The Blood of Olympus
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[Tramas] The Path of a Wise Scholar

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Mensagem por Júpiter em Seg Abr 01, 2019 11:48 pm

Rodrik

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 2.000 xp e 8.000 dracmas

Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 45%
Gramática e ortografia – 17%
Criatividade – 30%

TOTAL:  1.816 de xp + 7.360.000 dracmas + Mascote.

Comentários:

Sua escrita é boa, semideus, mas tem pequeno problema com erros de digitação e crase. Contudo, seu objetivo foi conquistado. Poste os poderes na área de criação de mascote e aguarde avaliação deles.

Sua CCFY valeria 8.000, mas como é mascote lendário, sua recompensa passa a ter metade da metade do valor, isto é: 2.000

Atualizado!



Que Zeus te perdoe, porque eu não vou!

Júpiter
Júpiter
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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Mensagem por Rodrik Andrews Lefford em Dom Maio 05, 2019 2:51 am

The Lord of the Shadows
Príncipe dos Espíritos


Os eruditos passeavam de um lado para o outro. E mesmo que eu estivesse sentado e de cara para os livros,  eles ainda conseguiam me deixar tonto.

O fato era que o titã líder havia deixado todos eufóricos com as últimas notícias. Enquanto os semideuses lutavam no submundo e as amazonas no covil dos demônios, alguém havia se aproveitado da ocupação dos deuses e semideuses para desequilibrar a lei natural que envolvia o aparecimento de monstros. Era como se soubesse que o lado de Nyx perderia e procurava um meio de trazer as criaturas ao plano terrestre mais rapidamente.

E então quando Prometheus incumbiu a todo os seus sábios a missão de rastrear esses selos plantados na Terra e destruir, ninguém naquela biblioteca ficaria em paz até a conclusão.

Havia sido criado um laboratório improvisado entre duas estantes. As fragrâncias de ervas queimadas e itens sendo construídos deixava aquele local com uma nova aparência. Os livros jogados no chão e eruditos correndo para todos os lados para complementar as pesquisas.

--- Acho que achei alguma coisa. - Gritei e todos pararam para me olhar, me enchendo de vergonha e arrependimento por ter gritado. --- Selos Enoquianos. Dizem as lendas…. - olhei para todos e concordamos silenciosamente que as lendas eram criadas baseadas em alguma coisa envolvendo fatos. --- que quando Lilith caiu no inferno, rompeu os selos para permitir que os demônios pudessem se libertar do inferno.

--- O inferno ai é considerado o Tártaro.
- Falou um dos eruditos se aproximando de mim e tomando o livro das minhas mãos. --- Sabemos que há um tempo para os monstros se reconstituírem e voltar a agir no mundo mortal. Grande parte dessa força é protegida por Hécate, a mãe de muitos monstros e tem também o próprio Tártaro que dorme sossegadamente.

--- Para romper esses selos seria preciso muita magia.
- Falou um terceiro.

--- E se a própria magia fosse do tártaro? - Perguntei. --- Acho que ninguém parou para pensar nas consequências de tantos seres vivos invadir o castelo da deusa da noite. E se algo mexeu com o equilíbrio?  

--- Os olimpianos saberiam, esqueceu-se que Hades é o rei do submundo? - Respondeu um novo erudito. ---  Poucas coisas escapam dos olhos do deus dos mortos.

E ele tinha razão; o rei do submundo era esperto demais para deixar ser enganado. Entretanto, ainda assim era uma preocupação a se considerar. No meu humilde entendimento, a libertação dos monstros não se dava apenas por selos. Algo havia mexido com o equilíbrio e por isso Prometheus havia nos dado aquela função.

Não era novidade alguma que o titã e os olimpianos não nutriam sentimentos positivos. Razão essa explicando o porque nenhum erudito participou ativamente na batalha. Aquela era uma luta entre os gregos, romanos e monstros. E dificilmente o grupo de sábios seria bem vindo e se assim calhasse de acontecer… Zeus jamais diria um obrigado. Nyx e seus aliados poderiam está presos e condenados, mas Prometheus carregava a mesma simpatia dos deuses quanto os seus inimigos derrotados.

--- Então precisamos de uma expedição.
- Falou um novo erudito entrando na biblioteca. A regra de silêncio naquele recinto nunca foi tão quebrada quanto naquele dia. --- Temos que nos dividir em alguns pontos. Segundo os dados de controle de monstros e ataques a humanos, centro de Nova York, Los Angeles, Chicago e Las Vegas estão entre a maior concentração. Enquanto grupos neutralizam os ataques, um quinto viaja até o submundo e procura o problema.

--- Eu posso liderar a expedição ao submundo. Tenho alguns itens recém adquiridos que possam me ajudar a resistir melhor os seus efeitos. - Falei rapidamente tentando me mostrar capaz.

--- De todas as pessoas, Rodrik, você é o menos qualificado. - Disse alguém entre as inúmeras cabeças reunidas ao redor da mesa central. --- Não que os seus poderes como filho da deusa da noite não seja capaz, mas é que o Olimpo pode enxergar você indo ao submundo como uma tentativa de libertar a sua mãe. - Eu odiava que me lembrasse que aquela mulher era a minha mãe. --- Ou invadir o castelo para libertar a sua avó. Você tem uma genealogia negra demais para pisar em alguns lugares sem levantar suspeita.

E daquele jeito eu fui jogado para escanteio. Os burburinhos só confirmaram que muitos pensavam igual a ele e mesmo que eu quisesse muito negar, como erudito a minha inteligência gritava o quanto o rapaz estava correto na sua estratégia.



Eu estava armado com tudo o que eu tinha. Havia prendido minha espada na bainha da calça, vestia meu tênis mágico que agora aparentava ser um sapato preto de bico fino. A túnica caia pelo meu corpo, escondendo a camisa branca e a calça maleável preta. Meus dedos se prenderam na adaga, presente do titã ao meu ingresso no seu humilde grupo. Visualizei o primeiro erudito rodar a maçaneta abrindo a porta e em seguida seu grupo sumir.

As portas mágicas que levavam a qualquer lugar no mundo ainda me deixavam hipnotizado.

--- É a sua vez.
- Falou o líder de um novo grupo para mim. O meu grupo era o mais numeroso, isso porque segundo eles o meu sangue poderia atrair um número concentrado de inimigos.

Me posicionei mostrando coragem e abri a porta mentalizando a cidade de Chicago. --- Vamos, comigo!

Não tinha chego a atravessar completamente quando senti um vento frio bater no meu rosto. Um jornal velho era levado pelo vento.

A cidade parecia abandonada, levando em consideração que Chicago era um dos lugares mais quentes dos Estados Unidos, em termo de temperatura no verão e também população, festas e eventos. No entanto, não era o que estava parecendo. Poucos carros estacionados e algumas lojas com placa de “fechado” pendurada nas suas vitrines.

--- Fiquem atentos! - Falei quase em um sussurro quando o último companheiro do meu grupo passou pela porta do instituto de Prometheus.--- Tem algo errado. E mesmo que os mortais não possam ver, de alguma forma eles estão sentindo.  

--- Rodrik? - Chamou alguém. Olhei em volta e um pouco afastado estava uma cria de Athena checando alguma coisa na parede. --- Veja isso… - Completou.

Caminhei até ele ainda mantendo os meus sentindo alerta. E ao me aproximar vi o que ele queria me mostrar. Quase imperceptível encontrava-se um símbolo entalhado na parede. Desenhado com alguma substância negra que me lembrava a sangue, a runa vinha em formato de espiral. E se prestasse bastante a atenção, ela brilhava levemente em tom roxo.

--- Você acha que é isso que está atraindo os monstros? - Indaguei enrugando um pouco a testa. Se fosse aquele entalhe, não havia nada relacionado ao tártaro e sim a alguém que por razões desconhecidas estava querendo fazer mal aos humanos daquela cidade.

--- Olhe… - Ele me chamou a atenção. Vi o símbolo brilhar um pouco mais forte e então se expandir. --- Cuidado, é um portal! - Gritou ele.

Corri para longe acompanhado do meu companheiro, a tempo de escapar de um chifre que deixou o local onde antes não passava de um símbolo.

--- Não estou acreditando...
- Falei estupefato com a imagem que se formava a minha frente. Digo, era quase uma lenda você ter a chance de enfrentar um desses, sendo semideus ou não. Materializado na minha frente estava o Minotauro.

--- Ali! - Gritou alguém longe. --- Cocatrizes, cuidado.

E realmente. No topo de um prédio no centro da cidade, um lugar distante para se ver os símbolos, criaturas aladas com asas de pterodáctilo sobrevoavam a cidade. E não demorou muito até ver o grupo de sete eruditos ali.

Eu estava agora em uma péssima posição. Eu já tinha enfrentado aquelas aves antes no acampamento, mas jamais em um número tão grande. Deveria ter uns oito ou novo. O Minotauro urra e recupera totalmente a minha atenção.

--- Ajude os outros!
- Falo rapidamente mantendo contato visual com o monstro mitológico na minha frente. --- O segredo é magia de imobilização, confusão e contenção. Eles não são resistentes, mas são rápidos e ferozes. Eu vou lutar contra esse aqui. - Vejo o garoto ainda paralisado com o homem touro. --- Vá!

Provavelmente eu iria cair em batalha. Aquele meu oponente estava muito acima das minhas habilidades e treinamento. Nada que eu pudesse fazer poderia derrotá-lo. Retirei a adaga sem fazer movimentos muito brusco e quando por fim o monstro resolveu fazer o primeiro movimento, apenas ativei o cajado para me fortificar.

Os braços fortes do animal passou por mim e por pouco não me atingiu em cheio. Pulei para a minha esquerda sentindo o vento dos músculos movimentar os fios do meu cabelo. Ao cair no chão, rolei inúmeras vezes. Ao parar percebi, com o corpo ralado, que tudo havia sido em vão. Ele estava a poucos metros de mim, eu poderia sentir o seu cheiro forte.

