The Blood of Olympus
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O recrutamento.

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O recrutamento. Empty O recrutamento.

Mensagem por Bae Hyejin em Ter Jan 22, 2019 8:34 pm

Em edição;


missed my tears, ignored my cries; life had broken my heart, my spirit, and then you crossed my path, you quelled my fears, you made me laugh, then you covered my heart in kisses
Bae Hyejin
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O recrutamento. Empty Re: O recrutamento.

Mensagem por Bae Hyejin em Ter Jan 22, 2019 8:38 pm

I and my problems
Now we're lost somewhere in outer space In a hotel room where demons play They run around beneath our feet We roll around beneath these sheets
O Recrutamento. — Noite fria de inverno, ruas úmidas de NY.

Meus passos eram lentos. Minha cabeça, andava sem rumo e sem direção. Minha saída dos ceifadores me levou a um caminho sem volta. Ao caminho das trevas. Andar sobre aquelas ruas frias e solitárias me traziam um sentimento melancólico. Só me restava tentar processar o que havia ocorrido. Tentar algo como aquilo de qualquer forma não agradou Tânatos. Eu me sentia uma trouxa. Minhas ideias haviam saído do controle. E minhas consequências me fizeram ser expulsa do grupo que eu tanto gostava. De fato, estava decepcionada.

Vestia uma roupa comum e aberta, sem medo do frio. O único medo que me restava, era poder imaginar a decepção que eu estava causando ao olimpo e principalmente, a minha mãe. Estava andando sem rumo, logo, não sabia a onde iria parar. Meu rosto mostrava a todos ao meu redor o quão triste estava, não podendo negar que era fato eu estar me sentindo um lixo. Minhas mãos se mantinham trêmulas e minha boca seca, de modo a me deixar com os olhos embaçados pelas lágrimas que me consumiam naquele momento.

Chorar aliviava meus problemas e me tirava o peso da culpa que restava em minha alma. Estava condenada a pagar na vida e na morte. Não havia escapatória para mim. Quando me dei conta, estava entrando num portão velho e enferrujado, que me levou a um estacionamento vazio e aparentemente abandonado. Era cerca de 00:12am. Apenas o vento frio balançava meus cabelos e sussurrava ao meu ouvido. Nem Éolo devia estar feliz com minhas atitudes. Eu havia decepcionado Tânatos, Héstia e principalmente, Hécate. Minhas lágrimas persistiam enquanto percorriam lentamente meu rosto pálido.

Eu só ficava lá, parada. Observando o estacionamento frio e sombrio. Ele não era muito diferente de mim.

— Esse lugar é igual a mim. Igual ao meu coração. Vazio, abandonado e sombrio. — Falei, enquanto só quem podia me ouvir era a noite, somente ela. Podia ouvir meu celular vibrar, hesitando em verificar. De certa forma, o peguei.

— "Eai Hyejin, tá rolando uma festa maneirassa aqui! Você tá afim?" — Disse Porter, um amigo recente, via sms.

— "Obrigada Porter, todavia, ainda sim não sei se estou no clima para festas. Contudo, quem sabe ela não possa me animar um pouco? "— Respondi, usando meu celular.

— Finalmente consegui penetrar esse coração de aço ein, Hyejin! O endereço é: 158, Bleecker St. O nome que estará na placa será "(Le) Poisson Rouge". — O sms de Porter foi claro. E eu havia concordado em dar uma espiada. Uma festa não me faria mal. Com passos lentos, me dirigi as ruas mais movimentadas de Nova Iorque. Pedir um taxi não foi uma tarefa difícil. E pensar que teria que gastar dinheiro com tudo aquilo. Por mais que estivesse com uma roupa considerada casual a mim, era um look adequado para a festa em que eu iria.

Chegando ao local, percebi uma casa de bar e uma boate, uma ao lado da outra. Decidi seguir a boate, já que provavelmente seria a festa que eu esperava. Logo, um homem barrou a mim com uma força tremenda, como se eu fosse uma intrusa de plantão. Ele estava com cartas de baralho em sua mão, e assim, as pessoas que entravam precisavam adivinhar a carta que o guarda continha em suas mãos. Para uma filha de Hécate, a deusa da magia, não seria difícil. Antes que pudesse me movimentar, ele me mostrou uma carta virada de costas, apenas com uma imagem ou brasão que me parecia familiar.

Antes que eu pudesse previamente adivinhar a carta da mão do guarda, um outro homem de olhos brilhantes pegou meu braço, logo, com um olhar malicioso. Ele estava acompanhado de várias mulheres, que tinham consigo bandejas com doces e especiarias.

