The Blood of Olympus
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Elementary ଓ Trama Pessoal

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Mensagem por Amber K. Blackwood em Qua Nov 07, 2018 6:41 pm

Chain reaction, it's so electric
Trama Pessoal


Abaixo estarão registradas missões ou acontecimentos importantes na vida de Amber Knight Blackwell. Filha de Athena e um semideus de Belona, Amber é uma mulher que inicia sua carreira no mundo humano como uma agente da justiça californiana. Negando todos os possíveis privilégios, ela adentra nesse mundo como apenas uma policial, visando níveis maiores começando pela base.



Make a wish change to reality
Amber K. Blackwood
Amber K. Blackwood
Mentalistas de Psique
Mentalistas de Psique

Localização : São Francisco - CA

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Mensagem por Amber K. Blackwood em Qua Nov 07, 2018 6:52 pm

Chain reaction, it's so electric
Trama Pessoal


— Maisie, abaixa essa câmera, agora.

A minha irmã mais nova revirou os olhos quando, mesmo sem olhar diretamente para ela, eu sabia que a pequena estava tentando tirar uma foto minha. Virei o meu corpo, sorrindo de lado ao vislumbrar a carinha de frustração dela.

— Eu apenas queria registrar esse momento! É o seu primeiro dia como oficial, precisa ser guardado, postado e curtido. — Maisie argumentou ávida por uma aprovação.

Neguei com a cabeça, aproximando da Blackwood para aplicar um beijo carinhoso em sua bochecha. Porém, não poderia discordar da colocação de que esse era um momento importante. Depois de uma série de tentativas falhas e um tanto vergonhosas, eu tinha completado o teste na academia de polícia. Deveria em algum momento, enviar os agradecimentos para Hela Deverich, por ter oferecido um treinamento com armas de fogo, sendo este o teste que eu costumava falhar durante as provas de conclusão.

Depois de receber o certificado como candidata apita a participar de algum departamento de polícia de São Francisco, passei a mandar o currículo para vários locais. Sem fazer grandes referências aos contatos que meu pai possuía, como ex membro da patrulha de Nova Roma, eu consegui uma chance de emprego por meus esforços e minhas notas.

Agora, estava vivenciando o meu primeiro dia.

Maisie me desejou sorte enquanto eu caminhava em direção ao meu big transporte, um item mágico que na verdade era uma biga, mas que naquele momento possuía a forma de um simples e comum sedã. Não queria chamar a atenção e, mesmo que as possibilidades daquele item fossem inúmeras, eu preferia me manter sobre o véu do senso comum.

Dirigi de Tenderloin até o outro lado da cidade, sendo proposital ter aceitado a oferta de um local tão distante. O meu bairro era um dos mais perigosos e, como mentalista, era natural que eu soubesse um pouco mais do que deveria. Trabalhar para a justiça próximo de um local daqueles poderia colocar não só Maisie em perigo, mas como também meu pai. Mesmo sendo um filho de Belona, que orgulhosamente ostentava a tatuagem da primeira coorte, para poder nos proteger ele abriu mão de seu lado semidivino em um ritual doloroso. Foi essa a estratégia que um bravo guerreiro teve para evitar que as filhas sofressem bullying no acampamento, ao mesmo tempo fosse capaz de protege-las em um mundo humano perigoso e cheio de monstros.

O departamento de polícia da região de Taraval ficava próximo de locais que particularmente me despertava interesse. Próximo de um parque, da Golden Gates e de outros locais famosos, ali era o pico de encontros entre bandidos espertos e, principalmente, monstros famintos.

Ao estacionar no local apropriado para os funcionários, retirei os óculos escuros e ajeitei o coque rígido que prendiam meus cabelos acastanhados. Durante a academia de polícia eu, corajosa e orgulhosamente, não tinha desistido de minha feminilidade para evitar sofrer com o medo do homem se sentir intimidado. Porém, para o primeiro dia, eu tinha decidido agir conforme o padrão. Sem maquiagem forte, penteado simples e uniforme correto. Ao sair do carro, caminhei confiante para dentro do departamento, me apresentando na recepção e sendo prontamente guiada para a sala onde se encontravam os novos agentes policiais.

Meu corpo paralisou brevemente quando meus olhos reconheceram um dos novos recrutas do lugar. Tony Malone estava ali, um dos meus rivais mais ridículos em comportamento durante o período de treinamento. Ele obtinha ótimos resultados, mas jogava no limite do ético. Engoli em seco, pensando que estava pagando por meus pecados ali e agora. Claro que para completar aquela configuração de inferno pessoal, ele conversava animadamente com o capitão Robert Yick, meu novo chefe e comandante.

Forcei um sorriso para que ele não percebesse o quanto estava chateada, quando nossos olhos se encontraram. Sentamos em lados opostos e eu fiz o meu melhor para ignorá-lo. Tinha sobrevivido ao ego do homem durante todo o tempo na academia, poderia sobreviver uma vez mais. Capitão Yick fez a apresentação dos principais membros daquele departamento e de alguns detetives, relembrou algumas regras que precisavam ser seguidas a risca, assim como pontuou nossas principais funções como iniciantes.

Eu girava a caneta um tanto nervosamente entre meus dedos, minha intuição feminina alertava que algo estava errado. Existiam muitos olhares furtivos em minha direção, assim como eu sentia uma aura um tanto hostil. Não tardei a descobrir, naquele mesmo final de dia, que Malone tinha já feito o seu papel de babaca fofoqueiro. O que ele fez? Distribuiu informações erradas de maneira gratuita entre os mais velhos, o que contaminou um pouco do ambiente. Como eu sabia disso? No final do expediente, quando todos deveriam estar formando uma dupla para começar a patrulhar pelas ruas, eu estava sozinha.

O fato de ser a única mulher nova no batalhão deixava-me numericamente em desvantagem. Homens tendiam a se unir rapidamente, nós mulheres sempre fazíamos alianças temporárias. Nunca sabíamos quando seriamos inimigas de alguma forma. Soltei um breve suspiro e sorri, pois quanto mais desafiante era a situação, melhor seria o gosto da vitória quando mostrasse que aqueles palhaços acreditaram em rumores infundados.

(•••)

Em duas semanas de trabalho, a situação pouco tinha mudado. Eu mesma tinha dialogado com Yick que, pelas recomendações e apontamento dos professores da academia, eu poderia iniciar sozinha sem problemas. O homem não pareceu desconfiado de minha determinação e nem de minha fala, apenas me fitou antes de concordar com um breve aceno de cabeça e permitiu que eu trabalhasse inicialmente em uma carreira solo.

Tinha realizado a apreensão de dois ladrões em pontos turísticos nesse meio tempo. Enquanto que Malone ainda se via trabalhando com a papelada. O que, em contrapartida, tornou-se meu ponto fraco. Eu não tinha um parceiro para me ajudar com os relatórios, então ou eu bem lidava com a ação, ou batalhava contra a burocracia.

Era final de turno da sexta-feira quando uma ligação foi recebida, e tudo pareceu mudar um pouco.

— Departamento de Polícia de Taraval, qual a emergência? — A atendente questionou em um tom ansioso para que o expediente acabasse logo. Porém, ao escutar o que a outra pessoa dizia, seus olhos reviraram e ombros caíram, o desanimo incomum acabou me fazendo prestar atenção. — Sra. Campbell, eu já disse que não podemos ajudar você contra monstros invasores... Eu sinto muito que eles tenham pegado um item de família... Sim senhora, estarei verificando se há alguém disponível...

— Eu vou. — Falei com certa animação, algo que pareceu esquisito já que vários pares de olhos viraram em minha direção.

— Estou mandando um agente policial agora mesmo sra. Campbell. — A atendente desligou e me olhou surpresa. — Você tem certeza? Ela é apenas uma senhora que sempre liga para cá com esses relatos estranhos.

— Sim, eu tenho. Independente do que seja, prefiro averiguar e permitir que uma senhora durma em paz. — Expliquei calmamente e abaixei o tom de voz, como se estivesse segredando algo a atendente. — Aliás Grace, eu realmente gostei desse seu perfume novo, ele combina muito com você. Se for ter um encontro depois daqui, boa sorte!

Sim, nós mulheres poderíamos ser mais traiçoeiras e formar alianças temporárias... Mas quando se tornava algo permanente, éramos como uma onda que cobriria qualquer perigo sobre a outra. Grace corou brevemente, mas foi muito mais gentil ao oferecer o endereço da senhora Campbell.

