The Blood of Olympus
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CCFY - God's gonna cut you down

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Mensagem por Thomas M. Brynjolf em Ter Out 30, 2018 7:48 pm


Run for your life
This is the night of the werewolves



Mais um daqueles tremores. Forte o bastante para cessar minha corrida e me fazer desequilibrar e cair no chão. Aquilo era surreal demais, até mesmo para alguém que vivia a minha vida, e principalmente para alguém assim, que não era afetado por terremotos. Respirei fundo e me levantei, seguindo em frente e proibindo a mim mesmo de olhar para trás. O que quer que estivesse lá, ia completamente além do meu alcance e eu acreditava que nem mesmo a união de esforços de todo o acampamento seria capaz de arranhar a superfície do seu corpo.

Um som abafado vinha da minha frente. Parei aos poucos de correr e caí de joelhos no chão. O que vinha pela frente era impossível de ser contido. Eu sabia que não havia utilidade em lutar antes mesmo de ver a figura enegrecida que quebrava o chão diante dos meus olhos, de baixo para cima, arremessando pedras para todo lado. Estranhamente, consegui ter um vislumbre do tamanho daquela criatura, tudo o que eu enxergava era sua enorme figura escurecida, e todos os meus sentidos praticamente gritavam “perigo”.

Abri os meus olhos, sentindo um arrepio atravessar as minhas costas. Ergui meu tronco e encarei minhas mãos trêmulas, minha visão ainda estava um pouco embaçada. Limpei o suor da minha testa e me sentei sobre o sofá, esfregando a mão na minha nuca enquanto sentia o pescoço doer um pouco de ter dormido daquele jeito precário.

- ”O sofá não é confortável o bastante para vossa alteza marítima?”

Ergui o rosto e olhei na direção da porta, Elli entrou no escritório e acendeu as luzes, me fazendo fechar os olhos por impulso.

- Muito engraçado... Não é isso, tive outro daqueles sonhos esquisitos.

Elianora. Perto dos seus 50 anos, nascida na Escócia e se mudou para os EUA com 14 anos para morar no acampamento meio-sangue quando descobrir ser filha de Apolo, a última parte eu só fiquei sabendo recentemente, pois aquela mulher era muito boa em esconder os seus segredos. Antes de me mudar para o acampamento, eu trabalhei para Ellir por um pequeno período e ambos fomos surpreendidos ao descobrirmos as descendências divinas um do outro.

- ”Engraçado você mencionar isso, eu sonhei que alguém tinha me falado que ia organizar as cadeiras no salão.” - Elli disse, enquanto recostava em sua mesa e cruzava os braços.

- Eu já fiz isso ontem à noite, espertinha.

Elli riu.

- ”Eu sei, esquentadinho. Só estava pegando no seu pé.” - Ela desfez sua pose e foi para trás da sua mesa. - “Falando nisso, já faz uma semana que você voltou, então pode pegar seu pagamento semanal.”

Fiquei de pé, alongando as minhas costas. Andei para mais perto da mais velha.

- Eu já disse, Elli. Ainda não posso ficar por aqui.

A semideusa soltou um suspiro, bagunçando seus cabelos ruivos que davam espaço aos fios brancos.

- ”Eu sei, mas nada me impede de jogar verde de vez em quando. É tudo muito mais fácil quando você aparece. Pra você ter uma ideia, meu último bartender quase saiu daqui em um saco preto porque foi pego no banheiro transando com a mulher de um dos motoqueiros que vem aqui. Thomas, se você tivesse ideia do quão difícil é encontrar boa mão de obra nessa área da cidade...”

- Ou eles se envolvem com drogas ou outro tipo de crime, eu sei. Mas em um condado desse tamanho, e você decide abrir um bar em Compton.

- ”Colocando dessa forma” - Elli sorriu. - “Acho que foi mesmo uma ideia merda.”

A ruiva tirou uma chave do bolso e abriu uma gaveta em sua mesa, de onde tirou um rolo de dinheiro preso por um elástico e jogou na minha direção. Peguei o item com um pouco de surpresa no olhar, ela havia me entregado bem mais do que o normal para uma semana de trabalho. Fui interrompido por Elli antes que pudesse falar alguma coisa.

- ”Só cala a boca e pega o dinheiro, moleque.”

