The Blood of Olympus
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Contingências {Trama pessoal}

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Mensagem por Romeo Bernocchi em Qui Dez 06, 2018 12:41 am

Tópico destinado às CCFY relativas a esta personagem e tals
Romeo Bernocchi
Romeo Bernocchi
Pretores
Pretores

Idade : 22
Localização : Acampamento Júpiter

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Mensagem por Romeo Bernocchi em Qui Dez 06, 2018 1:15 am

o emissário de júpiter

— Perdoe-me pela brutalidade e pela falta de aviso, Romeo Bernocchi. — a voz grave e serena  provinha do homem prostrado de pé ao meu lado que, em virtude da turbidez de minha visão, não foi reconhecido. — Mas você precisa me fazer um favor.

Franzi o cenho, apoiando-me no chão fofo para me levantar enquanto absorvia o que fora dito pela figura misteriosa e imponente - sim, sua presença era absurdamente forte, e por experiência própria sabia que se tratava de um deus. Mas até onde eu sabia, eu não devia nada a ninguém e, sabendo de muitas histórias de outros semideuses, o favor cobrado provavelmente me levaria à morte.

— Olha, senhor misterioso, eu acho que você está me confundindo com alguém. — desabafei, buscando por um tom calmo que não denunciasse a mentira. — Meu nome é Robbie Adams e eu sou estudante de direito em Harvard.

Cocei os olhos com as mãos fechadas, a fim de que minha visão voltasse ao normal. Felizmente, a turbidez durou apenas mais alguns segundos e então consegui focalizar o homem que jazia em minha frente. Embora aparentasse uns cinquenta e poucos anos, seu físico, mesmo sob o negro terno risca de giz, era invejável. Os cabelos grisalhos formavam uma pequenina onda no topete, e eu suspeitava que ele acordava assim.

— Eu não preciso ressaltar o quão ruim você mente, preciso? — uma risadinha foi anexada ao fim da frase.

Insatisfeito, simulei estar ultrajado, inclinando o tronco para trás, abrindo a boca e repousando a mão esquerda no peito. — Como assim, senhor elegante?

Neste momento eu reparei no cenário escuro que nos rodeava. Pontos de luz ocupavam o céu, mas pareciam mais próximos do que nunca. Decaindo o olhar, expressei o susto com um gritinho acompanhado de um pulo. O chão fofo era simplesmente nuvem. Eu não podia dizer que ela havia sido alterada para conseguir sustentar duas pessoas ou se eu estava sonhando, portanto me limitei a alternar freneticamente o olhar entre meus pés e o homem.

— Quem é você? — o barulho causado pela minha respiração acelerada se sobressaía, ocultando os trovões distantes.

— Não está óbvio? — ele perguntou após me avaliar dos pés à cabeça, as íris azuis piscando vez ou outra como se houvesse uma faísca.

Mais alguns segundos se passaram, mas aí a ficha caiu. Arregalei os olhos e a boca outra vez, incrédulo, e senti o maior arrependimento da vida cair sobre meus ombros. Que comportamento mais infantil diante do rei do Olimpo! Envergonhado, inclinei-me para frente e me ajoelhei, reverenciando-o.

— Isso não é necessário, Romeo. Este encontro é extraoficial. — ele disse, tocando-me nos ombros. Suas mãos eram leves e talvez tivessem expelido uma carga elétrica que me fez ficar de pé em um piscar de olhos.

— Me desculpa, senhor. — sua resposta foi um abano desdenhoso de mão. — Mas… extraoficial, huh?

— Exato. Me encontrarei com os demais Olimpianos em poucos minutos, mas quero discutir o assunto já tendo agido. — algo me disse que o agir da frase significava eu.

— Nox aprontou alguma coisa?

— Quem me dera, garoto. — ele respirou fundo, fechando os olhos. — Uma energia forte e rara surgiu há poucos minutos no ponto exato abaixo de nós. — de repente, ao olhar para baixo, pude vislumbrar um pequeno foco luminoso.

Devolvi o olhar a Júpiter e, embora quisesse questioná-lo a respeito do porquê eu, um semideus, deveria investigar uma força anormal ao invés dele, o rei dos deuses, somente assenti. A possibilidade de negar uma tarefa pedida diretamente por ele não existia. Ainda mais sendo extraoficial, o que entendi como sendo um segredinho.

— Então eu preciso ver do que se trata. — ele concordou balançando a cabeça. — Tem certeza de que não é Nox, senhor?

— Infelizmente sim. Estamos a par de muito do que ela faz, e inclusive é provável que você encontre alguns seguidores dela em breve.

— Posso perguntar mais uma coisinha só? — com a resposta positiva da divindade, prossegui: — Por que eu?

— Oras bolas, garoto, não seja tão ingênuo. — seu sorriso mostrou todos os seus dentes brancos e alinhados e um sutil hálito que me lembrou chuva. — Além de você ser um dos pretores do acampamento que leva o meu nome, você fez coisas incríveis e se mostra mais leal ao Olimpo a cada dia que se passa. Diferente de sua antecessora, eu confio e acredito em você.

Foi inevitável não lacrimejar depois do que ouvi, porém não sabia como o deus reagiria a isso. Essa foi, no fim das contas, a primeira vez em que conversamos. Não dava para não ficar emocionado! Então abaixei a cabeça e limpei os olhos. — Perdão, entrou um cisco no meu olho.

— Seja cuidadoso, Romeo Bernocchi. E boa sorte.

Antes que eu pudesse agradecer ou perguntar como eu investigaria uma fonte exótica e potente de energia, com uma boa probabilidade de encontrar alguém a mando de Nox, sem arma alguma, a nuvem voltou ao estado gasoso e eu caí em queda livre, vendo o chão se aproximar cada vez mais.

Gritei até sentir a garganta doer, e isso não foi suficiente para eu me espatifar no chão. Isso sequer aconteceu, na verdade, porque quando abri os meus olhos eu estava sentado no banco do motorista de um carro bem velho, sem vidros, volante e câmbio. Toquei meus ombros, braços, peito e coxas com desespero, conferindo se tudo estava no lugar. Um suspiro involuntário escapou pela minha boca, expressando meu extremo alívio ao constatar que eu ainda estava inteiro.

Olhando-me pelo retrovisor, assustei com meu cabelo todo puxado para trás por conta do forte e constante vento da queda, e ri. Aí, percebi que vestia minha camiseta regata preta e tinha minha mochila sem fundo no colo. Dentro dela obviamente estavam minhas espadas, uma lança que eu não conhecia e outros itens.  

— Abençoado seja Júpiter. — olhei para o céu noturno ao falar, contente por não ter morrido e estar preparado. — Obrigado.

Precisei pular pela janela lateral do carro porque as portas estavam emperradas. Quando me levantei, arqueei uma sobrancelha e crispei os lábios. Júpiter tinha me enviado para um ferro velho comum, o que com certeza não fora um erro. Ou eu esperava que não. Antes de me desesperar eu precisava pelo menos dar uma olhada e ter certeza de que a “energia forte e rara” estava por ali.

Ajeitei a mochila nas costas ao começar a caminhar, puxando um braço de cada vez para alongá-los. Mantive-me em um ritmo lento e bem próximo das paredes de carros velhos empilhados, tomando cuidado para espiar quando chegava no que pareciam as esquinas. Eu não tinha ideia do que estava procurando ou de como não me perder no quase labirinto enferrujado, mas recebi um pedido incomum e minha dignidade e lealdade me impediam de cair fora.

Bufei e estagnei quando um latido ecoou pelo lugar. Estando bem familiarizado com cães infernais, já que minha mascote era um, eu sabia que se tratava de um animal comum. Mas ainda assim talvez eu tivesse que lidar com isso, ou pior: a fonte da energia o faria. Engoli em seco ao imaginar o que poderia fazer, e preferi retomar a caminhada para ocupar minha mente com algo mais importante.

Virei duas vezes à esquerda, seguindo pelo caminho possível, e me deparei com um alambrado que pelo visto circundava todo o lugar. Daquele ponto, a luz gerada pelos três grandes postes centrais era bastante fraca, e por mais estranho que parecesse eu me senti melhor. Porém eu não tinha tempo para isso, então respirei fundo e voltei a zanzar pelo ferro velho, abusando do que aprendi em treinamentos relativos a furtividade para fazer o menor ruído possível ao me deslocar.

Repentinamente, um rangido metálico me pôs em alerta. Ele veio da direita, direção na qual segui de forma cautelosa. Temi perder tempo ou me dar mal se quisesse buscar minhas espadas na mochila, portanto permaneci com os punhos cerrados e erguidos diante do pescoço.

O corredor possuía fim: um espaço relativamente largo para que alguma máquina pudesse passar por ali. Mesmo estreitando os olhos não encontrei alguém, o que me fez relaxar um pouco e abaixar a guarda. Virei-me devagar, pronto para voltar pelo caminho que acabara de percorrer, e me ferrei antes de concluir dito movimento.

Um braço forte passou pelo meu pescoço e foi travado pelo outro, em um típico mata leão. Minha respiração descompassou e, com os olhos arregalados, eu só conseguia visualizar um carro enferrujado próximo. Tentava inutilmente escapar do golpe, mas minhas mãos somente agarravam sem sucesso os fios curtos da cabeleira de um homem. Não fosse a situação trágica, eu estaria sorrindo por sentir os músculos dos braços e do peitoral dele tão próximos de mim.

Meus gritos eram comprimidos a singelos e sofridos ruídos promovidos pela crescente falta de ar e desespero por liberdade. No entanto, algo que acreditei ser resposta do meu subconsciente aconteceu. O retrovisor direito do carro que eu encarava desprendeu-se dele e voou até nós, atingindo meu adversário na cabeça. Foi de imediato que meus pulmões voltaram a trabalhar e eu inspirei pesadamente, caindo de quatro no chão.

A julgar pelo baque do metal no homem, eu diria que ele teria desmaiado. Contudo, ao virar meu rosto para trás, o vi massagear a cabeça que sangrava. Seu cabelo escuro estava sujo de sangue e de sujeira, assim como seu rosto e o lado direito do seu tronco. Ele usava o que parecia ser uma túnica roxa com detalhes em dourado, mas com certeza havia apanhado bastante pelo estado em que estava.

Sentado no chão, comecei a rastejar, tossindo loucamente como consequência do mata leão. Manco, o rapaz agarrou o retrovisor no chão e seguiu em minha direção, sua expressão denotando fúria.

— Ei, caralho, para! — berrei, rolando para o lado para desviar do espelho, quando minha crise de tosse cessou. Para a minha surpresa, ele me obedeceu e seu olhar alternou entre o retrovisor e eu.

— Quem é você? — ele perguntou. Era nítida a tentativa de se impor pela voz, mas ele não conseguiu. Seus joelhos estavam bambos, o que exigia bastante esforço para ficar de pé.

— Eu me chamo Romeo e sou filho de Belona.— informei depois de pigarrear, levantando-me. — E você é…?

Seus lábios rachados se uniram e eu pensei que ele fosse responder, mas o silêncio perdurou. Seu olhar percorreu o meu corpo todo e, após um suspiro, ele recuou. Agachou-se e pegou dois bastões pequenos que, pela deformidade nas pontas, eu suspeitei que um dia compuseram um cetro.