Ele urrou novamente e correu, a sua velocidade aumentando como se ele tivesse agora se acostumando com o seu corpo novamente, conquistando seus movimentos corporais.

--- Lavinium!
- Murmurei. O feitiço acertou em cheio a criatura, que perdeu completamente o rumo. Confuso, ele balançou os chifres algumas vezes e então mudou de direção. Soltei o ar que eu nem sabia que estava prendendo.

Ergui a cabeça a ponto de ver os chifres atravessando um erudito que procurava fugir de uma ave e suas garras. A criatura ergueu o corpo do meu companheiro no alto e então arremessou, fazendo o atravessar inúmeros metros e bater fortemente em uma lixeira. E a parti dali tudo foi resumido em gritos.

O ser mitológico não fazia distinção de aliados e inimigos. E as cocatrizes também não. Por pequenos segundos, os dois lado de criaturas começaram a se enfrentar. Mas estava bem claro quem ganharia. O homem touro agarrava as aves e as despedaçava como se fosse pano desfiado. Após terminar com elas, nós seriamos os próximos.

--- Equipe de ataque direto, se preparem.
- Gritei me erguendo. --- Suportes, reúnam-se longe do monstro e procurem desequilibrar os seus sentidos. - Para dar um bom exemplo, iniciei o ataque para mostrar como deveria ser feito. --- Graventur in Caput! - Mal acabei de falar e o gigante feroz parou e começou a urrar com as mãos musculosas na cabeça. Mantive minha concentração para causar ainda mais dores fortes no crânio do monstro.  

Enquanto isso, três eruditos munidos de espada avançaram, golpeando o corpanzil forte.

--- Preciso de alguém que saiba anular runas. - A confusão foi clara, ninguém tinha ideia do que faria. --- Queimem os símbolos. Magos elementais do fogo, invoque o elemento sobre a runa, queimar o entalhe deve funcionar. - Completei. Eu era ineficaz naquela parte, meus elementos era ar e luz.

Apenas um rapaz se afastou e logo senti alegria. Talvez somente ele fosse o suficiente.

--- Há, dois símbolos que eu saiba. - Apontei para atrás de mim. --- Ali onde saiu essa vaca e em cima onde saiu as aves.

Ao ouvir ser chamado de vaca, o minotauro se sacudiu e retirando as mãos da cabeça se colocou imponente novamente. O feitiço havia perdido o efeito e agora ele estava furioso com a ofensa.

--- Quem é vaca? - Perguntou ele me assustando. Eu não sabia que ele podia utilizar linguagem humana. Anotei mentalmente. Pulei para trás quando algo caiu aos meus pés, era um hidrômetro que ele arrancou sem nenhuma dificuldade e atirou em mim. --- Semideus, morre! Outros, alimento!

Estava bem evidente que a morte era minha, só que eu não iria cooperar. Repassei alguns feitiços herdados de minha mãe, a de Prometheus eram mais suporte. E eu queria causar muito dano. Enrijeci meus braços e me concentrando na minha magia negra, criei cinco esferas que ficaram dançando ao meu redor. Elas esperavam um uso, que poderia ser ataque ou defesa.

--- Vem, chifrudo!
- Brinquei e ele veio, fazendo eu me calar e me arrepender rapidamente pela ofensa. Ao meu comando mentalizei a primeira esfera que saiu como uma bala e acertou o ombro do monstro. Ele cambaleou, mais ainda assim continuou em frente.

Seu braço se ergueu no ar e quando desceu com força, foi amparado pela segunda esfera. Que em forma de defesa acabou atacando. Ele gritou novamente e com muita sorte conseguiu me segurar pela túnica. Não precisou de muito para puxar o pano e me levar com tudo. No meio do caminho antes do meu corpo se encontrar com o dele, o punho me acertou antes.

Se eu disser que não fiquei tonto e vi estrelas estarei mentindo. O sangue que jorrou do meu nariz juntou-se ao golpe forte e só percebi que eu tinha caído quando bati violentamente no chão. Eu não tinha tempo  para pensar e ficar curtindo minha surra. Ergui o cajado e o acertei na barriga, com menos força do que eu esperava. Entretanto, o suficiente para fazê-lo colocar apenas um pé para trás.

Com a abertura de guarda, minha terceira esfera brilhou em negro e foi ao meu comando mental em sua direção, acertando o seu peitoral sarado. Sua perna em sinal de dor foi a frente e eu me segurei nela, subindo em uma montanha russa. Abri a palma das minhas mãos e então o marquei. Desejei que ele fosse amaldiçoado e senti meu sangue fervendo na altura dos dedos, criando o símbolo de maldição da marca negra.

Meu corpo subiu no ar e antes que eu tivesse chance de cair, ele me segurou. Se fosse bonito e humano, eu até apreciaria aquela pegada forte. No entanto além de feio, quando ele abriu a boca para urrar bem na minha cara, o cheiro de podre quase me prendeu no castelo com a minha mãe. Parecia que ele tinha bebido água do rio mais podre por anos.

Olhei em seus olhos, prevendo a minha morte e foquei na sua íris de boi. Em resposta ele focou em mim também, nossos olhares se prenderam, eu com um olho inchando e ele com fúria. Não desviei a visão e nem vacilei e mesmo que eu não tivesse de frente para um refletor, senti minha íris se modificando. Eu havia visto certa vez Pipper fazer aquilo com um dos nossos irmãos irritante.

A visão tornava-se negra e com um pouco de sorte instaurava um medo no oponente que poderia ferir a sua alma por dentro. Nós filhos de Nyx temos truques que desconhecemos.

Ele me soltou, provando que eu tinha razão sobre a mudança no meu rosto. Sem nenhum motivo e só porque eu queria passar vergonha, tentei urrar. Saiu um relincho fino, mas funcionou com o meu efeito visual.

--- Nunca mais, ouse tocar em um filho da rainha da noite. - Falei. --- Mane Languorem! - E ele vomitou automaticamente alguma coisa negra e não parou de colocar para fora. Quando cessou os regurgito, olhou para mim e a marca amaldiçoada brilhou na sua perna. Ele caiu e então explodiu em pó. E eu para não perder o costume cai no outro lado.



Acordei horas depois em um sofá na biblioteca sede do grupo. Não havia quartos e nem cama, e meu corpo doía pela surra e também pelo objeto duro que me recebia. Tentei sentar e minha visão rodou. Eu estava com alguma coisa enfaixada na testa.

--- Não tente se mover, semideus. - A fantasma de Tales de Mileto estava pairando acima de mim. Acordar com um fantasma não era algo muito prazeroso. --- Você recebeu muitas pancadas. - Obrigado por me lembrar, pensei. --- Mas, conseguiram neutralizar os símbolos de invocação. Os humanos após esse tempo começaram a sair e viver as suas vidas normalmente e a polícia acha que o fogo que alguém teve ideia de colocar em um prédio comercial. - Seu olhar me julgou e eu engoli em seco. --- Foi trabalho de pivetes.

--- E o grupo no tártaro? - Indaguei com a voz rouca como se eu tivesse engolido o minotauro com pelo e tudo.

--- Ele retornaram não faz muito tempo. Não havia nada no submundo, exceto que algo mexeu um pouco com o equilíbrio com tantos semideuses e deuses lutando com suas energias lá. Aparentemente os olimpianos esqueceram que Tártaro é um deus adormecido, esperamos apenas que ele não acorde depois de tanto barulho na sua casa.

É, eu também esperava. Eles tiveram chance de vencer Nyx e seus capangas, mas foram realmente ingênuos em pensar que não poderia ter consequências. E se envolvessem monstros, os eruditos seriam obrigados a entrar na batalha naquela vez.

--- Agora durma um pouco mais. - Falou Tales. --- Prometheus vai querer lhe ver mais tarde. Ele ficou um pouco impressionado com a sua batalha com o minotauro.


Armas/Objetos:
Adaga [Uma adaga de aparência comum, feita de arambarium e contendo um símbolo entalhado na lâmina, tal símbolo é semelhante a uma tocha acesa, cabendo perfeitamente na mão do semideus. | A lâmina possui um brilho próprio, semelhante a fogo, podendo iluminar locais escuros, a mesma não poderá ser utilizada em combate ao ser utilizada para iluminar ambientes. Ao ser encaixada em locais como portas/caixas trancadas/cadeados/locais a mesma poderá abri-los, desde que não seja selada com algum meio divino/magico. | A adaga pode transformar-se em um cajado caso seja esse o desejo do semideus portador, fornecendo um bônus de 10% de chance de acerto na utilização de feitiços. | Arambarium. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Eruditas de Prometheus.]

Espada do Carrasco [Forjada por acidente a espada possui uma aparência bastante incomum: sua lâmina possui um segmento principal como os das outras espadas, porém na sua lateral a lâmina se divide em outras pequenas lâminas que são capazes de provocar ainda mais dano contra seus inimigos. | Efeito 1: A lâmina é capaz de suportar as mais elevadas temperaturas sem modificar a sua forma, apenas ficando incandescente. |Efeito 2: A espada possui uma espécie de consciência mágica e se afeiçoa ao seu primeiro portador e, dificilmente, irá deixar ser portada por outro semideus. | Ferro estígio. |Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

*** Vestindo ***

Túnica do Mago Conjurador [Uma túnica unissex repleta de estilo e beleza, seu tecido é vermelho escuro e os adornos em dourado. O seu tecido mágico é melhor aproveitado por aqueles que possui magia correndo por suas veias, ou esse item será apenas um belo traje a ser usado, sem ter seus efeitos ativados | Efeito 1: Aumenta em 25% a força dos feitiços. Efeito 2: Aumenta a defesa mágica em 40% | Tecido mágico | Beta | Espaço para uma joia/gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Velociraptor linha Luxo [ Nessa linha não é apenas o conforto que predomina, mas também o poder, apesar de aparentar ser um tênis comum, esse foi fabricado para auxiliar e estimular o semideus a melhorar seus movimentos em combate, o tornando mais forte e mais rápido | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +40% de velocidade ao portador. Efeito 3: Quando estiver com o tênis nos pés, golpes relacionados as pernas, como chutes ou saltos ganham 30% a mais de força | Material mágico especial |Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Poderes Mágicos:
Poderes e feitiços passivo:
Nome do poder: Agilidade III
Descrição: O semideus é dotado de uma agilidade superior, caso comparado a outros semideus que não possuem ligação a deuses ágeis.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de agilidade.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Afinidade Mágica III
Descrição: O seguidor de Prometheus possui uma afinidade natural com a magia, conseguindo compreender a mesma assim como efetuá-la de maneira que, ao realizar um feitiço, o mesmo será mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: +35% de dano ao realizar um feitiço.

