The Blood of Olympus
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[One-post para Kyros A. Máximos] Segurança Máxima

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[One-post para Kyros A. Máximos] Segurança Máxima

Mensagem por Psique em Ter Jan 22, 2019 3:24 pm

Segurança Máxima

Kyros estava zanzando por uma rua movimentada próxima ao Central Park quando sentiu uma pequena "ferroada" e caiu no chão inerte. Tudo ficou escuro e seu corpo estava completamente insensível.

Fazia frio e ele percebeu a temperatura extremamente baixa antes mesmo de abrir os olhos e olhar ao redor. O ar naquele local era rarefeito. Era um tipo de fortaleza suspensa, ou ao menos, era um prédio bem alto, e Kyros não fazia ideia de onde estava. Parecia preso em um tipo de capsula que não tinha selos mágicos, fechaduras ou cadeados.

Observando o local mais atentamente, ele podia ver alarmes e ouvir o zunido de um tipo de motor trabalhando a todo momento. Não sabia que o havia levado para lá e nem onde era “lá”. Apenas sabia que estava preso e, sua intuição dizia que, se não fosse rápido, algo aconteceria.


Instruções:

• Prazo de 15 dias, logo, você tem até 06/02/2019 para postar.

• Colocar todos os poderes e itens levados em spoiler ao fim do post.

• Template com fonte (mínimo) tamanho 12 e largura (mínima) 500 px.

• Como pôde ver, há várias lacunas, seu prêmio será dado com base em seu desenvolvimento na missão, portanto, não tenha preguiça de explorar as lacunas.

• Suas armas não estão com você, dentro da "cela", mas podem estar no ambiente ao redor, de modo que pode recuperá-las.

• Obrigatoriamente, deve me responder quem te prendeu e porque te prendeu.

• Qualquer dúvida: Mande-me uma MP. Não se preocupe, não será prejudicado com relação ao prazo caso eu demore responder a MP.



missed my tears, ignored my cries; life had broken my heart, my spirit, and then you crossed my path, you quelled my fears, you made me laugh, then you covered my heart in kisses
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Re: [One-post para Kyros A. Máximos] Segurança Máxima

Mensagem por Kyros A. Máximos em Sab Fev 09, 2019 8:46 am

Se olhar para o abismo, ele o olhará de volta.
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Eu estava com fome. Pela primeira vez em semanas tinha sentido fome de verdade, sentido o estômago doer. Ora, qualquer tipo de comida devia conseguir me saciar, não? Não, não podia, e eu tinha tentado de tudo antes de me lembrar da última vez que tinha me sentido realmente saciado, logo quando escapei do laboratório e devorei uma mulher. Quando dei por mim eu já estava próximo ao Central Park pela madrugada, procurando qualquer tipo de comida que pudesse achar. Um mendigo? Excelente. Um casal namorando às escondidas? Eu podia levar ao menos um deles. Uma criança perdida? Podia devorar e sumir facilmente com os restos do corpo.

Qualquer coisa serviria, contanto que fosse humano.

Desde que eu tinha escapado do laboratório de testes o número de homicídios na cidade de Nova York havia aumentado de maneira drástica, e aumentava mais dia após dia. Claro, isso não era por minha causa, tentava me alimentar o mínimo possível simplesmente por achar repugnante a ideia de devorar pessoas, além do perigo de virem atrás de mim, então o que quer que fosse a causa, não era eu, mas eu tinha uma boa ideia do que poderia ser. Poderiam ter outros experimentos? Outras pessoas poderiam ter sido submetidas aos mesmos experimentos.

Pensei ter avistado uma presa em potencial. O segui até um beco, já sorridente pela vitória fácil, mas o destino tinha algo diferente planejado para mim. Senti uma alfinetada no pescoço e antes que pudesse reagir, estava desmaiado.

Foi um sono sem sonhos, rápido e indiferente.

Acordei horas mais tarde sentindo frio, um frio anormal que me deixara extremamente desconfortável. Onde diabos eu estava? Respirei fundo, avaliando minha situação com o máximo de calma possível. Não era hora de ser imprudente. Estava em um tipo de cápsula, e não parecia que haveria qualquer coisa que me permitisse sair. Aquilo se parecia mais com uma bolha de ar do que com uma cela. Várias luzes piscavam em vermelho e um sinal de alerta brilhava em cada monitor, o que me deixou curioso sobre sua causa.

