The Blood of Olympus
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Mensagem por Jonathan O. Pallas em Qui Jan 17, 2019 9:04 am

Flowers and roses
varieties and difficulties of a daughter of Vênus


Prólogo


O dia em que nasci, treze de novembro de mil novecentos e noventa e oito. Era para ser um dia de alegria, paz, união e conforto. Porém, tudo se deu pelo contrário. Meu pai, Harry McKenna Posey, sempre se manteve um jovem humilde e trabalhador. Legionário da IV coorte, sempre cumpriu com seus papéis. Um dia, acabou por conhecer uma jovem mulher muito atraente, logo, se apaixonou por ela. A jovem se nomeava Alissa Delgart, porém, não era uma simples mulher. No entanto, eu era apenas o fruto daquele amor. Entre Vênus (Alissa Delgart), e meu jovem pai.

Quando a mesma se descobriu grávida, foi um espanto para ambos, principalmente a meu pai, por não se julgar preparado para a paternidade. Após meu nascimento, Vênus desapareceu e não deixou rastros nem manteve contato com meu pai, não sendo nunca mais vista. Ainda sim, meu nascimento foi glorioso e meu encanto recaiu sobre todos em que ali estavam. Mas, desde aquele dia, tudo mudaria.

Meu pai, ainda sim, sabia que a mulher que havia conhecido não era normal e tinha conhecimento de sua parte divina. Ele, após alguns meses, recebeu um aviso do que eu aparentemente era e do que ele teria que fazer para minha segurança. Mas, com um intuito protetor, (deixando as coortes e o acampamento Júpiter), não quis me mandar para o acampamento e decidiu não contar daquele assunto as coortes, o deixando para atrás. Para que cuidasse de mim, meu pai se aposentou e deixou a vida semideusa para seu passado. Mas de fato, ignorar aquilo, seria perigoso.

… Alguns anos depois. •

Meus cinco anos não foram lá muito turbulentos, na verdade, foram até os mais calmos considerando o que passei depois. Nesse tempo, meu pai já havia conseguido juntar um número significativo de dinheiro, podendo comprar uma casa rústica e amadeirada, localizada no campo. Logo, para que pudéssemos habitar felizes e sem nenhuma preocupação. A casa tinha um cheiro de perfume amadeirado, era brilhante e continha espaços enormes. Quando criança, podia me lembrar de meu pai colocando as molduras nas paredes enquanto só podia lembrar da minha mãe, pelas fotos. Era triste perceber que nunca chegaria a conhecer.

— Mackenzie, venha comer um hambúrguer, está delicioso! — Dizia meu pai, abrindo a janela da cozinha, localizada na parte de baixo. Naquela época, quando eu morava nos campos, existiam uns chalés/casas de madeiras, onde, a vizinhança toda se conhecia. Assim, muitas vezes os pais da rua levavam seus filhos para que brincassem comigo. Mas, nem sempre era uma boa ideia. Os vizinhos planejavam um reencontro com festa, chás e bebidas toda semana, escolhendo um dia para cada casa. E naquele dia, foi escolhida a casa de meu pai.

— Eu queio essa boneca! — Falava, puxando o brinquedo como um cão raivoso. Sem perceber que havia ignorado totalmente a fala do meu pai.

— Ela é minha! Oo Manhêeee!! — Dizia a outra garota, relutando em entregar aquele misero brinquedo. Aquela era a Emily, a patricinha do bairro. Era loira, com cabelo ondulado em forma de cachos. Sempre tinha as melhores bonecas e as melhores roupas, sempre se gabando e nunca emprestando a ninguém. E eu, quando queria algo, não desistia até conseguir.

— Segure sua filha, Harry. Não precisamos de mais monstrinhos no bairro, ainda mais aqueles que destroem brinquedos dos outros. — Dizia a senhorita Fields, viúva e mãe de Emily. Foi a partir dali que o respeito da comunidade se decaiu sobre meu pai. A senhorita Fields era praticamente a chefe do conselho do bairro, e eu, como era uma criança, não sabia que meus atos gerariam tais consequências. Logo, não me senti nem um pouco arrependida.

Quando a festa se deu por terminada, eu e meu pai já havíamos jantado e estávamos prestes a dormir. Até que, quando ainda brincava lá fora (por volta das oito e meia, sozinha), aquilo aconteceu. Meu pai estava me olhando da janela da cozinha, atento, até que pode notar.

