contar antes de chegarmos em casa, contudo, algo a frente causava algum tipo de congestionamento, o que era incomum, visto que se tratava de uma via expressa. Bran diminuía a velocidade, mas usava a vantagem de ter um veículo pequeno para continuar o percurso. Passados 500m víamos o que estava causando aquele tumulto. Havia um ônibus intermunicipal deitado nas pistas, impedindo que o tráfego continuasse.
— Nossa, isso deve ter acontecido agora, né? – o questionei.
Brando, no entanto, permanecia concentrado no acidente e exigiu minha atenção, pedindo para que me concentrasse para enxergar além dos meus olhos. Não entendi muito bem, mas tentei e como fumaça, o ônibus sumia.
— Alguém estava tentando criar uma distração com névoa. – Ele olhou para os lados, desconfiado e se apressou. - Vamos logo, antes que seja lá quem resolva aparecer.
Nos ajeitamos e passamos pelo canto, onde havia sombra o suficiente para ele, herdeiro dos poderes de Hades, conseguir passar sem levantar suspeitas. Rodamos por poucos minutos, tendo a pista toda para nós, o que possibilitou com que eu visse uma sombra estranha e direcionasse meu olhar para os céus. Era apenas um pássaro negro. Que estava a 80 km/h como nós... E na mesma rota. Quando um segundo surgiu, achei que era a hora de contar a Bran. Quando ele olhou já eram três.
—Droga! – ele esbravejava, acelerando.
— Você os conhece?
— Eu andei criando inimizades com deuses das trevas... É difícil dizer se são seguidores de Nyx ou Hécate. Eu chutaria a segunda, pela manipulação de névoa. Temos que fugir antes que n—
— Dindo, já são dez! - o interrompi.
— Eu não consigo pilotar e lutar contra isso ao mesmo tempo... Droga!
Ele já ia a 120 km/h e os animais não estavam muito atrás. Os anéis em minhas mãos pesaram, como se estivessem falando comigo, então pensei no óbvio. Bati os punhos e ativei os soquetes e suspirei, desejando que aquilo funcionasse. Torci o corpo e mirei no centro do bando. Os diamantes das armas brancas emitiam uma luz esbranquiçada e em segundos disparavam rajadas do minério puro, atingindo três das aves, explodindo-as em um material brilhoso.
— Luisa, o que foi isso? – senti ele balançar a moto. – Se funcionou, não pare!
Sorri e imaginei uma música do Nirvana tocando enquanto mirava nos pássaros negros que se aproximavam, nos ameaçando entre chiados e garras. O material precioso no qual fora encantado não exigia que me preocupasse com limites – como o que acontecia com flechas, por exemplo -, apenas com minha mira e no extermínio dos nossos perseguidores. Contudo, na medida em que acabava com um, mais três surgiam pelas extremidades até que uma massa negra daquela espécie se formava bem atrás de nós. Aquele com insuportável que faziam já estava me deixando nervosa.
— Dindo, eu não to dando conta... Parece que enquanto houver um no ar, ele vai chamar os colegas e se reagrupar. Se ao menos eles ficassem um pouco mais lentos...
Eis que aquela voz que sempre fora sentida, mas silenciada me dava um toque. Disse algo que soou como “lance uma maldição”.
— Freia – pedi com firmeza, me equilibrando de joelhos na moto, ainda apoiada nele. – Confia em mim.
E numa derrapada lateral, Brandon freava colocando o pé de apoio no chão. Neste meio tempo, me pus de pé no veículo e senti uma ardência subir minha garganta, arranhando-me por dentro ao escapar com a palavra que pronuncie:
— Dor.
Neste momento, o bando estava nos arrodeando. Após essa única palavra, sua sincronia perfeita foi perturbada e os sons emitidos não eram mais os mesmos. Eram de agonia. Nisso, em meio ao redemoinho negro de criaturas das trevas, saltei e concentrei toda minha energia nos diamantes. Eu girava e lançava-os em todas as direções, criando no campo inimigo o meu próprio movimento espiralado. Diamond Storm! Assim que toquei o chão, me ergui e terminei com os poucos que restavam no céu com tiros de ambas as mãos.
Quando terminei, precisei de um momento. Fui ao chão e os socos ingleses viraram anéis novamente. Respirava com certa dificuldade. Brandon me ajudava a ir para a moto, dizendo que não era seguro ficar ali por dois motivos. Um deles era óbvio pelo que acabamos de enfrentar e o outro era a própria pista.
Sem maiores dificuldades, continuamos nossa viagem pela rota 495. Pegamos a saída 79, depois do Queens. Fizemos uma pequena parada em Jackson Heights para comer antes de cruzar o Rio East, que circundava a ilha de Manhattan.
Encontramos um fast-food limpo o suficiente para um lanche. Pedi um x-bacon com fritas e milk-shake de morango. Brandon disse querer só um café. Ele aguardou o atendente se afastar para dizer:
— Então... aquelas armas eram... as mesmas do seu aniversário de 10 anos?
Ele tomou cuidado para não mencionar a morte do meu pai, mas seria algo marcado na minha para sempre e, a menos que eu queira viver uma mentira, falar sobre isso era necessário.
— São as mesmas que a tia Zoey me presenteou naquele dia. Eu aprendi a dominar melhor minhas habilidades com ela e pretendo fazer bom uso dos ensinamentos adquiridos nesse verão.
Ele aceitava minhas palavras e recebia seu café. Meu pedido vinha logo em seguida.
— Sabe, eu ouvi que essas pedras preciosas são condutores de energia. Talvez ainda tenha um pouquinho da essência do meu pai nelas. Isso é meio medonho, mas é legal. – Eu ri.
Rimos os dois e ele acabou pedindo um x-burguer e um suco de maracujá, assumindo que tem tido dias difíceis. Eu o ouvia contando sobre algumas de suas aventuras domésticas enquanto olhava pela janela, tomando meu shake rosa. Aparentemente lutar contra os monstros do banheiro – vulgo germes – era ainda um desafio a ser conquistado.
Enquanto ele falava, via uma cena esquisita no parquinho do outro lado da rua. Um garotinho um pouco mais baixo que eu estava sem responsável algum por perto quando dois caras altos, com feições sinistras e gestos estranhos, convenceram a criança a sair do parque e acompanhar eles. Naquele mesmo instante levantei em súbito e corri para fora da lanchonete dizendo que alguém precisava de ajuda. Brandon ficou para trás, pois ainda tinha que pagar a conta e a mulher estava chegando com o que tinha pedido.
Saía do estabelecimento e olhavam para onde estavam indo. Eles já estavam bem distantes... Nisso, alguém conversava alto acima de mim, com sotaque sulista engraçado. Ao me deparar com pombos tive uma certa surpresa (mas não muita, já que eu sempre conversava com as aves de meu pai).