Sorri balançando a cabeça negativamente, Elianora então voltou a trancar sua gaveta e ficou em pé, caminhando na direção da porta. Coloquei o dinheiro no meu bolso e a segui.

- ”Você não vai acreditar nisso, o nome do seu amigo Pluto veio à tona ontem, eu fiz algumas ligações e dei uma volta pela cidade. Fiquei sabendo de três adultos que desapareceram no Centro, essas batem com o tipo de perfil que você me passou.”

- Será possível que ele veio pra Los Angeles? Numa cidade desse tamanho, não tem como não chamar atenção quando ocorrem desaparecimentos.

- “Acho pouco provável.” - A semideusa apontou para uma caixa de garrafas no caminho, que eu logo peguei. Continuamos andando. - “Mas a bagunça que você e seus amigos aprontaram na festa dele deve ter diminuído sua atratividade, já que ele decidiu fazer um programinha de ‘intercâmbio’ em Los Angeles, e adivinha só quem é o agente?”

Chegamos à cozinha, onde coloquei as garrafas no lugar indicado por Elli conforme a mesma andava até a bolsa que havia deixado perto da porta. A semideusa voltou para perto de mim com um envelope em mãos e entregou-me.

- ”Velho conhecido seu.”

Abri o envelope e minha expressão foi de curiosa para completamente espantada. Os óculos redondos e a aparência inofensiva do Padre Elijah nunca levantariam a minha suspeita.

- Não é possível. O Padre Elijah não faria uma coisa dessas...

- ”Ele não faria, mas você não conheceu a versão 2.0 dele.” - Elli falou enquanto abria uma garrafa de uísque e se servia uma dose. - “As suspeitas são de que ele foi substituído por um monstro. Isso, ou você não o conhecia tão bem quanto imaginava. Mas de qualquer maneira, ele está atolado até o pescoço na sujeira do Pluto, e talvez saiba de algo que pode te ajudar a encontrar sua mãe.”

Ouvi o que a mais velha tinha a dizer, mas meus olhos não desgrudavam daquela foto. Era muito difícil acreditar que o homem que tanto me aconselhava a seguir um bom caminho estava morto e trocado por um monstro, tendo acesso a tantas crianças naquele orfanato. Ou pior, que ele estava trabalhando para um deus louco que era movido à base de ganância e atraía pessoas com promessas de riqueza, apenas para transformá-las em estátuas douradas para sua coleção.

- Obrigado, Elli. - Falei, guardando a foto de volta no envelope. - Parece que eu fiquei te devendo mais uma.

Ela riu e balançou a cabeça negativamente.

-”Só saber que você está bem eu já fico satisfeita. E veja se continua desse jeito, moleque.” - A ruiva desferiu um soco leve contra meu ombro, nós dois rimos. - “Tenta não estragar o carro, tá?”

- Pode deixar. - Prestei uma continência e corri para o escritório de Elli.

Peguei minha mochila e meus equipamentos, vesti minhas luvas e um casaco, e voltei para baixo, sendo escoltado pela ruiva até a garagem, onde ela me entregou as chaves da sua van. Aquele veículo era de um modelo bem antigo, mas assim como todas as coisas de Elianora, era muito bem cuidado e provavelmente tinha uma modificação ou outra, mesmo sendo uma van.

- ”Vê se me devolve ele inteiro, tá? E de preferência com você inteiro também.”

- Não precisa se preocupar, não vou estragar seu carro de estimação.

Abri as portas traseiras e entrei na van, joguei minha mochila em um canto e prendi meu tridente num suporte em uma das paredes laterais. Fechei as portas e saltei por cima dos bancos, sentando no lugar do passageiro, onde coloquei o cinto de segurança e liguei o veículo.

Elli e eu já passamos tempo o bastante um com o outro no passado para eu compreender suas mensagens apenas observando seu jeito de me olhar, ela realmente estava preocupada comigo e pedia por cuidado mais uma vez, acenei a cabeça positivamente.

- Pelo menos você é filha de Apolo, então eu posso voltar aqui e pedir ajuda se eu me quebrar muito. - Sorri, mas a interrompi antes que pudesse gritar comigo. - O que definitivamente não vai acontecer, porque eu vou tomar muito cuidado e não vou entrar em brigas desnecessárias.

- ”Thomas, vai embora daqui antes que eu me arrependa de te ajudar.”

- Certo, chefe. Thomas saindo...

Engatei a marcha e comecei a acelerar na direção do Centro de Los Angeles. O volante da Dodge Tradesman de Elianora não era hidráulico, então teríamos um caminho bem cansativo pela frente.

-//-

Depositei a lata de energético de volta ao porta-copos da van, logo depois de dar um gole. Eu batia as pontas dos meus dedos contra o volante conforme observava a região. O rádio do carro era moderno demais para ficar ligado perto de mim, então a trilha sonora do meu passeio vinha do walkman preso em meu cinto, o som saía do alto falante do equipamento, já que dirigir com fones de ouvido era uma péssima ideia, e os mesmo estavam pendurados no meu pescoço.

- And it sounds so real, I can see it... - Acompanhei a música do grupo The Buzzcocks, ‘Why Can’t I Touch It?’.

Logo após virar uma esquina, avistei um garoto sendo alvo de bullying, que era praticado por cinco caras mais velhos. Eles tinham a mania de cobrar dinheiro dos outros, chegaram a me dar uma bela surra umas duas vezes, porque eu sempre fui orgulhoso demais para ceder às provocações deles. Meu dinheiro acabou sendo levado de qualquer jeito, assim como a minha dignidade.

Arqueei uma sobrancelha quando reconheci o garoto que estava no meio deles, sendo assediado. Era Ronald, um dos meninos do orfanato. Respirei fundo e dirigi até eles, estacionando um pouco após passar pelo grupo.

- Ei Ron! Quando tempo! - Exclamei com uma voz animada, saindo do carro. - E vocês também, pessoal. Vejo que não mudaram nada.

- ”Thomas?!” - Ronald questionou, surpreso. Mas logo foi silenciado pelo ‘líder’ daquele grupo.

- ”Você tem muita coragem em dar as caras por aqui de novo, está me devendo um ano de impostos.”

Fechei a porta do carro e caminhei até eles, balançando meu tronco e meus braços ao ritmo da música.

- Sabe qual é o problema? Eu moro em New York agora. E o pessoal que eu estou tendo que brigar por lá é muuuito mais barra pesada. E se você não se importa, eu preciso dar uma carona pro Ron, então se puder deixar ele ir...

- ”Você perdeu o juízo?” - Ele estalou os dedos e gesticulou com a cabeça para um dos seus parceiros. “Ainda não aprendeu que não deveria mexer com a gente?”

- Ah, isso não é maneira de tratar um velho conhecido que acabou de voltar à cidade.

Desviei do soco que o rapaz alto de boné desferiu na minha direção, aproveitando o impulso do seu golpe para parar o meu pé em frente ao seu e empurrá-lo para o chão, onde ele acertou de cara.

- Também tem o problema que eu tenho um compromisso hoje, então ou vocês colaboram comigo e vão embora, ou venham todos de uma só vez pra eu bater em vocês mais rápido.

Saltei para trás, para o degrau da van, ao sentir uma movimentação perto do meu pé. O brutamontes tentou me derrubar com um chute nas pernas e eu consegui desviar a tempo. O sujeito ficou de pé e veio para cima de mim, tentando me dar um soco. Me desviei para baixo e desferi uma sequência de cruzados contra o seu tronco, seguindo de um uppercut em seu queixo, o nocauteando.

O próximo puxou um canivete e veio na minha direção, revirei os olhos.

- Vocês realmente... - Desviei de um golpe. - Não querem colaborar.

Me esquivei do segundo golpe e consegui segurar o pulso do rapaz, dei um soco na parte interna do seu cotovelo, forçando-o a dobrar o braço e cravar a lâmina contra o seu próprio ombro. Segurei o canivete e bati a palma da minha mão no seu peito, afastando-o. Dei dois passos rápidos para a frente e me abaixei, cravando a faca na coxa dele, o rapaz caiu no chão.

- Que bom que você não carrega uma faca de verdade.

Alonguei o pescoço de um lado para o outro, fazendo um gesto para que os demais se aproximassem. Um deles saiu correndo no mesmo instante, o outro hesitou por alguns segundos e correu logo em seguida.

Comecei a caminhar na direção do ‘líder’, que estava segurando o garoto. Peguei-o pelo pescoço e o joguei contra a parede mais próxima. O impacto foi alto e o fez cair no chão. Corri até ele, aproveitando que estava baixo para dar um chute em seu tronco, me segurando para não quebrar nada como havia feito da última vez que lutei com seres humanos.

- Olha só... - Me abaixei para ficar de frente para ele. - Se eu pegar vocês fazendo algo assim de novo, não vou ser tão legal da próxima vez. Pega os seus amigos caídos e tira eles daqui... Agora!

Empurrei-o para o lado e fiquei de pé, ajeitando minha jaqueta ao mesmo tempo que fazia um gesto para Ronald, indicando que ele entrasse no carro. Acompanhei o garoto e continuei o caminho até o orfanato.

- ”Thom, o que foi que fizeram com você lá em Nova York?” - Ele perguntou, animado. - “Foi picado por alguma aranha radioativa?”

Parei por alguns segundos, fingido estar tentando me recordar de algo.

- Nop, nenhuma aranha radioativa me vem à mente. Eu tenho feito umas aulinhas de Karatê, mas também não sou um bilionário que se veste de morcego.

Ronald riu, ainda um pouco afobado pelo que acabou de ver.

- ”Mas cara, o jeito que você apareceu do nada e bateu neles... Ah, é! Por que você voltou? Aconteceu alguma coisa?”

Levei uma das mãos até meu cinto e desliguei a música do walkman.

- Não aconteceu nada, eu só decidi aparecer e dar um oi, ver como andam as coisas. E falando nisso, como está todo mundo no orfanato?

- ”Bom...” - Ele parou para pensar. - “Amanda completou a maioridade na semana passada e teve que ir embora. Ninguém sabe o que houve com ela. Tirando isso, tudo está até que bem normal, tirando o Padre Elijah.”

Arqueei uma sobrancelha.

- Algo errado com ele? - Indaguei.

- ”Sim e não.” - Ele suspirou. - “Não parece ser nenhum problema relacionado à saúde dele, felizmente. Ele só tem feito umas viagens para uma cidadezinha no Arizona, eu acho. Mas foi algo bom, porque o número de adoções aumentou nesses últimos meses.”

Respirei fundo para conseguir controlar a raiva que estava sentindo. Se ele realmente estava sob os comandos de Pluto, todas as crianças que saíam não estavam sendo adotadas, e sim devoradas por monstros ou transformadas em estátuas de ouro.

- ”E também tem a transferência dele.” - O garoto completou, esfregando a mão sobre seu ombro. - “Ele vai se mudar para Nashville ainda essa semana, acho que em dois ou três dias.”

Estacionei o carro em frente ao orfanato, Ronald e eu descemos da van e entramos na construção. A arquitetura era bem ‘vintage’ e a frente era uma igreja. Para adentrar de fato no orfanato, era preciso virar à direita e atravessar um caminho de placas de pedra no chão, cercado por um jardim extremamente bem cuidado, com uma mistura de flores brancas, vermelhas e amarelas, dispostas em padrões idênticos dos dois lados. Ao final desse caminho, estava a entrada que nada mais era que uma versão reduzida dos enormes portões principais da igreja.

À minha esquerda, estavam sentadas à mesa dentro de um gazebo de madeira branca, duas freiras tomando chá, ambas cessaram sua conversa para acenar para Ronald, uma delas abriu um sorriso ainda maior quando olhou para mim, provavelmente me reconhecendo. Além de orfanato e igreja, aquela local também servia como convento, o que gerava um grande fluxo de aspirantes a freiras e padres indo de um lado para o outro, carregando livros e conversando, ou apenas rezando frente a qualquer lugar onde pudessem se ajoelhar.

Alguns minutos se passaram conforme eu era recebido por alguns conhecidos do local. Quase todos curiosos pelo motivo da minha visita, e eu sempre desviando do real motivo que me trouxe até Los Angeles.

Foi quando uma sequência de passos, acompanhados de uma batida de madeira contra o chão, chamaram pela minha atenção. Virei meu rosto para observar a origem do barulho e lá estava ele. Nos seus sessenta e poucos anos, calvo com seus poucos cabelos já brancos pela idade, caminhando com a ajuda de uma bengala segurada pelas mãos enrugadas. Padre Elijah, me encarava com aqueles olhos que até podiam parecer com os que eu conhecia, mas eram frios e careciam de qualquer emoção.

