The Blood of Olympus
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CCFY - Wiccano e Hulkling contra as forças do mal

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Mensagem por Anthony Griffin em Seg Out 29, 2018 12:49 am




Feel The Magic ✪

A noite de Hallowen era uma das minhas datas comemorativas favoritas, principalmente por poder me fantasiar da maneira que quisesse e ainda usar a festividade como desculpa para me empanturrarem de doces até não aguentarem mais. Entretanto, na visão daqueles que conheciam a verdade mais a fundo, ela dificilmente representava algo bom. Mortos saíam de suas tumbas, almas vagavam livremente entre os vivos, pessoas desapareciam e o véu místico que encobria o mundo mitológico para os mortais ficava mais frágil do que nunca, abrindo margem para o rompimento. Estes foram apenas alguns dos macabros relatos que li a respeito da ocasião no pouco tempo em que eu estava naquele lugar, e a semelhança ente os registros e o que meus pais me contavam durante a infância indicava que possivelmente eram fatos reais. Bem, de qualquer forma eu poderia tirar minhas próprias conclusões em pouco menos de uma hora, afinal seria nesse momento que a noite profana teria início.

O cheiro de mofo presente em todos os cantos do chalé de Hermes era extremamente desagradável, assim como a terrível cleptomania dos residentes locais, coisas que me faziam querer passar tanto tempo quanto pudesse fora daquele projeto de presídio. Sério, eu não via a hora de ser reclamado e nunca mais voltar para lá. Isso tudo por culpa dos meus pais, que tiveram a brilhante ideia de não me contarem quem eram os deuses dos quais eu descendia para não "estragar a surpresa". Acontece que eu já sabia que eram Hécate e Perséfone, pois ambos sempre foram muito ligados a magia, ocultismo e coisas parecidas, o que tornava tudo muito óbvio. Sem falar que meu pai tinha uma floricultura. O problema era que mesmo sabendo disso eu não podia frequentar nenhum dos chalés de minhas avós, tendo que esperar a boa vontade das deusas me reconhecerem e blá blá blá. Um saco de burocracia. Ok que só passaram três dias desde a minha chegada, mas credo, não tinha um lugar melhor para alocarem os novatos? Cada segundo parecia uma eternidade, e não do jeito bom. Surpresa naquele lugar significava acordar sem ter sido picado por nenhum mosquito ou sei lá mais que insetos viviam nos vãos das paredes descascadas, sem ser pisoteado durante a noite com alguém tentando se locomover em meio a superlotação de semideuses ou então não ter pelo menos uma coisa de sua mochila 'misteriosamente desaparecida' por dia. Era um inferno.

Mas fazer o que, né? É a vida.

Suspirei e levantei sem pestanejar do fino colchonete que me servia de cama, seguindo rumo ao banheiro para tomar um relaxante banho e escovar os dentes após meu breve cochilo que sucedeu os estudos da tarde. Eu precisava me arrumar para a festa que os filhos de Afrodite e Dionísio tinham preparado, e devia admitir estar bastante ansioso. Minha fantasia de Wiccano (da Marvel) já estava devidamente pronta, então logo que terminei de me secar tratei de vesti-la ainda no banheiro e depois fui arrumar os cabelos na frente do espelho. Por fim, algumas borrifadas de perfume aqui e ali e pronto, estava perfeito.

Assim que deixei o chalé, uma estranha sensação de que alguma coisa ruim iria acontecer assolou o meu peito. Não sei explicar com exatidão como era, mas sentia algo sufocante, quase como se eu ou alguém estivesse em perigo eminente. Meu primeiro palpite foi Matthew, e só a ideia de vê-lo machucado foi suficiente para fazer um intenso frio percorrer minha espinha. Nervoso e apressado, eu caminhava sem estar muito atento em relação àqueles que me rodeavam, mas sempre que percebia um cumprimento acabava por sorrir e acenar de volta automaticamente. Precisava encontrar meu namorado, ter certeza de que ele estava bem, e por sorte o acaso - ou destino - logo tratou de facilitar o processo. Eu o encontrei perto dos campos de morango, vindo na direção contrária a que eu ia. No exato momento em que meus olhos encontraram com os dele, toda e qualquer preocupação se fez irrelevante. Sua incrível e única capacidade de me fazer sentir seguro surgiu como um abraço, e não importava o quão ruim uma situação estivesse, isso não mudava. Eu amava isso nele. Tanto quanto amava aquele lindo sorriso estampado em seu rosto, que só fazia eu me apaixonar mais e mais a cada dia.

— Hey, pitiquirico! — Proferi todo sorridente, abrindo os braços ao vê-lo se aproximar. Em seguida não pude lutar contra o impulso de envolvê-lo em um forte abraço, depositando um carinhoso beijo no topo de sua cabeça. Eu também adorava o cheiro do shampoo que ele usava.

— E ai, florzinha. — Matthew respondeu durante o afeto entre os dois. Ele parecia bem, o que era um alívio para mim.

— Que bom que está bem. — Confessei baixinho, aproveitando o abraço por mais alguns instantes antes de desfazê-lo e dar um passo para trás. Ele pareceu ficar meio confuso, mas deixou pra lá. — Uau, que gato esse meu Hulkling. Filhos de Afrodite sooonham. — Fiz uma breve pausa para rir, descontraído. — Acho até que é melhor eu voltar para aquele fim de mundo, vulgo chale de Hermes, e me arrumar de novo. Não quero te fazer passar vergonha ao meu lado. — Proferi num tom de brincadeira, seguido de uma espontânea piscadela. Sabia que o menor acharia exagero, mas eu não me importava. Ele realmente estava lindo pra caramba.

— Besta... Você está deslumbrante, não precisa de mais nada não. — Ele me puxou para um selinho demorado, o qual fiz questão de retribuir e profundar em um beijo caloroso. — E também não quero ninguém desejando o meu homem. — Completou ele, me fazendo mordeu o lábio inferior para conter um baixo riso. Não podia negar que adorava a mini-possessividade do meu cabeça de fuligem, porque era adorável.

— Isso mesmo, todinho seu. — Confirmei, roubando-lhe mais um selinho antes de entrelaçar meus dedos aos dele e segurar carinhosamente a sua mão enquanto caminhávamos.

E foi aí que a bagunça começou.

Quando me dei conta, estávamos perto do pavilhão do refeitório e haviam vários semideuses gritando e correndo de um lado para o outro. — Lâmia! — Anunciou um rapaz aparentemente desesperado, me fazendo erguer uma das sobrancelhas e voltar o rosto na sua direção. — Como ela passou pela barreira? — Indagou uma garota cuja voz me era familiar, mas que não reconheci de imediato. Devia ser Alice, uma recém-reclamada filha de Éolo que conheci no segundo dia. — Vou ao chalé de Ares pegar minhas armas, segurem ela aí e tomem cuidado. — Anunciou outro rapaz, firme e imponente, se afastando dos demais em passos apressados.

Questionei mentalmente o porquê de uma criatura como aquela ter invadido o acampamento logo no dia das bruxas, curioso para saber se - assim como a névoa - a barreira que nos protegia dos perigos externos também enfraquecia naquele dia. Além disso, como ninguém a viu antes que chegasse tão longe? Ninguém estava de guarda? Crispei os lábios e comecei a pensar em possibilidades de explicar o ocorrido. Tinha que ter uma explicação.

Alguém com certeza acabaria se machucando se deixássemos aquela criatura peçonhenta andando livremente por aí, mas pelo jeito todos estavam apostando suas fichas na prole de Ares que alegou ir buscar seu armamento para batalhar. Não havia tempo a perder, e mesmo em meio a tanta gritaria passei a bolar um plano de contenção. Quase que simultaneamente, Matthew largou minha mão e avançou em direção ao monstro sem pensar duas vezes.  Engoli a seco e soube que não adiantaria tentar impedi-lo.

— Aqueles que tiverem a habilidade de produzir fogo, usem-na para criar uma distração. O calor irá confundir o sentido térmico da criatura. — Pronunciei-me de maneira clara e direta, tendo certa urgência encrustada na voz. Era só uma suposição baseada na biologia e na aparência da criatura. Ao meu ver aquela era uma ideia sensata e boa primeira estratégia. — Também tomem cuidado com as presas, devem ser venenosos. — Capitão óbvio ataca novamente. Já havia lido algo sobre as lâmias ou algo do tipo, e mesmo nunca tendo encontrado com uma até então, sabia as precauções básicas a se tomar ao entrar em combate com elas.

Os semideuses, apesar de inicialmente confusos, começaram a se mexer e atenderam a ideia. Em questão de instantes uma enorme fogueira tinha sido feita, mas não pareceu efetiva. A serpente sequer voltou-se naquela direção. Simultaneamente, o filho de Hefesto - e amor da minha vida - estava lutando no mano a mano com a criatura reptiliana, dando uma verdadeira surra na mesma. A vantagem que ele tinha era imensa, tanto que a atingia com grande facilidade. Era como se a oponente não estivesse acostumada a usar o próprio corpo, e por conta disso tivesse dificuldade de se esquivar. Não sei de onde tirei isso, mas foi a impressão que tive assistindo o confronto.

Alguma coisa estava muito errada. Além é claro de ter uma lâmia no meio do refeitório.

Olhei para os lados em busca de algo que pudesse me me ser útil, talheres ou até uma barra de ferro perdida por ali, mas tudo o que encontrei foi uma toalha de mesa com babados laranjados nas pontas que ainda não tinha sido usada para alimentar as chamas da fogueira. Pensei um pouco e logo tive uma ideia na qual ela poderia ajudar. Dei de ombros e a puxei com força, fazendo com que tudo o que tinha sobre ela caísse no chão. Por sorte não tinham tantos pratos e copos para quebrar, mas a comida infelizmente foi desperdiçada.