— Ela está comigo, Arch. Deixe-a passar.— Ele falou. Sem demora, o guarda assentiu rapidamente abaixando sua cabeça, como se o homem em questão fosse alguém importante. Ao entrar, pude perceber que o clima do lado de fora era totalmente diferente do ambiente de dentro. Por lá, tinham mulheres de lingerie e homens de cueca e gravata, com grandes bandejas e bebidas por todos os lados. Não sabia se estava numa festa ou num sex shop. Lá, tinha jogos, área de danças, karaokê e área de jantar e conversação.

O homem largou meu braço e subiu uma escada, me acenando com a mão para segui-lo. Obviamente, eu não seria trouxa para fazer isso. Logo, me dirigi para procurar Porter, porém, sem sucesso algum. Tentei mandar um sms para confirmar se ele estava ali realmente.

— "Porter?! Eu estou aqui, mas não vejo você. Eu to aparentemente num local bem estranho, aqui, todo mundo anda de cueca, hilário! — Enviei, mostrando um pouco de humor. Imediatamente, pude ficar surpresa pelo emoji de "espanto" que ele havia mandado.

— "Você está louca, mulher? Você errou de lugar! Saia daí o mais rápido possível! — Aquele comentário atiçou minha curiosidade ao mesmo instante.

— Porque? — Indaguei, via sms.

— Ai é um local onde ficam os semideuses e criaturas sobrenaturais de todos os tipos. Eles vão te drogar para que fique ai para sempre, não coma os doces! Fuja! — Aquilo foi suficiente para que eu guardasse meu celular e agisse em euforia. O olhar de espanto era notável em meu rosto pálido. As mulheres e os homens "10/10" ficavam me oferecendo aqueles doces em forma de flor a cada segundo. Pareciam me olhar com uma face de desconfiança, deviam saber que eu era uma das únicas pessoas lúcidas dali.

Antes que pudesse passar pela porta, o mesmo homem relutou, persistindo me me segurar pelo braço. Ao mesmo momento, larguei meu telefone no chão. Ele me puxava com força para o andar de cima, onde, se localizava uma cobertura em que casais estavam em uma orgia constante, parecia a cidade do pecado. Só perdia para Las Vegas. Cobri meus olhos no mesmo instante, e o homem sussurrou em meu ouvido:

— Não relute, delicia. Fique aqui comigo, e te farei rainha. — Ele sussurrou, tirando a minha mão de meus olhos lentamente. De alguma forma, aquele homem tinha um charme irresistível. Porém, havia aprendido com o tempo que o que me dominava era a frieza, não o amor. Ignorei, apenas assentindo sem falar nada. Ele me mandou para um quarto, juntamente vindo logo em seguida. Lá, tinha várias mulheres deitadas com homens e continha uma cama principal. A maior. Ele estava me convidando para ir deitar com ele, porém, eu apenas pude reagir dando um tapa.

— Vadia. — Ele falou, mexendo os dedos enquanto os guardas me arrastavam para fora. Eu estava com raiva e queria aniquilar todos dali. Aquele local estava me trazendo problemas. Até que um homem alto e caucasiano entrou na sala.

— Deixe ela, Parker. — Falou o homem, com uma pausa dramática.

— Ora ora ora, Rich! — Falou o outro homem, correndo para abraçar o cara que havia acabado de me salvar. Eu queria aproveitar a situação e sair correndo, mas eu não era uma celestial e muito menos tinha asas para voar do segundo andar. — Você sabe que eu só dou minhas esposas por uma troca justa, não é? — Podia apenas ficar ali, sendo leiloada como objeto de troca. Se ele me chamasse de esposa mais uma vez, minha mão voaria diretamente naquela cara de tarado e demente mental.

— 140 mil. — Ele disse. Sério que eu estava sendo realmente trocada por dinheiro? Mesmo sem meu consentimento?

— Não seja pão duro, Rich. Eu sei que tem bem mais do que isso. — Sorriu ladino, o outro homem enquanto deitava em sua cama se deleitando de uma taça de vinho tinto.

— 350 mil dracmas e um conjunto do meu armário oficial da Gucci, valendo 15 mil dólares a peça. — Falou, com um olhar sério, o outro.

— Ela é sua. — Falou, enquanto o homem me puxava para fora do estabelecimento diretamente ao banheiro masculino.

— Você acha que sou objeto de leilão? Me solte! — Falava, relutando.

— Shh! Não está vendo que estou te salvando. Aqui não é seguro, e você deve muito bem saber disso. Parker McLean é um ex-demônio do grupo de Nyx,  filho de Ares. É odiado pelo olimpo pois engravidou uma caçadora e depois fugiu, trazendo vergonha principalmente a seu pai. Assim, ele criou esse lugar para prender e se satisfazer com seus atos maníacos. — Ele recitou, parando para uma pausa dramática enquanto me fitava seriamente. Desde aquele momento, passei a confiar no homem. Juntos, ele me levou para fora do estabelecimento me guiando para uma trilha na floresta.