— Olha pai, eu conxegui montar o uisinho! — Falei, mostrando o ursinho que era montável, que no caso, havia ganhado de presente. Ao lado da minha casa, havia uma pequena trilha que levava a densa floresta, e meu pai, tinha medo que eu brincasse por ali. Antes que meu pai pudesse sorrir, ele só pode notar as mãos sombrias e com unhas afiadas se formando atrás de mim, por um triz, elas estavam prestes a me agarrar para que me levassem adentro da floresta. Antes disso, por estar perto, meu pai conseguiu me segurar antes que as mãos me pegassem. Chorando, provavelmente de medo, ele me levou para dentro e trancou as portas.

— M-Mackenzie, você está bem, ele lhe machucou? — Eu nunca meu pai chorar de desespero daquela forma. Ele perguntava verificando meus braços e corpo para ver se tinha nem sequer algum ferimento. Por sorte, não havia sido levada ou ferida. Eu lembro daquele momento até meus dias atuais, nunca esquecendo o pavor que meu jovem pai teve naquele dia. Naquele exato momento, meu pai percebeu que teria que me mandar para o meu verdadeiro destino, e que o mesmo, era o acampamento Júpiter.

Mesmo que aposentado, meu pai havia sido um membro importante da IV coorte, por isso, eu podia lembrar de ver ele escrevendo uma carta com sua caneta preferida, (uma carta de recomendação), a guardando em sua gaveta especial. Eu nunca havia lido as informações desta. Já que, só meu pai continha a chave e também, eu era criança demais para processar o que estava ocorrendo. Eu só pude entender, nos meus dezoito anos.



Última edição por Mackenzie McKenna Posey em Qui Jan 17, 2019 1:04 pm, editado 1 vez(es)
Jonathan O. Pallas
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Filhos de Hefesto
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Mensagem por Jonathan O. Pallas em Qui Jan 17, 2019 9:26 am

Flowers and roses
varieties and difficulties of a daughter of Vênus


Leia!:
Oii Avaliador (a), tudo bem?
Antes que você comece a embarcar na aventura da Mackenzie, eu queria deixar alguns pontos claros antes, tudo bem?
Lá vai: • Primeiro, eu gostaria de dizer que a história é voltada para a Mackenzie, e não totalmente a vida legionária do pai dela, por isso, desculpe se pareceu que esbarrou só um pouco da vida dele e focou muito nela, mas era isso que eu queria, pelo menos.
• Segundo, eu tentei revisar o texto mas caso encontre erros gritantes, perdão, afinal.. Não é nada fácil escrever pelo celular.
• Terceiro, sorry again se a viagem dela pro acampamento pareceu mega hiper simples, por isso, eu acrescentei a lutinha do Harren (centurião da IV coorte) com cães na entrada do acampamento. Eles havíam sido atraídos pela Mackenzie, só que eu ainda sim, espero que me perdoem por ter sido tão fácil :c. Meu foco mesmo, foi a história e o desenvolvimento dela.
• Quarto e ultimo, eu intuito é reclamar minha filha de Vênus, legado de Belona. IV coorte. (Já que seu pai, Harry, é filho de Belona).

Flower and Roses, I


Aos meus dezoito anos, fui muito bem criada e protegida pelo meu pai durante esse tempo. Ele sentia que devia me enviar o acampamento ou a vida semideusa, mas, mesmo assim, hesitava. Nessa fase da história, eu era apenas uma garota ingênua que estava no terceiro ano do ensino médio. Naquela época era complicado ir à escola, já que era necessário usar o ônibus que demorava cerca de trinta minutos para chegar no colégio. Foi uma vida dura, porém, persisti. Admito, adorava chamar atenção. Eu era considerada uma da lista das mais belas do colegial. Não podia negar que ficasse feliz em ser naturalmente bonita. Discordava saber de quem havia herdado tanta beleza.

Eu decidi faltar no dia, pois, estava chovendo e o sono já me comprometia, além de quatro e meia da tarde. Apenas decidi ficar deitada olhando meu pai pela janela sentar em sua cadeira. Ele fazia isso todos os dias. Ia para a cozinha, preparava seu café e sentava em sua cadeira, observando a vista. Era reconfortante ver meu jovem pai ficar tranquilo com a vida, era até admirável. Não negava minha curiosidade em conhecer minha mãe. Mas, sentia que isso não seria possível. Por um lado, sentia que estava numa rotina infinita que não acabava mais. Eu queria experimentar novas situações, aprender novas lições de vida, seguir uma vida alternativa.