Nome do poder: Perícia com Cajados III
Descrição: Existe uma afinidade natural com cajados, manuseá-los parece correto e o semideus se adequa ao mesmo com facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% de assertividade no manuseio de cajados.
Dano: +30% de dano se o adversário for atingido por um feitiço.

Nome do poder: Companhia
Descrição: Ao estarem acompanhados de humanos o semideus em questão se torna mais forte e mais rápido, afim de proteger seus companheiros de batalha.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força e velocidade.
Dano: +20% de dano ao utilizar feitiços.

Nome do poder: Conhecimento Mágico
Descrição: É natural para tais semideuses identificarem a magia e adquirirem conhecimentos sobre a mesma, possuindo conhecimento sobre grimórios, feitiços, línguas magicas, símbolos etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Conhecimento
Descrição: O semideus possui um raciocínio rápido, capaz de assimilar com facilidade novas coisas. Possuindo sede de conhecimento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Bom Magico IV
Descrição: Nyx/Nox sempre foi temida, seus filhos não são diferentes. Como mágicos experientes, conforme se desenvolvem, também adquirem a capacidade de sua mãe, podendo conseguir realizar feitiços mais fortes do que qualquer outro semideus, superando-os de uma maneira impressionante. Seus feitiços são precisos e certeiros, e o semideus com toda certeza se tornou um feiticeiro experiente em magia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 40% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +20% de dano se os feitiços acertarem

Nome do poder: Pericia com Cajados III
Descrição: Os filhos da deusa da noite se tornaram feiticeiros invejados, suas magicas se tornaram fortes, e ao usar o cajado consegue canalizar a energia com uma impressionante resistência, podendo reduzir o gasto da energia corporal, e canaliza-la na natureza.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  +100% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus que usar o cajado para executar o feitiço pode reduzir o gasto da MP pela metade. Exemplo, se executar um feitiço que gasta 10 MP, e usar o cajado para fazê-lo, então o gasto será apenas de 5 MP.
Dano: +20% de dano se forem atingidos por feitiços do cajado do semideus, ou pela arma (se usada dessa maneira).

Poderes e feitiços ativo:

Nível 20
Feitiço: Graventur in Caput
Descrição: Ao ser conjurado tal feitiço proporciona fortes dores de cabeça naquele que é atingido, dificultando sua concentração por dois turnos. E, durante esse tempo, todo poder ativo/feitiço utilizado pela pessoa atingida poderá ter efeitos contrários ou atingir locais que não deveria (ira depender do narrador).
Gasto de Mp: - 40 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua crescente, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: - 60 de HP. (60 +10=70 (Aumenta-se o dano em mais 5 a cada cinco níveis, eu sou nível 34))
Extra: Com certo treino, pode ser utilizado não verbalmente.

Nível 28
Feitiço: Lavinium.
Descrição: O atingido irá perder seu rumo, não saberá o que fazer.
Gasto de Mp: - 25 de MP por turno que estiver ativo.
Gasto de Hp:
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Com certo treino, pode ser feito de forma não verbal.

Nível 22
Feitiço: Mane languorem
Descrição: Esse feitiço faz com que o oponente vomite por dois turnos seguidos.
Gasto de Mp: - 30 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua minguante, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: - 50 de HP. (50 +10=60)
Extra: Apenas verbal.

Nível 20
Nome do poder: Esferas Negras
Descrição: O semideus convoca a sua volta cinco esferas de energia negra, que ficam flutuando ao seu redor. Essas esferas têm duas propriedades diferentes, se forem lançadas contra o inimigo – uma de cada vez na batalha – causam um estrago considerável, se permanecerem ao redor do semideus, qualquer poder ativo lançado contra ele em batalha, poderá ser repelido pela esfera. A esfera se lança a frente do semideus, e toma o dano em seu lugar, apenas uma por vez, desaparecendo em seguida. O mesmo acontece depois que ela é lançada contra o inimigo, ela desaparece de campo assim que atinge o corpo do oponente.
Gasto de Mp: 50 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP (por esfera lançada) (25 HP por esfera)
Extra: Se usada para repelir ataques, como defesa, a esfera não gera dano.

Nível 15
Nome do poder: Marca Negra
Descrição: O semideus marca o inimigo – precisa toca-lo para isso – com uma marca de energia escura, semelhante a uma tatuagem, então começa a sugar parte do HP do oponente lentamente. Essa marca só some depois de sugar metade da vida do oponente, ou, se o filho de Nyx/Nox for derrotado em batalha. É considerada uma tortura lenta.
Gasto de Mp: 40 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP por turno que a marca permanecer ativa (Contei apenas dois turnos 20 HP)
Extra: Para marcar o inimigo é preciso toca-lo

OBS: Os feitiços foram realizados com o cajado e graças a passiva de Nyx, além do dano aumentado, o gasto de MP cai pela metade.
Habilidades Extra:
Nome: Blood of Chaos
Descrição: O semideus detentor dessa habilidade ganha uma capacidade extrema se de concentrar em meio à difíceis situações, sejam elas de desastres naturais, em problemas de relacionamento, em lutas ou em uma guerra. Consegue situar-se com mais facilidade do que os outros semideuses, podendo sair de grandes enrascadas por saber exatamente como agir sob uma grande pressão.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade em situações que precisem da inteligência.
Extra: +5% de velocidade, caso use a habilidade em situação que necessite de rapidez.

Nome: Muay Thai
Descrição: O Muay Thai é uma arte marcial de origem Tailandesa conhecida como Thai Boxe ou Boxe Tailandês e revela um método de combate corpo a corpo (full contact) muito agressivo. É conhecido mundialmente como “a arte das oito armas”, pois caracteriza-se pelo uso combinado da técnica e da força dos membros do corpo humano, nomeadamente: os dois punhos; os dois cotovelos; as duas canelas das pernas e os dois joelhos. O semideus que participou dessa aula tem conhecimento sobre o muay thai, podendo usar de suas técnicas para golpear o seu adversário, principalmente ao usar os cotovelos e os joelhos para atingir o inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +25 de dano ao usar cotovelos e joelhos no golpe; +30% força, agilidade e flexibilidade.
Extra: Nenhum.
[/color]

Traje: Isso Acompanhado: XX Aonde: Chicago Nota: XX Música: Aloka - Let Go
The child possessed


Between the shadows and the fire


I might have sang of wings unchained, but long before I locked my heart. Buried inside, where she's all but mine, save for those that dine, Oh her, on her perfect carcass
Rodrik Andrews Lefford
Rodrik Andrews Lefford
Líder dos Eruditos
Líder dos Eruditos

Idade : 20
Localização : Acampamento para semideuses gregos

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Mensagem por Hefesto em Seg Maio 06, 2019 10:19 pm


Rodrik Andrews Lefford


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos
Máximo de XP da missão: 8.000 XP e Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 47%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 12%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 28%

RECOMPENSAS: 6.960 XP e Dracmas

Comentários:

Senhor Lefford, antes de qualquer coisa, quero dizer que gostei da forma como você desenvolveu essa missão, além de utilizar toda a carga que é ser um filho de Nyx. Dito isso, vamos agora aos motivos que ocasionaram os descontos em sua avaliação.

Você soube trabalhar bem com o Minotauro, porém isso me fez pensar se você não deveria sair mais machucado de sua missão. Pelo que li, imagino que você saiu sem muitos machucados aparentes, além do nariz quebrado, é claro. Não digo que você deveria perder a luta, mas passar por alguns maus bocados a mais poderia enriquecer mais seu texto. Por isso os descontos foram baixos nessa parte.

Agora, o quesito em que você recebeu mais descontos foi na gramática. Mas fique calmo, pois vou explicar os pontos que estavam errados e como você pode resolvê-los.

Primeiro, vamos começar com o sinalizador de falas. É sabido que, ao iniciar uma fala, você deve usar o travessão (— feito pelo código Alt+0151) como indicador. No seu texto, você utilizou uma mistura de três hifens e apenas um. Isso é completamente errado. Existe toda uma regra sobre uso de hifens, meia-risca e travessão, mas isso não é importante no momento. Outro ponto que você deve começar a trabalhar mais é na revisão, pois seu texto perde muito na qualidade com errinhos bobos de digitação, que poderiam ser corrigidos com uma boa revisão.

Peço que leve tudo isso que falei em consideração, pois são alguns apontamentos para deixar seus textos melhores, assim atingindo a capacidade que eu tenho certeza que você tem.

Status Final:
330/430 HP
243/430 MP

Atualizado por Athena

Hefesto
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Deuses Olimpianos
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Mensagem por Rodrik Andrews Lefford em Sex Out 25, 2019 9:38 pm


[Tramas] The Path of a Wise Scholar - Página 2 VJR7f44



Sanduíche de Javali

[Tramas] The Path of a Wise Scholar - Página 2 I0rNhqa

As festas de halloween estavam próximas. Rodrik havia recebido um convite de sua família para participar das festividades. Ligados aos deuses sombrios, principalmente Melínoe e Hécate, seria praticamente impossível ignorar tais datas.