Ele gemia a cada movimento, e confesso que eu não estava totalmente recuperado do mata leão. Eu queria me vingar, inclusive, mas precisava de uma resposta mais rápida. Seria ele um devoto a Nox? Ou então a força sobre a qual Júpiter se referira?

— Maldito Odin! — ele exclamou, tão forte que sua voz ecoou pelo lugar. Eu não era expert na mitologia romana, então quem diria da nórdica, mas o nome citado era super famoso.

— Odin? — o interrompi, forçando plenitude. — Quem é você, inferno de gente?

— Ah, você ainda está aqui. — seu tom era puramente debochado, o que fez meu sangue começar a subir a cabeça. Mas forcei um riso, retribuindo a falta de educação.

— Sim, estou. Júpiter me mandou dar uma olhada aqui e pode ser que você seja a energia forte e rara. — simulei aspas com os dedos indicadores e médios das mãos ao engrossar a voz, imitando o que o deus havia dito.

— Oh, senhor emissário de Júpiter, perdoe-me pela grosseria. — ele persistiu na brincadeira, inclinando o corpo para me reverenciar. — Hakon, ao seu dispor.

Foi inevitável rir do nome dele. Quem, em sã consciência, colocaria isso como nome? Também aproveitei o momento para forçar a risada até de repente parar, exibindo um semblante seríssimo.

Graecus, né? — fiz questão de questionar, levando em conta a imensa diferença entre os acampamentos.

— Desculpaáái? — apesar do gemido, Hakon aparentou ofendido. Então, por não entendê-lo, ele continuou: — Minha mãe é Freya, a deusa do amor, da riqueza, da magia, da guerra e da morte.

— Oi?

— Estamos em Midgard, sim? — minha contínua falta de entendimento o fez reformular a pergunta. — Terra?

— Ué, claro que sim. — os cantos dos meus lábios se curvaram minimamente em uma manifestação de graça perante a pergunta feita.

Fechando os olhos, ele respirou fundo. Quando os abriu, analisou os dois bastões que tinha em mãos e os uniu, formando o cetro que eu tinha imaginado. Uma pequena orbe azulada na ponta piscou, mas nada aconteceu. Frustrado, Hakon jogou a arma quebrada no chão e murmurou resmungos em uma língua que eu não entendi.

Simultaneamente eu processava as informações que tinha do ignoto rapaz. Hakon, filho de Freya (uma suposta deusa do amor e da guerra, como assim?), usuário de cetro e infeliz por estar na Terra, cujo apelido carinhoso eu concluí ser Midgard.

— Por um acaso você é um etê ou algo do tipo?

— Eu sou um Vanir, mortal idiota! Eu morava em Vanaheim, até que Odin me exilou! — recuei alguns passinhos porque, depois da demonstração de força dada pelo moço, eu não queria estar próximo demais em um estado de fúria.

Observei-o andar em círculo, batendo na própria cabeça enquanto resmungava. Minha cabeça estava prestes a explodir por conta das informações rasas. Talvez se eu tivesse estudado mais ou fosse filho de Athena o sofrimento seria menor. Aproveitei a pausa para me concentrar e tentar entender o que estava acontecendo.

— Ah, pera. — finalmente me pronunciei, vendo uma luz no fim do túnel de confusão. — Você é um semideus nórdico?

Ele virou o rosto em um ímpeto, como se tivesse escutado algo. Enruguei a testa, mais uma vez sem entendê-lo, e esperei até que ele deixasse a neurose de lado e me respondesse pacificamente.

— Você veio sozinho?

Fiz que sim com a cabeça, passando as mãos no cabelo para ajeitar o penteado propositalmente bagunçado.

— Então temos companhia. — ele concluiu, resgatando a arma partida ao meio e propelindo-se em seguida em uma caminhada manca e precariamente acelerada.

— ‘Cê tem certeza? Eu não ouvi nada.

Segui em seu encalço, sedento pelas respostas não recebidas. A incerteza é terrível! Mas aparentemente estávamos bem, sem tentativas de assassinato entre nós. E isso, querendo ou não, já era suficiente.

Seguimos às pressas por entre os carros, bisbilhotando em cada esquina para evitar surpresas. Em um determinado momento, quando Hakon espiou, ele recuou correndo e nossos ombros se tocaram. Sua respiração desregulada e a aparência moribunda me fazia sentir pena.

— Definitivamente temos companhia. — sua reafirmação foi desnecessária, uma vez que um extenso chicote estalou no solo ao nosso lado, lançando labaredas e pedregulhos sobre nós.

— Se você não dissesse eu não teria percebido. Obrigado!

Partimos outra vez em uma corrida, quebrando algumas esquinas e esbarrando em retrovisores e pneus soltos. Só paramos quando dois cadáveres estavam no chão: o de um homem barrigudo em uma camiseta regata branca e calça jeans e de um cachorro peludo. Poças de sangue cresciam à medida em que o líquido viscoso escorria dos ferimentos nas cabeças.

Dirigi o olhar ao rapaz, a fim de saber se fora ele o causador da morte de dois inocentes. O arquear de suas sobrancelhas acompanhada pelo dar de ombros serviu como resposta. Ele retomou o avanço antes que eu pudesse perguntar alguma coisa a respeito daquilo.

Quando pensamos ter nos livrado do monstro, uma espécie horrenda de porco, macaco, elfo e Grinch apareceu em nosso caminho. Eram vários deles, todos urrando enquanto fogo se alastrava de acordo com as chicotadas que eram dadas nos carros mais ao longe. E pasme! Deu pra piorar.

As bocas entreabertas dos bichos começaram a liberar uma fumaça de cor verde-escura. Sincronizados, Hakon e eu retrocedemos, crentes de que aquilo era o antônimo de coisa boa. Aí, mais uma vez nos vimos fazendo parte do caminho já percorrido.

Viramos à direita no momento em que, na direção oposta, nosso maior inimigo apareceu. Sua altura era semelhante a de um minotauro, e ele até tinha chifres horizontais na cabeça, mas sua pele era avermelhada, os olhos terrivelmente brancos e asas de morcego que de cara me fizeram pensar em Nox.

Uma tanga marrom cobria suas partes íntimas, adornada por algumas caveiras. As manoplas metálicas em suas mãos pareciam conduzir o fogo presente no longo chicote e a eletricidade que circundava a montante. Seu urro, cujas chances de serem escutados nos acampamentos eram imensas, me levou de volta à realidade. Hakon tentava me puxar para longe, mas eu paralisei por um instante.

Quando me dei conta, percebi que o monstro começou a correr em nossa direção. Eu queria muito que o gás verde dos outros bichos o matasse, mas algo me dizia que era feito especialmente para semideuses. De qualquer forma, eu não queria esperar para saber a resposta.

— Alguma ideia? — perguntei durante a corrida.

— Oh, senhor emissário de Júpiter, pensei que o seu rei pudesse intervir por você!

Bufei, agarrado em um de seus braços para mantê-lo em velocidade. Minha réplica ao deboche foi interrompida por outro urro do minotauro 2.0. Quando viramos para trás para olhá-lo, o vimos alçar voo em nossa direção, brandindo as armas e exibindo longos e afiados dentes.

Não hesitei em empurrar o filho de Freya para a esquerda, obrigando-o a seguir este caminho enquanto eu me deslocava pela direita. O movimento foi certeiro, mas ainda assim fomos atingido por um bafo terrivelmente quente que por algum motivo praticamente não me afetou. Mais uma vez, não esperei ter alguma resposta para continuar a correr.

— Hakon!

— Senhor! — pausa. —  Emissáriôôaah! — outra pausa. — De Júpiter!

Seguimos gritando enquanto corríamos separadamente, visando facilitar nosso reencontro. Nisso, tirei uma das alças da mochila das costas para poder buscar por algo que fosse útil, mas essa tarefa se mostrou difícil pela quantidade de itens que Júpiter resolveu deixar ali: praticamente tudo que eu tinha.

Era claro que não adiantaria enfrentar aqueles monstros. Hakon estava fora de condições e, pelo que entendi, uma mísera aproximação com o touro bípede alado era quase como entrar em uma fogueira. Fosse eu ou minhas espadas, o resultado de um ataque direto resultaria em derretimento de pele, carne e osso ou de metal.

Assim sendo, concluí que a melhor opção era fugir. Não era divertido para mim, mas às vezes é preciso ser racional e analisar a infeliz realidade. Eu só precisava do amuleto.

E então bati. Bati em Hakon e rolamos doloridos por conta do encontrão, xingando, gemendo e gritando - esse último foi só eu.

— Pelos deuses, finalmente! — ele afirmou, se levantando. Provavelmente o medo de morrer o deu algum gás para se mexer e até mesmo me ajudar a fazer o mesmo.

Corremos até que o corredor de veículos descartados teve fim. Nos entreolhamos e depois buscamos por alguma saída. A pilha de carros impossibilitava que passássemos por dentro deles, e escalá-los não parecia uma boa alternativa.

— Tenho uma ideia, mas estou fraco...

Depois de tantas idas à enfermaria e ter a líder dos curandeiros de Asclépio como melhor amiga, eu agi instintivamente. Esfreguei uma mão na outra, me concentrando, e fechei os olhos rapidamente. Lembrei-me das instruções de Luna em um antigo treino, no qual ela nos ensinou a manipular nosso próprio chi e transferi-lo para alguém.

O momento era perfeito, mas a falta de prática me fazia ter uma tremedeira sinistra e não obter êxito. A pressão aumentou drasticamente quando o bicho brotou no outro extremo do corredor, bloqueando nossa única saída. E foi aí que o destino sorriu para mim.

Sendo as mãos um dos pontos mais fáceis de se concentrar o chi, eu logo senti um formigamento tomá-las. Sem olhar para o monstro que berrava, toquei a cabeça de Hakon e uma esfera energética invisível foi transferida, recuperando parte dos seus status de imediato.

Sentimos o bafo quente emanado da criatura, porém antes que sua investida tipicamente taurina fosse executada, a realidade ao redor de nós dois foi alterada. Como se estivéssemos dentro de uma privada e alguém desse a descarga: fomos sugados desconfortavelmente e no segundo seguinte aparecemos em um beco deserto.

A viagem excêntrica, como de costume, revirou todo o meu estômago. A pizza e o vinho que jantei com Becka foram para fora de uma só vez, sujando os pés de Hakon cobertos por sandálias bregas de pano e linha dourada. Sua ação reacionária foi bem normal, apesar de agressiva, e eu caí para o lado com o tapa na orelha.

— NOJO! — gritou, buscando no latão de lixo ao lado por algo que pudesse se limpar. — Desnecessário, senhor emissário de Júpiter! Desnecessário!

Demorei um pouco para me recompor, precisando respirar fundo para me acalmar e conter a ânsia de vômito. Quando finalmente o fiz, me levantei e limpei a boca com o dorso das mãos.

— Foi mal, senhor exilado por Odin, mas eu não me dou nada bem com portais, teleportes e o que quer que tenha sido isso.

Para variar um pouco ele me ignorou e, após uma pausa e um longo suspiro, fez a pergunta. — Onde estamos?

— Eu deveria saber?

