The Blood of Olympus
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Bartholomeu, o herdeiro preterido

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Bartholomeu, o herdeiro preterido  Empty Bartholomeu, o herdeiro preterido

Mensagem por Bartholomeu Thorne em Qua Jan 09, 2019 5:54 pm


Tópico destinado as CCFY de Bartholomeu Thorner um renegado que não possui um passado belo, muito menos um futuro feliz. Apenas mais um semideus fadado a sobreviver e não viver.
Bartholomeu Thorne
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Renegados
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Mensagem por Bartholomeu Thorne em Qui Jan 17, 2019 8:24 pm

O teste
"Porque você não sabe o que isso significa para mim"
— Soube que todos que ficaram perto dele morreram. — Bartholomeu escutou o sussurro de um dos garotos que se juntaram a três camas antes da sua. Não eram os primeiros que criavam hipóteses absurdas sobre sua situação e estava longe de serem os últimos.  

— A última família que o adotou acabou morrendo brutalmente... acha que foi ele? — Ao escutá-lo, a criança se ajeitou em sua cama colocando o cobertor mais para cima para poder cobrir o ombro. Não sentia frio ou muito menos se importava de ser considerado um possível assassino, o que o incomodava era as lembranças do passado que o comentário o fez recordar.

— Eu não duvido. Já viram como ele olha para a gente? — Uma pausa, talvez para o medroso engoli sua saliva. — Parece que irá cortar nossas gargantas a qualquer momento. — Dessa vez, um sorriso travesso apareceu em sua face nada inocente. Gostava que pensassem dessa forma, pois assim não se aproximavam. De alguma maneira, Bartholomeu abraçou as sombras e a solidão em sua vida, talvez como forma de escape.

“Continue assim, sobreviventes não vivem em grupo.” Murmurou para si enquanto olhava para a parede. Esta era a única vantagem de dormir na cama mais velha e estragada do orfanato. Não precisava olhar para os demais, apenas para o nada. “Não viva com ninguém. É só prosseguir, um dia de cada vez.” Continuava a conversar consigo.

— Azar o dele, jamais será adotado novamente. Agora voltem a dormir seu bando de patetas antes que a madre superiora apareça. — Neste momento, a sua atenção não estava mais no que conversavam, pois outro assunto era muito mais relevante do que escutar fofocas sobre seu nome.

“Eles vão vir atrás de você, esse lugar não é seguro assim como os outros... precisa de um plano Barth. Sobreviva, não importa como.” Suas últimas palavras antes de fechar os olhos. Não conseguia dormir totalmente, seu sono tornou-se tão leve quanto uma pluma. Algo sempre o perseguia, não importava para onde. Isso impedia que tivesse um sono tranquilo como as demais crianças naquele ambiente. Desde o dia em que sua mãe foi morta na sua frente.

Horas depois...

Sons de passos ecoaram pelo espaço do dormitório. Imediatamente os olhos de Bartholomeu abriram para mais uma vez encarou a parede a sua frente. Conseguia ver perfeitamente, mesmo sem qualquer tipo de iluminação, a infiltração do local e o rato cinza passeando ao lado. Inerte, ouvia os passos se aproximarem cada vez mais. Era a inspeção noturna que ocorria sempre as três da manhã. Todavia, as pisadas no piso de madeira estavam mais rápidas do que o habitual, como se não tivesse olhando para nenhuma das camas, mas apenas para um único lugar.

Seu coração bateu mais rápido no segundo que o barulho sessou frente a sua cama. Mantinha-se ainda coberto, temia olhar para o que quer que estivesse observando-o. Sua boca estava seca e os olhos fecharam com extrema força, ajeitou o pé para chutar caso avançasse, porém, para a sua surpresa, o seu nome foi chamado pela voz familiar da irmã Lucinda. O som não passou de um sussurro que evitou acordar os demais. Era algo inusitado, por isso relutou em responder de imediato, desconfiando de tal atitude e ainda sentindo-se extremante inseguro.

 — Vamos garoto, não tenho a noite toda. — Sua impaciência costumeira estava presente, tanto que acabou empurrando-o duas vezes com a mão. Em resposta, o garoto retirou a coberta do corpo e sentou-se na cama, ainda sem olhar para a recém-chegada. A iluminação da vela que a irmã carregava incomodou-o. — Pegue as suas coisas e venha comigo. — Falou de forma ríspida e permaneceu inerte, a espera dele acatar suas ordens.

