The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

Lago do Camp

Página 9 de 12 Anterior  1, 2, 3 ... 8, 9, 10, 11, 12  Seguinte

Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Emil Sorensen em Qui Ago 30, 2018 5:15 pm








Minhaperdição


P
ode parecer mentira, mas eu tinha sido pego no canto da sereia, naquele exato momento em que ela cantou um pequeno trecho de musica, puxei-a para cima de mim, a cobrindo novamente com minha jaqueta para que não ficasse doente. Nos beijamos até o entardecer, mantendo nossos corpos colados um no outro, rindo, contando histórias entre outras coisas, naquele momento iniciávamos uma conexão muito maior do que um simples romance, e sim uma amizade forte e consolidada onde jamais um abandonaria o outro.

''Essa mulher, eu preciso ficar com ela até o fim''

Sorria para mim mesmo enquanto voltava para minha coorte, alguns semideuses olhavam estupefatos para ambos caminhando de mãos dadas em direção aos quartéis, eu não ligava, só queria sentir ela e nada mais, eu estava loucamente apaixonado, e pretendia fazer isso se extender até o final da minha vida.




Prince of Thieves
Emil Sorensen
Emil Sorensen
IV Coorte
IV Coorte


Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Prowler em Sex Set 07, 2018 11:53 pm


A desire embedded, a scent of solitude
The guardian rests the mind, in search of what has not been
Seria trágico para o guardião conviver com aqueles sentimentos. Verdade dita, o mundo decolava em um âmbito que ele não entendia. Maldade, avareza, ganância. Para alguém como Prowler, enfrentar aquele tipo de situação apenas o fazia entender que ele não era realmente um ser que pertencia aquela sociedade. Descansando sobre uma árvore, a prole de Ceres simplesmente refletia sobre os recentes acontecimentos, imaginando o que poderia acontecer em seguida. O barulho da água e o silêncio da mata o acalmavam e o permitiam pensar com mais clareza.

Semideuses muito mais poderosos que ele já haviam tombado em meio aquela guerra, mas para alguém como Prowler, a morte seria a recompensa final em sua tarefa como vigia. Em bufadas e suspiros, o jovem permitiu descansar um pouco, imaginando o que sua vida de campista reservaria para ele. Fosse o que tiver de acontecer, era o momento de mais do que nunca, brigar para obter o verdadeiro poder e custasse o que custasse, havia uma certeza, que o guardião romano não cessaria sua jornada, até enfim conseguir o nível que realmente buscava.

- FIM DA INTERAÇÃO DE PROWLER NO TÓPICO

Poderes:
Passivos:
-
Ativos:
-

Observações:
- FPA

Itens:
-




PROWLER • SON OF CERES
Prowler
Prowler
Lider dos Guardiões
Lider dos Guardiões

Idade : 19
Localização : Jardim das Hespérides

Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Juliette Deveraux em Qua Out 17, 2018 5:10 pm

Petite Furie
Dans la pénombre de ta rue, m'entends-tu? Je n'attends plus que toi pour partir...
Sentia-se tão... esquisita. Quase arrependida, mas nem tanto assim. Aquela confusão de sentimentos estava prestes a levá-la até o pico mais alto e íngreme da loucura e, ao mesmo tempo em que não suportava tantas oscilações, Julie entendia como era o funcionamento de sua mente... e também do coração conflituoso. Apenas precisava respirar fundo e deixar-se levar. Tudo, em algum momento, ficaria bem. Para criaturas mutáveis feito ela, a paciência não era uma qualidade; era uma necessidade tão sólida quanto as pedrinhas daquele lago...

Julie suspirou antes de lamber a pontinha do dedo para virar a página do romance que lia pela quarta ou quinta vez. Só queria distrair um pouco a cabeça de todos aqueles pensamentos irritantes e escolheu o lago como refúgio.

Algo bem clichê, inclusive.