Hakon saiu do beco bufando e pisando forte. Ri e trotei ao seu encontro, ajustando a mochila mágica em minhas costas. Era estranho estar vivo quando se vê a morte tão próxima. Felizmente, Victoria e Fortuna eram aliadas de Júpiter e talvez tivessem derrubado um pó de pilimpimpim sobre mim no minuto anterior. Do contrário, eu teria sido tostado e enviado diretamente para Plutão.

— Precisamos dar um jeito em você. — informei, analisando seu estado deplorável, e o puxei para longe.

Caminhamos sem rumo por quase uma hora. As ruas mais movimentadas eram evitadas com toda a certeza, porque não queríamos chamar atenção com o sangue do rapaz moreno cobrindo parte do seu corpo e com a roupa esfarrapada e nada comum para os mortais. Quando era impossível não cruzar com pedestres Hakon se encolhia na parede, abaixando o rosto, e eu me expunha com um sorriso forçado.

Um boteco simplório foi a melhor opção que encontramos. Ao invadi-lo, comecei a tagarelar para distrair os três homens presentes, sugerindo música ao vivo depois de pedir uma cerveja bem gelada. Nisso, o filho de Freya escapou para o banheiro e só relaxei quando, pelo canto dos olhos, vi a porta se fechar.

Passados alguns minutos e um terço da garrafa tomada, fugi do papo futebolístico - já que eu sequer sabia como funcionava o esporte - e me encaminhei para o banheiro, onde encontrei um Hakon relativamente limpo e bem mais bonito do que antes.

— Santa água, né não? — brinquei, analisando-o.

— Aquela coisa que você jogou na minha cabeça fez um galo gigante. — de perto, confirmei que não era mentira. Ri, mas segundos depois parei porque a ficha caiu:

— Como eu fiz aquilo?

A expressão modelada no rosto do moço era de evidente julgamento e de desprezo. Eu a entendi, porque geralmente as pessoas têm consciência dos seus atos. Mas isso foi diferente, assim como no último treinamento de Hela, no qual enfrentei um touro de cólquida, e praticamente não sofri com a quentura do minotauro evoluído no ferro velho.

Algo estava mal explicado, isso era nítido. Eu só precisava dar um jeito de resolver o problema chamado Hakon para dar outro jeito de resolver meus próprios problemas. Isso, no entanto, foi posto de lado quando um potente grunhido alcançou nossos ouvidos, cortando bruscamente o momento sem desespero.

— Vai dizer que também não ouviu? — ele perguntou, jogando o amontoado de papel higiênico usado no lixo.

— Impossível não ouvir. — respondi, respirando fundo por já saber do que se tratava. — Quem será dessa vez?

Juntos, abrimos a porta do banheiro e espiamos o lado de fora e nos deparamos com algo pouco amistoso. A parede dianteira do bar havia sido brutalmente derrubada e, enquanto os três civis corriam para o fundo, uma criatura monstruosa dava um alô. Em sincronia, fechamos a porta e corremos até a parede oposta quando um jato eletrizante inundou o estabelecimento, danificando até a madeira da porta do banheiro.

— Lascou. — pensei alto, olhando ao redor. Uma janela pequena configurava nossa única rota de fuga, então não tardei em socá-la para poder usar todo o espaço disponível.

— Gostei. — Hakon comentou, apoiando-se em mim para subir e sair. Usei de minha própria força para fazer o mesmo, caindo do outro lado sobre o moço que acabara de se levantar.

— Eu só queria um monstro que fosse capaz de enfrentar, sabe? — confessei, um pouco triste por conta disso, ao ajudar meu colega a se levantar. Apanhei seu cajado quebrado no chão e o acompanhei pela ruela em que nos encontrávamos, deixando o boteco rapidamente para trás, os ruídos do dragão morto-vivo incessantes.

— E eu só queria provar a Odin que eu não deveria estar aqui. — ele retrucou, ríspido, e acelerou a corrida manca.

Permaneci em silêncio até que o monstrengo nos encontrou outra vez. Ele mergulhou no ar, mas foi incapaz de se aproximar de nós por conta dos prédios próximos uns dos outros. Por falta de opção, rodopiamos em nossos eixos e voltamos pelo caminho recém percorrido.

A falta de noção e o imenso desejo de nos devorar fez o dragão partir para o modo de destruição, danificando o que obstruísse seu caminho até nós, fosse com as patas ou com jatos de eletricidade. Com isso, nos vimos obrigados a correr o mais rápido que conseguíamos e, no fim, desembocar em uma larga praça.

Eu queria ter parado para ler um outdoor de propaganda do Canal Central de Indianápolis, a cidade em que estávamos, mas era difícil não olhar para frente quando um dragão esquelético que cuspia raios estava no seu encalço. Hakon e eu corremos como loucos.

Não era nem um pouco sábio ficarmos expostos assim. Gritei, avisando meu companheiro sobre a antiga estação de trem que estava a alguns metros à nossa frente. Pelo visual parecia abandonada, o que poderia ser um cenário interessante para uma batalha. Desta vez, fugir talvez fosse o maior desafio da noite.

Mas, de soslaio, vi que a parede de tijolos ao lado direito da Union Station se modificou. Ela começou a abrir, exibindo uma claridade característica de fogo, e eu estagnei. O dragão estava perto, mas algo me dizia que o misterioso lugar era místico, dotado de magia.

— Hakon! — chamei-o, e ele também parou. Acompanhando meu olhar, entendeu o que acontecia e agarrou meu braço esquerdo ao começar a se deslocar para a nova rota.

O barulho do monstro cuspindo raio foi ouvido, mas em seguida abafado pelos tijolos que se fecharam atrás de nós. Hakon desmontou aos meus pés, arfante, e eu quase entrei em pânico por não saber bem o que fazer.

— Levanta, vai!

Tentar colocá-lo de pé foi em vão, portanto recorri à técnica ensinada por Luna outra vez. Me concentrei por um momento, reunindo meu chi em minhas mãos que estavam suspensas diante do peito do rapaz, e após a conclusão da ação ele recobrou parcialmente a consciência. Por outro lado, me senti um pouco fragilizado, mas mordi forte o lábio inferior para disfarçar.

Com meu braço esquerdo nas costas de Hakon, passei o seu direito pela minha nuca e segurei sua mão. Desta forma, o ajudei a subir os longos degraus bem iluminados por archotes de bronze nas paredes, nossas respirações desreguladas ecoando pelo curto corredor.

De repente, poucas portas apareceram, mas foi a dupla, exatamente no fim do corredor, que me interessou mais. Ansiando por ajuda que eu desconfiava obter ali, soltei a mão do semideus para pegar suas pernas, carregando-o para facilitar o avanço. Então chegamos a um salão, cujo teto abobadado comportava fileiras de madeira e vitrais em verde e dourado.

O céu noturno e a grande possibilidade de não haver ninguém ali faziam com que praticamente não houvesse iluminação no local, exceto por postes de luz vitorianos alinhados nas paredes. Alguns deles estavam acesos, mas piscavam fraca e assustadoramente, de forma a serem inúteis.

— Alôôô? — projetei minha voz para que ecoasse pelo cômodo, tendo a certeza de que era bem grande.

— Em outros tempos eu teria feito uma entrada triunfante depois que vocês caíssem em uma de minhas armadilhas, mas na atual conjuntura a melhor opção é evitar o caos. — a voz feminina soou grave e bastante séria. Das sombras, uma mulher de cabelos quase ruivos que se encontravam com um vestido composto por muitas camadas de redes apareceu. Seus olhos amendoados e escuros contrastavam com a pele alva, me causando uma espécie de arrepio na espinha. — Quem são vocês?

Engoli em seco, ajeitando Hakon em meu colo por quase tê-lo deixado cair por conta do susto que levei. Retrocedi à medida em que a moça se aproximava, buscando em minha mente algo que pudesse ajudar.

Não encontrei nada.

Abaixei-me para deixar o rapaz no chão e permaneci imóvel depois de tirar a mochila das costas. Eu não tinha ideia de quem a mulher era e, embora sentisse certa necessidade de enfrentá-la em uma luta, não parecia muito sábio.

— Eu sou Romeo, pretor do Acampamento Júpiter, e esse é o Hakon. — minha intenção nesta frase foi tentar intimidá-la, mas consegui o contrário.

— Oh, que maravilha! — ela riu, mas meus músculos tensionaram. — Fazia tempo que eu não via semideuses comuns.

— Me desculpa, — sorri. — mas esse aqui tá longe de ser um semideus comum. — minha constante e sincera simpatia foi desnecessária. Pigarreei e continuei: — Quer dizer… quem é você?

Mais próxima, ela exibiu um largo sorriso, o qual duvidei ser verdadeiro. Mentalmente pedi a Júpiter que não estivéssemos numa fria, ou continuar seria uma missão impossível.

— Eu sou a Dama das Redes. — ela, diferente do infeliz Hakon, não tardou em responder. Entretanto, minha testa franzida indicou falta de conhecimento. — Não? Nada? — e bufou diante do meu movimento negativo de cabeça. — Britomártis! A deusa da caça e das redes de pesca!

— Aaah… — empreguei falsa excitação, fingindo ter me lembrado.

Ela bateu as mãos nas pernas e abaixou a cabeça, respirando profundamente. Percebi sua decepção por eu não reconhecê-la, mas eu deveria?

— Me perdoe, senhorita. Eu nunca fui bom com nomes.

Minha tentativa de contornar a situação se mostrou funcional, pois a mulher ergueu o rosto para mim e esboçou um filete de sorriso. Seu humor foi da água para o vinho e, amistosa, se aproximou mais um pouco.

— Porque tinha um dragonlish atrás de vocês? — ela quis saber, agachando diante de mim. Seus dedos tocavam incessantemente as redes que compunham seu vestido.

— Bom… somos semideuses, né? Mas eu nunca tinha visto um desse antes, nem os monstros que encontramos no ferro velho.

— Ele precisa descansar. — ignorando minha resposta, ela se levantou e começou a caminhar. — A enfermaria fica na segunda porta.

Demorei alguns segundos para processar a informação, mas quando o fiz me apressei para deixar Hakon descansar em paz. Um alívio tremendo se alastrou pelo meu corpo de repente.

— Obrigado por nos receber, Britomártis. — sorri torto, verdadeiramente agradecido.

— Não há de quê. — ela sorriu, mexendo em alguma coisa na estante ao meu lado. — Hã… desculpa. Esse arpão provavelmente te mataria.

Meu rosto se contraiu em uma careta horrorizada. Que tipo de deusa criava armadilhas mortais na própria casa? Inconformado, me levantei e fiquei bem perto de Hakon.

— É por isso que não tem ninguém aqui? Você matou ou espantou todos?

— Na verdade, — ela respirou fundo, transparecendo certa mágoa. — Ártemis me pediu sigilo sobre este lugar. Desde que foi construído por um semideus arquiteto, em 1880, a Estação Intermediária funciona como refúgio para semideuses. Aqui só entra quem é convidado ou quem realmente precisa. O caso de vocês foi diferente: as duas coisas aconteceram. A ideia não era deixar público.

— Estação Intermediária? — foi basicamente o que entendi, e ainda não fazia muito sentido.

— Isso aí. Antigamente vários jovens viviam aqui, mas a ascensão de Nyx contribuiu para que aparecessem cada vez menos.

— Nox. — a corrigi baixinho, inaudivelmente. — E agora, tipo, faliu?