Meu olho esquerdo ficou vermelho instantaneamente enquanto os quatro tentáculos saíram de minhas costas. Força bruta de certo resolveria aquele problema. Acertei-a três vezes com elas antes que a cápsula se rompesse e eu estivesse completamente livre. Dei um suspiro de alívio e caminhei calmamente para fora da cela, retrocedendo as Kagunes. Eu estava quase completamente desarmado, não fossem por elas.

Agora precisava saber onde diabos eu estava. Nenhum tipo de alarme soou quando eu escapei, por qualquer que fosse o motivo. Talvez minha fuga fosse… esperada? Aquele pensamento me deixou alarmado o suficiente para que o barulho do vento contra a construção fosse o suficiente para me deixar assustado. “Certo, quais são as possibilidades?” tentei raciocinar enquanto fazia meu caminho pelo que parecia ser uma fortaleza ou qualquer coisa do tipo.

Não demorou muito, no entanto, até que eu avistasse alguém… e consequentemente fosse visto.

— Ei, você! — o homem usava uma armadura de um tipo de material negro estranho e tinha uma maleta, era um homem de meia-idade, com os cabelos meio grisalhos e uma falha bem grande na parte de cima da cabeça, provavelmente deveria ter uns 50 anos. Veio correndo em minha direção, no entanto, como se tivesse 15 e estivesse no auge da boa forma. Flexionei levemente os joelhos, me lembrando de todas as aulas de autodefesa das quais tinha participado, mantendo os olhos nos dele; Assim que ele veio para  cima de mim tentou me acertar um gancho, mas como eu tinha previsto eu era bem mais ágil.

Joguei meu corpo para trás, deixando as duas mãos no chão enquanto as pernas subiam inevitavelmente e eu acertava o homem com um chute no rosto enquanto dava um mortal para trás. Ele cambaleou e assim que eu terminei meu movimento meu olho esquerdo ficou vermelho e eu liberei as Kagunes.

Ele não pareceu surpreso.

— Então a sua fica na região da cintura, hã? — Ele apertou um botão na maleta e algo como uma fumaça vermelha espessa surgiu dela, alongando-se até formar algo que se parecia uma espada… E uma Kagune ao mesmo tempo. Na verdade, quem estava completamente surpreso e com a guarda totalmente abaixada era eu. O homem correu em minha direção ferozmente, ainda mais rápido do que antes, e eu não tive tempo de reagir antes de receber um corte grande no peito. Minhas Kagunes reagiram e, como um tipo de porrete gigante, acertaram meu agressor na lateral direita, o pressionando contra a parede.

Respirei fundo, colocando a mão no corte e percebendo que, óbviamente, estava sangrando. Olhei para o homem que parecia ainda mais animado com aquela batalha, me encarando com um olhar sádico

— Escória. — Ele me xingou, se recuperando. Com alguma sorte eu tinha quebrado uma ou duas costelas, mas eu duvidava que fosse o caso. Ele só devia ter um hematoma bem grande na região das costelas.

— O que querem comigo? — foi uma pergunta para ouvidos surdos, ao invés de responder ele me atacou novamente, mas dessa vez eu estava pronto. Usei as Kagunes para aumentar o espaço entre eu e ele, o empurrando ou impedindo seu avanço simplesmente ao se colocar no caminho. O corredor era relativamente estreito, então era eu quem estava com a vantagem ali, embora os cortes que ele fazia nas Kagunes doíam levemente, uma sensação bastante irritante, como várias picadas de abelha ou cortes de navalha.

O sinal de alerta continuava a tocar enquanto ele, agora, tentava cortar minhas Kagunes. Eu ainda não tinha habilidade o suficiente para mover mais de uma kagune separadamente; Ou eu movia apenas uma ou movia todas ao mesmo tempo e por esse motivo eu apenas era capaz de me defender de sua investida. Eu precisava urgentemente criar um plano. Movimentei todas as kagunes de uma vez, todas em direção ao homem, como se quisesse agarrá-lo. Ele deu um passo largo para trás e eu aproveitei para me aproximar, avançando todos os tentáculos de uma vez, o empurrando ainda mais.

O homem tentava se defender com a melhor habilidade que tinha, mas meus golpes simplesmente vinham em uma quantidade muito maior do que ele podia aguentar, e isso somado com sua idade e a armadura o deixavam bastante cansado. Aos poucos o cenário mudava e era eu quem ganhava terreno enquanto as primeiras gotas de suor brotavam em sua testa. O empurrei para trás mais uma vez, notando que eu mesmo começava a me sentir cansado.

— Não precisamos lutar. — Ele pareceu surpreso com aquela afirmação, ao passo que eu apenas o encarei. — Eu só quero sair daqui.

— E porque eu devia permitir isso, lixo? — Só havia ódio em seu olhar. Ele certamente não me deixaria ir… e o alarme ainda estava tocando. Ele olhou para um dos monitores da parede e suspirou. O sinal havia mudado; o que estava escrito agora era “Evacuação imediata” — Parece que vocês conseguiram escapar… malditos. Mas se eu for morrer… vou levar ao menos UM de vocês comigo.

E ele avançou novamente. Eu não consegui bloquear seu caminho com as kagunes a tempo, ele parecia estar mais rápido do que antes. Dei um passo para trás quando ele ficou em minha frente, e ele usou a espada para causar um corte profundo em minha barriga, abrindo um corte enorme na lateral do meu corpo. Caí de joelhos enquanto ele ficava atrás de mim, com um sorriso sádico erguendo sua espada e se preparando para o golpe final…

Que nunca veio.

Uma fúria gigantesca tomou conta de mim e logo foi como se as Kagunes se movessem sozinhas. Elas não podiam perfurá-lo, mas não precisavam, ele estava exatamente entre as 4. Enrolei-as em volta dele rapidamente, o imobilizando.

— SEU MERDA, SEU MERDA, SEU MERDA, SEU MERDA, VAI SE FODER, VAI SE FODER, VAI SE… — Ele continuou gritando enquanto eu batia sua cabeça contra o teto, e então o jogava contra as laterais, e então contra o chão e basicamente o atirava de parede em parede, ouvindo seus ossos quebrarem com o impacto. Por fim o joguei no chão. De alguma forma ele ainda estava vivo. Dei um sorriso quando percebi isso, eu preferia minha carne fresca e gritando.

— Você tentou me matar... — Cada uma das quatro kagunes segurava um membro de seu corpo. Peguei a espada estranha que a esse ponto estava atirada no chão e sorri sádicamente. Perfurei-a contra seu ombro e o sangue espirrou em meu rosto.

A sensação de comer carne humana era indescritível. Conforme eu fatiava pedaços de seu corpo e os enfiava na boca me sentia cada vez mais revigorado. Eventualmente seus gritos de dor cessaram, e pouco depois disso sua vida. Os sinais de alerta ainda estavam tocando. Ouvi passos atrás de mim e virei a cabeça. Eu devia estar cheio de sangue, mas o que importava? Sentia-me capaz de vencer cem lutas.

— É um de nós. — Uma voz grossa, vinda de um homem de cabelos negros e mais alto do que eu ressoou, e todos os outros que o acompanhavam baixaram a guarda.

— Só um olho...— uma mulher observou, e Nicholas assentiu, me encarando curioso. Eu já estava pronto para avançar contra ele, mas ele se aproximou, o que me forçou a soltar o cadáver. — Eu sou Nicholas.

—...Kyros.— Nos encaramos por meio segundo antes de eu voltar as Kagunes para meu corpo. Eu ainda não entendia como aquilo acontecia. Nicholas passou por mim enquanto cada uma daquelas pessoas também o fazia. Todos em silêncio, com marcas de batalha e roupas rasgadas. Eram cerca de trinta pessoas… ao menos trinta exatamente como eu.

— A saída deve ficar por ali. — Nicholas indicou e os deixou ir na frente enquanto me encarava. Aquilo me pareceu um convite. Por fim ele se virou e, sem hesitar, comecei a andar tranquilamente atrás dele. Era hora de sair daquele lugar estranho.

— Imagino que saiba o que faziam aqui?

— Não,  não faço ideia. — Respondi seco e Nicholas assentiu, como se já esperasse.

— É uma instalação do governo Americano. A alguns anos nossa… “Espécie” começou a surgir. Todos seres humanos que foram capturados por alguém e feitos de experimento. Alguns eram simplesmente soltos, outros conseguiam escapar, mas todos que saíam dos laboratórios escapavam com o mesmo efeito; todos tinham o que passou a ser chamado de “Kagunes”.

— Então aquele era um homem do governo?

— Sim. Todos os que estavam aqui foram apelidados de “Ghouls” pelos pesquisadores. Ao que parece as mudanças que sofreram chegam a alterar nossa genética. As células RC tem uma propriedade quase mágica que nenhum dos cientistas consegue compreender.

“Mas é claro que é mágica! Esses mortais… espera… são todos mortais?”

— Porque reclamaram do meu olho mais cedo? — Perguntei, curioso. Nicholas respirou fundo por um momento.

— Todos os outros, quando ativam suas Kagunes, ficam com os dois olhos vermelhos. Você é o único até agora que tem apenas um. — Não, eu não era o único… o outro garoto do laboratório também tinha os olhos daquela cor. — Kyros… nos acompanharia? Você parece ser um lutador hábil e a maioria aqui… bem, a maioria aqui é apenas civil. Precisamos encontrar um lugar seguro.

Respirei fundo, para onde eu poderia possivelmente levar 30 devoradores de carne humana? Foi aí que a ideia me bateu.

— Se prometerem não devorar ninguém… pode haver um lugar onde podem todos ficar…

O Sr D. certamente iria arrancar minha pele.

Poderes:
Nível 3
Nome do poder: Velocidade I
Descrição: O campista assim como o vento consegue ser veloz, e passar despercebido, conforme o desenvolvimento do filho de Éolo, ele também se torna mais rápido, e mais ágil.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de Velocidade
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Ginasta I
Descrição: Filhos de Éolo são bons acrobatas, por estarem acostumados a grandes altitudes, também consegue saltar mais alto do que qualquer outro campista, e ao caírem – se jogarem – de uma arvore por exemplo, não se machucam como outros campistas. São como gatos, sempre caem de pé, nesse nível apenas movimentos mais simples conseguem ser executados pelos campistas, e saltos só de alturas mais baixas, como uma escada de porte pequeno, ou galhos baixos de uma arvore, alturas mais elevadas ainda poderão machuca-lo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de Agilidade e +10% de altura em saltos, ao cair de altitudes baixas não ira se machucar.

Maldição: Kagunes
Descrição: Depois de ser submetido a um experimento, o semideus desenvolver quatro tentáculos compridos em suas costas, na altura da cintura, sendo que eles apenas se fazem presentes ao desejo do semideus. Eles funcionam para agarra, empurrar e bater, mas não podem provocar danos como perfuração. Elas também podem auxiliar o semideus em sua locomoção, o deixando mais rápido e ágil. No entanto, um outo efeito colateral é o fato de que seu olho esquerdo muda de "aparência" tornando-se preto na esclera e vermelho em sua íris e pupila.
Gasto de MP: 60 MP para ativar. 10 por turno ativo.
Gasto de HP: 5 HP
Bônus: +25% de velocidade e agilidade.
Dano: A critério do narrador (dano de impacto).
Consequência: O semideus pode ser atacado por qualquer outro semideus por ter o aspecto diferente, assemelhando-se mais a uma criatura ou monstro do que a um humano.
Extra: Caso o semideus passe mais de um mês sem consumir carne humana, ele torna-se mais semelhante à um animal irracional, sendo completamente incapaz de reprimir seus instintos primitivos.

FPA:
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Kyros A. Máximos
Kyros A. Máximos
Filhos de Éolo
Filhos de Éolo

Idade : 19

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Re: [One-post para Kyros A. Máximos] Segurança Máxima

Mensagem por Psique em Seg Fev 11, 2019 9:01 pm

Kyros


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 4.000 XP + Habilidade

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS:  3.000 xp e dracmas

Comentários:

Não vi problemas em sua missão e não encontrei erros. Melhorou bastante, se considerarmos a última que eu avaliei. Espero que continue a evoluir, Kyros. No entanto, sugiro que não leve seus amigos para o Acampamento. Eles não passariam na fronteira por serem mortais comuns, então, não adiantaria. O desconto na recompensa se deve pela habilidade recebida.

Nome da Habilidade: Controle corporal
Descrição: A vida na rua e a sobrevivência fora no Acamapamento fez com que o semideus aprendesse a maximizar as habilidades de seu corpo de modo que o mesmo possui um excelente domínio corporal.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +15% de esquiva, flexibilidade e agilidade.
Extra: Nenhum.


Atualizado por Psique.


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