Não possuía basicamente nada além de uma mochila onde suas roupas estavam e o cordão com um pingente em forma de foice que jamais tirava do pescoço. Foi um item dado a ele pela mãe semanas antes da morte dela ser morta, o item veio em uma caixinha antiga como se estivesse guardado a anos. De qualquer forma, o único movimento que teve que fazer foi puxar o objeto que estava debaixo da cama. Evitava colocá-la no armário junto com os demais, pois furtos naquele ambiente eram corriqueiros. Os demais não viam problema, na realidade agradeciam e sequer tocavam nas suas coisas temendo pegar a maldição. Ao ter feito como solicitado, a irmã o olhou de cima a baixo e, posteriormente, pronunciou mais um comando antes de voltar para a porta principal:

— Siga-me.  

Tudo nestas ações era estranho, jamais viu algo assim acontecer com qualquer outro garoto do local, ainda mais a esta hora da noite. “Oportunidade perfeita para sair daqui.” Murmurou tão baixinho enquanto a seguia, que Lucinda apenas olhou de esgueira para ele antes de prosseguir. Ela não sabia o motivo, mas sempre sentia calafrios na presença deste serzinho. Estava contente de fazer o que foi designada. A irmã continha grandes nádegas, mas uma cintura fina e bustos vastos. Eram detalhes acentuados pela vestimenta religiosa. Seu cabelo, assim como as demais, era um enigma.

Durante toda a caminhada, o garoto ficou atrás de Lucinda acompanhando os movimentos dela. Uma das hipóteses é que poderia estar sendo levado para o quarto do castigo, mesmo que não tivesse feito nada. Constantemente objetos caíam e acontecimentos sem explicações plausíveis ocorriam quando ele estava por perto e, consequentemente, culpavam-no. Às vezes Bartholomeu suspeitava que fosse apenas uma desculpa para se verem longe dele.  

Após descerem várias escadas e virar alguns corredores, a criança se viu em uma bifurcação, um local perfeito para se livrar da irmã e buscar uma saída. Aproveitando a oportunidade, Bartholomeu começou a correr para o lado oposto a que Lucinda estava levando-o. O orfanato era como um labirinto, no entanto, ele preferia arriscar uma fuga a ter que descobrir aonde aquele passeio noturno daria. Contudo, suas pernas não o levaram para muito longe, pois os grandes braços da irmã agarraram a sua mochila antes mesmo que pudesse desaparecer na escuridão. Começou a debater-se na tentativa de escapar das garras da mulher, porém ela agarrou seus dois braços com uma única mão e o fez encará-la.

— Pare com isso seu nojentinho! Eu quero você longe tanto quanto quer fugir, então me obedeça seu muleque e nossos sonhos se realizarão. — Ouvi-la deixou-o mais receoso. De alguma forma ele sabia que o sonho dele estava longe de ser realizado. Puxando-o forte pelo pulso, os dois continuaram o caminho. Bartholomeu lamentava-se pela oportunidade perdida, no entanto, continuaria atento em busca de outra chance.

Depois de mais alguns passos por um corredor estreito, uma porta de madeira pôde ser vista, a única. Antes de abri-la, a irmã Lucinda puxou mais o braço do garoto para passá-lo para a frente, e por pouco não o fez cair por conta desta atitude agressiva. Barth olhou para trás encarando-a com ódio, mas ela estava ocupada demais ajeitando sua roupa para notar.  Respirando fundo, Lucinda finalmente destrancou a porta com uma das chaves que carregava no molho e a abriu.

Com a iluminação do poste podia ser visto nitidamente um homem com um chapéu escuro cobrindo metade do rosto. Fumava um charuto que deixou o nariz do garoto irritado devido a forte fumaça vindo em sua direção, e a vestimenta lembrava os apresentadores de circo devido ao paletó cor de vinho e a gravata borboleta colorida. Atrás dele estava estacionado uma van de entrega onde não existia ninguém na frente, o que indicava que provavelmente ele era o próprio motorista e estava sozinho.

— Então esse é o garoto. — Falou de forma automática olhando para o relógio e ignorando a presença dele por inteiro. Era como se aquela fala fosse apenas cortesia do negócio. Em resposta, a irmã empurrou a criança sem qualquer cuidado, aproximando-o do homem e, na sequência, estendeu a mão deixando a mostra o pequeno bolo de dinheiro.

Ao presenciar tal cena Bartholomeu compreendeu, estava sendo vendido para um qualquer e que nitidamente não possuía boas intenções para o seu destino. Uma expressão de desgosto preencheu a sua face, sequer as tais ditas servas de Deus o queriam. Assim que cumpriu com sua tarefa, Lucinda fez caricias na mão do estranho antes de soltá-lo e voltou para dentro do orfanato.

— É um prazer fazer negócios com você. —  Piscou antes de finalmente fechar a porta. O garoto não se importou com este gesto, na realidade sua mente estava a mil. Sem pensar, agindo apenas com seu instinto, deu liberdade para que suas pernas o levassem para longe em uma corrida frenética aproveitando aquele curto período sem nada o segurando, nem pessoas ou paredes. Era a deixa.

— Hey, garoto! — O homem gritou ao vê-lo se distanciar seguindo cada vez mais fundo no beco. — Ah, estou muito velho para isso. — Resmungou, e sem demonstrar qualquer preocupação além dessa reação, ele se aproximou do automóvel, deu duas fortes batidas e as portas de trás abriram como consequência. — Pegue ele querida. — Finalizou as ações apoiando-se no veículo e tragando mais uma vez o charuto para relaxar e aproveitar melhor o espetáculo que ocorreria.

Para o homem misterioso, o que saiu foi uma linda mulher de costas para ele, com os cabelos brancos presos em uma trança raiz. Ela gostava de rebolar de um lado para o outro demonstrando que sabia o quanto era bela. Jamais compreendeu como uma beleza única estava fazendo com alguém como ele, mas, felizmente, enquanto entregasse algumas crianças especificas para ela se divertir, com toda a certeza não sairia do seu lado. O homem nunca compreendeu o motivo de não servir qualquer um, de toda forma não era isso que o interessava, com um encanto como aquele faria qualquer coisa sem pensar duas vezes.

Do outro lado da moeda, Bartholomeu cometeu o erro de olhar para trás no decorrer de sua fuga. Como em um filme de terror, ele deparou-se com a sua verdadeira perseguidora. Apesar da aparência semelhante a de uma humana na parte superior, tendo até mesmo seios e belos cabelos, a suas duas caudas rastejando com extrema velocidade para alcança-lo e o barulho corriqueiro de cobra não o enganava. Naquele momento, jamais passaria por sua mente que o homem era apenas um fantoche ou muito menos que a sua venda acabaria proporcionando a sua morte.  

Assustado, correu o mais rápido que suas pequenas pernas conseguiam empurradas pela vontade de permanecer vivo. Todavia, acabou descobrindo na pior hora que estava em um beco sem saída. Ao invés de correr para o lado da rua, acabou escolhendo o de ir para mais fundo do beco onde sequer possuía postes, e as casas de ambos os lados não continham janelas para iluminar deixando-o propenso a não obter auxilio. Agora foi obrigado a parar a corrida por depara-se com um muro alto que o impedia de avançar mais.

— Prometo que sentirá muita dor semideus. — Com a voz arrastada e rouca como se fosse duas em uma, a criatura falou como se tivesse fazendo um favor a ele. Ao fim da frase, Bartholomeu viu a língua bifurcada da serpente mulher, o que apenas aumentou seu medo. Com uma destreza incomum e agilidade impecável, ela sacou a sua lança com a ponta nitidamente afiada assim que se aproximou o suficiente do seu jantar, e a enfiou no ombro do garoto, perfurando-o e prendendo-o na parede para evitar uma segunda fuga.

Barth gritou de dor e choramingou. Depois de ter visto sua mãe morrer nas mãos de uma dessas aberrações e fugir feito um medroso. Posteriormente ter sido adotado por dois senhores e novamente o ato ser repetido de eles morrerem e ele sobreviver. Mais uma vez estava aqui frente a um monstro pela terceira. Duvidava que fosse parecido com um gato que carrega sete vidas, já era muito ter sobrevivido tanto. Esta vez era diferente das outras por um único motivo: não tinha para onde fugir.

“Sobreviva”.  A voz de sua falecida mãe ecoou em sua mente. Estava prestes a quebrar o último pedido feito por ela, mas como um lembrete a recordação da face dela a beira da morte implorando para que ele continuasse a viver inundou seus olhos. A dor que sentia no ombro era irrelevante diante do sentimento de vingança. Na escuridão do beco a criança encarou as pupilas verticais do monstro a sua frente com extremo ódio.  

— Ah... esses olhos. —  Expressou um prazer em cada palavra dita antes de fazer as pontas da língua bifurcada saborear a bochecha de sua presa. — Eu gosto muito desses olhos, só deixa a refeição mais gostosa. — Divertindo-se com o nítido pirralho sem experiência, a mulher-cobra retirou sua arma do ombro com bastante facilidade e afastou um pouco, deixando a lança armada para defesa. — Ataque semideus, deixe a adrenalina correr por suas veias. Quero-as pulsando para mim.

Com um grito irradiando seus sentimentos de raiva, Bartholomeu aproveitou a oportunidade para lutar pela sua vida. Não importava que ele estivesse desarmado e com extrema desvantagem, nada disso passou por sua mente no decorrer do ataque, apenas atacou com um dos punhos erguidos, pronto para acertá-la. Notando a lentidão dos movimentos da prole dos deuses a dracaena não aguentou e riu daquilo, deixando a guarda baixa.  

No segundo em que a distância entre eles foi preenchida novamente, a criatura o pegou pelo pescoço com suas mãos como um brinquedo, tomando cuidado para que suas garras extremamente afiadas nãos perfurasse ainda a pele macia do semideus. Sentir as veias pulsando por conta da adrenalina proporcionada pela vontade de viver, deixava-a em êxtase. — Como são previsíveis e fáceis de matar. — Sussurrou olhando-o por inteiro enquanto movia sua cabeça de um lado para o outro.

Com os olhos repletos de lágrimas e o desespero expresso em sua face, Barth debatia-se lutando pela própria vida. Batia, socava a sua inimiga desesperadamente, mas nada fazia efeito. Vendo-a prestes a dar o bote como uma serpente, o semideus gritou com fervor e neste instante o pingente em forma de foice do seu colar brilhou, transformando-se em uma enorme foice que se adequava perfeitamente a sua mão, como se fosse feito especialmente para ele.

Movido muito mais por reflexo e adrenalina, Bartholomeu movimentou sua foice com a lâmina na direção do ombro de sua inimiga cortando-a. Tomada pelo susto diante da atitude inesperada a dracaena soltou-o. Ela olhou para a sua refeição novamente, estava irritada pela ocorrido e, sem mais delongas preparou sua lança. Era humilhante realmente precisar usá-la contra um semideus que sequer possuía treinamento, porém preferia render-se a humilhação e sobreviver com a barriga farta.

A testa da criança estava repleta de suor, como consequências algumas mechas do seu cabelo bagunçado estavam presas nela. O ombro ainda sangrava encharcando parte da camiseta de sangue, porém o golpe feito na criatura basicamente no mesmo lugar que o seu a deixou em um estado semelhante, pois ela aparentava não conseguir meche-lo. Não querendo esperar para ser atacado, Barth avançou com sua foice dessa vez mirando o pescoço, porém a dracaena foi mais ágil e defendeu-se colocando a lança no meio.

Afastou-se e investiu mais uma vez, mas mirando a calda. No ato acabou errando e deixando sua guarda aberta demonstrando claramente a sua inexperiência, mas precisava se virar caso quisesse manter-se vivo. Aproveitando a deixa, o monstro enfiou a estaca nas costas de parte demonstrando quem mandava. O semideus sentiu uma forte dor e não reprimiu o grito, mas também não deixaria barato. Em resposta, ele apertou mais forte o cabo de sua arma e movimentou a arma para que a lâmina atingisse a barriga daquela coisa.

A dracaena esperneou devido a dor e, cansada de brincar, deixou a mostra suas garras afiadas, porém, no momento que avançou para cima, Barth segurou com as duas mãos o cabo, lutando contra a dor que sentia para sobreviver, e arrancou-lhe a cabeça com todo o ódio movendo a sua força. Gritou e dessa vez era um grito de vitória, porém as suas pernas começaram a fraquejar e sua mão caiu demonstrando a falta de força por conta do ferimento e a energia gasta neste último golpe.

Barth puxou o cabo da lança que ainda permanecia em suas costas, soltou o objeto e olhou para a criatura estendida no chão, com o corpo de um lado e a cabeça do outro. Com a respiração ofegante, mas com ódio no olhar, pegou a cabeça de sua rival pelos cabelos e, arrastando a lâmina da sua foice pelo asfalto do beco com a outra mão, começou a caminha lentamente na direção da van. Aos poucos aproximava-se da luz do poste onde o homem esperava rever a sua linda mulher.

Contudo, conforme alguma coisa se aproximava pelas sobras ele notava que tinha algo de errado. Retirou o charuto da boca e forçou as vistas para tentar identificar o que estava chegando. A expressão de horror apareceu assim que viu a criança com a cabeça de sua amada em uma mão e uma arma na outra. No entanto, o que mais o chocou entre toda aquela cena bizarra foram os olhos da criança que, mesmo encharcada de sangue, pareciam estar sorrindo para a morte, mesmo que seus lábios não estivessem sequer se mexendo. Por um segundo seus olhares se encontraram e foi o suficiente para apavorá-lo de vez.

O homem imediatamente jogou o cigarro para o alto, adentrou na van e saiu dirigindo sem sequer se importa que as portas de trás estavam abertas. Ele corria para longe como o diabo foge de uma cruz. Jamais esqueceria aquela imagem, sequer sabia como era possível uma criança com menos de 14 anos fazer aquilo. Sua mente mortal e fraca nunca entenderia, provavelmente enlouqueceria se tentasse e por isso, dali em diante ele tentaria apagar o acontecimento da sua memória para que, quem sabe, ainda conseguisse continuar com a sua vidinha pacata. Ao menos ele teria uma chance, diferente de Bartholomeu.  

O pequeno, confuso ainda com que estava acontecendo e apenas lembrando que precisava sobreviver, soltou finalmente a cabeça deixando-a rolar pelo asfalto. Agora que não estava mais em perigo imediato, sua arma voltou ao estado de repouso tornando um pingente de seu cordão mais uma vez. A perca de sangue devido aos ferimentos que sofreu deixou-o zonzo e quando deu por si estava caído no chão do beco. Precisava se reerguer, encontrar algum lugar para cuidar das feridas, no entanto seu corpo não obedecia. Ainda deitado, seus olhos viram duas botas pretas se aproximando.

— Cara, você será bem útil para a gente. Vamos fazer um belo uso das suas habilidades. — Ouviu a voz feminina. — Isso mesmo, sobreviva. — Escutou antes de apagar. A sua historia estava apenas começando e bem longe de acabar bem.  
Personagem autorizado a postar CCFY mesmo no nível 1 aqui
Ps. É possível ele ser colocado no grupo de renegados com essa ccfy?
Poderes Passivos:
Nome do poder: Perícia com Foices I
Descrição: Sendo a foice o instrumento característico da morte, os filhos desta possuem maior facilidade a aptidão no manuseio da arma em questão. O objeto em suas mãos é manobrado de maneira mais fácil e precisa, tanto ofensiva quanto defensivamente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% de assertividade no uso da foice.
Dano: +10% de dano ao ser acertado pela foice de um filho de Thanatos/Leto.

com: xxxx; onde: xxxx; made by: honey;
Bartholomeu Thorne
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Bartholomeu, o herdeiro preterido  Empty Re: Bartholomeu, o herdeiro preterido

Mensagem por Psique em Sex Jan 18, 2019 6:26 pm

Bartholomeu


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 2.000 XP  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 28%


RECOMPENSAS: 1960 xp e dracmas

Item:

Blutiger Schnitter [ Ativado o cabo da foice possui 1,30m e tem aparência de madeira negra envelhecida com dois encaixes perfeitos para as mãos do Batholomeu, sendo um a 2 centímetros após o início do cabo. O final dela é como madeira velha com um a letra grega Beta. É mais grossa nas extremidades e mais fina no centro do cabo. O segundo encaixe fica a 20 centímetros do primeiro facilitando assim a movimentação da arma. Os encaixes são apenas adornamentos feitos no próprio cabo para os dedos, melhorando a aderência do portador da arma. O cabo não é completamente reto, possuindo uma curvatura de cerca de 15º de uma ponta a outra, fazendo um leve arco. Sua lâmina prateada possui tanto corte interno quanto externo. Porém na área interna o corte está presente apenas na metade mais próxima a ponta. Na parte externa possui corte em todo o percurso. A lâmina é mais grossa na parte interna e vai afinando conforme chega na parte externa. A lâmina possui exatamente 1,10 metros de comprimento. Ela faz uma curva de cerca de 120º e possui largura de 10 centímetros. Sua lâmina externa é afiada nos dois gumes, a interna é afiada apenas na parte superior, fazendo uma aparente declividade. Sua espessura é de 1,5 milímetros chegando a quase 1 nanômetros em sua parte afiada. | Efeito mecânico: Desativada é um pingente preto com o formato de uma foice e fica preso em um cordão no pescoço do portador feito de correntes. | Efeito 1: Possibilidade de paralisar o membro atingindo no primeiro golpe contra o adversário, o efeito só ocorre uma vez por inimigo e dura dois turnos.| Efeito 2: como um ladrão, rouba 10% do HP do inimigo no golpe transferindo-o para Bartholomeu e o período de recarga para ser utilizado novamente é de três turnos | Efeito 3: A foice possui uma ligação com Bartholomeu e sempre retorna para ele. | Ouro Imperial | Mágico | CCFY ]



Atualizado por Psique.


missed my tears, ignored my cries; life had broken my heart, my spirit, and then you crossed my path, you quelled my fears, you made me laugh, then you covered my heart in kisses
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Deuses Menores
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Bartholomeu, o herdeiro preterido  Empty Re: Bartholomeu, o herdeiro preterido

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