Britomártis riu com o comentário, brincando com o arpão que tinha em mãos.

— Digamos que a crise do mundo mitológico nos atingiu. De qualquer forma, fique à vontade pelo tempo que precisar. — ela disse, indo até a porta. — Preciso encontrar Lady Ártemis e suas Caçadoras, o que exige alguns dia de ausência, então não se preocupe, garoto.

Meu agradecimento foi em vão. Ela desapareceu pelo buraco da porta e meu olhar permaneceu vidrado ali. Agora sim minha mente estava prestes a explodir.

— Pelo amor dos deuses… — cobri o rosto com as mãos, confuso e cansado.

— Me esqueci de uma coisa. — a voz da deusa me assustou outra vez. Apoiada na porta, ela trazia um sorrisinho maroto. — Sugiro que, hã, vocês não usem os sofás do saguão. Nem o fogão, o microondas e a máquina de lavar roupas.

Assenti, tendo a certeza de que todos os lugares citados continham armadilhas. Por precaução, eu olharia tudo antes de fazer alguém coisa.

— Ah, os vasos sanitários também! — felizmente ela se lembrou, e então se foi de vez.

Expirei ao me virar para Hakon. Os minutos seguintes foram gastos em uma longa e desnecessária análise. Eu precisava reportar a Júpiter tudo o que acontecera, mas precisava de mais algumas respostas antes.

— Emissário de Júpiter. — entoei minha voz mais grave, tentando parecer a do semideus, e acertei um tapa em sua cara descontar o desespero e a raiva que ele me fez passar nas últimas horas. — Eu mereço.

Pedido:
Esta CCFY tem dois objetivos. O primeiro deles é introduzir a personagem na mitologia nórdica, e para isso usei o filho de Freya chamado Hakon. Algum tempo atrás eu perguntei (acho que foi para o Esculápio) se eu poderia usar um NPC forte e diferente e, com resposta positiva, foi o que fiz.

O segundo é mais específico. Sei que muitos players ainda não conhecem as Provações de Apolo, mas eu sim. No segundo livro da saga a Estação Intermediária foi apresentada, e pelo que vi aqui ela serviria como base para os renegados, embora o tópico esteja bloqueado. Eu acho isso um pouco incoerente e já vou dizer o porquê:

Como o tio Rick retrata, a Estação Intermediária foi criada por um semideus para servir de refúgio a outros semideuses - tanto aqueles que ainda não sabem sua origem divina quanto aqueles que precisam fazer uma parada para descansar durante uma longa viagem. “Renegado” significa alguém que negou sua verdade (o que no caso podemos entender como a vida em um dos acampamentos) para viver fora dele, e também pode ser alguém expulso. Ambos os casos não se aplicam a Estação Intermediária, e por isso eu peço que não a usem como sede do grupo e que me deixem abusar dela.

Concordando comigo, aí vem o desejo: eu gostaria que um outro subfórum (acho que é assim que fala) fosse criado junto aos acampamentos. Diferente da saga, a Estação poderia ser divulgada para todos e não haveria problema em ter semideuses por ali, embora o sistema seja diferente e bem mais simples (como a ausência de instrutores, por exemplo) do que dos acampamentos.

Como eu não sei bem como o fórum anda em relação aos livros, eu só considerei a deusa Britomártis como dona da Estação, sem a Emmie e a Jo como moradoras/cuidadoras/líderes. Então, seguindo essa linha, como foi o Romeo que chegou lá, o grande pedido é deixá-lo comandar o lugar.

Eu me disponibilizo para criar as descrições dos lugares, obviamente postar em on para conhecer e entender a beleza que a Estação é e, num futuro próximo (amém!) até aprimorar o sistema de defesa, já que a inserção da personagem na mitologia nórdica tem como maior objetivo desbloquear o legado de Vulcano.

Então é isso! Pensem com carinho, pufavo e opricata! <3

FPA:

habilidades passivas:
Belona

Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 10
Nome do poder: Força superior
Descrição: Os filhos de Belona são mais fortes do que a maioria dos campistas, podendo aguentar grandes cargas em suas costas sem alterar sua postura ou desempenho. Podem carregar até 3 sacos de farinha sobre os ombros, ou até mesmo uma pessoa em suas costas por uma longa distância, sem alterar seu desempenho físico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força.
Dano: +5% de dano caso usem para atacar alguém.

Nível 20
Nome do poder: Corpo Guerreiro II
Descrição: Seu corpo desenvolveu-se e tornou-se ainda mais pronto para a batalhas de longa duração. O metabolismo evoluiu e a fisiologia do semideus filho de Belona foi potencializada. A resistência corporal tornou-se melhor ainda, assim como a imunologia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em resistência corporal, +40% de imunidade a infecções, venenos e doenças corriqueiras como viroses.

Nível 25
Nome do poder: Força Interna
Descrição: A prole da deusa da fúria em guerra detém uma força interna que se transforma em força física. Com isso, o impacto dos seus golpes físicos passa a ter uma taxa de dano maior, além de ser capaz de levantar uma quantidade de peso muito maior do que um humano comum.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em danos físicos, capacidade de erguer até 150kg com facilidade e amassar metais comuns (resistência sigma).

Nível 45
Nome do poder: Hipercinesia III
Descrição: Esse é o momento em que mente e corpo encontra-se em completa sintonia. Você não apenas pensa e age, mas como pode fazer os dois ao mesmo tempo. A leitura do ambiente torna-se perfeita, permitindo assim o combo de muitas outras habilidades ativas com a sua capacidade hipercinética. Sua mente e corpo tornam-se a sua maior e principal arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% em equilíbrio, coordenação motora e reflexos
Dano: Nenhum

Nível 50
Nome do poder: Ignorar a dor II
Descrição: Parar de combater por causa de seus machucados não faz parte dos planos do semideus filho de Belona. Ignorar a dor provocada nos combates tornou-se ainda mais fácil e corriqueiro, permitindo assim o seu desenvolvimento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Bônus: Podem ignorar a dor de queimaduras de grau médio, desde que não sejam em grande escala de estrago, luxações, câimbras, fraturas em dedos e etc. Apesar de serem afetados, e sentirem dor, conseguem continuar lutando. Fraturas em braços, pernas, costelas e outros membros não entram nesse poder.
Dano: Nenhum

Nível 70
Nome do poder: Aprendizagem de Batalha II
Descrição: Sua observação e percepção de batalha cresceram e se desenvolveram. Agora atingir o semideus filho de Belona com o mesmo ataque tornou-se ainda mais complicado e difícil.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +80% de chance de bloquear ou esquivar do mesmo golpe que já tenha recebido ou presenciado a execução.
Dano: Nenhum

Vulcano (Legado)

Nível 2
Nome do poder: Resistencia ao Fogo I
Descrição: O semideus tem certa resistência ao fogo comum, não sendo afetado por ele como os demais campistas. Por trabalhar e mexer com fogo, esse passa a não o incomoda com a mesma intensidade com que causa dano em outros semideuses. Apesar de sofrerem danos, podem chegar a sair ilesos de coisas simples, como a queimadura de uma tocha, ou fosforo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Ataques relacionados a fogo, ou o fogo em si (comum), é 50% menos efetivo contra filhos de Hefesto/Vulcano. O dano para ele será 50% menor do que para outros semideuses.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Pensamentos Velozes
Descrição: Os filhos de Hefesto/Vulcano possuem uma capacidade de analisarem rapidamente a situação em que se encontram e criarem uma estratégia param se safarem dela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganham um turno para conseguirem agilizar mecanismos e armadilhas, e assim, criarem algo para ganhar vantagem perante a batalha.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Força I
Descrição: O filho de Hefesto/Vulcano é mais forte que um semideus comum, podendo inclusive ser comparado a Ares/Vulcano, ou se igualar a eles nos primeiros anos de treinamento – os filhos de Ares/Marte ainda podem supera-los na força – e isso tudo devido ao trabalho continuo nas forjas. Os meninos geralmente ganham músculos avantajados, e mesmo que não o tenham, sua força ainda é superior, as meninas idem, mesmo sem os músculos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força.
Dano: +5% de dano em golpes físicos relacionados pelo semideus, ou que exijam a forja avantajada.

habilidade ativa:
Vulcano (Legado)

Nível 5
Nome do poder: Magnetismo I
Descrição: É a habilidade que permite aos filhos de Hefesto/Vulcano, controlarem o magnetismo. Nesse nível, ainda não são tão desenvolvidos, mas podem fazer pequenos metais que forem atirados em sua direção, mudar o curso, ou até mesmo voltar-se contra aquele que o lançou.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Só funciona com objetos relativamente pequenos, como porcas e parafusos, ou objetos de até 20kg. O dano será a critério do narrador, e da forma com que o poder foi utilizado.

habilidades aprendidas:
Ás da Espionagem
Descrição: O semideus é capaz de se disfarçar e se infiltrar em um local inimigo sem ser percebido, movendo-se com discrição pelo ambiente para que não seja notado e cumpra seus objetivos naquele local com poucas chances de ser descoberto.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +20% controle corporal, manipulação e raciocínio. O semideus tem 60% de chance de não ser notado no campo inimigo.
Dano: Nenhum.

Conhecimento
Descrição: Estudar sobre o tártaro e seus habitantes deu ao semideus uma vantagem. Ele agora conhece as técnicas e pontos fracos dos monstros sombrios e terá vantagem sobre eles, pois detém conhecimento de movimentos, aparições, estilo de combate, estrutura física e poderes utilizados por esse. O semideus possui vantagem ao lutar contra criaturas sombrias.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 50% de vantagem ao lutar contra criaturas sombrias.
Dano: Nenhum
Extra: Só funciona em monstros.


Controle melhorado
Descrição: É a habilidade que permite ao semideus ter certo controle sobre si mesmo. Isso faz com que ele seja capaz de diminuir as batidas de seu coração, respirar de uma maneira mais calma e não demonstrar tanto medo quanto deveria. Esse controle faz com que as reações naturais que temos quando estamos nervosos, ou com medo – seja transpirar mais aumentando os odores do corpo, fazer suas batidas ficarem mais rápidas, a voz tremula e a respiração rápida – sejam controladas com um pouco de calma, o tornando mais firme em relação a si mesma. Esse tipo de reação faz com que monstros identifiquem semideuses com mais facilidade, e ter controle sobre elas também o torna um ágil gatuno na hora de escapar, atacar ou pegar seus inimigos de surpresa.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +60% de controle sobre reações desencadeadas por nervosismo ou medo. O semideus também se torna mais silencioso, seus passos ficam mais controlados o que o impede de ser detectado diretamente por inimigos sem audição aguçada.
Dano: Nenhum
Extra: Os bônus e o controle dados por essa habilidade não garantem imunidade contra poderes desencadeados por fatores externos (como criação de medo e descontrole, e até mesmo a audição aguçada). O personagem ainda pode ser encontrado por outras maneiras ou ter descontrole do corpo por ativas relacionadas a habilidades de outros personagens.