— Eu não posso falar muito no telefone, pai.
– Falava o erudito de um orelhão no centro de Vermont. — Monstros são atraídos por tecnologia se esqueceu? – Ele bufou. — Avise mamãe que meu ônibus sai daqui a duas horas. – Ouviu seu pai do outro lado. — Nyx foi a maior vilã do Olimpo, não vou me arriscar em um avião. Agora tenho que desligar. – E desligou mesmo.

Recolheu as suas malas no chão da rodoviária e se encaminhou até a cabine de compras de passagem.

— Uma passagem, por favor. Canadá, Toronto. – Pediu para uma mulher que o olhava impaciente. Retirou as notas emboladas de qualquer jeito do bolso da calça e passou pelo espaço reservado do vidro. Ele sempre se esquecia de carregar dinheiro mortal, mas para isso tinha os seus companheiros eruditos.

Pegou a passagem já carimbada e se encaminhou para o banco em frente ao ônibus que o levaria até o seu destino final. Sentou-se para amarrar o cadarço do sapato que agora se assemelhava a um tênis e repensou sobre se deslocar dos Estados Unidos para o Canadá sem o uso de um portal ou as portas mágicas do instituto de Prometheus.

Rodrik estava passando pouco tempo com mortais comuns e aos poucos perdia a essência de um ser humano mortal. E liderando um grupo não assumido de protetores, aquilo não poderia acontecer. E por isso resolveu que tentaria passar um tempo utilizando transporte público e interagindo com pessoas "comuns”.

— Tem alguém? – Falou uma jovem apontando para o lado restante do banco não ocupado pelo semideus.

— Não. – Respondeu o rapaz aproximando as suas malas um pouco do seu corpo. — Pode se sentar.

— Obrigada. – Agradeceu ela já pegando um celular e um fone. A música começou a soar tão alta que mesmo estando um pouco distante, ele conseguia ouvir Alleine Zu Zweit de Lacrimosa. A jovem nem parecia que curtia rock.

O ônibus demorou uma eternidade para estacionar no seu ponto principal e mais um pouco para o motorista começar a chamar os primeiros passageiros. Assim que iniciou o embarque, o erudito posicionou as suas duas malas no bagageiro. Entregou o bilhete para o motorista e tomou o seu assento na parte de trás do ônibus.

Adormeceu quase de imediato.

Quando despertou, o veículo se aproximava da linha que separava os Estados Unidos e o Canadá. Olhou pela janela já percebendo que tudo poderia mudar, menos o clima frio e acolhedor. A jovem encontrava-se sentada três bancos a frente e continuava entretida com o seu fone de ouvido.

Era daquilo que o rapaz sentia falta, a normalidade. As pessoas ali não fazia a mínima ideia que um mundo todo de criaturas, deuses e contos fantásticos existiam. As crianças cresciam ouvindo falar nos contos de fada, olímpico e nas famosas fábulas. Como reagiriam se soubessem que Branca de Neve, a rainha má e Alice do País das Maravilhas existiam? Por isso que a necessidade de resguardar a verdade nunca havia sido tão importante.

Seres humanos costumam atacar aquilo que não conhecem. E um bom exemplo daquilo era a maldita seita que aprisionou, torturou e assassinaram inúmeros semideuses, realizado testes como se todos fossem ratos de laboratório.

— Uma parada para o café!
– Anunciou o motorista duas horas depois. Rodrik se lembrou o porque odiava aquelas viagens tradicionais. Mortais sempre precisavam parar para reabastecer. Desceu do ônibus e se dirigiu até a única lanchonete de esquina.

O curioso foi que sua visão lia em grego a fachada da loja. E com todas as letras se podia ler “ Arco-Íris Comida Orgânica & Estilo de Vida”. Óbvio que se não fosse pela fachada em grego, poderia se tratar de uma lanchonete comum. Temeroso, Rodrik rodou a sua pulseira no pulso, não revelando ainda o cajado, mas mantendo-se preparado para qualquer perigo.

Assim que entrou, uma sineta soou bem baixinho. Seu olfato foi surpreendido por um cheiro maravilho e sua audição captou uma voz atraente que cantava do interior da cozinha.

— O que podemos fazer por você, querido? – Perguntou uma voz surgindo de uma das mesas. Ela carregava um avental com o desenho de um arco-íris. Se ele não tivesse o dom de ver além da névoa, não teria percebido a pele verde e os cabelos azuis. — Somos a melhor lanchonete em produtos orgânicos de todo o Canadá. – Completou a ninfa.

— Eu gostaria do cardápio. – Respondeu o erudito ainda preocupado sentando em uma mesa. Em seguida recebeu uma mini livro com tabelas e preços. A maioria dos produtos oferecidos eram realmente orgânicos e naturais. Sua boca salivou ao ler sanduíche de peito de presunto com rúcula e alface (Sem agrotóxicos) dizia o cartaz em negrito. — Eu vou querer um suco de limão e esse sanduíche de presunto. – Anunciou.

— Em breve retorno com o seu pedido. – Falou a ninfa sumindo pela porta que dava pela cozinha. O pedido demorou dez minutos para ficar pronto, mas quando chegou, valeu a pena. Rodrik nem sabia como iria comer tudo aquilo sozinho.

Pegou o garfo e faca e começou a se aventurar pelo paladar. Era realmente muito gostoso.

— Sabe que depois pode pedir outro, não sabe? – Falou uma mulher doce de olhos que se modifica de cores a cada segundo. Ela limpava as mãos e um pano de prato e definitivamente ela era dona da voz que cantava na cozinha. — Nossos produtos são 100% recomendável para semideuses. Dão energia extra e evitam congestões estomacais.

— Lady Íris.
– Falou Rodrik se erguendo da cadeira e fazendo uma leve reverência com a cabeça. — Eu... Eu não sabia. Digo... me desculpe! – Falava o menino agora encabulado.

— Não precisa se afobar, criança.
– Falou ela puxando uma cadeira e sentando como se fossem velhos amigos. — Eu queria lhe dar um conselho. Não para você, claro. Eu sei que você é muito amigo do meu filho. – E Rodrik logo se lembrou de Dylan. — Não gosto daquela menina que ele está se envolvendo. Ela namora ele e mais três. E esses três nem todos são rapazes. – E piscou passando a mensagem.

— Eu vou avisar, senhora. – Respondeu o erudito ainda mal acreditando que batia papo com uma deusa. E olha que gentileza não se encontrava facilmente no Olimpo. Pelo menos não para ele.

Ele resolveu que deveria voltar a comer o seu sanduíche pois só tinha quarenta minutos de pausa. Devorou o aperitivo sobre o olhar bondosa da deusa, que ficava ali cheia de si como se se tivesse salvado o mundo.  Dava para perceber que Íris era muito orgulhosa a respeito da sua lanchonete. E era quase cômico saber que uma deusa tinha o hobby de servir fregueses nas horas de folga.

Um barulho louco começou no exterior da loja. Algumas meninas gritaram e um barulho alto de moto rastejando no asfalto se ouvia. A poeira cobriu todo o vidro quando Rodrik pensou em espiar.

Segundos depois a porta se abriu com um forte solavanco e duas pessoas mal encaradas entraram.

O primeiro era um homem com jaqueta de couro, uma bota de guerreiro. Ele carregava um olhar sinistro no rosto. Quando Rodrik focou nos seus olhos, viu bombas explodindo, cabeças sendo estouradas e tanques de guerra. Ele soltou um forte arroto como se fosse um sinal de boa vindas e focou o semideus, passando de impassível para divertimento.

A segunda era uma mulher igualmente sinistra. Ela vestia couro também, mas o seu cabelo era de um preto tão preto que brilhava. A sua pele era pálida, mas tinha os mesmos olhos sombrios e violentos do primeiro. Ela foi a primeira a se aproximar, fazendo Íris se erguer de um pulo e então sofrer uma perceptível mudança.

A deusa que antes era totalmente angelical, assumiu os olhos em tons azuis cristalinos. Sua postura tornou-se mais rígida e escondeu os dentes como se sorrir fosse pecado. Não precisava ser um gênio para identificar que a antes mensageira grega havia sofrido uma metamorfose para romana. Agora ela era Arcus.

Aquilo só significava uma coisa. Os deuses recém-chegados também estavam na sua versão romana.

— Olha o que temos aqui. – Falou a deusa violenta, virando a cadeira de uma forma que nenhuma dama deveria fazer e se sentando. — Um filho de Nox.

— Eu tenho assuntos mesmo inacabados. – Falou o deus também se aproximando. — E ai, cara? Afim de continuar a peleja de quem é o mais forte? Nox ou o Olimpo?

Rodrik se ergueu de um pulo sentindo o coração batendo na testa. Ele sabia que estava em completo perigo, mas ainda se estivesse cercado por monstros. Tudo o que deveria fazer era não realizar movimentos bruscos. Era o que todos diziam, Se Ares era um deus perigoso, Marte era muito pior. E se Marte não acabasse com ele com apenas uma tapa, Belona terminaria o serviço com um sopro.

— Sr. Marte. – Falou Rodrik incerto. — Lady Belona. – E fez menção delicada de cumprimento com a cabeça. O que recebeu foi uma alta gargalhada dos dois recém-chegados.

— Lady Belona. – Repetiu Marte em divertimento. Deu uma tapa na mesa e ela se partiu em duas. Naquele momento Rodrik começava a rezar para que tivesse tido ações boas o suficiente para o campo elísio. Mas, no fundo ele sabia que arderia nos campos de punição por toda a eternidade.

— É Belona. – Repetiu a deusa da guerra. Colocou um pé em cima da mesa e retirou uma sujeira da unha com os dentes. — Acho que deixei de ser lady a muito tempo.