— Com licença senhores Pombos. Será que me poderiam me fazer um favor? Vai ser engraçado! Aqueles dois caras lá embaixo estão fazendo coisas feias. Quem tal dar uma lição deles?
Eles se entreolharam, primeiro surpresos de eu estar conversando com eles. Cochicharam como se eu fosse mais uma daquelas doidas do parque.
— Na verdade eu só consigo ouvir vocês, mesmo. – Eles se surpreenderam e chegaram mais perto querendo saber mais. – Estava pensando se não podiam deixar uma surpresinha no casaco ou cabeça deles.
Se bichos com bico podem sorrir eu não sei, mas que aquilo foi muito sinistro, foi! Os dois levantaram voo e foram me guiando. Ouvi Brandon logo atrás dizendo que me alcançava assim que tirasse a moto. Meus dois novos amiguinhos chegavam até eles primeiro, voando baixo e me garantindo algum tempo. Aquela distração me permitiu chegar perto o suficiente para entrar no mesmo beco que eles segundos depois. No fundo, eles encurralavam a criança. Tratavam-se de adultos por volta dos 30 anos, de pele branca e sem noção nenhuma.
— Ei! – gritei – Deixem o garoto em paz.
Desta vez, sentia algo doce pela garganta ao disparar aquelas palavras, cheias de emoção. Como se não pudessem ir contra meu pedido, os dois caras tiraram as mãos do garoto e se voltaram contra mim. Então guincharam como ratos. Do nada suas orbitas oculares ficaram fundas e vazias. Sua pele branca secava e eles tiravam os grandes casacos revelando a forma ossuda. Eram dois esqueletos grandes e assustadores. A criança estava sentada, tentando acompanhar. Tive que ativar minha arma. Eles pegaram um osso do braço, cada, e faziam de espada, vindo para cima de mim. Evadia dos golpes, pois eles não eram tão velozes, mas ainda eram dois. Me forcei para fazer os diamantes crescerem e então pude me defender dos ataques e cortar ambas as “armas” ao meio. Eles não se intimidaram, pelo contrário, continuaram a atacar. Do nada me via cercada e perguntavam por onde Brandon andava. O controle dele sobre essas criaturas viriam a calhar. Olhava para os dois lados tentando dar conta das investidas dos inimigos quando um me agarrou por trás e o outro partia para cima, me ameaçando agora com o fêmur. Fiz uma careta e reuni as poucas sombras ali presentes, comandando-as a passar ligeiras por entre as pernas do esqueleto a frente, o desestabilizando. Dei um impulso para trás, erguendo os pés e empurrando o da frente e fazendo força para cair pra trás, quebrando o que me prendia. Nisso, meu padrinho surgia, tomando um susto.
— What The Fuck? – ele pronunciou antes de erguer as mãos e banir os esqueletos para de baixo da terra. – Você está bem Lulu?
Fiz que sim, com a cabeça.
Me levantava e ia devagar até a criança. Ele permanecia olhando para frente, estático. Parecia perdido.
— Sou Luisa, qual seu nome?
Ele não respondeu. Permaneceu quieto. Tinha os olhos fixos em Brandon.
— Ele não vai te machucar. Não é como os outros.
— É pior – ele disse.
Me surpreendi, mas parecia natural já que quase sofrera na mão dos esqueletos que antes tinham aparência como a de Brandon. Ouvia ele tentando chegar mais perto e a criança se irritou.
— É PIOOOOR – gritou.
Desta vez, algo sobrenatural ocorria. A voz que saíra dele era grave e parecia ecoar entre dimensões, como o espírito que saiu por segundos do corpo, me assustando e jogando no chão.
— Luisa, saia de perto, ele é um Eidolon!
Virei o rosto para trás para perguntar do que ele estava falando quando as latas de lixo do beco atingiram-no e uma cortina de fogo nos separava.
— Por favor, para – implorei a ele – não viemos te fazer mal.
— Ele vai me banir, assim como banir os esqueletos para o submundo. Eu NÃO quero ir!
Eu sentia o medo dele. Ele estava agitado e com raiva também. Algo de ruim tinha acontecido e eu queria saber para poder ajudar. Ergui minha mão devagar e o fitava diretamente nos olhos. Mesmo que pequena, ainda tinha a confiança dele, afinal, não me fizera nenhum mal. Ele estranhava, mas permitiu que o tocasse. Com este gesto, pretendia ajudar a acalmar os sentimentos dele, que estavam tão conturbados.
— Pode confiar em mim. Me conta tudo o que aconteceu contigo que eu só quero ajudar.
Pude sentir seus sentimentos se ajeitando e seu poder abrandar. O fogo diminuía na medida que ele contava sua história. Era apenas uma alma presa no plano mortal, tentando realizar seu último desejo antes de partir, mas nunca o permitiam. Nisso, Brandon vinha até nós correndo. Me ergui e impedi que ele chegasse perto de Gideão (como o fantasma se chamava).
— Ele é só uma criança! Me escuta, ele só quer brincar. Só quer terminar o dia se divertindo. Por favor, vamos fazer isso. Por mim.
Ele não gostava da ideia. Provavelmente ele não conversava muito com criaturas antes de entrar numa batalha, mas pelo seu olhar eu soube que cederia.
— Você me lembra o seu pai, quando nos conhecemos. Sempre procurando um modo de resolver as coisas com palavras... Tudo bem, vamos ajudar ele. Vou mandar uma mensagem de Íris pra Bree, dizendo que vamos nos atrasar.
Dei uns pulinhos animados e fui até o garoto, levantá-lo.
(...)
Passamos a tarde toda num parque de diversões que estava montado ali perto. Era pequeno, mas tinha tudo que era preciso para ter um dia agradável. Dirigimos nos carrinhos bate-bate, andamos na montanha russa e ganhamos um dinossauro de pelúcia atirando em patinhos. Ele tinha uma ótima pontaria. Fomos na casa de espelhos e fizemos o dindo vir também. Ele batia nos espelhos e ficou preso por longos minutos naquele labirinto. Gideão e eu rimos tanto que choramos de tão engraçado que foi. Quando a noite chegou, fomos comer uma pizza e ele agradecia por eu ter sido legal. Fiquei feliz por ter proporcionado o dia que ele tanto quis. Após terminar seu pedaço ele se despedia e deixava o corpo do qual tinha possuído. Brando tratava de examinar se não tinha sobrado nenhum resquício de Gideão no mortal. Levamos o garoto para a delegacia mais próxima para que achassem sua família e então pudemos terminar a viagem até Manhattan.
Quando chegamos, dei um abraço forte na tia Bree e fui arrumar minhas coisas no quarto. Quando estava prestes a dormir, Brandon entrou no quarto e se sentou na cama, pedindo desculpas por termos tido dificuldades para chegar em casa. Neguei o pedido de desculpas dizendo:
— Obrigado por ter confiado em mim.
Ele sorriu e me deu um beijinho na testa, desejando boa noite.