- ”Thomas, quanto tempo.” - Ele falou sorrindo.

Caminhei até ele, estendendo uma mão para cumprimentá-lo com um sorriso falso no rosto.

- Padre Elijah... Muito tempo mesmo. Parece que eu cheguei bem a tempo, Ron me disse que o senhor está prestes a se mudar.

Meus músculos estavam tensionados, prontos para se mexer assim que ele tentasse fazer alguma coisa. Mas ao invés disso, ele apenas se despediu de todos e caminhou na direção do estacionamento. Entrando em seu carro e dirigindo para casa.

-//-

Graças a Elianora, eu tinha o endereço do padre numa pasta dentro da van. Algumas horas já haviam se passado desde a minha chegada no orfanato, e eu já estava espreitando a casa de Elijah. Ele vivia numa vizinhança de casas pequenas, porém bem decoradas e numa região boa da cidade. Seu carro ainda não estava na garagem, então apenas presumi que ele havia passado em outro lugar antes de ir para casa, torcendo para que eu não estivesse lá à toa.

Já era por volta das onze e meia da noite quando seu carro virou a esquina. Minha van estava estacionada dentro de um beco, com todas as luzes apagadas.

Assim que o velho entrou em sua casa e eu vi as luzes se acenderem, desci do carro, caminhei calmamente até a residência e me abaixei ao lado da porta, apertando a campainha em seguida. Foquei em minha audição para escutar os passos e batimentos cardíacos que se aproximavam da porta e paravam em frente à mesma, provavelmente observando pelo olho mágico.

Quando ouvi seus passos se afastando, apertei a campainha novamente. As batidas do seu coração demonstravam uma raiva crescente. Na terceira tentativa, ele finalmente abriu a porta e colocou o rosto para fora, afim de descobrir quem estava por trás daquilo. Seus olhos eram vermelhos e as veias em seu pescoço estavam saltadas.

Segurei o portal e me impulsionei na direção dele, acertando seu peito com as minhas pernas. O homem foi empurrado para trás e se apoiou no sofá.

- ”Bem que eu desconfiei ter sentido cheiro de semideus. Se isso for sobre as crianças que eu devorei, não fique triste, pelo menos elas não vão ter uma vida cheia de traumas como a sua.” - Ele falou enquanto eu fechava a porta.

Seu braço esquerdo esticou-se e sua mão foi projetada na minha direção, impulsionei meu corpo para o lado e apoiei a mão no chão para conseguir girar e me desviar do primeiro ataque. Apoiei as duas mãos e me empurrei para cima quando vi o segundo golpe se aproximar. Caí em pé e comecei a correr para cima do velho, dando um salto pouco antes de chegar perto, desferi um chute contra o seu rosto, o que o fez dar alguns passos para trás e bater com as costas numa parede.

Aterrissei de pé, agachado sobre a mesa, com uma mão apoiada na superfície de madeira.

- Você é quem vai ter tempo o bastante para desenvolver um trauma antes de eu te mandar de volta ao tártaro.

Segurei um dos braços do padre que tentou me chicotear. Mesmo sendo mais longos que o normal e parecendo ter certa maleabilidade, ainda consegui sentir ossos presentes em sua estrutura. Com três pancadas do meu cotovelo, finalmente ouvi o barulho de algo se quebrando, que foi seguido por um grito de dor proveniente do meu adversário. Sua outra mão veio rapidamente na minha direção e eu apenas tive tempo para erguer um dos braços e impedir que o golpe acertasse minha cabeça em cheio, mas ainda assim fui arremessado de cima da mesa e em direção à pia, derrubando uma pilha de louça que estava sobre a mesma.

O segundo golpe veio na forma de um soco direto, que eu consegui me desviar inclinando o tronco para o lado. Notei um objeto pontiagudo perto de mim e o agarrei antes que caísse no chão, se tratava de uma faca de cozinha que logo foi enfiada no braço do falso Elijah, que não conseguiu recolher seu membro a tempo de evitar o corte.