— Acho que você nunca foi lady. – Caçoou Marte. — Já decapitou mais cabeças que muitos homens.  E se bem me lembro, nessa guerra contra Nox, você arrasou no submundo. Você estava lá, garoto?

— Eu não estava, senhor. – Repetiu Rodrik se achando incrivelmente humilhado. Ele era soberbo por sua progenitora, era um filho primordial, uma era onde os deuses olimpianos nem existiam. E se existiam, chupavam chupeta e faziam coco nas fraudas. Todavia, era apenas um mortal como outro qualquer. Não conseguiria enfrentar nem mesmo metade de um deus, um completo era impossível. E se humilhar daquele jeito o deixava nervoso. — Eu era inexperiente demais para lutar pelo Olimpo. Mas, protegi o acampamento grego. – Falou se lembrando dos ataques em Nova York.

— Tu és grego, né? – Falou Marte rindo ainda mais. — É perdedor até mesmo no lado escolhido.

— Marte? Belona? – Se intrometeu Arcus. — O que querem?

— Uma carne de javali mal passada, porção extra de batata frita e duas canecas de cerveja. – Falou Belona.

— Não vendemos esses produtos assassinos. – Respondeu Arcus. — Vendemos apenas coisas naturais.

— E o meu javali é de onde? – Perguntou Marte. — De outro planeta? – E ambos riram. Era difícil acreditar que aqueles dois seres ali presentes era deuses da guerra. — Bom, se não tem javali, me vê uma carne de vaca mal passada. – Ele encarou o céu como se visse além dele. — Que minha mãe me perdoe.

— Marte, não vendemos carne, só defumação. Pode escolher alface ou qualquer outra verdura. Fleecy sabe preparar um ótimo suco de melancia com romã. – Tentou ainda ela.

— Se não tem comida de homem de verdade. – E lançou um olhar sarcástico para o sanduiche de Rodrik. — Então quero só o sangue desse camarada aqui. Tenho certeza que se eu o matar e jogar as carcaças na prisão de Nox, vou fazê-las se rasgar de ódio.

— Senhor Marte. – Cortou Rodrik. — Acho que não seria muito proveitoso. Nyx nunca gostou muito de mim e eu sou protegido de Prometheus. – E novas gargalhadas. Realmente, o erudito estava sendo pisado feito pano de chão.

— Prometheus? O cara que roubou o fogo do seu pai? – Perguntou Belona agora rindo sozinha. Marte ficou sério e se levantou, se aproximando tanto de Rodrik, que o menino podia ouvir os gritos de agonia das vítimas da guerra saindo da órbita dos seus olhos.

— Isso ficou melhor ainda. – Respondeu o deus aquecendo os punhos.

— E também... – Rodrik engoliu em seco. — Eu sou afilhado de Hera, digo, Juno. Ela que me criou nos jardins da hespérides até os meus três anos. Foi uma ninfa, mas a mando dela. – E assim Rodrik achou ter ganhando alguns pontos de salvação.

Marte afastou-se ponderando se realmente valia a pena arrumar uma confusão com Juno. Ele sabia que uma guerra contra a mãe dificilmente ele sairia vencedor. A rainha do Olimpo não era das batalhas, mas fazia um jogo tão sujo que colocava Belona, Minerva e ele no chinelo.

— Acho que o seu ônibus já vai partir, garoto. – Cortou Arcus. — Você deve ir, agora. – E o seu olhar parecia quase suplicante. Belona se levantou da mesa rapidamente, mas foi somente para pegar o restante do sanduíche do semideus e jogar na lixeira com um sorriso de “me enfrente se puder”.

Rodrik enfiou a mão nos bolsos da calça e retirou alguns dracmas. A ninfa Fleecy se aproximou e recolheu, deu um sorriso bondoso de solidariedade. O erudito passou pela porta sentindo os olhares queimando suas costas. Ele tinha passado por uma linha muito tênue da vida e da morte e as parcas agora estavam em dúvida se cortavam ou não aquela linha. Ele não colaboraria.

Entrou no ônibus sem olhar para trás, analisando as motos na qual os deuses vieram e reparando que pareciam de gangues. O seu primeiro encontro com Marte e Belona dizia que ele não queria nunca mais encontrar com eles novamente. Eram desagradáveis, violentos e não cheiravam muito bem.

O motorista tomou o seu posto cinco minutos depois. A garota dos fones de ouvido não estava mais ali. O veículo deu partida e Rodrik passou o restante da viagem até Toronto imaginando se conseguiria dormir novamente sem sonhar com bombas, tiroteio ou um sanduiche de peito de peru onde ele era o peru e Marte e Belona eram os degustadores.

Chegou ao seu destino final seis horas depois e se achava com a bunda quadrada. Os olhos estavam vermelhos de sono, mas não ousou pregá-los com medo de alguma coisa nas estradas. Assim que desceu, seus pais estavam ali. Martin estava um pouco mais magro e ainda mais pálido, muito além do comum para um filho de Melínoe.

Sua mãe (madrasta) estava mais gorda e em ambos os lados seus dois irmãos, Melissa e Henrick.                

Poderes Utilizados:
Nome: Inteligência Interpessoal
Descrição: Quem possui a inteligência interpessoal bem desenvolvida é capaz de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Com essa habilidade, o semideus tem mais facilidade de se comunicar e conquistar a empatia de seus interlocutores. Quando usado de forma ativa, pode identificar as intenções e emoções de outrem uma vez por ocasião. Não envolve nenhum controle, apenas conhecimento, através de indicadores de comportamento que demonstrem como a outra pessoa se sente no momento. Pode perceber em um desvio de olhar que a pessoa está mentindo; pode notar pelos movimentos repetitivos que está nervosa; etc.
Gasto de MP: 30 MP (quando usado de forma ativa)
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de inteligência. +30% de carisma e empatia.
Extra: O semideus é capaz de identificar as emoções de outrem uma vez por ocasião. Para isso, o narrador pode dar uma dica que denucie o estado emocional da outra pessoa.
Dano: Nenhum

Nome do Poder: Inteligência Linguística
Descrição: Quem possui a inteligência linguística bem desenvolvida, possui um domínio e gosto especial pelos idiomas, pelas palavras e desejo de explorá-los. Esta habilidade dá a vantagem de usar as palavras com maestria e expressar-se com sagacidade para obter o que deseja.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% em inteligência, +20% de persuasão.
Dano: Nenhum

 

Arsenal:
Moloque [O cajado é um artefato incomum e de rara beleza; sua haste de metal é lisa e perfeitamente reta, guardando o tom de prata polida com perfeição e possuindo desenhos discretos de linhas de ponta a ponta. Mede um metro e meio de altura e, na extremidade superior, o Cajado de Ior possui uma esfera de quartzo vermelho do tamanho de um punho humano na ponta - no cristal há uma pequena abertura com espaço para uma única gema. Já na ponta inferior, possui uma lâmina triangular de ferro estígio, semelhante a uma adaga de arremesso, soldada de forma a fazer parte do item. Qualquer pessoa que puder ver de perto a peça logo notará seu caráter ímpar e precioso. | Efeito mecânico: transforma-se em uma pulseira masculina de couro escuro e trançado, com o pequeno quartzo no meio, basta que o usuário toque o cristal e o transformará no cajado. | Efeito¹: A arma foi encantada magicamente para ampliar o dano mágico de seu portador em mais 20%. (Essa % não se soma com a de outro item). | Efeito²: Adicionado o efeito de runas ligadas ao ar/vento, a arma pode criar uma redoma de puro ar ao redor do seu portador. O efeito é liberado em um raio de 10 metros tendo o feiticeiro como centro. A redoma repele ataques mágicos lançados contra o feiticeiro/grupo por um turno. Necessário três turnos para ser invocado novamente. | Efeito³: Adicionado o efeito de runas ligadas ao ar/vento, a arma como defesa diminui apenas danos de impacto em 20%. A arma como ataque adiciona 10% de impacto do elemento vento quando usada em batalha corpo-a-corpo. | Bônus de FPA: +30 de dano | Arambarium, ferro estígio, titânio e couro | Espaço para 1 gema | Status 100%, sem danos | Mágico | Forjado Matthew Ashfield, encantado por Rodrik]

Túnica do Mago Conjurador [Uma túnica unissex repleta de estilo e beleza, seu tecido é vermelho escuro e os adornos em dourado. O seu tecido mágico é melhor aproveitado por aqueles que possui magia correndo por suas veias, ou esse item será apenas um belo traje a ser usado, sem ter seus efeitos ativados | Efeito 1: Aumenta em 25% a força dos feitiços. Efeito 2: Aumenta a defesa mágica em 40% | Tecido mágico | Beta | Espaço para uma joia/gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Velociraptor linha Luxo [ Nessa linha não é apenas o conforto que predomina, mas também o poder, apesar de aparentar ser um tênis comum, esse foi fabricado para auxiliar e estimular o semideus a melhorar seus movimentos em combate, o tornando mais forte e mais rápido | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +40% de velocidade ao portador. Efeito 3: Quando estiver com o tênis nos pés, golpes relacionados as pernas, como chutes ou saltos ganham 30% a mais de força | Material mágico especial |Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Luva do sagrado [Uma luva de aparência envernizada, feita de couro, espaço para os dedos se manterem confortáveis. Criada por um antigo erudito, a vestimenta foi construída manualmente, de forma que o seu acabamento é impecável. Em sua palma, tecidos a fios de ouro encontra-se duas runas (Berkana e Jera] de aparência delicada, dando um toque charmoso. | Efeito 1: Ao utilizar a luva em batalha, o usuário acrescenta +20% de dano nos feitiços ativos. | Efeito 2: Gastando 20 HP e MP, o usuário consegue invocar para o campo uma cúpula de luz de 5 metros de diâmetro, sendo o usuário o epicentro. | Couro, fios de ouro imperial | Beta | Sem espaços para gemas | Status 100% sem dano | Evento um reino de contos de fada]
         