Arsenal:
⊰ Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial.]
⊰ Diamond Knuckles [Par de soco inglês em ouro imperial com pontas em diamante. A arma branca tem espaço para os 4 dedos de cada mão, excluindo os polegares. | Efeito 1: Sendo encantadas por mágica, se transformam em anéis encrustados com diamantes a desejo da portadora | Efeito 2: Tais armas funcionam como bestas, disparando diamantes afiados. | Efeito 3: Uma vez por evento/missão os diamantes poderão se alongar como garras de até 30cm e irão causar +20% de dano no ataque. | Ouro Imperial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Herança.]
Poderes Usados:
Nível 5
Nome do poder: Maldição da dor I
Descrição: O filho de Eris/Discordia pode amaldiçoar o inimigo para que sinta dores em diversas partes do corpo, dores musculares leves, o que pode atrapalha-lo durante a luta.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 25 HP
Extra: O efeito dura apenas um turno, pode deixar o inimigo mais lento, e sentindo dores pelo corpo.

Nível 5
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: Éris/Discórida era braço direito de Ares, por isso - ao menos com armas - seus filhos são ambidestros. Tendo habilidade de manuseio com ambas as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Mesmo estando com uma arma na mão dominante, conseguira usar outra na mão oposta sem qualquer problema.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Comunicação com Pombas e Cisnes
Descrição: Ambos são animais regentes da deusa do amor, logo, seus filhos podem se comunicar com as mesmas, podendo pedir pequenos favores e principalmente informações. Os pássaros não te obedecem, mas têm respeito e admiração por você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através deles, e com seu charme natural, até consegue que eles te ajudem.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Charme I
Descrição: Os filhos de Afrodite/Vênus têm grande capacidade da persuasão, afinal, é impossível resistir aos pedidos de alguém tão carismático. Neste nível o poder está começando a se desenvolver, portanto só funciona com semideuses e monstros mais fracos.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode usar para enganar ou persuadir alguém a fazer o que você quer, por exemplo, fazer um inimigo se voltar contra um aliado dele mesmo. Porém, só funciona com pessoas de nível inferior ao seu.