— Minha casa não fica longe daqui. Venha. — Citou, enquanto me guiava para dentro daquela floresta escura, enquanto segurava com si uma lanterna que logo pegou de seu bolso. Andamos até um certo ponto, até que por um momento, a paz se cessou. Enquanto falávamos, o homem sumiu em meio aos arbustos enquanto havia sido atacado por uma criatura. Quando vi, ele estava morto. Era um lobo, grande e feroz. Eu só podia correr.

Escutava as patas do animal vindo até mim a cada segundo. Eu não podia correr muito, quando vi, havia sentido um peso me derrubar e me apagar.

Flashback — Sonho.

Eu estava num local escuro, sem luz. Podia ver um holofote iluminar uma mulher que parecia ser minha mãe.

— Mamãe! — Falei, correndo para abraçá-la. Quando pude me dar conta, ela chorava sangue.

— Você decepcionou todos nós, Hyejin. Me decepcionou. Nos trouxe vergonha, nunca mais será bem-vinda ao olimpo. Seus irmãos não merecessem uma irmã tão nojenta como você. — Ela empurrou-me, dando um tapa em mim e rindo macabramente. Eu só podia ver várias da minha mãe rindo descontroladamente enquanto se aproximavam de mim, e eu tampava meus ouvidos enquanto chorava para não ter que reviver aquela lembrança nunca mais.

Volta a realidade, Covil dos lobos.

Quando acordei, estava com uma mordida na perna, como se tivesse sido arrastada pelo lobo que havia me derrubado. Juntamente, consegui ver uma alcateia em torno de mim, rosnando. Pareciam me ver como uma coelhinha suculenta, porém, me surpreendi ao ver os mesmos se transformando em belos homens e belas mulheres. Eu virei o rosto, para não ter que ver os mesmos despidos enquanto se vestiam. Uma mulher virou meu queixo, dizendo:

— Você tá fodida, garota. — Falou uma coreana, que me parecia muito familiar.

— Ei, Celine, aquieta o facho. Ainda não sabemos o que fazer com ela. — Disse um homem alto, aliás, charmoso.

— Ah Thomas, me poupe. Você devia ter acabado com ela quando teve a chance. Ainda não sei por que Deimos insiste tanto em querer uma semideusa arrogante como ela. Só vai nos trazer problemas. Cá entre nós, todos aqui sabemos por onde ela já passou, e não tem lá aquele mérito de boa samaritana. — Falou a coreana, me olhando com desgosto.

— E nós temos, Celine? Você acha que eles nos veem com bons olhos, lá no fundo? — Falou o homem, calando a boca da coreana completamente. O silêncio se manteve sobre a sala absolutamente quando um homem forte, alto e bonito chegou a sala. Ele mantinha uma aparência extremamente amedrontadora, dava medo até nos pelos dos lugares mais inapropriados. Com sua presença, todos os presentes ali se ajoelharam, abaixando sua cabeça.

Eu ainda estava um pouco confusa pela tal situação no qual me encontrava, sem sequer saber o que fazer. Confusa, eu me abaixei também, temendo o pior.

— Levante-se, semideusa. — A voz do grande homem foi clara e objetiva, e eu pude obedecer, trêmula.

— Eu sou Deimos, o deus do terror. Sabe por que estou aqui? — Perguntou. Assim, eu não pensei em nenhuma resposta.

— Eu lhe fiz uma pergunta. — Disse, com um tom impaciente. Eu não podia acreditar que estava na presença do deus do terror em pessoa. Eu me sentia inferior, por isso, com uma voz tímida porém sem nenhuma emoção, abaixei a cabeça, assim, respondendo:

— N-Não faço ideia, milorde. — Falei, com uma voz rouca e tímida. Ele logo soltou uma breve gargalhada, confundindo até seus ideais.

— Eu andei sabendo que ultimamente existia uma semideusa corajosa o suficiente para enfrentar Héstia, ser expulsa do grupo de Tânatos e ter deixado os curandeiros. Intrigante sua história, minha jovem. Deve estar se sentindo honrada agora, não? — Falou, dando uma breve pausa.

— Eu podia ter deixado que matassem você ali na floresta mesmo, mas por curiosidade, decidi procurar você. Algo que não foi fácil. Seu cheiro é difícil de rastrear. Mas serei direto. Durante sua jornada, você enfrentou obstáculos, medos, matou e causou pavor somente pela determinação de conseguir, inclusive, do nada, uma chama que as vestais protegem a anos. Patético. Porém, estou aqui para mudar tudo. Não pense que é uma recompensa. Pelo seu desentendimento com Tânatos, creio que esteja sem uma casa. E quem seria eu, se não oferecesse uma? — Falou, estendendo a mão.

— Eu quero que me prove suas capacidades. Mostre seu impulso e agressividade, me mostre o monstro que existe em você. Com isso, você poderá facilmente usar essas habilidades como uma lycan, pertencente ao meu grupo. Mas não pense nisso como um mérito. Você será a mais judiada, passará pelos treinos mais árduos mesmo sendo uma iniciante. Você aprenderá na dor, e não no amor. Mesmo com esse pequeno "exceto", você ainda sim ganhará capacidades inimagináveis. E simplesmente o que me chamou atenção em você, é que você tem toda a determinação além da raiva e história necessárias para esse grupo. Seu caminho será árduo, porém, se aceitar, sofra com as consequências. Irei acatar como um sim.— Ele falou, esboçando um largo sorriso maléfico. Enquanto isso, todos os lycans se olhavam com confusão e raiva. Antes que eles pudessem interromper, o deus sumiu enquanto uma névoa pairou sobre o local.

Quando virei, os lycans me olhavam com raiva e com uma face mortal. Eu estava metida em outra encrenca, por um lado, Deimos me convidou pelos meus atos corajosos, ele me entendia de uma parte. E queria a prova me maltratando para ver se eu aguentaria a tensão. Meus olhos estavam prontos para soltar o muro que impedia minhas lágrimas, até que o único pensamento que me dominou foi um grande mal-estar. Minha jornada ali só estava começando.

Leia, tia!:
Tia, vim deixar umas coisineas claras antes que a senhora faça a avaliação, tudo bem? :3
Primeiro: Eu queria deixar claro que adorei a história, e espero que você, tia dite, tenha achado o mesmo.
Segundo: Acho que deixei algumas partes bem superficiais, como: ela parou do nada no covil? Osh?! Calma tia! Eu sinto muito por essas partes que possam ter ficado sem detalhes, mas eu tentarei esclarecer tudo em uma missão, talvez quando tiver disposição para pensar numa base para ela.
Terceiro: Eu sei que o foco era Deimos procurar a Hyejin por algo surpreendente que ela fez, porém, achei legal Deimos convidar ela entendendo seus atos e ver isso como um lado guerreiro que a personagem possa usar para deixar os Lycans imbatíveis! Ainda sim, Hyejin vai sofrer muito pois terá o mais árduo dos treinamentos.
Quarto: Se achar algum erro ortográfico, perdoa mesmo por que eu consegui escrever isso pelo meu windows phone!
Quinto: Eu to tão feliz por ter me dado essa segunda chance, aliás, sorry por não ter deixado essa parte bem clara na ficha antes :3
Sexto: Espero que as pontas soltas (caso tenha) sejam resolvidas por alguma ccfy ou algo assim, mesmo que não planeje que seja tão cedo. Além do mais, Rich, o cara que salvou Hyejin, terá sua história abordada também nessa futura missão que criarei daqui a um tempo.
Sétimo: Pelo amor de deus, eu fiquei muito nervosa quando não vi a personalidade do Deimos no almanaque dos imortais, por isso, tive que bolar como seria ele agindo com a Hyejin. Desculpe se não pareceu muito convincente :3
Oitavo: Me perdoe pelas falas sem cor, sei como fica confuso. Mas, é dificil ficar procurando no celular pra colocar elas uma por vez.
Beijos e pls, mantenha seu coração bondoso :awnti:


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Bae Hyejin
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O recrutamento. Empty Re: O recrutamento.

Mensagem por Afrodite em Dom Jan 27, 2019 7:15 pm


Hyejin

Querida,

Sua entrada para o grupo dos Lycans de Deimos foi aprovada. Fiquei muito satisfeita com a visão que colocou do deus para com a sua história, não incrementando uma desconfiança mas, sim, tratando-a como um "quê" a mais para adentrar no covil. Algumas coisas na sua escrita me deixaram bastante incomodadas, porém, como foi o primeiro post seu que, de fato, avaliei, vou lhe dar umas dicas para que futuramente esses erros não se repitam.

Você tem alguns problemas com períodos curtos, utiliza muitos pontos finais. Saiba de uma coisa bastante interessante: as vírgulas são suas amigas! Não é toda pausa que necessite de um ponto final, então, pode se utilizar de vírgulas para juntar as orações, fica bem mais dinâmico para o seu leitor. Utilize sempre a letra maiúscula para se referir ao Olimpo, aos Acampamentos ou ao Covil, pois são lugares de renome e bastante conhecidos. (“[...] a decepção que eu estava causando ao olimpo e principalmente, a minha mãe. [...]”). Nessa mesma oração em parênteses, e nessa outra (“[...]me dirigi as ruas [...]”) você não se utiliza das crases. A regra da crase é bem simples: palavra que pede artigo a + palavra feminina que também pede artigo a = à.

Espero que faça muito bom proveito do seu novo grupo, e seja leal a ele.

Aurevóir!



Aphrodite
Love's Goddess
heartbreaker
Afrodite
Afrodite
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Olimpo

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