Ao sair, encontrei o capitão e Malone do lado de fora compartilhando de uma breve conversa. Acenei em direção a eles com um sorriso confiante, antes de entrar em um dos carros da patrulha. Por sorte, a mulher não morava mais do que quatro quadras de distância, em um bairro simples, mas muito organizado. Estacionei na frente do endereço indicado, ignorando aquele chapéu que ficava ridículo em mim, para então sair do veículo.

— Sra. Campbell, sou do departamento de polícia! — Exclamei logo após bater na porta.

Os passos curtos e apressados foram escutados, logo depois o som de vários trincos sendo abertos. Ao mover da madeira que bloqueava a entrada, deparei-me com uma senhora baixinha e ruiva, de olhos castanhos extremamente vívidos e sagazes. Ela segurava um gato preto em seus braços, um que possuía olhos quase idênticos aos da mulher idosa.

— Olá senhora, posso entrar? — Indaguei de maneira educada.

— S-sim, claro! — Ela deu permissão, pondo o corpo para o lado, seus olhos atentos aos meus. — Você é novata?

— Sim, iniciei há duas semanas, mas não se preocupe, estou mais do que apta a ajudá-la. Poderia dizer mais uma vez o que aconteceu?

Ela me guiou até a sala de estar que, aparentemente, estava intacta. Mas a Sra. Campbell, uma mulher minuciosa e observadora, logo deu falta de um item que guardava dentro de uma caixa de vidro: a herança de sua família irlandesa. Ela narrou que aquele colar estava com ela durante séculos, pertencente a um legítimo Duibhne. Eu realmente não fazia ideia sobre clãs ou sobre a história da Irlanda, mas entendia que o item era realmente importante para aquela senhora.

Quando eu questionei sobre a desconfiança dela sobre monstros, foi a primeira vez que vi a mulher de cabelos vermelhos e grisalhos hesitar. Aproximei dela e toquei em seus ombros, lutando contra a vontade de adentrar a sua mente e conseguir logo a informação que eu queria. Se tinha algo que eu havia aprendido desde que tinha me tornado uma mentalista, era a necessidade de respeitar a privacidade do outro.

— Eu não vou acha-la louca, Sra. Campbell. Conte-me o que você acha que aconteceu e tirarei as conclusões a partir dai — Prometi de maneira gentil, mas confiante.

Ela suspirou e olhou para o lado, perdida em pensamentos. A senhora caminhou até uma das prateleiras e trouxe um dos retratos antigos, exibindo a foto de uma grande família de ruivos, todos sorridentes e vestidos de maneira simples.

— Minha família veio pra esse país em 1850, policial. Cheios de esperança, mas fugindo de um mal invisível e forte. A grande fome. Não sei o quanto de história você sabe, porém foi nesse período que minha terra natal sofreu demasiadamente. A fome provocou a morte de cerca de um milhão, e mais do que esses número emigraram da ilha. Eu sempre escutei como a travessia foi difícil, de como muitos morreram durante o caminho ou que não sobreviveram a sociedade americana. Muitos de nós vieram para cá em busca de esperança e recomeço. Minha família foi abençoada de prosperar, assim como algumas outras. Mas de uma coisa é certa, policial... Nós não fomos os únicos a virem para cá! A fome também atingiu nossos inimigos, nossa escuridão, nós a trouxemos juntos e ninguém parece mais acreditar nisso. Os Campbell não! Nós nunca esqueceremos... Pois a lembrança é a única forma de respeitar os mortos.

Engoli em seco, imaginando as inúmeras histórias por trás daquele pequeno monólogo. Sabia que houve um período em que a Irlanda sofreu com período de fome e que, por causa disso, boa parte da população americana era formada de descendentes irlandeses. A Sra. Campbell levou o retrato de volta para a estante e virou o corpo para mim com determinação renovada, como se me desafiasse a acreditar nela.

— Eu nunca os vi, mas sempre os senti, espreitando. Minha família sempre acreditou que o colar protegia a casa e provavelmente era verdade. Eu nunca tive tanto medo em minha vida, criança! Mas sei onde eles podem estar, sei sim, porque sinto calafrios só de passar perto daquele galpão.

— Preciso apenas do endereço e irei averiguar. — Respondi sem hesitar, o que pareceu surpreender a mulher. — Eu disse que iria acreditar em você, senhora.

Apesar de aparentemente emocionada, ela informou o novo endereço. Muitos provavelmente a achavam apenas mais uma senhora que enlouqueceu pela idade, mas sem perder a personalidade forte. No entanto, não senti nem um tremor em sua voz ou qualquer indício de mentira. Eu sabia exatamente quando estavam mentindo para mim.

(•••)

O galpão ficava próximo do porto, pequeno, discreto, perfeito para que operações duvidosas acontecessem. Por isso, estacionei o carro da patrulha um quarteirão antes, já que não acreditava que aquele seria um trabalho para meu eu policial. Se meus instintos e as evidências exibidas até agora estivessem corretas, aquela era na verdade uma missão para meios-sangues lidarem.

Por isso, ao adentrar o terreno inimigo, estava sem o uniforme – o tendo deixado dentro da viatura – trajando apenas roupas escuras simples. Procurei me aproximar de maneira cautelosa, usando obstáculos para esconder minha presença. Camuflar em meio ao ambiente era algo quase instintivo para uma prole de Athena, assim como ser furtivo estava em nosso padrão inato de abordagem.

Ao aproximar de uma das janelas, primeiro prestei atenção aos ruídos no local interno. Existiam vozes mesclado a grunhidos, além de um forte cheiro. Ousei olhar pela beirada da janela, tendo um vislumbre do interior do local. Amplo, cheio de caixas que geralmente eram transportadas em navios mercantes e com trabalhadores enormes, corcundas e que pareciam falar outra língua que senão a humana.

Daquele ângulo eu não tinha as informações que necessitava. Mentalizei o local em que gostaria de estar e deixei que meu corpo fosse teleportado até o espaço. A sensação era como se toda a minha pele formigasse enquanto transpassava a lógica e a física, movendo meu corpo de um ponto a outro em um instante.

Atrás de um grande caixote, já dentro do galpão, eu tentei compreender o que eles conversavam ou até mesmo reconhecer o que era aquele grupo. Mas tudo o que vinha nos pensamentos eram palavras estranhas e incompreensíveis nos idiomas que eu conhecia. Provavelmente falavam o irlandês ou o gaélico. O que deixava ainda mais evidente que as falas, supostamente de uma velha louca, poderiam ser fundamentadas e reais.

Eu estava para levantar e mudar de posição, tentando me aproximar e ver o conteúdo dos itens que eles estavam carregando de um lado para o outro. Mas ao erguer minimamente a cabeça, eu me deparei finalmente com um deles, ali, bem a minha frente, com seus enormes olhos monstruosos e rosto deformado. Eu senti uma pontada em minha cabeça, como se ele estivesse tentando provocar confusão em minha mente e esta, bem treinada e preparada, estava resistindo prontamente.

Recuei perante a força que aquele olhar tinha, trombando em alguém atrás de mim. Ao erguer os olhos, eu só tive tempo de processar que aquelas criaturas tinham quase dois metros e meio de altura e, antes mesmo que usasse uma habilidade defensiva, estava perdendo a consciente perante o poderoso soco que recebi na cabeça.

O despertar veio acompanhado de uma dor dilacerante na lateral de meu crânio. Eu sentia um líquido quente escorrendo pelo meu rosto até o pescoço, não sendo difícil imaginar que era meu próprio sangue. Tentei abrir os olhos, mas a dor era insuportável. A sensação de prisão e paralisia foi justificada assim que meu cérebro processou os meus braços erguidos, presos por pesadas correntes ao redor de meu pulso. Meu corpo estava pendurado e, ao olhar para o chão, eu poderia dizer que estava há quase um metro de distância. Talvez dois, pois com as vertigens meus cálculos poderiam estar errados.

Quando minha visão ficou um pouco melhor, eu me vi a frente de um homem enorme. Mas não um lestrigão, ou um ciclope. Ele conseguia ser mais estranho e mais feio. Atrás dele, as outras criaturas continuavam a trabalhar, sendo ao todo apenas mais três daquela raça ainda desconhecida. O que me vigiava, assim que percebeu que eu tinha despertado, começou a grunhir palavras desconhecidas, o timbre de sua voz provocando certa dor em meus ouvidos.