Contudo, diante do que tem visto pelo acampamento... Não havia um lugar mais tranquilo. Sinceramente acreditou que o breve intercâmbio seria uma ajuda já que não parecia se encaixar tão bem com os companheiros gregos... Outro engano. Na verdade, Juliette demorou a perceber o óbvio: o problema não estava nas pessoas, mas sim nela mesma. Até cogitou retornar, porém de última hora, decidiu ficar e fazer uma tentativa menos desanimada.

A saudade de casa começava a apertá-la...

Saudade do papa e da mama... Saudade dos amigos... De sua rotina...

Passou as costas da mão sobre o rosto molhado conforme um biquinho arrebitado aumentava o volume dos lábios. Durante o gesto, acabou esbarrando nos óculos, atrapalhando-os. Geralmente usava as lentes de contato, porém preferia evitá-las, pois irritavam a vista sensível. Era difícil se acostumar. E não se incomodava com a possibilidade do acessório afetar ou não a aparência... o que não era o caso. Juliette tratava-se do tipo de garota que tornava o trapo mais feio numa roupa de grife. Agora mesmo, por exemplo, se não fosse pela camisa roxa do uniforme, calça jeans e o par de botinhas de canos curtos... Poderia ser facilmente comparada à uma ninfa.

Os cachos cheios e cor de mel estavam espalhados ao redor da face e cobriam a grama baixa e gelada devido à noite úmida. Uma perna mantinha-se esticada e a outra dobrada, cujo joelho apontava para o céu negro e sem estrelas. A única claridade vinha da lua redonda e brilhante, como um farol de carro, e clara o suficiente para fazê-la enxergar as letras, apesar da menina ter que unir as sobrancelhas e forçar um pouco a visão. Entretanto, ela meio que já decorou a maioria das passagens e diálogos graças ao número de releituras.

Orgulho e Preconceito era um clássico e, como tal, deveria ser sempre apreciado.

Juliette não enjoava dele.

Quando chegou próxima do fim, fechou o livro, colocando-o ao lado, perto de uma garrafinha térmica.

Conforme concentrava-se no véu acima, identificou alguns pontinhos e numa brincadeira infantil, fingiu que criava desenhos com o indicador, tornando-se uma verdadeira artista.

- Qui es tu, huh? Oh... Tu es Pégase... C'est très beau... Le Grand Cheval Ailé...

Sorriu de um jeitinho cúmplice enquanto falava sozinha.

- Et tu?

De repente, as íris fitaram o anel que coube perfeitamente no anelar, dando a impressão que ela e o desconhecido firmaram uma espécie de compromisso.

Lembrava-se da voz... Soprando que essa coisinha gasta e antiquada lhe pertencia...

E... Julie sabia que sim.

Com delicadeza, esfregou a joia e logo a puxou contra o peito junto da mão.
Copyright ©️️ 2017 All Rights Reserved for Mayu Amakura at Lotus Graphics


Última edição por Juliette Deveraux em Ter Out 23, 2018 10:09 pm, editado 1 vez(es)
Juliette Deveraux
Juliette Deveraux
Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Localização : Annecy, França

Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Leon Sartori em Qua Out 17, 2018 7:33 pm

Some days, things just take way too much of my energy
Leônidas havia derramado o próprio ego acima de uma espada. Para um bom precursor da paz - indiferente ao sangue guerreiro que se alastrava por suas veias -  sentia-se completamente desanimado para continuar as atividades em campo. Tardio, não estava tendo facilidade em digerir a ideia de que a guerra não era uma característica única entre os reles mortais, era tão real dentro de cada mundo, dentro de cada peito. O romano tinha um dilema pessoal pesado demais para lidar no momento, precisava se situar num embate lógico de sua verdadeira origem: Era nascido na Grécia, e ironicamente fazia parte do laço romano. — Um pouco de paz seria muito bem vinda. — Vociferou tão baixo que nem mesmo seu subconsciente seria capaz de compreender o sussurro. Estava no meio da coorte, deitado, pensando em como tinha desenvolvido uma capacidade ilustre para lutar. Bem, deveria ser algo vindo no sangue. Quando segurava uma espada, sentia duas explosões diferentes no peito. A primeira era a sensação de que estava prestes a cometer um terrível erro. A segunda? Era a certeza de que nascera para aquilo.