Durante toda minha infância, meu pai sempre guardou segredos de mim. E um deles sempre foi sua gaveta secreta. Eu sempre tentei ver o que havia lá dentro, sempre, sem sucesso algum. Ele escondia documentos importantes e papéis que ele nunca deixava que eu visse. Quando chegava perto, ele a trancava e a guardava no cofre atrás do espelho do banheiro. Eu nunca vi o que tinha dentro daquela caixinha de madeira. Aquela curiosidade, sempre me consumiu. A cada ano que se passava, mais vontade eu tinha. Até que, não aguentei mais.

Precisava de algo diferente. Até que minha ansiedade falou primeiro. Necessitava abrir a gaveta especial do meu pai. Desde meus cinco anos ele nunca me deixou ver o que havia lá dentro. Eu tinha aprendido como abrir gavetas na escola durante minha missão de roubar os arquivos da professora, não deveria ser diferente com a gaveta do meu pai. Eu só precisava de um grampo e tempo, grampo, eu tinha. Já tempo, não muito. Desci sobre as escadas rapidamente e posicionei o grampo lentamente sobre a fechadura, procurando a hora certa para destravar a gaveta e ver finalmente, o que havia lá.

Meu velho geralmente demorava para terminar seu café e levantar da cadeira. Seria o tempo perfeito para que eu conseguisse destravar a gaveta e pegar os benditos documentos. Demorou cerca de trinta minutos, até que consegui abrir a gaveta. No mesmo instante, peguei rapidamente os montes de papéis e corri para o meu quarto, trancando a porta. Havia várias cartas fechadas, e um papel um pouco antigo, com a caneta predileta de meu pai. Não demorei muito para abrir todas as cartas, e ler cada uma destas atentamente. A primeira que abri estava lacrada, com o nome do meu pai no envelope, entregue por Rosalinda Marie Angelica Fox.

— “Vamos, Harry… Essa é a última carta que mandarei a você a respeito de sua filha. As coortes merecem saber dela, se ela aparecer aqui e ninguém ter registro dessa garota, o que será de você? Ainda mais, o que será de mim? Sou uma legionária ativa e estou consentindo com isso tudo. Conte para as coortes, Harry. Mande ela para o destino que ela merece, chega de mentiras.” — A carta havia me deixado com um embrulho no estômago. Era como se um martelo batesse em minhas costas, mostrando-me uma vontade insaciável pela verdade. Eu podia sentir-me cada vez mais triste ao ler o resto das cartas, voltadas aos mesmos assuntos e a mesma pessoa.

Quem era Rosalinda? O que são as “coortes”? Eram perguntas que eu tinha para meu pai naquele momento. Eu estava quase desmoronando, ao saber que eu poderia estar sendo enganada. Porém, tentei respirar, e continuar lendo. Ainda sim, aquela carta final foi suficiente. Era letra do meu pai, com certeza. Sabia que havia sido escrito por ele porque era a tinta de sua caneta preferida, que, aliás, cheirava uva. Eu só pude começar a ler, sem questionar, ou chorar. Fechei os olhos antes que pudesse ler, até enfim, conseguir. Antes que pudesse ler a primeira estrofe, podia ouvir meu pai bater na porta raivosamente.

— Mackenzie, não leia as cartas! Imploro, deixe-me entrar! NÃO LEIA! — Ele gritava, quase arrebentando a porta para entrar. Eu apenas fiquei em silêncio me concentrando nela, para que pudesse ler em voz alta.

— “Eu, Harry McKenna Posey, ex-legionário e centurião da IV coorte, recomendo minha filha, Mackenzie McKenna Posey a servir os cuidados e caprichos referentes a IV coorte de acordo com suas habilidades. Devido suas capacidades, julgo que, como semideusa minha filha suprirá os desejos e tendências expostos além de enfrentar todas e quaisquer dificuldades referente aos desafios em combate, assim, digna da IV coorte.” — Eu não entendia, apenas me levantei calmamente e abri a porta. Meu pai, desesperado, recolheu as cartas e se ajoelhou ao chão, chorando.

Num tom frio e sereno, ele me disse: — Se você procura resposta, pergunte. A partir de agora, eu lhe responderei. — Ele falou, derrubando suas lágrimas ao chão, enquanto não conseguia olhar para mim. Ele estava disposto a responder qualquer pergunta naquele momento.

— Quem é Rosalinda? — Perguntei.

— Rosalinda Marie Angélica Fox é sua tia, filha de Somnus e legionária da III coorte.

— O que são as coortes?

— As coortes... São batalhões, dividas em cinco no total. Da primeira, a quinta. Da primeira, ficam os melhores combatentes baseado em suas habilidades em batalha. Na segunda é a mesma situação. Os da terceira se destacam pela estratégia em combate além da astúcia. E a quarta, a minha, e a sua, provavelmente... É aquela aonde se encaixam um tipo de classe de guerreiros muito hábeis, que dificilmente se dão mal em batalhas. Você é uma semideusa, e eu sempre soube disso. Me casei com uma deusa, mas só pude confirmar esse receio quando te vi crescer.

Você não é normal. Você precisa ir ao acampamento Júpiter, e entrar para uma coorte. Esse é o seu destino. E eu… Só não queria isso. — Ele falava, enxugando suas lágrimas com seus punhos enquanto pegava um papel, anotando um endereço.

— Aqui está. Esse é o endereço do acampamento Júpiter. Dá pra chegar lá, não é muito longe daqui. Se quiser saber mais sobre seu passado, eles te dirão tudo. Apresente a carta que você leu, e tenho certeza que Harren irá te reconhecer. — Ele recitou essas últimas palavras antes de ir e se trancar em seu quarto. Eu não tinha reação. Só queria descobrir o motivo de tudo aquilo e a melhor forma seria indo até o local aonde se denominava acampamento Júpiter. Peguei uma mochila, reuni as cartas deixadas no chão (que haviam sido amontoadas pelo meu pai) e coloquei apenas a carta que ele havia escrito.

Coloquei também algumas roupas, afinal, não sabia o que iria enfrentar quando chegar lá. Com um dinheiro que havia sobrado, eu decidi usar para o ônibus. No caminho para o ônibus, pude notar que já era seis e meia da tarde, praticamente estava anoitecendo. As horas haviam passado voando. Enquanto andava tranquilamente. Cheguei na área do ônibus e dei o endereço ao motorista. Ele concordou em me levar o mais próximo possível do túnel caldecott. E assim foi. Viajei e viajei, até que finalmente, por mais simples que fosse, desci do ônibus para enfim chegar ao meu destino final.

Atravessando o túnel, permaneci numa área aonde estava aparentemente dois guardas, e um homem que estava fumando — Que aliás, muito bonito — conversando. Aquela seria a hora de ir tomar coragem e falar. Antes que notassem minha presença, disse:

— O-Oi, com licença... M-M... — Antes que eu pudesse terminar, o bravo homem que estava conversando com os guardas me empurrou, logo sendo atingido por um cão infernal. Bravamente, o homem conseguiu lidar com o cão em poucos minutos, e eu só pude ficar observando, com medo, e sozinha. Antes de qualquer palavra, os guardas me encobriram entrando na minha frente, evitando qualquer reação. Após verem que a zona estava segura, saíram da minha frente de forma atenta.

— Ei, o que faz aqui? — Perguntou o jovem homem, que havia me salvado.

— E-eu.. Preciso saber sobre minha origem. Me disseram que sou descendente de um legionário... E.. preciso de respostas. — Dizer aquilo foi o suficiente para que eles me guiassem para um escritório. Eu estava perdida. Não sabia se corria, se chorava ou se desmaiava. Lá, não estava só eu. Tinha também mais duas pessoas, e na sala, estavam diversas outras que pareciam importantes. Ali, parecia que eles estavam discutindo as coortes de cada um e vendo cartas das pessoas, por isso, mostrei a minha. Por escolha, dei vergonhosamente ao homem que havia me salvado.

Ao ver ele ler, pude notar uma cara surpresa. Ele começou a me olhar como se me conhecesse a anos. E eu só assentia olhando para baixo, sem dizer nada. Quando eles se reunirão, eu, e todos os outros ficamos esperando enquanto só o silêncio se permanecia sobre nossas cabeças. Durante uma fala decisiva, após uma conversa, eles foram indicando uma coorte a cada um, e perguntando se estariam de acordo em entrar nela. Assim, o homem que me salvou, disse meu nome.


— Mackenzie McKenna Posey, você foi selecionada para a IV coorte, está de acordo?

— S-Sim. — Disse, em um tom vergonhoso e tímido. Dali pra frente, tudo seria diferente.



Jonathan O. Pallas
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Filhos de Hefesto
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Mensagem por Psique em Sex Jan 18, 2019 6:34 pm

Mackenzie


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 3.000 XP  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 48%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 19%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 25%


RECOMPENSAS: 2.760 xp e dracmas


Atualizado por Psique.


missed my tears, ignored my cries; life had broken my heart, my spirit, and then you crossed my path, you quelled my fears, you made me laugh, then you covered my heart in kisses
Psique
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Deuses Menores
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Localização : No abraço de Eros ♥

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