The Blood of Olympus
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Castelo de Gelo - Missão teste para Josephine de Quione

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Castelo de Gelo - Missão teste para Josephine de Quione Empty Castelo de Gelo - Missão teste para Josephine de Quione

Mensagem por Zeus em Sab Out 27, 2018 2:35 pm


Castelo de Gelo

Os servos do palácio se esconderam mais uma vez ao ouvir o grito de sua senhora. Eles sabiam o que acontecia quando seu temperamento ficava daquele jeito, a temperatura no ambiente baixava e metade deles tinha o mesmo destino daqueles que fugiam, ou seja, viraram estatuas. Nas ultimas semanas as coisas estavam confusas no castelo de gelo, alguém ousara desafiar Lady Quione e a estava deixando furiosa. Seu salão de estatuas tinha sido profanado e seus inimigos congelados agora fugiam livremente. Ela tinha perdido pelo menos 30 estatuas nos últimos 14 dias, todos prisioneiros agora respirando e voltando ao mundo. Quem, porque, quando? Eram questões que ela queria resolver, acontece que sozinha ela não conseguiria resolver esse trabalho, o infrator era astuto, não deixava rastros e o mais importante... Quione não queria fazer o trabalho pesado, mas uma de suas filhas poderia fazê-lo por ela.

– Mandem chamar a garota, eu a quero aqui em no máximo dois dias.

INSTRUÇÕES:

• Quione está temperamental nas duas últimas semanas devido a situação em seu palácio e você seria convocada a passar uns dias com ela para resolver um mistério. A deusa costuma congelar seus inimigos para mantê-los como prisioneiros, portanto tem uma coleção de pessoas, monstros, sátiros, ninfas e semideuses congelados em um de seus salões. No entanto, nos últimos dias essas estatuas estão sendo descongeladas por alguém e ela não vai ser a pessoa a resolver isso, primeiro porque acredita não ter tempo, segundo porque pode fazer alguém fazer o trabalho em seu lugar.
• Quem está fazendo isso, porque está fazendo isso e como está fazendo isso são respostas que você tem que me dar. A criatividade e as respostas ficam livres a sua imaginação, pense no que poderia ter dado errado e quem iria querer se vingar desse jeito da deusa.
• Você passara ao todo sete dias dentro do palácio de Quione para resolver esse mistério, poderá ter conversas com sua mãe tranquilamente. Quione é feita de momentos, ela terá dias péssimos em que estará muito irritada, em outros estará dócil e até mesmo tranquila. Trabalhe as duas faces dela e descreva essa bipolaridade enquanto tenta resolver a situação dentro do castelo.
• Você será levada ao palácio por espíritos de gelo através de um portal, eles vão até o acampamento para busca-la e explicar a situação. São criaturas dóceis e você poderá usa-los como NPC no decorrer da missão.
• Você tem total liberdade para descrever o palácio de Quione e seus habitantes, seja criativa ao trabalhar em cima disso.
REGRAS:

• Poderes e armas usadas em spoiler ao fim do post.
• Prazo de postagem é de 30 dias: até 27/11/2018.
• Não use templates com fontes pequenas, cores fortes ou largura inferior a 500 PX.
• Dúvidas me envie MP e responderei o mais breve possível.
• Boa sorte.



Lorde Zeus
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Deuses Olimpianos
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Mensagem por Josephine Diëhl Nieckhale em Sex Nov 23, 2018 2:05 pm

ora ora temos um xeroque holmes entre nós.
ora ora é elementar meu caro holmes


Max e eu nos encontrávamos sentadas no quarto da amazona em Nova Roma, onde estávamos com pijamas de unicórnio com pantufas, junto a nós estávamos com meu lobo gigante, Lucifer e o Sun Wukong de minha colega, Lancelot. O quarto da amazona era a cara dela. Colorido, animado e muito bem decorado. Admito, era um quarto bem bonito, a cama era imensa e tinha um espacinho próprio para que coubesse tanto meu grande lobo quanto o bichinho da minha aliada de festas. Tínhamos acabado de ver a saga dos Vingadores, mais específico, Guerra Infinita, posso confirmar que pela primeira vez, vi a amazona chorando e reclamando do final. Oh, deuses, ela era mais chorona que eu, mas eu não nego. O fim de T'Challa me indignou. Depois dessa maratona, soltei que tinha ido visitar minha mãe, após ela me questionar do sumiço.

Me explica de novo. O que porras você foi fazer no Palácio de sua mãe, que eu não entendi. — Me pediu e concordei.


•••

Para te explicar, Max, eu preciso te dizer o que fazia antes. Eu encontrava normalmente nos últimos dias, me atolando em leituras para a faculdade de Nova Roma, assim como trabalhando na Tea Drop, com Luna e era bom aquele ritmo de estudar e trabalhar, não era pesado e brincava muito com Lucifer. Quando não trabalhava ou estudava, fazia companhia para a Kendall, para Halsey e com frequência, invadia sua casa só para comer o que quer que sua mãe, e olha, ela cozinha horrores. Além de claro, tirar sarro de Thomas. Qual é, aprendi com você.

Naquele dia, estava no Anfiteatro com Halsey que falava a cada 5 minutos, alguma frase ou sentença envolvendo Wade que me deixava bem puta, enquanto fazia carinho em Lucifer, como sou um poço de educação, apenas ficava ali parada ouvindo e sempre dizendo o que a outra queria ouvir. Estava sem saco para falar alguma outra coisa. Até eu ver duas criaturas feitas de puro gelo que não derretiam. Só me aproximei curiosa deles, com meu lobo apenas rosnando.

Senhorita me chamo Nix e sirvo sua mãe, Quione, em seu Palácio. Este é Frigus. Venho informar que sua mãe precisa de você, princesa. – Nix tinha os fios mais negros que qualquer um podia imaginar, mas sua pele era gelo. O mais belo e reluzente gelo. Já Frigus tinha os cabelos brancos como a neve.

Do que ela precisa? – Só soltei como estivesse dando bom dia, já que eu estava extremamente curiosa.

Como deve saber, sua mãe gosta de congelar quem a afronta. Só que nas últimas semanas, as estátuas estão derretendo e inimigos escapando. Você deve achar quem está fazendo isso. – Num resumo? Eu ia ser o capacho da minha mãe.

