The Blood of Olympus
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Mensagem por Ariele Froes em Sab Jan 12, 2019 6:08 pm

O preço pela cobiça; as palavras matam, machucam, doem. Elas ferem aqueles que menos esperamos. E quando vemos, já foi feito.
Tópico destinado ao (s) post (s) da CCFY da personagem Bae Hyejin, quaisquer interrupções serão vetadas, exceto a do deus avaliador. Essa CCFY será dividida em três partes, uma parte de introdução a ideia da semideusa, uma para narrar o caminho dela durante a jornada, e a última será um post menor que os outros para narrar a situação final e maldição da semi-deusa. O objetivo dessa ccfy é tornar a Hyejin uma semi-deusa imortal, nada mais.
ccfy • bae hyejin;


Última edição por Bae Hyejin em Sab Jan 12, 2019 10:40 pm, editado 2 vez(es)


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Mensagem por Ariele Froes em Sab Jan 12, 2019 10:26 pm

o preço pela cobiça; I as palavras matam, machucam, doem. Elas ferem aqueles que menos esperamos. E quando vemos, já foi feito.
Era apenas mais um dia comum, como qualquer outro. Após ter saído da enfermaria da Luna, podia me sentir revigorada. Era tudo questão apenas de paciência para que meus ferimentos se curassem por completo. Luna sabia muito quem como curar, não é atoa que é a melhor no que faz. Sentei-me voltando finalmente ao chalé, podia sentir aquele cheirinho de filho de Hecate maravilhoso que muito senti falta durante a guerra. Com um livro posicionado sobre minhas pernas, estava lendo sobre a mitologia nórdica. Não sabia o quão interessante poderia ser aquelas lendas. Seriam reais? Olha, depois que você se admite semideus, tudo é possível. Franzi minha sobrancelha enquanto forçava minha vista sobre as pequenas palavras do texto referente ao livro.

Tentava ler, mas aquele barulho vindo de fora não permitia. Eu podia ficar surpresa de quantos semideuses barulhentos haviam naquele acampamento. Mesmo tentando ignorar, aquilo já estava me tirando do sério. Com raiva, tirei meu livro de minhas delicadas pernas e o posicionei sobre a cama, onde, estava com um marcador na página aonde havia terminado recentemente de ler. Quando sai, vi dois filhos de Ares com brincadeirinhas bestas de mão. Típico dos filhos daquele deus, claro. Os dois eram garotos, Frederick e Leonell.

— Ei, bebês! Podem parar com esse barulho? Se quiserem brincar de beijo e lambe, façam isso longe do chalé de Hecate. — Falei a eles, com o menor pingo de educação. Estava farta daqueles semideuses que se achavam o máximo por serem filhos do deus da guerra. Eu era filha da maior feiticeira do olimpo, não por isso me gabava dos meus poderes. Já que, a Hela, já trazia orgulho a família por mim. Eles pararam e começaram a olhar pra mim com um olhar de quem queria brigar, se quisessem, eu estava preparada para o que der e vier.

— Que foi, vai chorar é? Pelo que eu saiba, o acampamento é livre para pisar e fazermos o que bem entendermos. Se quer nos tirar, tente. — Ele pode ter a audácia de dizer aquilo a mim. Foi aí que avancei pra frente deles, e eles, fizeram o mesmo. Sabia que não iriam recuar, afinal, isso não é feito de uma prole de Ares. No mesmo tempo, pude ver os braços de uma velha amiga afagando a briga entre mim e Frederick, o filho de Ares.

— Pare com isso, Hyejin. E o mesmo pra vocês, não estão vendo que somos semi-deuses? Necessitamos de educação aqui, por favor. — Disse minha querida amiga, Luna Minn. Pude ver ela tirando suas luvas brancas de curandeira. Parecia estar voltando de uma consulta recente e acabou por sorte esbarrando na gente. Por algum motivo, eu sabia no fundo, que não ganharia de dois filhos de Ares, infelizmente. Os filhos de Ares acabaram acatando a ordem de Luna, já que como uma curandeira competente além de instrutora, ninguém nunca iria tirar sua autoridade. Assim, os filhos de Ares se dirigiram franzindo a testa para outro local. Eu, no fundo, agradecia a minha amiga eternamente. Finalmente teria sequer alguma paz.

Após o ato, podia ver a filha de Perséfone me encarando por ter entrado numa briga daquelas, eu sabia que aquilo era um código para ir até à enfermaria dela para ter uma boa conversa. Por sorte, aproveitei para pedir a ela que verificasse as pequenas feridas que haviam sobrado da cura. A enfermaria de Luna era confortável e muito aconchegante, me sentia em casa. Luna se sentou em um pequeno banquinho, logo, arqueou a sua sobrancelha, me encarando.

— No que você estava pensando, Hyejin? Sabe que com filhos de Ares não se brinca, principalmente dois! O que aconteceu para que você brigasse daquele jeito, menina? — Questionou Luna. Eu sabia que ela me daria um grande sermão, era como uma mãe para mim. Ela se preocupava muito com minha pessoa. Lembro-me de seu tom espantoso quando me viu semi-inconsciente em sua recepção. Foi a única coisa que pude ouvir, o suficiente para me arrepender de ter ido à guerra. Antes da resposta, eu só pude respirar. Sabia que outro sermão com um pouco de raiva viria.

— Eu estava querendo ler, Luna. Mas eles estavam com um barulho enorme que não permitia. Só fiz o que achei coerente para acabar com aquilo logo. — Falei, cruzando meus braços e virando meu rosto com biquinho. Parecia uma criança, e sabia disso.

— O-O quê? Pelo amor de Zeus, Hyejin! Como pode fazer uma coisa dessas por causa de um livro? Lembre-se, não é só por que é uma ceifadora que deve agir brutalmente como uma. Saiba que brigas no acampamento não são permitidas, e se eu vir de novo, tenho o direito de comunicar-me com o diretor do acampamento. Como pensa que Hela reagiria a isso? — “bum”. Era o barulho do martelo do remorso batendo bem na minha cara. Eu sabia que Luna se preocupava comigo, mas se Hela descobrisse, eu não suportaria. Eu me senti envergonhada pelo ato. E Luna só podia me olhar enquanto calçava suas luvas para verificar meus ferimentos recém-curados.

Eu havia acabado de sair da enfermaria, mesmo assim, me encontrava lá novamente. Ainda, recebi um sermão de graça. Teria recompensa melhor? Acho eu, que não. Sabia que Luna só queria me defender dos perigos, mas eu não era totalmente ingênua, não mais. Sentia uma dorzinha bem leve referente aos machucados recém-curados, porém, nada grave.

— Bae, minha querida, além disso… O que está fazendo aqui no acampamento? Pelo que sei, julgo que aqui não seria o lugar correto de um ceifador, certo? — Indagou Luna. E ela não estava errada. Eu tinha todo o direito de estar na gruta dos anjos caídos naquele momento. Ou, movendo almas para o submundo. Mas, pensei que Thânatos não ligaria de eu ficar de repouso pelo menos dois dias para me recuperar totalmente e, nessa altura sim, voltar ao trabalho. Por isso, não dei muita atenção a esse aspecto.

— Ah Luna, eu pensei que se eu ficasse uns dias de repouso aqui, não faria mal nenhum. Julgo que nessa parte, Thânatos não ligaria. — Disse. Luna pareceu concordar, pela sua face com um sorriso.

— Estou feliz em te ver de volta, Hyejin. Esse clima de guerra vem trazendo pacientes demais a enfermaria, e quando vi você, por um momento, pensei que havia lhe perdido. Por sorte, Asclépio não permitiu. — Ela recitou, com um tom um pouco melancólico.

— Garanto que não foi Asclépio, se fosse por ele, eu já estava no caixão. — Fiz uma piada, rindo. Luna não havia gostado nada, pela cara que fez.

— Hyejin! — Ela gritou. Eu deveria desconfiar que ela não gostaria. Por mais que eu não tivesse uma grande reputação com o Deus, devia a ele o fato de ter sido curada por Luna.

— Desculpe, não resisti. — Pude apenas tentar controlar o riso, mas não consegui.

— Pois bem, Hyejin Bae. Daqui a uns dois dias já estará sem sequer nenhum arranhão. Quer um chá? Estou preparando um de menta, sinceramente, delicioso. — Pude desconfiar que ela não iria demorar muito para fazer um pedido daqueles. Luna era apaixonada por aquele tipo de bebida, e eu, nunca fui muito de gostar. Mesmo assim, nunca neguei. Luna era uma garota incrível para muitas coisas, e seus chás, eram muito gostosos. Ela logo se dirigiu a uma pequena sala, e trouxe em uma bandeja duas xícaras de chá gelado. Eu estava com fome, não iria demorar muito para virar tudo de uma vez. Apenas dei uma enorme engolida no líquido antes mesmo de que ele encostasse na mesa.

Não podia negar o quão ruim estava aquele chá. Havia esquecido que Luna não colocava açúcar na maioria dos chás que ela preparava, e eu só tomava chás inteiramente doces. Eu queria realmente engolir, mas lentamente ia descendo pouco a pouco enquanto minha alma chorava.

— Delicioso, não? — Ela indagou. Eu só pude assentir com a cabeça, em formato de “sim”. Ela logo se dirigiu para fora da enfermaria, um de seus costumes era correr sem avisar quando um pedido ocorria. E naquele clima de guerra, com certeza ela saia muito da enfermaria para socorrer os outros. Eu decidi então, voltar para o chalé e continuar lendo. No caminho, pude encontrar minha amiga amazona, Akali. Ela era do acampamento romano, então, não resisti segurar a ansiedade e perguntar:

— Akali? O que faz aqui? Não é uma romana? — Perguntei, afinal, não era comum ver uma semideusa romana pelo acampamento meio-sangue.

— Ah, Oi Bae! Estou no programa de intercâmbio do acampamento Júpiter. A rainha e nós, amazonas, pensamos em oferecer um de nossos produtos para o diretor do acampamento. Seria incrível, não? — Recitou ela, com o maior entusiasmo.

— Sim, com certeza. — Sorri, dizendo. Eu geralmente era fria com todos, porém, com minhas amigas mais próximas, era difícil esconder meu lado gentil. Com Akali, pude guiá-la enfim para o lugar aonde se encontrava o diretor do acampamento, para mais informações. Nos despedimos, logo, me dirigi ao chalé para enfim descansar de tudo aquilo. Sentando em minha cama, peguei meu livro e comecei a ler da onde eu havia parado. Enquanto lia, senti minha barriga roncar grosseiramente.

— Eu preciso achar algo para comer, vou dar uma espiada no refeitório. — Falei, enquanto me levantava arrumando meus cabelos, logo, indo para o refeitório. No caminho, pude ver um grupo de semi-deusas falando sobre um assunto bem peculiar. Eu, como ceifadora, precisava suprir meus caprichos e curiosidades, assim, andei de forma sem fazer nenhum barulho para escutar a conversa.

— Pessoal, eu estava perguntando a minha treinadora, e ela me disse que se alguém tiver a posse do fogo das vestais, pode controlar as vestais. Ou até pior! Mas, com certeza deve ser muito difícil chegar a chama, pois, as vestais são treinadas a vida inteira para protegê-la. Imagina se alguém tem em posse aquela chama? — Que assunto peculiar era aquele. Aquela era uma filha de Hades, Hamíla. Chama das vestais? Realmente muito aleatório, até pra um filho de Hades. Mas, no fundo, estava com muita fome para dialogar sobre isso em meu subconsciente. Fui ao refeitório e comi, até ficar satisfeita. Voltando ao chalé, deitei e ficando pensando no assunto das vestais. Realmente, era um assunto interessante.

Eu, como ceifadora, queria trazer o maior orgulho para Thânatos. Será que, tomar posse do fogo de Héstia seria suficiente? No fundo, julgo que ele não gostaria nem um pouco da ideia. As vestais são seres de paz, não de guerra. Mas, e se fosse o contrário? Eu estava colocando uma ideia loucamente perigosa na minha cabeça, perigosa até para uma ceifadora filha de Hécate.

Estava decidido, eu queria dar orgulho para Thânatos, nem que teria que morrer para isso. Podia ser qualquer coisa, menos infiel. Queria dar orgulho aos ceifadores, e com certeza faria. Durante meus pensamentos na cama, acabei por dormir profundamente. Acordei, ainda era de noite, aparentemente estava tarde. Quando vi no relógio, localizado ao lado de minha cama, percebi que já era 04:30am. Estava tarde da noite, mesmo assim, precisava arrumar algum jeito de saber mais como chegar as vestais. Para isso, livros serviam perfeitamente.

Meu irmão, Sooyeun, era um colecionador nato e praticamente louco por livros. Se queria um livro no meu chalé, com certeza estaria na mala dele. Mas, para abri-la, precisaria da chave. Que, por ironia, ficava sempre no bolso dele. Precisava pegar aquela chave de todo jeito. Não queria que ele soubesse do livro que queria pois, geraria com certeza, alguma desconfiança.

— Sooyeun tem um sono pesado, de qualquer forma, vai ser bem fácil pegar aquela chave dele. — Falei, tentando sussurrar a mim mesma. Assim, me dirigi a cama do Sooyeun. Ele como sempre, estava com um livro na cara, dormindo profundamente. Achei que seria moleza, mas só de tocar no bolso dele, ele pegou minha mão violentamente. Parecia estar hipnotizado. Ele ficou a segurando por uns trinta segundos, porém, aos poucos foi diminuindo a pressão da força e voltando a dormir aos poucos. Eu quase infartei, só por um triz não havia chegado a visitar minha amiga, Sun Hee.

Eu, no final, consegui pegar a chave do bolso dele. Achei que seria descoberta, por sorte, acho que Hécate estaria a meu favor. Com a chave, peguei a mala usando delicadamente minhas mãos, enquanto, abria a mesma. Todavia, quando abri, só pude ver livros de romance e de vampiros góticos. Procurei até o fim da grande mala, aonde, encontrei um livro chamado "A história da antiguidade, as sacerdotisas anciãs". Era aquele, eu tinha certeza. Tranquei a mala e logo, voltei a minha cama.

Lendo, pude adquirir muitas informações. Li até o amanhecer, aonde, via cada um de meus irmãos se levantar devagar enquanto saiam do chalé para cumprir com suas atividades matinais. Eu, nem sono sentia. Já havia dormido o suficiente, teria que tomar um banho e partir dali para o melhor, ou pior. Fui logo ao banho, aonde pude refletir sobre aonde levaria aquela aventura, poderia morrer, ou ser morta. Mas aquele medo não iria me tirar do foco, com certeza. Após o banho, tomei um chá rápido e comi um hambúrguer que estava em minha bolsa, estava quase estragando. Saciada, levei comigo alguns objetos em minha bolsa, com aquele livro de Sooyeun. Precisaria dele para saber aonde se localizava exatamente o destino das vestais.

Eu havia descoberto que elas ficavam exatamente no templo do fogo, localizado num local um pouco distante do acampamento. Precisava ter noção da onde ir, por isso, o livro seria perfeito. Nele, havia as principais informações que eu precisava. Eu estava pronta, finalmente, trilharia meu próprio caminho. Apenas cheguei ao portão do acampamento, era exatamente 1:25pm. Eu virei para trás, e olhei com um grande sorriso no rosto, vendo todo o meu futuro e passado diante de mim mesma. Aquela escolha, mudaria meu rumo de vida, para sempre.

— Adeus, Luna. Adeus, Hela. Adeus… Acampamento meio-sangue. Se eu não voltar, peço que me perdoem, por favor. — Dizia, com um tom melancólico guiado pelas lágrimas de tristeza enquanto trilhava o meu destino além do acampamento, sem saber se iria voltar viva. Eu já sabia que a partir dali, tudo mudaria.
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Última edição por Bae Hyejin em Dom Jan 13, 2019 3:06 pm, editado 1 vez(es)


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Mensagem por Ariele Froes em Dom Jan 13, 2019 10:49 am

o preço pela cobiça; II as palavras matam, machucam, doem. Elas ferem aqueles que menos esperamos. E quando vemos, já foi feito.
Ali estava eu, Bae Hyejin. Estava com minha mochila e com o livro na mão, ele mostraria o caminho exato até o templo do fogo. A encruzilhada de pensamentos que me mantinha presa naquele momento era a minha única saída. Quando percebessem, já estaria a quilômetros de distância, porém, minhas pernas já estavam cambaleando de cansaço. E, não estava nem na metade do caminho. Eu já queria voltar para casa e pedir desculpas pelo sumiço repentino. Não podia, teria de continuar de qualquer forma.

Cheguei a uma estrada, segundo o livro, teria ainda que seguir praticamente uns cem quilômetros de carro, e entrar na primeira floresta que eu ver. Mesmo havendo um portal direto para o templo, não podia atravessar, pois geraria suspeitas.

Segundo o que dizia também, a floresta era conhecida por ser um dos três principais enigmas das vestais antes de chegar no Templo. Era protegida por monstros e para achar o caminho era preciso seguir uma trilha de chamas pequenas, que só aparecem caso você passe dos monstros. Algo que, as vestais faziam frequentemente para chegar, já que elas contêm uma aura pacifista que fazem com que os monstros não ataquem. Eu, por outro lado, não tinha nada de pacifista.

Eu estava por um lado ansiosa, pelo outro, com medo. Meu destino traria muitas coisas a mim, mas a maioria delas nessa jornada não seriam de forma alguma boas. Eu sentia uma grande vontade de chorar e correr para os braços de minha mãe, e pensar, que nem na guerra tive a hipótese de vê-la novamente. Ou nem sequer, dizer um adeus. Pois, não sabia se ia ou não voltar.

Eu não podia andar a pé, não mesmo. Só podia contar com uma pessoa para me ajudar, minha amiga mortal, Angélica. Por sorte, ela morava num sítio a só dois quilômetros de distância. Assim, peguei meu antigo celular (tão antigo quanto os próprios deuses), para ligar para minha querida amiga. Fazia anos que não falava com ela, por isso, era melhor manter o maior sigilo possível sobre o meu objetivo. Após tentar seis vezes, ela não havia atendido. Fiquei frustrada. Não sabia mais como fazer e cem quilômetros a pé iriam me matar de exaustão.

Era complicado, então, sentei-me ao chão. De longe, vi uma caminhonete vermelha se aproximar, e rapidamente fiz um sinal com a mão para que me desse carona. Na caminhonete, tinha uma jovem mulher, aparentemente com vinte e dois anos. Ela usava um boné, camiseta (polo) vermelha e óculos escuros. Nem sabia quem era. Todavia, se tinha carona, já valia o suficiente.

— Precisa de ajuda? Sobe ai, gatinha. — Ela disse. Eu, não respondi. Apenas agradeci com a cabeça de um modo envergonhado, mesmo sem mostrar qualquer reação. Ao carro, ela me perguntou:

— Aonde pretende ir, gracinha? Pode ser para qualquer lugar. — Dizia ela, me fitando como se eu fosse um pedaço de frango em meio a um lobo raivoso.

— Preciso que ande cem quilômetros, e me deixe na primeira floresta que encontrar. — Falei, num tom imperativo. Não demonstrei sequer nenhuma gentileza ou emoção, só queria chegar ao meu destino.

— Eita sô, pra que tão longe? — Indagou a mulher. Eu não podia contar, por isso, inventei uma mentirinha básica.

— Minha avó, pobrezinha. Ela é tão... Sozinha. Precisa da minha ajuda, e mora afastada na floresta. Estou levando doces para ela na mochila, por favor, me ajude. — Falei, fingindo uma tristeza muito realista. A moça na hora ligou o carro, e não quis ouvir mais nada. Começou a dirigir. Quando começou a dirigir, a jovem mulher tentava não perguntar sobre o assunto, dava para notar na expressão em sua face. E eu, apenas assentia, quieta.


Após horas dirigindo, acabei por dormir. Apenas sonhava com meu pai, e sua morte. Eu havia o matado, e não me perdoaria por isso. Estava sonhando meus momentos mais felizes com ele, mas, não queria mais lembrar de jeito nenhum daquilo. Eu queria esquecer aquele tormento, e seguir a vida. Mas, eu não podia evitar ter seu sangue em minhas mãos. Repentinamente, acordei.

— Ei! Acalme-se, está tudo bem? — Ela perguntou, preocupada.

— Desculpe, eu não ando dormindo bem.

— Sonhos ruins são um saco mesmo. Não deviam existir. — Citou ela, tentando me consolar. E estava dando certo.

— Sim. Mas, uma pergunta... Por quê decidiu me ajudar? E-eu sou só uma estranha. — Indaguei. Na verdade, era bem isso mesmo.

— A alguns anos atrás, minha mãe morreu em um acidente de carro. E quando você falou da sua avó doente, não podia negar um pedido desses. Sempre conte comigo quando precisar. Além disso, meu nome é Anne, e o seu? — Perguntou.

— Hyejin. Bae Hyejin. — Falei. Não queria mentir meu nome a ela, com certeza a mesma merecia pelo menos meu nome real.

— Lindo nome, Bae. Olha, ainda faltam umas oito horas para chegarmos, como já é cinco e meia, chegaremos lá pelas três da manhã. Então, pode dar uma dormidinha se quiser. — Ela me ofereceu uma proposta irrecusável. No fundo, eu ainda estava cansada de ter andado tanto para longe do acampamento. Não demorou muito para eu pregar no sono de novo. Enquanto dormia, eu podia sentir a saudade de minha querida mãe, Hecate.

Como ela reagiria sobre o que eu estava fazendo? Sentiria orgulho, ou raiva? Provavelmente, raiva. Eu sabia como ela iria me olhar depois, mas não podia fazer nada. Eu ainda estava com a cabeça cheia, devido ter acabado de voltar da guerra, ter abandonado meus amigos daquela forma foi algo perigoso. Não deixei rastros, e não queria, de forma alguma, fazer aquilo. Mas, uma chama se ascendeu em mim, que me levaria até o fim. Estava vendo a preocupação no rosto de Luna e Hela naquele momento, e aquilo me deixava mais melancólica ainda.

Fazia muito tempo que não via minha mãe, então, talvez ela nem se lembrasse de mim, totalmente. Todavia, eu estava com medo. Precisava de consolo e abraço, não pretendia ferir nenhuma vestal, desde que elas me deixassem fazer o que queria. Mas temia que algo ruim acontecesse. Quando acordei, vi a jovem me chamando. Já estava na hora.

— Ei, menina.. Chegamos. Você disse para que eu parasse na primeira floresta, certo? Estamos aqui. — Ela disse, enquanto eu tentava processar suas palavras, ainda um pouco sonolenta. Todavia, abri a porta e desci do carro. Minha energia estava completa e eu estava muito determinada a terminar aquilo de uma vez. Entretanto, passar aqueles três enigmas não seria nada fácil. Sabia que aquela era a floresta certa, devido ao símbolo de fogueira no chão. Virei para a olhar e dei um sorriso, ela simplesmente acenou, sabendo que eu podia me virar a partir dali. A mulher ligou o carro e foi embora.

A floresta ficava dentre uma trilha na frente da pista. A rua estava escura, sem nenhuma luz. Só podia ver o carro da mulher sumindo a cada segundo. Assim, procurei meu espelho mágico, e o apontando para o breu, disse:

— Espelho meu espelho meu, tire-me desse breu! — O espelho estava um pouco danificado, mesmo assim, funcionava bem com a iluminação. Assim, pude entrar na floresta. Sentia os arbustos se mexer, como se algo estivesse me observando, o medo estava me consumindo, e eu, não deixei que me tomasse completamente. Ainda sim, andei até o centro da floresta.

No centro, havia uma grande fogueira apagada, devia ser algum local aonde as vestais cultuava sua deusa, ou algum sinal. Porém, ainda sim, não era o templo principal. Sabia que minha sorte não iria durar muito tempo. Logo, pulou do meio dos arbustos um cão infernal, um filhote jovem, praticamente. Eu não sabia o que fazer no momento, e o cão, se aproveitou disso. Ele pulou sobre meu corpo, me jogando de costas enquanto rosnava, assim, ele mordeu meu braço.

— Saia de cima de mim, seu maldito! — Falava, enquanto tentava empurrá-lo de longe de mim, principalmente, empurrando seus dentes afiados longe. Com minha força, consegui pegar ele e jogar uma distância suficiente para machucar um pouco sua pata. Logo, peguei minha varinha e apontei a ele, recitando:


— Corvi! — Falei, fazendo oito corvos aparecerem e atacar o animal. Deram até trinta bicadas no animal, mesmo assim, o animal conseguiu comer dois. Um pouco enfraquecido, o cão infernal começou a gemer da dor provisória que sentia. E eu, acabei com seu sofrimento do mesmo, pegando meu punhal de rituais e enfiando em sua cabeça. Ela havia morrido.

Apenas retirei minha adaga e decidi amarrar meu pulso com um pedaço da minha camisa que estava usando, para evitar hemorragias e possíveis infecções no ar. Continuei meu caminho com o espelho, atenta a cada detalhe. Se viesse algum outro animal, eu não iria saber o que fazer. Mas, aquela floresta estava repleta de surpresas. Eu podia estar ficando louca, porém, enxergava meu pai na minha frente.

— P-Pai? — Perguntei. Não podia acreditar no que meus olhos me mostravam.

— Sim, filha. Saiba, que eu lhe perdoo. Venha, e me de um abraço. — Ele disse, esticando os braços, esperando um abraço. Era o que eu mais queria no momento, sabia que não era ele. Era impossível, mas podia ser um fantasma. Ouvi dizer que fantasmas podiam tocar nas pessoas, às vezes. Corri até ele, o abraçando.

No mesmo momento, pude sentir garras afiadas pressionando minhas costas. Não o suficiente para perfurar, mas sim para ferir. Num mesmo ato, empurrei o que havia percebido que não era mais meu pai. Aquela face eu já conhecia. Era uma banshee. Um monstro do submundo, devia ter fugido do acampamento e por sorte, ou azar, acabou vindo parar por aqui. A sorte é que ela esta enfraquecida. Porém, eu não conseguia derrota-la.

Eu só via meu pai, e, aquilo estava acabando comigo. Sempre quando tentava atacar, via sangue, destruição. Aquele mesmo trauma que me atormentava sempre, e eu, não queria mais lembrar daquilo nem um segundo. Foi aí que ela se aproveitou, arranhando meu rosto forte o suficiente para me fazer recuar e cair de joelhos, posando minhas mãos sobre meu rosto sangrando. Não havia sido um corte muito profundo, entretanto, tinha doído muito.

Foi aí que pensei, caso eu a derrotasse, talvez o medo passaria. Sabia que havia sentido uma presença mágica ou feitiço nesse floresta. Essa mata é enfeitiçada para transformar as suas criaturas em pessoas ou coisas traumáticas, para que os intrusos não passem por medo. Ou, os enfrente, pela coragem. E eu não recuaria mais. Mataria meu pai outra vez, se preciso. Mas, atravessaria aquela enigma a todo custo.

A Banshee tentou se aproximar, falhando em tentando dar outro ataque. Eu estava ajoelhada, mas não morta. Assim, a empurrei pegando-a pelo quadril, jogando-a no chão. Diretamente, dei vários socos até que a mesma ficasse totalmente inconsciente. Era suficiente para evitar qualquer transtorno. Não foram dados muitos socos, porém, foram válidos para deixar minha mão vermelha e ardendo.

Aproveitei que ainda estava de noite para usar minha cura noturna, assim, curando a mordida do cão e um pouco do arranhão da criatura. Assim, peguei minha varinha pisca-pisca e a tornei uma capa, cobrindo-me, me escondi nas sombras. Andei nas sombras durante uma eternidade até chegar diretamente no que me parecia ser o segundo enigma. Era um local um pouco parecido com o anterior, porém, em seu meio, havia uma estátua de Héstia localizada ao centro.

Do nada, eu pude ouvir uma voz.

— Diga-me, seu desejo, criança. — Ouvi uma voz clara e objetiva, era um tom forte e parecia muito feminino. Com certeza não vinha de mim.

— Quem disse isso? — Foi assim que percebi que era a estátua. Uma estátua mágica? Isso sim era incrível. Aquela trilha ao templo era mais que impressionante.

— Vejo com meus olhos, que você, não é uma vestal. Coragem, semideusa, você deve ter enfrentado alguns monstros antes de chegar aqui. Por sorte, essa zona é segura, e assim, nenhum monstro lhe atacará. Porém, para passar, você deve ser uma vestal ou ter um desejo bom em seu coração. Ou pagará pelos seus pecados. — Ela falou, mesmo sem se movimentar um dedo.

Aquilo estava me dando medo, uma estátua macabra estava me ameaçando? Como ela ousava? Eu apenas me mantive quieta, a observando falar sem parar, estava louca para mandar ela calar a boca.

— Como vê, existem duas trilhas separadas atrás de mim. As das caveiras, e as das flores. Essas trilhas, jovem, serão o seu destino em suas mãos. Uma, lhe levará ao covil das Lâmias. O outro, lhe levará de modo seguro ao último e terceiro enigma. Escolha, e pague pelos seus pecados. — Ela disse, cessando a voz como se tivesse perdido o dom da fala. Eu estava muito indecisa ao qual escolher, por isso, decidi recorrer a minha mãe, Hécate.

— Eu escolho, o que meu destino me reservar. Domina compitis. — Assim, um estalo veio a minha cabeça. Meu subconsciente dizia a mim para seguir o caminho das caveiras, e não o das flores. Andei, com a capa sobre meu corpo, mesmo temendo o pior, segui em frente. Não queria mesmo bater de cara com uma Lâmia. Porém, esperava que o meu feitiço estivesse me levado ao caminho certo. Quando me dei conta, depois de andar muito, cheguei a um portão gigante com dois recipientes com fogo sinalizando que aquele, foi o caminho correto.

— Elas colocaram as caveiras para que os intrusos achassem que era ali o covil das Lâmias, porém, o covil ficava no caminho das flores. Extremamente inteligente, admito. Por pouco, não fui junto. — Suspirei. Afinal, estava aliviada. Eram cerca de seis horas da manhã, o sol já estava começando a raiar.

E eu, estava finalmente lá. O último enigma, que determinaria minha vida, para sempre. Eu, não podia largar tudo e voltar, não para ser morta pelas criaturas que ainda restavam. Ainda com meu espelho, ajoelhei-me no chão e comecei a pensar em meus amigos, na Luna e na Hela, principalmente. Estava morrendo de saudades delas, e, não queria que se chateassem comigo.

Ainda sim, não tinha muito o que fazer para que não ficassem com raiva de mim, caso eu voltasse. Eu iria ouvir ainda muitos sermões da Luna, com certeza. Porém, eu estava ali, naquele chão frio sem sequer saber como atravessar aquele gigante portão. Mesmo com um super pulo não daria para atravessar o muro, e pela energia que sentia, não daria de qualquer forma, pois o muro devia ser protegido com algum encantamento.

Aquele grande portão não se abriria com um feitiço simples. Estava de mãos atadas. Estava querendo recuar e desistir, mas voltar, poderia ser fatal. Eu estava tentando compreender que tudo aquilo era só porque eu queria a lealdade de meu chefe, Thânatos. Eu queria que ele se orgulhasse de mim, mas, nem sei se vou contar isso a ele. Julgo que, ele não precisaria ficar sabendo. Mas, acho que esses assuntos deveriam ser discutidos depois.

Ao olhar diretamente ao chão, pude ver pequenas palavras, e que por ironia, estavam em uma língua greco-romana. Treinávamos aquilo todos os dias no acampamento meio-sangue, por mais que eu nunca prestasse muita atenção. Ainda sim, era uma frase básica e muito simples. Dizia "Para abrir o portão, seus sentimentos devem ser revelados, assim, o portão lhe irá conceder a passagem.

Jamais que eu iria desabafar com um portão, nunca. Não queria falar meus sentimentos, e nem do meu trauma. Mas, receio que não haveria outra escolha.

— Estou aqui por que preciso resolver um problema, da minha família. — Quando falei, as palavras cravadas no chão foram se acendendo lentamente. Porém, voltaram a se apagar. Parecia que o portão queria a sinceridade, a pura verdade. E eu, como estava carente, não podia nega-la.

— Na verdade, estou aqui porque eu preciso muito. Queria a confiança de alguém que venero, só isso. Matei quem eu mais amava, e, não foi por intenção. Eu não pretendia fazer aquilo, mas quando vi, já havia feito. Minhas palavras machucam, doem, ferem aqueles que eu amo. E eu, só ando todos os dias com o remorso e peso disso. Eu só queria enfim descansar desse sofrimento eterno, que congela o meu coração. Mas, a cada momento que passa, isso só me faz me sentir inferior do que os outros. É difícil ver meus irmãos jogando e treinando, e eu só sentada observando. Já que, ninguém conversa comigo. Eu amo a Luna, ela é uma das minhas amigas fiéis, e uma das únicas que me aceitou do jeito que sou. Então, por favor, deixe-me entrar. — Disse, murmurando em lágrimas, assim, as palavras se acenderam totalmente, abrindo o portão para o templo do fogo.

Era a hora final, e eu, só podia enxergar meu futuro e passado em um só destino. Olhei diretamente ainda ajoelhada no chão entre minhas lágrimas, o templo era grande e magnífico. Eu, não sabia se continuava, ou parava por ali e pedia perdão as vestais. Mas, não podia. Eu, precisava. Queria pelo menos uma vez, orgulhar os semi-deuses, meus irmãos.

Levantei-me, preparando meu cabelo e guardando meus objetos principais na mochila. A partir dali, eu era a Bae Hyejin, ceifadora e mulher destemida. E, pegaria aquela chama para mim, mesmo que pela força. Eu sabia que a partir dali, tudo mudaria. Mas, não desconfiava que tão brutalmente. Enquanto me dirigia ao dentro do local sagrado, mantinha um olhar firme e direto para meu objetivo. Não queria pensar em meus irmãos naquele momento ou em como pensavam de mim.

Naquele instante, era somente eu, e meu foco, era a chama sagrada de Héstia.

 
ccfy • bae hyejin;


Última edição por Bae Hyejin em Dom Jan 13, 2019 12:34 pm, editado 1 vez(es)


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Mensagem por Ariele Froes em Dom Jan 13, 2019 11:03 am

o preço pela cobiça; IIIA missão já havia começado, e a destruição já estava sendo feita. A escuridão consumida pelo coração já era dominante. Agora, só se resta dor. Minhas palavra doem, e ferem. E eu, já não ligo mais pra isso.
Quando entrei sobre o templo de fogo, não sabia que a partir dali minha vida seria outra. Não queria causar nenhum pânico muito menos assustar ninguém. Olhei diretamente para o centro do templo, era lindo, e sua ambientação, mais ainda. Eu não queria estragar aquilo, por isso teria de achar aonde ficava a lareira sagrada e acabar logo com aquilo. Roubar a chama seria muito fácil. Pelo menos, achei. No início, não aparentava ter ninguém.

Andei sobre as diversas salas, e demorei cerca de trinta minutos para achar a sala principal, aonde se localizava a chama sagrada. Porém, desconfiava, já que não havia nenhuma vestal por perto. Fiquei com um receio sério de entrar lá, mesmo assim, entrei ao meio do meu destino, quando pisei naquele chão límpido. Fitava a chama quando me aproximava lentamente dela, seria a hora perfeita para pegar e correr. Porém, uma mulher, com uma túnica branca, entrou em minha frente.

— O que pensa que está fazendo? — Eu sabia que não iria demorar muito até que uma vestal me pegasse de surpresa. Eu não podia inventar nenhuma desculpa, afinal, eu estava praticamente pega no flagra. Só fiquei quieta, porém, não abaixei a cabeça. Por sorte, aquela não era a líder das vestais, se eu, eu estaria em uma encrenca pior.

— Se afaste, e deixe que eu faça o que vim de longe fazer. — Disse, todavia, não queria machucar ninguém. Só não esperava que ele defendesse o fogo assim, a todo custo.

— Não irei sair. Essa é a chama no qual nós, vestais zelamos e protegemos. Você não tocará um dedo enquanto eu estiver responsável por ela. Saia antes que eu precise tomar providências. Não lutamos com ninguém, mas se hesitar em tocar na chama, terá de aguentar. — Ela ameaçou-me bem diretamente. E eu, ignorava. Com certeza, não deixaria o templo do fogo por causa de uma ameaça mal feita de uma vestal. Recuei-me e virei para ela, em pose de luta.

— Se quer me tirar, que venha a força. — Disse. Assim, a vestal não hesitou e se posicionou em forma de guerra. Nada mais justo, sabia que teria que lutar com ela até a morte para que a tirasse do meu caminho. Ela não demorou muito para lançar um feixe de fogo sobre mim, por sorte, desviei antes que me acertasse. Por pouco não virei torresmo.

Decidi revidar, manipulando meu feitiço:

— Corvi! — Falei, criando oito corvos enquanto os mandava contra a direção dela. O que foi suficiente para distrair sua visão para que eu aproveitasse para pegar a chama e vazar. Porém, antes mesmo de eu tocar na chama choquei de cara com outra vestal. Estava encurralada e não sabia o que fazer. Teria de enfim, desistir?

Usando sua manipulação de Chamas, a outra vestal queimou os corvos com facilidade. Parecia ser uma vestal mais experiente do que a outra, que só manipulava pouca energia elemental. Eu apenas recuava enquanto via às duas conversando.

— Ela queria a chama, Elise, por algum motivo. Temos que detê-la. — Disse a vestal que eu havia acabado de enfrentar. Eu não fazia ideia de como fazer para acabar com aquilo, então, resolvi usar minha manipulação.

— Tudo bem. Admito. Eu estava com a intenção de fazer algo ruim com a chama, mas, eu não quero mais. Juro. Eu estou tão afastada do meu acampamento, e, sinto falta dos meus irmãos. Preciso deles comigo... Só queria voltar para lá, só isso. Eu só queria um abraço. — Disse, exibindo lágrimas falsas do meu rosto enquanto não olhava ao rosto das vestais.

De fato, eu era uma mentirozinha nata. A vestal mais velha e competente, veio até mim, me abraçando. Sabia que além de pacíficas, as vestais eram gentis e amáveis. Num segundo, retirei o punhal de minha mochila. E num instante, cortei a garganta da vestal em questão de segundos. O sangue caiu e derramou todo sobre o piso do salão principal. Aonde, a outra vestal se ajoelhou e começou a chorar, provavelmente de ver sua irmã morta.

Eu não teria remorso, afinal, os espertos são os mais fortes. A outra vestal então, se levantou. Estava disposta a lutar comigo até a morte ao ver o sangue de sua irmã derramado. Enquanto nos olhávamos, pisávamos no sangue da outra vestal. Eu estava determina em acabar com aquilo. A vestal usou todo o poder que tinha, e o concentrou em um único ataque.

Por um momento, voei sobre a sala e bati de costas fortemente na parede, aquilo foi suficiente para que eu batesse minha cabeça. Eu havia desmaiado. E tudo o que via sobre meu sonho, era escuridão. O que aconteceria comigo? Me levariam de volta ao acampamento? Seria morta pelas vestais? Bem, acho que mesmo por eu ter matado, não seria de sua laia que eles me matassem também. Elas podiam ser tudo, exceto vingativas.

Quando me dei conta, estava dentro de uma sala enorme aonde havia uma estátua da deusa Héstia. Na mesma sala, podia ser visto um trono, aonde, se via uma mulher de beleza inegável. Não sabia quem era, ainda sim, a confusão e dor de cabeça confundiam meus sentidos. Eu olhei para os lados, tentando entender onde estava e o que estava fazendo.

Por sorte, ou azar, aquilo não havia sido um sonho. Eu havia matado uma vestal e estava na intenção de roubar a chama querendo forças as vestais a se aliaram aos ceifadores, e isso não seria nada aceitável. Ao lado da grande mulher, estavam muitas outras vestais, inclusive a líder delas. Eu conhecia bem ela, Selena. Fiquei com receio e muito envergonhada, mesmo assim, mantive meu olhar fixo e não abaixei minha cabeça.

— Vamos acabar com ela, Héstia, por favor. Matar uma vestal é algo digno para isso, até a morte, é um pagamento muito fácil. — Disse Selena. No fundo, quando se tratava de suas próprias, as vestais não eram lá muito amigáveis. Todavia, claramente ninguém seria amigável por matar um irmão muito considerado seu.

No momento que ouvi a palavra "Héstia" meu coração gelou. Héstia? A própria? Ela não vivia no olimpo? Eram perguntas que eu precisava ter respostas. Mas creio que elas não estariam ali para me consolar ou muito menos responder gentilmente minhas dúvidas.

— Acalme-se, vestal. Precisamos saber o intuito dessa semi-deusa antes que ela seja julgada por um ato cruel destes. Eu desci para cá no exato momento aonde vocês me notificaram do ocorrido, e minha querida, é vergonhoso. Até para uma filha de Hécate. Não sabe a tristeza  que sua mãe tem de você nesse momento. — Aquelas palavras que saíram da boca da Héstia só me deixaram mais triste. Minhas lágrimas corriam sobre meu rosto e eu tinha grande remorso pelo que tinha feito. Mas, acabou por si, gerando uma raiva interna em mim. Eu não acreditei naquilo.

— Minha mãe tem orgulho de mim, e vocês, deveriam ter. — Aquilo foi suficiente para fazer as vestais assumirem uma cara de medo ao ver Héstia se levantar de sua cadeira. Ela veio até mim lentamente, observando-me com um olhar sem sequer nenhuma emoção. Com os dedos, ela ergueu meu queixo, falando:

— Quem mata, jovem... Não é digna de respeito ou admiração, muito menos orgulho. É digna de covardia. E acha que sua mãe sente orgulho de ti? Olhe o que você fez. Matou uma vestal, uma mulher sagrada devota aos deuses. Acha isso correto, jovem? Pois, não é mesmo. Ponha-se ao seu lugar, semi-deusa. — Citou a deusa, me deixando com um sentimento enorme de tristeza aos meus olhos.

Só podia chorar, e sentir raiva ao mesmo tempo.

— Mentira! — Num ato louco, enquanto Héstia virava de costas, tentei acertá-la com meu punhal. Obviamente, não consegui.  Com seu vasto poder, Héstia esticou graciosamente sua mão e com um tipo de ar quente (porém, não o suficiente para queimar ou matar) fez com que eu voasse longe, até a outra metade daquela sala. Batendo gravemente com a cabeça, eu estava num ponto entre a vida e a morte.

A deusa me olhou com uma cara de repugnância e de decepção. Não podendo nem olhar diretamente ao que eu havia me tornado. Ela se sentou em seu trono, e as vestais, se reuniram em uma forma de círculo em meio ao centro da sala, enquanto me arrastavam para dentro dele. Assim elas cruzaram as mãos. Eu só podia sentir a força das mãos delas e eu sendo arrastada, ainda sim podia ouvir e ver, mas estava quase morrendo. Devia estar com uma hemorragia séria na cabeça.

Elas começaram a recitar palavras antigas, que julgo que nem meu irmão Sooyeun, o nerd, saberia. Eu pensei que iria morrer naquela hora. E tudo, todas as lembranças, passaram sobe minha mente. Eu estava perto da morte, sabia que iria dizer adeus para tudo e todos e nunca mais voltar. Por um lado, fiquei tranquilizada, pois, enfim deixaria aquela terra. Mas Héstia era esperta demais para deixar que eu saísse ilesa daquela forma.

Ela se levantou de seu trono e apontou seu dedo a mim. Com um olhar fixo e direto, ela disse com uma voz calma, porém, que trazia desespero aos meus ouvidos:

— Bae Hyejin, filha de Hécate e ceifadora, a partir de hoje, eu e as vestais lhe concedemos uma maldição. Você viverá com a imortalidade e seus ferimentos atuais todos serão curados, porém, será atormentada todas as noites vendo a visão da morte de seu pai, e você o matando. Toda vez que você for queimada, o fogo causará mais dano do que o comum. Eu, Héstia, como deusa da família e do lar, lhe amaldiçoo como resultado da morte de uma vestal. Você estará condenada ao seu tormento, e quando morrer, ficará um mês sendo atormentada novamente pela visão da morte de toda sua família. E assim, irá retornar para uma jornada sem fim de lembranças terríveis pelo pecado que você cometeu. Esse será seu pecado, será suficiente para que você, lembre-se que, daqui a frente, você nunca mais será a mesma. E tenha certeza, que a partir de agora, as vestais nunca mais terão o mesmo relacionamento com os Ceifadores.— Ela falou, estalando os dedos.

— AAAAH! — Eu havia acordado. Estava com uma enorme dor de cabeça, e quando percebi, estava na gruta. Podia ver todos os meus irmãos me observando com certa raiva. Ao lado deles, estava Thânatos, me olhando com um olhar mortalmente significativo. No final, eu havia prejudicado a todos, e com certeza, iria pagar.
 
ccfy • bae hyejin;


Última edição por Bae Hyejin em Dom Jan 13, 2019 4:38 pm, editado 3 vez(es)


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Mensagem por Ariele Froes em Dom Jan 13, 2019 12:33 pm

AdendosA missão já havia começado, e a destruição já estava sendo feita. A escuridão consumida pelo coração já era dominante. Agora, só se resta dor. Minhas palavra doem, e ferem. E eu, já não ligo mais pra isso.
Itens/Consumíveis Levados + FPA {Part. II}:

Obs: eles estão armazenados na mochila sem fundo de Bae.
Obs²: fpa :3

• Julgadora [Uma bonita e grandiosa foice toda feita de material negro enquanto sua lâmina, prateada, dizem ser feita de adamantino. É uma arma pesada nas mãos de qualquer outro semideus que ouse empunhar a arma mas tende a se tornar leve nas mãos dos ceifadores afinal, a foice sempre foi uma das marcas registradas de seu mestre. | Efeitos mecânicos: Se torna um bracelete quando não está sendo utilizada. Para ativar a arma, gire o pulso duas vezes em sentido horário para que o cabo comece a se desprender de seu pulso e cresça até se tornar a arma que é. | Cortes realizados por esta arma recuperam o HP de seu portador em 10% do dano causado.| Resistência Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Nível 3. | Lendária |Presente de reclamação dos Ceifadores de Thânatos].

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Varinha Pisca-Pisca [ É uma varinha feita de ébano intricado, na ponta da arma existe uma pequena pedra mágica que muda de cor conforme o humor da filha de Hécate, assim como seus olhos. |Efeito 1: Se transforma em uma capa conforme a vontade da portadora. | Efeito 2: Quando transformada em capa pode esconder a semideusa nas sombras. | Ébano | Não possui espaço para gemas.  | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

• Adagas Gêmeas [Estas lâminas foram forjadas com Ossos de um dragão veloz, que revestidos com Cristal Negro, deram um resultado surpreendente. Tem um corte limpo e uma perfuração avassaladora que pode causar um grande estrago se empunhada de maneira certa. | Ossos de dragão e Cristal Negro. | Alfa. | Status 100%, sem dano. | Comum. |  Presente de Natal. ]

• Faca Comum [Uma lâmina comum feita de aço comum, seu cabo é simples e parece se encaixar na mão do portador. É extremamente afiada. | Efeitos e Bônus: Nenhum.| Aço. |Não possui espaço para gemas. |Gama| 100%|Lâmina comum.| Nível 1 | Loja do Acampamento.]

• Kit de Primeiros (e Segundos) Socorros [ Apresenta-se numa maletinha pequena com a típica cruz vermelha, tudo feito de plástico, mas surpreende no tamanho e capacidade de transporte formidável e ampliado magicamente. |Kit super-mega completo. Contém comprimidos para febre, gaze, curativos, xarope para tosse, analgésicos, bisturis pequenos para incisões externas, seringas, algumas agulhas, linha, pomadas e cremes para cicatrização e cura, algumas poções regeneradoras perfeitas para a Técnica de Cura e Ressuscitação, ataduras e muito mais. O melhor de tudo: além de imperdível e indestrutível, todo seu conteúdo nunca acaba. | Plástico. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta | 100%, sem danos. | Presente de Reclamação do grupo Curandeiros de Asclépio/Esculápio.]

Túnica do Criador [Uma túnica unissex repleta de estilo e beleza, seu tecido sendo azul escuro e os adornos em prata. O seu tecido é mágico e é melhor aproveitada por aqueles que possuem a magia correndo em suas veias, ou ela apenas será um belo traje, porém sem efeitos | Efeito 1: Aumenta em 60% as chances de sucesso nas criações de laboratório (poções, rituais, feitiços etc). Ou seja, ao utilizar essa túnica durante um momento de criação mágica, aumentará as chances de sucesso e efetividade | Tecido mágico | Gama | Sem espaço para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Túnica do Mago Conjurador [Uma túnica unissex repleta de estilo e beleza, seu tecido é vermelho escuro e os adornos em dourado. O seu tecido mágico é melhor aproveitado por aqueles que possui magia correndo por suas veias, ou esse item será apenas um belo traje a ser usado, sem ter seus efeitos ativados | Efeito 1: Aumenta em 25% a força dos feitiços. Efeito 2: Aumenta a defesa mágica em 40% | Tecido mágico | Beta | Espaço para uma joia/gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Dragon Staff [Um cajado mágico, tendo utilidade apenas para aqueles que possuem o dom da magia. Tem um metro e meio de altura e em seu topo há um adorno feito em ouro imperial em forma de cabeça de dragão. Na boca, há o espaço para ser acrescentado uma gema mágica. O cajado possui runas de proteção e que facilitam o uso feitiços | Efeito 1: O cajado cria um escudo translúcido a frente, com 1,5m de altura e 1m de largura, possuindo um brilho esbranquiçado e círculos mágicos de tons azuis e esverdeados. Esse escudo funciona com a mesma propriedade que teria um escudo de resistência alfa, durando 2 turnos. É necessário um intervalo de um turno para que funcione novamente a capacidade de gerar o escudo; Efeito 2: Aumenta em +30% as chances de sucesso ao lançar um feitiço, auxiliando quando o inimigo for aparentemente mais forte. Esse efeito também diminui o gasto de energia ao usar feitiços em 25% | Madeira Reforçada e Ouro Imperial | Beta Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

Punhal de Rituais [Um punhal com características celtas, é fortemente recomendado para o uso em rituais ou criações mágicas. Sua ponta é extremamente afiada, não sendo necessário muito esforço para agir sobre qualquer superfície. Não é muito útil em batalha | Efeito 1: Acrescenta mais precisão e agilidade quando usado para feitos no laboratório (marcar runas, talismãs etc); Efeito 2: ao criar runas e talismãs, irá fixar prontamente o traçado sobre o item sem ser necessário retoques ou aprofundamento | Metal mágico | Gama | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

Mini Grimório [ Um pequeno livro de couro azul marinho, com o nome do semideus em seu centro, que só se abre ao toque de seu dono. O livro contém páginas em branco, e permite ao dono do grimório criar dois feitiços únicos e exclusivos – necessita de postagem dentro do laboratório de poções, e da aprovação para que o feitiço seja selado dentro do mini grimório, junto ao seu efeito – cada vez que o livro for aberto, o feitiço será liberado, seja um ou outro, fica a escolha do semideus. Porém, o feitiço também terá gasto de MP, decidido no momento de sua criação. (Presente de Nyx)].

Espelho Espelho Meu [ Espelho de mão convencional feito de bronze. Rosas, também de bronze, decoram a moldura do item. Atrás dele, na parte lisa, existem as runas Jera, Ansuz e Dagaz devidamente marcadas e ativadas. Quando não está ativado funciona como um espelho normal. | Efeito 1: Quando a portadora diz “espelho espelho meu, tire-me deste breu” ele ativa, iluminando como uma lanterna comum. Só é desativado após ela repetir a frase ou depois de duas horas em on. | Bronze | Sem espaço para gemas | Sigma | Status: 100% sem danos| Mágico | Encantado por Sooyoung Moon ]

• (2x) Energizador [ Uma garrafa de vidro contendo um líquido amarelo, com aparência semelhante a de suco de abacaxi. | O líquido é feito de uma mistura com água de coco e pó de dente de leão, sendo capaz de fazer quem o ingere recuperar até 100 de MP. | Água de coco e Pó de dente de leão. | Sem espaço para gemas. | Gama. | Status: 2/2 | Mágico. | Some da mochila após uso | Underworld's Poisons.]

• Pão de queijo [ Um pão de queijo de tamanho médio recheado com requeijão e pedacinhos de ambrosia, se mantém quentinho dentro do saco de papel pronto para o consumo. | Efeito: Como uma comida reconfortante, o consumo deste recupera até 150 HP e MP do semideus portador do item. | Efeito imediato | Uso único, some após o consumo (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]
Valor: 2.000 Dracmas.

• Taco apimentado [ Um taco de milho crocante, recheado com carne apimentada, alface fatiado e queijo. | Efeito: Recupera 180 HP e MP de quem o consome. | Efeito imediato. | Uso único, some após o consumo (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]
Valor: 2.500 Dracmas.

• Chá de Menta [ Uma lata de 250ml de chá de menta que quando agitado fica morno e pronto para beber. É refrescante e ajuda na digestão. | Efeito 1: É o antídoto precoce para o biscoitinho do dragão, cortando o efeito do biscoito para apenas um turno. | Efeito 2: Ajuda o semideus a se refrescar em ambientes extremamente quentes, impedindo a desidratação do mesmo. | Efeito 3: Quando o semideus precisa pegar algo quente, derrubar o chá no objeto poderá fazê-lo esfriar. | Efeitos duram por dois turnos. | Uso único, some após o consumo. (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]
Valor: 150 Dracmas.

• Biscoitinho do dragão [ Biscoito da sorte com tempero especial de pimenta malagueta e jalapeño. | Efeito 1: Após o consumo o personagem consegue cuspir fogo, sendo necessário tomar o chá gelado de menta caso queira que o efeito acabe antes do tempo. | Efeito 2: Faz o personagem soltar fumaça pelo nariz, dificultando levemente a visão do oponente. | Efeitos duram por dois turnos. | Uso único, some após o consumo. (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]

Elixires Médios de Prometeu: O semideus que toma o Elixir pode passar no meio do fogo ou tocar ele sem se queimar. Ele ainda pode fazer "bolas de fogo" com a sua Energia, usando 20 de MP para cada bola feita. Dura três turnos. (x2)

Garrafa (1 litro) de Néctar dos deuses: Se ingerido pelos semideuses pode curar pequenas feridas, mas também mata-los, em grandes quantidades é mais maléfico que benéfico. Uma pequena xicara de néctar é suficiente para ajudar na recuperação, sendo que uma xícara (meio litro) dessa pode restaurar até 30 MP e HP de uma vez só, mais que isso pode trazer consequências negativas. Para poções tem propriedades curativas, de regeneração rápida e purificação.

Caixa Pequena de Ambrosia (6 Cubos) • Ambrosia – Também chamado de Manjar dos deuses, é um doce com sabor divino que tem poderes curativos. Se um mortal comum ingerir tal fruto, é morte instantânea, para semideuses, se consumido na quantidade certa, pode ajudar a curar feridas mais rapidamente, sendo inclusive um modo para tratamento muito utilizado na enfermaria dos semideuses. São vendidos em cubo, sendo que cada cubo pode restaurar até 10 MP ou HP. Não é recomendável consumir mais de 3 cubinhos, os efeitos podem ser contrários, ou ruins, causando mais mal do que bem.

Antidoto de Poções Venenosas: O antidoto para poções venenosas age no organismo da pessoa que o toma retirando qualquer veneno que a pessoa possa ter ingerido, fazendo com que o individuo a toma-la expila um suor esverdeado de seus poros.

• Vale Tea Pot [ Um cupom de presente no valor de 5.000 dracmas para Sooyoung Moon. | Exclusivo para gastar na loja Tea Drop | Presente de Luna Minn | Some da mochila após uso do valor completo. (200/5.000) | Comprado no Tea Drop ]

• Bomba de fumo shinobi [Duas bombinhas ao estilo das utilizadas pelos shinobis no anime Naruto que cabem em qualquer bolso. | Efeito 1: Explodem em uma cortina de fumaça em um desenho da Karin antes de se espalhar pelo cenário. | Efeito 2: Seu efeito mágico permite que o dono, e somente ele, enxergue e não tenha problemas respiratórios dentro da cortina de fumaça, diferente dos outros. | Borracha | Sem espaço para gemas| Sigma | Status: 100% sem danos| Mágico | Presente de Abramov]

Bullets [Uma caixinha com três balas multicoloridas, com sabor de salada de frutas fresca. | Efeito: Torna quem ingeriu invisível por dois turnos. | Item de consumo (0/3), sai do perfil assim que é ingerido | Sistema de medalhas]
Habilidades Usadas + Obs Finais {Part.II}:


obs: Essa II parte foi para narrar a viagem e jornada de Hyejin ao templo do fogo, já a terceira (III) será para narrar o último capítulo da trama. Nessa segunda parte, busquei aprofundar o sentimentos da Hyejin quanto ao que estava fazendo, e principalmente atribuir dúvidas a personagem sobre sua vida enquanto entrelacei a trama a personagem em si.

Nível 1
Nome do poder: Descendente da Magia I
Descrição: O filho de Hectare/Trivia é descendente direto da magia, ela corre por seu sangue, e para ele, age como um condutor natural. Essa ligação lhe permite uma aprendizagem rápida de feitiços, conhecimento de livros antigos, bem como realização dos mesmos. Ao aprender sobre magia, a prole de Hécate/Trivia, também fica mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 10% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +5% de dano se os feitiços acertarem.

Nome do poder: Detector de Magia
Descrição: Filhos de Hécate/Trivia sentem quando se aproximam de uma natureza mágica - seja outro filho de Hécate/Trivia, um feiticeiro, item mágico ou criatura que esteja sob o efeito de algum encantamento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre sabem quando estão na presença de outra pessoa com magia, item, ou monstro.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Pericia com Punhais I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em lidar com punhais, sendo uma arma sagrada em rituais e ligada diretamente a magia, o semideus se sente mais à vontade em lidar com elas, e mesmo sem nunca ter empunhado um punhal, se sentira familiarizado com a arma. Nesse nível, ainda comete erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio de punhais.
Dano:  +5% de dano se o inimigo for acertado pela arma do semideus.

Nível 6
Nome do poder: Amante da Lua
Descrição: Durante a noite, o filho de Hécate/Trivia tem seus poderes mágicos aumentados de acordo com a luz da lua, ou seja, quando mais intensa ela for sobre o semideus, mais poderosos seus feitiços serão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força em seus feitiços.
Dano: +10% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Nível 9
Nome do poder: Olhos Noturnos
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia enxergam tão bem no escuro quanto de dia, a noite não incomoda sua visão de fato, portanto, desde que a escuridão ao redor não seja algo magico, ou com efeito de cegueira e etc, o filho da deusa da magia irá continuar vendo normalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A escuridão normal não afeta a visão da prole da magia.
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Descendente da Magia II
Descrição: Sua magia ficou ainda mais forte. Ao entender como ela funciona, o filho de Hécate/Trívia começou a compreender como deixar seus feitiços ainda mais fortes, e agora consegue usa-las de uma forma ainda mais potente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 15% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +10% de dano se os feitiços acertarem.

Nível 11
Nome do poder: Cura Noturna II
Descrição: Bastam os raios da lua ou as sombras para que seus ferimentos comecem a se fechar e criarem uma casca preta, como de uma ferida, feitas de pura energia negra, agora uma parte maior de sua energia é restaurada, e as feridas mais fundas também começam a se fechar, mesmo que lentamente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +25 HP e +25 MP
Dano: Nenhum


Nível 18
Nome do poder: Resistência a Magia
Descrição: O semideus possui uma resistência a magias de nível igual, ou até dois níveis acima do seu. Ex: Se o filho de Hécate/Trivia estiver no nível 10, níveis abaixo o afetarão menos, ou equivalentes, e pessoas até dois níveis acima dele, no caso nível 12, também terão um efeito menor. Acima disso, o filho de Hécate/Trivia ainda recebera todo o dano.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer magia ou feitiço lançado contra o filho de Hécate/Trivia, possui um efeito de 50% menor do que em outros semideuses.
Dano: Nenhum

Nível 1
Nome do poder: Perícia com Foices I
Descrição: Sendo a foice o instrumento característico da morte, os seguidores desta possuem maior facilidade a aptidão no manuseio da arma em questão. O objeto em suas mãos é manobrado de maneira mais fácil e precisa, tanto ofensiva quanto defensivamente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% de assertividade no uso da foice.
Dano: +10% de dano ao ser acertado pela foice de um ceifador.

Nível 2
Nome do poder: Silenciosos
Descrição: Assim como a morte nem sempre anuncia sua chegada, os membros desse grupo secundário podem escolher abafar seus sons. Podendo assim passarem despercebidos, ou então não denunciar sua aproximação.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Resistência à Intimidação I
Descrição: Frios e quase inabaláveis mentalmente, os ceifadores são menos propensos a serem intimidados por qualquer tipo de aura ou poder.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% de resistência contra magias, auras e poderes de intimidação/abalo mental.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Memória Eidética I
Descrição: Assim como a morte possui uma memória perfeita para se lembrar de todos que passaram por suas mãos, seus ceifadores passam a ter a capacidade de lembrar de quase tudo. Isso lhe dá uma maior capacidade de investigação e perseguição, por se lembrar das informações de seus alvos e afins.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 4
Nome do poder: Bestiário Humano I
Descrição: Um ceifador tem como função auxiliar seu mestre, ceifando as almas das criaturas que estão pela terra. Portanto, nesse nível, ele é capaz de identificar, também graças à memória eidética, todos os monstros com os quais cruzar. Nesse nível possui apenas informações básicas, como nome e seus atributos ou poderes principais.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Besta Noturna I
Descrição: Basta a noite chegar para que os ceifadores tenham seus sentidos mais aguçados. Afinal, a morte, apesar de não ter hora para chegar, é mais comumente associada à noite, o que explica também sua afinidade com o escuro e as sombras.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 10% em todos os cinco sentidos durante a noite.
Dano: Nenhum.
Itens/Consumíveis Levados + Habilidades Usadas {Part.III}:


Itens:

   • Julgadora [Uma bonita e grandiosa foice toda feita de material negro enquanto sua lâmina, prateada, dizem ser feita de adamantino. É uma arma pesada nas mãos de qualquer outro semideus que ouse empunhar a arma mas tende a se tornar leve nas mãos dos ceifadores afinal, a foice sempre foi uma das marcas registradas de seu mestre. | Efeitos mecânicos: Se torna um bracelete quando não está sendo utilizada. Para ativar a arma, gire o pulso duas vezes em sentido horário para que o cabo comece a se desprender de seu pulso e cresça até se tornar a arma que é. | Cortes realizados por esta arma recuperam o HP de seu portador em 10% do dano causado.| Resistência Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Nível 3. | Lendária |Presente de reclamação dos Ceifadores de Thânatos].

  • Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

  • Varinha Pisca-Pisca [ É uma varinha feita de ébano intricado, na ponta da arma existe uma pequena pedra mágica que muda de cor conforme o humor da filha de Hécate, assim como seus olhos. |Efeito 1: Se transforma em uma capa conforme a vontade da portadora. | Efeito 2: Quando transformada em capa pode esconder a semideusa nas sombras. | Ébano | Não possui espaço para gemas.  | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

  • Adagas Gêmeas [Estas lâminas foram forjadas com Ossos de um dragão veloz, que revestidos com Cristal Negro, deram um resultado surpreendente. Tem um corte limpo e uma perfuração avassaladora que pode causar um grande estrago se empunhada de maneira certa. | Ossos de dragão e Cristal Negro. | Alfa. | Status 100%, sem dano. | Comum. |  Presente de Natal. ]

  • Faca Comum [Uma lâmina comum feita de aço comum, seu cabo é simples e parece se encaixar na mão do portador. É extremamente afiada. | Efeitos e Bônus: Nenhum.| Aço. |Não possui espaço para gemas. |Gama| 100%|Lâmina comum.| Nível 1 | Loja do Acampamento.]

  • Kit de Primeiros (e Segundos) Socorros [ Apresenta-se numa maletinha pequena com a típica cruz vermelha, tudo feito de plástico, mas surpreende no tamanho e capacidade de transporte formidável e ampliado magicamente. |Kit super-mega completo. Contém comprimidos para febre, gaze, curativos, xarope para tosse, analgésicos, bisturis pequenos para incisões externas, seringas, algumas agulhas, linha, pomadas e cremes para cicatrização e cura, algumas poções regeneradoras perfeitas para a Técnica de Cura e Ressuscitação, ataduras e muito mais. O melhor de tudo: além de imperdível e indestrutível, todo seu conteúdo nunca acaba. | Plástico. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta | 100%, sem danos. | Presente de Reclamação do grupo Curandeiros de Asclépio/Esculápio.]

  Túnica do Criador [Uma túnica unissex repleta de estilo e beleza, seu tecido sendo azul escuro e os adornos em prata. O seu tecido é mágico e é melhor aproveitada por aqueles que possuem a magia correndo em suas veias, ou ela apenas será um belo traje, porém sem efeitos | Efeito 1: Aumenta em 60% as chances de sucesso nas criações de laboratório (poções, rituais, feitiços etc). Ou seja, ao utilizar essa túnica durante um momento de criação mágica, aumentará as chances de sucesso e efetividade | Tecido mágico | Gama | Sem espaço para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

  Túnica do Mago Conjurador [Uma túnica unissex repleta de estilo e beleza, seu tecido é vermelho escuro e os adornos em dourado. O seu tecido mágico é melhor aproveitado por aqueles que possui magia correndo por suas veias, ou esse item será apenas um belo traje a ser usado, sem ter seus efeitos ativados | Efeito 1: Aumenta em 25% a força dos feitiços. Efeito 2: Aumenta a defesa mágica em 40% | Tecido mágico | Beta | Espaço para uma joia/gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

  Dragon Staff [Um cajado mágico, tendo utilidade apenas para aqueles que possuem o dom da magia. Tem um metro e meio de altura e em seu topo há um adorno feito em ouro imperial em forma de cabeça de dragão. Na boca, há o espaço para ser acrescentado uma gema mágica. O cajado possui runas de proteção e que facilitam o uso feitiços | Efeito 1: O cajado cria um escudo translúcido a frente, com 1,5m de altura e 1m de largura, possuindo um brilho esbranquiçado e círculos mágicos de tons azuis e esverdeados. Esse escudo funciona com a mesma propriedade que teria um escudo de resistência alfa, durando 2 turnos. É necessário um intervalo de um turno para que funcione novamente a capacidade de gerar o escudo; Efeito 2: Aumenta em +30% as chances de sucesso ao lançar um feitiço, auxiliando quando o inimigo for aparentemente mais forte. Esse efeito também diminui o gasto de energia ao usar feitiços em 25% | Madeira Reforçada e Ouro Imperial | Beta Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

  Punhal de Rituais [Um punhal com características celtas, é fortemente recomendado para o uso em rituais ou criações mágicas. Sua ponta é extremamente afiada, não sendo necessário muito esforço para agir sobre qualquer superfície. Não é muito útil em batalha | Efeito 1: Acrescenta mais precisão e agilidade quando usado para feitos no laboratório (marcar runas, talismãs etc); Efeito 2: ao criar runas e talismãs, irá fixar prontamente o traçado sobre o item sem ser necessário retoques ou aprofundamento | Metal mágico | Gama | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

  Mini Grimório [ Um pequeno livro de couro azul marinho, com o nome do semideus em seu centro, que só se abre ao toque de seu dono. O livro contém páginas em branco, e permite ao dono do grimório criar dois feitiços únicos e exclusivos – necessita de postagem dentro do laboratório de poções, e da aprovação para que o feitiço seja selado dentro do mini grimório, junto ao seu efeito – cada vez que o livro for aberto, o feitiço será liberado, seja um ou outro, fica a escolha do semideus. Porém, o feitiço também terá gasto de MP, decidido no momento de sua criação. (Presente de Nyx)].

  Espelho Espelho Meu [ Espelho de mão convencional feito de bronze. Rosas, também de bronze, decoram a moldura do item. Atrás dele, na parte lisa, existem as runas Jera, Ansuz e Dagaz devidamente marcadas e ativadas. Quando não está ativado funciona como um espelho normal. | Efeito 1: Quando a portadora diz “espelho espelho meu, tire-me deste breu” ele ativa, iluminando como uma lanterna comum. Só é desativado após ela repetir a frase ou depois de duas horas em on. | Bronze | Sem espaço para gemas | Sigma | Status: 100% sem danos| Mágico | Encantado por Sooyoung Moon ]

  • (2x) Energizador [ Uma garrafa de vidro contendo um líquido amarelo, com aparência semelhante a de suco de abacaxi. | O líquido é feito de uma mistura com água de coco e pó de dente de leão, sendo capaz de fazer quem o ingere recuperar até 100 de MP. | Água de coco e Pó de dente de leão. | Sem espaço para gemas. | Gama. | Status: 2/2 | Mágico. | Some da mochila após uso | Underworld's Poisons.]

  • Pão de queijo [ Um pão de queijo de tamanho médio recheado com requeijão e pedacinhos de ambrosia, se mantém quentinho dentro do saco de papel pronto para o consumo. | Efeito: Como uma comida reconfortante, o consumo deste recupera até 150 HP e MP do semideus portador do item. | Efeito imediato | Uso único, some após o consumo (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]
  Valor: 2.000 Dracmas.

  • Taco apimentado [ Um taco de milho crocante, recheado com carne apimentada, alface fatiado e queijo. | Efeito: Recupera 180 HP e MP de quem o consome. | Efeito imediato. | Uso único, some após o consumo (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]
  Valor: 2.500 Dracmas.

  • Chá de Menta [ Uma lata de 250ml de chá de menta que quando agitado fica morno e pronto para beber. É refrescante e ajuda na digestão. | Efeito 1: É o antídoto precoce para o biscoitinho do dragão, cortando o efeito do biscoito para apenas um turno. | Efeito 2: Ajuda o semideus a se refrescar em ambientes extremamente quentes, impedindo a desidratação do mesmo. | Efeito 3: Quando o semideus precisa pegar algo quente, derrubar o chá no objeto poderá fazê-lo esfriar. | Efeitos duram por dois turnos. | Uso único, some após o consumo. (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]
  Valor: 150 Dracmas.

  • Biscoitinho do dragão [ Biscoito da sorte com tempero especial de pimenta malagueta e jalapeño. | Efeito 1: Após o consumo o personagem consegue cuspir fogo, sendo necessário tomar o chá gelado de menta caso queira que o efeito acabe antes do tempo. | Efeito 2: Faz o personagem soltar fumaça pelo nariz, dificultando levemente a visão do oponente. | Efeitos duram por dois turnos. | Uso único, some após o consumo. (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]

  Elixires Médios de Prometeu: O semideus que toma o Elixir pode passar no meio do fogo ou tocar ele sem se queimar. Ele ainda pode fazer "bolas de fogo" com a sua Energia, usando 20 de MP para cada bola feita. Dura três turnos. (x2)

  Garrafa (1 litro) de Néctar dos deuses: Se ingerido pelos semideuses pode curar pequenas feridas, mas também mata-los, em grandes quantidades é mais maléfico que benéfico. Uma pequena xicara de néctar é suficiente para ajudar na recuperação, sendo que uma xícara (meio litro) dessa pode restaurar até 30 MP e HP de uma vez só, mais que isso pode trazer consequências negativas. Para poções tem propriedades curativas, de regeneração rápida e purificação.

  Caixa Pequena de Ambrosia (6 Cubos) • Ambrosia – Também chamado de Manjar dos deuses, é um doce com sabor divino que tem poderes curativos. Se um mortal comum ingerir tal fruto, é morte instantânea, para semideuses, se consumido na quantidade certa, pode ajudar a curar feridas mais rapidamente, sendo inclusive um modo para tratamento muito utilizado na enfermaria dos semideuses. São vendidos em cubo, sendo que cada cubo pode restaurar até 10 MP ou HP. Não é recomendável consumir mais de 3 cubinhos, os efeitos podem ser contrários, ou ruins, causando mais mal do que bem.

  Antidoto de Poções Venenosas: O antidoto para poções venenosas age no organismo da pessoa que o toma retirando qualquer veneno que a pessoa possa ter ingerido, fazendo com que o individuo a toma-la expila um suor esverdeado de seus poros.

  • Vale Tea Pot [ Um cupom de presente no valor de 5.000 dracmas para Sooyoung Moon. | Exclusivo para gastar na loja Tea Drop | Presente de Luna Minn | Some da mochila após uso do valor completo. (200/5.000) | Comprado no Tea Drop ]

  • Bomba de fumo shinobi [Duas bombinhas ao estilo das utilizadas pelos shinobis no anime Naruto que cabem em qualquer bolso. | Efeito 1: Explodem em uma cortina de fumaça em um desenho da Karin antes de se espalhar pelo cenário. | Efeito 2: Seu efeito mágico permite que o dono, e somente ele, enxergue e não tenha problemas respiratórios dentro da cortina de fumaça, diferente dos outros. | Borracha | Sem espaço para gemas| Sigma | Status: 100% sem danos| Mágico | Presente de Abramov]

  Bullets [Uma caixinha com três balas multicoloridas, com sabor de salada de frutas fresca. | Efeito: Torna quem ingeriu invisível por dois turnos. | Item de consumo (0/3), sai do perfil assim que é ingerido | Sistema de medalhas]

Habilidades Usadas

  obs: Essa III parte serviu para narrar o desfecho da história, onde, Hyejin seria amaldiçoada. Por ser o desfecho, esse enredo foi um pouco menor que os outros.

  Nível 1
  Nome do poder: Descendente da Magia I
  Descrição: O filho de Hectare/Trivia é descendente direto da magia, ela corre por seu sangue, e para ele, age como um condutor natural. Essa ligação lhe permite uma aprendizagem rápida de feitiços, conhecimento de livros antigos, bem como realização dos mesmos. Ao aprender sobre magia, a prole de Hécate/Trivia, também fica mais forte.
  Gasto de Mp: Nenhum
  Gasto de Hp: Nenhum
  Bônus:  Ganha 10% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
  Dano: +5% de dano se os feitiços acertarem.

  Nome do poder: Detector de Magia
  Descrição: Filhos de Hécate/Trivia sentem quando se aproximam de uma natureza mágica - seja outro filho de Hécate/Trivia, um feiticeiro, item mágico ou criatura que esteja sob o efeito de algum encantamento.
  Gasto de Mp: Nenhum
  Gasto de Hp: Nenhum
  Bônus: Sempre sabem quando estão na presença de outra pessoa com magia, item, ou monstro.
  Dano: Nenhum

  Nível 4
  Nome do poder: Pericia com Punhais I
  Descrição: O semideus tem certa facilidade em lidar com punhais, sendo uma arma sagrada em rituais e ligada diretamente a magia, o semideus se sente mais à vontade em lidar com elas, e mesmo sem nunca ter empunhado um punhal, se sentira familiarizado com a arma. Nesse nível, ainda comete erros.
  Gasto de Mp: Nenhum
  Gasto de Hp: Nenhum
  Bônus: +15% de assertividade no manuseio de punhais.
  Dano:  +5% de dano se o inimigo for acertado pela arma do semideus.

  Nível 6
  Nome do poder: Amante da Lua
  Descrição: Durante a noite, o filho de Hécate/Trivia tem seus poderes mágicos aumentados de acordo com a luz da lua, ou seja, quando mais intensa ela for sobre o semideus, mais poderosos seus feitiços serão.
  Gasto de Mp: Nenhum
  Gasto de Hp: Nenhum
  Bônus: +20% de força em seus feitiços.
  Dano: +10% de dano se o feitiço acertar o oponente.

  Nível 9
  Nome do poder: Olhos Noturnos
  Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia enxergam tão bem no escuro quanto de dia, a noite não incomoda sua visão de fato, portanto, desde que a escuridão ao redor não seja algo magico, ou com efeito de cegueira e etc, o filho da deusa da magia irá continuar vendo normalmente.
  Gasto de Mp: Nenhum
  Gasto de Hp: Nenhum
  Bônus: A escuridão normal não afeta a visão da prole da magia.
  Dano: Nenhum

  Nível 10
  Nome do poder: Descendente da Magia II
  Descrição: Sua magia ficou ainda mais forte. Ao entender como ela funciona, o filho de Hécate/Trívia começou a compreender como deixar seus feitiços ainda mais fortes, e agora consegue usa-las de uma forma ainda mais potente.
  Gasto de Mp: Nenhum
  Gasto de Hp: Nenhum
  Bônus:  Ganha 15% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
  Dano: +10% de dano se os feitiços acertarem.

  Nível 11
  Nome do poder: Cura Noturna II
  Descrição: Bastam os raios da lua ou as sombras para que seus ferimentos comecem a se fechar e criarem uma casca preta, como de uma ferida, feitas de pura energia negra, agora uma parte maior de sua energia é restaurada, e as feridas mais fundas também começam a se fechar, mesmo que lentamente.
  Gasto de Mp: Nenhum
  Gasto de Hp: Nenhum
  Bônus: Recupera +25 HP e +25 MP
  Dano: Nenhum


  Nível 18
  Nome do poder: Resistência a Magia
  Descrição: O semideus possui uma resistência a magias de nível igual, ou até dois níveis acima do seu. Ex: Se o filho de Hécate/Trivia estiver no nível 10, níveis abaixo o afetarão menos, ou equivalentes, e pessoas até dois níveis acima dele, no caso nível 12, também terão um efeito menor. Acima disso, o filho de Hécate/Trivia ainda recebera todo o dano.
  Gasto de Mp: Nenhum
  Gasto de Hp: Nenhum
  Bônus: Qualquer magia ou feitiço lançado contra o filho de Hécate/Trivia, possui um efeito de 50% menor do que em outros semideuses.
  Dano: Nenhum

  Nível 1
  Nome do poder: Perícia com Foices I
  Descrição: Sendo a foice o instrumento característico da morte, os seguidores desta possuem maior facilidade a aptidão no manuseio da arma em questão. O objeto em suas mãos é manobrado de maneira mais fácil e precisa, tanto ofensiva quanto defensivamente.
  Gasto de Mp: Nenhum.
  Gasto de Hp: Nenhum.
  Bônus: 15% de assertividade no uso da foice.
  Dano: +10% de dano ao ser acertado pela foice de um ceifador.

  Nível 2
  Nome do poder: Silenciosos
  Descrição: Assim como a morte nem sempre anuncia sua chegada, os membros desse grupo secundário podem escolher abafar seus sons. Podendo assim passarem despercebidos, ou então não denunciar sua aproximação.
  Gasto de Mp: Nenhum.
  Gasto de Hp: Nenhum.
  Bônus: Nenhum.
  Dano: Nenhum.

  Nível 3
  Nome do poder: Resistência à Intimidação I
  Descrição: Frios e quase inabaláveis mentalmente, os ceifadores são menos propensos a serem intimidados por qualquer tipo de aura ou poder.
  Gasto de Mp: Nenhum.
  Gasto de Hp: Nenhum.
  Bônus: 15% de resistência contra magias, auras e poderes de intimidação/abalo mental.
  Dano: Nenhum.

  Nome do poder: Memória Eidética I
  Descrição: Assim como a morte possui uma memória perfeita para se lembrar de todos que passaram por suas mãos, seus ceifadores passam a ter a capacidade de lembrar de quase tudo. Isso lhe dá uma maior capacidade de investigação e perseguição, por se lembrar das informações de seus alvos e afins.
  Gasto de Mp: Nenhum.
  Gasto de Hp: Nenhum.
  Bônus: Nenhum.
  Dano: Nenhum.

  Nível 4
  Nome do poder: Bestiário Humano I
  Descrição: Um ceifador tem como função auxiliar seu mestre, ceifando as almas das criaturas que estão pela terra. Portanto, nesse nível, ele é capaz de identificar, também graças à memória eidética, todos os monstros com os quais cruzar. Nesse nível possui apenas informações básicas, como nome e seus atributos ou poderes principais.
  Gasto de Mp: Nenhum.
  Gasto de Hp: Nenhum.
  Bônus: Nenhum.
  Dano: Nenhum.

  Nível 5
  Nome do poder: Besta Noturna I
  Descrição: Basta a noite chegar para que os ceifadores tenham seus sentidos mais aguçados. Afinal, a morte, apesar de não ter hora para chegar, é mais comumente associada à noite, o que explica também sua afinidade com o escuro e as sombras.
  Gasto de Mp: Nenhum.
  Gasto de Hp: Nenhum.
  Bônus: 10% em todos os cinco sentidos durante a noite.
  Dano: Nenhum.

Feitiço: Corvi
Descrição: Um bando de corvos surge e começam a atacar os oponentes. Eles duram por dois turnos antes de explodirem em penas.
Gasto de Mp: - 5 de MP por corvo.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: - 15 de HP por bicada.
Extra: Com certo treino, pode ser usado de forma não verbal.
Maldição + Obs {CCFY}:


A desavença
Descrição: Decepcionada com a semideusa, Héstia, a deusa da chama, da família e do lar, atribuiu uma maldição a mesma. Hyejin ganhou uma tatuagem em forma de chama que daria a ela a imortalidade, porém, seria assombrada por ela tendo todos os seus sonhos repetidos da memória vívida da mesma matando seu pai, sem parar. A semi-Deusa vai reviver esse trauma durante todas as noites sem nunca poder descansar pelo seu pecado.
Contras: Será lembrada do maior trauma de sua vida, sem poder se livrar dele nunca mais. Além disso, Hyejin e toda sua família (filhas, filhos dos filhos irmãs, etc.) estão eternamente banidos do grupo vestais de Héstia, não podendo entrar no grupo de forma alguma. Ainda mais, todo ataque que envolve o elemento fogo causará +10% de dano a Bae.
Prós: Quando Hyejin estiver com seu HP zerado, ficará por um mês on vagando sobre a mesma lembrança, porém, poderá escolher perdoar a si mesma  — Caso por vontade vontade própria — Durante esse tempo do sonho e irá se transformar em um fogo rosado, aonde, desaparecerá. Se isso acontecer, o morto com nível mais elevado perto de si pode ter a chance de voltar a vida como se nada tivesse acontecido. Caso passe o período de um mês sem que ela se perdoe pelo assassinato, ela voltará.

obs: creio que após essa ccfy, pelo menos uma desavença deve haver entre o grupo dos ceifadores e as vestais.


 
ccfy • bae hyejin;


YOU'RE THE STAR I LOOK FOR EVERY NIGHT YOU'RE MY ONLY COMPASS I MIGHT GET LOST WITHOUT YOU
Ariele Froes
Ariele Froes
Filhos de Íris
Filhos de Íris

Idade : 18
Localização : No arco-íris!

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☾ 친애하는 단어 — Hyejin; ☽ Empty Re: ☾ 친애하는 단어 — Hyejin; ☽

Mensagem por Psique em Qua Jan 16, 2019 9:13 pm

Bae Hyejin


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 6.000 XP  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 27%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 10%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 24%


RECOMPENSAS: 3.660 xp e dracmas

Comentários:
Bae Hyeijin,
Comecemos por partes:
Escrita: Hyejin, eu notei certa redundância em alguns momentos do seu texto, como "Eu, no final, consegui...". Esse trecho, poderia facilmente ser reescrito como "No final, consegui..." e "...templo do fogo, localizado num local um pouco distante do acampamento." que poderia ser modificado para "...templo do fogo, situado num local um pouco distante do acampamento.", fora isso, há muita repetição do pronome "eu' ao longo dos textos.
Você comete o erro de usar vírgulas em demasia e acaba por colocá-las em locais onde não há necessidade. Escreveu, por duas vezes, "semideus" ou um derivado dessa palavra de forma errada, esteja atenta para isso. Lembre-se: toda vez que estamos falando de “semi”, o hífen só aparece se a outra palavra começar com “i” ou “h”.
Além do que já pontuei, eu também tive dificuldades de compreensão com algumas de suas sentenças como, por exemplo:
"Eu podia ficar surpresa de quantos semideuses barulhentos haviam naquele acampamento."
Creio que nesse caso, "com" se encaixaria melhor do que "de".
Houve momentos onde você troca "onde" por "aonde":
"Procurei até o fim da grande mala, aonde, encontrei um livro chamado "A história da antiguidade, as sacerdotisas anciãs". Era aquele, eu tinha certeza."
"Fui logo ao banho, aonde pude refletir sobre aonde levaria aquela aventura, poderia morrer, ou ser morta."
No lugar de "aonde" seria "onde", pois a mala é um lugar fixo/específico.
Dentre outros tipos de erros também:
"Ainda sim, andei até o centro da floresta."
"Ainda assim" seria o correto.
"A sorte é que ela esta enfraquecida. Porém, eu não conseguia derrota-la."
O tempo verbal utilizado na primeira sentença não condiz com o tempo do restante da narrativa.
Há muitos outros erros que eu não mencionei aqui. Esses foram apenas para dar uma pequena ideia da razão pela qual você teve um desconto tão grande nessa parte.

Batalhas: Bom, notei que suas batalhas foram superficiais e tanto a batalha contra o cão infernal quanto a batalha contra a banshee foram muito confusas. Você diz que o chão mordeu seu braço e não narrou se ele soltou, só que o empurrou para longe e fez isso sem considerar se provocaria mais danos em si mesma ou não. Com a banshee, você está já bastante ferida e sangrando e então, sem nenhum sinal de fraqueza, dor ou cansaço parte para cima dela e facilmente a derrota.
Quando luta contra as vestais, você diz que uma delas é mais experiente e, mesmo tendo apenas 2 pontos de manipulação, você age como se fosse fácil fazer ambas cair em suas mentiras ignorando totalmente as passivas "Sabedoria" e "Discernimento" assim como "Mente Blindada".

Enredo: Tânatos é a morte. E a morte existe para manter o equilíbrio. Logo, Tânatos preza pelo equilíbrio e seus ceifadores fazem, ou deveriam fazer, o mesmo. O que me leva ao primeiro ponto: por que Hyejin decide que roubar algo de outro deus seria um bom modo de cair nas graças do patrono já que, roubar de um deus, provoca conflito?
Ignorando esse ponto, você narra que uma viagem de 100km leva oito horas. Para levar esse tempo, seria quase o mesmo que andar a pé. Um carro, em primeira marcha anda numa velocidade média de 10km/h. Então, só se sua carona andasse em primeira, no máximo segunda, marcha durante os 100km/h para levar oito horas. A média de velocidade nas autoestradas dos Estados Unidos é de 96km/h (60mph) à 120km/h (75mph), a viagem levaria, no máximo, três horas, mas isso não é um ponto muito importante.
Então, você chega ao bosque e tem a luta (que já comentei acima) e finalmente chega à estátua de Héstia. Que provavelmente é uma estátua mágica e você a burla com um feitiço simples, o que é estranho, mas tudo bem. Em seguida, chega ao portão e o burla com verdades parciais. Deixe-me dizer que se o portão e o muro são encantados, eles provavelmente têm algum tipo de encantamento que sente as intenções das pessoas e se elas estão com coração puro ao ir ali em busca de ajuda, o que não era seu caso.
Mas consideremos que você entrou e rondou pelo templo por cerca de meia hora sem esbarrar em nenhuma vestal, mas dá de cara com duas delas em uma sala e, eu até comentei um pouco acima. Mas a forma como você as narrou me incomoda por tê-las retratado como criaturas extrememamente manipuláveis e ainda consegue matar a mais experiente delas (a primeira), mas enquanto a segunda chora a morte da amiga, ao invés de pegar a chama e sair dali, você fica observando.
Depois de todos esses erros, você - ferida - tenta atacar uma deusa pelas costas como se ela não fosse capaz de pressentir suas intenções e os desejos de seu coração (levar a chama a todo custo). Bom, por todos esses motivos, teve o gigantesco desconto no primeiro ponto da avaliação.

Diante da situação, Héstia olhou para a ceifadora - que tirara a vida de uma de suas seguidoras - com dureza e algo semelhante a mágoa. Enquanto esperava que Tânatos aparecesse, a jovem filha de Hécate era mantida presa por algemas de fogo que a feririam caso ela tentasse escapar e todas suas armas e itens estavam confiscados.

A morte surgiu com graça e uma expressão serena, mas seu olhar não disfarçava o desapontamento que sentia pelo que Hyejin havia feito. — Tânatos, eu o chamei para que estivesse das punições que designarei à esta jovem. — a deusa, em uma forma jovem e ruiva, aproximou-se de Bae e disse com tom decidido. — Enquanto você viver, não haverá paz em uma única noite de sono. Você está fadada a reviver o pecado que cometeu e sabe do que estou falando. Além disso, nunca terá minha bênção para construir um lar ou família e, sempre que tentar, falhará. Nenhuma de suas descendentes poderá me servir. Qualquer garota que venha de você ou de suas filhas e netas, será completamente incapaz de viver em harmonia com a família e completamente incapaz de servir. E o fogo será seu pior inimigo. Essa é minha punição para você, Bae Hyejin.

Desapontado, o patrono aproximou-se da jovem garota e a levou consigo para a gruta dos anjos caídos assim que a deusa da família entregou-lhe suas coisas e a deixou partir com aquela maldição. — Eu lhe dei uma segunda chance após seu desentendimento com Asclépio, achei que compreendia o que significava a morte e o quão importante é o equilíbrio. Equilíbrio esse que você bagunçou! Não posso permitir que continue conosco e, por este assassinato, você está fadada a pagar nos Campos Asfodelos quando falecer. Você não terá paz em vida. E também, não terá paz em morte. É essa a minha punição para você por esta traição.

E dito isto, antes que a semideusa pudesse protestar, Tânatos a mandou dali direto para o chalé de Hécate.

Maldição de Héstia:

Nome da Maldição: A desavença
Descrição: Decepcionada com a semideusa, Héstia, a deusa da chama, da família e do lar, atribuiu uma maldição a mesma. Hyejin ganhou uma tatuagem em forma de chama que a lembraria para o resto de sua vida dos erros cometidos. Sendo incapaz de ter um sono tranquilo por estar sendo constantemente assombrada com memória vívida do assassinato de seu pai. A semideusa vai reviver esse trauma durante todas as noites sem nunca poder descansar.
Consequência: Será lembrada do maior trauma de sua vida, sem poder se livrar dele nunca mais. Além disso, Hyejin e todas garotas que dela descenderem (filhas, netas, bisnetas, tataranetas, etc.) estão eternamente banidos do grupo vestais de Héstia. Além disso, todo e qualquer ataque com fogo lhe causará +10% de dano.
Maldição de Tânatos:

Nome da Maldição: Destino certo
Descrição: Para evitar maiores conflitos com Héstia, Tânatos achou justo punir a semideusa com a expulsão dos ceifadores e, após sua morte, fazê-la ser mandada diretamente para os campos de punição onde, mesmo após sua morte, ela continuará pagando pelos erros cometidos em vida.
Consequência: Mesmo após a morte, Hyejin continuará a não obter paz.


Atualizado por Psique.


missed my tears, ignored my cries; life had broken my heart, my spirit, and then you crossed my path, you quelled my fears, you made me laugh, then you covered my heart in kisses
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