The Blood of Olympus
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vira-lata

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Mensagem por Alex Lochees em Dom Jan 06, 2019 11:50 pm



Tópico destinado à trama do vira-lata filho de Quione. Contém palavras de baixo calão, violência e sexo. Não recomendado para menores de 18 anos.

Alex Lochees
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Filhos de Quione
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Mensagem por Alex Lochees em Seg Jan 07, 2019 12:05 am



Crimson Day



Prólogo


Alex Lochees é um semideus filho de Quione. Seu pai biológico o abandonou quando tinha pouco mais de três anos, frustrado pela ausência da deusa. A partir de então rodou por diversos orfanatos e cresceu sem saber o que era ter uma família.

Aos oito anos, uma mulher solteira o adotou. O processo foi difícil por não ser casada, mas seu poder econômico facilitou um pouco as coisas. Seu nome era Charlotte. Era, porque ela se envolveu em um acidente de carro e morreu. Alex tinha 11 anos, havia convivido apenas três anos com sua mãe adotiva. Temendo voltar novamente aos orfanatos, fugiu de casa e passou a contar com a sorte para sobreviver.

E sorte não era muito presente em seu destino.

Capítulo um


Era fim de inverno, e a neve derretia gradualmente, tornando paredes e chão escorregadios. Contudo, aquilo não impedia o garoto. Ele escalava com a facilidade de um gato de rua, trepando nas torres mais altas do bairro. De lá, assistia a tudo e a todos. Sentia-se livre, com o vento soprando seu rosto e cabelo sujos. Por mais que a vida fosse cruel, ele era feliz ao seu modo.

Naquele momento, ele subia pela lateral de uma casa de dois andares. As mãos pequeninas e calejadas exploravam as paredes agilmente, elevando-o cada vez mais. Por ser tão novo e viver na rua, constantemente corria o risco de ser pego — fosse por roubar, fosse por pedir esmola. E, apesar de conseguir fugir e se esconder com habilidade, às vezes não podia evitar. Acabava levando uma surra como um vira-lata sarnento e sendo espantado. Vivia à margem da sociedade.

No telhado, sentou-se e deixou as pernas balançarem na beirada. Aquele era um bairro pequeno, de modo que as casas eram dispostas umas próximas às outras. Ele podia saltar de uma para a outra facilmente, locomovendo-se sutil e silenciosamente. O maior problema era a neve, que naquela época do ano se fazia mais presente no dia-a-dia. Ele precisava redobrar a atenção para não sofrer um acidente.

A duas quadras de onde estava, podia ver a torre do relógio erguendo-se imponente acima de tudo. Era a maior construção daquele condado e onde Alex havia feito morada. A torre dava para o interior de uma igreja — a única que existia nas redondezas — através de uma escada, mas nunca ninguém subia lá. Era o lugar perfeito.

O sol se pôs lentamente no horizonte, dando espaço a um clima mais frio. O garoto esfregou os braços e tateou o telhado para se levantar. À noite era mais difícil de escalar e se locomover, podia acabar pisando em uma telha solta e cair. Por isso, refez o mesmo caminho que havia feito até ali. Mas, em um segundo de distração, quase escorregou quando tentou descer no beco por uma parede. Os pés nus balançaram no ar, pendendo a três metros do chão. Ele olhou para baixo. Seria uma queda muito ruim. Sob ele, o frio paralelepípedo da calçada o encarava. A respiração, que prendera na garganta, saiu por meio de um suspiro agoniado. Com esforço, puxou o corpo para cima e conseguiu retomar o equilíbrio. Para descer, dessa vez, foi mais cuidadoso.

A neve começou a cair de novo. Alex correu na ponta dos pés na direção da torre do relógio e a escalou. Sabia exatamente onde colocar as mãos e os pés, havia feito aquilo muitas vezes antes. A passagem para o interior era pequena se comparada a um adulto, mas o semideus era miúdo e magrelo. Lá dentro, o calor acolhedor o fez se sentir em casa.