Nível 3
Nome do poder: Umbracinese I
Descrição: É a capacidade mental que permite ao usuário ter total controle das sombras, podendo manipula-la, move-la, se mover por trás dela, e utiliza-la da maneira que bem entender. Os filhos da deusa da discórdia, assim como sua mãe, herdam tal habilidade, contudo, nesse nível, é algo fraco, e eles dependem totalmente da sombra para realizar os movimentos, conseguem move-las, e faze-las prender as pernas do inimigo, mas com uma força pequena, que não lhes é muito útil.
Gasto de Mp: 5 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Sentimentos Conturbados
Descrição: O semideus consegue fazer com que seus oponentes troquem os sentimentos do momento, ou algo semelhante, assim sendo, uma pessoa com raiva pode ficar calma, e uma pessoa feliz pode sentir um ciúme incomodo. Isso pode atrapalhar ou ajudar na batalha, depende da forma com que o semideus o utilizar.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP
Extra: O efeito dura em média um turno, então o poder precisa ser ativado novamente para continuar funcionando.




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Filhos de Eris
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Re: CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

Mensagem por Ariel Sehn Kahlfels em Ter Fev 05, 2019 6:52 pm


Puermina

Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: Até 10.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 10.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão

Comentário:
Sua escrita é interessante, de fato. O encontro com erros foi um "bolo", já que não encontrei nada de gravidade extrema ou um singelo erro básico. Considerei a recompensa máxima pela criatividade, ressaltando que Puermina evidencia ter muito o que mostrar, além da qualidade do conteúdo. Parabéns.

ATUALIZADAS POR AFRODITE



shadows break the dark
We live in shadows, we live where darkness hides, we'll go where no one goes. We won't give up this fight. We're coming after you, nowhere to run
Ariel Sehn Kahlfels
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Re: CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

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