Um barulho grave e ecoado começou a tomar conta do local, olhei para meu lado e vi um vaso de flores tremer e cair, se quebrando ao atingir o chão. O falso Elijah tentava se equilibrar, apoiando as mãos contra as duas paredes em seus lados.

Tomei um impulso e me projetei para a frente, acertando em cheio a cabeça do meu adversário com uma joelhada. Seus braços se recolheram e as mãos foram em direção ao rosto, abafando o gemido de dor causado pelo golpe.

- O que você sabe sobre a minha mãe? Ela tem algo a ver com Nashville?

O velho riu, enquanto as coisas continuavam a tremer, com seu rosto manchado de sangue.

- ”Ela era fraca demais para te proteger, por isso te deixou para trás. Você acha mesmo que alguém assim conseguiria sobreviver por todos esses anos? Ela já está morta e decomposta, virou comida de vermes.”

Desferi um soco contra ele, ouvindo o barulho de ossos se quebrando com o impacto. O padre tentou agarrar o meu pescoço, mas eu ativei as garras da minha luva e perfurei sua mão. Segurei seu outro braço e o pressionei contra o tronco, usando minhas garras para furar os dois e impedir que ele o movesse.

Com a mão livre, dei outro golpe em seu rosto.

- Vai falando o que você ia fazer em Nashville.

- ”Eu prefiro morrer do que te dar a satisfação de...”

Sua fala foi interrompida quando uma sequência de socos foi desferida contra a lateral do seu rosto. De repente, seus olhos começaram a ter um brilho azul, que também saía da sua boca que ia se abrindo aos poucos. A expressão de desespero que tomou conta do seu rosto foi um claro aviso. Recolhi minhas lâminas e corri para longe, pulando por cima do sofá bem a tempo de conseguir me defender de uma pequena explosão azulada.

- Filho da mãe... - Praguejei.

Não havia nenhum vestígio do padre Elijah, apenas a fumaça e a poeira que ele havia deixado para trás. Abanei a mão na frente do rosto, tentando me livrar daquele cheiro esquisito.

Após passar alguns minutos revistando a casa de Elijah, percebi que era inútil e qualquer informação contida ali havia morrido junto com a criatura que tomou a forma do padre. Fui até a cozinha e abri todas as válvulas de gás no seu fogão, saindo de lá rapidamente antes que tudo explodisse.

De volta à van, eu dirigia para longe da casa que explodiu e entrou em chamas, e eu esperava que as chamas apagassem as evidências da minha visita.

Adendos:

Obs.: O post em questão se trata de um trecho que foi cortado da minha missão A Falha De San Andreas e, assim como dito nela que seria feito, estou publicando-o em forma de CCFY para não manter espaços em branco na minha trama.
Adendos:


Habilidades Passivas:

Poseidon:

Nível 12
Nome do poder: Força I
Descrição: Como demonstrado por Percy na série e é de conhecimento geral que Poseidon é mais forte que a maioria dos deuses por ser um dos três grandes, seus filhos possuem uma força superior à comum dos semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força
Dano: +10% de Dano se o ataque do semideus atingir.
Nível 13
Nome do poder: Mestre de Tempestades
Descrição: O semideus passa a adquirir a habilidade de não ser prejudicado por tempestades como a maioria dos semideuses, pois cria resistência. Poderá lutar numa tempestade tão bem quanto lutaria sem elas. Furacões e terremotos também não o prejudicam como a maioria dos semideuses, monstros e etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não é prejudicado por tempestades comuns, de nuvens, chuva, furacões ou terremotos, mas ainda pode acabar se ferindo.
Dano: Nenhum
Nível 16
Nome do poder: Velocidade I
Descrição: Como demonstrado por Percy na série e é de conhecimento geral que Poseidon é mais rápido que a maioria dos deuses por ser um dos três grandes, seus filhos possuem uma velocidade superior à comum dos semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de velocidade
Dano: Nenhum
Nível 18
Nome do poder: Cura II
Descrição: A agua vem se tornando uma aliada vital em suas batalhas, pois o risco de morrer diminui quando você tem esse elemento por perto. Feridas maiores agora se tornam cortes finos, e os menores desaparecer por completo, parte de sua energia também é restaurada ao tocar a agua. Você está ficando mais forte. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +50 de HP e 50 de MP
Dano: Nenhum
Legado de Ares:

Nível 1
Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum
Nível 2
Nome do poder: Pericia com Machados I
Descrição: Filhos de Ares/Marte têm certa facilidade em trabalhar com armas violentas e o machado sempre foi visto como algo macabro. Sua força sempre foi superior, portanto, nas mãos desses semideuses essa arma se torna ainda mais letal. Mesmo sem nunca ter empunhado um machado, sentirá certa facilidade em manejá-lo, mesmo que ainda cometa alguns erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de chance de acerto no manuseio de machados.
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
Nível 3
Nome do poder: Força I
Descrição: A força é, sem dúvida alguma, a principal arma de um guerreiro, que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares/Marte ou de sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de suportar mais peso que os demais campistas, bem como causar danos maiores em seus golpes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de dano se o ataque do semideus atingir o adversário.
Nível 4
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, obrigando-o a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares/Marte sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula sequer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Seus golpes desarmados dão 20 de dano base.
Nível 5
Nome do poder: Mãos trocadas
Descrição: Graças à natural facilidade no manuseio de armas, as proles do deus da guerra conseguem manusear com extrema perícia duas armas ao mesmo tempo, sendo ambidestros por natureza. Seus golpes são potentes independente de com qual mão esteja segurando a arma, além de conseguir utilizar armamentos pesados de duas mãos utilizando apenas uma, como espadas montantes, machados de guerra, lanças e etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirá manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.
Lycan De Deimos:

Nível 16
Nome do poder: Instinto da Fera II
Descrição: Os instintos do lycan se tornaram ainda mais apurados, permitindo uma melhor percepção do ambiente por estar em estado de alerta constantemente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 20% de percepção ao seu redor, cabendo ao narrador lhe alertar de algo ache cabível durante uma narração.
Dano: Nenhum.
Nível 17
Nome do poder: Audição Aguçada II
Descrição: Independente da forma em que estiverem, os lycans têm esse sentido em especial muito mais desenvolvido que o restante das pessoas. Aqui já não mais têm dificuldades por ouvir tudo sem querer, podendo oprimir as conversas desnecessárias e focar no que lhes interessa. Além disso, caso se concentrem unicamente nisso, podem ouvir os batimentos cardíacos alheios. Ambos os efeitos funcionam até 100m de distância.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 30% em audição, 40% se estiver na forma da besta.
Nível 20
Nome do poder: Gnose
Descrição: É um poder místico que liga o lycan ao seu lado espiritual. Graças a ela, o semideus é capaz transitar entre o mundo dos espíritos, que, no universo em questão, funciona como o mundo inferior e suas ramificações. Para todos os efeitos, é esta habilidade especial que rege os poderes anímicos desse grupo secundário.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Nome do poder: Perícia com garras III
Descrição: Os lycans são peritos em usar armas em formas de garras. Essas armas são geralmente formadas por três lâminas curtas, da qual possui uma empunhadura que pode ser segurada como uma soqueira ou em uma luva. O Lycan está se tornando cada vez mais experiente no uso de garras.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 50% de assertividade
Dano: 40% de dano.
Extra: Essa arma é considerada uma arma de lâmina curta.
Nível 21
Nome do poder: Olfato Apurado II
Descrição: Independente da forma em que estiverem, os lycans têm esse sentido em especial muito mais desenvolvido que o restante das pessoas. Dessa forma, são capazes de identificar os cheiros ao seu redor, e os gravam para nunca se esquecerem de suas presas. Por outro lado, seu olfato é muito sensível, portanto cheiros fortes ou incomuns lhes incomodam bastante. Podem seguir uma pessoa pelo seu cheiro mesmo que ela se distancie até 100m.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 30% em olfato, 40% se estiver na forma da besta.
Dano: Nenhum.
Nível 22
Nome do poder: Força II
Descrição: A força dos lycans é elevada devido aos músculos naturalmente melhor desenvolvidos para dilacerar e matar suas presas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 20% em força; 30% em força se estiver na forma da besta.
Dano: Nenhum.
Nível 23
Nome do poder: Cheiro de Sangue II
Descrição: O cheiro forte de sangue, junto do olfato apurado, atiça os sentidos do lycan e lhe deixa agitado. Aqui, o semideus já se excita mais do que o normal, tendo os mesmos problemas de se acalmar como antes, mas recebendo um bônus de força pelo aguçar dos sentidos da fera. Funciona mesmo se estiver no modo humano.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% em força ao sentir o cheiro de sangue.
Dano: Nenhum.
Nível 24
Nome do poder: Servo do deus do terror II
Descrição: Sendo um dos lycans de Deimos/Terror, o semideus é parcialmente imune ao sentimento que simboliza a divindade: o terror. Entretanto, a imunidade só funciona em inimigos até 30 níveis acima dele, mais que isto ainda estará suscetível a formas intimidação inimiga.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de resistência ao terror/medo/pânico.
Dano: Nenhum.
Habilidades Extras:

- Nome: Muay Thai
Descrição: O Muay Thai é uma arte marcial de origem Tailandesa conhecida como Thai Boxe ou Boxe Tailandês e revela um método de combate corpo a corpo (full contact) muito agressivo. É conhecido mundialmente como “a arte das oito armas”, pois caracteriza-se pelo uso combinado da técnica e da força dos membros do corpo humano, nomeadamente: os dois punhos; os dois cotovelos; as duas canelas das pernas e os dois joelhos. O semideus que participou dessa aula tem conhecimento sobre o muay thai, podendo usar de suas técnicas para golpear o seu adversário, principalmente ao usar os cotovelos e os joelhos para atingir o inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +25 de dano ao usar cotovelos e joelhos no golpe; +30% força, agilidade e flexibilidade.
Extra: Nenhum
- Nome: Taekwondo I
Descrição: O taekwondo é uma arte marcial milenar da Coreia. Em coreano a palavra taekwondo possui o seguinte significado: caminho dos pés e das mãos através da mente. Após assistir a aula de combate, o aluno agora possui noções básicas e sabe melhor do que ninguém aplicar chutes referentes ao taekwondo. Ainda sabe apenas o básico do taekwondo, mas logo estará preparado para os golpes mais complexos que esta modalidade permite aprender.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +25 de dano em chutes; +30% equilíbrio, agilidade e flexibilidade.
Extra: Nenhum
- Nome: Taekwondo II
Descrição: O taekwondo é uma arte marcial milenar da Coreia. Em coreano a palavra taekwondo possui o seguinte significado: caminho dos pés e das mãos através da mente. Após assistir a aula de combate, o aluno agora possui noções básicas e sabe melhor do que ninguém aplicar chutes referentes ao taekwondo. Agora o semideus que possui essa habilidade conhece técnicas mais complexas de combate que envolvem chutes.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +35 de dano em chutes; +40% equilíbrio, agilidade e flexibilidade.
Extra: +70% de chance de sucesso em um salto e no pouso
Equipamentos:


- Greatest Hits [ Réplica de um Walkman TPS-L2, azul com detalhes dourados. À primeira vista, parece ser um dispositivo normal de som, mas tem a capacidade de tocar qualquer música desejada pelo usuário a qualquer momento. Além dos fones de ouvido, há também uma caixa de som com volume decente, a qualidade de áudio é muito superior à de um Walkman comum do seu modelo. | Efeito 1: Por ser baseado em uma tecnologia antiga e possuir encantamentos, o dispositivo não atrai monstros como fazem outras formas tecnológicas. | Efeito 2: Possui runas de resistência e renovação, permitindo que o Walkman se reconstrua caso quebrado. | Resistência Beta | Sem espaços para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | CCFY Thunderstruck I ]
Melpomephy.. Black Set
Thomas M. Brynjolf
Thomas M. Brynjolf
Filhos de Poseidon
Filhos de Poseidon

Idade : 18
Localização : Wolves' Den/CHB

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CCFY - God's gonna cut you down Empty Re: CCFY - God's gonna cut you down

Mensagem por Hades em Sex Nov 02, 2018 1:26 pm


Avaliação


Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 8.000 exp e dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc –20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS:  8.000 xp e dracmas

Spoiler:
A construção da CCFY e o proposito 'casual' dela me surpreenderam um pouco (afinal semideuses sempre querem estar envolvidos em grandes aventuras com propósitos maiores em suas vidas, essas coisas). E apresentar algo 'comum' e dentro de uma visita casual ao antigo lugar onde morava foi bastante interessante. Parabéns, semideus.



Atualizado.
Hades
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Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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