Havia um colchonete velho em um canto, enlatados ao lado e um prato com vela. Era uma espécie de sótão, com pé-direito baixo e cheiro de mofo. Alguns pombos faziam ninho ali. Além disso, tinha somente uma portinhola no chão que se abria para as escadas que levavam à igreja no andar de baixo. Alex se sentou no chão e abriu um dos enlatados de milho. Não comia há algumas horas, e sua barriga já reclamava. Usou os próprios dedos sujos sem muita cerimônia, já que não dispunha de talheres ou outros objetos.

Antes de dormir, gostava de observar as estrelas pelas frestas do enorme relógio. Mas naquela noite o céu estava nublado e escuro, um presságio das coisas ruins que estavam por vir. Tão novo e carregava um peso tão grande… Fora amaldiçoado pelo destino.

Capítulo dois


Ele abriu os olhos quando um filete de luz do sol tocou seu rosto. Os pombos que moravam na torre faziam pruuu, um barulho irritantemente incômodo. Sentou-se no colchonete, espreguiçou-se e esfregou os olhos com remela. Era manhã de Natal, o primeiro que passaria desde que virara órfão. Não tinha grandes planos, mas imaginava que poderia conseguir algo bom para comer. Naquela época do ano, as pessoas tendiam a ficar mais generosas.

Com certa preguiça, levantou-se e foi até o balde que usava para colher água da chuva. Enfiou as mãos em concha, molhou o rosto e bebeu um pouco. Torceu a cara com o gosto ruim na boca. Como já não escovava os dentes havia um tempo, imaginava que não tinha um hálito muito bom. Mas tinha coisas mais importantes com que lidar.

O clima estava melhor do que no dia anterior. Havia poucas nuvens no céu, e o sol mostrava sinais de um dia quente, apesar de ainda estar tímido. Alex se esgueirou para fora pela abertura do relógio e desceu até a rua. Poucas pessoas caminhavam àquela hora, e ele podia desfrutar da calma e do silêncio matutinos.

Caminhou até o parque e se sentou em um banco de madeira. Era um lugar bonito e o fazia se sentir em paz, com várias árvores e pássaros cantando. Um até pousou perto de si, mas, quando tentou pegá-lo, o animal voou para longe.

Passados alguns minutos sozinho, um homem velho chegou ao parque. Carregava consigo duas sacolas: em uma, trazia comida para pássaros; na outra, Alex não pôde ver o que tinha. O homem abriu a primeira e começou a alimentar os animais, que se aglomeraram ao seu redor. O garoto observou com atenção e curiosidade.

— Eles gostam de comer a essa hora — o homem falou ao perceber que estava sendo observado. — Os pássaros.

Alex não respondeu. Com o passar do tempo, aprendera a não confiar em estranhos, pois não tratavam bem mendigos. Era sempre encarado com nojo e preconceito.

O velho esvaziou a sacola e se aproximou. O garoto se afastou um pouco e ficou na ponta do banco, pronto para correr. Se tentassem pegá-lo, dispararia pelas ruas e se esconderia em algum lugar seguro. De esguelha, lançou um olhar desconfiado ao homem, que apenas se sentou e acomodou a segunda sacola no colo.

— Qual é o seu nome? — perguntou-lhe casualmente, exibindo um sorriso tenro.

— Alex — respondeu desconfiado.

— Não precisa ter medo, Alex. Sou o padre da igreja. Já o vi entrando e saindo da torre do relógio. Trouxe para você. — Empurrou o saco para mais perto do garoto, fazendo um gesto para que ele pegasse.

Alex olhou para o embrulho e depois para o homem, decidindo se devia ou não confiar nele. Incerto, esticou a mão e puxou para si a sacola, abrindo-a enquanto fitava de canto de olho o estranho. Era um panetone. Quando viu a caixa, seu rosto se iluminou, e não demorou a abri-la para tirar um pedaço e comer com as próprias mãos.

— Obrigado — disse Alex de boca cheia. — Muito obrigado.

— Mais tarde, quando todos tiverem ido embora da igreja, vá até lá. Darei roupas quentes e mais comida a você.