Gatuno Perfeito
Descrição: É a habilidade que permite ao semideus se camuflar e não fazer barulho, podendo assim não apenas conseguir informações mais facilmente como também criar armadilhas ou instalar armadilhas de uma maneira quase perfeita. Dessa forma o semideus aprende a controlar o ruído dos passos, tornando-se mais silencioso, também saberá encontrar esconderijos e descobrir o momento certo de atacar.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +20% de furtividade. +30% de chance de não provocar ruídos ao andar.
Dano: Nenhum

Introdução ao Wushu
Descrição: O semideus que possui essa habilidade iniciou o caminho das artes marciais chinesas, o Wushu. Também conhecido como Kung Fu, esse é um estilo de luta com várias ramificações e escolas. Ao participar da aula inicial, o semideus agora possui uma base sobre esse tipo de combate, adquirindo mais força, condicionamento físico e postura para aprender as próximas aulas específicas.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de força, +30% de resistência física
Extra: Há uma melhora na postura corporal do aluno, tornando difícil derrubá-lo com golpes diretos quando em postura de combate.

Mantra do Chi
Descrição: A energia do Chi é considerada a energia curativa de todo e qualquer ser humano divino ou não. Portanto uma vez que o semideus se concentra em sua energia vital, a canalizando e passado, através de uma bola invisível de energia, para o outro indivíduo, o ajuda a se recuperar de ferimentos razoáveis como cortes superficiais e hematomas. Serve como um poder de emergência para uma situação em que um aliado se fere em batalha, e precisa continuar lutando para permanecer do seu lado
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% do HP e MP da pessoa que recebe a energia.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Muay Thai
Descrição: O Muay Thai é uma arte marcial de origem Tailandesa conhecida como Thai Boxe ou Boxe Tailandês e revela um método de combate corpo a corpo (full contact) muito agressivo. É conhecido mundialmente como “a arte das oito armas”, pois caracteriza-se pelo uso combinado da técnica e da força dos membros do corpo humano, nomeadamente: os dois punhos; os dois cotovelos; as duas canelas das pernas e os dois joelhos. O semideus que participou dessa aula tem conhecimento sobre o muay thai, podendo usar de suas técnicas para golpear o seu adversário, principalmente ao usar os cotovelos e os joelhos para atingir o inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +25 de dano ao usar cotovelos e joelhos no golpe; +30% força, agilidade e flexibilidade.
Extra: Nenhum

Perícia Corporal I
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a agilidade, a esquiva e o reflexo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em agilidade, esquiva e reflexo.
Dano: Nenhum

Pranayama
Descrição: Inspire; expire; respire; aspire; não pire. Com o aprendizado sobre a prática do Pranayama, o semideus sabe a forma mais proveitosa de respirar e beneficiar o corpo com a distribuição correta do oxigênio. Isso o ajuda a controlar a sua energia vital adequadamente, ajudando-o a encontrar o equilíbrio entre seu corpo e sua mente. Com isso, consegue manter-se tranquilo diante de situações adversas e isso melhora seu controle corporal durante atividades físicas.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% concentração, percepção e destreza corporal.
Dano: Nenhum
Extra: O semideus tem mais chances de manter o controle emocional diante de situações adversas.

Prática de Asanas
Descrição: O corpo é tão jovem quanto flexível. Exercícios de yoga enfatizam a saúde da coluna vertebral, a sua força, equilíbrio e flexibilidade. A prática dos Asanas (exercícios de Yoga) aumenta esses três atributos do semideus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em equilíbrio e flexibilidade.
Extra: + 10% em Força.

Taekwondo II
Descrição: O taekwondo é uma arte marcial milenar da Coreia. Em coreano a palavra taekwondo possui o seguinte significado: caminho dos pés e das mãos através da mente. Após assistir a aula de combate, o aluno agora possui noções básicas e sabe melhor do que ninguém aplicar chutes referentes ao taekwondo. Agora o semideus que possui essa habilidade conhece técnicas mais complexas de combate que envolvem chutes.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +35 de dano em chutes; +40% equilíbrio, agilidade e flexibilidade.
Extra: +70% de chance de sucesso em um salto e no pouso

Vantomonstro I
Descrição: Aprender na pratica os movimentos do inimigo sempre trás algumas vantagens, porque aprendemos a descobrir o estilo, os movimentos repetidos, os pontos de desvantagem e os pontos fortes do inimigo. Esse conhecimento permite saber a maneira mais correta de atacar, as desvantagens e as vantagens que o semideus possui contra o monstro que está enfrentando. Muitos deles são semelhantes a criaturas comuns, como repteis em gerais, aves e até mesmo felinos. Isso faz com que um padrão entre eles seja estabelecido e essa vantagem, ao ser aprendida, também permite maiores chances de vitória em relação ao semideus e seu inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de força, velocidade e esquiva ao lutar contra monstros.
Dano: Nenhum
Extra: Só funciona com monstros.

Vigor Egrégio
Descrição: Após árduos treinos onde seu condicionamento físico foi elevado e testado além do limite, o semideus passou a desenvolver uma resistência mais notável. Golpes desarmados mal o afetam e condicionamentos ruins são suavizados. Dores simples são facilmente ignoradas por ele também.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: 15% no atributo constituição.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

habilidade UNR:
Cinesiologia
Descrição: A palavra Cinesiologia vem do grego, kinesis significa movimento, sendo assim cinesiologia é a ciência que estudo o movimento. No caso da área da saúde a cinesiologia aplicada vem para estudar os movimentos humanos. Quando falamos em movimento humano estamos falando de músculos. Através da contração muscular e das estruturas articulares que nosso corpo se movimenta. Portanto, para entender e estudar cinesiologia humana é necessário entender o funcionamento de músculos e articulações.
Gasto de Mp: 30MP por análise do movimento do corpo, totalizando 60MP.
Bônus: +10% em atributos corporais (passiva). Duas vezes por missão, poderá ativar a análise do movimento do corpo do inimigo, podendo predizer um movimento corporal do mesmo em poucos segundos.

tatuagens:
IPeper | Percepção | De traço fino, o simples olho conta somente com uma pupila enegrecida e centralizada. | Aumenta a percepção do semideus em +30%, aumentando as chances de descobrir algo ou alguma coisa, além de reduzir as chances de ser enganado por meio de palavras, rastros e pistas forjadas, entre outras coisas. Além disso, ele fica mais habilidoso quando está procurando por algo ou alguma coisa, e as chances de encontrar rastros, pistas ou coisas deixadas, também se torna maior.| Parte interna do calcanhar direito. | Marca pequena. | Permanente.

Infinite Power | Atributos | Tatuagem pequena na lateral do dedo mindinho da mão dominante do semideus. Forma o símbolo do infinito em cores diversas, que mudam conforme o humor do seu portador sempre que este entra em combate, ativando seu efeito automaticamente. | Aumenta todos os atributos que o semideus já possui em +10%. | Lateral do dedo mindinho. | Marca pequena. | Permanente.

Tatuagem SPQR [ Tatuagem de coloração negra feita na parte inferior do antebraço direito. Possui o desenho de uma tocha cruzada com uma espada, seguido abaixo pelas letras SPQR, um risco para cada ano servindo a Legião e escrito 5ª Coorte. Uma vez por missão/evento, os poderes relacionados a agilidade e/ou esquiva/defesa proferidos pelo semideus membro da 5ª Coorte, passam a ter 5% a mais de efetividade durante três turnos.]

Romeo Bernocchi
Romeo Bernocchi
Pretores
Pretores

Idade : 22
Localização : Acampamento Júpiter

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Contingências {Trama pessoal} Empty Re: Contingências {Trama pessoal}

Mensagem por Esculápio em Dom Dez 09, 2018 6:16 pm


Avaliação  


Método de avaliação
Realidade de postagem, coerência – 50%
Escrita, fluidez, gramática – 20%
Estratégia e desafio– 30%
Recompensa: 20.000 exp e dracmas

Realidade de postagem, coerência – 47%
Escrita, fluidez, gramática – 20%
Estratégia e desafio– 30%

Recompensa final: 19.400 exp e dracmas
Recompensa com bônus UNR: 30% de exp -> + 5820 = 25.220 || 50% dracmas -> + 9700 = 29.100

Comentário:
Comentário: Eu não posso negar o quanto eu me divertir lendo sua CCFY. Ela foi bastante fluida, mesmo com a sequência tão grande de movimentos e ação. Porém, sr. emissário de Júpiter, tenho algumas considerações pequenas a fazer. A primeira é sobre a Estação Intermediária. De fato ela faz parte da nova fase do universo do Riordan, porém ainda não foi introduzida aqui no RPG. Por não ser algo de conhecimento geral, é importante que você explique o máximo possível sobre a questão, seja em sua narrativa ou em notas finais. O segundo ponto é que esse contexto da estação já foi explorado, mesmo que de maneira breve, por outros jogadores, então tive de fazer algumas adaptações ao seu texto para não quebrar a coerência nos contextos apresentado por você e outros players. Ao lidar com informações extra, procure pela staff para ter uma noção se alguém já abordou o assunto anteriormente ou não, não é uma regra, mas irá ajudá-lo a construir um enredo muito coerente e bacana.


CONCLUSÃO

O local é protegido pela deusa das redes, mas também por guardiãs, como já foi abordado por outros jogadores. Para não entrar em conflito de contextos, resolvi deixar as coisas da seguinte forma:

• Com a aproximação da guerra, os semideuses estavam se preparando para batalhar e defender locais estratégicos também no mundo humano, não apenas nos acampamentos. Basicamente, os NPCs lembrariam mais do que aconteceu em NY e SF meses atrás.

• Devido a essas preparações, a Estação estará praticamente vazia, que é o momento em que Romeo e Hakon chegam.

• A deusa das redes precisou cumprir um chamado de Artémis e, por causa disso, responsabilizou Romeo a olhar pelo local.

Consequência: Romeo não poderá sair do local até que faça uma nova CCFY entregando o posto para uma das líderes ou a deusa em si. Por uma semana off (a partir da data de postagem de sua missão), não poderá postar fora do contexto da estação intermediária, sendo este o período mínimo para uma nova CCFY.

• O local da estação intermediária, devido as preparações para a guerra, só poderá ser construído depois do evento. Por conta disso, será permitido que Romeo crie um tópico na categoria do EUA com o título: Explorando a Estação Intermediária, para descobrir sobre o local de maneira informal ou como CCFY.

• Enfatizando que, para poder postar em outro local, é necessário passar a responsabilidade para outra pessoa/criatura/divindade.



Esculápio
Esculápio
Deuses Menores
Deuses Menores


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Mensagem por Romeo Bernocchi em Sex Dez 21, 2018 12:23 pm

o emissário de júpiter

[Esta CCFY é sequência/complemento dos posts realizados aqui.]

Otto e eu brotamos em uma sombra em um beco aleatório em Manhattan, como desejado. Tendo deixado Emmie e Hakon na Estação Intermediária, eu precisava urgentemente ir atrás de Júpiter para relatar o que descobri e em seguida voltar para o acampamento, uma vez que a ausência de um dos pretores na iminência da guerra contra Nox não significava boa coisa.

— Calmaí. — falei, pressionando o tronco do cão infernal com meus calcanhares. Puxei a mochila sem fundo para frente e a abri, partindo em busca de um item bastante interessante e útil: o smartphone divino. — Só preciso saber exatamente onde fica o Olimpo.

Apesar da dificuldade causada pela falta de prática, consegui localizar o local desejado através de um aplicativo do aparelho. A voz feminina e robótica que emitiu dele assim que cliquei em “iniciar trajeto” me fez soltar um gritinho por conta do susto e emendar em seu fim um riso frouxo e esganiçado.