 
Traje: Roupa Comum Acompanhado: Os deuses Aonde: Ônibus e loja de conveniência de Íris/Arcus Nota: Me ajudem pelo amor de Zeus Música: Iron Maiden - The Apparition


Samanta Sink  


Between the shadows and the fire


I might have sang of wings unchained, but long before I locked my heart. Buried inside, where she's all but mine, save for those that dine, Oh her, on her perfect carcass
Rodrik Andrews Lefford
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Líder dos Eruditos
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Idade : 20
Localização : Acampamento para semideuses gregos

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Mensagem por Macária em Sab Out 26, 2019 9:01 pm


Rodrik


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP +  4.000 dracmas + 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 30%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 15%

Recompensa obtida: 3.000 XP + 2.400 dracmas + 6 ossos

Comentários:
Há alguns errinhos em seu texto como quando você está escrevendo "aprisionou, torturou e assassinaram"; perceba que há ali uma mudança de tempo verbal. Em segundo lugar, eu li seu texto e Anfitrite também leu e quando Marte e Belona aparecem, as coisas simplesmente deixam de fazer qualquer sentido. Não parece ter um fundamento a aparição de qualquer um dos três deuses que forma citados e, por isso, descontei em suas porcentagens de realidade e criatividade.



this a good death
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Macária
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Localização : Em qualquer lugar

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Mensagem por Rodrik Andrews Lefford em Dom Dez 01, 2019 10:07 pm


[Tramas] The Path of a Wise Scholar - Página 2 VJR7f44



Francisco Ramirez não estava morto?

[Tramas] The Path of a Wise Scholar - Página 2 I0rNhqa

Com certeza havia reuniões em vários cantos do mundo onde houvesse semideuses. Mas, Rodrik duvidava que elas estavam tão nervosas quanto a dos eruditos. O seu queixo estava quase se fundindo com o peito diante de tamanha a cabeça baixa. Seus dedos tamborilavam na mesa, nervoso, enquanto a voz de Prometheus ecoava pelos cantos da sala com veemência.  

Geralmente o patrono do grupo de feiticeiros era compassivo, singelo e educado. A sua voz jamais se erguia em um tom ameaçador. Entre todos os titãs, Prometheus era o mais amigável. Isso, exceto naquela madrugada.

— COMO EU POSSO GARANTIR QUE MEUS MAGOS ME TRAGAM INFORMAÇÕES ÚTEIS, QUANDO FUI COMUNICADO PELO OCORRIDO POR QUÍRON? – O seu tom era ameaçador e ninguém sequer ousava encarar o seu rosto vermelho de raiva. As suas feições jamais havia sido tão humanas. — Um ataque! Feridos! Mortos! Humanos! E vocês onde estavam?

Ele ralhava com todos, mas a sua voz era intencionalmente guiada ao líder do grupo. Se os membros falharam, era porque o líder não havia feito um bom serviço. E por isso Rodrik estava tão nervoso. Havia ouvido histórias horripilantes do titã quando com raiva.

— Ninguém vai me dizer nada? – Ameaçou ele.

— Senhor... – Rodrik ergueu os olhos na altura do peito do deus e parou por ali. Visualizando apenas a sua túnica de feiticeiro bordado a ouro. — Eu tenho amigos no acampamento grego. – Ele se referia a Flora e Dylan. — O ataque ocorreu em uma cidade chamada Indianópolis, aparentemente monstros. Ninguém sabe de muita coisa. A cidade é grande e tem uma aura estranha. Teve um grupo de semideuses que invadiram uma estação, mas não entrei em contatos com nenhum deles.

— E o porque? – Indagou o deus ainda demonstrando ira. — Eu tenho um líder para ocupar o lugar que eu não posso, o lugar próximo aos humanos. Vocês são as minha ponte entre o mundo mortal. E vocês falharam miseravelmente. — Findou ele. — Eu dou vinte e quatro horas para vocês me mostrarem que não escolhi cada um de vocês a toa. Que vocês são dignos da magia que correm no seu sangue. – E sem aviso algum, houve um estalo e Prometheus desapareceu.

Alguns eruditos até mesmo soltaram um gritinho de susto.

— Vocês ouviram o homem, pessoal.
– Falou Rodrik ainda se tremendo de medo. — Vamos ao trabalho. Não me importa se ainda é madrugada, vamos recolher informações, fazer pesquisas e contatar conhecidos. Temos que participar dessa caçada á destruição de Indianópolis ou o nosso patrono ficará realmente chateado.


** -- **

Quando em pressão os eruditos trabalhavam rápidos. Em algumas horas, os feiticeiros tinham informações únicas e talvez até mesmo confidenciais graças aos livros presentes nas estantes.

Indianópolis era um mistério e continuaria sendo. Havia relatos de ataques e coisas estranhas com a cidade desde muitos anos atrás. Um dos livros, um manuscrito de volume único e páginas amareladas citava uma deusa escondida entre os mortais e a existência de um oráculo. As informações eram vagas, não passando coisas úteis, deixando todos na mesma situação que anteriormente.

No entanto, o suficiente para mostrar que a cidade era especial. Havia até mesmo um mapa antigo entre as relíquias da biblioteca, e mesmo naquele pequeno pedaço de couro desenhando, o formato da cidade parecia estranho.

A porta da biblioteca se abriu magicamente e novos membros surgiram. Rodrik havia enviado um grupo ao hospital local para buscar sobreviventes. Não houve vítimas com vida. Todavia, um dos feiticeiros sorrateiramente conseguiu surrupiar a lista de parentes e endereços, arquivos confidenciais do Medical Center Indianópolis.

Rapidamente um mapa foi erguido sobre a única mesa grande o suficiente na biblioteca e tarefas transferidas. Os eruditos iriam a direções diversas para conseguir cobrir o maior número de território possível da cidade.

— Então, não se esqueçam de nos enviar mensagens de Íris ao menor sinal de problemas. – Falou o jovem de Nyx. Se ergueu da sua cadeira magistral de liderança e recolheu o máximo de seus objetos. Ele havia separado um único endereço de uma família onde um homem que trabalhava em uma estação intermediária havia sido brutalmente despedaçado, sendo encontrado apenas um dos olhos.

Posicionou-se em direção ao centro da biblioteca, onde um rapaz que havia retornado de Indianópolis o iria teletransportar. Ambos deram as mãos e o jovem semideus sentiu a pressão da magia sendo instaurada. O chão tornou-se um vermelho vivo e então a sua visão apagou, retornando seus sentidos segundos depois no centro de uma cidade abandonada.

— Aqui é Indianópolis?
– Perguntou o líder erudito ao seu liderado. A cidade parecia deserta, com rastros de destruição por todo o canto. Letreiros de lojas despedaçados no chão, vitrines quebradas. Olhou para o chão e viu uma boneca de pano abandonada. — O que os monstros querem atacando humanos? – Indagou para si mesmo tentando encontrar uma solução. — Distrair os semideuses e humanos, lógico. Mais para fazerem o quê?

— Está falando comigo, Rodrik? – Perguntou o seu companheiro ao seu lado.

— Não, apenas pensando alto. – Respondeu. — Faça um reconhecimento dos pontos próximos. Eu tenho uma visita para fazer. – E bateu discretamente no bolso do manto onde continha o endereço.

Encontrar o apartamento não havia sido fácil. Primeiro, os letreiros das ruas estavam destruídos. E segundo, não havia uma só alma bondosa para lhe apontar a direção certa. Sem poder utilizar um GPS por questões tecnológicos semideuses vs monstros, ele precisou recorrer ao seu bom senso. A cada prédio ainda intacto, ele averiguava os números e foi se baseando neles até se encontrar em frente um edifício de aparência abandonada.

Parou em frente ao portal e procurou um interfone, quando o viu apertou. Um senhor de bengala e uniforme azul saiu de trás de uma porta de vidro e foi mancando na direção do rapaz.

— Bom dia! – Rodrik sorriu do jeito mais carismático possível. — Eu sou Andrews Gilbert e gostaria de falar com o Sr e Sra Ramirez. Eu sou do plano de saúde do hospital Medical Center e vim aqui para cobrir algumas questões legais. Sabe me dizer se eles se encontram?

O fato de a cidade ser estranha não fez o homem estranhar o robe de feiticeiro. Ele lançou um olhar estudioso sobre o erudito e só então acionou o botão de acesso ao edifício.

— Apartamento 319. – Avisou o senhor. — Vou avisá-los que o senhor está subindo.

Rodrik fez um manejo educado com a cabeça e se dirigiu até o elevador. Se ele fosse apenas um simples humano sentiria de qualquer forma a atmosfera mágica presente ali. Um frio curioso arrepiou a sua pele. Chamou o elevador e quando o mesmo chegou, entrou e acionou até o terceiro andar.

Se olhou no espelho e viu que estava com fortes olheiras pela noite mal dormida.

A porta se abriu e o erudito se encaminhou até o apartamento 319, parando em frente a porta e limpando a garganta. Tocou a companhia a primeira vez, a segunda, e somente na terceira foi que ouviu uma voz idosa avisar que já estava indo.

A porta se abriu e Rodrik deu de cara com a cena mais bizarra do mundo. A senhora, provavelmente Mirtha Ramirez era a coisa mais tenebrosa possível. Era baixinha, cabelos brancos, mas os olhos eram negros como a noite. As unhas eram longas, o erudito percebeu quando ela se apoiou no marco da porta. Quando falou pela primeira, o semideus percebeu que lhe faltava dentes. Mas, não era a sua fisionomia que o assustava, era a aura negra que fugia dela.

— Senhora Ramirez. – Falou Rodrik. — Eu me chamo Andrews Gilbert e estou aqui para cobrir algumas investigações do hospital. – A simples menção da palavra hospital fez a senhora ficar pálida. Rodrik a segurou pelo braço antes que a mesma tombasse e a levou para o interior do humilde apartamento.

Quase não havia móveis, mas os quadros cobriam 95% da parede. Em sua maioria de um jovem alto, forte e de olhos claros. Ele sempre sorria na maioria das fotos. E elas se espalhavam também pelos móveis em formato de porta-retratos.

Rodrik a colocou sentada em uma poltrona e virou-se rapidamente quando sentiu um frio fantasmagórico nas suas costas, enviando um arrepio nervoso pela sua coluna. Quando se virou para trás, viu o mesmo homem dos retratos. O fantasma colocou o dedo indicador nos lábios em pedido de silêncio e em seguida apontou a direção de uma porta.

— Senhora, posso usar o seu banheiro? – Indagou Rodrik se esperar a resposta. A idosa parecia abalada demais, o erudito mal se afastou e ouviu suspiros e fungadas no nariz. Ela estava chorando.

Ele abriu a porta indicada pelo espírito e se viu dentro de um cubico semelhante a um quarto.

— Finalmente alguém pode me ver.
– Falou o espírito. — Perai, você pode me ver e ouvir, né?  

— Quem é você?
– Indagou Rodrik.

— Eu me chamo Francisco Ramirez.
– Respondeu o espírito enchendo o quarto de frio. — Eu moro nessa casa... ou morava. Porque minha mãe não consegue me ver? – O espírito parecia confuso.

— Porque ela não tem o dom.
– Respondeu o erudito prontamente. — Porque você ainda está aqui? Melhor, o que aconteceu com você?

— Ah, isso eu não me lembro direito. – Ele atravessou uma cômoda e nem pareceu se importar. — Tudo o que eu sei é que ouvi gritos e então corri junto com outras pessoas. Tropecei e vi algo que não sei até agora descrever. E então não consigo me lembrar de mais nada. – Ela parou o corpo dentro da cama. — É muito difícil, eu quero me lembrar, mas não consigo.

— Olha... – Falou o erudito mantendo uma distância aconselhável. Ele já havia sido atravessado por um espírito antes e não havia sido legal. — Eu posso te ajudar. Eu estou aqui para te ajudar na verdade. Você passou para o outro lado e teoricamente deveria está sendo julgado agora pelos juízes do submundo. Mas, é normal algumas almas ficarem presas no mundo mortal até resolver as suas pendências. Eu preciso descobrir o que aconteceu direito para impedir que aconteça novamente. Você confia em mim?

— Eu não te conheço, mas você foi o único que me viu durante vários dias. – Ele saiu da cama e fez menção de se aproximar de Rodrik. O erudito deu dois passos a frente e bateu os dentes de tanto frio. — Como você quer me ajudar? Como você pode me ajudar?

— Primeiro quero que você tente se concentrar no momento da sua morte. – Falou o semideus. — Qualquer detalhe será útil. E feche os olhos enquanto faz isso.

O espírito fechou os olhos e Rodrik ativou o seu cajado em formato de pulseira para ajudar a canalizar mais de sua magia.

— Memória messor! – Sussurrou enquanto ativava o seu feitiço. Ele concentrou-se na morte, na memória da morte do espírito.

Em um momento estava no quarto, em outro momento foi teletransportando para o interior de um túnel escuro com baixa iluminação. Ele corria aos gritos de pessoas ao seu lado. E então parou brutamente quando avistou pelas costas uma mulher. Ela estava virando na direção contrária, mas ainda assim Rodrik conseguiu enxergar os seus cabelos em forma de cobra se movimentando. – A medusa.

O corpo virou para o lado oposto, dando de encontro com um homem alto, negro e forte. Os seus músculos eram salientes pela camisa de flanela rasgada. Ele carregava um machado de guerra nas costas. Rodrik subiu os olhos e viu as duas pupilas vermelhas da criatura, os chifres e o focinho de touro. – O minotauro. Não havia chance de monstros estarem trabalhando juntos se não houvesse uma razão ou alguém muito forte por trás daquilo tudo.

Qual a probabilidade da medusa e o minotauro matarem humanos no mesmo túnel? Óbvio, alguém mais forte que os obrigava a trabalharem juntos ou alguma promessa de recompensa. Puta merda, pensou Rodrik antes de voltar as suas memórias padrões.  Ele piscou inúmeras vezes enquanto o fantasma, Francisco, permanecia imóvel e vidrado olhando para o nada.

O espírito nunca mais teria aquelas memórias, aquela pertencia ao erudito agora. Ele concentrou-se mais um pouco nas memórias doadas do espírito e viu de relance e meio corrido símbolos desenhados nas paredes. Ele era um feiticeiro, sabia do que se tratava desenhos de movimento, corpo, mente e passagem. Aquilo eram portais criados ali.

A única coisa que se “lembrou” foi dos portais, depois veio uma escuridão, possivelmente o momento que o minotauro tirou a vida de Francisco. Rodrik deixou o quarto rapidamente, mas ciente do fantasma e do que deveria ser feito. Correu até a porta e em seguida desceu as escadas. No caminho desativava o cajado e o transformava em pulseira novamente.

Chegou no térreo e diminuiu a velocidade, passando pelo porteiro e ganhando a rua. Ao longe viu o seu companheiro erudito se aproximando e quando ambos esbaforidos ficaram frente a frente, falaram ao mesmo tempo:

— Os monstros fugiram pelos portais!

Era algo grave demais os acontecimentos. Rodrik havia mandando o minotauro para o tártaro não havia nem mesmo dois anos. Ou seja, algo forte os havia despertado e fugido. Novamente a teoria de Chicago surgiu. E talvez até mesmo um próximo lugar para investigar.


** -- **

Os eruditos estavam aturdidos na biblioteca. As notícias não eram boas, toda Indianópolis parecia ter sido atacada por um exército de monstros. Algo grande e de proporções jamais vistas antes.

Monstros organizados? Nem mesmo Hera conseguiria aquilo e muito menos Nyx.

— Pessoal? – Falou Rodrik por cima das vozes dos feiticeiros. — Eu sei, é drástico as nossas notícias, mas temos que juntar os fatos e pensar nos nossos próximos passos. – Ele ficou em pé e começou a andar em meio aos eruditos. — O que sabemos até agora? O ataque a Indianópolis não foi o primeiro. Os monstros fugiram por portais antes, por consequência da luta no Tártaro contra Nyx. Energias liberadas dos semideuses e portais abertos em vários pontos. Nyx foi aprisionada, mas temo que no mesmo tempo um deus mais perigoso ainda acordou. É a única explicação pelo minotauro que foi morto pela gente em Chicago ter voltado a vida em pouco tempo. O Tártaro cuspiu esse monstro novamente. E temos medusa junto.

Ele colocou a mão no queixo o obrigando a pensar e relembrar a memória roubada mais cedo do espírito.

— Dois monstros grandes trabalhando juntos, o que significa que quaisquer outros podem está no mundo. Reviramos a cidade não havia indício deles, estão escondidos? E sim, porque? Saíram da cidade? E se sim para onde? O que estão esperando? Porque estão matando humanos para chamar as nossas atenções? Fato, é uma desculpa, uma armadilha ou possivelmente máscara para algo maior. Estão escondendo alguém mais forte? Preparando um novo ataque! – Ele gritou. — É isso! Vão atacar novamente! Procurem fatos ou coisas bizarras nos últimos dias em todas as cidades da América do Sul, América do Norte. Eu vou tentar contatar os líderes dos outros grupos. Sei que somos imparciais e trabalhamos melhor sozinhos, mas é dos indefesos humanos que estamos falando. E quando se trata da humanidade, não podemos permitir vacilar ou ter orgulho.

 