O encarei e tentei adentrar mais uma vez na mente do monstro, o confundindo ao ponto de fazê-lo balançar a cabeça de um lado para o outro...

— ARGH!

Gritei ao sentir um grande impacto contra as minhas costas. A concentração no monstro a minha frente me fez perder a noção dos companheiros dele, permitindo que um viesse ao meu encontro, quebrando uma caixa em minhas costas. A força foi tamanha que meu corpo ficou balançando de um lado para o outro, o movimento machucando ainda mais os meus pulsos. Travei a mandíbula e ergui o olhar, o orgulho me mantendo mais do que minhas próprias condições físicas.

Eu não cairia tão fácil!

Concentrei minha mente novamente, mesmo que minha cabeça latejasse, pois aquela era a minha principal arma no momento. Levitei os caixotes mais leves, começando a jogar contra os dois monstros mais próximos. Comecei a fazer uma verdadeira bagunça, levitando objetos mais leves para jogar nos meus dois algozes, tentando comprar algum tipo de tempo ou criar oportunidades. Foi assim que eu vi, um acessório brilhando em pleno ar, com um enorme rubi vermelho no centro do medalhão. Ao lado dele, um vislumbre quase ilusório de uma borboleta azulada.

Eu não poderia descrever o que passou em minha mente, quais conclusões me levaram a puxar o item até a palma de minha mão machucada. Talvez fosse a borboleta azulada o que me impulsionou a acreditar que aquilo era um breve sinal de minha senhora Psiquê. Eu apenas poderia narrar o que aconteceu depois.

Ao ter em minha mão, com meus dedos bem firmes ao seu redor, mesmo que trêmulos, eu escutei uma voz sendo gentilmente sussurrada em meu ouvido, com um forte sotaque.

“Deixe-me usar sua força, que concederei a minha, bela dama”.

Os outros monstros tinham ficado agitados com a confusão que eu fazia ao meu redor, protegendo o meu corpo ao criar um circulo de objetos flutuantes ao meu redor, atacando de maneira caótica. Eu não teria energia para sempre, nem mesmo no momento tinha forças para poder me libertar e fugir.

— Aceito!

Concordei em um momento em que me sentia sem saída. Resfoleguei sem ar, ao sentir minha energia sendo sugada e direcionada para um ponto a minha frente. Sem conseguir concentrar mais, todas as coisas que levitavam com a telecinese vieram ao chão. No entanto, a poucos metros de mim, existia um homem com duas lanças em mãos. Eu apenas tive um vislumbre de suas costas e roupas, reconhecendo um cabelo escuro e um contorno de corpo de guerreiro. Minha mente girou com a energia brusca que foi retirada de mim, como se roubada por aquela entidade a minha frente.

Minha consciência começou a vacilar, obrigando-me a lutar para prestar atenção aos meus arredores. Sentia que se desmaiasse ali, não tornaria a abrir os olhos novamente. A dor em minha cabeça, o cansaço físico e energético contribuía para ver apenas breves cenas do que acontecia. O homem lutava com maestria, girando sua lança ao redor dos inimigos, cortando a pele enrugada e um tanto esverdeada. Saltava de um lado para outro, demonstrando uma agilidade corporal digna de um filho de Mercúrio. O vi empalar um dos monstros e usar seu ombro como apoio para um salto, caindo atrás de um monstro para, com sua outra lança, fincar no meio de suas costas em um movimento preciso de estocada.

Não consegui mais acompanhar o padrão quando minhas pálpebras se tornaram pesadas demais. Apenas escutava os grunhidos e gemidos de dor, antes de tudo ficar em silêncio. Senti quando algo tocava o meu corpo e foi assim que eu finalmente reagi, assustado com o que poderia acontecer naquela situação tão delicada. Mas ao abrir os olhos eu estava de frente com o desconhecido, finalmente tendo um vislumbre de seu rosto.

Ele possuía traços fortes, mas não brutos. Os olhos pareciam ouro derretido, em um belo tom amarelado. O cabelo negro caia sobre os olhos enquanto se mantinha uma bagunça bonita. Ele era bonito e estava me fitando de maneira gentil. O que me fez demorar de perceber que estava sentada contra a parede, com aquele desconhecido parecendo me vigiar. Em estado de alerta, ativei a tatuagem de borboleta fazendo com que uma espada fosse formada. Ele não moveu um músculo, mesmo que a ponta da lâmina estivesse a milímetros de sua garganta.

— Eu sou Diarmuid, dos guerreiros de fianna. Um espírito que está a sua frente apenas pelo contrato firmado. — Ele falava sem desviar o olhar do meu.

— Contrato...?? — Repeti ainda confusa com o que aconteceu nos últimos minutos, lembrando de uma voz proferida de maneira distante, também falando sobre algum tipo de acordo.

— Segues uma deusa das almas, bela dama. Fui capaz de proteger alguém que defende meu legado apenas por ser uma semideusa abençoada. Nada poderei fazer contra você, já que é minha mestra até que o contrato seja desfeito.

O encarava ainda desconfiada, mas não sentia nenhuma mentira em suas frases. Soltei um longo suspiro, retornando o item bélico a sua forma de tatuagem. Estava cansada, mas bem e viva. Diarmuid sentou a minha frente, pernas cruzadas e lanças apoiadas contra o ombro. Ele sorria de maneira relaxada e, apenas naquele momento, eu conseguia notar a aura diferente que o rodeava. Um tanto translúcida e sutil, provavelmente a enxergava apenas por ser ligada a minha senhora Psiquê, o que apenas comprovava as falas do espírito.

— O colar dos Campbell? — Questionei um pouco aflita, mas ao erguer a mão notei a fina corrente entrelaçada em meus dedos, com o rubi enorme sobre a minha palma.

— Foi o que usei como canalizador, podendo entrar em contato com você. Agradeço por ajudar sem questionar e esperar nada em troca, és uma nobre guerreira.

— Mas no fim foi você quem me salvou. O que eram aquelas coisas?

— Meio Trolls, descendentes de criaturas muito comum de minha região. Perigosos por conseguirem se disfarçar entre os humanos.

— O que é esse contrato?

— Um acordo entre seguidores da deusa e espíritos. Você me doou um pouco de sua energia para que eu pudesse viver um pouco mais nesse plano. — Ele respirou profundamente, sorrindo saudoso — Estamos perto do mar?

— Em um porto.

— Velejei ao lado do Homem Vermelho uma vez, enfrentando uma correnteza selvagem para poder salvar a dama que eu amava. Nunca esquecerei da sensação das ondas furiosas pela invasão em seus domínios.

— Você... Você está sumindo!

Diarmuid estava começando a ficar ainda mais translúcido. Como se sua forma estivesse sendo transfigurada para uma mais fantasmagórica. Eu sentia como se ele estivesse morrendo uma vez mais.

— Foi apenas um contrato temporário, bela dama. Um modo de ajudar a quem queria ajudar a minha descendente. Não posso obriga-la a me aceitar, não tendo feito o pacto em circunstâncias como aquelas. Seria desonroso. — Ele explicou calmamente, como se já aceitasse a situação.

— Espere! Fale mais do contrato, agora!

O tom mandão fez o espírito sorrir. Ele explicou em poucas palavras que o contrato fazia do espírito uma espécie de servo, que seria leal ao seu mestre lutando ao seu lado. Em troca, enquanto compartilhassem da mesma energia, o espírito poderia existir uma vez mais no plano físico.

— Você voltaria definitivamente? — Questionei intrigada e com certa urgência, ele era apenas uma sombra a minha frente.

— Apenas quando o espírito é necessário ele aparece.

— Eu aceito!

Pela primeira vez eu tive o vislumbre de uma expressão surpresa no espírito irlandês. Eu não poderia por em palavras os motivos que me levaram a fazer aquilo, mas poderia falar um pouco das sensações que tinha. Eu não poderia deixa-lo ir, não depois de ter me salvado. Sentia uma ligação forte, algo que também parecia ser compartilhado por ele pela forma com que abordava o assunto, sempre gentil e até mesmo um pouco galante.

Ao aceitar de verdade o contrato, eu estava prestes a perguntar o que aconteceria após, quando minha mão começou a esquentar. Olhei para as costas da mão canhota, vendo ali uma marca surgindo. Vermelha e com uma forma geométrica bonita, uma espécie de tatuagem rubra. Um selo, talvez?

Ergui o olhar pronta para questionar o que tinha acontecido, mas Diarmuid já tinha desaparecido. O engraçado? Eu ainda sentia a presença dele ali, comigo.

Soltei um longo suspiro, erguendo o corpo e olhando a confusão que foi feita. Precisava inventar uma boa história agora, para poder apresentar no relatório ao chefe.

(...)

Já era tarde da noite quando consegui finalmente retornar a casa da senhora Campbell. Tinha passado as últimas duas horas sendo atendida em um pronto socorro enquanto explicava ao meu capitão como um colar desaparecido me levou a um galpão de contrabando. A história era de que eu tinha sido encurralada e por algum milagre estava viva. Os contrabandistas tinham destruído a mercadoria, ou tentaram, para não deixar rastros que levassem até eles.

O capitão não pareceu muito contente com algumas informações vagas, mas quando fingi tontura por conta das porradas que tinha levado, ele apenas exigiu um relatório até o final do dia seguinte.

— Você voltou! — A senhora exclamou alegre ao abrir a porta.

— Acredito que isto pertence a você.

Os olhos dela, tão parecidos com os de Diarmuid brilharam emocionados. Não consegui esquivar de um abraço, o que me rendeu uma careta de dor e um riso abafado. Ela me puxou para dentro, oferecendo chá e comida. Mas neguei da maneira mais gentil possível.

— Sra. Campbell... O que você sabe sobre Diarmuid? Aceito informações como pagamento, sabe como policiais são. — Questionei quando tive oportunidade.

— Oh! Foi o famoso herói, dizem que meu clã foi fundado por ele! Espere, tenho algo para você.

Ela desapareceu escadas acima, me fazendo franzir o cenho quando comecei a escutar sons de coisas caindo contra o chão. Estava começando a me preocupar quando a senhora retornou, com um livro na mão.

— Pegue criança, é seu! Como um agradecimento por ter acreditado em mim. Espero que goste da leitura!

Em suas mãos estava um livro de contos sobre os Contos de Fianna. Sorri em agradecimento, não negando a gentileza. Afinal, eu precisava aprender mais sobre o companheiro espiritual do qual tinha firmado um pacto.


Objetivo da missão:
Como foi permitido pela staff, estou solicitando um contrato com um espírito. Este é Diarmuid Ua Duibhne, herói da mitologia irlandesa. Todas as informações, inclusive poderes iniciais, foram mandados via MP para staff como é instruído neste post AQUI
Tatuagens:
Bart Allen | Velocidade | (Apanhador de Sonhos em estilo aquarela) | Aumenta a velocidade do semideus em 30% | (Costela esquerda) | marca mediana | Permanente.

Invicto | Inteligência | (Coruja aquarela) | Amplia a mente do semideus, o fazendo aprender mais rapidamente tudo que lhe é ensinado. Além disso, sua capacidade de descobrir coisas e sua percepção sobre situações aumenta em 20%, seus planos e estratégias com isso, ganham bônus de 20% de chance para darem certo| Ainda recebe bônus de 5% em habilidades adquiridas em aula.(Um pouco acima do quadril, parte frontal) | marca pequena | Permanente.

IPeper | Percepção | (Uma pena que se desmancha em pássaros no fim) | Aumenta a percepção do semideus em +30%, aumentando as chances de descobrir algo ou alguma coisa, além de reduzir as chances de ser enganado por meio de palavras, rastros e pistas forjadas, entre outras coisas. Além disso, ele fica mais habilidoso quando está procurando por algo ou alguma coisa, e as chances de encontrar rastros, pistas ou coisas deixadas, também se torna maior.| (Lado esquerdo das costas) | marca pequena | Permanente.
Habilidades Passivas:
Mentalista:
Nível 1
Nome do poder: Capacidade cerebral aumentada
Descrição:  Ao se tornar um Mentalista, o semideus potencializa a capacidade cerebral. Suas sinapses são mais eficientes e sistema nervoso funciona melhor do que qualquer outro semideus ou ser vivo. Isso permite que o Mentalista use de sua mente como sua principal arma, sem enlouquecer ou sofrer danos cerebrais durante o uso das habilidades.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum


Nível 3
Nome do poder: Detector de Mentiras I
Descrição: O mentalista é capaz de perceber quando alguém está mentindo, sentindo uma sutil pontada na cabeça. Neste nível, ele irá detectar a mentira apenas se ela for direcionada para si.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: caso continuem contando a mentira repetidamente, poderá gerar dor de cabeça no mentalista.


Nível 4
Nome do poder: Corpo equilibrado I
Descrição: O seguidor de Psiquê tem tanto mente quanto corpo alinhados. Isso acaba por potencializar o equilíbrio corporal. Nesse nível o mentalista ainda começa a aprender noções de seu corpo, tendo um ótimo equilíbrio que um humano treinado teria.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de equilíbrio
Dano: Nenhum


Nível 5
Nome do poder: Inteligência Múltipla – Lógica.
Descrição: O cérebro possui múltiplas inteligências que os seres humanos desenvolvem com treinos ou a desenvolvem naturalmente. O mentalista agora possui a inteligência lógica apurada, tendo o seu “Centro de Broca” mais ativo no momento. Essa é a inteligência empregada para resolver problemas lógicos e matemáticos. É a capacidade para utilizar o raciocínio dedutivo e de calcular corretamente. É a inteligência que costumam ter os cientistas, matemáticos, engenheiros e aqueles que utilizam cálculos e deduções (trabalham com conceitos abstratos, elaboram experimentos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Suas estratégias ganham mais credibilidade; +20% de assertividade em arremesso de itens, graças aos cálculos realizados
Dano: Nenhum


Nível 9
Nome do poder:  Leitura empática
Descrição: a empatia é a capacidade de sentir e/ou perceber o que os outros estão sentindo no momento. Nesse nível, os mentalistas conseguem interpretar as emoções dos outros seres vivos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum


Nível 12
Nome do poder: Perícia com Lâminas Pequenas II
Descrição: Com certo treinamento, o mentalista aprendeu a manejar sua arma um pouco melhor, ele sempre teve facilidade com ela. Seus erros são menores, e além de atacar, agora consegue se defender.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de assertividade ao lidar com a arma
Dano: +15% de dano se a arma do semideus acertar o oponente
Athena:
Nome do poder: Estratégia
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Camaleão
Descrição: O filho de Athena sabe como procurar um esconderijo. Normalmente se camufla muito bem, conseguindo encontrar um lugar pra fugir do perigo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A chance do semideus ser encontrado baixa em 25%
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de descobrir alguma coisa, ou aprender alguma coisa. (Aumenta conforme em +5% a cada 2 níveis que o semideus adquirir).
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Conhecimento de Monstros
Descrição:  Duas vezes por evento o filho de Athena pode solicitar ao narrador que indique algo sobre o monstro que possa ajudar na batalha. As dicas dependem do narrador.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Furtividade
Descrição: Assim como as corujas, o campista consegue se deslocar pelos lugares sem ser notado com facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 60% de chance não ser notado
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Sabedoria
Descrição: Os filhos de Atena conseguem descobrir os pontos fracos de seus inimigos, fazendo com que seus golpes sejam mais efetivos. Em monstros que já conheçam, ou tenham lutado, eles já saberão o ponto fraco.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de chance de acertar um ponto crítico em batalha.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Perícia com Lâminas II
Descrição: O semideus filho de Athena se sente completamente confortável para atacar e defender-se com lâminas. Espadas, adagas, armas de arremesso como facas, qualquer lâmina de curto ou longo alcance pode virar uma arma mortal na mão do semideus filho de Athena. Por serem inteligentes, aprendem a manuseá-las mais rapidamente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de acerto no manuseio de lâminas de mão (facas, espadas, adagas, punhais, lanças, etc)
Dano: + 15% de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.

Belona (Legado):
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Perícia com Espadas I
Descrição: Constantemente o atributo de Belona é a espada. Filhos dessa deusa possuem facilidade com esse tipo de arma e suas derivações. Mesmo sem nunca terem usado uma espada, o semideus conseguirá se sair bem em seu manejo e no improviso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio da Espada.
Dano: + 10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum
Habilidades Ativas:
Nível 7
Nome do poder: Telecinese II
Descrição: Agora pode levitar objetos de porte um pouco maior e até pessoas ou monstros mais magros e menores. Porém ficará um pouco mais cansado com o esforço chegando a perder energia física por turno usado, dependendo do nível do semideus.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: 5 HP
Bônus: Nenhum
Dano: 10 a 35 HP dependendo da forma com que for usada.
Extra: A telecinese não é usada apenas para levitar ou arremessar objetos, vai da criatividade do semideus.


Nível 12
Nome do poder: Telecinese II
Descrição: O mentalista começa a aprender a ser um telecinético. Agora, sua manipulação é ainda melhor, exigindo menos movimentos de mãos. A mente também está mais poderosa, permitindo a levitação de objetos um tanto mais pesados.
Gasto de MP: 15 por objeto
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: É possível levitar objetos peso médio e tamanho mediano, como televisões, caixas de som, mesas etc. Limite de 5 objetos leves e 3 de peso médio.

Nível 9
Nome do poder: Teletransporte I
Descrição: É a capacidade de ignorar o espaço e o tempo entre um ponto e outro, locomovendo-se de um lugar para o outro em um tempo de segundos. Inicialmente o mentalista consegue teletransportar-se em uma distância de 5 metros. É extremamente perigoso usar do teleporte sem saber para onde está indo, pois pode acabar ficando preso em objetos sólidos como paredes e morrer instantaneamente. O tempo de teletransporte pode durar de 5 a 10 segundos, ou seja, o tempo em que você desaparece no ponto inicial e reaparece no ponto final.
Gasto de Mp: 15 por teleporte
Gasto de Hp: 5
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Ao usar o teleporte, o mentalista deixa um pequeno rastro azul em seu ponto inicial.
Itens:
• Bigtransporte [Uma biga de aparência velha que passa despercebida pela maioria dos semideuses. Tem desenhos em toda a sua espessura que contam as histórias de feitos dos heróis. | Efeito 1: Essa biga pode se transformar em qualquer meio de transporte que o campista desejar, desde um carro, a uma pequena lancha ou um jato particular para até duas pessoas, já que não pode carregar mais passageiros do que isso. | Efeito 2: Caso o semideus tente transportar mais de 2 pessoas por vez – e ela está contando nessa soma, ou seja, só pode levar mais um consigo – a biga volta ao normal e deixa de funcionar. Efeito 3: Pode invocar dois cavalos fantasmas – feito de ossos que lembram um cavalo caveira – para leva-lo por aí quando esse transporte está em forma de biga. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas. | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

• Tatuagem Azul [Uma pequena tatuagem azulada, com o desenho de preferência do mentalista, que pode deixar a pele do semideus, se transformando em uma espada de acordo com o desejo do seu portador. | O efeito da espada, quando ativado, faz com que o mentalista seja capaz de se comunicar mentalmente com qualquer forma de vida animal, podendo o controlar por até dois turnos. Sendo que animais de porte pequeno, como insetos, podem ser controlados em quantidade, ao contrário de animais grandes como coelhos, veados etc. Tal poder só poderá ser utilizado até duas vezes por missão, evento, pvp etc. | Ouro Imperial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Mentalistas de Psiquê.]
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Amber K. Blackwood
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Mentalistas de Psique
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Mensagem por Hades em Sex Nov 09, 2018 4:24 pm


Avaliação


Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 4.000/2 = 2.000 exp e dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc –20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS:  2.000 xp e dracmas

O espirito foi concedido. É recomendando que você o adicione a sua FPA.

Spoiler:
O desenvolvimento da história foi diferente do que eu esperava, mas isso não é algo ruim. Foi surpreendente. Creio que você narrou muito bem e deu vida a sua personagem. Parabéns!
Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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Mensagem por Amber K. Blackwood em Qui Mar 28, 2019 1:12 am

Chain reaction, it's so electric
Trama Pessoal


Meus passos podiam ser escutados pelo corredor. Era final de expediente, um momento em que nenhum outro policial, detetive ou profissional de uma delegacia queria permanecer no prédio. O que tornava o melhor momento para que eu viesse treinar. Ser uma das poucas mulheres naquele departamento provocava a atenção e o julgamento alheio, algo que tendia a entrar em meu caminho até começarem a perceber o meu potencial. Minha capacidade dedutiva, meus instintos em encontrar problema e resolvê-los.

Mas eu possuía uma falha. Uma que eu treinava constantemente para superar, mas que aparentemente meu cérebro de guerreiro antigo não parecia aceitar bem. Eu tinha falhado no exame para detetive, apenas por não reagir prontamente a uma simulação de tiroteio. Eu possuía a tática, o combate corporal, a estratégia. Mas quando meu inimigo usava armas de fogo ao invés de espadas e lanças, meu espírito greco-romano parecia deteriorar.

Graças a um treinamento ministrado por uma filha de Hécate, agora possuía a capacidade mínima de manusear uma arma de fogo. Porém, não era o suficiente para a profissão que eu exercia e para as minhas metas. Lá fora, os seres humanos usavam armas automáticas que disparavam inúmeros tiros em poucos segundos. Eu poderia desviar, me defender e até mesmo contra-atacar se pudesse usar meus poderes. Mas desde que a Seita começou a agir, eu não me atrevia a sair de uma margem segura no uso de minhas habilidades. O que me restava fazer minhas ações como uma humana qualquer.

Eu iria falhar no exame para ser promovida a detetive. Não bastava que eu tivesse o melhor combate físico ou uma capacidade intuitiva invejável. Se eu não soubesse reagir de prontidão quando em meio a um tiroteio, eu não seria uma boa profissional ou – pior – colocaria meu futuro parceiro em perigo.

Decidida a ultrapassar aquela barreira, custe o que custar, eu estava permanecendo na delegacia para poder treinar um pouco mais. Em uma área reservada para os estandes de tiros, coloquei o abafador de ouvidos e os óculos de plástico, passando a encarar a pistola a minha frente. Em movimentos lentos, fiz todos os passos para garantir a segurança daquele momento: conferi o pente de balas, a trava de segurança e até mesmo engatilhei a arma. Mas ao erguer o braço, empunhando a pistola entre meus dedos, meu corpo todo tensionou. Disparei com certo fervor, mas não por estar empenhada, mas como uma forma de me livrar logo daquilo. A sensação, no entanto, era de como se eu estivesse levando cada tiro em meu corpo e não atingindo um alvo em desenhado há quinze metros de distância.

— Agora isso é o que chamamos de desastre.

Em uma reação puramente instintiva, minha mão canhota foi direto para o coldre em minha perna, retirando a faca que ali repousava. Girei o meu corpo ao mesmo tempo em que empunhava a arma branca, tão confortável com o item que logo estava em perfeita posição de ataque.

A garota loira esticou as mãos para o alto, como uma forma de dizer que estava desarmada e não aparentava perigo. Mas foi a jaqueta policial que ela trajava que me fez abaixar um pouco a guarda. Franzi o cenho, captando os detalhes da intrusa. Cabelo loiro levemente ondulado, rosto bonito, sorriso esperto. Era definitivamente alguém que não era desse departamento.

— Eu sei. — Falei girando a faca em minha mão de maneira distraída, olhando por sobre meu ombro, encarando o alvo com um tiro apenas fixado em um dos pontos almejados.

— Eu sou Barbara Campbell, detetive. Serei oficialmente apresentada a vocês amanhã, mas vim transferida da zona leste. — A loira explicou, encostando na parede de maneira confortável. — Irá tentar o exame para detetive?

— Sim. Homicídios. — Respondi pontualmente, sem ter certeza de se estava confortável com aquela interação. — Então... Bem vinda, eu acho. É bom ter representatividade feminina por aqui.

— Concordo, por isso estou torcendo para que você seja minha nova parceira. O capitão disse que iria designar algum novato para ficar ao meu lado, mas pelo que eu li nas fichas, você é a única que conseguiria acompanhar meu ritmo.

— Não sei se me sinto lisonjeada ou se torço para que seu ego não seja tão estupidamente grande.

— Um pouco dos dois. Estava pensando em trapacear um pouco. O exame é em três dias, posso te auxiliar com algum treinamento quanto as armas.

— Por que faria isso?

— Porque quero você como parceira. Já disse, é a melhor oferta da casa.