Só topei porque não queria ficar ouvindo mais do boy magia da Hal. Corri para meu chalé, onde peguei algumas coisas que podia precisar, só enfiando na mala e algumas roupas, porque nunca se sabe né. Me despedi da amiguinha depois de arrumar a mala e quando me aproximei das criaturinhas, eles abriram um portal, o que foi chato, porque nem para ser tipo do Harry Potter, onde eu seguraria algo velho e me transportaria para algum lugar. Ugh.

Enfim, atravessei o portal com Lucifer me seguindo e vi na sinceridade, o lugar mais bonito que estive na vida. Só visualiza. As paredes eram puro gelo, tinha detalhes gravados de coisas que lembrava frio. Neve, pinguins, ursos polares. As mesas eram feitas de Pinheiro, as portas de Carvalho. Por mais que fosse feito de gelo o lugar, era quentinho. Acolhedor. Cheirava eucalipto, não aquele cheiro enjoativo. Com Nix e Frigus me guiando e o lobo ao meu lado, cheguei num lugar que conheci já. O escritório de mamãe, que não tinha mudado nada. Ela estava lá, com um vestido branco e seus cabelos numa trança, junto de uma expressão de tédio.

Estou sem tempo para te dar boas-vindas, tenho problemas mais importantes para resolver, já sabe para o que te chamaram. Seu quarto é na ala de hóspedes. Nix, leve-a. Frigus, comigo. – Essas foram as exatas palavras de mamãe, te juro, sério.

•••

Caralho, Jo sua mãe é uma vaca. – Maxine soltou me fazendo rir.

Sei disso, agora me deixa continuar, vadia. – Mandei com uma expressão brava.


•••

Depois dessa maravilhosa ignorância de mamãe, eu segui com Nix até meu quarto temporário, aproveitei para tomar meu banho e mandei uma mensagem de Íris para Kendall, avisando que eu ia ficar um tempo fora sendo o capacho de Quione, brincando com Lucifer. E fui começar meu momento Sherlock Holmes, e lá eu ia, para o jardim das estátuas de gelo, vulgo quem deixou a deusa puta e ela congelou até os cabelos do buraquinho de trás. Quando cheguei lá, literalmente meu queixo caiu.

Sabe os jardins do Palácio de Versalhes? Parecia um lixo comparado aquilo. Era um dos jardins mais lindos que eu já vi na vida te juro. Tinha rosas, dálias, lírios, qualquer flor que possa pensar, que ficaria viva ou não na neve. O jardim tinha desenhos de coisas referentes ao frio, tipo neve, pinheiros, raposas do Ártico, iglus, esquimós, tudo isso. Só que tinha um toque meio bizarro aquela beleza toda. Algumas estátuas de vê-lo, com expressão de pavor era curioso. Uma delas, era familiar para mim, uma amiga do ensino médio. Nem quero saber o que foi que ela fez. Lucifer corria, que nem um louco pelo jardim. Era a melhor coisa de ser assistido ali.

Meu lado psicólogo já trabalhava, tentando imaginar a motivação para descongelar os inimigos dela e cheguei na conclusão que era ou uma piada de mal gosto, ou ranço, ódio ou nojo, algo desse tipo. Mas enfim. Eu estudava o lugar e minha mente fazia notas, criando um pequeno palácio mental, um ambiente a onde eu guardaria essas informações que poderia acessar depois, sentindo um imenso cheiro de linha, e vendo um menor pedaço de tecido, em um dos galhos. Era um tecido puramente branco, com um detalhe dourado tão lindo que até eu senti inveja. Meu olhar uma vez ou outra, caia no meu querido Lucifer.

Peguei o tecido com a mão esquerda com um sorriso, passando os dedos livres, pelos fios claros de meu cabelo e com Nix ao meu lado, seguimos para o meu quarto, claro que Lucifer rosnou primeiro pata mim, depois me seguiu. Cheguei no quarto e minha mente já analisava os tipos de tecido que podia ser aquele pedaço. Ser uma princesa com um closet maior que sua casa foi muito útil, eu sabia que isso seria recompensador um dia! Esfreguei o tecido entre meus dedos, várias e várias vezes, quando do nada, soltei.

Seda! Uh, uma das melhores ainda por cima. Deve ter sido caro a peça de onde veio essa seda. Olhe, Nix. — Apontou o tecido. — Branco no tom neve, esse tom é difícil de se adquirir. Você precisa da tinta certa. E tingir seda... É fácil, mas chato. Mas o segredo para manter a pigmentação na seda, é cuidado. Depois que o tecido estiver tingido, você o ornamenta, essa seda além de tingida, foi tecida com fios de Ouro puro. — Com muito cuidado, desfiz o pano, mostrando os detalhes de doursdo para ela. — Com certeza quem fez isso foi uma mulher. Um homem com uma seda dessas, é quase impossível. — Conclui.

Depois disso, Frigus surgiu, dizendo que minha mãe queria uma reunião comigo, bom, eu era uma hóspede e ela a deusa da neve e tenho quase certeza que se eu deixar uma deusa no vácuo vou morrer. Seria muito bom nesse momento, ter um cachorro para cheirar e achar o dono do tecido, teria sido mais fácil, porra, o Thomas e seu narigão de lobo nessas ocasiões fazia falta. Pensei naquela hora. Mas vamos sonhar com isso, e como isso teria facilitado minha vida e para de rir, porra!

Sentei na cadeira do escritório da deusa, assim que Frigus saiu, me endireitei, logo a vi chegar, se sentando na minha frente. Meus olhos caíam sobre o escritório, com a mesa de madeira escura, as paredes de gelo e um ambiente bem decorado, com as janelas largas o bastante para que luz pudesse entrar. Eu via os desenhos sobre a madeira que parecia contar uma história bem curiosa. Tinha uma mulher e um homem, estudando melhor os desenhos, percebi que era o rapto de Perséfone que se encontrava entalhado naquela mesa. O mito que adorava.

Perdão a grosseria anterior, estava estressada. Mas sei que isso não é desculpa. Venha, vamos caminhar. — Ela pediu, só levantei.

Lucifer nos acompanhava, com seu porte imponente e sua negra pelagem. Ele lembra um pouco de mim, se notar, meio louco, mas educado. Seguindo a deusa da neve, paramos em uma área onde vinha em detalhes, algumas coisas claras, um belo padrão de flores. Mas logo percebi um dourado que não tinha em outro lugar dali. Corri na hora para o dourado. Passei os dedos sobre meus fios, com uma expressão curiosa. Não esperei mamãe falar algo e comecei a estudar aquilo, pensativa.

Isso é ouro, obviamente. Pode ser Ouro Imperial até. Mas... — Toquei o Ouro, e senti um cheiro forte de tinta. — Ugh, isso é tinta. Alguém usou... Ah merda... — Ignorando a presença da mãe, bati em minha coxa, começando a correr para que o lobo me seguisse,

Minha corrida foi pior que a maratona porque dei a volta e todo o Palácio, para ir atrás de Nix ou Frigus quando achei um deles, questionei sobre o Ouro se tinha surgido em outro lugar. Quando virei a cabeça, minha mãe estava do meu lado, Frigus fez um sim. Andamos para uma área do lugar, que eu não tinha visto. Era uma espécie de templo, com belas estátuas de uma figura que eu não reconhecia, o ambiente era decorado com as mais finas tapeçarias, pedras preciosas e coisas similares. Estudei a estátua por alguns segundos, porque era a que mais me atraía, por ser a maior delas. Passei meus dedos sobre meus fios capilares, percebendo que não sabia quem era.

Essa é Estige, a ninfa filha do titã Oceano que batiza o Rio no Mundo Inferior, onde qualquer juramento é inviolável e pode sofrer sua ira. Eu a honro, pois, as promessas são as coisas mais sagradas que temos, o que seria do mundo sem os juramentos? São coisas saudáveis, mas essenciais. Veja, relacionamentos tóxicos de mortais, um dos companheiros não são necessariamente agressivos, podem envolver promessas estúpidas feitas por uma das partes. Ou não deixa uma das partes explorar seu potencial. E isso vem em parte às vezes, dessas promessas estúpidas. Eros às vezes erram. E feio. — Quione explicou, serena.

Aquelas palavras, não vou mentir, me fizeram pensar. Como faço psicologia, meu lado dessa área falou mais alto na minha mente e me senti agoniada. Como tinha pessoas tão boas passando por coisa desse tipo? E não percebendo, mantendo isso sem nem perceber? Eu odiava me sentir inútil e ver boas pessoas passando por coisas horríveis, me fazia me dar a sensação de impotente, que eu não conseguiria fazer nada e que qualquer coisa que eu viesse a tentar, não seria sucedido.

•••

A loira me abraçou, enquanto eu chorava, fazendo carinho nos meus cabelos. Ela me conhecia, sabia como eu ficava indignada com aquele tipo de coisa. Lucifer lambia meu rosto, enquanto eu fazia carinho nele. Ficamos daquele modo por duas horas, antes de eu retomar minha postura para continuar.

•••

Eu ainda estava impactada, mas dei um sacode com a cabeça, e voltei a estudar o templo. A estátua de Estige era lindíssima e devo confessar que olharia por horas, se o Ouro do chão do lugar não tivesse me chamado a atenção. Era o mesmo da sala anterior onde eu tinha estado, só que dessa vez em maior quantia. Como se escorresse ali. Passei os dedos sobre e estudei aquilo, com atenção. Peguei uma adaga qualquer dali, raspando um pouco da tinta para que eu pudesse estudar. Claro, aquela conversa sobre relacionamentos tóxicos podia dar um trabalho interessante. Depois daquilo tudo, cantarolei uma música chamando meu lobo, saindo dali e fui jantar e dormir.

Após daquele caos, acordei cansada. Fui direto para a cozinha, acompanhada com meu amado bichinho e devo te dizer. Se você achava as comidas do Acampamento Meio Sangue gostoso... Do palácio de minha mãe dava de mil a zero. Na cozinha, tinha uma mesa comprida, feita de puro gelo, com detalhes encalhados referentes a comida e que me dava mais fome. As cadeiras, também eram de gelo, mas estupidamente confortáveis depois disso, eu estava quase sempre acompanhada de Nix ou Frigus que eram praticamente meus servos ali e eram as mais formidáveis companhias. As histórias da jovem e seu largo sorriso e as brigas, broncas de Frigus ao perceber nossos altos risos e o jeito que a mulher parecia desocupada.

O templo de Estige era meu local favorito. Me encontrava ali, quando no meio da confecção de um trabalho, a deusa da neve se aproximou, curiosa. Pegou alguns papéis que tinha concluído do conteúdo e começou a ler e se sentou com um sorriso mínimo, pegando um lápis, fazendo algumas anotações naqueles estudos e eu me senti feliz. Foi um momento curioso, sabe? A deusa da neve com sua filha mortal, ajudando com um trabalho, sabe? E foi divertido. Nos distraiu da investigação, até mamãe questionar sobre o Ouro.

O que acha de tudo isso? — Questionou, curiosa. — Afinal, você é uma aluna de psicologia. E seu trabalho precisa de alguns ajustes. Fiz umas anotações do que pode melhorar. — Quione explicou, com um sorriso sereno.

Penso que quem fez isso tudo é alguém que Guarda rancor. Você deve ter feito algo que afetou a vida dessa pessoa, que causou extremo rancor ou raiva. Mas, obviamente, não deve lembrar de todos que te odeiam, entretanto, não julgo isso, afinal ódio depende de cada um, ou amor. Cada um escolhe seu caminho. E obrigada pela ajuda. — Respondeu, com um pequeno sorriso.

Só que aquilo, não durou muito, a deusa apenas expressava raiva, gritando com tudo e todos, me chamando de estúpida, incompetente e o que mais me magoou, dizendo que eu tinha sido um erro, por estar demorando demais com aquela investigação. Eu não falei nada. Não queria irritar mais a deusa, porém, ao ouvir ela falar do meu pai, eu surtei. Não podia deixar ela falar daquele jeito do homem que tinha me criado, me amado, mimado, protegido e que brincava comigo, que me via chorar perguntando da mãe e em todo meu aniversário, me dava uma cópia de Orgulho e Preconceito, além de ficar vendo séries e filmes comigo, ir ao shopping mesmo que não gostasse, só porque eu queria sair.

Você dormiu com o meu pai, uma única noite, depois que nasci, nunca mais procurou saber de mim ou dele, então você não tem a porra do direito de falar A de papai, mamãe. Porque eu não abandonei ele nunca. Estive do lado dele por anos. Ele sabe que por mais longe que eu esteja, ele sempre pode contar comigo. Mas você? Você só fica aqui nessa porra de Palácio gritando com todo mundo, pensando que todos somos seus empregados. Eu não devia ter vindo. — Eu surtei e sem nem me importar, dei as costas para a deusa e me afastei, chorando.

Segui para o lugar mais isolado que achei, mas desisti dele, quando encontrei um labirinto de grama, e ainda com raiva, decidi entrar ali e Lucifer apenas me seguia, quando parei em um canto totalmente fechado do local e voltei para trás, entretanto, senti minha respiração pesada, percebendo que não sabia como tinha chegado ali. Só me sentei e fiquei abraçada com meu lobo, que se sentou do meu lado, lambendo meu rosto, tentando me animar, eu ri deixando a face sobre os pelos. E a medida que as horas passavam, eu sentia o medo de não sair mais dali e morrer...

•••

Se a Kendall saber disso, ela mata você. — Max coçou o próprio queixo pensando.

Maxine deixa eu continuar, vagabunda. — Reclamei, brava.


•••

Contanto, eu ouvia algumas pessoas gritando meu nome, o que deixou Lucifer nervoso começando a rosnar. Eu fazia carinho no animal, numa tentativa de acalmar, porém, aquilo não adiantava e aos poucos, o rosnado ficava cada vez mais alto, assustando até mesmo a mim que era a dona dele. Ele parou de rosnar, quando viu a figura de Nix e começou a abanar o rabo. O grito de “Eu a achei” da outra, me acalmou e pouco tempo depois, a deusa da neve surgiu com uma expressão extremamente culpada, me olhando.

Pelos Deuses, Josephine, nunca mais faça algo desse tipo. Se eu a perdesse, seu pai surtaria. — Era verdade. Meu pai mandaria um exército se acontecesse algo comigo. — Eu não devia ter falado nada sobre seu pai, ou sobre você. Está certa, eu não fiquei com vocês para saber como vocês são, ou o que fazem, ou como vivem. E eu não fui uma boa mãe para você. Quero tentar ser a melhor mãe que puder, mesmo limitada. — A deusa sorriu para mim, e concordei, ela fez um afago sobre minha bochecha e a segui para fora do labirinto.

Com isso, ela ficou do meu lado e fez questão que eu comesse algo, devido eu ter ficado segundo ela, algumas horas perdida e já ser noite. Não questionei. Comi, tomei um banho após, e fui tentar dormir. Contant9, em plena madrugada, uma mudança ocorreu. Mais estátuas derretidas, porém, dessa vez, foi uma perto do meu quarto, a cena do crime ficou de mais fácil acesso. Estudei o ambiente, vendo uma pequena adaga caixa no chão, surpresa. Analisei a peça, rindo baixo. Era de Ouro Imperial. A semideusa era bem armada.

Bem armada, Ouro Imperial é mais custoso de achar. Potencialmente, foi uma semideusa romana, pois, eles têm mais facilidade de acesso. — Conclui pensativa. — Frigus preciso de um estudo completo da arma, o mais rápido... — Logo vi um anel no piso com ar curioso. E o peguei. — E analise isso. — Pedi, me retirando para o quarto para dormir mais. Dormir é sagrado.

Quando acordei de novo, foi porque escutei um barulho, vindo de algum lugar, que me levantou e despertou de imediato. Comecei a correr em direção ao barulho, quando vi uma garota assustada. Eu só corri atrás dela, como uma louca, desejando conseguir Becka de criar rosas para fazer os outros dormirem, mas eu podia deixar ela lenta. Abaixei mais a temperatura do lugar, deixando que a garota ficasse mais lenta, porém, quando cheguei para a interceptar, ela já tinha sumido. Rodeei o lugar, e percebi um buraco na neve e vi que era pequeno. Respirei. Não iria entrar ali. Apenas cantarolava uma melodia, para chamar Lucifer, fazendo um gesto para ele entrar ao buraco, e vendo que ele não cabia, suspirei frustrada.

Vem garoto, eu a perdi. — Com o lobo ao seu lado, voltou para o quarto, para dormir.

Na manhã seguinte, eu segui para o salão com Lucifer ao meu lado, onde minha mãe estava ao lado de Frigus e Nix que me olhava tensa. Eu tinha mais quatro dias. Respirei cansada, e olhei para o homem, esperando que ele falasse algo, mas quando não falou, coloquei minha comida e comecei a comer. A deusa falava alguma coisa que eu não prestava muita atenção. Quando eu estava terminando, eu vi Nix se aproximar de mim, com a adaga que eu tinha achado, respirei. Estudei a arma, por alguns segundos quando recebi um papel com um estudo sobre a ferramenta, com um sorriso e outro, com o relatório do anel. Passei as mãos sobre os fios do cabelo, sai com os papéis, para a biblioteca.

• O anel é feito de bronze celestial, encoberto com magias, que a torna adaptável para a portadora. E possui três tipos de fogo que não foi possível ser analisado. É uma peça lendária, então é de um grupo importante.

• Já a adaga, é uma comum, banhada em veneno de manticora extremamente letal se mal manuseada. Possui exatos 60 centímetros e o veneno foi limpo e coletado para análise mais clara.

Respirei fundo e foi aí que te mandei a mensagem de ris, perguntando sobre o anel. Foi exatamente essa sua cara quando perguntei: o Bucky quando o Rocket quis comprar a arma e o braço dele. Você me explicou que tinha visto vestais com anéis semelhantes e que deveria ser de uma. Respirei e segui para a cozinha, endireitando meu passo, onde fui de novo, comer. Ao acabar, voltei para meu ambiente favorito, o Templo de Estige que agora estava limpo, focando minha atenção ao trabalho da faculdade, enquanto esperava o relatório de Frigus sobre o veneno. Minha atenção estava sobre as anotações da deusa da neve que enquanto eu olhava meu trabalho, parecia o deixar mais completo demais ao momento que seguia aquilo, finalizando o que necessitava, ficando até metade da tarde, naquilo. Até ver Frigus surgir.

Senhorita, vim lhe informar sobre a manticora. — Ele fez uma pequena reverência. — Esse veneno foi fortificado com o de basilisco deixando duplamente mortal, mas volátil. Quem fez a mistura é um bom químico. Um erro, e a mistura poderia ter explodido. — O homem explicou, fazendo alguns desenhos na neve, de fórmulas químicas, que deixou a minha bela cabecinha doendo, e o olhei, pedindo a explicação. — Está vendo esse hexágono com o círculo? É um benzeno. Essa é a fórmula do Trinitrotolueno, ou TNT, colocaram isso no veneno de manticora. Quando se mistura com o ácido pícrico, do veneno do basilisco, pode ser bem explosivos juntos. O químico deve ser excelente. E ter licença para trabalhar com tais elementos. Já pedi uma lista de químicos semideuses para descobrir quem fez a arma. E assim, descobrirmos para quem, sua mãe já sabendo e o trará aqui. — Sorri para ele quando acabou, o agradeci e dispensei ele.

Anotei aquelas explicações e esperei na sala do trono de mamãe, a presença do homem, após retocar as partes finais do trabalho, continuando o resto no dia que viria, Lucifer devia estar comendo naquela hora, pois, não o tinha visto desde que saí da cozinha e sei que ele me procuraria depois. Ajeitei a roupa que usava, um casaco debaixo de um vestido escuro e um par de salto alto, com uma expressão serena, vi um homem negro, na casa dos 40 anos, uma faceta cansada, mas seria. Ele vestia roupas de frio e apesar de eu ter namorada, ele era bonitinho, tipo o T'Challa de Pantera Negra, Max.

Senhora da Neve, sou Harry, filho de Vulcano e legado de Athena. O que aconteceu, que minha presença foi requisitada? — Harry questionou curioso.

Olhe, mortal eu pedi sua presença, pois, achamos uma de suas armas com veneno de manticora reforçado com o de basilisco. E gostaríamos de saber para quem o fez. — A dona do lugar explicou com calma olhando a mim. Não podia perder a paciência.

Fiz para Johanna Reyes, uma filha de Eros, mas ela diz que foi roubada por uma grega, semideusa de Mercúrio que parece que agora é... — O homem olhou o anel de bronze que era exibido em um painel de evidências. — Isso é um anel de vestal! Pensei que nunca veria um... Ela deve ser vestal agora, a ladra. Só servas de Vesta... Digo, Héstia recebem um. — Ele confirmou o que você me disse, Max.

Como é a garota? Tem alguma ideia? — Questionei, curiosa.

Perdão, senhorita. Não sei te dizer se ela está aqui, ela deve ser esperta. Boa sorte com a busca. Hm... Posso ir embora? -Questionou. Mamãe concordou e Frigus o levou.

Fui comer, tomei banho e fui dormir. Eu teria agora que pegar a garota. Era uma filha de Hermes, eu não era rápida e nem sabia bater, mas tudo bem. Deveria me virar. Minha mente trabalhava com ideias naquele momento Agora, me restava 3 dias para capturar a garota. Meu plano tinha de ser funcional, útil e curto de ser executado. Estava sem tempo para errar e para pensar em alguma coisa gigante. Com o meu curto tempo, eu deveria me otimizar ao máximo, mil e uma ideias vinham na minha mente e sabia que algumas eram impossíveis, já as descartando, enquanto ficava nas mais simplificadas possíveis para eu mesma me acalmar co, tudo aquilo.

•••

Sonhou com a Kendall é, nesses dias? — A amazona atirou, com um sorriso malicioso pra mim.

Não, sonhei com ambas fazendo topless em Ibiza. — Devolvo com um sorriso divertido.


•••

Enfim, acordei cansada e cedo, tinha que acabar o trabalho da faculdade, então fui direto para a biblioteca. Isso foi o resto do dia, só acabar o trabalho, não fiz muita coisa. Fora minha mãe fazendo eu assistir filmes de desastre sobre a neve, tipo O dia depois de amanhã. Passei os dedos sobre meu cabelo, quando na madrugada, ouvi um barulho de coisas caindo. Me borrei na hora, isso sim. Quando eu me levantei, meu fiel companheiro se levantou na mesma hora. O lobo se colocou ao meu lado, peguei minhas manoplas, colocando-as.

Eu não mereço essa porra… — Revirei meus olhos, e fechei o último fecho da manopla.

Meus passos começaram a se tornar, depois de ter pegado meu arco e colocar Frenesi no pulso, pois, nunca sabia quando eu poderia precisar de algo para imobilizar inimigos e sai do quadro em um salto correndo sem nem pensar duas vezes. Afinal com a falta de tempo, nenhuma oportunidade de achar a responsável por toda a confusão naquele Palácio de gelo, não podia ser desperdiçada. Armada e perigosa naquele momento era como eu estava. E só sai tipo o furacão Katrina, destruidor e avassalador. Eu nem precisaria malhar naquele dia, por sorte. A corrida faria isso por mim,

Virei no corredor que dava para o Jardim, vendo uma garota ruiva, com a mão em uma estátua e soltei um grito, assobiando e chamando por meu lobo, que começou de imediato a ele. Eu segui com passos tranquilos e ansiosa, com a chegada do lobo, meu sorriso satisfeito. A pelagem negra do lobo fez um sorrisinho escapar e apontei a outra garota para o outro e vi correndo em direção para a outra. O vi correr rapidamente atrás da outra, mordendo a outra com rapidez, ouvindo um grito de dor. Então, aproveitei aquilo, para novamente diminuir a temperatura, começando a correr. Porém, quando cheguei bem perto do meu mascote, vi que só tinha sangue e a outra garota correr, mas também, fiquei com a sensação de ser seguida, até sentir um golpe na cabeça que me fez desmaiar.

•••

Aí, Jo, nossa a Kendall vai te arrebentar daqui a até o quinto dos Infernos. — Maxine soltou e bufei.

Odeio você. — Revirei meus olhos entediados.

Não, você me ama. Agora continua, vadia dinamarquesa. — Ameaçou.


•••

Acordei no meu quarto, com o cansaço e uma imensa na cabeça. Eu estava confusa sem saber o que aconteceu, ou muito menos como. Olhando ao redor, contando em um calendário próximo, vendo que me restava dois dias. Estava tão fodida… Passei os dedos sobre os fios do cabelo, olhando o ambiente e respirei fundo contando até dez mentalmente. Vi Nix ali, com um sorriso gentil. Pela primeira vez, analisei o local. Suas paredes claras tinham detalhes de flores prateadas, tinha uma sacada com vista para o mesmo labirinto que me perdi, um sofá belíssimo e a cama era bem macia, enorme.

Princesa. Que bom que acordou. Sua mãe a achou nos jardins. E congelou todo o jardim com raiva. — Explicou. — Parece que foi acertada com força. Sorte de não ter sido morta. — A mulher riu baixo.

Admito que minha cabeça tá doendo muito… — Ri, sentindo a dor na região afetada, pegando o travesseiro e ajeitei o mesmo com uma expressão cansada, deixando um micro sorriso. — Pode me dar licença? Eu preciso fazer uma chamada particular… — Pedi.

Com um aceno, Nix saiu e tirei um dracma da minha bolsa e com dificuldade, fui para o chuveiro, onde peguei um prisma, procurando por quase meia hora ali, refletindo uma luz nele, vendo o arco-íris surgir e joguei o dracma ali, fazendo a prece habitual, pedindo para chamar Kendall na Amazon. A mulher loira e olhos azuis fez um sorriso sair e eu ri baixo com uma expressão de dor. Era bom poder ter um tempo só para mim, sem trabalhos, sem pensar na vestal e só conversar com a minha namorada, teimosa, nerd e que podia me matar.

Oi… Bati a cabeça no banho. — Expliquei. — Com a força eu meio que acabei desmaiando. — Confessei.

Josephine. Você tem tanta sorte de eu não estar aí. Eu teria matado você. — A amazona grunhiu. Era fofo isso.

Eu também te amo. — Debochei com um sorriso. Não que fosse mentira, mas não deixaria isso claro. — Como você está? — Questionou.

Estou bem, trabalhando até tarde na Amazon. E… Cuidando de algumas coisas. — Explicou. — Como está Quebec? — Perguntou.

Fria, a comida é boa e Lucifer cuida de mim… — Ri, com um pequeno sorriso.

A conversa ficou ativa, continuando por um bom tempo a conversa. Assim que encerramos, eu segui para a cozinha, após trocar de roupa. Em passos tranquilos, assim que cheguei lá, eu me sentei e comecei a comer. Minha mãe me olhou e queria me perguntar algo, porém, não falou nada. Segui comendo e assim que acabei, sorri serena, com uma expressão de agradecimento à deusa. Rumei para a biblioteca, onde me sentei para finalizar o meu trabalho da faculdade. Passei as mãos sobre o fio loiro.

Eu penso que está pronto… — Sorri, com uma expressão serena.

Deixei uma expressão de cansaço sair, vendo o relógio, quando deu exatamente 15:35. Andei para o Jardim com certa pressa para que eu pudesse ter noção do que minha matriarca tinha feito. Assim que cheguei lá e vi apenas observei o espaço congelado. Tudo era neve, mas ainda assim tinha um charme próprio, destacava-se e eu me sentia confortável. Frio, gelo, neve me empolga. O gelo era notório, porém, reparei que tinha algumas gotas de sangue, depois do gelo. Ri baixo e olhei as gotas, seguindo-as.

Explorei o ambiente ao redor, passando os dedos sobre os cabelos, seguindo as marcas de sangue, parando em uma região de uma espécie de Cemitério, o que me agoniou. Senti um peso no coração, passando as mãos sobre algumas das lápides, respirando profundamente. Um mausoléu estava a poucos metros de mim, decidi seguir para lá, onde vi uma garota dormindo assim que cheguei, era ruiva, o corpo era esguio e ela parecia cansada. Então, olhei o tornozelo e vi uma mordida ali. Era minha culpada. Peguei a garota no colo com um pouco de dificuldade, sem a acordar, levando-a para uma das celas, segui para a cozinha novamente, com um sorriso.

Nossa vestal está numa das celas. E… Podemos deixar para resolver isso amanhã? A garota está dormindo e o Lucifer mordeu ela, feio. — Expliquei. — Quando mamãe congelou o Jardim, a ferida deve ter aberto de novo e ela deve ter voltado para descongelar mais estátuas, só que peguei ela e ela teve de fugir. — Chutei, pensativa. E me sentei para comer.

A comida dessa vez, me descia com um pouco mais de dificuldade, logo eu teria de ir embora, sabendo que eu sentiria falta dali. De Nix, de Frigus, o templo de Estige e ser cuidada por minha mãe. Me endireitei em meu assento, enquanto comia, sem saber o que eu deveria fazer em seguida. A culpada estava em uma das celas. Eu? Estava preocupada com o que seria dela. Quando acabei de comer, segui para a biblioteca, onde fui terminar outro trabalho da faculdade e ao ver que daria meia-noite, segui para dormir, eu teria agora, um dia. Aquilo estava me deixando completamente nervosa. Imaginar tudo acabado tão rápido. Fechei meus olhos e senti o sono me levar.

Assim que acordei, Nix parecia cansada, sua expressão era de pavor. E só prestei atenção quando ela disse “A prisioneira fugiu” e percebi que eu estava bem fodida. Peguei minhas armas e nem me preocupei em trocar de roupa, saindo correndo em direção a cela, onde Frigus estava e minha mãe, furiosa. Não ousou falar nada. Seguiu para fora da cela, chamando seu lobo e com ele, começava a caçar a garota. Eu não conseguia focar em nada além daquilo. Abaixei e olhei as pegadas. Estudando a trilha formada, a segui com passos silenciosos. Ser filha de Quione e estar na neve era útil permitindo que minha pessoa anulasse muito do meu lado emocional para focar na caça.

Parei na beirada de uma floresta, decidindo recuar e senti o frio maior sobre meu corpo, mesmo tendo certa resistência contra isso. Eu como filha de Quione como sabe, tenho certa resistência a isso, por isso calor em excesso me incomoda. Retornei ao Palácio de minha mãe, tomando um banho quente e vi o horário. 15:35. Meu último dia ali e estava com esse problema. Revirei os olhos e depois que comi algo, me preparei novamente para a caça, entrando na floresta. Apressada, corria contra o relógio literalmente, focada a seguir as pegadas quando parei e vi a prisioneira fugitiva cercada por uma caverna. Não me contive e ri e quase entrando ali, a olhei.

Otária. Aqui não é um lugar frio, fofa. Aqui é Quebec. Neve são os domínios da minha mãe. Vou te dar uma chance para tentar fugir pelo sentido contrário, corre, coelhinha, corre. — Com certo sadismo, soltei. E a outra correu.

A primeira coisa que fiz, movida pela raiva foi deixar a temperatura mais fria e assim, a outra ficava mais lenta. Toquei a neve com minhas mãos, com um sorriso e correndo o mais rápido possível, cerquei a outra, fazendo uma curva em C pelo local, poucos metros do Palácio, dando o soco mais forte que consegui no estômago da garota, a fazendo desmaiar. E a levei direto para a sala do trono de mamãe. Queria resolver aquilo logo.

A deusa da neve surgia com um vestido Branco e sua expressão furiosa, estudando a vestal com clareza. A beleza que minha mãe tinha era curiosa. Eu como uma jovem de 20 anos, bissexual, não era cega àquele fato. A proprietária do castelo respirou com um ar cansado, olhando a vestal novamente. Depois olhou a mim.

Quem é você? Por que descongelou minhas estátuas? — Com ódio, a deusa questionou.

Evangelinne Harrison, você congelou todos quem eu mais gostei por motivos fúteis. Porque eles a olhavam e opinaram sobre sua casa, porque queriam ir embora sem você perceber depois de transar com eles. Porque você congelou o meu pai. Você é uma deusa mimada e egoísta, Quione, que não pensa em ninguém além de si mesmo e espera que todos sigam suas ordens, seus comandos, pensando que não afeta. Olhe sua filha ali. — Apontou para mim, só fiquei lá encarando a dita cuja. — Aposto que ela tinha coisa mais importante para fazer, do que ser capacho da mãe. Ficar com o namorado, talvez. E as amigas. Mas não, ela está aqui. — Grunhi, com tanto ódio daquilo...

Apenas me aproximei com sutileza da outra, dando um soco no estômago da mesma.

Para constar, querida, tenho NAMORADA e eu não estou aqui porque minha mãe mandou, vim porque eu quis. Minha mãe não me tem apenas de filho, ela podia ter chamado qualquer um, então respeite a mim e minha mãe, porque somos hóspedes na casa dela, garota. Acredite, se estivéssemos na Dinamarca estaria bem mais fodida. — Ameacei, pronunciando cada palavra num sussurro do ouvido da ruiva, antes de recuar.

Quione grunhiu e olhei para minha mãe para fazer um sinal de não, impedindo-a de fazer algo pior. A deusa respirou se acalmando, passando os dedos sobre seus fios escuros, encarando Evangelinne com uma expressão de frieza, ódio e raiva.

Evangelinne Harrison, vestal de Vesta, pela minha autoridade de deusa da neve, estou te banindo de qualquer lugar onde meus domínios possam te alcançar. Está condenada a se manter sempre querendo vingar seus parentes e entes queridos e nunca conseguirá, pois, a cada contato seu com frio e neve, sua pele se tornará puro gelo e até que alguém a tire de la, nem seu calor natural de vestal a salvará. Agora saía, antes que eu a mate. — A deusa ordenou e sem pestanejar, Evangelinne apenas pegou seus pertences. — Frigus tire essa garota de meu lar, mande-a de volta para Héstia. — Ordenou.

Eu só tenho uma pergunta, por que a tinta de Ouro? — Questionei.

Eu precisava tingir meus tecidos, eles são brancos naturalmente, para fazer roupas, o pedaço não tingido deve ter dado essa pista. E eu também espalhei um pouco por aí, para distração. — Evangelinne explicou e com Frigus, ela logo saiu.

Assim que a dupla saiu, encarei minha mãe com uma expressão cansada, tinham se passado seis dias, percebi pelo ambiente e céu escuro, que já era noite, eu segui para meu quarto não sem antes receber um beijo na testa de minha mãe. Lucifer se encontrava ao meu lado, todo o tempo. Quando acordei na manhã seguinte, fiz minha rotina habitual ali. Tomei meu banho, me troquei. Mas dessa vez, apenas arrumei meus pertences na mala que usei para trazer minhas coisas. Segui para a cozinha onde tomei meu café da manhã com Frigus, Nix e minha mãe, ao meu lado. Quando acabamos, eu sorri triste.

Obrigada... Pela melhor semana da minha vida. E mamãe... Obrigada por tudo, espero ver você de novo. — Me despedi, a deusa apenas me abraçou, deixando um beijo sobre minha testa.

Obrigada por tudo, minha filha. E acredite, me verá bem mais. — Beijou novamente minha testa. — Frigus, Nix, garantam que ela chegue em segurança. — Ordenou, se afastando.

A dupla abriu um portal, onde apenas vi o Acampamento Meio Sangue, os abracei, após seguir para meu quarto ali, pegar minha mala. Chamei por meu lobo, atravessando. Eu tinha voltado para minha outra casa.

•••

Foi isso, Max. — Concluí a narrativa.

Você só se fode hein. — A prole de Júpiter parecia querer chorar.

E você ainda está enrolada com a Manu, vai se foder. Agora me deixa dormir, são quatro da manhã! — Grunhi.

Então, me cobri em cobertas e logo dormi.



Adendos :
A narrativa funciona do seguinte modo: Josephine está na casa de sua amiga, Max, contando para ela, a missão, depois da semana com a mãe. Se estiver totalmente em itálico representa a prole de Quione com a amiga.
Poderes Passivos:
Nível 1
Nome do poder:  Resistência ao frio I
Descrição: Sendo uma prole da neve, nesse nível você pode resistir a temperaturas até  0° sem nenhum agasalho.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder:  Beleza Gélida
Descrição: Quione/Khione era conhecida por ser uma deusa de exímia beleza e graça, por isso seus filhos acabam - de alguma forma - sempre atraindo olhares, o que causa uma certa distração no inimigo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder:  Senhores da Neve I
Descrição: Filhos de Quione/Khione ficam mais fortes ao entrar em contato com a neve e enxergam perfeitamente bem em meio a ela.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Melhora em +10% seus atributos como agilidade e força.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder:  Perícia com Lâminas Curtas e Arco I
Descrição: Você tem uma certa habilidade com lâminas curtas (como espadas curtas e adagas) e também possui boa mira com o uso do arco.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% de assertividade.
Dano: 5% de dano da arma

Nível 4
Nome do poder:  Pele Fria
Descrição: Os filhos de Quione/Khione por terem um domínio sobre o gelo e neve, possuem uma pele mais fria que o normal. Entretanto uma das características marcantes é que a pele ainda continua gélida mesmo em locais quentes para quem os toca, porém isso não significa que eles não irão sentir um pouco de calor nesses lugares.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 5

Nome do poder:  Olhos Cristalinos I
Descrição: Seus olhos possuem uma fina camada de gelo que, nesse nível, servem apenas para aumentar o seu alcance de visão.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 6
Nome do poder:  Locomoção na neve.
Descrição: Muitos sentem dificuldade em andar sobre a neve, mas os filhos de Quione/Khione passeiam sobre a neve com a maior facilidade, não importando o tempo frio ou se esta nevando ou mesmo tendo uma nevasca.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus:
Dano: Nenhum.


Nível 8
Nome do poder: Caçador das Neves I
Descrição: Você está acostumado a caçar em locais frios e por isso desenvolveu habilidades como visão aguçada, podendo enxergar através de nevascas e assim coisas que atrapalhem a sua visão não o afetam como o esperado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder:  Senhores da Neve II
Descrição: Agora você pode ser tornar ainda mais esquivo e seus atributos nesse ambiente são, com certeza, invejáveis.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Melhora em +30% seus atributos como agilidade e força.
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder:  Resistência ao frio II
Descrição: Agora as temperaturas de até -30° graus lhe são tão agradáveis quanto uma tarde primavera é para as pessoas comuns e o frio não lhe incomoda.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 11
Nome do poder:  Frieza Emocional I
Descrição: O frio que rege os filhos de Quione/Khione não se trata apenas da manipulação do elemento gelo. Nesse caso, uma cria de tal deusa começa a controlar suas emoções, podendo lidar mais racionalmente com certo obstáculos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder:  Adaptação ao meio.
Descrição: Dependendo de sua necessidade, a pele se torna fofa como neve ou rígida como um bloco de gelo. Não tem nenhum efeito ofensivo, mas pode tornar mais árdua a tarefa de lhe causar ferimentos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder:  Presença Glacial I
Descrição: O filho de Quione/Khione desprende uma aura fria. Neste nível a aura é fraca e serve apenas para amenizar o calor, não causando efeito significativo em inimigos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 13
Nome do poder:  Fúria das Neves  
Descrição: Ao sentirem medo ou se sentirem ameaçados, as proles da neve podem fazer com que a temperatura do ambiente desçam um pouco deixando inimigos - e aliados - mais lentos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 14
Nome do poder:  Adaptação natural.
Descrição: A deusa sempre viveu em meio a locais altos e de baixas temperaturas, nunca encontrando problemas para se locomover neles, ou tampouco para utilizar de tais atributos ao seu favor. Graças a isso, seus filhos - nesse nível - serão capazes de usar a temperatura ambiente ao seu favor, podendo amplificar suas habilidades corporais como agilidade, velocidade e força.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder:  Perícia com Lâminas Curtas e Arco II
Descrição: Agora a sua habilidade é um pouco mais letal, lhe fazendo ter certo destaque no uso de armas de tal tipo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de assertividade.
Dano: 10% de dano da arma

Nível 18
Nome do poder:  Frieza Emocional II
Descrição: A prole está cada vez mais hábil a mascarar seus sentimentos e emoções, e cada vez mais se mostra capaz de lidar melhor com situações de grande pressão.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 19
Nome do poder:  Caçador das Neves II
Descrição: Todo caçador deve ser altamente quieto para que possa abater suas presas, por este motivo meus filhos poderão ao chegar neste nível se locomover de tal modo que não produzirá ruídos quase inaudíveis, como se caminhasse em neve fofa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Habilidades Adquiridas:
Nome: Muay Thai
Descrição: O Muay Thai é uma arte marcial de origem Tailandesa conhecida como Thai Boxe ou Boxe Tailandês e revela um método de combate corpo a corpo (full contact) muito agressivo. É conhecido mundialmente como “a arte das oito armas”, pois caracteriza-se pelo uso combinado da técnica e da força dos membros do corpo humano, nomeadamente: os dois punhos; os dois cotovelos; as duas canelas das pernas e os dois joelhos. O semideus que participou dessa aula tem conhecimento sobre o muay thai, podendo usar de suas técnicas para golpear o seu adversário, principalmente ao usar os cotovelos e os joelhos para atingir o inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +25 de dano ao usar cotovelos e joelhos no golpe; +30% força, agilidade e flexibilidade.
Extra: Nenhum.
Itens Levados:
• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Franesi [Bracelete comum, formado por elos de corrente com espinhos em sua extensão, que se adapta perfeitamente ao braço de qualquer usuário. | Aço | Quando o dono se envolve em uma batalha, o item o cobre com uma aura de fúria extrema, transformando-o em uma fera sem consciência durante a primeira rodada de batalha. Dessa maneira, ele se torna imune a ataques mentais e emocionais enquanto o efeito durar. Apesar do estado de inconsciência, o semideus apenas atacará aos inimigos, não ferindo aliados intencionalmente. Após o término do efeito, a habilidade do bracelete não poderá mais ser utilizada no mesmo combate (efeito dura até 3 turnos) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma| Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]. → 600 Dracmas.

• Hidden Blade [Um par de lâminas ocultas acopladas em manoplas, ambas feitas de vibranium e couro. A lâmina está escondida em um compartimento na parte interna da manopla, sendo acionada com um mover específico do dedo do meio e anelar. A lâmina possui cerca de 18 cm e é usada principalmente para movimentos de perfuração e cortes rápidos. A manopla cobre todo o antebraço, possuindo um design escuro e não tão discreto quando em sua forma completa, porém bonito. A manopla adapta-se perfeitamente ao braço do usuário | Efeito de transformação: A HB se transforma em duas pulseiras prateadas e delicadas, sendo ativadas ao desejo do usuário. Efeito de forja: graças ao nível da forjadora, o item recebe +25% de resistência, +20% de força e +15% de dano | Couro e Vibranium | Um espaço para gema | Status: 100%, sem danos | Comum | Dano Base: 45 +15 de sangramento por turno (vibranium) | Forjado por Nikolaev]

♥️ Love's [Consiste em uma Aliança de ouro com entalhes formando um pequena onda em volta da aliança e dentro está entalhada a frase \" Que seja Eterno\" (Vendido em par) | Ouro. | Comum | Não apresenta suporte ou espaço para gemas | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja]
Na Mochila:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. |  Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento
Mascote :
Lobo Gigante - Lucifer
FPA:
Unr:

1º Semestre
Nome do poder: Psicologia básica
Descrição: O semideus conhece os princípios básicos da psicologia, ganhando conhecimento sobre a psique humana, assim como as emoções e comportamento humano. Acaba por tornar-se um ótimo conselheiro, conseguindo entender nas entrelinhas o que meias-palavras dizem.
Gasto de Mp: Nenhum
Bônus: Maior capacidade de motivacionar alguém




I’m scared to begin, because I can taste the bitter scent in my mouth If you close your eyes and want me Even if it’s a lie, I’ll make you happy With the sweetest lie in the world I tell yousweet lies
Josephine Diëhl Nieckhale
Josephine Diëhl Nieckhale
Filhos de Quione
Filhos de Quione

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Mensagem por Macária em Ter Jan 29, 2019 12:15 pm

Josephine

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 6.000 xp e dracmas

Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 20%

Total:  6.000 xp + 6.000 dracmas

Comentários:

Achei muito interessante o modo como você narrou a história e lidou com toda a situação, no mais, não tenho nenhuma observação a fazer não percebi nenhum erro. Meus parabéns.




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