Piegas ou não, ele se aproximou do lago para nutrir alguma conexão com a tranquilidade. Poucos eram os atrevidos que se davam o luxo de pedir por algo que nem mesmo os deuses tinham e intervir por conta própria numa rotina que deveria seguir os implantes guerrilhos para os quais servia era quase como se pudesse sentir na ponta da língua a esnobe sensação de estar quebrando uma regra. Logo ele, muito correto e politicamente sensato. Leon, ao contrário dos que muitos pensavam, estava páreo a entrar em discussões e guerras onde a estratégia fosse o ponto alto. Talvez aquele fora o mérito cujo havia lhe integrado a segunda coorte por meio de Becka Klasfox e sua carta de recomendação.

Sentou-se próximo de uma figura desconhecida que abrigava em mãos um exemplar de Orgulho e Preconceito. Não podia expressar a alegria em saber que mais alguém ali dentro conhecia as magníficas palavras de Jane Austen, sua autora favorita, e por sarcasmo ou ironia, aquela garota segurava a sua obra predileta. Via-se no reflexo de Darcy, orgulhoso e fora de um padrão considerado como esperado na sociedade cuja era engajado. Era tão antiquado quanto ele, tão propenso a falhar no meio de um diálogo e quase nunca tinha o que falar. Mas, houve um ponto alto em que ela alternou a linguística e passou a murmurar palavras numa língua estranha. Ele a olhou de esguelha, desconfiado num primeiro instante. Comprimiu os lábios, coçando a barba recém feita, baixa o suficiente para somente arranhá-lo de leve com a aspereza dos pelos bem aparados. — Você gosta dessa história? — O seu inglês era terrível, se comparado aos dos demais semideuses. Nunca tinha se esforçado o bastante para camuflar o sotaque grego que o fazia ter uma dificuldade absurda em falar certas palavras, as com “r” e “s” principalmente.

Quais eram as chances dela gritar para que se afastasse e poder fazer a sua leitura em paz? Ela estava falando sozinha?

Leon Sartori
Leon Sartori
II Coorte
II Coorte


Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Juliette Deveraux em Qua Out 24, 2018 12:28 am

Petite Furie
Dans la pénombre de ta rue, m'entends-tu? Je n'attends plus que toi pour partir...

Filha de Perséfone...

Prole de uma Deusa com um mortal miserável...

Semideusa.

Monstros...

Criaturas mitológicas...

Eram tantos os termos, tantas coisas que aparentemente não tinham sentido algum na cabecinha já confusa de Juliette... No entanto, ainda assim, apesar disso tudo, dos conflitos internos e externos... A francesa sentia determinadas peças se encaixando, mesmo que bem devagar... Era um processo complexo... e dolorido.

Bastante dolorido, aliás.

Deveria estar acostumada com mudanças, mas isso não excluía o fato de que, em cada nova estação, algo ficava para trás.

Perdido no passado.

A mão repousou sobre o ventre conforme a outra buscava o livro, porém não estava mais concentrada para reiniciar a leitura. E folheando as páginas, - não as lendo, realmente - Juliette não percebeu a aproximação de uma figura opulenta e silenciosa... E nem que tal sentou-se calmamente ao seu lado. Uma linha irritada marcava presença entre as sobrancelhas claras, mas longas e bem desenhadas num rosto igualmente simétrico. Embora os óculos de grau não a desfavorecessem, continuavam se comportando como um empecilho em admirá-la por completo. Julie resmungou outras palavras na língua materna, aborrecida diante de frustrações particulares. Desistindo da atividade, ela recolocou o exemplar próximo de si, mas a súbita pergunta podou a atitude... impulsionando outra mais estridente.

Juliette gritou.

Como um pequeno foguete, ela se ajeitou e usava o livro como escudo...

Indefesa...

Até o próximo segundo.