Com a toalha de mesa embolada em mãos, corri em direção a lâmia atento a toda e qualquer movimento que indicasse um possível ataque. Para minha surpresa, quando cheguei perto o suficiente a mulher-cobra estendeu as mãos em minha direção e balançou a cabeça como se pedisse que eu parasse. Num primeiro momento ignorei-a totalmente e dei continuidade a minha ideia de bloquear sua visão e parte de seus movimentos, tentando jogar o longo tecido branco sobre ela assim que meu namorado recuou com meu sinal. Por ela não ter realizado nenhuma ação ofensiva contra mim - o que era muito estranho - não tive problema algum em 'prendê-la' com sucesso, mas algo logo me chamou a atenção. Ao observar melhor contorno se sua cabeça por cima do tecido, dava para perceber que não correspondia exatamente a imagem que todos ali pareciam estar vendo. Era mais saliente e possuía um formato diferente.

Enquanto lutava para se libertar, a lâmia gritava, se contorcia e emitia um grunhido gutural que por algum motivo associei a um pedido de ajuda. No mesmo momento lembrei da sensação que tive ao sair do chalé e o filho de Ares retornou ao 'campo de batalha'. — Afastem-se dessa coisa, garotos. Vocês podem se machucar. — Notei que ele portava consigo uma lança de metal enegrecido, mas aquilo em minha mente era a última coisa que eu queria me preocupar.

— Espera, tem algo de errado aqui. — Pedi, mas ele demonstrou-se impaciente e começou a avançar em minha direção e na da lâmia - que por sinal já estava quase conseguindo se livrar da toalha que a envolvia.

— Claro que há algo de errado, um monstro atravessou a barreira e invadiu o acampamento. Agora saia da minha frente e me deixa resolver o problema. — Permaneci parado voltado em sua direção, não me importando nem um pouco com o tom rude utilizado pela prole da guerra. — Não está vendo? Ela não está nos atacando, apenas tentando se defender. — Nesse momento a criatura se livrou daquilo que a prendia e recuou, olhando em nossa direção com o que parecia ser um semblante assustado. Talvez estivesse desesperava, mas por que? Não achei que monstros tivessem muito mais que instintos assassinos para guiá-los. — E quem se importa com isso? Nosso trabalho é eliminar a amaça antes que ela nos faça algum mal. Vamos, saia da minha frente, pirralho. — De maneira nem um pouco amigável, o rapaz - que devia ter seus um metro e oitenta e cinco de altura - colocou a mão em meu ombro e me empurrou para o lado, tirando-me de seu caminho.

A lâmia por sua vez recuo ainda mais, e com um movimento desajeitado se escondeu atrás de uma mesa do refeitório. A impressão dada era que ela não sabia muito bem como andar sobre sua própria cauda. — Me escuta! — Segurei o pulso do moreno como forma de tentar impedir seu avanço contra a criatura invasora, e ele me olhou com uma cara nem um pouco satisfeita antes de puxar bruscamente o braço para se soltar. Era pedir demais que filhos de Ares usassem o cérebro ao invés dos músculos ao menos uma vez na vida? Pois parecia que sim.

— Para de atrapalhar e encher a porra do meu saco, caralho! Se não depois de acabar com aquela coisa eu volto aqui para quebrar a sua ca... — O grandalhão nem teve tempo de terminar, pois foi surpreendido por um belo murro do meu namorado. Confesso que até eu me surpreendi e o fitei com ambas as sobrancelhas erguidas, mas não pude deixar de rir baixinho quando ele grunhiu e cobriu a boca com a canhota.

— Mede suas palavras, parça. — O filho de Hefesto não estava nem um pouco contente com a forma que o outro cara tinha falado comigo, mas manteve um jeito debochado que só deixou o outro mais puto. Eu gostava de quando ele me protegia daquela forma, era muito fofo. Até senti as bochechas ruborizarem de leve, mas não pude focar muito nisso.

Enquanto eles se resolviam, peguei a toalha que a mulher-cobra tinha deixado sobre o chão do local e voltei a me aproximar dela antes que o brutamontes o fizesse. — Calma, eu não vou te machucar. — Falei de maneira suave, recebendo o olhar receoso por parte da outra. Ao fundo ouvi o filho do deus da guerra cuspir alguns xingamentos e tentativas de ofensa, mas ignorei. Sabia que Matthew era melhor que ele. Confiava no meu pequeno forjador encrenqueiro. — Eu posso tocar seu rosto? — Indaguei, recebendo uma silenciosa permissão que veio com um leve balanço de cabeça.

Assim que aproximei as mãos do rosto da criatura, senti como se houvesse algo sólido e invisível logo afrente do mesmo. Continuei tateando-o até perceber que se tratava de uma espécie de máscara, a qual tratei de retirar sem sequer pedir permissão. Quando isso aconteceu, a lâmia aos poucos tornou-se uma moça de cabelos lisos e castanhos que se prolongavam até a altura dos ombros, olhos esverdeados e pele morena. Sua expressão de pânico logo deu lugar a um sorriso, e em meio a agradecimentos ela me abraçou. — Muito obrigada... obrigado mesmo! — Eu sorri para a mesma com cordialidade, voltando o olhar para o insuportável semideus que queria resolver tudo na base da porrada. Eu estava certo afinal, e isso aparentemente o deixou incomodado.

Tinha um filete de sangue escorrendo pelo canto de sua boca. Com certeza cortesia do meu mozão e seus punhos de aço.

Voltei a fitar a moça que acabara de retornar a sua forma original, e curioso perguntei-lhe o que tinha acontecido. — Eu não sei, apenas encontrei essa máscara em cima da minha cama e achei que fosse um presente de algum dos meus irmãos. Seria legal usá-la para assustas as pessoas, mas assim que a coloquei algo estranho tomou conta do meu corpo e eu não conseguia me mexer. Parecia que eu estava sendo estrangulada e quando vi todos estavam me olhando com medo. — Olhei para o objeto que eu segurava, que no momento não estava mais invisível. Se tratava de uma máscara de madeira lisa e lustrosa, com uma runa desenhada na parte da testa. — Isso só pode ter sido coisa do Reiner... — Comentou a garota ao ver o desenho gravado na máscara, associando-o a um filho de Hécate em quem ele pregou uma peça a uma ou duas semanas atrás.

Levantei-me e vi Matthew se aproximar, ajudando-a  ficar de pé antes de se apresentar. A vítima da máscara disse que era uma filha de Dionísio e que se chamava Bethany, e novamente nos agradeceu por tê-la salvo. Como o problema tinha sido resolvido, as pessoas foram retornando aos seus afazeres. Eu e Matthew levamos Bath até a enfermaria, onde seria avaliada e receberia todos os cuidados necessários para se recompor. Ela estava exausta, como se a máscara tivesse drenado as energias dela para manter o efeito. Provavelmente se tratava de um item amaldiçoado.

— Essa máscara é perigosa, acredito que tenha sido amaldiçoada. Acha que deveríamos levá-la para o Quíron? — Indaguei para o menor do lado de fora da enfermaria geral, quando de repente um símbolo estranho que misturava o de Nyx e o de Perséfone surgiu brilhando sobre a minha cabeça. Era a tão esperada reclamação, que me surpreendeu um pouco pois eu poderia jurar que minha mãe era filha de Hécate, não da deusa da noite. Ainda assim, não era ruim ter uma deusa primordial como avó, mesmo ela supostamente sendo malvada.

— Aaaaaaah, finalmenteee! — Saltitei sem sair do lugar, todo animado com o ocorrido. — Você também tá vendo isso, né? Por favor, diz que sim! — Sequer fazia questão de esconder minha alegria e empolgação por não ser mais um indefinido.

— Isso o que? Eu não tô vendo nada. — Matt olhou para cima e franziu o cenho, me fazendo parecer levemente 'esquizo'. Para meu alívio, sua encenação não demorou muito para ir por água abaixo quando ele sorriu com ar de deboche. — Brincadeira, tô sim. — Quase o soquei por estar tirando uma com a minha cara num momento como aquele, mas não tive a oportunidade. Ele se inclinou, pousou a destra na minha nuca e me puxou para um caloroso beijo, que unido as batidas do meu coração em perfeita sincronia com o do meu amado tornarem o ato simplesmente maravilhoso.

— Bobão. — Comentei assim que nossos lábios se separaram, rindo feito bobo conforme o símbolo se desfazia no ar. E juntos seguimos até a casa grande.

TO BE CONTINUE...

Informações:
Itens em Posse:
--
Habilidades Utilizadas:
Passivas:
Nome do poder: Beleza incomum I
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Têm sua íris dilatada, aumentando o foco, e consequentemente a distância a que se pode enxergar. O personagem toma posse da concentração para que consiga perceber se há pessoas no local através de pontos cegos, sendo capazes de detectar inimigos através de suas sombras. A sombra durante a noite, torna o corpo ainda mais vulnerável, e para os filhos de Nyx/Nox ela se tinge de negro no corpo dos inimigos. Assim sendo, quando essa visão está ativa, eles conseguem detectar essa sombra, e rastrear seus inimigos, mesmo que eles estejam invisíveis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirão detectar até mesmo inimigos invisíveis, desde que não estejam protegidos por uma magia, ou poder de nível superior ao seu.
Dano: Nenhum
Ativas:
--
Considerações:
CCFY para reclamação como legado de Nyx e Perséfone.