Arqueei uma sobrancelha, mas nenhuma dor de cabeça surgiu. Era como um sinal de quando estavam mentindo para mim, o que me fazia andar com um bando de analgésicos quando passava tempo demais na delegacia. Todos estavam constantemente mentindo ou fingindo algo. Bárbara pareceu cansar de minha hesitação, revirou os olhos e puxou algo do pescoço. Era um colar que era parcialmente escondido pela blusa que usava, logo eu compreendi o porquê. Um colar de contas repousava ao redor do pescoço dela, que abriu um sorriso enorme assim que percebeu a minha expressão surpresa. Existiam vários colares nesse mundo, mas aquele que a detetive portava era reconhecível para qualquer frequentador dos acampamentos.

— Foi meio impossível não notar a sua tatuagem romana. Sou descendente da vitória, então nada mais lógico do que conseguir a melhor carta que esse departamento tem para me oferecer. — Bárbara explicou, escondendo novamente o colar em sua blusa. — Aqui, pegue meu cartão, quanto antes você me ligar com uma decisão, mais rápido podemos começar a treinar.

A loira esticou um cartão de apresentação em minha direção, bem simples e com as informações básicas. Ela piscou o olho acentuando o seu ar travesso, saindo da área de treinamento. Encarei o cartão que estava em meus dedos, o cenho franzido enquanto pensava em como era surpreendente e perigoso encontrar uma semideusa como colega de trabalho. Era algo a ser evitado, já que sozinhos chamávamos a atenção de monstros... Juntos com outros, o cheiro atrativo era apenas acentuado. Porém, ao mesmo tempo, era reconfortante saber que ali alguém entenderia minhas preocupações e precauções. De fato, uma de minhas maiores preocupações era ser designada a um parceiro que fosse curioso demais, sem esquecer que teria de mentir constantemente.

Resmunguei ao sentir uma pontada de dor de cabeça. A melhor sequência de ações que eu poderia fazer no momento era retornar para casa, tomar um longo banho e perder uma noite de sono pensando em minhas opções.

•••

O capitão do departamento de polícia deu uma folga para os policiais que tinham se inscrito para a realização de exames para detetives. O intuito era de ofertar tempo para revisões e até mesmo relaxar, o que veio como uma pequena benção para que, na manhã seguinte ao fatídico encontro, eu estivesse mais uma vez em um galpão vazio. O que as pessoas tinham com locais assim e porque os abandonavam com tanta frequência, eu não fazia ideia.

No meio da madrugada tinha mandado uma mensagem impulsiva para Bárbara, um simples “Aceito”. Para minha surpresa, a loira detetive tinha respondido poucos segundos depois, com o nome do local e a hora de encontro. Só não esperava que fosse as seis horas da manhã em um local duvidoso da cidade, com poucas horas para descansar até o momento do treinamento.

No entanto, ali estava Amber Blackwood, filha de Athena que aspirava ser uma defensora da justiça no mundo humano, mas que tinha bloqueios ao usar armas de fogo. A minha biga transporte estava em sua forma de carro popular, permitindo que eu estacionasse próximo ao galpão. Antes que eu engatasse a marcha ré e saísse dali, abri a porta do veículo e caminhei para dentro do local. Ele possuía nada além de uma prateleira com armas e um estande de tiros com um único alvo.

Barbara estava sentada em uma cadeira, o corpo inclinado de modo que as pernas ficassem acomodadas sobre a mesa a frente. Em sua mão canhota, uma garrafa de cerveja enquanto na outra uma revista qualquer. Pigarrei para conquistar a atenção da loira, algo que a fez rir antes de levantar.

— Finalmente! — Ela exclamou tentando fingir tédio, mas era evidente a animação. — Vamos começar o quanto antes. Você sabe qual o seu bloqueio com armas de fogo?

— Desconfio de algumas coisas. Eu sou descendente da guerra, isso está em meu sangue mais forte até do que meu lado humano. Então prefiro naturalmente armas brancas, elas são mais elegantes e justas. Armas de fogo soa tão para covardes!

— O que você sabe sobre armas de fogo?

— O suficiente.

— Não é o bastante. Veja, você poderia me descrever todas as classes de armas brancas e suas especialidades. Isso te gera conforto, por causa do conhecimento. Então nosso primeiro passo é fazer você aprender tudo o que puder sobre armas de fogo.

Franzi o cenho buscando em minha mente qualquer argumento válido o suficiente para convencer a loira de que eu precisava de aulas práticas, não teóricas. Mas eu encontrava sentido em sua fala. Um sorriso vitorioso brindou os lábios dela, o que me fez revirar os olhos e sentar na segunda cadeira ao lado da mesa, encontrando um tablet simples e antigo, sem acesso a internet. Todo o conteúdo já estava baixado ali, o que me fez perceber que Barbara era cuidadosa. Tecnologia avançada atraia monstros, uma batalha era o que menos precisávamos naquele momento. Talvez, no futuro.

O pré-conceito de que aquilo seria um momento tedioso e longo provou-se errôneo. Barbara esteve comigo durante toda a leitura, explicando mais detalhadamente alguns assuntos importantes. Como o calibre de cada arma e de como elas foram evoluindo até mesmo na mecânica de funcionamento. Naquele período da manhã eu aprendi mais sobre o funcionamento técnico de uma arma, compreendendo cada vez mais sobre aquele artefato. Por exemplo, ele é um item que lança projéteis em alta velocidade através de uma ação provocada pela expansão de gases resultantes da queima de um propelente (combustível) de alta velocidade. Este processo de queima subsônica é tecnicamente conhecido como deflagração, em oposição a combustão supersônica conhecida como detonação. Por isso, nos séculos passados, a pólvora negra era usada como propulsor. Atualmente ainda se usa a pólvora, mas sem fumaça e de base simples, ou até mesmo outros propelentes.

Como uma boa filha de Athena, o conhecimento era adquirido de maneira rápida. A filha de Nike não precisava explicar nada duas vezes e minhas perguntas eram apenas para completar a informação. Demos um intervalo, saindo para comer em um restaurante local suspeito, mas que servia as melhores batatas fritas que eu comia em meses.

— Ok, vocês derrotaram alguns titãs em uma montanha. Mas nós, gregos, estávamos lidando com a guerra de verdade! Eu posso jurar que nunca vi os deuses oníricos trabalharem tão bem quanto naquele dia. — Bárbara comentou apontando uma batata molhada em mostarda em minha direção.

— Isso porque vocês estavam arrumando a bagunça que vocês armaram. É o modo operante dos gregos! — Contra argumentei dando de ombros. — Vai dizer que você também enfrentou o Minotauro quando estava chegando no acampamento ou Ciclopes. Vocês sempre enfrentam isso!

Bárbara abriu a boca para falar algo, mas a fechou e encostou na cadeira rindo. Ela sabia que era verdade. Acabamos rindo e pedindo a conta pouco tempo depois. Ao retornarmos, finalmente fizemos um pouco de prática. Com uma pistola Glock, fiz alguns tiros livres lembrando da primeira aula que recebi de Hela Deverich. Braço erguido, mas sem muita tensão para não machucar a musculatura na hora do “coice”. Mão abaixo da coronha para manter a estabilidade. Dessa vez ao erguer a arma, eu não estava tão trêmula, apesar de ainda sentir certo incomodo. Ao atirar, minha mente projetou todo o conhecimento que tinha adquirido horas atrás, entendendo melhor a mecânica do que acontecia.

A filha de Nike permaneceu ao meu lado, oferecendo algumas demonstrações para que eu pudesse imitá-la. Além de ficar provocando como uma boa grega faria. A irritação em algum momento me fez ameaça-la com um tiro no traseiro, mas isso apenas a fez gargalhar e erguer as mãos para o alto. No fundo, Barbara estava se tornando uma boa pessoa aos meus olhos.

— Chegue mais cedo amanhã, vamos passar por outros tipos de armas de fogo, com certeza as gangues não usam apenas pistolas ou revólveres. Estaremos enfrentando alguns paspalhos com uma UZI por exemplo. — A loira falou enquanto guardava o equipamento.

— Por que você escolheu fazer isso? — Questionei repentinamente, os braços cruzados.

— Já disse, quero você como parceira. Muito melhor ter uma semideusa do meu lado, mesmo sendo uma romana!

— Não. Por que ser uma detetive? Você poderia seguir outras áreas e ainda buscaria pela vitória e sucesso em igual intensidade, eu posso apostar.