Mas, ao invés de uma réplica hostil, um sorriso meigo e envergonhado surgiu no rosto naturalmente corado da mocinha e ela aproveitou para arrumar os óculos que escorregaram acima do nariz arrebitado... mais uma vez – Mon Dieu, monsieur... – sussurrou, recuperando-se do breve susto. Não esperava companhia. Todavia, após arrumar as lentes frente os olhos, Julie percebeu que ele não era um “monsieur”, e sim alguém tão jovem quanto ela própria – alguns poucos anos mais velhos, talvez. Em seguida ao primeiro choque-surpresa... Juliette absorveu o tom pesado das palavras, tão diferente do francês, refinado e musical.

A única semelhança entre os dois era a dificuldade de pronunciar o inglês, independente de ambos conhecerem o idioma. Os sotaques soavam muito evidentes e carregavam seus charmes pessoais.

Russo? Não... Alemão? Hmm.

Grego...?

- Oh, oui... – ergueu o livro – C’est... Non, non, non... – corrigiu-se em tempo - É a minha história preferida de todas. Gostaria de olhar? – estendeu a obra na direção do rapaz, como se fossem velhos e melhores amigos – Huh?

Era uma reação... estranha, mas... adorável também por ser tão espontânea. E estava sim com o humor afetado, só que... ansiava pelo recomeço... Precisava lutar.

Lutar contra os fantasmas que a perseguem.

Julie respirou fundo e o sorriso cresceu centímetros, provocando covinhas nos cantos deste.

- Você tem passos leves para alguém tão grande.

Comentou de súbito, não deixando de encará-lo.
Copyright ©️️ 2017 All Rights Reserved for Mayu Amakura at Lotus Graphics
Juliette Deveraux
Juliette Deveraux
Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Localização : Annecy, França

Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Brandon Handler em Sab Out 27, 2018 9:36 am




Antes que você comece a me julgar já vou deixar bem claro. Eu não fiz absolutamente nada errado. Nenhum comentário indecente, nenhuma crítica pouco construtiva, mas claro que isso não importara para Charles. Tudo que havia importado para ele havia sido aquela piada. Uma piada boba que diversas pessoas haviam rido, mas que uma pessoa em especifico havia levado como ofensa pessoal. E claro, por ele ter se sentido desrespeitado, eu havia ganhado de presente um dia maravilhoso em companhia de Hannibal. Se dar banho no animal já não fosse ruim o bastante, eu ainda teria de limpar seus dejetos durante todo o dia. Não preciso nem dizer que toda a vontade de tomar um banho nas termas do acampamento, haviam se perdido ao som daquela notícia.

Soltando um suspiro deixei que meus olhos se focassem no lago e depois em Hannibal. Mesmo sem sua armadura utilizada nos jogos de guerra ele tinha um tamanho impressionante. Eu levaria bem mais que meia hora pra conseguir ensaboar e enxaguar aquele animal imenso. Optando por reclamar de menos e colocar a mão na massa, entrei no lago enchendo um dos baldes que haviam deixado ali para que eu pudesse usar. Com o balde cheio, coloquei um pouco do conteúdo indicado como sabonete especial para animais de grande porte dentro deste e mexi para que esse se misturasse melhor com a água. O cheiro era meio forte, mas nada que parecia incomodar a imensa tromba de Hannibal.

Peguei a escadinha, mergulhei a bucha dentro do balde e comecei o trabalho. Era tanta lama que havia secado no corpo do animal, que ficava até obvio que ele devia se arrastar pelas poças que encontrava por aí. Finalizando de ensaboar o lado direito, desci da escadinha seguindo em direção ao lago com um balde vazio em minhas mãos. Foi necessário bem mais que dois baldes para que eu conseguisse enxaguar o lado lavado, mas pelo menos aquela parte estava tão limpa que era visível que eu havia feito um bom trabalho. Jogando fora a água com sabonete usada na metade direita do animal, enchi-o novamente e coloquei a mesma quantidade de sabonete usado anteriormente para iniciar a segunda metade do trabalho.