O menino assentiu e ficou sozinho quando o velho foi embora. Dali até a noite ainda havia muitas horas. Sem a obrigação de procurar por comida, já que estava de barriga cheia, podia andar pela cidade e procurar por lugares que ainda não conhecia. Tinha uma curiosidade afiada que muitas vezes o colocava em perigo, mas deixava-a sempre falar mais alto.

Existia uma fábrica abandonada que ficava num lugar inóspito — poucas pessoas moravam no entorno — havia muito tempo. Alex queria entrar lá desde a primeira vez em que havia posto os olhos naquele prédio velho. Não era muito distante de onde estava.

Após minutos correndo pelas ruas pedregosas do bairro, encontrou a grade que dava para o interior do local abandonado. Pelo tempo e pela falta de reparação, a grade metálica tinha diversas aberturas em sua estrutura, então não foi difícil para Alex conseguir entrar. No interior, ele pulou por uma janela cujo vidro estava quebrado e entrou na ponta dos pés, com medo de se cortar com qualquer coisa largada no chão.

O cheiro era de mofo e umidade. Em se tratando de uma fábrica abandonada, muito provavelmente havia goteiras no teto e animais fazendo ninho por todos os lados. Ele semicerrou os olhos e esperou que seus olhos se acostumassem à escuridão. Ouviu barulho de rato e o bater de asas de morcegos, mas além disso só tinha ele ali. Caminhou devagar e vasculhou tudo naquele cômodo — uma enorme sala quadrada com diversos manequins e caixas de papelão espalhados. Quando se deu por satisfeito, subiu as escadas para o andar de cima.

A escuridão era maior ali, de modo que precisou forçar ainda mais a vista para enxergar. Um longo corredor estreito seguia à frente e dobrava para a direita. As paredes estavam amareladas, empoeiradas e com teias de aranha se acumulando. Julgava que ninguém pisava ali por muitos meses. Caminhou devagar e silencioso até o fim do corredor, virando para ver até onde ele levava.

Outro corredor surgiu, mas dessa vez tinha várias portas em ambos os lados. Havia um total de oito, todas fechadas, exceto a última. Ela estava entreaberta, e atrás dela Alex podia ver uma fraca e tremeluzente luz laranja. Sua respiração ficou presa na garganta, seu coração começou a martelar seu peito e um arrepio subiu espinha acima. Ficou paralisado, de olhos arregalados e punhos cerrados.

Foi quando escutou um barulho. Não vinha da última sala, mas de suas costas, da escada. Virou-se e viu um cachorro rosnando. Os pelos das costas estavam eriçados, e o rabo estava entre as pernas. Era só um vira-lata e não muito grande, mas Alex pretendia evitar os dentes.

— Amigo, amigo — tentou acalmar o bicho.

O cão latiu e veio correndo em sua direção. Com um pulo para o lado, desviou-se e começou a correr de volta para a escada. Seu perseguidor canino veio logo atrás, latindo e babando raivosamente.

Pulou dois, três degraus de uma vez e, quando desceu, correu direto para a janela por onde havia entrado. Com um salto, jogou-se para fora da fábrica, mas não sem antes sentir uma dor aguda na panturrilha. Os dentes do cachorro cravaram-se brevemente em sua carne e lhe tiraram sangue. Caiu do outro lado gemendo e choramingando de dor. Apalpou a ferida, e seus dedos ficaram manchados de carmesim.

Levantou-se com dificuldade após ficar durante um tempo encolhido e andou com dificuldade. Daquele jeito, não podia escalar ou correr. O machucado sangrava e latejava. Mancou por uma ou duas horas até a igreja, sentou-se na calçada em frente ao local e ficou de cabeça baixa chorando. Doía muito. Todas as pessoas que passavam perto o ignoravam, como se ele fosse invisível. O tempo passou, o sol se pôs, e a igreja esvaziou.

— Alex? — era a voz do padre chamando-o. O garoto levantou a cabeça e viu o homem atravessar a rua para ampará-lo. — O que aconteceu? Onde se machucou?

— F-oi um cachorro — gaguejou entre um soluço e outro.

— Vem para dentro.