Presente de reclamação desejado: Cajado [Aparenta ser um pedaço de madeira velha, levemente curvado na ponta e segurando uma pedra azulada como a lua. |Efeito 1: Sua aparência pode ser alterada e o cajado pode ser transformado em um bastão de Arambarium que amplia os poderes do portador de magia em +25%, dando um dano 25% maior ao realizar feitiços usando esse bastão como canalizador. | Efeito 2: Transforma-se em um brinco de perola. | Arambarium | Espaço para uma gema | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

Anthony Griffin
Anthony Griffin
Legados
Legados

Idade : 17
Localização : Camp Half-Blood

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CCFY - Wiccano e Hulkling contra as forças do mal Empty Re: CCFY - Wiccano e Hulkling contra as forças do mal

Mensagem por Matthew Ashfield em Seg Out 29, 2018 4:54 am

Little darling
it's been a long cold lonely winter


A fantasia preta com detalhes roxos já estava no corpo de Matthew. O pano era extremamente colado, mostrando todas as linhas do peitoral e do seu abdome definido, seus braços malhados ficaram a mostra e toda a pele que poderia ser vista estava pintada de verde. Raramente o legado de Belona gostava de se sentir sexy e irresistível, mas naquele dia estava sendo impossível e torcia para que Tony achasse o mesmo dele.

Não demorou muito para que o filho de Hefesto fosse até perto do pavilhão. Era o local onde havíamos marcado de nos encontrar antes de ir para a festa de Halloween. Matthew estava um pouco animado com a situação, afinal ele gostava da época e das festas que acompanhavam a data. Mas parte do seu entusiasmo apenas existia por que iria com o seu namorado. Anthony chegou o cumprimentando com o apelido que ele mais odiava na face da terra.

— Hey, pitiquirico! — Tony disse todo sorridente o puxando para um abraço e o beijando na testa. Matt apenas revirou os olhos e correspondeu ao abraço.

— E ai, florzinha. — Matthew respondeu durante o afeto entre os dois. Demonstrando que estava bem.

— Que bom que está bem. — Ele o apertou um pouco mais no abraço, que foi correspondido e terminaram ali, se afastando — Uau, que gato esse meu Hulkling. Filhos de Afrodite sooonham. — Tony riu e isso fez com que Matthew ficasse tímido sem saber como responder, apenas rindo sem graça. — Acho até que é melhor eu voltar para aquele fim de mundo, vulgo chale de Hermes, e me arrumar de novo. Não quero te fazer passar vergonha ao meu lado. — Ele piscou para o rapaz, que o fez ficar ainda mais corado.

— Besta... Você está deslumbrante, não precisa de mais nada não. — Ele puxou o rapaz para um selinho demorado. — E também não quero ninguém desejando o meu homem.

— Isso mesmo, todinho seu. — Ele confirmou com a cabeça e Matthew riu. Roubou outro selinho e entrelaçou a sua mão com a do filho de Hefesto, enquanto ambos caminhavam.

Então a desgraça começou completamente. Vários semideuses estavam gritando e correndo por ali, um deles passou anunciando ser uma lâmia. Outro campista questionava como ela havia passado pela barreira, logo depois um filho de Ares disse que pegaria as armas e que era pra eles tomarem cuidados. A vontade de Matthew foi de mandar o cara se ferrar, ele não era ninguém para lhe dar ordens, por isso o rapaz simplesmente ignorou o pedido do outro.

Anthony parecia estar pensando em algo, tentando bolar um plano, mas Matthew sabia que poderiam não ter tempo para aquilo. Por conta disso ele soltou a mão de seu namorado e correu na direção da lâmia, juntou ambas as mãos para que seu anel virasse duas luvas de boxe e ele pudesse lutar de forma positiva contra a sua adversária. Ele pode ouvir ao fundo seu namorado dar ordem para algumas pessoas, o que fez com que ele sorrisse por ele estar sendo um líder em uma situação de necessidade.

Assim que o garoto se aproximou o suficiente da lâmia, ele começou a desferir vários golpes. Quem olhasse de longe poderia achar que ele era um exímio lutador, afinal estava acertando todos os seus golpes, sem exceção alguma. Mas para que ele, que estava na luta, sabia que não era bem habilidade. A mulher-cobra parecia apenas se defender dos golpes, como se não soubesse lutar ou atacar. Vez ou outra sua mão esbarrava no corpo do garoto, mas sem causar dano algum, o máximo que ela fez foi rasgar uma parte da blusa dele, porém as garrar nem se quer chegaram na pele dele.

Seu namorado surgiu ao fundo, com uma toalha de mesa. Matthew notou que a lâmia estendeu a mão para o rapaz, como se implorasse por ajuda, foi então que o rapaz notou que tinha algo de errado e começou a diminuir a força com que tentava golpear a sua adversária, até que com um sinal de Anthony, o filho de Hefesto recuou. O monstro havia sido pego. Tony parecia ter encontrado algo nela quando o filho de Ares voltou a encher o saco.

— Afastem-se dessa coisa, garotos. Vocês podem se machucar. — Se aproximou carregando uma lança.

— Espera, tem algo de errado aqui. — Anthony pediu, mas ele simplesmente ignorou e continuou indo na direção dele e da lâmia, que parecia estar quase se soltando, enquanto Matthew apenas observava.

— Claro que há algo de errado, um monstro atravessou a barreira e invadiu o acampamento. Agora saia da minha frente e me deixa resolver o problema. —

— Não está vendo? Ela não está nos atacando, apenas tentando se defender. — Tony permaneceu virado para o filho de Ares.

Naquele momento a lâmia conseguiu se soltar e se afastou um pouco deles. Ela olhava de maneira desesperada e assustada para eles, Matthew não conseguia entender, mas já estava se arrependendo de ter ataco a criatura, porém não sabia o por que.

— E quem se importa com isso? Nosso trabalho é eliminar a amaça antes que ela nos faça algum mal. Vamos, saia da minha frente, pirralho. — O filho de Ares era maior que o namorado de Matthew, com uma mão no ombro de Anthony ele o afastou, para ir até a lâmia.

A criatura recuou ainda mais e toda desajeitada se escondeu atrás de uma mesa. Anthony segurou o pulso do outro campista pedindo para ser escutado e o mesmo, de forma grossa, se soltou do garoto. Matthew se segurava ao máximo para não se irritar ainda mais, mas o que veio a seguir conseguiu o tirar do sério.

— Para de atrapalhar e encher a porra do meu saco, caralho! Se não depois de acabar com aquela coisa eu volto aqui para quebrar a sua ca...


Matthew em um movimento rápido socou a boca do filho de Ares. Que grunhiu e tampou o rosto com a destra. A feição do filho de Hefesto não era nem um pouco amigável, odiava que mexessem com quem ele amava.

— Mede suas palavras, parça.

O outro rapaz pareceu ficar ainda mais puto com a situação. O que fez Matthew sorrir de canto. A prole de Ares começou alguns xingamentos e ofensas, enquanto o filho de Hefesto ignorou completamente a sua presença e tentou focar seus olhos no seu namorado, parecia quele teve sucesso com a tal lâmia, pois quando ele menos percebeu ela se transformou em uma humana. Ele piscou os olhos algumas vezes, tentando entender o ocorrido, junto suas mãos e transformou as luvas em um anel novamente.

— Muito obrigada... obrigado mesmo! —
A garota disse. Anthony olhou para o filho de Ares como se quisesse falar um 'eu avisei', por isso o legado de Belona riu baixinho. — Eu não sei, apenas encontrei essa máscara em cima da minha cama e achei que fosse um presente de algum dos meus irmãos. Seria legal usá-la para assustas as pessoas, mas assim que a coloquei algo estranho tomou conta do meu corpo e eu não conseguia me mexer. Parecia que eu estava sendo estrangulada e quando vi todos estavam me olhando com medo. — Ela explicou. Anthony parecia analisar a máscara, ele era o viciado em magia e coisas do tipo, era o mais apto a tentar entender o que aconteceu por ali. — Isso só pode ter sido coisa do Reiner... — Ela completou, mas Matthew não fazia a menor ideia de quem ele era.

Matthew se aproximou e ajudou a garota a se levantar, era uma filha de Dionísio chamada Bethany. Ambos ajudaram a levar a moça até a enfermaria, afinal estava aparentemente esgotada e lutar contra o rapaz não tinha ajudado. Ele pediu desculpa umas trezentas vezes para a garota, que insistia não ser culpa dele. Deixou ela lá e saiu para fora do local.

— Essa máscara é perigosa, acredito que tenha sido amaldiçoada. Acha que deveríamos levá-la para o Quíron?

Anthony indagou para o pequeno ferreiro do lado de fora da enfermaria, quando de repente um símbolo estranho que misturava o de Nyx e o de Perséfone surgiu brilhando sobre a cabeça dele. Era a reclamação dele, que tanto havia esperado.

— Aaaaaaah, finalmenteee! — Ele saltitava todo animadinho. — Você também tá vendo isso, né? Por favor, diz que sim! — Ele parecia extremamente feliz com aquilo.

— Isso o que? Eu não tô vendo nada. — Matthew olhou para cima, fingindo não ver nada, mas logo riu, não conseguindo fingir por muito mais tempo. — Brincadeira, tô sim. — O filho de Hefesto puxou seu namorado para um caloroso beijo.

— Bobão. — Ele falou assim que seus lábios se separaram.

Então abamos caminharam até a casa grande.

TO BE CONTINUE...
Abre:
Tem algumas coisas para serem atualizadas, como o sobrenome (caso ainda esteja como Van Acker) e a arma (caso entre no perfil e ela ainda não esteja lá).
Poder passivo de Belona:
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum
Arma:
• Boxeador de Guerra [Aparentemente um anel bruto de bronze escuro – sem qualquer detalhes ou sofisticação – que, quando ativado torna-se um par de luvas semelhante a de boxeador, sendo de coloração completamente escuras. | Efeito 1: As luvas se transformam em um único anel e, quando ativadas, vão diretamente para as mãos do semideus, caso estejam vazias. Efeito 2: Usando tais luvas o semideus/a irá se tornar mais resistente a golpes provenientes de combate corpo a corpo e, a cada três golpes recebidos a força do semideus cresce 5%, sendo que o total acumulado deverá ser igual a 15%, só sendo possível utilizar uma vez a cada cinco turnos. | Tecido e bronze. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]

post #1 | with Harpias| Refeitório
Matthew Ashfield
Matthew Ashfield
Sem grupo
Sem grupo

Localização : Uin nem te conto.

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Mensagem por Hemera em Seg Out 29, 2018 10:48 pm


Simon L. Saint-Exupéry



Método de avaliação

Máximo de XP da missão: 5.000 XP  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Pontuação alcançada
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%
Total alcançado: 7.500 XP + 5.000 dracmas + Reclamação concluída.

Gostei muito da sua narração, foi fluída, divertida e romântica. Abordou o assunto de forma simples, incluindo a sua reclamação. Não ficou batendo na tecla chata de progenitura, relatou de forma natural e concluiu também de forma muito natural. Parabéns, semideus!






Matthew Van Acker



Método de avaliação

Máximo de XP da missão: 5.000 XP  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Pontuação alcançada
Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 20%
Total alcançado: 6.000 XP + 5.000 dracmas

Pitiquirico, que escrita adorável! Eu gostei muito, embora eu tenha achado um pouco sem complemente. Você se baseou o tempo inteiro pela postagem da Florzinha, não vi a sua personalidade. Eu particularmente não gosto de falas de outros personagens sendo escritas novamente, torna muito massante para ser lido duas vezes. Entretanto, nem sempre o que eu quero é o certo, paciência! Bom, sua criatividade não foi a das melhores, tive a impressão que a florzinha carregou toda a missão nas costas, você apenas adotou e ideia seguiu. Quero ver mais de você, e quando digo ver mais não estou falando dos seus músculos salientes ressaltados pelo tecido leve. Fiz alguns descontos, mas encare isso como incentivo para melhorar na próxima.

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Mensagem por Matthew Ashfield em Ter Out 30, 2018 11:55 pm

dumb dumb dumb
How do people "socialize"?

Quíron parecia extremamente  preocupado com o ocorrido, afinal ele estava inquieto andando de um lado para ao outro, enquanto Matthew e Anthony estavam abraçados no sofá, esperando com que o centauro desse uma direção para eles. A situação era de fato preocupante, uma semideusa quase morreu por conta de uma brincadeira estupida de um campista. A máscara, causadora de todo o caos, estava em cima da mesa do líder do acampamento.

— Como ela está? — Quíron perguntava enquanto coçava sua barba de forma impaciente, parecendo pensar em algo para se fazer quanto aquilo tudo.

— Bem. Nós a levamos para a enfermaria e os curandeiros estão cuidando dela agora. — Respondeu seu namorado. Matthew desviava o olhar.

— É... Estão cuidando dela depois de eu ter batido... — O semideus respondeu meio tristonho.

— Hey, docinho. Não fique se culpando por ter batido nela. Não tinha como a gente saber que não era um monstro de verdade. — Tony disse e então encheu o rosto dele de beijos, fazendo com que o filho Hefesto revirasse os olhos, mas logo sorrisse. — Sem falar que não era você quem queria espetar a coitada com uma lança. — Ele deu de ombros.

Quíron encarou o legado ficando ainda mais aflito com toda aquela situação. Se aproximou mais dos dois, com aquela postura firme dele, parando logo na frente deles.

— Vocês falaram que a Bethany culpou o Reiner por isso, certo? — Matthew confirmou. — Por que?

— Hmmm... — Tony parecia pensativo, com o dedo no lábio indicando isso fez com que o filho de Hefesto sorrisse todo bobão. — Se não me engano ela tinha pregado uma peça nele, só não faço ideia do que. Aí ele ficou putinho e fez isso para se vingar.

Quíron suspirou e então pegou novamente a máscara, analisando-a com o maior cuidado possível, procurando por rastros ou qualquer coisa que pudesse ajudar. Matthew suspeitava ser assinatura pra saber se de fato era do Reiner, já que era parecidas com forja, acreditava ele.

— Assim como os forjadores, artesões mágicos também tendem a deixar assinaturas em suas criações. É um procedimento padrão para serem reconhecidos, mas esta não tem nada além da runa que dá poder ao objeto. — Ele mostrou a runa no meio da testa, que era a única marca na máscara. — Quem fez isso já tinha em mente de que seria um item descartável, ou então sabia que poderia ser pego. Sendo assim, preferiu não arriscar colocando o nome em algo que poderia lhe incriminar.

Quíron parecia extremamente confiante no seu palpite. Matthew sorriu por que pensou quase o mesmo, mas não de forma tão bem explicada como foi a do centauro. O líder do acampamento fitou o mais alto e começou a falar.

— Anthony, soube que você foi reclamado agora a pouco como legado de duas deusas que têm ligação com a magia. Estou certo? — Matthew permaneceu sério, enquanto fitava o centauro atentamente para cada coisa que ele falava. — Ótimo, isso virá bem a calhar. — Quíron pronunciou enquanto ia até uma estante.

Tony olhou para Matthew, que por sua vez encolheu os ombros erguendo sua mão, enquanto seu lábio fez um biquinho, demonstrando que ele não fazia a menor ideia do que estava acontecendo por lá naquele exato momento. Ele retornou e entregou um caderninho com anotações mágicas para o legado, enquanto o filho de Hefesto apenas observava, um pouco contente com aquilo, sabe-se lá o por que. Segundo Quíron ali continha  alguns feitiços que Anthony provavelmente poderia usar.

— Pois bem. Quero que encontrem e tragam Reiner de volta para o acampamento. — Quíron pronunciou o que seria a primeira missão deles. Matthew estava todo sorridente e radiante naquele momento, mesmo que a situação não fosse a melhor para aquele sentimento. — Ele precisa ser punido, mas primeiro precisamos entender os dois lados da história.

Matthew encarou seu anel e logo depois focou no centauro, fechando seus punhos firmemente. Faria questão de conseguir trazer Reiner a qualquer custo. Sorriu para Quíron.

— Não se preocupe, senhor. Iremos fazer o que pediu.

— Pode deixar, Sr. Q.! A gente vai resolver isso rapidinho e logo estaremos de volta. — Anthony fez um joinha pro centauro, o que fez Matthew segurar o riso, negando com a cabeça.

Quíron continuo a falar, explicando algumas coisas que poderiam ser necessárias. Ele tinha escutado de algumas ninfas que Reiner gostava de ir até o lago do acampamento para treinar magia, assim não tinha perigo de causas acidentes como já havia feito antes. Isso fez com que o filho de Hefesto começasse a raciocinar. Não fazia o menor sentido alguém que se preocupava com coisas assim, tentar ferir algum com magia a ponto da pessoa correr risco de vida.

O centauro entregou um brinco para Anthony, Matthew ficava contente com o tanto de item que ele tava recebendo, afinal tinha sido recém reclamado neto de duas deusas da magia. O brinca virava um cajado, então o legado tinha adorado aquilo. Ambos saíram da casa grande logo depois daquilo. Tony estava bem contente com o lance de missão. O que era bom, afinal Matt adorava ver o seu namorado feliz.

— Aaaaaah! — Tony gritava enquanto pulava de empolgação. — É a nossa primeira missão juntos, amor! Vamos arrasar! Bora pro bosque!

— Claro que vamos... Afinal, olha pra gente, sempre arrasamos. — Ele deu um beijo na bochecha do seu namorado.

Não demorou mais do que cinco minutos de caminhada até que chegassem no local indicado, passou rápido de mais, afinal ambos ficaram jogando conversa fora como sempre faziam, por isso Matthew mal notou o trajeto. Assim que chegaram lá eles começaram a procurar por algo que pudesse dar uma indicação para onde deveriam seguir.

Era tipo uma clareira onde estavam, mas não tinha sinal algum de onde ele poderia estar. O filho de Hefesto, curioso como sempre, continuou olhando pelas rochas e árvores, a única coisa que encontrou foi indícios de treinos. Mas julgando pela forma como alguns galhos estavam, as pedras chamuscadas, ele começava achar que uma luta havia acontecido ali não tinha muito tempo.

Anthony tirou seu namorado de seu devaneio quando deu a ideia de usar um feitiço do seu livrinho, já que Reiner era filho de Hécate, poderia achar rastros mágicos por lá. Ele transformou o brinco em um cajado e proferiu uma palavra que parecia ser em latim, que Matthew não fazia a menor ideia do que significava, só ficou surpreso com uma árvore brilhar em um tom alaranjado logo na frente deles.

O legado analisou por alguns minutos e concluiu que era um portal, explicando para o seu namorado. Matthew deu de ombros, compreendendo que havia sido explicado, mas não ligava muito para o lance de um portal adormecido. Até que Anthony cutucou a árvore com o seu cajado e o filho de Hefesto ficou completamente surpreso com aquilo, sorrindo logo em seguida.

— Caramba, eu tô me sentindo muito Wiccano agora. — Tony disse, fazendo um posse logo em seguida, tirando uma gargalhada gostosa do seu namorado..

— Tá, agora só falta eu ter escamas verdes e um par de asas pra eu ser o Hulkling né? — Ele sorriu para o namorado.

— Siiim, seria muito legal. Nossos cosplays ficariam perfeitos se fosse o caso. — O rapaz falou e Matthew negou com a cabeça com um sorriso nos lábios. — Onde será que isso dá? — Tony perguntou.

— Sei lá... Vamos ver!

Matthew atravessou pelo portal recém aberto. Um enjoo enorme tomou conta do corpo dele, que se segurou o máximo possível para não vomitar logo após chegar no local desconhecido por ele. Olhou para os lados e não encontrou seu namorado por lá, gritou desesperado por seu nome, mas nada respondia de volta. O lugar começou a ficar mais claro do que antes, parecia ser um templo sagrado, com várias e várias runas por todo lado. No centro de lá, possuía uma espécie de altar, com uma bola de energia verde no topo e uma pessoa amarrada no meio.

Sem entender muito bem do que se tratava, ele resolver focar no que era a sua missão: levar Reiner para o acampamento, seja lá quem fosse ele. Ele iria procurar por ele, antes de ir ver quem era o ser amarrado.

— Apareça, Reiner! Eu sei que está ai. — Gritou. Sua voz ecoou por todo o vasto local.

Como se tivesse tomado um choque, a pessoa amarrada no altar se mexeu, olhando na direção de Matthew. Com um som de correntes caindo o ser se levantou e começou a correr na direção do semideus que mal teve tempo de fazer alguma coisa, tomando uma cabeçada em sua barriga, voando alguns metros para trás, dando de costas em um pilar de concreto.

Com dificuldade, Matthew se levantou encarando a criatura. Ela tinha o corpo humano porém era verde, possuía escamas por toda a sua pele, parecendo um réptil. Nas suas costas um par de asas de dragão apareciam. O filho de Hefesto ficou com medo, mas sabia que não podia recuar. Juntou suas mãos formando suas luvas a partir do seu anel e se preparou para o combate.

Após recuperar brevemente seus sentidos, ele correu até o monstro, que fez o mesmo. Ambos chocaram os punhos em um soco sincronizado, doeu um pouco na mão de Matthew, mas ele se segurou para não arfar e fazer o seu adversário notar aquilo. Começaram a desferir golpes um no outro, o filho de Hefesto foi o que mais foi golpeado dos dois, mas não deixou barato, acertando no máximo cinco socos nele.

Logo em seguida o forjador recebeu um golpe diretamente no sei peitoral, o que o fez ser arremessado novamente para trás. A criatura foi até onde ele estava e o segurou pelo pescoço, o retirando por completo do chão. Em um desespero completo, Matthew tentava socar os braços do monstros para que pudesse se libertar, mas tudo parecia ser em vão.

Até que, graças ao destino, ele sem querer quebrou um bracelete que a criatura esverdeada possuía. O monstro então soltou Matthew e se ajoelhou no chão, começando a chorar.

— Me ajuda... — Ele parecia implorar por ajuda. — Eu sou Reiner... Um feiticeiro mais poderoso me prendeu aqui, ele assumiu a minha forma e simplesmente sumiu.

— Você é o Reiner? — Suspirou irritado. — Se meu namorado atravessou o portal, ele deve estar com esse feiticeiro que você falou, se for verdade. Ta... e como saímos daqui?

— Aquela esfera no meio do altar. Ela me mantem nessa forma monstruosa, ela tem que ser retirada de lá, mas tem vários ferros prendendo ela. Ela é responsável por manter esse lugar dessa forma.


Matthew juntou as mãos para que as luvas voltassem a ser um anel e correu até o altar. Tentou puxar a esfera com toda a sua força, mas nada daquilo fazia a menor diferença. Ele parou e analisou o pilar todo. Olhou para o metal que prender a orbe e então com um estalar na sua mente, lembrou que podia absorver materiais para a sua pele e ferro era um deles.

Com as duas mãos no que parecia ser o núcleo daquele templo, ele fechou os olhos, fazendo com que o metal começasse a subir pela esfera até chegar nos seus dedos, mas conforme ele ia subindo, a orbe parecia se desfazer junto com o ferro e subir também. Reiner olhou com certo desespero, mas a sua pele verde não existia mais, assim como as escamas e as asas.

— Cuidado... Isso pode der perigoso! — Gritou para o rapaz.

— Eu não ligo. Se isso me fizer encontrar com meu namorado de novo, eu topo qualquer perigo.

Matthew sugou a esfera junto com todo o metal do pilar. Todas as veias do corpo do garoto ficaram brilhantes e visíveis naquele momento, do brilho vermelho começou a se transformar em um brilho esverdeado, logo em seguida uma onda de energia emergiu do corpo dele, tomando conta de todo o templo. O ferro que ele havia sugado caiu no chão como se fosse um líquido prateado.

O templo então começou a desmoronar, mas as pedras que caíram em cima de Matthew e Reiner não fazia estrago nenhum. Eles não sentiram a dor nem nada do tipo. O filho de Hefesto apenas conseguia sorrir vendo que não tinha morrido nem perdido membro algum. Depois que todo o lugar desmoronou, ele notou que estava em um outro templo, intacto. Tony estava ali, com um outro rapaz caído no chão, desacordado. O forjador correu na direção do seu namorado e o abraçou forte.

— Reiner é esse que está comigo... Ele foi pego por um feiticeiro... Que provavelmente é esse que você pegou.

Reiner explicou que era um seguidor de Prometheus, um erudita, por isso conseguiria levar eles quatro em segurança pro acampamento através de um portal. Assim que ele o fez, todos estavam dentro da casa grande, com Quíron sentado em sua mesa agora encarando todos. A noite foi longa, enquanto Reiner explicava toda a situação para o centauro, Matthew e Tony permaneceram lá ouvindo a explicação.

Matthew não contou para ninguém sobre a esfera sugada, nem mesmo o erudita quis, ambos falaram que a orbe havia sido destruída, ponto. Ele ainda não estava sentindo os efeitos de sua ação, mas logo a consequência chegaria para ele.

Abre:
Tem algumas coisas para serem atualizadas, como o sobrenome (caso ainda esteja como Van Acker), a arma (caso entre no perfil e ela ainda não esteja lá), e os níveis da ultima ccfy (eu estaria nível 11 com ela atualizada.)
Poder passivo de Belona:
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum
Passivos de Hefesto:
Nível 4
Nome do poder: Pensamentos Velozes
Descrição: Os filhos de Hefesto/Vulcano possuem uma capacidade de analisarem rapidamente a situação em que se encontram e criarem uma estratégia param se safarem dela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganham um turno para conseguirem agilizar mecanismos e armadilhas, e assim, criarem algo para ganhar vantagem perante a batalha.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Força I
Descrição: O filho de Hefesto/Vulcano é mais forte que um semideus comum, podendo inclusive ser comparado a Ares/Vulcano, ou se igualar a eles nos primeiros anos de treinamento – os filhos de Ares/Marte ainda podem supera-los na força – e isso tudo devido ao trabalho continuo nas forjas. Os meninos geralmente ganham músculos avantajados, e mesmo que não o tenham, sua força ainda é superior, as meninas idem, mesmo sem os músculos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força.
Dano: +5% de dano em golpes físicos relacionados pelo semideus, ou que exijam a forja avantajada.

Arma:
• Boxeador de Guerra [Aparentemente um anel bruto de bronze escuro – sem qualquer detalhes ou sofisticação – que, quando ativado torna-se um par de luvas semelhante a de boxeador, sendo de coloração completamente escuras. | Efeito 1: As luvas se transformam em um único anel e, quando ativadas, vão diretamente para as mãos do semideus, caso estejam vazias. Efeito 2: Usando tais luvas o semideus/a irá se tornar mais resistente a golpes provenientes de combate corpo a corpo e, a cada três golpes recebidos a força do semideus cresce 5%, sendo que o total acumulado deverá ser igual a 15%, só sendo possível utilizar uma vez a cada cinco turnos. | Tecido e bronze. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]Nível 11
Nome do poder: Respiração forte
Descrição: Você se acostumou com fuligem e ar carregado. Ar rarefeito e toxinas que agem por meio respiratório já não lhe afetam como a maioria, bem como lugares fechados e variação de pressão – Hefesto/Vulcano vive dentro de um vulcão, e como filho dele você tem a mesma resistência.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Consegue respirar normalmente em lugares carregados, e não ficam tão cansados durante a batalha. Poderes relacionados a respiração, ar, e asfixia são 50% menos efetivos contra você.
Dano: Nenhum
Benção desejada:
Estou ciente que a staff pode alterar algumas coisas da benção, então estou aberto a sugestões antes da decisão final.
Nome: Hukling mod
Descrição: Após absorver uma orbe desconhecida, esta se fundiu permanentemente com o corpo do mesmo e lhe garantiu estranhas habilidades. Sempre que desejar ele consegue revestir sua pele com escamas esverdeadas duras como uma armadura aumentando sua resistência a golpes e colisões, elevação da sua força quando neste modo, a capacidade de criar um par de asas funcionais de suas costas sempre que desejar com o modo ativado.
Gasto de MP: 20 inicial + 10 por turno que manter ativo.
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Quando no modo ativado recebe +15% de resistência, +15% de força.
Dano: Nenhum
Extra: Consegue voar com as asas criadas, porém não consegue voar mais do que vinte metros do chão e não consegue levar pessoas consigo.
post #1 | with Harpias| Refeitório


Última edição por Matthew Van Acker em Qua Out 31, 2018 12:15 am, editado 4 vez(es) (Razão : Template tinha bugado :c)
Matthew Ashfield
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Mensagem por Anthony Griffin em Ter Out 30, 2018 11:57 pm




Feel The Magic ✪

Os passos inquietos de Quíron pelo interior de seu escritório revelavam sua enorme preocupação perante o ocorrido. Aquilo não tinha sido apenas uma brincadeira de mal gosto, afinal uma campista inocente poderia ter sido morta pelas mãos de seus próprios amigos.

Matt e eu estávamos sentados abraçadinhos num confortável sofá que existia ali, esperando por algum direcionamento. Tínhamos acabo de explicar a respeito do incidente do refeitório, além é claro de entregar a máscara amaldiçoada para o centauro. Ele a analisou durante alguns instantes, procurou pela assinatura mágica de seu fabricante - sem sucesso - e depois a colocou sobre a mesa de centro diante de nós.

— Como ela está? — Perguntou o senhor, coçando a barba de forma impaciente. Ele parecia estar pensando no que fazer.

— Bem. Nós a levamos para a enfermaria e os curandeiros estão cuidando dela agora. — Respondi, notando que meu namorado estava meio avoado.

— Hey, docinho. Não fique se culpando por ter batido nela. Não tinha como a gente saber que não era um monstro de verdade. — Me inclinei e comecei a dar um montão de beijinhos em sua bochecha, tentando fazê-lo sorrir. — Sem falar que não era você quem queria espetar a coitada com uma lança. — Dei de ombros, fazendo referência ao filho de Ares babaca e sem cérebro que mais atrapalhou do que ajudou.

Quíron franziu o cenho ao ouvir a parte da lança e ficou ainda mais aflito, mas manteve a compostura e parou na nossa frente.

— Vocês falaram que a Bethany culpou o Reiner por isso, certo? — Matthew confirmou. — Por que?

— Hmmm... — Coloquei o dedo indicador sobre meus lábios e olhei para cima num semblante pensativo. — Se não me engano ela tinha pregado uma peça nele, só não faço ideia do que. Aí ele ficou putinho e fez isso para se vingar.

O centauro suspirou e pegou novamente a máscara, analisando-a com cuidado.

— Assim como os forjadores, artesões mágicos também tendem a deixar assinaturas em suas criações. É um procedimento padrão para serem reconhecidos, mas esta não tem nada além da runa que dá poder ao objeto. — Ele nos mostrou a marca mística, gravada em baixo relevo bem no centro da testa. — Quem fez isso já tinha em mente de que seria um item descartável, ou então sabia que poderia ser pego. Sendo assim, preferiu não arriscar colocando o nome em algo que poderia lhe incriminar. — Concluiu, demonstrando confiança no palpite.

Pensando bem a teoria de Quíron fazia muito sentido, mas por que ele estava nos dizendo aquilo?

— Anthony, soube que você foi reclamado agora a pouco como legado de duas deusas que têm ligação com a magia. Estou certo? — Eu assenti em confirmação, achando incrível como ele tinha descoberto algo que aconteceu a tipo, quinze minutos no máximo. Se bem que, com a minha comemoração eu não duvidava que metade do acampamento tivesse ouvido. — Ótimo, isso virá bem a calhar. — Disse Quíron, indo até uma de suas estantes.

Sem entender nada, olhei para meu namorado e percebi que ele estava tão confuso quanto eu. Até tive que segurar o riso quando ele encolheu os ombros, arqueou as sobrancelhas, fez beicinho e meio que ergueu as mãos numa típica demonstração de "eu sei lá".

Assim que retornou, o centauro me entregou um pequeno livro de bolso com algumas anotações estranhas em seu interior. Eram feitiços simples que, segundo ele, eu deveria ser capaz de conjurar sem dificuldade e seriam úteis para o que seria pedido a seguir.

— Pois bem. Quero que encontrem e tragam Reinei de volta para o acampamento. — Pronunciou o mais velho, nos surpreendendo com um recrutamento para uma missão oficial. — Ele precisa ser punido, mas primeiro precisamos entender os dois lados da história.

Além de envolver magia, a minha primeira missão seria no mesmo dia em que fui reclamado e eu ainda teria meu namorado como dupla. Não podia ser mais perfeito.

— Pode deixar, Sr. Q.! A gente vai resolver isso rapidinho e logo estaremos de volta. — Abri um largo sorriso e fiz um sinal de joinha para o centauro, que terminou de explicar algumas coisas a respeito do último paradeiro do rapaz que procurávamos.

Segundo o que ele tinha ouvido das ninfas, Reiner costumava praticar magia todas as noites no bosque onde estava o lago do acampamento. Isso para evitar acidentes caso algo desse errado, como já tinha acontecido antes.

Graças a tal informação já tínhamos um primeiro lugar para procurar.

Pouco antes de nos dispensar, Quíron me deu um brinco de pérola como presente de reclamação. Admito que eu estranhei um pouco no começo, tendo que disfarçar a torção de nariz por não ter gostado de sua forma base. Mas como ele disse que o item tinha a capacidade se se transformar em um cajado de arambarium, não recusei. Aquilo me ajudaria pra caramba na canalização de feitiços. Poderia usar a magia com muito mais poder e eficiência.

Alternativamente, usei o brinco como broche já que a fantasia que eu trajava não tinha bolsos  e eu não queria colocá-lo na orelha.

— Obrigado. — Realizei uma cordial reverência em agradecimento e deixei o recinto junto de Matthew.

— Aaaaaah! — Abracei meu namorado e comecei a dar pulinhos de empolgação e alegria. — É a nossa primeira missão juntos, amor! Vamos arrasar! — Eu ria como uma criança que tinha ganhado o presente que queria no Natal. — Bora pro bosque!

Caminhamos em um ritmo apressado durante uns três ou quatro minutos, jogando conversa fora até encontrarmos o local desejado. Lá começamos a procurar por quaisquer pistas que pudessem revelar algo sobre o paradeiro de Reiner. Sem sucesso. Aquele lugar não tinha nada. Era só uma clareira perto do lado com algumas marcas dos possíveis treinamentos do rapaz.

Foi então que tive a ideia de procurar por sua magia. Se ele era um filho de Hécate, talvez tivesse deixado algum rastro ou ressonância de sua energia por ali. Com isso em mente, pequei o pequeno livro que estava preso no cinto que fazia parte da fantasia e procurei por algo que pudesse ser útil.

— Isso! — Comemorei baixinho, lendo com mais atenção para saber como realizar o feitiço. Não parecia difícil.

Transformei o brinco em cajado e o empunhei firmemente com a destra. Respirei fundo, fechei os olhos e comecei a me concentrar. Conforme sentia a energia fluir dentro de mim, permiti que ela fosse redirecionada para a pedra na ponta do equipamento, potencializando-a sem dificuldade.

— Veneficia! — Proferi o encantamento, conjurando assim uma magia que me permitia captar energia mágica no ambiente. Como resultado, um brilho azul se manifestou através de um breve piscar etéreo na ponta dos cajado, algo próximo do efeito de chamas se dissipando no ar.

Pensando bem, foi fácil pra caramba considerando que aquele era o primeiro feitiço que tentei conjurar na vida. A magia devia mesmo estar no meu sangue.

Através de uma rápida observação nos arredores não foi difícil encontrar o que eu buscava. Uma das árvores próximas estava emanando uma espécie de aura alaranjada, demonstrando armazenar grande quantidade de energia. Curioso, não hesitei em me aproximar para analisá-la, concluindo em alguns minutos que se tratava de um portal em estado de dormência. Devia precisar de alguma senha ou condição para ativá-lo.

Como eu sabia daquilo? Simples: apesar de não praticar, eu adorava ler os livros de ocultismo e feitiços dos meus pais. Era ótimo para passar o tempo.

Pensei um pouco e então resolvi a cutucá-la com meu cajado, que ainda possuía um pouco de magia acumulada em sua extremidade superior por conta da conjuração anterior. E como se a própria magia fosse a chave, um portal foi aberto diante de nós.

— Caramba, eu tô me sentindo muito Wiccano agora. — Brinquei, fazendo pose depois do meu extraordinário golpe de sorte. Ah, como eu amava fazer Matthew rir. Para mim sua alegria era simplesmente a melhor coisa do mundo.

E admito que até verde ele conseguia ser sexy.

— Siiim, seria muito legal. Nossos cosplays ficariam perfeitos se fosse o caso. — Ri todo animado ao nos imaginar em um daqueles eventos geeks, com um monte de gente querendo tirar fotos conosco. Poderíamos também fazer muitos photoshoots fofos do OTP da Marvel.

— Onde será que isso dá? — Indaguei, voltando o foco para nossa missão. Procurei por runas ou inscrições ao redor que nos fornecessem alguma dica do destino que teríamos ao passar a fenda dimensional, mas meu namorado foi impaciente e decidiu descobrir da maneira mais "fácil": entrando.

Um intenso arrepio percorreu minha espinha com a ideia de que Matt poderia estar em qualquer parte do mundo naquele momento. As opções eram infinitas, indo desde uma cidadezinhas no interior da Índia até... sei lá, o Tártaro.

— Ai, ai, pitiquirico... — Suspirei e balancei a cabeça em negação. Não tinha muito que eu pudesse fazer se não acompanhá-lo, afinal a passagem poderia se fechar a qualquer momento e eu não poderia encontrá-lo tão facilmente. Então saltei para dentro do portal.

•••

Acostumado a atravessar portais desde criança, não senti enjoo nem desconforto algum quando fui magicamente transportado para o novo ambiente. Olhei em volta e imediatamente procurei pelo meu namorado, mas tudo o que encontrei foi uma espécie de templo em ruínas com diversas runas gravadas na parede. Não era possível. Desesperado, senti meu coração disparar e caminhei por entre os bancos de madeira quebrados jogados pelo chão enquanto chamava o nome de Matthew a plenos pulmões.

Sem resposta.

— Sério, amor. Aparece logo. Isso não tem graça. — Choraminguei todo manhoso, já preocupado com meu docinho.

O que é que tinha dado errado?

Onde é que ele estava?

Por que eu sentia uma estranha sensação de estar sendo observado?

Aquelas apenas algumas das diversas perguntas para as quais eu não tinha resposta no momento, e que insistiam em perturbar minha mente sem permissão. Mas poxa, nós tínhamos atravessado o mesmo portal, não era possível que tivéssemos ido parar em locais diferentes. Bem, aparentemente até era, mas eu não queria acreditar nisso. Pelo menos teríamos que estar um pouco perto um do outro.

Notei também que existia um rústico altar nas proximidades, o qual um dia devia ter sido funcional a alguém. Num primeiro momento não consegui identificar que símbolos eram aqueles que o adornavam, mas tinha certeza que eram ligados a algum tipo de magia conectiva ancestral. Ele não estava em um estado muito melhor do que o restante dos destroços, mas pelo menos continuava de pé.

O clima dali era mórbido, frio e silencioso, semelhante ao de uma cidade fantasma. Bem, na verdade era semelhante ao que eu imaginava ser o clima de uma cidade fantasma, afinal nunca estive verdadeiramente em uma. De qualquer forma, era de dar arrepios. Caminhei por mais alguns instantes até decidir conjurar novamente a magia que me permitia revelar o uso de arcanismo nas proximidades, assim como armadilhas de natureza mágica e coisas semelhantes. Queria ver se encontrava outro portal oculto ou passagem secreta que me permitisse encontrar meu namorado e/ou Reiner de uma vez.

Pena que esta foi minha pior decisão.

Assim que meu poder fez efeito, praticamente tudo ao meu redor começou a emitir um brilho de cores e tons escuros, como se até mesmo as paredes e bancos quebrados estivessem imbuídos em magia. Fechei os olhos por conta da dor de cabeça que aquilo me provocou e, no mesmo instante, senti uma poderosa onda de energia se chocar contra o meu corpo como se alguém tivesse literalmente me dado um daqueles encontrões que vemos em jogos de futebol americano. Como resultado eu obviamente foi lançado uns três metros pata trás, caindo sobre alguns escombros perto de uma parede.

Sem entender o que tinha acontecido, procurei o autor da ofensiva e logo avistei um rapaz de aparentemente dezenove ou vinte anos rindo perto do altar. Ele não estava lá até um segundo atrás, mas isso pouco importava. Pela forma que me atacou ele deveria ser inimigo, e eu não deixaria parado.

Apoiei o cajado no chão e me segurei nele para me levantar, fitando o oponente com um semblante bastante irritadiço. Se ele tivesse feito alguma coisa para Matthew, nossa, ele iria se dar muito mal comigo. O vi canalizar e disparar outra onda de choque contra mim, e desta eu consegui escapar por pouco ao realizar um rolamento improvisado para a esquerda e quase me furar nos restos de um banco cujos pregos estavam expostos.

— Quem é você? Cadê o Matthew e o Reiner? — Indaguei alto o suficiente para que ele me ouvisse naquela distância, mas fui completamente ignorado.

Bufei e revirei os olhos. Se ele queria briga era isso que ele teria.

Deixei minha energia fluir através do cajado e, sem a necessidade de um encantament,o a manifestei de forma intuitiva através de raios negros. Estes por sua vez não eram difíceis de manipular e pareciam se curvar perante minha vontade, e minha vontade naquele momento era acabar com o feiticeiro barato que começou a me atacar do nada. Disparei os raios em forma rajada contra o outro, porém meu ataque foi facilmente barrado por uma barreira translúcida que surgiu diante dele.

— Sério? É só isso que tem? — Ele começou a gargalhar, absurdamente convencido. — Vai precisar de muito mais que essa magiazinha de amador para conseguir me ferir.

Eu revirei os olhos com a prepotência alheia e me preparei para realizar outro ataque elétrico contra ele, porém senti meu corpo ser envolto por uma força invisível em resposta a um comando gesticular do rapaz e logo eu fui suspenso no ar. Tentei fazer força, me debater e usar magia para me libertar, mas foi inútil. Ele não era um mero aspirante a mago como eu.

— Motus! — Após a conjuração, foi lançado com tanta força contra a parede que até perdi o ar. Não duvidaria se tivesse quebrado uma costela.

Logo em seguida, ainda caído e indefeso, sentI uma dor absurdamente terrível na minha cabeça e comecei a gritar. Foi com toda certeza a pior coisa que já senti em toda a minha vida. Eu chorava, pedia para ele parar e implorava por misericórdia, mas o rapaz parecia estar se divertindo com seu joguinho sádico de tortura.

Até que para o meu completo alívio aquilo parou e ele passou a encarar o altar com um olhar de espanto.

Uma luz esverdeada preencheu o ambiente a partir de lá, o templo começou a tremer, as runas nas paredes se acenderam e o rapaz que outrora tinha uma aparência normal tornou-se um mago morto-vivo com o corpo em decomposição. Um lich cuja alta estava vinculada a algum objeto que aparentemente tinha sido destruído, quebrando assim a âncora que o mantinha naquele mundo.

Com certa dificuldade, me levantei e vi que meu namorado tinha aparecido junto com um outro rapaz com a mesma aparência que meu oponente usava até então. Ele era o tal Reiner, e tinha sido capturado pelo ser profano que aparentemente comandava aquele lugar.

— É, eu não sei bem o que aconteceu, mas acho que foram vocês que o pegaram. — Ri baixinho e fui até meu pitiquirico para dá-lo um forte abraço. — Então obrigado por me salvar... de novo.

Sem mais delongas o filho de Hécate explicou que era um seguidor de Prometheus, um erudita, por isso conseguiria levar todos os quatro de volta para o acampamento através de um portal. Não houve protestos, portanto ele assim o fez. Num piscar de olhos nós aparecemos dentro da casa grande, com Quíron sentado em sua mesa agora encarando a todos. A noite foi longa, enquanto Reiner explicava toda a situação para o centauro, eu e meu namorado permanecemos lá ouvindo a explicação.

Depois que tudo foi resolvido, nos despedimos uns dos outros e eu retornei para o chalé de Perséfone, onde tomaria um belo banho e teria uma longa noite de descanso. Tínhamos perdido a festa, mas foi uma aventura e tanto. Sem falar que, quando eu estava quase pegando no sono, tive uma espécie de revelação pirocinética. Era o próprio Prometheus falando comigo, dizendo que havia gostado do que viu durante a missão e me convidando para fazer parte de seus seguidores assim como Reiner.

E eu? Obviamente aceitei! Aprender mais sobre magia era meu sonho, portanto não desperdiçaria a oportunidade.

Informações:
Itens em Posse:
Cajado [Aparenta ser um pedaço de madeira velha, levemente curvado na ponta e segurando uma pedra azulada como a lua. |Efeito 1: Sua aparência pode ser alterada e o cajado pode ser transformado em um bastão de Arambarium que amplia os poderes do portador de magia em +25%, dando um dano 25% maior ao realizar feitiços usando esse bastão como canalizador. | Efeito 2: Transforma-se em um brinco de perola. | Arambarium | Espaço para uma gema | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]
Habilidades Utilizadas:
Passivas:

Perséfone


Nome do poder: Beleza incomum I
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aliado da Magia I
Descrição: A mitologia descreve Perséfone/Prosérpina  com uma ligação direta com Hecate/Trivia, no submundo, ou seja, a deusa também compartilha da magia da bruxa, e seus filhos, herdam esses dons. São ligados a magia, e nutrem certa facilidade em aprende-la, mas não é nada comparado com os filhos da deusa da magia, e sim uma fissura do que eles são.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força em feitiços (poderes ativos).
Dano: +5% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Nome do poder: Pericia com Cajados I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em lidar com cajados, tendo parte da ligação da magia de sua mãe. Contudo, não é tão bom quanto um filho de uma verdadeira feiticeira, e nesse nível, só consegue executar pequenos movimentos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade ao lutar com a arma.
Dano: 5% de dano se for acertado pela magia do semideus.

Nome do poder: Olhar Facultativo
Descrição: Persefone/Proserpina é uma deusa com personalidades multiplicas, e considerada bipolar, seus filhos herdam a mesma característica da mãe, mas, expõem seus sentimentos através dos olhos. Quando com raiva, o olhar adquire uma coloração vermelha, e quando confusos, se tornam arroxeados. No restante do tempo, permanecem normais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo confuso, ou encantado pelo olhar diferente em sua face.
Dano: Nenhum


Nyx


Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Têm sua íris dilatada, aumentando o foco, e consequentemente a distância a que se pode enxergar. O personagem toma posse da concentração para que consiga perceber se há pessoas no local através de pontos cegos, sendo capazes de detectar inimigos através de suas sombras. A sombra durante a noite, torna o corpo ainda mais vulnerável, e para os filhos de Nyx/Nox ela se tinge de negro no corpo dos inimigos. Assim sendo, quando essa visão está ativa, eles conseguem detectar essa sombra, e rastrear seus inimigos, mesmo que eles estejam invisíveis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirão detectar até mesmo inimigos invisíveis, desde que não estejam protegidos por uma magia, ou poder de nível superior ao seu.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aliado da Noite
Descrição: Quando lutam durante a noite os filhos de Nyx/Nox ganham uma força extra de campo, que permite que suas habilidades sejam aprimoradas de uma maneira surpreendente. Os atributos de força, agilidade, esquiva, e velocidade, são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de força, velocidade, agilidade, e esquiva.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Bom Magico II
Descrição: Você está se tornando um mago experiente, aprendendo e se desenvolvendo de forma perfeita, sua magia vem se tornando mais forte, e você cada vez mais inteligente, perspicaz, e bom em compreender os feitiços. Com isso, sua habilidade também ficou mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 20% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +10% de dano se os feitiços acertarem.

Nome do poder: Pericia com Cajados II
Descrição: O seu personagem se tornou ainda mais habilidoso, e consegue fazer movimentos únicos, usando o cajado para atacar e se defender. Consegue criar movimentos perfeitos, e se move com uma habilidade impressionante. Os feitiços que você usar com o cajado, além de poderem usa-lo como canalizador de energia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  +70% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus que usar o cajado para executar o feitiço pode reduzir o gasto da MP pela metade. Exemplo, se executar um feitiço que gasta 10 MP, e usar o cajado para fazê-lo, então o gasto será apenas de 5 MP.
Dano: +15% de dano se forem atingidos por feitiços do cajado do semideus, ou pela arma (se usada dessa maneira).
Ativas:

Perséfone


Nome do poder: Eletricidade Escura I
Descrição: Como filha de Zeus/Júpiter, a deusa possui habilidade com eletricidade - e seus filhos herdam uma parte dessa habilidade -. Porém é um tipo de energia/eletricidade diferente, é uma eletricidade negra. A prole da deusa da primavera consegue gerar pequenas descargas de raio negro que podem causar desconforto no oponente.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP
Extra: Nenhum


Nyx


Feitiço: Veneficia
Descrição: Um feitiço que serve para revelar se alguma magia, armadilha mágica ou encantamento foi usado em algo presente no ambiente – ou até mesmo presente no próprio ambiente. Entretanto é necessário permanecer olhando para o ambiente afim de descobrir outras armadilhas em demais ambientes.
Gasto de Mp: 10 de MP, enquanto estiver ativo.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua crescente, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Com certo treino, pode ser utilizado não verbalmente.
Considerações:
Tem algumas coisas para serem atualizadas, como o nome (caso ainda esteja como Simon L. Saint-Exupéry), a reclamação (que já foi aprovada na avaliação anterior) e os níveis da ultima ccfy (eu estaria nível 11 com ela atualizada.)

CCFY para ingressão no grupo dos Eruditas de Prometheus.

Presente de reclamação: • Adaga [Uma adaga de aparência comum, feita de arambarium e contendo um símbolo entalhado na lâmina, tal símbolo é semelhante a uma tocha acesa, cabendo perfeitamente na mão do semideus. | A lâmina possui um brilho próprio, semelhante a fogo, podendo iluminar locais escuros, a mesma não poderá ser utilizada em combate ao ser utilizada para iluminar ambientes. Ao ser encaixada em locais como portas/caixas trancadas/cadeados/locais a mesma poderá abri-los, desde que não seja selada com algum meio divino/magico. | A adaga pode transformar-se em um cajado caso seja esse o desejo do semideus portador, fornecendo um bônus de 10% de chance de acerto na utilização de feitiços. | Arambarium. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Eruditas de Prometheus.]

Anthony Griffin
Anthony Griffin
Legados
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Idade : 17
Localização : Camp Half-Blood

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CCFY - Wiccano e Hulkling contra as forças do mal Empty Re: CCFY - Wiccano e Hulkling contra as forças do mal

Mensagem por Hefesto em Sex Nov 02, 2018 6:59 am


Matthew Ashfield


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 2500 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas:47%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 29%


RECOMPENSAS: 2.350 XP + 2.350 dracmas
Benção adquirida:

Nome: Hukling mod
Descrição: Após absorver uma orbe desconhecida, esta se fundiu permanentemente com o corpo do mesmo e lhe garantiu estranhas habilidades. Sempre que desejar ele consegue revestir sua pele com escamas esverdeadas duras como uma armadura aumentando sua resistência a golpes e colisões, elevação da sua força quando neste modo, a capacidade de criar um par de asas funcionais de suas costas sempre que desejar com o modo ativado. Gasto de MP: 40 inicial + 20 por turno que manter ativo.
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Quando no modo ativado recebe +15% de resistência, +15% de força. Dano: Nenhum
Extra: Consegue voar com as asas criadas, porém não consegue voar mais do que vinte metros do chão e não consegue levar pessoas consigo. A habilidade dura até cinco turnos e pode ser usada uma vez por tópico.

Comentários:

As soluções da mente de um filho de Hefesto vêm de forma rápida não? Sua história foi muito coerente com o nível do personagem, não tentou parecer heroico e conseguir ganhar do oponente em poucos golpes. Além da motivação clara do personagem, a proteção do amado, isso fez com que conduzisse bem a história.




Anthony Griffin


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 3750 XP   

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 25%


RECOMPENSAS: 3.000 XP + 3.0000 dracmas

Comentários:

Anthony, você tem uma escrita fluída e sem exageros gramaticais, gosto de termos simples e objetivos, as vezes menos é mais. Porém, senti que sua missão foi literalmente um Ctrl C + Ctrl V da missão do Matthew, narrar os dois numa mesma situação é interessante, porém faltou capricho nas suas palavras, deixe eu lhe dar um exemplo:
Matthew Ashfield escreveu:
Quíron suspirou e então pegou novamente a máscara, analisando-a com o maior cuidado possível, procurando por rastros ou qualquer coisa que pudesse ajudar.
Anthony Griffin escreveu:
O centauro suspirou e pegou novamente a máscara, analisando-a com cuidado.
Matthew Ashfield escreveu:
Quíron parecia extremamente confiante no seu palpite.
Anthony Griffin escreveu:
Concluiu, demonstrando confiança no palpite.

Pensando bem a teoria de Quíron fazia muito sentido

O uso até das palavras foi o mesmo. A narrativa em conjunto precisa demonstrar protagonismo de cada personagem de maneira clara.

Sua batalha ocorreu sem grandes problemas, considerando o nível do personagem, porém a parte final da narrativa foi corrida demais. Entre a explicação do semideus que vocês iam resgatar e o convite de Prometheus para o seu ingresso no grupo, as coisas se sucederam de forma apressada, não sendo suficiente para minha concepção que seu personagem, você deveria ter explorado a magia de uma forma mais caprichosa, a magia pulsando dentro de você, o convite ficou muito simples e banal. Infelizmente você precisará tentar de novo.

Avaliação geral:

Atenção, o texto dos dois apresentam uma série de erros de digitação, erros gramaticais, um exercício que proponho é que já que muitas vezes vão postar juntos, troquem as missões para cada um revisar o texto um do outro. Fazer as coisas as pressas tornam elas menos caprichadas.


Atualizado por Hades.
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Mensagem por Juno em Sab Nov 03, 2018 5:33 pm


Matthew e Anthony


Anthony Griffin
4.000 XP + bônus = 6.000 XP e dracmas
Diferença de 3.000 XP e dracmas atualizada.

Matthew Ashfield
2.350 XP + bônus = 3.525 XP e dracmas
Diferença de 1.175 XP e dracmas atualizada.


Leiam:

Após ler a CCFY e conversar com Hefesto sobre a avaliação, chegamos a algumas conclusões que ratificam a recompensa conquistada por ambos. Se repararem, os valores alcançados em cada item avaliativo permanece o mesmo, o que fiz foi ajustar os bônus e corrigir um desconto.

Seguem abaixo as explicações para que possam compreender:

• O jogador precisa fornecer todas as informações necessárias no texto que está sendo avaliado. Não é obrigação do avaliador voltar ao texto anterior, já avaliado, para conferir as informações anteriores. É responsabilidade do player fornecer todas as informações que o Staff precisa para avaliar aquele texto. Na ausência dessas importantes informações, o jogador corre o risco de ser penalizado com razão. Afinal, o staff só vai avaliar o que foi pedido para avaliar.

• A regra do evento diz que há recompensas máximas de acordo com o nível do player, mas também que o avaliador poderia alterar esse valor caso achasse necessário. E, caso haja solicitações (como itens ou bênçãos), a recompensa final sofreria decréscimos.

• Tendo em vista a consideração acima, Matthew, o seu desconto de 50% é referente à bênção que você solicitou. Afinal, é uma bênção muito boa, que aumenta a porcentagem de dois atriutos e dá a capacidade de ter asas.

• Anthony, seu decréscimo de 25% da recompensa final ocorreu por um engano bastante simples que já foi consertado. O avaliador entendeu que o pedido de ingresso no grupo extra também resultava uma diminuição da bonificação final, o que não era o caso.

• Com estes esclarecimentos sobre a diminuição da recompensa final, menciono que era possível que vocês parassem para fazer os cálculos. Hefesto teve como base o valor total de 5 mil XP, aplicando os descontos devido aos pedidos feitos.

• A respeito do ingresso em grupos através da CCFY, há o rendimento mínimo de 85 a 90% da missão (podendo variar de acordo com o avaliador). Explicações para os descontos constam no post de Hefesto.

• Bônus de Halloween: Como consta acima, os bônus de Halloween foram aplicados. Anteriormente, a inclusão do bônus não havia sido feita porque ambos haviam apenas mencionado que estavam fantasiados. E, como dito anteriormente, Hefesto não teria a obrigação de retornar à CCFY anterior para ler o contexto. Afinal, todas as informações necessárias ao avaliador devem estar no texto avaliado, e não em outros. Mesmo assim, os bônus foram aplicados.


Juno Moneta
"Você deve forjar seu próprio caminho para que ele signifique qualquer coisa"
Juno
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Deuses Olimpianos
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