Mesmo quando eu tentava ser delicado com a bucha em minhas mãos, as manchas não saiam fazendo com que eu tivesse de esfregar com mais força. As orelhas, entretanto, foi uma das partes mais difíceis. Toda vez que eu tentava ensaboar a orelha, Hannibal se afastava. –Tem como você me deixar terminar o trabalho? Quanto mais cedo terminarmos mais rápido você poderá andar por aí- resmunguei em direção ao animal, que pareceu entender me deixando finalizar o trabalho. Enxaguei aquela parte do animal, tomando cuidado para que não entrasse água em seu ouvido, assim que terminei de enxágua-lo juntei o material que havia utilizado para limpeza e observei enquanto Hannibal começava a andar.

O primeiro dejeto que veio, foi a parte mais difícil. O cheiro era inexplicavelmente pesado, enquanto o tamanho era tão grande que me deixara assustado. A ânsia de vomito veio quase que automaticamente, meu rosto se fechando diante da iminência de que eu era o responsável por recolher aquela coisa nojenta. Ao final do dia, eu tinha ciência de duas coisas. Hannibal era uma boa companhia e animais de grande porte faziam o número dois muitas vezes por dia, mesmo que não comecem tanto. E eu tinha certeza de mais uma coisa. Garoto dejeto, havia se transformado em meu apelido e ele havia pegado. E aquele era o triste fim de um dia como cuidador de Hannibal.  
Brandon Handler
Brandon Handler
Celestiais de Èter
Celestiais de Èter


Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Zeus em Sab Out 27, 2018 11:54 am


Avaliação


Método de Avaliação:
Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 40%
Habilidade condizente com os itens criados – 20%
TOTAL: 250 xp

Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 40%
Criatividade e outras considerações – 20%
TOTAL: 250 XP

comentário:
Garoto eu recomendo que você tome um banho, as garotas não gostam muito do fedor de desejos de elefante...




Lorde Zeus
Zeus
Zeus
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Romeo Bernocchi em Dom Fev 17, 2019 5:04 pm

frenons
Por vontade de Otto, o levei até o lago do acampamento quando a noite chegou. Depois da nossa aventura no Tártaro, o que obviamente incluía o maravilhoso desempenho do cão infernal ao meu lado e de Halsey - saudades, inclusive -, ele merecia tudo e mais um pouco.

— Te amo, bonito. — sussurrei ao abraçar seu pescoço, apoiando-me em seu corpanzil. Senti a língua áspera da criatura em meus braços, mas não me importei; apenas sorri.

Permanecemos em silêncio por alguns minutos, assistindo o reflexo da lua sobre o largo espelho d'água diante de nós. Era interessante o fato de que sempre depois do caos havia paz... mas não que isso perdurasse para sempre. Hakon e Bolt ainda estavam à minha espera na Estação Intermediária, e algo me dizia que pouca coisa boa provinha disso aí. Por isso, precisava me fortalecer, me preparar, fazer o mesmo com minhas mascotes e deixar as coisas no acampamento e em Nova Roma decentes.

Do bolso interno da jaqueta jeans, tirei um pequeno frasco com uma substância escura. Pela proximidade ao rosto de Otto, estiquei o braço para mostrá-lo o item, balançando-o de leve para atrair sua atenção. — Eu devia ter te dado isso antes da guerra, mas tanta coisa aconteceu que eu esqueci. — endireitei-me ao vê-lo se interessar, mesmo que não entendesse uma única palavra dita por mim.

Então, com calma, destampei o frasco e o virei na boca do cachorrão enquanto a forçava permanecer aberta. A pouca quantidade de poção foi goela abaixo em poucos segundos e eu logo comecei a acariciá-lo, dizendo sem parar que estava tudo bem. Até que não esteve.

Otto chiou e, após alguns segundos, passou a chorar baixinho, tendo o que me pareceu uma dor interna. Becka dissera que isso poderia acontecer, além de algumas sutis mudanças físicas, como o escurecimento do pelo da criatura, atingindo um fortíssimo preto. Seus olhos também aparentemente atingiram uma coloração vermelha mais intensa, o que findou a configuração mais amedrontadora do cão infernal.