— Ok, Otto, eu não sei o que as pessoas normais verão comigo montado em você…  — escorreguei para o chão ao pensar alto, refletindo sobre me importar ou não com o fato.  — Ah, não tem problema.  — gesticulei para que a criatura se abaixasse e, assim, eu pudesse voltar ao seu dorso.  — ‘Simbora!

O cão gigante partiu em uma corrida acelerada quando pressionei seus flancos com os calcanhares outra vez. Inclinado para frente, eu abusava de uma técnica ensinada por Elena para guiar o animal por meio de gestos, seguindo o que o GPS no celular mandava. Diferente da vez em que encontrei Abramov para ir à festa de aniversário de Bella, eu não me perdi; conseguimos, porém, andar cerca de dois quilômetros até sermos interrompidos.

Eu ficaria feliz se fosse um guarda de trânsito que estivesse desgostoso perante a velocidade com a qual Otto se deslocava, pelos sinais vermelhos ultrapassados ou pelos automóveis danificados que estavam no caminho, mas claramente não se tratou disso. A saraivada de espinhos que rasgou o ar em nossa direção foi evitada somente porque minha mascote, agora mais experiente do que nunca, a antecipou.

Voei por cima de um carro até a calçada como um saco de batatas, mas minhas atribuições físicas me pouparam de danos. Otto, por outro lado, se chocou contra dito carro, o destruiu e gemeu alto. No chão, ergui o olhar curioso, buscando pelo autor do repentino ataque. A princípio nada vi, mas conhecendo o mundo em que vivia não tardei em buscar Ira na mochila, devolvendo-a às costas em seguida, e tirar Disparate do bolso, pressionando a roldana para fazê-la assumir sua forma real.

— Saiam daqui! — gritei para os transeuntes, batendo uma espada na outra. Algo me dizia que eles realmente viam as armas, portanto era uma questão de segundos até que a polícia aparecesse.  

Alcancei Otto em poucos passos e suspirei, aliviado, ao constatar seu bem estar. Tocando-o com os punhos das espadas, estimulei-o a se levantar. Precisávamos sair dali o mais rápido possível, ou entraríamos para a lista dos semideuses procurados pelo governo norte americano.

— Rápido, Otto!  — corri de volta para a calçada ao me dar conta de que o smartphone estava por ali, e foi aí que paralisei.

— Você não conseguirá fugir, semideus. Desista! — a voz grave possivelmente feminina fez um arrepio percorrer toda a minha espinha. Com o celular na mão, eu tinha certeza de que não era o aplicativo que mostrava as rotas para os locais mitológicos conhecidos me indicando uma nova rota.

Então me virei lentamente, trincando os dentes por já saber o que estava me esperando. Confirmando minha suspeita, o cão infernal estava inclinado sobre suas patas dianteiras, exibindo suas presas afiadíssimas e lambuzadas de baba. Seguindo a rua, a mais ou menos uns doze metros de nós, uma criatura bizarra parecia sorrir, mostrando uma coleção de dentes grandes, irregulares e também pontudos.

A feição era humana, mas o corpo se assemelhava ao de um leão, exceto pela cauda negra típica de um escorpião. Até onde eu me lembrava, era uma terrivelmente perigosa mantícora. E, mesmo estando lascado, ousei bufar e me manifestar:

— Sério? — gritei. — Você não tem outro semideus pra atazanar não? Eu tenho mais o que fazer!

Me arrependi assim que terminei a frase.

Felizmente, a atenção e as habilidades de Otto me salvaram. Ele saltou contra mim, empurrando-me diretamente para a pequena sombra às minhas costas, gerada pelo toldo de um estabelecimento qualquer. Mergulhando nas sombras, a segunda leva de espinhos não nos acertou.

Mas dei outra chance para o monstro conseguir. Tínhamos ressurgido a uma quadra e meia à frente e, pelo baita susto, gritei de novo. Desta vez, porém, não esperei para olhar ou conversar. Posicionei-me sobre a mascote e ela começou a correr, a fim de fugir tanto do inimigo quanto das sirenes da polícia que a cada segundo ficavam mais altas.

Olhar para trás foi triste. A mancha escura que destroçava o que quer que estivesse em seu caminho estava em nosso encalço. Para variar um pouco, um plano bem bolado às pressas seria a saída perfeita, mas eu não funcionava assim. O improviso era meu melhor amigo. — Precisamos despistá-la, Otto! Direita!

O cachorrão seguiu a ordem e, pela velocidade, eu quase fui arremessado outra vez. Por sorte, mesmo com as espadas em mãos, eu consegui jogar meu corpo para o lado oposto à curva e segurar nos pelos dele, evitando, assim, a queda. Seguimos, portanto, na corrida pela cidade, quebrando esquinas quando dava na telha para tentar fugir do monstro.

Não sei bem o tempo que ficamos nessa. O que sei foi que, em um determinado ponto, paramos. Fomos obrigados a parar, na verdade, porque o caos já estava instaurado e a luz solar não era tão agradável ao Otto. Em silêncio, esperamos algum sinal da mantícora, mas a imensidão de ruídos tornava essa tarefa bastante difícil.

— Precisamos chegar no Olimpo logo. — comentei, devolvendo Disparate ao bolso do short para poder manusear o celular moderno. Era necessário olhar as coordenadas porque Manhattan era completamente desconhecida para mim, então quem diria para Otto. Viajar pelas sombras, além de cansá-lo mais, seria impossível por não termos ciência exata do nosso destino.

— Vai dar certo, eu prometo. — acariciei o focinho do animal, a fim de confortá-lo. Eu detestava pô-lo em situações assim, porque mesmo que ele gostasse da bagunça, o risco de morte era real. — Não estamos tão longe assim.

De olho no celular, não reparei na silhueta surgindo na entrada do beco em que nos encontrávamos nem na reação instintiva da minha mascote. De acordo com o GPS, o Olimpo estava a exatos cinco quarteirões.

— Ai, merda! — gritei, quase deixando o aparelho cair de novo, ao notar a presença do bicho horroroso. Aí me lembrei que meu delicioso cheiro de semideus impossibilitava uma fuga. Não tendo a proteção da Estação Intermediária como da última vez, teríamos de lutar e consequentemente fazer Júpiter esperar um pouco mais por explicações.

— Eu avisei que seria impossível fugir de mim. — sua voz ecoou no beco relativamente escuro, aumentando meus arrepios.

— Olha, senhora mantícora, eu realmente preciso fazer uma coisinha. — embora a lábia não fosse meu maior artifício, ganhar alguns segundos com ela seria suficiente. Neles, aproveitando a curtíssima distância entre as paredes, eu simulei um tropeço acompanhado por um gemido e me apoiei na da direita.

— E o que seria mais importante do que me alimentar? — ela retrucou, avançando em passos lentos e bem calculados, sua cauda de escorpião pronta para atacar.

— Honestamente, bastante coisa. Mas o caso é que preciso encontrar o patrão. — neste momento, meu toque havia sido exitoso na transferência de energia cinética para a parede, cobrindo uma boa área com uma sutil e fosca aura escarlate. A iluminação confusa do ambiente mascarou isso, ou simplesmente o monstro não notou.

O rosnado de Otto crescia à medida com que a mantícora avançava, mas ele sequer se mexia por respeito e submissão a mim. De volta ao seu lado, com o braço esquerdo abraçando sua pata frontal direita, eu sustentei a falsa plenitude e, por conseguinte, o pet continuou imóvel.

— Você quer morrer antes ou depois do seu cachorrinho, garoto? — eu já estava farto de ver os dentes sinistros do bicho, mas ele insistia em se aproximar lentamente. Recuamos em um ritmo menor, porque eu precisava estar próximo da parede para colocar em prática o meu plano, e isso fez com que a distância entre nós fosse cada vez menor.

Vez ou outra meu coração descompassou, até que o momento certo chegou. Meus ouvidos não captaram os últimos dizeres da besta, mas meus olhos acompanharam seu salto em nossa direção. Ao mesmo tempo em que chutei um saco de lixo contra a parede energizada, gritei o mais rápido e alto que pude “Mergulhar!”, a clara ordem para Otto nos fazer desaparecer em meio as sombras ali existentes.

Ressurgimos no mesmo ponto em que chegamos na cidade, a uma boa distância do Olimpo. Pelo menos por agora estávamos livres da mantícora. Minha primeira tentativa de montar na mascote foi falha por uma razão ignota. Na segunda, senti meu corpo fraquejar um pouco, mas, com ajuda da criatura, consegui.

— Ahm… Otto… — falei meio mole, com a visão ligeiramente turva e começando a sentir meu sangue mais denso do que o normal, o que aparentemente dificultava sua circulação. Isso, no entanto, foi gradativo. Ainda fui capaz de devolver a espada à mochila mágica e dar o rumo inicial à montaria, retomando o trajeto ao encontro do rei dos deuses.

Perdi a consciência antes de perceber que dois espinhos do monstro estavam cravados no início do meu traseiro.

-x-

— Garoto? — a voz de Júpiter ribombou em meu cérebro. Minha resposta foi unicamente um gemido. — Como você está se sentindo?

Minhas primeiras palavras saíram enroladas, o que me fez rir sozinho. Quando me dei conta de minha companhia, me recompus, exibindo um semblante sério ao mesmo tempo em que endireitei a coluna, sentado. O movimento, apesar de simples, me fez sentir um incômodo nos pontos em que fui ferido, então me contorci para massageá-los.

— A mantícora te acertou com dois espinhos, por isso você apagou.

Fiz que sim com a cabeça, esforçando-me para lembrar da fuga quase falha.

— Cadê o Otto? — perguntei quando me dei conta de que o cão infernal não estava por ali. Meu tom de voz claramente mostrava desespero.

— Ele está bem, andando por aí enquanto te espera.

— Obrigado, senhor. — e suspirei, aliviado. Se Júpiter não tivesse interferido eu poderia ter tido um final infeliz.

— Não agradeça a mim, Romeo, agradeça a sua mãe. Foi ela quem o viu por perto e me pediu para trazê-lo em segurança até aqui.

— Então isso aqui é o Olimpo? Eu esperava um pouco mais de luxo, sabe… — questionei, surpreso, porque o terraço do Empire States não parecia nada com o que eu imaginava ser o lar dos deuses.

— Quase isso. — ele abanou a mão destra depois de ajeitar o paletó cinzento. A ausência de uma gravata me fez sentir menos intimidado pela divindade. — O que você descobriu?

— Bom… — suspirei, apoiando-me na parede atrás de mim para ficar de pé. — Aquela força misteriosa se chama Hakon. Ele é um semideus nórdico, filho da deusa Freya. Ele foi traído por um tal de Oskar e Odin o exilou e quebrou seu cajado. Midgard, que é como eles chamam o nosso mundo, é só um dos nove deles e acho que o mais fraco, ruim ou sem graça, — a expressão de Júpiter me dizia que ele já sabia disso. — mas acho que você já sabe, né.

— Fique de olho nele, está bem?

— Sim, senhor. Ele está com Emmie, uma das moradoras da Estação Intermediária, e eu voltarei lá assim que passar no acampamento. Preciso me atualizar dos acontecimentos.

— Ah, você não soube? — a surpresa estava nítida na fala. — A guerra começou. Dois portais já foram abertos para o Tártaro e vários semideuses já estão lá.

— QUÊ? — gritei, mas aí percebi que devia me comportar. — Quer dizer… quê?

— Você precisa se apressar, herói, para ajudar seus amigos e, mais uma vez, a mim.

— Sim! Eu preciso ir! — minha respiração ofegante denunciava minha preocupação e ânsia por ir logo, mas eu precisava escutar um obrigado do deus.

— Honre o seu, o meu e o nome de sua mãe, Romeo Bernocchi! — ao fim da frase, o corpo do homem foi desmaterializado, originando um clarão tão forte que tive de cobrir os olhos com os braços.

Após a saída triunfal, eu bufei, levanto o olhar para o céu azul. Desapontado, gritei: — Um obrigado seria legal!

E então a ficha caiu. A essa hora eu já deveria estar no Tártaro, não gritando para o alto em busca de um obrigado que dificilmente viria. Ajeitei a mochila em minhas costas e corri para a escada, gritando por Otto loucamente.

Apenas quando cheguei no térreo foi que o cachorrão apareceu, todo molhado e alegre, na calçada. Era impossível não sorrir ao vê-lo.

— Precisamos ir embora agora. O Acampamento Meio-Sangue é bem mais perto, então você vai se cansar menos. De lá pegamos um portal para o Júpiter ou direto para o palácio de Nox.

Corremos por duas quadras até encontrarmos um beco relativamente escuro, cuja precária escuridão servia perfeitamente para nos transportar até o novo destino. Assim sendo, sentado nas costas da criatura infernal, fui engolido pelas sombras.

obs:
Como dito inicialmente, esta CCFY é uma sequência direta dos posts aqui presentes. Era preciso postar para concluir o episódio e liberar a personagem para ir à guerra.

FPA:

itens mencionados:
• Disparate [A espada bastarda é composta por misteriosos materiais místicos de tons escuros e sombrios, ostentando um aspecto ligeiramente esfumaçado. 1,20m é sua extensão completa, possibilitando o manejo com uma ou duas mãos. O guarda-mão apresenta delicados entalhes que exibem, numa nuance escarlate, a frase "μανία του πολέμου". | Efeito 1: O corte da lamina pode provocar hemorragia contínua, de forma que, durante três turnos, o inimigo do semideus continuará perdendo +20 HP. | Efeito 2: O armamento do semideus será capaz de sugar - através de um corte - parte do MP do adversário de seu portador e converte-lo para si. Dessa forma, 30% do MP do adversário do semideus ao ser cortado com essa arma será roubado e convertido ao portador do armamento. Essa habilidade poderá ser usada uma única vez por luta, evento ou missão, se a pessoa que for atingida por essa arma tiver um MP superior à do usuário que empunha a arma, o MP deste fica cheio, mas não aumenta. | Efeito 3: Transforma-se num Zippo enegrecido com um desenho dourado fosco de uma tocha cruzada com uma espada. | Material semidivino indetectável | Rubi Imperial: Uma gema vermelha e brilhante que se encaixa perfeitamente a arma escolhida, aumentando seu dano. Adiciona 40 de dano a arma. | Rubi Imperial: Uma gema vermelha e brilhante que se encaixa perfeitamente a arma escolhida, aumentando seu dano. Adiciona 40 de dano a arma. | Onix Imperial: Uma redonda totalmente negra sem nenhum tipo de desenho. É uma pedra bastante discreta. Causa dano baseado na vida do oponente, aumentando em 15%. Esse efeito dura apenas dois turnos e precisa de outros quatro turnos de espera para recarregar. | Alfa Prime | Status: 100%, sem danos | Necessário possuir nível 22 para domínio completo desse armamento | Lendária | Dano base de 120 (para humanos, monstros e semideuses) | Evento de Natal 2017]

• Ira [A lâmina de ferro estígio desta espada bastarda de gume duplo possui cerca de 10cm de largura e 1,1m de comprimento, possibilitando o manejo tanto com uma quanto com duas mãos. O guarda-mão é composto pelo mesmo material e sua extensão - outros 10cm - é totalmente revestida por couro, contribuindo para o conforto do usuário. | Efeito 1: A arma se alimenta do HP de quem atinge e armazena sua essência, passando-a para o seu portador por dois turnos, ou seja, durante este período 50% do HP das vítimas atingidas por essa arma será transferido para o dono dela. Caso ele precise, o HP furtado lhe curará. | Efeito 2: Retorna para o proprietário após 2 turnos ou 5 minutos em on. | Ferro estígio e couro | Espaço para duas gemas | Alfa | Status: 100%, sem danos | Mágica | A Mente Liberta (evento)]

• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| Efeito 1: A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Efeito 2: A mochila permite ao semideus levar 3 itens a mais em missões e eventos, como uma forma de burlar as regras. Por exemplo, se o narrador estipulou apenas 1 item para a missão, o meio-sangue poderá levar essa mochila e com ela liberar mais 2 itens (pois ela conta como 1, gastando um dos 3 extras) | Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Comprado na Loja Especial do BO]

• Smartphone Divino [Um smartphone feito especialmente para os semideuses. Ainda é um aparelho tecnológico, sendo necessário ter uma passiva que permita uso de tecnologia ou um item com o mesmo objetivo. O smartphone possui um sistema operacional próprio e mais avançado do que os conhecidos Android e iOS. Ele vem com aplicativos especiais para o meio-sangue: bestiário; mapa de locais mitológicos conhecidos; visão de raio-x; identificador de monstros; locais mais próximos seguros (estabelecimentos ou semideuses adultos que oferecem abrigo); disk taxi das irmãs cinzentas; mensagens de íris ao colocar um dracma contra o sensor de objetos na parte traseira do smartphone; identificador de itens ao passar pela câmera, podendo dizer material e propriedades. | Efeitos: Além de ter todos os programas populares de um smartphone, possui aplicativos exclusivos para semideuses; Efeito 1: possui runas de resistência e renovação, permitindo que o celular se reconstrua caso quebrado | Resistência Beta | Sem espaços para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

habilidades passivas:
Belona

Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 10
Nome do poder: Força superior
Descrição: Os filhos de Belona são mais fortes do que a maioria dos campistas, podendo aguentar grandes cargas em suas costas sem alterar sua postura ou desempenho. Podem carregar até 3 sacos de farinha sobre os ombros, ou até mesmo uma pessoa em suas costas por uma longa distância, sem alterar seu desempenho físico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força.
Dano: +5% de dano caso usem para atacar alguém.

Nível 20
Nome do poder: Corpo Guerreiro II
Descrição: Seu corpo desenvolveu-se e tornou-se ainda mais pronto para a batalhas de longa duração. O metabolismo evoluiu e a fisiologia do semideus filho de Belona foi potencializada. A resistência corporal tornou-se melhor ainda, assim como a imunologia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em resistência corporal, +40% de imunidade a infecções, venenos e doenças corriqueiras como viroses.

Nível 25
Nome do poder: Força Interna
Descrição: A prole da deusa da fúria em guerra detém uma força interna que se transforma em força física. Com isso, o impacto dos seus golpes físicos passa a ter uma taxa de dano maior, além de ser capaz de levantar uma quantidade de peso muito maior do que um humano comum.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em danos físicos, capacidade de erguer até 150kg com facilidade e amassar metais comuns (resistência sigma).

Nível 45
Nome do poder: Hipercinesia III
Descrição: Esse é o momento em que mente e corpo encontra-se em completa sintonia. Você não apenas pensa e age, mas como pode fazer os dois ao mesmo tempo. A leitura do ambiente torna-se perfeita, permitindo assim o combo de muitas outras habilidades ativas com a sua capacidade hipercinética. Sua mente e corpo tornam-se a sua maior e principal arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% em equilíbrio, coordenação motora e reflexos
Dano: Nenhum

Nível 50
Nome do poder: Ignorar a dor II
Descrição: Parar de combater por causa de seus machucados não faz parte dos planos do semideus filho de Belona. Ignorar a dor provocada nos combates tornou-se ainda mais fácil e corriqueiro, permitindo assim o seu desenvolvimento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Bônus: Podem ignorar a dor de queimaduras de grau médio, desde que não sejam em grande escala de estrago, luxações, câimbras, fraturas em dedos e etc. Apesar de serem afetados, e sentirem dor, conseguem continuar lutando. Fraturas em braços, pernas, costelas e outros membros não entram nesse poder.
Dano: Nenhum

Nível 70
Nome do poder: Aprendizagem de Batalha II
Descrição: Sua observação e percepção de batalha cresceram e se desenvolveram. Agora atingir o semideus filho de Belona com o mesmo ataque tornou-se ainda mais complicado e difícil.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +80% de chance de bloquear ou esquivar do mesmo golpe que já tenha recebido ou presenciado a execução.
Dano: Nenhum

Vulcano (Legado)

Nível 4
Nome do poder: Pensamentos Velozes
Descrição: Os filhos de Hefesto/Vulcano possuem uma capacidade de analisarem rapidamente a situação em que se encontram e criarem uma estratégia param se safarem dela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganham um turno para conseguirem agilizar mecanismos e armadilhas, e assim, criarem algo para ganhar vantagem perante a batalha.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Força I
Descrição: O filho de Hefesto/Vulcano é mais forte que um semideus comum, podendo inclusive ser comparado a Ares/Vulcano, ou se igualar a eles nos primeiros anos de treinamento – os filhos de Ares/Marte ainda podem supera-los na força – e isso tudo devido ao trabalho continuo nas forjas. Os meninos geralmente ganham músculos avantajados, e mesmo que não o tenham, sua força ainda é superior, as meninas idem, mesmo sem os músculos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força.
Dano: +5% de dano em golpes físicos relacionados pelo semideus, ou que exijam a forja avantajada.

habilidade ativa:
Belona

Nível 44
Nome do poder: Bombas de Energia III
Descrição: Ao tocar um objeto qualquer – de sua escolha – poderá fazê-lo se transformar numa espécie de explosivo. O objeto será rodeado por uma aura vermelha, e ao atingir o inimigo explode causando um dano considerável. Já consegue transformar objetos de grande porte em bombas de energia, podendo causar grandes destruição e retirar danos consideráveis de seus oponentes.
Gasto de Mp: 80 MP
Gasto de Hp:Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 100
Extra: Só pode ser usado uma vez a cada 4 turnos.

habilidades aprendidas:
Ás da Espionagem
Descrição: O semideus é capaz de se disfarçar e se infiltrar em um local inimigo sem ser percebido, movendo-se com discrição pelo ambiente para que não seja notado e cumpra seus objetivos naquele local com poucas chances de ser descoberto.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +20% controle corporal, manipulação e raciocínio. O semideus tem 60% de chance de não ser notado no campo inimigo.
Dano: Nenhum.

Conhecimento
Descrição: Estudar sobre o tártaro e seus habitantes deu ao semideus uma vantagem. Ele agora conhece as técnicas e pontos fracos dos monstros sombrios e terá vantagem sobre eles, pois detém conhecimento de movimentos, aparições, estilo de combate, estrutura física e poderes utilizados por esse. O semideus possui vantagem ao lutar contra criaturas sombrias.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 50% de vantagem ao lutar contra criaturas sombrias.
Dano: Nenhum
Extra: Só funciona em monstros.

Controle melhorado
Descrição: É a habilidade que permite ao semideus ter certo controle sobre si mesmo. Isso faz com que ele seja capaz de diminuir as batidas de seu coração, respirar de uma maneira mais calma e não demonstrar tanto medo quanto deveria. Esse controle faz com que as reações naturais que temos quando estamos nervosos, ou com medo – seja transpirar mais aumentando os odores do corpo, fazer suas batidas ficarem mais rápidas, a voz tremula e a respiração rápida – sejam controladas com um pouco de calma, o tornando mais firme em relação a si mesma. Esse tipo de reação faz com que monstros identifiquem semideuses com mais facilidade, e ter controle sobre elas também o torna um ágil gatuno na hora de escapar, atacar ou pegar seus inimigos de surpresa.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +60% de controle sobre reações desencadeadas por nervosismo ou medo. O semideus também se torna mais silencioso, seus passos ficam mais controlados o que o impede de ser detectado diretamente por inimigos sem audição aguçada.
Dano: Nenhum
Extra: Os bônus e o controle dados por essa habilidade não garantem imunidade contra poderes desencadeados por fatores externos (como criação de medo e descontrole, e até mesmo a audição aguçada). O personagem ainda pode ser encontrado por outras maneiras ou ter descontrole do corpo por ativas relacionadas a habilidades de outros personagens.

Coordenada empática
Descrição: Olhares, lábios movendo-se em silêncio e gestos fazem parte da comunicação não-verbal desenvolvida por semideus e mascote com a proximidade que começam a adquirir. Com essa habilidade, o meio-sangue será entendido pelo seu mascote mesmo que não utilize palavras e mesmo que se encontrem distantes um do outro. É uma habilidade muito útil dentre as adversidades que podem enfrentar na vida semideusa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O semideus pode dar uma ordem ou orientação ao mascote à distância e sem a necessidade de palavras, sendo compreendido por ele.
Dano: Aumenta +20% dano de golpe utilizado pelo mascote com essa habilidade ativa.

Gatuno Perfeito
Descrição: É a habilidade que permite ao semideus se camuflar e não fazer barulho, podendo assim não apenas conseguir informações mais facilmente como também criar armadilhas ou instalar armadilhas de uma maneira quase perfeita. Dessa forma o semideus aprende a controlar o ruído dos passos, tornando-se mais silencioso, também saberá encontrar esconderijos e descobrir o momento certo de atacar.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +20% de furtividade. +30% de chance de não provocar ruídos ao andar.
Dano: Nenhum

Introdução ao Wushu
Descrição: O semideus que possui essa habilidade iniciou o caminho das artes marciais chinesas, o Wushu. Também conhecido como Kung Fu, esse é um estilo de luta com várias ramificações e escolas. Ao participar da aula inicial, o semideus agora possui uma base sobre esse tipo de combate, adquirindo mais força, condicionamento físico e postura para aprender as próximas aulas específicas.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de força, +30% de resistência física
Extra: Há uma melhora na postura corporal do aluno, tornando difícil derrubá-lo com golpes diretos quando em postura de combate.

Magnificência Semidivina
Descrição: Após um longo dia de treinamento, no qual as capacidades físicas do semideus foram postas à prova, o resultado apareceu. Assim sendo, o aprimoramento de seus atributos corporais - força, constituição, destreza, controle corporal e velocidade - agora é evidente.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +10% nos atributos corporais.
Dano: Nenhum.

Mantra do Chi
Descrição: A energia do Chi é considerada a energia curativa de todo e qualquer ser humano divino ou não. Portanto uma vez que o semideus se concentra em sua energia vital, a canalizando e passado, através de uma bola invisível de energia, para o outro indivíduo, o ajuda a se recuperar de ferimentos razoáveis como cortes superficiais e hematomas. Serve como um poder de emergência para uma situação em que um aliado se fere em batalha, e precisa continuar lutando para permanecer do seu lado
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% do HP e MP da pessoa que recebe a energia.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Muay Thai
Descrição: O Muay Thai é uma arte marcial de origem Tailandesa conhecida como Thai Boxe ou Boxe Tailandês e revela um método de combate corpo a corpo (full contact) muito agressivo. É conhecido mundialmente como “a arte das oito armas”, pois caracteriza-se pelo uso combinado da técnica e da força dos membros do corpo humano, nomeadamente: os dois punhos; os dois cotovelos; as duas canelas das pernas e os dois joelhos. O semideus que participou dessa aula tem conhecimento sobre o muay thai, podendo usar de suas técnicas para golpear o seu adversário, principalmente ao usar os cotovelos e os joelhos para atingir o inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +25 de dano ao usar cotovelos e joelhos no golpe; +30% força, agilidade e flexibilidade.
Extra: Nenhum

Perícia Corporal I
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a agilidade, a esquiva e o reflexo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em agilidade, esquiva e reflexo.
Dano: Nenhum

Pranayama
Descrição: Inspire; expire; respire; aspire; não pire. Com o aprendizado sobre a prática do Pranayama, o semideus sabe a forma mais proveitosa de respirar e beneficiar o corpo com a distribuição correta do oxigênio. Isso o ajuda a controlar a sua energia vital adequadamente, ajudando-o a encontrar o equilíbrio entre seu corpo e sua mente. Com isso, consegue manter-se tranquilo diante de situações adversas e isso melhora seu controle corporal durante atividades físicas.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% concentração, percepção e destreza corporal.
Dano: Nenhum
Extra: O semideus tem mais chances de manter o controle emocional diante de situações adversas.

Prática de Asanas
Descrição: O corpo é tão jovem quanto flexível. Exercícios de yoga enfatizam a saúde da coluna vertebral, a sua força, equilíbrio e flexibilidade. A prática dos Asanas (exercícios de Yoga) aumenta esses três atributos do semideus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em equilíbrio e flexibilidade.
Extra: + 10% em Força.

Taekwondo II
Descrição: O taekwondo é uma arte marcial milenar da Coreia. Em coreano a palavra taekwondo possui o seguinte significado: caminho dos pés e das mãos através da mente. Após assistir a aula de combate, o aluno agora possui noções básicas e sabe melhor do que ninguém aplicar chutes referentes ao taekwondo. Agora o semideus que possui essa habilidade conhece técnicas mais complexas de combate que envolvem chutes.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +35 de dano em chutes; +40% equilíbrio, agilidade e flexibilidade.
Extra: +70% de chance de sucesso em um salto e no pouso

Vantomonstro I
Descrição: Aprender na pratica os movimentos do inimigo sempre trás algumas vantagens, porque aprendemos a descobrir o estilo, os movimentos repetidos, os pontos de desvantagem e os pontos fortes do inimigo. Esse conhecimento permite saber a maneira mais correta de atacar, as desvantagens e as vantagens que o semideus possui contra o monstro que está enfrentando. Muitos deles são semelhantes a criaturas comuns, como repteis em gerais, aves e até mesmo felinos. Isso faz com que um padrão entre eles seja estabelecido e essa vantagem, ao ser aprendida, também permite maiores chances de vitória em relação ao semideus e seu inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de força, velocidade e esquiva ao lutar contra monstros.
Dano: Nenhum
Extra: Só funciona com monstros.

Vigor Egrégio
Descrição: Após árduos treinos onde seu condicionamento físico foi elevado e testado além do limite, o semideus passou a desenvolver uma resistência mais notável. Golpes desarmados mal o afetam e condicionamentos ruins são suavizados. Dores simples são facilmente ignoradas por ele também.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: 15% no atributo constituição.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

habilidade UNR:
Cinesiologia
Descrição: A palavra Cinesiologia vem do grego, kinesis significa movimento, sendo assim cinesiologia é a ciência que estudo o movimento. No caso da área da saúde a cinesiologia aplicada vem para estudar os movimentos humanos. Quando falamos em movimento humano estamos falando de músculos. Através da contração muscular e das estruturas articulares que nosso corpo se movimenta. Portanto, para entender e estudar cinesiologia humana é necessário entender o funcionamento de músculos e articulações.
Gasto de Mp: 30MP por análise do movimento do corpo, totalizando 60MP.
Bônus: +10% em atributos corporais (passiva). Duas vezes por missão, poderá ativar a análise do movimento do corpo do inimigo, podendo predizer um movimento corporal do mesmo em poucos segundos.

tatuagens:
IPeper | Percepção | De traço fino, o simples olho conta somente com uma pupila enegrecida e centralizada. | Aumenta a percepção do semideus em +30%, aumentando as chances de descobrir algo ou alguma coisa, além de reduzir as chances de ser enganado por meio de palavras, rastros e pistas forjadas, entre outras coisas. Além disso, ele fica mais habilidoso quando está procurando por algo ou alguma coisa, e as chances de encontrar rastros, pistas ou coisas deixadas, também se torna maior.| Parte interna do calcanhar direito. | Marca pequena. | Permanente.

Infinite Power | Atributos | Tatuagem pequena na lateral do dedo mindinho da mão dominante do semideus. Forma o símbolo do infinito em cores diversas, que mudam conforme o humor do seu portador sempre que este entra em combate, ativando seu efeito automaticamente. | Aumenta todos os atributos que o semideus já possui em +10%. | Lateral do dedo mindinho. | Marca pequena. | Permanente.

Tatuagem SPQR [ Tatuagem de coloração negra feita na parte inferior do antebraço direito. Possui o desenho de uma tocha cruzada com uma espada, seguido abaixo pelas letras SPQR, um risco para cada ano servindo a Legião e escrito 5ª Coorte. Uma vez por missão/evento, os poderes relacionados a agilidade e/ou esquiva/defesa proferidos pelo semideus membro da 5ª Coorte, passam a ter 5% a mais de efetividade durante três turnos.]

habilidades do otto - cão infernal, nível 31:
Defensorem – Uma pequena marca selada no corpo da criatura, tem o formato de uma pedra – funciona como tatuagens mágicas no corpo do semideus – essa marca aumenta a defesa física e a esquiva do mascote em +40%.

Vantomonstro Animal
Descrição: A mascote desenvolveu a habilidade e o estilo de combate necessário para derrotar monstros mais facilmente, melhorando assim suas próprias técnicas de combate em relação aos seus inimigos. Isso permite que com fluidez a mascote também seja capaz de descobrir pontos fracos, se esquivar de ataques óbvios e aumentar sua vantagem em relação ao seu inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de força, velocidade e esquiva para a mascote.

Romeo Bernocchi
Romeo Bernocchi
Pretores
Pretores

Idade : 22
Localização : Acampamento Júpiter

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Mensagem por Esculápio em Sab Dez 22, 2018 6:58 pm


Avaliação  


Método de avaliação
Realidade de postagem, coerência – 50%
Escrita, fluidez, gramática – 20%
Estratégia e desafio– 30%
Recompensa: 20.000 exp e dracmas

Realidade de postagem, coerência – 50%
Escrita, fluidez, gramática – 20%
Estratégia e desafio– 30%

Recompensa final: 20.000 exp e dracmas
Recompensa com bônus UNR: 26000 exp e 30000

Muito bem meu jovem, muito bem! Cheguei a olhar as outras postagens, foram muito bem desenvolvidas! Consequência completa.

Otto recebe 100 xp
Esculápio
Esculápio
Deuses Menores
Deuses Menores


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