Barbara fechou a maleta e me encarou por alguns minutos. Minha mente pareceu coçar para invadir a dela, descobrir o que aqueles olhos escondiam. Mas não o fiz, era além de falta de educação uma invasão de privacidade.

— O mundo está condenado, Blackwood. — Barbara falou, mas de maneira suave, quase serena. — Tanto o nosso quanto o dos humanos. Mas eu mesma me condenaria se não tentasse fazer algo para tornar isso menos doloroso. Mesmo que não para mim, para qualquer alma que a gente consiga ajudar. Vai fazer a diferença mundial? Não. Mas lidarei com o que eu posso. Só não devo ficar parada!

A resposta dela arrancou inconscientemente um sorriso de meus lábios, pois era uma maneira similar a qual eu mesma pensava. Naquele momento, eu também decidi que almejava a grega como minha parceira, mesmo ela sendo da costa leste.

•••

Na manhã seguinte Barbara me fez questionar internamente se ela tinha algum contato no tráfico de armas. Ali tínhamos uma escopeta, uma espingarda e até mesmo a UZI que ela tinha comentado anteriormente. Seguimos o mesmo plano anterior, aprendendo sobre o funcionamento de cada uma. A diferença de potência, calibre e função. Imaginamos quais seriam as situações ideais de usar cada uma delas e como seria o melhor curso de ação para se defender de um ataque feito com aquelas armas. Se eu achei difícil portar uma pistola ou revolver, quando se tratou das armas maiores eu senti o verdadeiro bloqueio. A musculatura tão tensa que eu podia sentir cada ligação interna paralisando, como um protesto para que eu soltasse a arma e pegasse as de verdade. Adagas. Espadas. Lanças. Qualquer coisa, menos aquilo.

— Amber! — Barbara resmungou quando eu errei feio o alvo depois de atirar com a espingarda. — O coitado está literalmente a 7m de distância apenas. Até uma criança acertaria alguma região. O que diabos está acontecendo?

— Eu não consigo, é isso! — Larguei a arma sobre a mesa, tirando os abafadores de ouvido e os óculos de proteção. — Deuses!

— Ok, olha para mim romana. O que você acha de combates com armas de fogo?

— Uma covardia. Como alguém tem uma chance justa de se defender de um tiro?!

Barbara abriu a boca para proferir algo, mas a manteve em aberto enquanto os olhos dobravam de tamanho. Era como se ela tivesse realizado algo naquele momento. O sorriso convencido era apenas uma evidência de minha suspeita, o que me irritou terrivelmente. Como ela poderia saber algo que eu já não teria pensado antes.

— Você é filha de Athena. — A loira afirmou como se isso fosse uma resposta para todas as dúvidas.

— Eu já falei isso para você. — Passei a mão sobre meu rosto, frustrada.

— Não! Digo, sim! Você é filha da deusa da guerra justa. Não é que você não consiga usar a arma. O bloqueio está na maneira como você encara toda a situação, que você acha que não deve lutar com arma de fogo por mais que você queira.

— Claro que não vou lutar com pistolas se eu posso... Oh.

Era quase doloroso admitir que outra pessoa estava certa. Minha expressão se tornou pensativa enquanto processava a informação, associando, assimilando e a absorvendo. Minha mente, minha crença estava bloqueando as minhas ações, controlando meu comportamento pela maneira como estava me sentindo.

— Uma luta ainda é uma luta, Amber. Você usa todas as armas que tem a disposição e apenas sobrevive para lutar uma vez mais. Armas de fogo são apenas ferramentas como espadas, lanças e adagas. — A loira parou a minha frente, segurando meus ombros. — A diferença sempre vai estar em quem está portando, isso que faz a diferença entre um guerreiro e um covarde. Alguém pode ser injusto com as mesmas armas que você tanto defende. Você pode fazer justiça usando pistolas e revolveres. Pense nisso, eu não posso mais ajudar você com prática ou teoria, depende apenas de você.

Sem dizer mais nada, a loira começou a organizar os equipamentos, deixando para trás apenas a pistola Glock. Era uma opção que ela ofertava: a de continuar treinando, mas para convencer minha própria índole do que era certo ou errado. Joguei-me contra a cadeira, encarando de maneira perdida o item bélico sobre a superfície amadeirada.

Fechei os olhos, permitindo minha mente imaginar o que aconteceria se não existissem armas de fogo. Existiriam menos mortes? Menos massacres? Menos execuções injustas e instantâneas? Projetei em minha mente como seria se o mundo do crime fosse armado apenas com os itens bélicos dos guerreiros. Então foi fácil chegar a uma conclusão depois de ponderar sobre isso. Humanos ainda continuariam a guerrear, a matar por motivos mais fúteis e emocionais. Barbara estava certa – novamente – sobre o que estava realmente me travando. A justiça não estava sobre o que você usava como arma, mas sim em como você a manejava.

Tentando repetir isso várias vezes em minha mente, peguei a Glock e levantei da cadeira em um movimento brusco. Ergui meu braço, inspirando fundo enquanto apoiava a mão no cabo da pistola. Atirei uma, duas, três vezes. Girei o corpo, buscando possíveis alvos pelo ambiente. As próximas vítimas formam as garrafas de cerveja que Barbara tinha consumido. Minha mira não estava excelente ainda, era estranho por não ter costume em usar a arma. Mas ali estava, meu corpo firme e minha mente sem a angústia.

Quando as balas acabaram, eu estava ofegante. Finalmente eu me sentia segura o suficiente para fazer o teste!

•••

Era uma manhã estranhamente nublada quando cheguei no departamento de polícia. Como sempre, cumprimentei a recepcionista com um sorriso, oferecendo a ela um copo com o café predileto dela. Manter uma amizade com os outros funcionários sempre rendia as melhores informações internas. Algumas mulheres poderiam chamar isso de fofoca, eu chamava de ter vantagens no território.

Ao adentrar o elevador, as portas estavam prestes a fechar quando uma mão impediu a ação. Arqueei as sobrancelhas ao ver Barbara adentrando com um semblante fechado. Ela estava de mal humor evidente. As portas fecharam e a loira suspirou, encostando contra a parede metálica.

— Noite difícil? — Questionei ao entregar o café americano duplo.

— Você não faz ideia. Mas tudo fica melhor depois de dar alguns goles nesse néctar. — A detetive respondeu, logo bebericando do líquido. — Isso realmente salva a minha sanidade.

— Precisamos disso se formos encarar Matt e Rupet pelo resto da manhã. — Comentei fazendo uma careta.

— Thanatos, você já pode me levar se isso acontecer.

— Não seja dramática.

— Não seja insensível a TPM alheia. Agora vamos, parceira. Temos casos a resolver e traseiros para chutar.

Aquilo me fez sorrir grande ao compasso que as portas se abriram. Eu já não trajava o uniforme de policial, mas sim uma roupa social confortável e adequada para a minha promoção. Barbara foi a primeira a sair, deixando-me experimentar um pouco do meu próprio orgulho por ter finalmente conseguido. Sim, tinha prestado o exame para detetive e finalmente tinha concluído com sucesso. No dia seguinte Barbara já estava com as coisas dela ao lado de minha mesa, avisando que pegaríamos o nosso primeiro caso. Nossas alfinetadas e simulações de briga era a nossa forma de diálogo, o que deixava nossos colegas em dúvida se gostávamos uma da outra ou não. Não admitiria isso em voz alta, mas no fundo, eu sabia que devia a minha atual situação a uma grega de ego enorme, mas de bondade tão grande quanto.



Objetivo da missão:
Gostaria de sugerir a habilidade aprendida abaixo. Destacando que faz parte da trama pessoal da Amber, ela já tendo passado pela academia de polícia > oficial > e agora detetive. É comum o treinamento de armas de fogo nesse contexto. Como filha e neta de deusas da guerra, tentei colocar uma dificuldade mais subjetiva, já que em teoria ela aprenderia facilmente a manusear equipamentos.

Nome da habilidade: Perícia com armas de fogo II
Descrição: A semideusa aprofundou o conhecimento com armas de fogo, aprendendo sobre seu modo de funcionar e como usar outros tipos de armas de fogo para além de revólver e pistola. Sua habilidade equivale ao conhecimento de um policial/detetive, podendo ainda evoluir para um mais profissional.
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Bônus: +20% de chances de acerto.
Dano: +10% de dano
Extra: Nenhum.
Habilidades Aprendidas de Destaque:
Nome da habilidade: Conhecimento básico
Descrição: O semideus aprendeu como montar e desmontar armas de fogo do tipo mais simples, além de saberem o básico de suas partes para não se atrapalharem no momento de retirar uma trava de segurança.
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Bônus: O semideus aprendeu o básico sobre armas de fogo.

Nome da habilidade: Perícia com armas de fogo I
Descrição: O semideus em questão aprendeu a lidar com armas de fogo e agora sabe como travar e destravar além de ter desenvolvido uma mira considerável para atirar de forma efetiva, sem sofrer eventuais desvios que poderiam ser causados pelo coice da arma.
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Dano: 30 HP
Bônus: O dano pode ter um acréscimo de até 50% a depender de onde o tiro acertar. Este seria um dano para pontos ditos como vitais.
Tatuagens:

Invicto | Inteligência | (Coruja aquarela) | Amplia a mente do semideus, o fazendo aprender mais rapidamente tudo que lhe é ensinado. Além disso, sua capacidade de descobrir coisas e sua percepção sobre situações aumenta em 20%, seus planos e estratégias com isso, ganham bônus de 20% de chance para darem certo| Ainda recebe bônus de 5% em habilidades adquiridas em aula.(Um pouco acima do quadril, parte frontal) | marca pequena | Permanente.

IPeper | Percepção | (Uma pena que se desmancha em pássaros no fim) | Aumenta a percepção do semideus em +30%, aumentando as chances de descobrir algo ou alguma coisa, além de reduzir as chances de ser enganado por meio de palavras, rastros e pistas forjadas, entre outras coisas. Além disso, ele fica mais habilidoso quando está procurando por algo ou alguma coisa, e as chances de encontrar rastros, pistas ou coisas deixadas, também se torna maior.| (Lado esquerdo das costas) | marca pequena | Permanente.
Habilidades Passivas:
Mentalista:
Nível 1
Nome do poder: Capacidade cerebral aumentada
Descrição:  Ao se tornar um Mentalista, o semideus potencializa a capacidade cerebral. Suas sinapses são mais eficientes e sistema nervoso funciona melhor do que qualquer outro semideus ou ser vivo. Isso permite que o Mentalista use de sua mente como sua principal arma, sem enlouquecer ou sofrer danos cerebrais durante o uso das habilidades.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum


Nível 3
Nome do poder: Detector de Mentiras I
Descrição: O mentalista é capaz de perceber quando alguém está mentindo, sentindo uma sutil pontada na cabeça. Neste nível, ele irá detectar a mentira apenas se ela for direcionada para si.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: caso continuem contando a mentira repetidamente, poderá gerar dor de cabeça no mentalista.


Nível 4
Nome do poder: Corpo equilibrado I
Descrição: O seguidor de Psiquê tem tanto mente quanto corpo alinhados. Isso acaba por potencializar o equilíbrio corporal. Nesse nível o mentalista ainda começa a aprender noções de seu corpo, tendo um ótimo equilíbrio que um humano treinado teria.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de equilíbrio
Dano: Nenhum


Nível 5
Nome do poder: Inteligência Múltipla – Lógica.
Descrição: O cérebro possui múltiplas inteligências que os seres humanos desenvolvem com treinos ou a desenvolvem naturalmente. O mentalista agora possui a inteligência lógica apurada, tendo o seu “Centro de Broca” mais ativo no momento. Essa é a inteligência empregada para resolver problemas lógicos e matemáticos. É a capacidade para utilizar o raciocínio dedutivo e de calcular corretamente. É a inteligência que costumam ter os cientistas, matemáticos, engenheiros e aqueles que utilizam cálculos e deduções (trabalham com conceitos abstratos, elaboram experimentos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Suas estratégias ganham mais credibilidade; +20% de assertividade em arremesso de itens, graças aos cálculos realizados
Dano: Nenhum


Nível 9
Nome do poder:  Leitura empática
Descrição: a empatia é a capacidade de sentir e/ou perceber o que os outros estão sentindo no momento. Nesse nível, os mentalistas conseguem interpretar as emoções dos outros seres vivos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Memória Fotográfica
Descrição: Os mentalistas possuem uma memória perfeita. Ao se depararem com um estímulo, ele irá lembrar futuramente, mesmo depois de um longo tempo. A memória aqui não se prende apenas ao visual, envolve também os outros sentidos do corpo. Senso assim, poderá lembrar de um som, de um cheiro, de um gosto em específico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Athena:
Nome do poder: Estratégia
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +5% das estrategias darem certo. (Aumenta em +5% a cada 5 níveis que o semideus adquirir = +20%). ->> 25%
Dano: Nenhum.

Nível 7
Nome do poder: Sabedoria
Descrição: Os filhos de Atena conseguem descobrir os pontos fracos de seus inimigos, fazendo com que seus golpes sejam mais efetivos. Em monstros que já conheçam, ou tenham lutado, eles já saberão o ponto fraco.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de chance de acertar um ponto crítico em batalha.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Estratégia II
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: Nenhum

Nome: Aprendizado apurado II
Descrição: A inteligência de um filho de Athena é um dos pontos mais fortes do semideus, quando bem desenvolvida e estimulada. Ao estudar algo, o filho da deusa da guerra estratégica ganha mais domínio sobre o assunto do que qualquer outro semideus.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de bônus em habilidades aprendidas.
Dano:  +10% de dano em habilidades aprendidas.
Extra: Necessário colocar essa habilidade em destaque, para que narrador esteja ciente do aumento no bônus e dano.

Nome do poder: Memorização
Descrição: A mente do semideus é capaz de arquivar informações com mais facilidade, lembrando-se de caminhos percorridos, dados sobre coisas que já viu ou conheceu. A boa memória do semideus o faz capaz de lembrar informações importantes sobre o cenário ou sobre inimigos que já enfrentou.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de inteligência e +30% de capacidade memorial
Dano: Nenhum
Extra: Caso o semideus já tenha enfrentado determinado inimigo ou passado por alguma situação, se lembrará de detalhes que o ajudem a superar o problema.

Nome do poder: Foco
Descrição: Com uma das mentes mais apuradas, é difícil distrair um filho de Athena quando este está dedicado a suas ações.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 40% de foco em combate ou atividades.
Dano: Nenhum.
Belona (Legado):
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.
Itens:
• Bigtransporte [Uma biga de aparência velha que passa despercebida pela maioria dos semideuses. Tem desenhos em toda a sua espessura que contam as histórias de feitos dos heróis. | Efeito 1: Essa biga pode se transformar em qualquer meio de transporte que o campista desejar, desde um carro, a uma pequena lancha ou um jato particular para até duas pessoas, já que não pode carregar mais passageiros do que isso. | Efeito 2: Caso o semideus tente transportar mais de 2 pessoas por vez – e ela está contando nessa soma, ou seja, só pode levar mais um consigo – a biga volta ao normal e deixa de funcionar. Efeito 3: Pode invocar dois cavalos fantasmas – feito de ossos que lembram um cavalo caveira – para leva-lo por aí quando esse transporte está em forma de biga. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas. | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

As armas citadas na postagem pertencem a NPC.
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Amber K. Blackwood
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Mentalistas de Psique
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Localização : São Francisco - CA

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 Elementary ଓ Trama Pessoal Empty Re: Elementary ଓ Trama Pessoal

Mensagem por Júpiter em Qui Mar 28, 2019 12:11 pm


Avaliação


Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 6.000/2 = 3.000 exp e dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc –20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS:  3.000 xp e dracmas

A habilidade foi conquistada, será adicionada à sua FPA no momento da atualização.

Nome da habilidade: Policial Armada
Descrição: A semideusa aprofundou o conhecimento com armas de fogo, aprendendo sobre seu modo de funcionar e como usar outros tipos de armas de fogo para além de revólver e pistola. Sua habilidade equivale ao conhecimento de um policial/detetive, podendo ainda evoluir para um mais profissional.
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Bônus: +20% de chances de acerto.
Dano: +10% de dano
Extra: Nenhum.

Spoiler:
Gostei muito da profissão escolhida para sua personagem, acredito que tenha bastante coisa para desenvolver com ela e estarei atento nisso. Parabéns!

Sua habilidade Teve uma pequena alteração, mas nada que possa interferir nela.
Atualizado por Macária



Que Zeus te perdoe, porque eu não vou!

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