Meus lábios moldaram um sorriso repentinamente, porque a suposta dor sentida pela mascote simplesmente desapareceu, dando lugar ao costumeiro jeito relaxado e amante de lambidas que ela tinha. Com aparente êxito na poção trevosa, eu só precisava esperar um tempinho para analisar as possíveis mudanças as quais Otto fora acometido. Isso seria divertido.

item consumido pelo pet:
Trevoso  – Frasco com poção verde borbulhante, em seu interior, é possível ver a formação de pequenas chamas. Tal poção torna suscetível ao mascote receber poderes referentes ao elemento trevas, ou seja, ao dar essa poção ao mascote, ele se torna 70% mais resistente ao elemento, além de poder produzi-lo. Ex: Se essa poção for ingerida por uma ave de rapina comum, como uma coruja, ela se tornara uma coruja das trevas, ganhando 70% de resistência ao elemento + poderes relacionados a ele. Tais poderes serão acrescentados apenas ao seu mascote, entre o nível 11 e o nível 15, e poderão ser criados por você mesmo segundo as regras do sistema de criação de mascotes do fórum. Lembrando que, a poção não funciona com mascotes com elemento oposto. (É necessário realizar uma postagem descrevendo as mudanças do mascote depois do uso dessa poção, o uso incorreto dessa poção, pode fazer com que o mascote perca um nível de lealde, tornando-o mais esquivo e desconfiado. A poção pode provocar dor).
Romeo Bernocchi
Romeo Bernocchi
Pretores
Pretores

Idade : 22
Localização : Acampamento Júpiter

Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Maxwell Wittelsbach em Qui Fev 21, 2019 12:39 pm

we were almost near
almost far

Os olhos do semideus se reviraram quando ele percebeu que Dunkelheit o seguia. Maxwell, no entanto, fingiu que não havia percebido a mascote que tentava agir de forma furtiva. Crescendo e tornando-se inteligente, o lobo gigante tinha ânsia de aprender coisas novas e havia colocado em seu cérebro lupino que a furtividade era, sim, coisa de lobo e não de gato. O problema era que ele sempre tentava atacar seu dono se surpresa — de brincadeira, é claro, mas às vezes esses ataques ficavam demasiadamente pesados porque o filhote não tinha noção de seu tamanho e peso —, mas ainda era um cãozinho atrapalhado e barulhento. Naquele momento, enquanto Maxwell dirigia-se para o lago sob a luz da lua cheia para guiar seus passos — não que precisasse, pois enxergava muito bem —, o lobo gigante tentava acompanhar a caminhada de forma silenciosa, contudo suas enormes patas acabavam por pisar várias vezes em folhas secas e gravetos no chão, provocando estalidos que já haviam alertado o filho de Plutão de sua presença desde que haviam se embrenhado na floresta.

Um sorriso ladino apareceu no rosto do Wittelsbach quando alcançou o lago. Parou à margem, deixando que seus olhos penetrassem na água cristalina que refletia a luz pálida da lua. O manto negro da noite estendia-se no céu salpicado de estrelas e Max não recordava-se de uma noite tão bonita quanto aquela em meses; eram os primeiros sinais da primavera chegando e ele já se sentia mais aquecido. Naquela noite, entretanto, havia calor, e por isso não excluiu a opção de entrar no lago.

Pode parar, Dunkelheit — o filho de Plutão falou em uma voz macia. Atrás de si, ele ouviu um rosnado. Virou-se lentamente para que seus olhos encarassem as íris esmeraldas da mascote e as presas postas para fora numa expressão de petulante incômodo. — Você é um panaca mesmo achando que vai conseguir me atacar com todo esse barulho — diante do xingamento, o lobo gigante avançou contra Max como se fosse atacá-lo, mas refreou-se ao chegar muito próximo da cria do submundo. Sentou-se no gramado, parecendo irritado com as atitudes do dono. — Ora, vamos, garoto — Max agachou-se. O lupino, apesar de filhote, tinha o tamanho de um lobo normal em fase adulta; agora que crescia, estava levemente maior e sua pelagem havia escurecido mais. — Amanhã eu prometo que vamos treinar sua furtividade na arena, certo? Agora eu não posso... — os olhos intensos do Wittelsbach subiram para a pequena trilha na floresta da qual emergira, ansiando ela imagem que montava na própria cabeça. — Agora eu estou esperando alguém.