Adendos:
Armas:
Moloque [O cajado é um artefato incomum e de rara beleza; sua haste de metal é lisa e perfeitamente reta, guardando o tom de prata polida com perfeição e possuindo desenhos discretos de linhas de ponta a ponta. Mede um metro e meio de altura e, na extremidade superior, o Cajado de Ior possui uma esfera de quartzo vermelho do tamanho de um punho humano na ponta - no cristal há uma pequena abertura com espaço para uma única gema. Já na ponta inferior, possui uma lâmina triangular de ferro estígio, semelhante a uma adaga de arremesso, soldada de forma a fazer parte do item. Qualquer pessoa que puder ver de perto a peça logo notará seu caráter ímpar e precioso. | Efeito mecânico: transforma-se em uma pulseira masculina de couro escuro e trançado, com o pequeno quartzo no meio, basta que o usuário toque o cristal e o transformará no cajado. | Efeito¹: A arma foi encantada magicamente para ampliar o dano mágico de seu portador em mais 20%. (Essa % não se soma com a de outro item). | Efeito²: Adicionado o efeito de runas ligadas ao ar/vento, a arma pode criar uma redoma de puro ar ao redor do seu portador. O efeito é liberado em um raio de 10 metros tendo o feiticeiro como centro. A redoma repele ataques mágicos lançados contra o feiticeiro/grupo por um turno. Necessário três turnos para ser invocado novamente. | Efeito³: Adicionado o efeito de runas ligadas ao ar/vento, a arma como defesa diminui apenas danos de impacto em 20%. A arma como ataque adiciona 10% de impacto do elemento vento quando usada em batalha corpo-a-corpo. | Bônus de FPA: +30 de dano | Arambarium, ferro estígio, titânio e couro | Espaço para 1 gema | Status 100%, sem danos | Mágico | Forjado Matthew Ashfield, encantado por Rodrik]
Vestimentas:
Túnica do Mago Conjurador [Uma túnica unissex repleta de estilo e beleza, seu tecido é vermelho escuro e os adornos em dourado. O seu tecido mágico é melhor aproveitado por aqueles que possui magia correndo por suas veias, ou esse item será apenas um belo traje a ser usado, sem ter seus efeitos ativados | Efeito 1: Aumenta em 25% a força dos feitiços. Efeito 2: Aumenta a defesa mágica em 40% | Tecido mágico | Beta | Espaço para uma joia/gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Velociraptor linha Luxo [ Nessa linha não é apenas o conforto que predomina, mas também o poder, apesar de aparentar ser um tênis comum, esse foi fabricado para auxiliar e estimular o semideus a melhorar seus movimentos em combate, o tornando mais forte e mais rápido | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +40% de velocidade ao portador. Efeito 3: Quando estiver com o tênis nos pés, golpes relacionados as pernas, como chutes ou saltos ganham 30% a mais de força | Material mágico especial |Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Luva do sagrado [Uma luva de aparência envernizada, feita de couro, espaço para os dedos se manterem confortáveis. Criada por um antigo erudito, a vestimenta foi construída manualmente, de forma que o seu acabamento é impecável. Em sua palma, tecidos a fios de ouro encontra-se duas runas (Berkana e Jera] de aparência delicada, dando um toque charmoso. | Efeito 1: Ao utilizar a luva em batalha, o usuário acrescenta +20% de dano nos feitiços ativos. | Efeito 2: Gastando 20 HP e MP, o usuário consegue invocar para o campo uma cúpula de luz de 5 metros de diâmetro, sendo o usuário o epicentro. | Couro, fios de ouro imperial | Beta | Sem espaços para gemas | Status 100% sem dano | Evento um reino de contos de fada]
Poderes e Habilidades:
Poderes Passivos de Nyx:
Nome do poder: Pericia com Cajados III
Descrição: Os filhos da deusa da noite se tornaram feiticeiros invejados, suas magicas se tornaram fortes, e ao usar o cajado consegue canalizar a energia com uma impressionante resistência, podendo reduzir o gasto da energia corporal, e canaliza-la na natureza.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  +100% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus que usar o cajado para executar o feitiço pode reduzir o gasto da MP pela metade. Exemplo, se executar um feitiço que gasta 10 MP, e usar o cajado para fazê-lo, então o gasto será apenas de 5 MP.
Dano: +20% de dano se forem atingidos por feitiços do cajado do semideus, ou pela arma (se usada dessa maneira).

Nome do poder: Bom Magico IV
Descrição: Nyx/Nox sempre foi temida, seus filhos não são diferentes. Como mágicos experientes, conforme se desenvolvem, também adquirem a capacidade de sua mãe, podendo conseguir realizar feitiços mais fortes do que qualquer outro semideus, superando-os de uma maneira impressionante. Seus feitiços são precisos e certeiros, e o semideus com toda certeza se tornou um feiticeiro experiente em magia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 40% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +20% de dano se os feitiços acertarem

Nome do poder: Escritos antigos
Descrição: O semideus é diretamente ligado a línguas demoníacas antigas, bem como ensinamentos bruxos, o latim – de onde provem boa parte dos feitiços – e simbologia. Podendo traduzi-las e entende-las de forma perfeita, também conseguindo falar com perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao semideus descobrir novos feitiços e poderes, e inclusive executa-los, se for preciso.
Dano: Nenhum
Poderes Ativos de Nyx:
Feitiço: Memoria messor
Descrição: O feitiço só funcionará para coletar uma memória específica. Traduzido como "ceifador de memórias", ao invadir a mente do oponente você pode roubar uma memória que lhe seja benéfica em algum sentido.
Gasto de Mp: - 80 de MP. (-40 de MP, pelo uso do cajado, junto com a passiva)
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Com certo treino, pode ser utilizado não verbalmente.

** Eruditos de Prometheus **

Poderes Passivos de Prometheus:
Nome do poder: Perícia com Cajados IV
Descrição: Existe uma afinidade natural com cajados, manuseá-los parece correto e o semideus se adequa ao mesmo com facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +95% de assertividade no manuseio de cajados.
Dano: +40% de dano se o adversário for atingido por um feitiço.

Nome do poder: Perícia em Roubo
Descrição: O semideus, assim como Prometheus, se torna bastante suscetível a roubar aquilo que considera importante, principalmente se for um ganho para a humanidade. Podendo ser bastante silencioso e com a mão leve, mas se deve ter cuidado. Afinal apenas aquilo que é realmente importante para o semideus deverá ser roubado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% em furtividade.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Conhecimento Mágico
Descrição: É natural para tais semideuses identificarem a magia e adquirirem conhecimentos sobre a mesma, possuindo conhecimento sobre grimórios, feitiços, línguas magicas, símbolos etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Conhecimento
Descrição: O semideus possui um raciocínio rápido, capaz de assimilar com facilidade novas coisas. Possuindo sede de conhecimento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

** Poderes de Legado em Melínoe **

Poderes Passivos de Melinoe:
Nível 5
Nome do poder: Médium
Descrição: Os filhos de Melinoe podem ver fantasmas, mesmo quando estes estão tentando se esconder, ou ficar invisíveis, esses não escapam dos olhos da prole da deusa dos fantasmas. Isso também permite a eles que conversem e se comuniquem com fantasmas com certa facilidade, podendo entende-los, e conseguir que falem com eles.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através de fantasmas.
Dano: Nenhum

** Habilidades Aprendidas em Aula/Treino **

Habilidades Aprendidas:
Nome: Inteligência Lógico-matemática
Descrição: Quem possui a inteligência lógico-matemática bem desenvolvida tem a capacidade de confrontar e avaliar objetos e abstrações, discernindo as suas relações e princípios subjacentes. O semideus é hábil para o raciocínio dedutivo e solução de problemas lógicos, além de possuir mais facilidade para lidar com números e matemática.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de inteligência, raciocínio lógico e elaboração de estratégias
Dano: Nenhum

Nome: Blood of Chaos
Descrição: O semideus detentor dessa habilidade ganha uma capacidade extrema se de concentrar em meio à difíceis situações, sejam elas de desastres naturais, em problemas de relacionamento, em lutas ou em uma guerra. Consegue situar-se com mais facilidade do que os outros semideuses, podendo sair de grandes enrascadas por saber exatamente como agir sob uma grande pressão.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade em situações que precisem da inteligência.
Extra: +5% de velocidade, caso use a habilidade em situação que necessite de rapidez.

Nome do Poder: Inteligência Linguística
Descrição: Quem possui a inteligência linguística bem desenvolvida, possui um domínio e gosto especial pelos idiomas, pelas palavras e desejo de explorá-los. Esta habilidade dá a vantagem de usar as palavras com maestria e expressar-se com sagacidade para obter o que deseja.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% em inteligência, +20% de persuasão.
Dano: Nenhum

Nome: Inteligência Interpessoal
Descrição: Quem possui a inteligência interpessoal bem desenvolvida é capaz de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Com essa habilidade, o semideus tem mais facilidade de se comunicar e conquistar a empatia de seus interlocutores. Quando usado de forma ativa, pode identificar as intenções e emoções de outrem uma vez por ocasião. Não envolve nenhum controle, apenas conhecimento, através de indicadores de comportamento que demonstrem como a outra pessoa se sente no momento. Pode perceber em um desvio de olhar que a pessoa está mentindo; pode notar pelos movimentos repetitivos que está nervosa; etc.
Gasto de MP: 30 MP (quando usado de forma ativa)
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de inteligência. +30% de carisma e empatia.
Extra: O semideus é capaz de identificar as emoções de outrem uma vez por ocasião. Para isso, o narrador pode dar uma dica que denucie o estado emocional da outra pessoa.
Dano: Nenhum
Observações sobre a missão:

Rodrik há alguns meses fez uma missão com a mesma temática. Isso logo após o evento do ataque ao Tártaro onde Nyx foi derrotada. Muitas das informações utilizadas, incluindo o deus Tártaro, os portais, as consequências das lutas dos semideuses e a concentração de poderes e ataques dos deuses e semideuses juntos na guerra. Na minha missão anterior, a batalha onde ele lutou foi em Chicago e ele teve todas essas informações muito antes da trama atual se iniciar. Antes mesmo da mini-trama na estação intermediária. Eu estou ressaltando para explicar o porque Rodrik chegou a tantos achismos e conclusões iniciais, porém talvez não certas.

Pode-se conferir a missão dele aqui: Clique.

   
   
Traje: Túnica do Mago Conjurador Acompanhado: NPCs Aonde: Indianópolis Nota: Missão de reconhecimento, investigação Música: Iron Maiden - The Apparition


Samanta Sink  


Between the shadows and the fire


I might have sang of wings unchained, but long before I locked my heart. Buried inside, where she's all but mine, save for those that dine, Oh her, on her perfect carcass
Rodrik Andrews Lefford
Rodrik Andrews Lefford
Líder dos Eruditos
Líder dos Eruditos

Idade : 20
Localização : Acampamento para semideuses gregos

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Mensagem por Melinoe em Seg Dez 02, 2019 11:48 am


Rodrik

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 20.000 XP - 20.000  dracmas
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 17%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 28%


RECOMPENSAS: 36.000 (Bônus da trama do fórum) XP + 18.000 dracmas

STATUS:
HP: 830/830
MP: 790/830

Comentários:
Rodrik, apesar do desenvolvimento legal, achei alguns erros tanto gramaticais quanto de pontuação. São coisas mínimas que podem ser resolvidas com uma revisão, uma leitura em voz alta, mas que se repetiram ao longo do texto, e isso já não é tão interessante. Você também apenas deixou o fantasma lá, após extrair informações dele, quando poderia ter dado a ele maneiras de se desprender do mundo mortal, mesmo que esse não fosse o seu foco, talvez enriquecesse o seu texto. De toda forma, foi uma missão muito boa e espero ler mais coisas sobre Indianápolis vindas de você!

Atualizado por Hefesto
Melinoe
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