Padre Joseph — como se apresentou posteriormente — ajudou Alex a ir para dentro da paróquia e cuidou de seu ferimento. “Não foi muito fundo, logo estará bem”, disse o velho homem ao enrolar sua perna com ataduras. Acrescentou ainda que podia passar a noite ali em vez de passar na torre do relógio pois era mais quente. O garoto aceitou sem relutar.

Aninhado num dos bancos de madeira, adormeceu observando a imagem de Maria, mãe de Jesus. Aquilo lhe trouxe paz e uma noite de sono tranquila. Mal podia saber que seus pesadelos começariam quando estivesse acordado.

Capítulo três


Levantou-se no início da manhã com o padre Joseph lhe trazendo pães para tomar café. Não estava muito habituado a toda aquela gentileza, mas comeu e conversou com o homem mais abertamente. Foram-lhe perguntadas coisas como sua idade, onde estavam seus pais e o que fazia naquela cidade. À primeira questão, respondeu “doze” sem pestanejar, mas ficou em silêncio em seguida. Não gostava de falar sobre o passado. Felizmente, o padre não insistiu e disse que abriria a igreja para as missas rotineiras. Se quisesse ficar, podia, mas decidiu andar mesmo com a perna doendo. Agradeceu e disse que voltaria quando a igreja estivesse fechando.

Chegou a considerar a possibilidade de voltar à fábrica abandonada, estava curioso com relação à luz que vira no segundo andar, mas não podia arriscar encontrar o cachorro de novo. Não conseguiria correr com o curativo na perna. Dessa forma, apenas mancou a esmo pela cidade.

Encontrou pão velho atrás de uma padaria e encheu o estômago quando devia ser a hora do almoço. Depois, perto de um bar, aceitou uma lata de refrigerante de um bêbado generoso. Às vezes dava sorte. No fim da tarde, sentou-se na praça e observou os pássaros empoleirados nas árvores.

Quando voltou à paróquia, já havia fechado. Esgueirou-se para dentro e viu o padre Joseph arrumando as coisas. Ao ver Alex, o velho homem abriu um sorriso e o chamou com um aceno.

— Como está o machucado?

— Melhor, graças ao senhor.

— Fico aliviado por isso. Preciso te pedir uma coisa, Alex... — Tirou a batina lentamente e colocou a roupa dobrada sobre um balcão de madeira. Virou-se para o garoto e se aproximou. — Posso lhe dar comida sempre, mais roupas e cuidar de você. Em troca, você só precisa me ajudar.

Alex deu um passo atrás e começou a tremer. Antes que pudesse tentar correr, no entanto, a mão do velho envolveu seu braço e o puxou bruscamente.

— Por que o senhor está fazendo isso?

— Shhhhh, fique quieto. Não vai doer, eu prometo.

Aquela foi a pior noite da vida do Lochees. Chorou, e chorou, e chorou muito depois de o padre ter ido embora. Ficou encolhido num canto da igreja, com as lágrimas molhando seu rosto. Mesmo após dormir, seu corpo continuou sacudindo com soluços. O tormento o perseguiu durante o sono com pesadelos intermináveis.

Na noite seguinte, tudo se repetiu. Ele poderia fugir, alguém diria, mas para onde? Órfão, ferido, com fome… Não tinha muitas opções. E dessa vez não chorou. Seu coração mergulhou num mar de frieza, protegendo-o sentimentalmente dos abusos que sofria.

Na terceira noite, as coisas mudariam. Quando entrou na igreja, sendo as velas a única fonte de luz do lugar, padre Joseph sorriu e veio andando até Alex. O garoto esperou até que o homem estivesse perto o suficiente.

— Eu disse que você acabaria gostando.

O sorriso amarelo do molestador se transformou num semblante surpreso quando a faca entrou em sua barriga pela primeira vez. O garoto puxou a arma e voltou a esfaqueá-lo uma, duas, três, quatro, cinco vezes mais. Ao todo foram seis facadas antes do corpo cair. Caído, Alex voltou a apunhalá-lo até perder as contas. Suas roupas, seu rosto, suas mãos… ficou todo molhado de sangue. Então vieram as lágrimas, quentes e libertadoras, tirando-o da armadura emotiva que havia vestido.