Dunkelheit revirou os olhos, parecendo-se mais que nunca com o próprio dono.
lago • post #1 • dunk & lugus
Maxwell Wittelsbach
Maxwell Wittelsbach
V Coorte
V Coorte

Idade : 25
Localização : [20:29:13] Genevra E. Diarmaid : A PADARIA FOI AÇALTADA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Lugus Magni Ferret em Sex Fev 22, 2019 12:19 pm

Moonlight
Lugus tinha recebido uma mensagem do filho de Plutão e, por um momento, pensou em simplesmente ignorar o pedido, na verdade quase uma ordem, escrito nela — "Me encontre de noite no lago do acampamento" — porque, bem, tinha mais o que fazer do que ir para um lago para fazer sabe-se lá o que fosse. No fim, sua curiosidade e talvez um pouco de compaixão — ou seria atração? — pelo mais velho o fizeram aparecer no local. Vestido com uma calça jeans comum, um par de suspensórios para substituir o cinto que seria necessário e a blusa do acampamento, ele pensou em dar meia volta quando viu o lobo do jovem perto de seu dono, até girando as sandálias de dedo que usava com essa intenção, mas acabou suspirando pesadamente e se aproximando do mais velho.

— Oi. — falou, sem muito jeito pra isso. — O que você queria falar comigo?

Sob a luz do luar, que o auxiliava a ver os arredores — afinal, mesmo que os poderes que herdara de sua mãe o ajudavam um pouco nisso, sua visão ainda era uma merda de noite —, Maxwell tinha a beleza ressaltada o suficiente para fazer o mais novo ficar bem retraído e tímido, principalmente porque a cena acabava relembrando muito de outra situação que tinha acontecido não muito tempo atrás. Assim, mesmo sendo bem mais alto que o filho de Plutão, Lugus se sentia ao mesmo tempo intimidado e atraído pelo jovem, o que o fazia abrir um espaço entre os dois de ao menos dois passos largos: resultado de sua inexperiência em lidar com os próprios sentimentos.

— Se ainda for sobre o treino conjunto, é claro que eu não iria me machucar. Não muito, ao menos. E era a melhor chance da gente conseguir terminar aquilo.

Itens levados:
Invocador de camisinhas [Uma pequena caixinha de música com um teclado de três letras (F,M,N) em tons coloridinhos e simples com um pequeno furo largo, semelhante aqueles buracos de colocar dinheiro em cofre, tão fino quanto.| Ao apertar a letra F a máquina produz uma camisinha feminina, o botão M produz camisinha masculina, o N produz uma camisinha especial, com sabor ou cheiro para apimentar a relação | Indefinido | Sem espaço para gemas | Sigma | 100% sem danos |Mágico| Comprada na Pandevie Magie] (em um dos bolsos da calça)

Ferret [ Um anel branco de marfim com um F entalhado em sua superfície e a frase: "suae quisque fortuna faber est" (O homem é o arquiteto do próprio destino) entalhado no interior do objeto. | Efeito 1: Transforma-se em uma espada curta de bronze sagrado, com o guarda mão todo protegido como um florete de esgrima. | Marfim, Bronze Sagrado | Sem espaço para Gemas | Beta | Status: 100% Sem danos |Comum | Item Inicial](no dedo médio da mão direita)

(...)


Future Admiral Byun Daehyun
Lugus Magni Ferret
Lugus Magni Ferret
III Coorte
III Coorte


Voltar ao Topo Ir em baixo

Lago do Camp - Página 9 Empty Re: Lago do Camp

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 9 de 12 Anterior  1, 2, 3 ... 8, 9, 10, 11, 12  Seguinte

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum