The Blood of Olympus
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CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

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Mensagem por Puermina em Qua Jan 23, 2019 12:18 am

PUERMINA


destinado à trama e extras de Luisa Swan Sinnoh Puermina



Promoção de Inicio de Ano - 2019
Prólogo:
Evento de Verão:
A Escuridão Que Habita Em Mim:


Última edição por Puermina em Qui Mar 07, 2019 7:32 pm, editado 3 vez(es)
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Mensagem por Puermina em Qua Jan 23, 2019 1:51 am



CRIAÇÃO


Narrada por:
Luka Stweart Sinnoh, filho de Afrodite
+18
PARTE I
Era noite e chovia horrores. Eu estava em casa sozinho, sentado num dos bancos de balanço dos jardins, bebendo vinho e olhando para os céus que trovejavam numa intensidade escandalosa como se Zeus quisesse chamar atenção. Visão patética. Estava pouco me fodendo para o senhor do Olimpo. Eu queria saber de…
— ÉRIS! - gritei o nome da deusa que me enganou.
Há tempos, eu tinha saído em missão para a Discórdia pensando que seria algo fácil e distrativo, porém, o resultado final fora a minha alma sendo vendida pela chance de sobreviver e matar um semideus amaldiçoado pela mesma. E pela segunda vez ela me usara como brinquedo num evento sediado pelos deuses afim de “diversão”. Eu tinha sido abandonado, humilhado, chorado e feito de tolo por um bando de garotas para no final empatar com a filha de Hipnos por não querer sujar minhas mãos por eles outra vez.
— Era isso o que queria? Um troféu? - bravejava para os céus sentindo o ódio acumulado e minha roupa encharcar.
Sabia que ela podia me ouvir. Eles sempre ouviam.
— Ora querido, pra quê tanta mágoa? - uma voz seca e malévola disse nas minhas costas.
De baixo da sacada da porta dos fundos, uma mulher alta e de cabelos negros me encarava. Estava vestida para provocar com tantas curvas que chegaram a me excitar. E aqueles olhos! Nunca me disseram que o Caos era tão lindo daquela forma. Sua essência lembrava a pandemônios e brigas desnecessárias. Definitivamente a ordem não era com ela.
— O que foi querido? Alguém roubou sua alma? - ela sorriu e me deu náusea.
Passei a mão no cabelo de forma com que ele ficaria para trás e caminhei lentamente em sua direção, sem expressar reação alguma. Como eu desejava ter uma espada nas mãos... Ao chegar perto, encarei seus fortes olhos azuis e disse:
— Quero uma explicação e que seja boa! Entre.
Ela assentiu como se fosse uma amiga de tempos e caminhou na frente.
Sentamos num sofá da sala e tentei escolher as melhores palavras, contudo, ela se adiantou.
— Não me julgue Luka. Não quis colocar você em perigo muito menos expor sua família, mas tive que escolher um campeão e você não poderia recusar. Não é mesmo?
Não hesitei em responder.
— Não negaria, até porque não posso, mas daí a me manipular com ameaças como se fosse preciso? Sou um herói, Éris. Meus sentimentos foram postos a prova e quase matei uma pessoa inocente pela primeira vez. Minha sanidade não permitiu, não graças a você, claro.
Ela olhou para fora como se a chuva fosse mais interessante e sorriu. Só pude suspirar e ir na cozinha preparar um café e servir com pedaços de brownies feitos por Louis, que estava de viagem. Ao me sentar com ela novamente perguntei:
— Éris, será que pode me fazer um favor?
Ficava pensando em como pedir isso a alguém e não encontrava a melhor forma. Deusa nenhuma, fora minha mãe, ia com a minha cara e eu ainda menosprezava Afrodite. Todavia, Éris era tão louca quanto imprevisível. Eu poderia simplesmente dizer, mas só levantei e tirei o casaco molhado e a camisa branca colada no corpo, mostrando minha beleza natural pra deusa. Seduzir era minha natureza e o que eu fazia melhor. Estendi a mão direita pra Éris e ela sem saber o que eu pretendia aceitou, e então num súbito impulso colei seu corpo no meu e pressionei suas costas para que ficasse perto.
— Perdão - sussurrava em seu ouvido enquanto me mexia devagar numa dança - Me desenrolo melhor dançando.
Ela permaneceu em silêncio acompanhando os movimentos.
— Quando eu era criança e ia pra escola, meus colegas sempre perguntavam por que minha mãe não me buscava ou comparecia às reuniões. Eu nunca respondia. Perguntavam a mesma coisa do meu pai. Eu me mantinha calado. No fundo, estava chorando querendo o colo da mãe que nunca tive. Querendo ter… uma família feliz que foi me tirada no nascimento ao ser o que sou. Um meio-sangue com um pai mortal ausente.
Coloquei a cabeça dela deitada no meu ombro e dei um giro um pouco mais rápido e voltei ao ritmo lento.
— Desde sempre eu quis ter uma família simplesmente normal e perfeita. Agora tenho Louis e sei que normal nossa vida nunca será, mas pode ser perfeita... Acho que você entende que não posso fazer isso sozinho… Não é?
Parei e me afastei olhando nos seus olhos que mais pareciam frios que afetuosos. E como resposta ele os fechou e me beijou. Um beijo que não era necessário, mas se iria fazer isso teria que segui-la. Ela se afastou e disse baixinho ao meu ouvido:
— Sabe que eu poderia te transformar no guerreiro mais incrível de todos os tempos, não é mesmo?
— Sei… mas prefiro que me abençoe de outro jeito. Você já tem minha alma, mas por hoje terá meu corpo também.
E então a deitei no sofá alisando suas pernas devagar e subindo o vestido. Não parava de pensar no meu amor e que aquilo seria considerado traição por muitos, mas Eros sabia que era por nós. Não era um desejo egoísta. Não queria que fosse. Aquilo era tanto meu desejo quanto o dele.
Em meio aos amassos e arranhões, me via beijando entre as pernas de um corpo feminino, algo que pensei nunca fazer novamente. Teria que pensar naquela noite como uma despedida de solteiro bem, muito, picante. O vestido dela foi arrancado na mesma velocidade que o sutiã. Beijava seu pescoço enquanto a despia. Quando massageei sua região delicada tentei não pensar muito em quem ela era. Tinha que fingir que era uma transa com outra qualquer. Alguém que não poderia me arrancar a alma se estalasse os dedos. De alguma maneira, Éris sabia que me dando este presente teria minha lealdade eterna.
Já nus e sentindo a pele quente como Sol, nós não demoramos muito mais. A penetração ocorreu normalmente bem como cada estocada que se seguiu de forma veloz e violenta. Aquilo não era amor, era sexo por reprodução – pensava. E assim a todo momento eu tinha que me lembrar disso.
Não foi preciso mudar de posição nem qualquer outra coisa. Quando a hora se aproximou, a avisei e ela permitiu que eu prosseguisse. Instantes depois, o sêmen jorrava em seu ventre divino em fortes jatos percebidos pelos espasmos que meu pênis dera. Ela me olhou uma última vez e perguntou:
— O que vai dizer a Louis quando a criança vier ao mundo?
Sentado, tentando me recompor, respondi:
— Vou dizer que é minha, mas ele nunca saberá desta noite.
Encarei seus olhos azuis e a observei vestir-se novamente.
— Por que me dará este filho mesmo? Deuses nunca devem nada pra meios-sangue.
— Na hora certa você saberá. Até breve, Luks.
E com um selinho ela me deixou pela porta da frente.
O que eu tinha feito? O que acabara de acontecer? Eu tinha traído meu futuro noivo, transado com uma deusa que declarou guerra contra os Olimpianos e possivelmente a engravidado, tudo pelo simples desejo de ser pai. O que eu faria quanto a isso? Omitiria parte da história. Quando a criança nascer e Éris vir me entregar, a história da benção teria de ser alterada por algo mais literário. Uma mentira. Um segredo. Algo somente entre mim e Éris. Outra coisa que me fazia pensar várias vezes antes de desobedecer a Discórdia. Cada vez mais eu estava dentro do Caos.



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Mensagem por Puermina em Sab Fev 02, 2019 9:22 pm



MORTE E REDENÇÃO


Narrada por:
Observador
PARTE II
Luka Stewart Sinnoh, filho de Afrodite com um empresário mortal, dono de empresas de doces no norte americano. Teve sua alma entregue à Éris em sua primeira missão externa após descobrir seu laço divino, devendo obediência à deusa, tornando-se mais tarde um seguidor do Caos. Louis Swan, filho de Apolo e uma camponesa mortal cuja voz encantara e atraíra o deus. Este dedicava seu tempo à música, mas faleceu durante uma caçada na ausência do marido, que saíra em missão para pedir ajuda de Hefesto na construção de uma fortaleza para a família. Sem saber ainda da morte de Louis, Luka perdeu 2 longas semanas atrás de uma lista de itens para o deus ferreiro e quando retornou, seu marido não tinha deixado rastro e um bebê estava a sua espera. Essa era Luisa, surgindo num péssimo momento. Luka foi saber da morte do amado dias depois, quando os filhos de Apolo notificaram que o corpo seria cremado no acampamento para que a alma do semideus pudesse cumprir sua passagem. Contudo, na mesma noite ocorria uma festa, onde amigos reunidos estavam para realizar um ritual no chalé de Hades para descer ao submundo e recuperar uma alma antes que fosse perdida. Sabendo disso, Luka não pode deixar de tentar. Deixou a filha com um amigo e foi buscar o corpo sem que ninguém soubesse. Eis que o ritual iniciou na presença de uma poderosa feiticeira e irmã de Louis, um filho de Hades, uma de Ares, Luka e os corpos a serem resgatados do submundo. Após uma perigosa saga, ambos os semideuses estavam de volta. Luka ficara tão feliz que não percebeu que tinha algo de errado.
Meses passaram, Luisa crescia com o segredo de ter sido adotada e Luka foi notando que Louis não tinha mais felicidade em viver. Preferia ficar em casa a ir nos eventos, ficava por noites acordado com insônia, não se alimentava bem e mal conversava, quanto mais tinha pensamentos críticos. Mesmo assim Luka persistia no seu sonho de criar um lugar onde não pudessem ser perturbados por monstros ou pelos deuses, mas para isso ele precisava de favores. Saiu em tantas missões e realizou tantos feitos que seu nível de poder e domínio de habilidades tornava-se conhecido além do Olimpo, contudo, o domínio de Éris sobre ele também na medida em que o semideus fazia uso dos poderes e bençãos cedidos por ela.
No aniversário de 4 anos de Luisa, ele tinha feito uma festa para os amigos mais íntimos e familiares mortais. Luisa tinha um padrinho e uma madrinha a quem Luka confiou a vida de sua filha caso algo acontecesse com ele e Louis, mas algo dentro do semideus não estava bem. Ele não conseguia controlar mais tão bem suas emoções e ficava com o humor instável, atacando verbalmente pessoas queridas, que não sabiam o que estava havendo. A madrinha de Luisa, filha de Apolo e feiticeira, que trouxe Louis de volta a vida, sabia que tinha muita coisa errada naquela família, mas não podia intervir sem que alguém pedisse.
Luisa cresceu cercada por influências femininas que a empoderaram desde cedo, mesmo que sem Luka saber na maioria das vezes pelas crises de ciúmes. Muitas já estavam desconfiando de seu segredo, o que levou o rapaz a agir de forma violenta, anulando cada vez mais sua natureza bondosa. Por outro lado, Luisa nunca despertara desejo por incitar brigas ou coisas do gênero, mas tinha o desejo de aprender a lutar, como seus pais e padrinhos no acampamento meio-sangue, do qual sempre ouvira falar. Entretanto, Luka não via necessidade da filha experienciar essas coisas se ele estava construindo uma fortaleza para protegê-la e também tinha o fato de não aguentar a ideia de tê-la longe por um verão inteiro, pois Louis tinha sido dado morto e não podia aparecer por aí e não tinha forças para se manter sozinho. Luisa pedia então para passar alguns dias na casa da tia feiticeira e lá treinava secretamente desde os sete anos, desafiando o dindo, filho de Hades, para batalhas corpo-a-corpo (seu gênero favorito).
Próximo do aniversário de 10 anos de Luisa, Luka já não realizava missões há meses - o que significava que seu elo com Éris estava fraco - e Louis aparentava estar mais forte e feliz. Decidiram então organizar uma grande festa e convidaram seus melhores amigos e familiares para celebrar a primeira década de Luisa na casa nova. Mal sabiam eles que este dia já tinha sido planejado por outro alguém.
Durante a chegada dos convidados, Luisa foi levada para um cantinho onde sua tia lhe presenteava com anéis de ouro encrustados com diamantes que a desejo da portadora, eles viravam soquetes de ouro imperial. Era a primeira joia e arma da menina. Ficara muito feliz, mas sabia que tinha de esconder a real função do pai ciumento, já que ele a proibira de treinar ou realizar qualquer que tivesse ligação com o mundo divino a qual estava sendo iniciada. As festividades continuavam até que era chegada a hora do bolo. Eis que algo surgia acima da cabeça de Luisa enquanto todos se preparavam para cantar. Uma luz púrpura tremeluzia bem como o signo de uma maçã dourada. Luka e Louis estavam cada um de um lado da menina. Ela questionava o que era aquilo para os pais, mas nenhum respondia. Os convidados meios-sangue sabiam do que se tratava, mas não ousaram dizer. O tumulto era iniciado por burburinhos e Louis começava a tremer e ter uma recaída então ela aparecia cantando "parabéns" para Luisa com seu vestido vermelho provocante e adereços em ouro, ousando chamar a menina de sua. Luka, louco de raiva, subiu na mesa e ordenou que ela fosse embora. Éris dizia que estava apenas se divertindo no décimo aniversário da filha, já que não havia sido convidada para nenhum outro, ela sentia-se no direito, ou melhor, dever de aparecer, aliás, ela amava festas. Luisa insistia em saber do pai o que estava acontecendo, mas ele insistia em ignorar a garota, não por menosprezo, mas por não conseguir lidar com a verdade naquele momento. Então seus sentimentos entraram em conflito e sua personalidade junto. Era óbvio que Éris já tinha controle do semideus a essa altura e ele não poderia derrotá-la, mas a loucura estava-o consumindo. O filho de Afrodite se tornara um monstro - literalmente - e estava atacando a todos em seu caminho. Louis fora resgatado por uma irmã e Luisa estava sendo levada pelo padrinho. Quando Luka viu a cena, entrou no estágio mais alto que a Discórdia tanto desejara. Ele estava partindo para cima de seus iguais com a finalidade de destruí-los por encostarem em sua família. Luisa não reconhecia mais o pai. A tia abria um portal e mandava que a menina fosse embora, mas ela não podia deixá-lo. E ele não permitiria, pois livrou-se do filho de Hades e agredia feiticeira. Luisa procurou refúgio e percebeu a deusa fitando ela. Perguntou em seu pensamento se a mulher de vermelho poderia fazer algo para salvar o pai. E como se lê-se a mente da menina, Éris respondia que Luka tinha feito suas escolhas e que ninguém seria capaz de salvá-lo completamente, muito menos destruí-lo antes que matasse todos naquela casa. Revelou ainda que ele só tinha uma fraqueza: a própria Luisa. Tendo realizado seu estrago, Éris partia. Luisa ficava sem saber o que fazer. Queria gritar para que o pai parasse, mas não adiantaria. Éris tinha razão, ele se fora e estava para matar o restante das pessoas que Luisa amava. Ela correu até ele e subiu suas costas, puxando as orelhas, fazendo com que ele tombasse para trás. O Luka monstruoso estava prestes a revidar, quando percebeu tratar-se de sua pequena. Ficaram se encarando por alguns segundos. Luisa chorava e pedia para o pai voltar ao normal, sem sucesso. A feiticeira fazia um movimento que despertava a fera novamente, provocando na criança o instinto de proteger a família que ainda restava para ela. Os anéis tomaram tamanho e forma de socos ingleses e os diamantes ficaram tão grandes quanto as bonecas dela, e entraram tão fácil na carne do pai quanto faca em manteiga. Ele urrou em dor e ela chorou, revirando os soquetes, tendo que retirar e fincar novamente até que não pudesse ouvir mais som algum.
Luisa ia até seu outro pai, Louis, e o abraçava, toda ensanguentada, pedindo perdão, porém, era o pai quem se desculpava pela menina ter que passar por tudo aquilo e justo no seu décimo aniversário. E teve que se despedir mais uma vez, pois disse que já estava morto antes mesmo dela ter nascido, mas era o amor doentio de Luka que o mantinha vivo. Com a morte do amado, ele não tinha de onde tirar energia para permanecer vivo. Antes de partir, Loius confiou sua menina aos padrinhos e pediu que não deixassem-na esquecer de seu legado. Ela era sim filha de Louka (Louis + Luka), mas devia aprender a controlar seus poderes e lutar pelo que acreditava, como o pai, que só desejava proteger a menininha dele, permitindo enfim passar um tempo no acampamento, quando quisesse. E ele partia por fim segurando a mão de Luisa, dizendo que ela sempre fora amada.



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Mensagem por Afrodite em Dom Fev 03, 2019 2:29 pm


Puermina
Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 3.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 3.000 XP + 4.000 dracmas + Reclamação
Comentários:
Puermina,

Apesar de ter um template com barra de rolagem, isso não deixou a leitura do seu texto nem um pouco cansativa ou problemática. Muito pelo contrário. Histórias dos filhos de Éris são sempre dolorosas, cheias de mágoa e remorso, e foi bom ver que você colocou isso perfeitamente em sua trama. Poucos tem essa capacidade. Seu item sofreu uma pequena alteração, pois continha um efeito no meio da sua descrição. Aqui está o item modificado:

⊰ Diamond Knuckles [Par de soco inglês em ouro imperial com pontas em diamante. A arma branca tem espaço para os 4 dedos de cada mão, excluindo os polegares. | Efeito 1: Sendo encantadas por mágica, se transformam em anéis encrustados com diamantes a desejo da portadora | Efeito 2: Tais armas funcionam como bestas, disparando diamantes afiados. | Efeito 3: Uma vez por evento/missão os diamantes poderão se alongar como garras de até 30cm e irão causar +20% de dano no ataque. | Ouro Imperial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Herança.]

Aurevóir!




Aphrodite
Love's Goddess
heartbreaker
Afrodite
Afrodite
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Olimpo

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Mensagem por Puermina em Seg Fev 04, 2019 2:56 pm



de volta para casa


Narrada por:
Puermina
Missão Fixa - Verão

O verão estava chegando ao fim e isto significava que a grande maioria deixaria o lugar para voltar às suas respectivas famílias ou parentes mortais com quem viviam. Para minha sorte, vivia entre duas casas mágicas maravilhosas. Após a morte dos meus pais, minha tia e madrinha Zoey M. - filha de Apolo e uma das melhores feiticeiras aprendizes de Circe – e meu padrinho Brandon S. – filho de Hades e um seguidor de Érebo – dividiam minha guarda como podiam. Cada um tinha seus afazeres e sua própria família, mas isso só me fazia sentir mais acolhida, uma vez que frequentava a casa deles desde nascida.
Após me despedir das minhas poucas amizades fui encontrar com alguém que provavelmente estava a minha espera depois da colina. Chegando nos limites do acampamento, Brandon estava à minha espera numa motocicleta piano black estilo anos 90 com detalhes de caveiras na pintura. Ele tirou o capacete ao me ver e sustentou um sorriso até que pude chegar perto
— DINDO! - exclamei ao saltar sobre ele para um abraço.
— Ei pequena, como cresceu! – ele disse. – Me conta como foi o seu primeiro verão na volta pra casa. Bree ta preparando seu prato favorito.
Ele me deu outro capacete e assim seguimos viagem para Manhattan.
(...)
Na rodovia 495, contava a ele sobre as lições aprendidas e as histórias que ouvi de heróis que eu conheci durante as noites na fogueira.
— Tudo parecia tão mágico que me fez ter vontade de ir em missões externas também – disse – mas os conselheiros diziam que era perigo de morte real e que cada vez mais semideuses estavam morrendo por descuido, então preferi ficar nos treinos, já que tinha muito que aprender.
Contei também das amizades que fiz, mesmo em pouco tempo por lá. Informei que Luci, uma das meninas mais velhas, talvez aparecesse para darmos uma volta por NY. Tinha mais algumas coisas para contar antes de chegarmos em casa, contudo, algo a frente causava algum tipo de congestionamento, o que era incomum, visto que se tratava de uma via expressa. Bran diminuía a velocidade, mas usava a vantagem de ter um veículo pequeno para continuar o percurso. Passados 500m víamos o que estava causando aquele tumulto. Havia um ônibus intermunicipal deitado nas pistas, impedindo que o tráfego continuasse.
— Nossa, isso deve ter acontecido agora, né? – o questionei.
Brando, no entanto, permanecia concentrado no acidente e exigiu minha atenção, pedindo para que me concentrasse para enxergar além dos meus olhos. Não entendi muito bem, mas tentei e como fumaça, o ônibus sumia.
— Alguém estava tentando criar uma distração com névoa. – Ele olhou para os lados, desconfiado e se apressou. - Vamos logo, antes que seja lá quem resolva aparecer.
Nos ajeitamos e passamos pelo canto, onde havia sombra o suficiente para ele, herdeiro dos poderes de Hades, conseguir passar sem levantar suspeitas. Rodamos por poucos minutos, tendo a pista toda para nós, o que possibilitou com que eu visse uma sombra estranha e direcionasse meu olhar para os céus. Era apenas um pássaro negro. Que estava a 80 km/h como nós... E na mesma rota. Quando um segundo surgiu, achei que era a hora de contar a Bran. Quando ele olhou já eram três.
—Droga! – ele esbravejava, acelerando.
— Você os conhece?
— Eu andei criando inimizades com deuses das trevas... É difícil dizer se são seguidores de Nyx ou Hécate. Eu chutaria a segunda, pela manipulação de névoa. Temos que fugir antes que n—
— Dindo, já são dez! - o interrompi.
— Eu não consigo pilotar e lutar contra isso ao mesmo tempo... Droga!
Ele já ia a 120 km/h e os animais não estavam muito atrás. Os anéis em minhas mãos pesaram, como se estivessem falando comigo, então pensei no óbvio. Bati os punhos e ativei os soquetes e suspirei, desejando que aquilo funcionasse. Torci o corpo e mirei no centro do bando. Os diamantes das armas brancas emitiam uma luz esbranquiçada e em segundos disparavam rajadas do minério puro, atingindo três das aves, explodindo-as em um material brilhoso.
— Luisa, o que foi isso? – senti ele balançar a moto. – Se funcionou, não pare!
Sorri e imaginei uma música do Nirvana tocando enquanto mirava nos pássaros negros que se aproximavam, nos ameaçando entre chiados e garras. O material precioso no qual fora encantado não exigia que me preocupasse com limites – como o que acontecia com flechas, por exemplo -, apenas com minha mira e no extermínio dos nossos perseguidores. Contudo, na medida em que acabava com um, mais três surgiam pelas extremidades até que uma massa negra daquela espécie se formava bem atrás de nós. Aquele com insuportável que faziam já estava me deixando nervosa.
— Dindo, eu não to dando conta... Parece que enquanto houver um no ar, ele vai chamar os colegas e se reagrupar. Se ao menos eles ficassem um pouco mais lentos...
Eis que aquela voz que sempre fora sentida, mas silenciada me dava um toque. Disse algo que soou como “lance uma maldição”.
— Freia – pedi com firmeza, me equilibrando de joelhos na moto, ainda apoiada nele. – Confia em mim.
E numa derrapada lateral, Brandon freava colocando o pé de apoio no chão. Neste meio tempo, me pus de pé no veículo e senti uma ardência subir minha garganta, arranhando-me por dentro ao escapar com a palavra que pronuncie:
— Dor.
Neste momento, o bando estava nos arrodeando. Após essa única palavra, sua sincronia perfeita foi perturbada e os sons emitidos não eram mais os mesmos. Eram de agonia. Nisso, em meio ao redemoinho negro de criaturas das trevas, saltei e concentrei toda minha energia nos diamantes. Eu girava e lançava-os em todas as direções, criando no campo inimigo o meu próprio movimento espiralado. Diamond Storm! Assim que toquei o chão, me ergui e terminei com os poucos que restavam no céu com tiros de ambas as mãos.
Quando terminei, precisei de um momento. Fui ao chão e os socos ingleses viraram anéis novamente. Respirava com certa dificuldade. Brandon me ajudava a ir para a moto, dizendo que não era seguro ficar ali por dois motivos. Um deles era óbvio pelo que acabamos de enfrentar e o outro era a própria pista.
Sem maiores dificuldades, continuamos nossa viagem pela rota 495. Pegamos a saída 79, depois do Queens. Fizemos uma pequena parada em Jackson Heights para comer antes de cruzar o Rio East, que circundava a ilha de Manhattan.
Encontramos um fast-food limpo o suficiente para um lanche. Pedi um x-bacon com fritas e milk-shake de morango. Brandon disse querer só um café. Ele aguardou o atendente se afastar para dizer:
— Então... aquelas armas eram... as mesmas do seu aniversário de 10 anos?
Ele tomou cuidado para não mencionar a morte do meu pai, mas seria algo marcado na minha para sempre e, a menos que eu queira viver uma mentira, falar sobre isso era necessário.
— São as mesmas que a tia Zoey me presenteou naquele dia. Eu aprendi a dominar melhor minhas habilidades com ela e pretendo fazer bom uso dos ensinamentos adquiridos nesse verão.
Ele aceitava minhas palavras e recebia seu café. Meu pedido vinha logo em seguida.
— Sabe, eu ouvi que essas pedras preciosas são condutores de energia. Talvez ainda tenha um pouquinho da essência do meu pai nelas. Isso é meio medonho, mas é legal. – Eu ri.
Rimos os dois e ele acabou pedindo um x-burguer e um suco de maracujá, assumindo que tem tido dias difíceis. Eu o ouvia contando sobre algumas de suas aventuras domésticas enquanto olhava pela janela, tomando meu shake rosa. Aparentemente lutar contra os monstros do banheiro – vulgo germes – era ainda um desafio a ser conquistado.
Enquanto ele falava, via uma cena esquisita no parquinho do outro lado da rua. Um garotinho um pouco mais baixo que eu estava sem responsável algum por perto quando dois caras altos, com feições sinistras e gestos estranhos, convenceram a criança a sair do parque e acompanhar eles. Naquele mesmo instante levantei em súbito e corri para fora da lanchonete dizendo que alguém precisava de ajuda. Brandon ficou para trás, pois ainda tinha que pagar a conta e a mulher estava chegando com o que tinha pedido.
Saía do estabelecimento e olhavam para onde estavam indo. Eles já estavam bem distantes... Nisso, alguém conversava alto acima de mim, com sotaque sulista engraçado. Ao me deparar com pombos tive uma certa surpresa (mas não muita, já que eu sempre conversava com as aves de meu pai).
— Com licença senhores Pombos. Será que me poderiam me fazer um favor? Vai ser engraçado! Aqueles dois caras lá embaixo estão fazendo coisas feias. Quem tal dar uma lição deles?
Eles se entreolharam, primeiro surpresos de eu estar conversando com eles. Cochicharam como se eu fosse mais uma daquelas doidas do parque.
— Na verdade eu só consigo ouvir vocês, mesmo. – Eles se surpreenderam e chegaram mais perto querendo saber mais. – Estava pensando se não podiam deixar uma surpresinha no casaco ou cabeça deles.
Se bichos com bico podem sorrir eu não sei, mas que aquilo foi muito sinistro, foi! Os dois levantaram voo e foram me guiando. Ouvi Brandon logo atrás dizendo que me alcançava assim que tirasse a moto. Meus dois novos amiguinhos chegavam até eles primeiro, voando baixo e me garantindo algum tempo. Aquela distração me permitiu chegar perto o suficiente para entrar no mesmo beco que eles segundos depois. No fundo, eles encurralavam a criança. Tratavam-se de adultos por volta dos 30 anos, de pele branca e sem noção nenhuma.
— Ei! – gritei – Deixem o garoto em paz.
Desta vez, sentia algo doce pela garganta ao disparar aquelas palavras, cheias de emoção. Como se não pudessem ir contra meu pedido, os dois caras tiraram as mãos do garoto e se voltaram contra mim. Então guincharam como ratos. Do nada suas orbitas oculares ficaram fundas e vazias. Sua pele branca secava e eles tiravam os grandes casacos revelando a forma ossuda. Eram dois esqueletos grandes e assustadores. A criança estava sentada, tentando acompanhar. Tive que ativar minha arma. Eles pegaram um osso do braço, cada, e faziam de espada, vindo para cima de mim. Evadia dos golpes, pois eles não eram tão velozes, mas ainda eram dois. Me forcei para fazer os diamantes crescerem e então pude me defender dos ataques e cortar ambas as “armas” ao meio. Eles não se intimidaram, pelo contrário, continuaram a atacar. Do nada me via cercada e perguntavam por onde Brandon andava. O controle dele sobre essas criaturas viriam a calhar. Olhava para os dois lados tentando dar conta das investidas dos inimigos quando um me agarrou por trás e o outro partia para cima, me ameaçando agora com o fêmur. Fiz uma careta e reuni as poucas sombras ali presentes, comandando-as a passar ligeiras por entre as pernas do esqueleto a frente, o desestabilizando. Dei um impulso para trás, erguendo os pés e empurrando o da frente e fazendo força para cair pra trás, quebrando o que me prendia. Nisso, meu padrinho surgia, tomando um susto.
— What The Fuck? – ele pronunciou antes de erguer as mãos e banir os esqueletos para de baixo da terra. – Você está bem Lulu?
Fiz que sim, com a cabeça.
Me levantava e ia devagar até a criança. Ele permanecia olhando para frente, estático. Parecia perdido.
— Sou Luisa, qual seu nome?
Ele não respondeu. Permaneceu quieto. Tinha os olhos fixos em Brandon.
— Ele não vai te machucar. Não é como os outros.
— É pior – ele disse.
Me surpreendi, mas parecia natural já que quase sofrera na mão dos esqueletos que antes tinham aparência como a de Brandon. Ouvia ele tentando chegar mais perto e a criança se irritou.
— É PIOOOOR – gritou.
Desta vez, algo sobrenatural ocorria. A voz que saíra dele era grave e parecia ecoar entre dimensões, como o espírito que saiu por segundos do corpo, me assustando e jogando no chão.
— Luisa, saia de perto, ele é um Eidolon!
Virei o rosto para trás para perguntar do que ele estava falando quando as latas de lixo do beco atingiram-no e uma cortina de fogo nos separava.
— Por favor, para – implorei a ele – não viemos te fazer mal.
— Ele vai me banir, assim como banir os esqueletos para o submundo. Eu NÃO quero ir!
Eu sentia o medo dele. Ele estava agitado e com raiva também. Algo de ruim tinha acontecido e eu queria saber para poder ajudar. Ergui minha mão devagar e o fitava diretamente nos olhos. Mesmo que pequena, ainda tinha a confiança dele, afinal, não me fizera nenhum mal. Ele estranhava, mas permitiu que o tocasse. Com este gesto, pretendia ajudar a acalmar os sentimentos dele, que estavam tão conturbados.
— Pode confiar em mim. Me conta tudo o que aconteceu contigo que eu só quero ajudar.
Pude sentir seus sentimentos se ajeitando e seu poder abrandar. O fogo diminuía na medida que ele contava sua história. Era apenas uma alma presa no plano mortal, tentando realizar seu último desejo antes de partir, mas nunca o permitiam. Nisso, Brandon vinha até nós correndo. Me ergui e impedi que ele chegasse perto de Gideão (como o fantasma se chamava).
— Ele é só uma criança! Me escuta, ele só quer brincar. Só quer terminar o dia se divertindo. Por favor, vamos fazer isso. Por mim.
Ele não gostava da ideia. Provavelmente ele não conversava muito com criaturas antes de entrar numa batalha, mas pelo seu olhar eu soube que cederia.
— Você me lembra o seu pai, quando nos conhecemos. Sempre procurando um modo de resolver as coisas com palavras... Tudo bem, vamos ajudar ele. Vou mandar uma mensagem de Íris pra Bree, dizendo que vamos nos atrasar.
Dei uns pulinhos animados e fui até o garoto, levantá-lo.
(...)
Passamos a tarde toda num parque de diversões que estava montado ali perto. Era pequeno, mas tinha tudo que era preciso para ter um dia agradável. Dirigimos nos carrinhos bate-bate, andamos na montanha russa e ganhamos um dinossauro de pelúcia atirando em patinhos. Ele tinha uma ótima pontaria. Fomos na casa de espelhos e fizemos o dindo vir também. Ele batia nos espelhos e ficou preso por longos minutos naquele labirinto. Gideão e eu rimos tanto que choramos de tão engraçado que foi. Quando a noite chegou, fomos comer uma pizza e ele agradecia por eu ter sido legal. Fiquei feliz por ter proporcionado o dia que ele tanto quis. Após terminar seu pedaço ele se despedia e deixava o corpo do qual tinha possuído. Brando tratava de examinar se não tinha sobrado nenhum resquício de Gideão no mortal. Levamos o garoto para a delegacia mais próxima para que achassem sua família e então pudemos terminar a viagem até Manhattan.
Quando chegamos, dei um abraço forte na tia Bree e fui arrumar minhas coisas no quarto. Quando estava prestes a dormir, Brandon entrou no quarto e se sentou na cama, pedindo desculpas por termos tido dificuldades para chegar em casa. Neguei o pedido de desculpas dizendo:
— Obrigado por ter confiado em mim.
Ele sorriu e me deu um beijinho na testa, desejando boa noite.

Arsenal:
⊰ Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial.]
⊰ Diamond Knuckles [Par de soco inglês em ouro imperial com pontas em diamante. A arma branca tem espaço para os 4 dedos de cada mão, excluindo os polegares. | Efeito 1: Sendo encantadas por mágica, se transformam em anéis encrustados com diamantes a desejo da portadora | Efeito 2: Tais armas funcionam como bestas, disparando diamantes afiados. | Efeito 3: Uma vez por evento/missão os diamantes poderão se alongar como garras de até 30cm e irão causar +20% de dano no ataque. | Ouro Imperial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Herança.]
Poderes Usados:
Nível 5
Nome do poder: Maldição da dor I
Descrição: O filho de Eris/Discordia pode amaldiçoar o inimigo para que sinta dores em diversas partes do corpo, dores musculares leves, o que pode atrapalha-lo durante a luta.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 25 HP
Extra: O efeito dura apenas um turno, pode deixar o inimigo mais lento, e sentindo dores pelo corpo.

Nível 5
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: Éris/Discórida era braço direito de Ares, por isso - ao menos com armas - seus filhos são ambidestros. Tendo habilidade de manuseio com ambas as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Mesmo estando com uma arma na mão dominante, conseguira usar outra na mão oposta sem qualquer problema.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Comunicação com Pombas e Cisnes
Descrição: Ambos são animais regentes da deusa do amor, logo, seus filhos podem se comunicar com as mesmas, podendo pedir pequenos favores e principalmente informações. Os pássaros não te obedecem, mas têm respeito e admiração por você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através deles, e com seu charme natural, até consegue que eles te ajudem.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Charme I
Descrição: Os filhos de Afrodite/Vênus têm grande capacidade da persuasão, afinal, é impossível resistir aos pedidos de alguém tão carismático. Neste nível o poder está começando a se desenvolver, portanto só funciona com semideuses e monstros mais fracos.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode usar para enganar ou persuadir alguém a fazer o que você quer, por exemplo, fazer um inimigo se voltar contra um aliado dele mesmo. Porém, só funciona com pessoas de nível inferior ao seu.

Nível 3
Nome do poder: Umbracinese I
Descrição: É a capacidade mental que permite ao usuário ter total controle das sombras, podendo manipula-la, move-la, se mover por trás dela, e utiliza-la da maneira que bem entender. Os filhos da deusa da discórdia, assim como sua mãe, herdam tal habilidade, contudo, nesse nível, é algo fraco, e eles dependem totalmente da sombra para realizar os movimentos, conseguem move-las, e faze-las prender as pernas do inimigo, mas com uma força pequena, que não lhes é muito útil.
Gasto de Mp: 5 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Sentimentos Conturbados
Descrição: O semideus consegue fazer com que seus oponentes troquem os sentimentos do momento, ou algo semelhante, assim sendo, uma pessoa com raiva pode ficar calma, e uma pessoa feliz pode sentir um ciúme incomodo. Isso pode atrapalhar ou ajudar na batalha, depende da forma com que o semideus o utilizar.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP
Extra: O efeito dura em média um turno, então o poder precisa ser ativado novamente para continuar funcionando.




Puermina
Puermina
Filhos de Eris
Filhos de Eris


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Mensagem por Ariel Sehn Kahlfels em Ter Fev 05, 2019 6:52 pm


Puermina

Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: Até 10.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 10.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão

Comentário:
Sua escrita é interessante, de fato. O encontro com erros foi um "bolo", já que não encontrei nada de gravidade extrema ou um singelo erro básico. Considerei a recompensa máxima pela criatividade, ressaltando que Puermina evidencia ter muito o que mostrar, além da qualidade do conteúdo. Parabéns.

ATUALIZADAS POR AFRODITE



u banished my shades of gray

hover over me and find out what u did.
Ariel Sehn Kahlfels
Ariel Sehn Kahlfels
Lider dos Mentalistas
Lider dos Mentalistas

Idade : 23

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Mensagem por Puermina em Qui Mar 07, 2019 1:14 pm



a escuridão que habita em mim


Narrada por:
Observador
PARTE I - O Despertar das Trevas
A semana havia começado difícil para a jovem semideusa. Cada vez mais ela era incumbida de tarefas para com o mundo mitológico cujo fazia parte, porém, estes serviços estavam atrapalhando a rotina mortal da menina. Como ainda estava no fundamental, ela não poderia simplesmente largar os estudos e dedicar-se a ser uma heroína. Até porque acreditava que as crianças mais inocentes precisavam de um exemplo de força e resistência. Alguém que lutasse por elas, mortais ou semidivinas! E era por isso que Luisa, ou melhor, Puermina se empenhava tanto em cumprir suas obrigações nos dois mundos.
Durante o jantar de sexta-feira na casa de seu padrinho Brandon, e a esposa, Bree, a pequena fora questionada sobre as dificuldades que estava enfrentando. Com graça, Puermina respondia:
— Ainda bem que perguntou, a Julie está ligando demais pra que os garotos estão dizendo a respeito do corpo dela. Estamos tentando trabalhar a autoestima dela. Amor próprio nunca é demais!
Ele olhava para a criança com expressão séria demais. Bree queria rir, mas se segurava.
— Estou falando do seu treinamento. Eu ainda tenho alguns contatos no acampamento que disseram que você não interage muito... Eu fico preocupado achando que isso é influência minha.
Puermina não entendia a preocupação do padrinho, mas logo se dava conta quando Bree disse:
— O que o Bran ta tentando dizer é que parece que você está pegando responsabilidades demais e não aproveitando o melhor de ser criança, lindinha.
Bree levantava para tirar a mesa, os deixando um pouco a sós. A filha de Luka brincava com as unhas, pensando em como reconfortar o homem que a abrigara e fazia o melhor que podia como tutor. O silêncio entre eles só era rompido pelo som da louça sendo lavada na cozinha.
— Dindo, eu te amo e não poderia imaginar influência melhor que o seu caráter. Você foi o melhor amigo do meu pai até mesmo depois da morte dele. - A menina segurou firme da mão do filho de Hades, que se emocionou, não conseguindo conter as lágrimas, puxando-a para um abraço.
— Por favor, não cresça nunca. - Ele pedia.
Naquela noite Puermina tardou a dormir. Ficara pensando em como aproveitava o tempo que tinha no acampamento. Quantas vezes fora aos campos de morangos ou à praia por diversão comparando com a rotina de treinos diários que realizou no seu primeiro verão. Depois pensou em como fugia da simplicidade do mundo mortal com suas missões de rastreio e nos treinos de combate aos fins de semana. Mais pensamentos não paravam de brotar na mente da menina, acelerando seu metabolismo, fazendo ela se questionar se aquela rotina era para fugir de algo ou se preparando para isso. Horas depois ela desmaiava, exausta.
Na manhã de sábado, ela acordou indisposta para treinar. A conversa e o turbilhão de pensamentos ainda a perturbava durante o café. Ela decidia passear no Central Park com as amigas do colégio. Durante o momento em que arrumava a mochila com água e biscoitos, olhou para a adaga e os anéis de ouro, refletindo se devia sair com eles. Se reconfortou ao pensar que estava indo se divertir a luz do dia e que não iria se preocupar com outros eventos. Antes de sair, conferiu novamente os itens, pensando na possibilidade de encontrar um monstro, mas logo afastou a ideia, indo encontrar as colegas.
Julie estava a espera de Puermina, já que morava na rua de trás do apartamento de Brandon. A amiga ruiva contava numa bicicleta prateada cheia de figurinhas de arco-íris e macacos coloridos. Puermina ficou em pé atrás da bike e ambas rumaram para o parque, indo encontrar o restante das amigas. De onde elas moraram para o Central Park não levava mais que 15minutos. Lá, elas pedalaram um pouco mais até chegar na árvore que marcaram como ponto de encontro, sendo as duas as primeiras a chegar. Julie repousou a bicicleta na árvore e estendeu uma canga na grama para sentarem na sombra e questionou Puermina sobre as aulas extracurriculares que ela pretendia fazer. Entretanto, todas as aulas que a escola oferecia batia de encontro com o horário de treinamento da semideusa. Foi o acordo que fizera com seus padrinhos, tanto Brandon quanto Zoey. Ela não abriria mão dos treinos para se envolver ainda mais nas aulas do ensino fundamental. Ela considerava combate corporal as extras que precisava, mas não queria mentir para a amiga. Revelou então que aos fins de semana praticava artes marciais com alguns mestres amigos do padrinho. Julie não procurou entender que aquilo era o desejo de Puermina e insistiu para que a negra fizesse aulas de dança com ela na escola. Salva pelo acaso, as outras meninas chegaram, contando que tinham acabado de ver um acidente de trânsito. Aparentemente uma mulher numa moto tinha batido contra um ônibus, mas não sangrou nem quebrou osso algum.
A conversa entre as quatro decorria de como foi que aconteceu a situação que presenciaram, de forma meio sensacionalista, enquanto comiam biscoitos amanteigados com suco de laranja. Quando terminaram de contar a história, Julie e Alice quiseram mostrar os movimentos que aprenderam na aula de dança, talvez como incentivo para as outras duas, mas nem Puermina nem Geraldine pretendiam sacrificar seus sábados para tal atividade. Elas mostravam alguns passos contemporâneos que faziam as amigas rirem respeitosamente quando uma mulher se aproximou. No instante que Puermina pousou os olhos sobre a pessoa à esquerda, se animou reconhecendo a jovem da qual tinha conhecido na sua última missão de rastreio.
— Cat! - Puermina levantou rapidamente, querendo ir abraça-la, sendo interrompida momentaneamente por Geraldine que alertou ser esta a mulher do acidente sensacionalista.
— Oi pequena, como você está? - Perguntou Catrina, com a voz cansada, após ser abraçada. - Podemos conversar? Eu to precisando de ajuda.
A filha de Éris olhava para as meninas e dizia que já voltava. Caminhava ao lado da filha de Ares e, curiosa, pedia detalhes sobre o ocorrido mencionado por suas amigas.
— Eu posso saber o que aconteceu pra você ter sofrido um acidente de trânsito? Já voei num Pégasu contigo e considero muito mais perigoso que uma moto.
A outra ria.
— Por Ártemis, como as informações correm rápido nessa cidade! Então, eu estava perseguindo um contrabandista e o bastardo me despistou. Ele roubou um artefato poderoso demais para cair nas mãos erradas. Eu sei que você ta com as suas amigas, mas eu pensei que pudesse me ajudar. Sabe, com suas habilidades de rastreio...
Puermina não conseguia se ver rastreando um contrabandista. Na verdade, ela mal conseguia se ver rastreando semideuses recém reclamados sem a ajuda de um ser mitológico, como um sátiro por exemplo. Contudo, entendia a urgência de Catrina. Era uma missão da qual ela não poderia pensar em falhar.
— Meu bem, não quero te apressar, mas não tenho tempo. Quanto mais aguardo mais ele se afasta. Se for me ajudar, precisamos ir agora.
"Ótimo dia para deixar as armas em casa" - Puermina pensou. - Certo, vamos.
Elas refizeram o caminho até as meninas para se despedirem e pegar a mochila da negra. Logo dirigiam-se à saída do parque, discutindo sobre todas as informações que Catrina possuía, que podiam ajudar a caçar o criminoso. Era homem, branco, tinha sangue divino, provavelmente também era um semideus, e estava numa moto estilizada como se fosse uma biga e ao invés de capacete usava um elmo.
Elas estavam perto de onde aconteceu o acidente com a moto - que havia sido retirada, mas o ônibus ainda estava sendo guinchado - e decidiram se separar para coletar evidências. Cat iria conferir a moto e conversar com os policiais.
— Eu vou tentar descobrir se alguém viu para onde ele foi. - Puermina avisava.
A menina ia então até alguns lojistas que estavam assustados com o ocorrido e os questionava se tinham visto a cena toda, desde antes da colisão. Na terceira loja, uma criança que vendia jornais na porta parou Puermina e conferiu a informação que ela caçava. Com charme (e dois dracmas de ouro) ela sabia por onde começar a busca. Voltou até Cat e viu que ela tinha dado um jeito no veículo. Ao oferecer a informação pra parceira, esta lhe deu o capacete e, juntas, montaram na motocicleta, seguindo a indicação do guri.
— O menino afirmou que nosso suspeito virou à esquerda depois do Pop's - alertou Puermina.
Catrina era realmente habilidosa com montarias, tanto automotivas quanto vivas. Ao virar no local indicado, elas viram o veículo do criminoso estacionado, sendo reconhecido por Cat.
— Ele deve estar por perto... - Cat descia da moto e olhava ao redor.
— Não sei... Tá certo que não tem muito tempo que vocês se desencontraram, mas ele poderia ter ido mais longe. A menos..
— O que? Acha que o comprador é daqui?
— Não vejo outro motivo, Cat. Se ele estava sendo caçado e parou por aqui, deve ter ido fazer a entrega e pretende voltar logo. Podemos nos esconder e esperar, para pegá-lo de surpresa.
— É um bom plano, mas não temos tanto tempo. Temos que impedir a venda.
Puermina estava preocupada. Ela sentia que precisariam lutar em algum momento e temia que apenas os punhos não fossem o suficiente, então sentia a garganta arder, lembrando dos dons que desenvolvera. Jogar pragas nas pessoas era algo que ela tentava evitar a todo custo, pois considerava uma prática cruel demais. E tinha outro motivo de não o fazer. Ela sentia algo dentro de si, deliciar-se com o sofrimento alheio.
— Mina, acho que encontrei uma coisa aqui.
Cat vasculhava na moto do outro algo. Ao se aproximar, Puermina viu que ela segurava um mapa, mas não conseguiu entender porque ele carregaria um mapa, mas o deixaria no veículo. No papel tinha uma marca num edifício que vendia bebidas há duas ruas dali. Lá, subiram as escadas da lateral do prédio até uma entrada escondida. Cat pegava um bastão e este tomava forma de uma lança. Ela tocou no ombro de Puermina e agradeceu a ajuda, pedindo para a criança ir pra casa. No entanto, ser deixada de lado nesta altura da missão já não era mais uma opção para Puermina.
— De jeito nenhum! Cat, não vou te abandonar agora.
— Eu vi que você veio sem suas soqueiras e eu não tenho nenhuma arma pra te oferecer, gatinha. Não quero me responsabilizar caso algo aconteça com você.
— Não precisa se preocupar, eu treino pra isso. Vamos.
Catrina via que não teria como mudar a opinião de Puermina e dava um sorriso em resposta. Agora as duas estavam inteiramente juntas nessa.
Puermina temia que aquilo não passasse de uma cilada para pegar Cat de surpresa, então ela desejava ser o apoio. Elas caminharam pelos corredores tentando fazer o mínimo de barulho possível. Chegaram então até um setor que dava para ver três níveis abaixo. No primeiro piso, um homem colocava uma caixa sobre uma espécie de pedestal. Mesmo sem tê-lo visto, Puermina sabia que era o cara. Um homem branco que usava um elmo na cabeça, como capacete, assim como descrevera Cat.
Puermina estava para planejar uma forma de surpreendê-lo, quando Catrina - impulsiva - saltou de uma altura de uns dez metros, assustando o contrabandista com o estrondo que fez no pouso. A filha de Ares girava a lança, apontando-a em seguida para o rival. Isto antes dela perceber que estava cercada por uma horda de zumbis. Puermina sentiu os músculos do corpo paralisarem no mesmo instante. Ela tinha horror a mortos-vivos. Via de cima Cat ter de abri caminha entre dezenas de mortos enquanto o criminoso carregava a caixa e tentava escapar. A negra engoliu em seco e fez um esforço, concentrando-se na sombra projetada do homem, fazendo ela se contorcer e prender a perna do mesmo, segurando-o no local, impedindo assim sua fuga.
Puermina procurava uma forma menos agressiva de descer até o primeiro andar, ainda controlando a sombra do homem. Ele tentava de todas as formas se livrar da prisão, sem efeito. Ela já estava no segundo andar quando avistou um capacete de obras e planejou criar uma distração para Cat chegar no cara. Com apenas um toque, ela desejou que aquilo atraísse os mortos como se fosse um cérebro nos filmes de zumbis, então lançou-o no campo de batalha. Como o objeto fora encantado, um achou o capacete primeiro, mas logo em seguida outro já queria o artefato. Logo a discórdia tinha sido plantada e eles estavam brigando por um item bobo, esquecendo da semideusa. Contudo, quebrei minha concentração. A sombra que prendia o bandido já não estava mais no meu controle e ele estava abrindo um portão para escapar. Cat mirou e sua lança atravessou a caixa, prendendo-a à parede. Ela avançou sobre o homem e ambos começaram a brigar usando os punhos.
Ainda na surdina, Puermina alcançava o primeiro andar caminhando pelas sombras, evitando fazer barulhos ou ser vista. Estando ali, sentia seus nervos agitados. Ela olhava fixamente para o bando de zumbis entretidos e alternava o olhar para a luta entre os semideuses. Catrina estava levando a pior. Ambos no chão, o homem sobre ela desferia sequências de socos apenas no rosto dela. Cat conseguia se defender por fim, com os braços, e empurrar ele para longe com as pernas. Ao levantar, ela olhou para Puermina e seus lábios disseram: pega a arma. Então ela levava uma investida no estômago e era emparedada. Puermina não conseguia lidar com a emoção e saiu do modo furtivo, atravessando o espaço, revelando que estava ali. Os mortos-vivos devem tê-la sentido, pois a guria ouvia o mar de grunhidos atrás dela aumentarem. Puermina olhou apenas para a luta dos vivos, quando chegou perto da caixa e da lança de Cat. A filha de Ares apanhava e sangrava tanto que parecia nem ter mais forças para lutar. Contudo, Cat via que os zumbis se aproximavam da menina e gritou:
— Use!
Sem pensar nas consequências, Puermina abriu a caixa e colocou o par de braceletes dourados, sentindo um formigamento não muito confortável nos antebraços. Eles pareciam apertar a menina, pois algo acontecia no contato da pele com aquele artefato. Puermina gritava sentindo sua energia sendo sugada e direcionada. A multidão de zumbis já estava alcançando a negra. Faltando poucos centímetros para atacarem-na, Puermina chocou os braceletes instintivamente para se defender. O reflexo da criança foi capaz de liberar uma massa de energia escura que não só afastaram as criaturas, como as devolveu para o lugar que pertenciam. Ao abrir os olhos, ela via que o estrago, mas não tinha tempo para pensar nisso. Pegou a lança de Cat e foi atacar o homem, todavia, ao estoca-lo com a arma, este tomava o mesmo destino que os zumbis, restando apenas o elmo.
— O que foi isso? Semideuses não viram pó. - Questionou Puermina, encarando Catrina, assustada.
A criança soltou a lança e tentou tirar os braceletes, mas eles se recusavam a sair. Era como se tivessem grudado na pele da menina. Quando perguntou sobre isso para Catrina, ela respondeu:
— Ele te escolheu.
Naquele instante, Puermina se acalmou. Não por que estava em paz, mas para decifrar o que estava sentindo. Ela piscou lentamente os olhos e disse:
— Você ta mentindo. Eu não sei porquê, mas está. Você não pode mentir pra uma filha de Éris, sabia? Ainda mais quando faço uma pergunta direta... - então a menina começava a juntar a facilidade com que encontraram o tal contrabandista com as mentiras de Catrina - Espera... Você estava me usando esse tempo todo? Isso foi tudo uma farsa?
— O quê? Não, que absurdo!
— Você ta mentindo de novo! - Puermina se exaltou e logo sentia aquela ardência na garganta - Eu o-d-e-i-o que mintam pra mim. Eu confiei em você Cat. Abandonei minhas amigas por um pedido seu. Rastreei uma... coisa! Lutei por você. Eu MEREÇO a verdade.
Naquele momento, a filha de Ares estava se revirando de dor. Puermina havia lançado a maldição da dor sobre ela, esperando ouvir a verdade que tanto queria. Cat não tinha noção do que estava despertando, por isso, tentou pegar a lança. Puermina pisou no braço da ex-companheira e tomou posse da arma, cravando a ponta na mão alheia. Catrina berrou com a dor. Sua agonia não tinha limites para ter fim.
— É uma pena eu não querer sentir pena de você. Eu te dei minha confiança e você me manipulou e mentiu para mim.
Catrina expressava medo em seus olhos. Ela não sabia mais o que fazer, então resolveu falar em meio grunhidos de agonia:
— Sua mãe! Éris queria que você usasse os braceletes!
Puermina olhou sério para a cobra diante dela. Retirou por fim a lança do corpo ferido de Cat e falou:
— Não que você mereça, mas vou acabar com a sua dor... Espero que arda no fogo do hades por trair uma amiga e trabalhar para o caos.
Nisso, Puermina assassinou a sangue frio Catrina. A última coisa que a traidora viu foram os olhos púrpura das trevas que habitavam a filha de Éris.

Poderes Usados:
ÉRIS:
Nível 3
Nome do poder: Umbracinese I
Descrição: É a capacidade mental que permite ao usuário ter total controle das sombras, podendo manipula-la, move-la, se mover por trás dela, e utiliza-la da maneira que bem entender. Os filhos da deusa da discórdia, assim como sua mãe, herdam tal habilidade, contudo, nesse nível, é algo fraco, e eles dependem totalmente da sombra para realizar os movimentos, conseguem move-las, e faze-las prender as pernas do inimigo, mas com uma força pequena, que não lhes é muito útil.
Gasto de Mp: 5 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum
Nível 22
Nome do poder: Toque da Discórdia I
Descrição: O semideus pode, com um simples toque sobre um objeto, uma arma, ou qualquer coisa semelhante, torna-la objeto de discórdia entre seus oponentes. Esse objeto estará encantado, e tornara-se o desejo de seus oponentes, inimigos, ou amigos, causando a discórdia no local que estiver presente. Isso trará discussão, desordem e brigas entre todos aqueles que forem afetados pelo objeto. Pode fazer com que briguem a tapas e arranhões, ou até mesmo, usem armas para fazê-lo.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode fazer inimigos lutarem entre si pela posse do objeto, gerar discussões e desacordos, além de causar distrações.
Dano: Nenhum
Extra: O efeito dura dois turnos. O filho da deusa não é afetado pelo poder.
Nível 16
Nome do poder: Furtividade I
Descrição: Os filhos de Eris/Discórdia tendem a ser bastante espertos, furtivos, devido as palavras venenosas e da má sorte que instalam ao seu redor. Isso faz com que consigam se esquivar mais facilmente, e se locomover sem serem notados com facilidade, podendo evitar fazer barulhos, ou serem detectados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de furtividade em luta. +20% de chance de pegar o inimigo de surpresa.
Dano: Nenhum
Nível 5
Nome do poder: Maldição da dor I
Descrição: O filho de Eris/Discordia pode amaldiçoar o inimigo para que sinta dores em diversas partes do corpo, dores musculares leves, o que pode atrapalha-lo durante a luta.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 25 HP
Extra: O efeito dura apenas um turno, pode deixar o inimigo mais lento, e sentindo dores pelo corpo.
Nível 18
Nome do poder: Pena
Descrição: Os filhos de Eris/Discordia, não são piedosos, e apelar para esse lado com eles não surtira qualquer efeito, eles são frios, e seu coração geralmente não pode ser aquecido por pedidos de misericórdia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Apelar para compaixão, pena e sentimentos semelhantes não surtira efeito nenhum com os filhos da deusa da discórdia.
Dano: Nenhum
AFRODITE:
Nível 3
Nome do poder: Charme I
Descrição: Os filhos de Afrodite/Vênus têm grande capacidade da persuasão, afinal, é impossível resistir aos pedidos de alguém tão carismático.  Neste nível o poder está começando a se desenvolver, portanto só funciona com semideuses e monstros mais fracos.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode usar para enganar ou persuadir alguém a fazer o que você quer, por exemplo, fazer um inimigo se voltar contra um aliado dele mesmo. Porém, só funciona com pessoas de nível inferior ao seu.

item almejado:
⊰ Braceletes da Discórdia [Um par de braceletes de ouro que ocupam cerca de 3/4 do antebraço do portador. Há desenhos de fissuras ligadas à pomos pela extensão do artefato, onde uma energia escura fica circulando como se fosse uma corrente sanguínea divina. | Efeito 1: Funcionam como artigo de defesa, sendo super resistentes, conferindo +40% de Constituição. | Efeito 2: Quando ambos são chocados, sugam a energia sombria que habita Puermina e libera uma explosão de Trevas num raio de 20 metros, causando 80 de dano, custando 30MP. | Efeito 3: Não podem ser retirados, pois os braceletes estão conectados ao corpo da semideusa. | Ouro Imperial e Magia Sombria. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | CCFY: a escuridão que habita em mim (parte 1).]






♥️ Puermina ♥️
embaixadora do amor próprio e protetora da infância
Filha de Éris & Legado de Afrodite
Puermina
Puermina
Filhos de Eris
Filhos de Eris


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CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia Empty Re: CCFY - PUERMINA, a saga entre Amor e Discórdia

Mensagem por Macária em Sab Mar 09, 2019 9:09 pm

Puermina

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 5.000 xp e dracmas


Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 48%
Gramática e ortografia – 19%
Criatividade – 30%

TOTAL: 4.850 xp e dracmas

Comentários:

Achei uma missão deveras interessante e estou curiosa para ver como sua trama irá se desenrolar. Quero saber quais consequências isso terá para a personagem e, confesso, foi uma missão muito instigante desde o começo. Não notei grandes erros e achei bem criativa, no geral, não tenho o que pontuar. Meus parabéns.

O item foi, minimamente, modificado para:

⊰ Braceletes da Discórdia [Um par de braceletes de ouro que ocupam cerca de 3/4 do antebraço do portador. Há desenhos de fissuras ligadas à pomos pela extensão do artefato, onde uma energia escura fica circulando como se fosse uma corrente sanguínea divina. | Efeito 1: Funcionam como artigo de defesa, sendo super resistentes, conferindo +25% de constituição. | Efeito 2: Quando ambos são chocados, sugam a energia sombria que habita Puermina e libera uma explosão de Trevas num raio de 20 metros, causando 80 de dano, custando 30MP. | Efeito 3: Não podem ser retirados, pois os braceletes estão conectados ao corpo da semideusa. | Ouro Imperial e Magia Sombria. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | CCFY: a escuridão que habita em mim (parte 1).]




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Mensagem por Puermina em Dom Mar 10, 2019 2:29 am



a escuridão que habita em mim


Narrada por:
Puermina
+16
PARTE II - A Dor de um Homem
Alguns dias tinham se passado desde o incidente com Catrina. Eu não conseguia parar de pensar nisso, contudo, não sentia remorso pela morte dela. Me questionava o motivo de estar tão obcecada com o ocorrido. Aqueles braceletes dourados guardariam para sempre a lembrança do episódio, mas não apenas isso, eles me fariam lembrar do quão neutra me senti causando dor em outrem como se fosse algo natural do meu ser.
No momento, estava deitada na minha cama, no apartamento de Brandon em Manhattan, alisando os desenhos gravados nos braceletes. Havia passado os últimos dias tentando de inúmeras formas tirá-los, porém, nada tinha sido efetivo. Pensava se aquilo era algum recado de Éris. Pelo que sabia, ela fugiu antes que os outros deuses dessem conta e está escondida em algum lugar desde então. "Éris queria que você usasse os braceletes" - Catrina revelou em suas últimas palavras.
— Acho que a pergunta que devo fazer é se o isto que sinto dentro de mim tem alguma ligação com esses braceletes e o desejo de Éris em me tê-los usando.
Suspirei pesadamente, ainda olhando para os itens por mais alguns instantes e depois me levantei. Prendi o cabelo e me vestia para correr no parque.
Fazia frio nas ruas de NY, naquela manhã. Enquanto corria, refletia sobre o questionamento feito por meu dindo a respeito do treinamento que eu estava realizando desde que meu pai faleceu e eu não conseguia responder a pergunta para mim mesma. Me assustava a ideia de ser fraca quando algo ou alguém ameaçar ferir as pessoas com quem me importo. Meu pai fez o sacrifício dele pela família e o que acreditava ser o correto, me pedindo em seu leito de morte para fazer o mesmo. Lutar pelo que eu acreditava com todo meu coração. E eu quero ajudar e defender as crianças... a começar por mim...
Tive de interromper a corrida e sentar num banco, pois estava prestes a desabar em lágrimas. Sentia o luto pela morte dos meus pais como há meses não sentia. Era saudade que apertava em meu peito. Luka me protegia daquela vida. Agora via que ele queria o mesmo que Brandon deseja agora. Que eu aproveitasse minha infância o quanto pudesse sem me preocupar com risco de correr atacada por uma criatura diferente a cada dia. Temer a própria vida era uma situação totalmente diferente que temer a vida de um ser pelo qual você era eternamente responsável. Ainda mais que o indivíduo tentava conquistar emancipação e agir longe do alcance do protetor. Voltei a correr, indo direto para casa. Lá, encontrava Brandon no escritório e interrompia seus afazeres para dar-lhe um abraço.
— Eu te amo demais dindo e sinto muito por te deixar preocupado por todas as vezes que sumo em alguma missão ou treinamento espacial, mas eu tenho um motivo. Eu nunca vou poder ser uma criança normal como as outras, nem mesmo se eu tentasse muito. Eu... eu matei meu pai e com ele quase toda minha inocência. Eu treino não só para me defender, mas para que as outras crianças não tenham sua infância destruída por conta de planos adultos ou divinos imundos.
Eu soluçava muito, ainda derramando lágrimas, com o rosto afundado no peito da cria do submundo. Brandon alisava minha cabeça e me colocava sentada no sofá, dando o ombro para que eu pudesse deitar.
— Eu to contente que tenha desabafado comigo, pequena. Eu aprendi contigo o que é o amor incondicional. E eu fico preocupado, não só porque prometi ao seu pai cuidar de você, mas porque também te amo. Eu compreendo tudo o que disse e não posso pedir para você parar, eu só... só quero que me avise quando for sair e me dê uma expectativa de volta, okay?
Assenti. Parecia bem justo, considerando as últimas discussões em torno do meu envolvimento com o mundo mitológico cada vez mais assíduo.
(...)
Já era segunda-feira de tarde e eu estava voltando da escola quando um carro vermelho, todo estilizado, desacelera do meu lado. Já apertei os punhos, me preparando, caso fosse abordada. Os vidros abaixaram devagar e uma cabeleira loira me chamou pelo nome - ou quase.
— PURPURINA! - Lucifera Cipriani, uma amiga das aulas no acampamento, era quem dirigia - Gostou? Eu mesma que reformei. Entra aí, vamos dar uma voltinha.
Sorria com a filha de Hefesto. Ela era bem divertida e eu adoraria ir, mas teria que avisar meu dindo antes, caso contrário estaria desapontando-o e isso me deixaria triste. E foi exatamente o que disse a ela.
— Espera, o branquelo da bundinha bonita que vi no seu endereço? Ele que me disse que a essa hora você estaria voltando do colégio. Eu falei que ia te raptar caso te achasse, deixa disso, entra aí!
Normalmente eu entraria sim, porém, lembrava de como segui Catrina para uma falsa missão que terminou num descontrole atípico. Era óbvio que Luci não queria me machucar e não parecia mentir sobre ter falado com meu dindo. A indecisão me incomodava, mas pareceu perturbar ainda mais a loira de boca suja.
— Caralho, gatinha, da pra se decidir logo pelo amor da deusa? Daqui a pouco alguém vai aparecer e querer me multar e eu não tenho um puto de dinheiro mortal no bolso.
Eu só conseguia rir com ela. Entrada do outro lado, colocava o cinto de segurança e perguntava para onde iríamos. Ela me encarou como se fosse louca e disse que estávamos indo testar a velocidade daquela "belezinha". Desconfiada, segurei firme no banco e lá fomos nós.
Lucifera pegou a via expressa e desviava dos carros mais lentos à frente, debochando dos homens que os dirigiam. Eu gargalhava, mas já ficava preocupada quando ela começava a atingir os 120km/h.
— Olha só, Relâmpago Marquinhos, eu não to afim de virar estatística de trânsito hoje não. Pode ir mais devagar, por favor?
— Ai Puer... achei que você era mais divertida. - Resmungou Luci, reduzindo a marcha.
Olhei para baixo neste instante e comecei a limpar as unhas, como se tivesse alguma sujeira ali.
— É que tem acontecido umas coisas estranhas que estão me chateando...
— Tem a ver com esses braceletes esquisitos? - Ela olhava curiosa para o artefato, me fazendo duvidar de como ela sabia. - Que foi? Filha de Hefesto, esqueceu? A fusão desse tipo de material é muito curiosa. Parece que tem magia envolvida.
Olhava para os braceletes de ouro e lembrava da dor quando eles se instalaram nos meus antebraços. Agora sentia menos que um formigamento entre a pele e o material que a tocava.
— É, eu não sei muito bem qual a finalidade deles. E eu não sei se quero descobrir... Foi um presente da minha mãe.
Lucifera arregalou os olhos e soltou uma gama de palavrões me fazendo rir ainda mais. Ela acabava rindo também.
Paramos para comprar um sorvete e continuamos o passeio.
— Sério agora, eu não sei se posso te ajudar, mas sei de alguém que com certeza pode. - disse Luci, chamando minha atenção para a bomba que vinha a seguir. - Conhece as Amazonas?
— A sociedade matriarca histórica mais importante do universo mitológico e lar da minha diva, Mulher Maravilha? Claro que sim, mas nunca tive a oportunidade de conversar com elas. Participei de uma aula, lecionada por uma delas, uma vez, mas nada demais... Espera, você ta insinuando que você conhece as Amazonas?
O sorriso que brotou no rosto dela ao me ver empolgada falando das lendárias guerreiras me deixou ainda mais nervosa com aquela informação.
— Não só conheço, como você está no carona da mais nova Amazona.
Não resisti. Tive que dar um gritinho de alegria. Estava muito empolgada por ela! Estava para pedir mais informações quando algo bateu no capô do carro.
— Mas que merda...?
Vi pernas torneadas e um físico feminino jovem nos parar no trânsito, apontando uma flecha para a motorista. Ela era loira e usava artigos de prata lunar. Reconhecia aquela face de uma das aulas do acampamento. Era a instrutora de Artes e Ofícios, Josephine, conhecida também por ser uma das Caçadoras que seguiam a deusa Ártemis. Seus olhos filhos nos analisavam - sim, ela também me olhava - e dizia precisar dos nossos serviços.
— É sério isso? Você aponta uma arma pra nossa testa e ta pedindo ajuda? - Luci gritava com a Caçadora.
Saíamos do carro, ouvindo os motoristas passar por nós xingando. A mais nova Amazona estava furiosa, todavia, ela ia primeiro conferir a pintura do carro por onde Jose passou, já querendo reclamar.
— Não tenho tempo para perder com distrações mundanas. Há uma quadrilha que está traficando mulheres latina, com base em NY. Nos meus registros contam que cerca de 30 mulheres estão para serem vendidas, dentre elas, crianças. - Ela fez uma pausa olhando para mim e continuou. - Dessas crianças, duas são meio-sangue e entre os chefes do crime, há um semideus. Estou caçando ele há 3 meses e só consegui uma pista confiável, com o endereço dele e das mulheres no porto da cidade ao entardecer. Eu pedi reforço da caçada, mas elas não chegarão a tempo. Posso contar com vocês?
Eu já queria chorar. Primeiro foi um desvio de casa e agora um pedido para adentrar numa missão de resgate? O pior era que eu não poderia negar. Se tratavam de crianças e mulheres indefesas, provavelmente sendo tratadas em condições sub-humanas. Assentia, aceitando ser suporte da Caçadora.
— Como é? Por que você vai ajudar essa aí? - Luci se exaustou.
— Não é por ela. É pelo que acredito. Eu não posso dar as costas às crianças que estão sendo traficadas. Luci, eu fiz um voto quando me tornei rastreadora. - Respondi.
Ela sustentava o olhar de reprovação, pensando que eu desistiria fácil. Quando viu que não tinha jeito, desistiu ela e disse que também estava dentro. Logo estávamos todas no carro, Luci e Jose na frente e eu, como era menor, atrás. Uma música de rap começou a tocar e eu não pude deixar de rir.
— Meus deus, eu me sinto no filme das branquelas... - comentei altos demais.
— Como é que é miudinha? - Lucifera questionava em bom som, me fazendo rir.
— Nada não Tiffany - retrucava.
— Olha que eu te ejeto do meu carro, hein!
— Foco, por favor - pedia Josephine, cordialmente. - Aliás, eu sou muito mais Tiffany que ela.
Caí na gargalhada com aquelas duas. Josephine dava as coordenadas para a motorista, que ficava extremamente animada ao ouvir da outra para que fosse o mais rápido possível. Procurei os cintos do branco traseiro, com medo da expressão que ela fez e me segurei firme novamente.
(...)
Por mais difícil que seja acreditar, eu dormi! A viagem no carro de Luci foi tão confortável que nem mesmo o barulho externo incomodou. O curioso foi ouvir uma voz durante o sonho, como se quisesse me alertar de algo. De toda forma, havíamos chegado antes do entardecer. A região do porto abrigava algumas embarcações e muitos contêineres.
— Atenção agora! Dentro de um container estão as mulheres e crianças, mas não tenho informação de qual. Eles têm muitos comparsas, todos fortemente armados. Não enfrentem o semideus sozinhas, ele é romano e sem honra alguma. Vamos nos separar e conquistar esses merdinhas, okay?
Confirmei o plano e Luci gostou que a princesa de Quione tinha sujado a boca para falar dos homens.
Nos dividimos, cada uma seguindo numa direção. A Caçadora ia ao sul com seu arco já empunhado enquanto a cria de Hefesto seguia pela direita com sua espada amazona e eu pela esquerda, com meus pequenos anéis de ouro. Não tinha ideia do plano delas, mas pretendia ficar bem alerta para não ser surpreendida pelos capangas da quadrilha. Procurava dar leves toques com as soqueiras de ouro imperial nos caixotes de metal, ouvindo se vinha alguma resposta de dentro. Caminha por alguns minutos repetindo a estratégia de pergunta e resposta, mas não tinha sucesso. Em alguns momentos, eu tinha que escalar até outros contêineres, pois eles ficavam empilhados as vezes em três ou quatro por vez. O sol já ia se pondo quando finalmente eu ouvi algo em um dos caixotes. Bati de novo para confirmar o que ouvia e o som de um animal me assustou, revelando minha posição. No mesmo instante ouvi um som de bala a ser disparado do alto. Ergui um dos braços em reflexo e detive o disparo com o bracelete, se fazendo de escudo. Ao perceber de onde vinha o tiro, tinha certeza - ao olhar no rosto do homem que atirou - que ele não ficou feliz em não me ver sangrando no chão. Ele já erguia a arma para disparar uma nova vez. Contudo, antes que ele pudesse disparar contra mim outra vez, me escondi atrás dos caixas de carga metálicas e fiquei atenta. Quando ele cessou fogo, foi minha vez de disparar. Com o punho direito ergui, rajadas de diamantes afiadíssimos acertavam o adulto, invalidando-o de continuar a me atacar. Saí de onde estava escondida, mas comemorei aquela pequena vitória cedo demais. Outros dois criminosos apareciam atirando contra mim. Por um momento eu me peguei pensando se eles não desconfiavam de que eu era uma estudante que estava no lugar errado, na hora errada. Mas como nada na minha vida era coincidência, tive que ser ágil para me defende dos projetis e atacar com os disparos de meus diamantes. Usava ali todo meu jogo corporal para lidar com os homens diante de mim, me escondendo a medida que avançava e acertava outro. Entretanto, os disparos das armas deles eram altos demais, chamando assim reforços sem nem precisar usar outro tipo de comunicação. Eu só esperava que com esse desgaste de pessoal, as meninas estavam tendo mais êxito em encontrar o contêiner correto que eu.
Cansada de acertar e só ver o número de capangas aumentar, ouvia aquele sussurro abafado me dizendo para amaldiçoa-los. O sabor ardente das palavras venenosas já arranhava minha garganta. Eu detestava usar poderes daquela espécie com todas as minhas forças, mas estava assustada com a possibilidade de ser atingida por uma bala. Não conseguia pensar direito com o som ensurdecedor dos disparos cada vez mais frequentes. Tomando minha decisão, eu me disponho a correr da brecha de um contêiner a outro, soltando a seguinte frase:
Errant Canite
De imediato os tiros diminuíam e eles gritavam como se a discórdia tomasse conta da sua sorte. Ou melhor, azar! Só que eu não estava ligando para a situação deles no momento. Revirava os olhos e me concentrava a invocar três criaturas de energia escura e olhos vermelhos como sangue para me auxiliar nessa guerra. Assim que eles estavam dispostos de frente para mim, via que estavam mais espertos e melhor controlados. Sorria e sentia que era nossa hora.
— Me deem cobertura e atire em todos aqueles que tentarem nos ferir.
Nisso, saí de onde eu estava e caminhei normalmente por entre as grandes caixas de metal me sentindo uma diva, absorvendo energia daquele cenário caótico. Se aquilo fosse uma cena de filme, com certeza estaria tocando no fundo um rock bem pesado (ala Highway To Hell) enquanto eu desfilava, batendo nos contêineres ao passo que os pequenos seres de massa sombria acabavam com os homens, amaldiçoados a não conseguirem realizar uma simples tarefa: matar uma menininha de 11 anos. Eles caíam de seus postos, me fazendo rir ao pensar que estavam chovendo homens e indo parar direto no inferno.
Infelizmente, mesmo com a vantagem ainda não tinha resposta algum. Para piorar, no final daquele corredor, surgia uma figura masculina carregada de energia divina. Diferente dos outros homens, este não tinha uma arma de fogo, em compensação, os músculos eram anormais. Os braços eram cobertos por faixas, mostrando que ele tinha habilidades de luta e combate corporal. Não podia ser outra pessoa, se não o semideus sem escrúpulos que acobertava todo aquele esquema. Eu deveria correr. Ou talvez chamar as outras. Fazer qualquer coisa, menos enfrenta-lo. Só que ao primeiro passo do grandalhão em minha direção eu fui tomada por uma sensação indescritível. Do âmago do meu ser, algo me fazia mover na direção dele com velocidade. Ele respondia vindo de encontro. Meu medo daquele cara era grande, mas não tanto quanto o sentimento de querer fazer ele pagar pelas atrocidades cometidas. Sentia então minhas forças aumentarem faltando poucos metros para nos chocarmos. Saltei, me adiantando e, antes que pudesse chegar nele, aproveitava que o sol ainda estava aparente, mesmo que beijando o mar, e usava a sombra enorme que se entendia entre nós para prender as penas do crápula, e lhe desferia um chute na face, tomando distância logo que o golpeava. Não esperava ele se livrar das minhas sombras para atacar outra vez, com uma sequência de socos, com força e raiva, emitidas através dos socos ingleses de ouro imperial em cada uma de minhas mãos.
Esperava tomar distância novamente para planejar meu próximo movimento, mas ele foi mais ágil, me segurando com suas mãos de gorila, apertando para me machucar, me jogando contra um dos contêineres. O choque foi tamanho que meus sentidos auditivos zumbiam e minha visão ficou embaçada. Não tive como continuar controlando as sombras, então ele vinha até mim e me desferia um soco no rosto. Só com isso eu já cuspia sangue e sentia outro golpe vindo. Me fazendo de coitada inocente, olhei com olhos de filhote no fundo dos olhos do romano proferindo: por favor, não! - ao auxílio do charme na voz e um rostinho angelical. Ele hesitou o tempo exato para que eu crescesse as garras de diamante e cravasse uma nas costelas e outra no pescoço. Ele urra de dor e me segurava com as mãos enormes onde estavam os braceletes. Apertava-os. Eu não sentia tanta dor, eles resistiam bem. O grandão tentava tirar as garras de si, mas eu forçava para causar mais dor nele. Eis que senti aquela vontade de causar ainda mais sofrimento no homenzarrão. Em minha garganta, palavras venenosas, torturantes e de dor invadiam o indivíduo, levando-o à loucura. Algo em mim se satisfazia com os gritos de agonia e dor daquele homem. Os pedidos de clemência em desespero de nada o salvaria da discórdia plantada em sua mente. Naquele momento tirei devagar uma das garras do corpo dele para que sentisse o minério rasgar sua carne, para só então enfiá-la no peitoral. Terei a outra e fiz o mesmo. Com mais destreza, em movimentos múltiplos, as retirava e perfurava o corpo do homem, finalizando a sequência de movimentos com as garras fincadas no crânio do romano, uma de cada lado da cabeça.
Já sem vida, o corpo do semideus caía ao chão. Sentia então outra presença se aproximando por trás. Ao virar, Lucifera ergueu as mãos. Ela encarava meus olhos, como se não me reconhecesse, depois alternava o olhar entre minhas mãos - ensanguentadas - e o corpo jogado. Sentia agora uma tontura e uma fraqueja, talvez devido aos golpes que levei e a quantidade de energia gasta. Estava um pouco confusa com o que sentia e talvez um pouco envergonhada de Luci ter me visto naquele estado.
— Já considerou ser uma amazona? - ela mencionou com cautela.
Minha atenção era exclusivamente da loira. Aquele convite poderia ser feito por alguém que acabara de entrar no grupo?
— Tem éons de conhecimento nas bibliotecas da nossa base. Não é só esse bracelete. Seus olhos mudaram... Se você quiser estar preparada para... o que quer que isso seja, vai precisar de ajuda e as amazonas cuidam umas das outras. Talvez a Rainha Elena saiba como te guiar.
Aquela proposta mexia comigo. Se eu fizesse parte das Amazonas, não seria mais um fardo para nenhum dos meus padrinhos. Conseguiria respostas para o que eu estava passando e talvez ajuda. Só que parecia errado me exilar agora. Tinha muita gente contando comigo e eu ainda tinha muito o que aprender e viver antes de entrar numa irmandade tão importante quanto elas!
— Agradeço de coração a preocupação, mas se conseguir apenas uma reunião com a Rainha já seria incrível. - Ela entendia.
Luci me ajudou a voltar para o carro. Josephine havia encontrado a instalação onde estavam as mulheres e as crianças. Ela ficaria aguardando as outras Caçadoras para as ajudarem. Durante esse retorno ao automóvel, fiquei aterrorizada com o massacre que acontecera ali, tomando ciência de que foi uma ação minha e que me senti bem ao caminhar por ali durante o genocídio. Lucifera tinha razão. Não eram apenas os braceletes. Eu estava mudando e precisava entender logo tudo isso.

Poderes Usados:
ÉRIS:
Nível 21
Nome do poder: Maldição do Azar
Descrição: O semideus consegue amaldiçoar o inimigo através de uma simples frase “errant Canite”, tais palavras, vem de um sentimento de discórdia e veneno, que permite a prole de Eris/Discordia fazer seu inimigo ter azar durante dois turnos. Ao receber essa maldição, o inimigo da prole ficara azarado, tropeçando com facilidade, e acertando golpes em si mesmo. Uma maré de azar se instala sobre ele, e as coisas que pareciam impossíveis, vão sim acontecer. Parece que tudo de errado, vai acontecer com ele.
Gasto de Mp: 40 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: A critério do narrador e dos acontecimentos.
Extra: A maldição dura dois turnos, nesses dois turnos, ele pode cair, acertar golpes errados, se acertar, tropeçar, ser atacado, escorregar, entre outras coisas.
Nível 25
Nome do poder: Invocação de Monstros II
Descrição: Agora seus monstrinhos ficaram mais fortes, e cresceram, os bichinhos de massa e com os olhos vermelhos, estão mais espertos. Além de atacarem os inimigos, e conseguirem se curar sozinhos, também aprenderam a dividir o corpo, formando pequenos espinhos sobre os braços, e os soltando em direção ao inimigo. (Consegue invocar até 3 monstrinhos).
Gasto de Mp: 20 MP (por monstrinho invocado)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 10 HP (por golpe, espinho, que acertarem no inimigo).
Extra: Ficam em campo por 2 turnos inteiros, cada monstrinho consegue soltar no máximo, até 3 espinhos por vez.
Nível 3
Nome do poder: Energia
Descrição: Caso haja um clima de discórdia, vingança ou ira no campo de batalha, você irá se sentir mais forte e revigorado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 5 de HP e + 5 de MP.
Dano: Nenhum
Nível 12
Nome do poder: Aprimoramento de força
Descrição: Como Éris/Discórdia acompanhava Ares/Marte em batalha, seus filhos conseguem aumentar sua força de modo que ela se compara a da prole do senhor da guerra, ficando abaixo apenas de tais crias.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força em batalha.
Dano:  +5% de dano se os golpes acertarem.
Nível 5
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: Éris/Discórida era braço direito de Ares, por isso - ao menos com armas - seus filhos são ambidestros. Tendo habilidade de manuseio com ambas as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Mesmo estando com uma arma na mão dominante, conseguira usar outra na mão oposta sem qualquer problema.
Dano: Nenhum
Nível 14
Nome do poder: Umbracinese II
Descrição: O semideus aprimorou sua força, e aprendeu a controlar as sombras mais fervorosamente, consegue faze-las se enroscar entre as pernas de seu oponente, e prendê-lo até a cintura, enquanto estiver com o poder ativo, os membros inferiores do inimigo, ficarão totalmente imobilizados, ou seja, pernas, pés, e quadril, não conseguirão se mover enquanto estiverem presos pelas sombras. Ainda não consegue usar as sombras para ferir seus oponentes.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum
Nível 9
Nome do poder: Bom ator
Descrição: Devido a sua habilidade em contar mentiras, você acaba sendo um improvisador nato e essa habilidade pode lhe ser muito útil para sair de momentos difíceis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força em poderes ativos que necessitem de persuasão, ilusão ou mentiras. +15% de chance de sair de uma situação complicada usando tal habilidade.
Dano: Nenhum
Nível 19
Nome do poder: Palavras Torturantes II
Descrição: Agora, apenas o uso das palavras corretas é capaz de fazer o oponente sentir-se frustrado a ponto de ele sequer notar o que se passa com você enquanto o enche de mentiras.
Gasto de Mp:  25 MP por turno usado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Agora além de descobrir a fraqueza do inimigo, pode usa-la para manipular as palavras, e deixa-lo confuso, e frustrado enquanto o enche de mentiras.
Nível 20
Nome do poder: Palavras venenosas II
Descrição: Usando as palavras agora você conseguem colocar ideias na mente de quem desejar com mais facilidade, até em seres de inteligência mediana e durante mais tempo. Só funciona com duas pessoas por vez durante três turnos.
Gasto de Mp: 40 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP (confusão momentânea)
Extra: A pessoa passa a agir conforme a ideia plantada durante 3 turnos.
Nível 5
Nome do poder: Maldição da dor I
Descrição: O filho de Eris/Discordia pode amaldiçoar o inimigo para que sinta dores em diversas partes do corpo, dores musculares leves, o que pode atrapalha-lo durante a luta.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 25 HP
Extra: O efeito dura apenas um turno, pode deixar o inimigo mais lento, e sentindo dores pelo corpo.

AFRODITE:
Nível 1
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum
Nível 3
Nome do poder: Charme I
Descrição: Os filhos de Afrodite/Vênus têm grande capacidade da persuasão, afinal, é impossível resistir aos pedidos de alguém tão carismático.  Neste nível o poder está começando a se desenvolver, portanto só funciona com semideuses e monstros mais fracos.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode usar para enganar ou persuadir alguém a fazer o que você quer, por exemplo, fazer um inimigo se voltar contra um aliado dele mesmo. Porém, só funciona com pessoas de nível inferior ao seu.

arsenal:
⊰ Diamond Knuckles [Par de soco inglês em ouro imperial com pontas em diamante. A arma branca tem espaço para os 4 dedos de cada mão, excluindo os polegares. | Efeito 1: Sendo encantadas por mágica, se transformam em anéis encrustados com diamantes a desejo da portadora | Efeito 2: Tais armas funcionam como bestas, disparando diamantes afiados. | Efeito 3: Uma vez por evento/missão os diamantes poderão se alongar como garras de até 30cm e irão causar +20% de dano no ataque. | Ouro Imperial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Herança.]
⊰ Braceletes da Discórdia [Um par de braceletes de ouro que ocupam cerca de 3/4 do antebraço do portador. Há desenhos de fissuras ligadas à pomos pela extensão do artefato, onde uma energia escura fica circulando como se fosse uma corrente sanguínea divina. | Efeito 1: Funcionam como artigo de defesa, sendo super resistentes, conferindo +25% de constituição. | Efeito 2: Quando ambos são chocados, sugam a energia sombria que habita Puermina e libera uma explosão de Trevas num raio de 20 metros, causando 80 de dano, custando 30MP. | Efeito 3: Não podem ser retirados, pois os braceletes estão conectados ao corpo da semideusa. | Ouro Imperial e Magia Sombria. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | CCFY: a escuridão que habita em mim (parte 1).]






♥️ Puermina ♥️
embaixadora do amor próprio e protetora da infância
Filha de Éris & Legado de Afrodite
Puermina
Puermina
Filhos de Eris
Filhos de Eris


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Mensagem por Hipnos em Ter Mar 12, 2019 5:32 pm

Puermina

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 5.000 xp e dracmas


Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%

TOTAL: 5.000 xp e dracmas

Comentários:

Devo dizer que tenho o mesmo pensamento da Macária. Achei a historia muito curiosa e estou loucamente ansioso para ver a continuação e o desenrolar final disso. Confesso que fui ler a primeira ccfy para poder me inteirar mais de tão curioso que eu fiquei. Não notei erros que fizessem sua recompensa ser diminuída, por isso te dou os parabéns pela pontuação máxima.

Atualizado por Nêmesis

Hipnos
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Deuses Estagiários
Deuses Estagiários

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