Estava tremendo. O chão abaixo de si começou a ficar mais frio que o comum, até que pequenas quantidades do sangue espalhado congelaram. Recuou assustado, notando também um brilho azulado ao redor de si. Quando olhou para cima, algo cintilava sobre sua cabeça como um enorme outdoor. Levantou e correu — nesse momento, com a adrenalina percorrendo as veias, não sentiu dor na perna ferida — para fora da igreja sem olhar para trás. Estava tudo tão confuso, tão confuso…

— Opa! — alguém falou.

Alex esbarrou na garota e quase caiu, mas ela o segurou. Tentou se desvencilhar, mas suas mãos eram fortes como aço.

— Aonde está indo, rapazinho? Foi muito difícil te encontrar… — Quando ela viu o sangue, seus olhos se arregalaram. — O que aconteceu? Está machucado?

Ele não a conhecia, mas naquele momento de fragilidade desabou em seus braços e permitiu que as lágrimas voltassem a correr. Só queria dormir, só queria que padre Joseph desaparecesse de sua mente.

— Está tudo bem agora — a garota falou. — Está tudo bem, está tudo bem.

Epílogo


Myrella era uma enviada do Acampamento Meio-Sangue para encontrar Alex. Tinha longos cabelos loiros e olhos azuis que lembravam o mar em tormenta. Vestia-se com a usual camisa laranja e calça jeans. Quando viu o garoto naquele estado, todo ensanguentado e trêmulo, pensou que havia chegado tarde demais. Contudo, descobriu depois que o sangue não era dele. Esse fato fez com que questionasse o que acontecera, mas não recebeu uma resposta.

Levou-o para um hotel e arrumou roupas limpas para ele. Tentou pressioná-lo com perguntas e não teve muito sucesso. “Alex”, foi tudo que ouviu quando perguntou seu nome.

— Você é um semideus, aparentemente filho de Quione, a julgar pelo símbolo que apareceu sobre sua cabeça quando te encontrei — contou. Alex a fitava com olhos vazios e indiferentes. Deve ter sofrido um grande trauma, pensou Myrella. De qualquer forma, continuou explicando tudo sobre o mundo divino, sobre o Acampamento e detalhes que ele devia saber. Não recebeu nenhuma reação em resposta.

Após dizer que precisaria levá-lo para Long Island, era de se supor que ele falasse algo, talvez fizesse alguma pergunta. Mas novamente Myrella obteve silêncio e um sutil aceno com a cabeça. Decidiu não insistir, Quíron conseguiria lidar com isso quando chegassem. Dormiram no hotel e se levantaram com o raiar do Sol. A semideusa pegou os dracmas que ainda lhe restavam e chamou pela Carruagem da Danação das Irmãs Cinzentas. Como previsto, a viagem não durou muito e custou bastante para seu bolso.

A colina surgiu no horizonte. Deixaram o carro, e Myrella suspirou aliviadamente por não terem sofrido nenhum ataque no caminho. Lutar sozinha era uma coisa, mas lutar e ter de defender outra pessoa teria sido uma tarefa muito mais difícil.

— Bem-vindo à sua nova casa, Alex.

pormenores:

Observações:
Esta CCFY foi feita com o intuito de ser reclamado por Quione através da promoção de começo de ano. Como consta nas regras, eu podia fazer uso de poderes até o nível seis. Não foi algo significativo durante a narração, mas vale ressaltar o uso para que não haja dúvidas futuras.

Poderes utilizados:
Nível 2
Nome do poder:  Cristalização I
Descrição: A prole Quione/Khione tem a capacidade de cristalizar a água, condensando a mesma. Neste nível, o semideus consegue transformar pequenas quantidades de água em neve enquanto a toca.
Gasto de Mp: 10 de MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Não funciona se for água corrente.


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Mensagem por Poseidon em Sab Jan 12, 2019 1:54 pm

Avaliação

Recebe 3.000 XP e 4.000 Dracmas
Parabéns filho de Quione, bem vindo ao acampamento meio-sangue.
Poseidon
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Deuses Olimpianos
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