The Blood of Olympus
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Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

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Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

Mensagem por Evelyn Camahan em Seg Set 17, 2018 11:33 pm

ROMA
Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan
Tópico destinado as postagens das missões fixas no evento "Reconstrução de Nova Roma", por Pietro Di Giorgio e Evelyn Camahan. Qualquer interação não planejada resultará em morte. Brincadeira.
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Evelyn Camahan
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Evelyn Camahan
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Re: Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

Mensagem por Pietro Di Giorgio em Sab Set 22, 2018 9:10 pm



BeautifulGirl

Oh god, i'm stunned

missão escreveu:Antigos Legionários I – Grande parte do arsenal de Nova Roma foi destruído durante o ataque e com as lojas com falta de equipamento os romanos acabaram ficando sem armamento adequado. Com o início de uma possível guerra é necessário conseguir novas armas ou recuperar antigas, e você foi escalado para ajudar nessa tarefa. Visite as sedes das amazonas e as lojas de Hermes para efetuar as compras de armas, tente barganhar com eles para pagar um preço justo e lembre-se que isso pode não ser tão fácil. A falta de recurso também se tornou um problema porque você precisa viajar com um pequeno grupo pela cidade e enquanto trás as armas de volta também podem acabar sofrendo um ataque ou pior, uma emboscada.
Observação: O ataque final pode ser feito de duas maneiras, um monstro encontrou você e seu grupo e acabou atacando os três, ou, a seita pode ter te emboscado em alguma parte do caminho. Independente do qual dos dois utilizar você precisa manter a coerência.
Recompensas: 8.000 XP E 7.000 Dracmas + 10 Insígnias.  
Minha estadia em minha cidade natal estava sendo acima do esperado. Por sorte eu pude me fazer presente durante o ataque para que pudesse defender o lugar que tanto amava. Saí de minha residência (que por sorte ainda estava em pé) trajando uma calça de sarja azul-marinho, uma camiseta preta e minha jaqueta de couro, a qual escondia minha sempre presente espada, para complementar o ''set'' um óculos escuro que na verdade era meu elmo, porém agregava bastante no estilo, risos.

Tinha sido destacado para uma missão de reabastecimento do arsenal do acampamento. O motivo de ter me acordado tão cedo não poderia ser outro a não ser missão, não é mesmo? Com passos rápidos me direcionei até o local combinado com o pretor do acampamento, chegando lá não podia ter tido uma surpresa melhor, Evelyn com toda sua perfeição emanando pelo ambiente.

Não pude negar que fiquei extremamente feliz naquele momento. Nossa relação crescia de forma exponencial, e ambos não entendiam o porquê disso, era como se a vida tivesse desacelerado o mundo e aumentado nossa velocidade. Parei em frente a ela, cumprimentando o pretor antes te deixar um beijo cheio de ternura no rosto da vestal—Que bom que vamos partir em uma missão juntos, Musa— sorri para ela e corri os olhos até a menina que fazia companhia, aproximando-me dela e beijando sua mão, mas ao contrário do que fiz com Eve,não demonstrei interesse algum, apenas um ato de gentileza e educação.

—Meu nome é Pietro, um prazer conhecê-la, senhorita? —a jovem respondeu um pouco intimidada—M...Marcella— afastei-me dela e fiquei parado ao lado de Evelyn, esperando as orientações que o pretor iria dar sobre a missão.

Durante alguns minutos ouvi e fiz notas mentais de tudo que ele precisava, eram muitas armas e eu adorava armas, seria um prazer imenso. Evelyn parecia bem compenetrada durante a explicação do semideus devia ser difícil para ela controlar a inquietude da genética advinda de seu pai, ela era uma fofa e fazia caras e bocas sem ao menos perceber. Eu tinha percebido agora que tinha mergulhado em uma paixão sem fim pela Vestal, que problemão para ela.

Após a instrução começamos nossa pequena viagem até o centro da cidade. Aconselhei ambas semideusas que levar o mínimo de equipamentos era necessário, apenas o essencial para lidar com algum problema que pudesse aparecer.

No momento que pisamos no lado de fora do camp, um choque viajou da base de minha espinha até a nuca em milésimos de segundos, tenho quase certeza que a cara feia que fiz foi perceptível, mas apenas disfarcei com um sorriso para Evelyn — Como tem passado? Perdoe-me pelo sumiço nos últimos dias, acabei tendo alguns problemas com a seita — mostrei um pequeno arranhão que outrora era um corte em meu abdome. Meu deus, eu estava prestando contas e mostrando a integridade de meu corpo para ela, com toda a certeza iria me chamar de tarado e exibido, o musculoso metido a besta.

Mas na verdade queria prestar contas, talvez até que ela me xingasse por ser descuidado, ela estava se tornando o meu pilar, e um medo de perder ela começava a borbulhar em meu interior como se eu já tivesse a perdido uma vez. A cidade estava com pouco movimento, as avenidas praticamente vazias me davam calafrios, eu não podia causar pânico nas meninas, mas meu sexto sentido me dizia abertamente que algo fedia naquele lugar, só precisava saber o que.

—Meninas, então, deixem as armas comigo e o resto dos materiais eu deixo com vocês, okay? — sorri quebrando o gelo de Marcella, que parecia se sentir uma vela, com minha mão esquerda acariciei a mão de Eve sem fazer muito alarde, mas também respeitando o espaço da mesma.

Guiados pelo GPS humano que era Evelyn, avançamos da forma mais rápida entre as vielas da gloriosa cidade, até que chegamos a primeira loja, a sede das amazonas onde Eve e Marcella ficaram, alguns quarteirões acima cheguei até uma loja de Hermes, ali que eu tentaria encontrar tudo pelo melhor preço. Ao entrar em uma loja que parecia pequena olhando de fora, me vi em um pavilhão gigantesco, onde todos os tipos de coisa poderiam ser encontrados, era um paraíso!

Caminhei por alguns segundos até que um consultor me cumprimentou— Boa tarde senhor, está a procura de algo? — sorriu enquanto mostrava todo o pavilhão para mim, abrindo os braços como se fosse o Cristo Redentor, assenti com a cabeça, tirando um papel de meu bolso e entregando a ele— Preciso desses itens, com certa urgência, meu amigo— ele sorriu ladino para mim e rapidamente puxou um carrinho de comprar para me atender.

Caminhando a passos ligeiros entre os corredores, eu via meu carrinho ficar cada vez mais cheio, com toda a certeza todos aqueles equipamentos teriam um preço exorbitante, era óbvio que ele só estava colocando material de alta qualidade para ter o preço mais alto de venda.

—Bom, acho que teremos que negociar esses equipamentos aí, não temos muitos recursos para comprar coisas caras— sibilei, olhando para as costas do homem enquanto ele colocava espadas, bestas, lanças e etc naquele carro —O Acampamento Júpiter sem recursos? Estranho— sorriu ladino mais uma vez, devia estar se preparando para meu chororô.
Passados alguns minutos circulando pela loja ele entregou o carrinho para um funcionário e mandou ''embrulhar''. Ele mandou embrulhar sem ao menos eu ter concordado com o preço? Ele achava que eu era rico mesmo, só o que faltava ter que discutir com esse homem.

—Então semideus, tudo deu somente 30000 dracmas— me sentei na cadeira em frente a mesa dele após ouvir o preço, ele achava que ia me dar um golpe desses —Trinta mil? Eu já tinha dito que não tinha todo esse dinheiro— (na verdade tinha, mas me recusava pagar 30000 em armas que não fossem mágicas), cruzei as pernas em frente a ele, enquanto o encarava olhando no interior de seus olhos.

—Eu estou dando o desconto máximo para você, garoto— a palavra garoto ressonou em minha cabeça, fazendo-me lançar um olhar de fúria para o vendedor, garoto? Era isso mesmo que ele achava de mim?
O caucasiano pareceu entender minha reação e entrelaçou os dedos das mãos fingindo que estava pensando. Ele só não sabia de uma coisa, eu tinha detectado sua mentira sobre o desconto, agora era minha vez de pressionar.

—Acho que 15 é um valor ótimo, não acha? — ele tossiu, quase que se engasgando com a própria saliva, por dentro dei uma leve risada como se fosse uma vingança bem sucedida — Infelizmente não posso vender por esse valor, é muito abaixo do mercado, posso fazer por 25— ele ainda estava mentindo, que cara irritante, minha última tentativa era apelar para a falsa indignação.

Fechei o semblante. Levantando da cadeira e me dirigindo até a porta da pequena sala— se você não pode vender por um preço justo, vou achar na concorrência, adieu— abri a porta e ouvi um ''espera!'' dele, que veio até mim com passos velozes e amedrontados — eu posso vender por 20, o que acha? — sorri satisfeito para ele, quando percebi que agora um preço justo para os dois tinha surgido, estendendo a mão para o homem —Obrigado por me atender, irei elogiar para os superiores, até mais.
(...)

Após pegar as armas embaladas, em uma caixinha fiquei imaginando como eles faziam aquele tipo de coisa durante todo o caminho até a sede das Amazonas, a noite começava a se revelar, e junto com ela a força que eu recebia. Fiquei alguns minutos parado em frente ao estabelecimento onde as meninas estavam, até que Evelyn saiu do interior saltitando como uma criança que tinha ganhado um PS4.

—Conseguiu? Eu consegui! — disse ela sorrindo e fazendo charme para mim, piscando o olho com aquela cara brincalhona que somente ela conseguia fazer — É claro que sim, e nem precisei colocar a loja abaixo— segurei a mão dela, caminhando no lado de fora da calçada, acariciando ela com o dedão, enquanto estava distraído com sua conversa de como as amazonas eram incríveis.

Me distrair com a voz doce dela talvez tivesse sido o meu maior pecado naquele início de noite, alguns metros a frente um Orc se preparava junto de seu bastão para golpear a primeira carne divina que ousasse cruzar o seu caminho. Imagine quem era o primeiro possível alvo? Sim, a filha de Hermes.

As garotas não perceberam o ataque iminente. No momento em que o Orc (que a partir de agora vou chamar de Shrek) desferiu o golpe, utilizei de toda minha agilidade para com um puxão na mão de Eve trocar minha posição com a dela, e com o outro braço empurrar Marcella para longe. Meu elmo deixou seu formato de óculos a tempo, protegendo minha cabeça do golpe certeiro —  Mas que mer... — não consegui terminar a frase por causa do golpe em minhas costas, que acabou por me jogar cerca de 8 metros longe do local.

Choquei-me contra o muro de um terreno particular, naquele momento só ouvia o tilintar das armas de minhas companheiras, não conseguia firmar a visão. A sensação de impotência dominava meu ser tentava com algumas batidas colocar tudo no lugar novamente, mas isso era complicado demais, teria que me concentrar e confiar nas duas que estavam a lutar logo em minha frente.

Sentia o sangue  aquecer o interior de minha roupa, escorrendo lentamente pela minha calça, por sorte a noite tinha chegado, em breve meus poderes de cura iriam atuar, diminuindo minha lesão. Aos poucos  tudo parava de girar — Cuidado com o bastão dele, diminuam a distância quando possível — bufei por não poder lutar, dar instruções mostrava o quão inútil estava naquele momento, mas não poderia deixá-las às cegas.

Comecei a canalizar a energia em meu interior, emprestando um pouco de minha força para elas, concedendo um pouco de proteção para que não sofressem dano demais. Estava quase 100% novamente as estrelas resolveram antecipar minha recuperação. Levando a mão até as costas, saquei a espada enquanto me aproximava a passos lentos do monstro, quando finalmente o foco final da missão ficou intacto, corri na direção dele e desferi um golpe de cima para baixo carregado de força, o impacto forçou o inimigo a recuar alguns passos.

Apoiei a lâmina gelada atrás do pescoço, analisando o corpo do monstro em busca dos pontos fracos, notando que o mesmo possuía um em suas costas — Eve e Marcella, ele tem um ponto fraco nas costas,  eu vou tentar distrair e vocês terminam o serviço, okay? — notei que a Vestal ia relutar, no entanto apenas assentiu com a cabeça, parecia ter visto um fantasma, depois eu ia perguntar para ela o que foi que aconteceu.

—Então grandão, vai vir para cima? — com toda a certeza ele não entendia bulhufas  do que eu falava, apenas sentiu raiva suficiente para vir com a vontade de mil leões para ceifar minha vida. O primeiro golpe passou em branco, mesmo com a força fatal que ele carregava, sua agilidade deixava a desejar, eu iria mostrar como se lutava utilizando ambos atributos.

Evelyn desferiu alguns golpes irritando-o mais do que causando dano,  chamando a atenção do monstro para ela, ela sabia como lutar, que medo. Sorri para a situação e avancei entre os braços do Shrek, consertei o ângulo de meu golpe, desferindo um na direção da axila dele,  causando um sangramento no local, por algum motivo o efeito de congelamento não se fez presente.

Marcella e Evelyn atacaram simultaneamente quando o monstro retornou sua atenção para mim, ainda estavam protegidas pela minha habilidade mas não sabia por quanto tempo mais. Um giro completo com o bastão jogou todos nós para longe, minha proteção acabou logo após isso, agora a situação estava em um momento crítico, por algum motivo Marcella achou que ainda estava protegida, e partiu para o ataque, antes que eu pudesse dizer algo ela tinha iniciado um voo contra a parede e caído desmaiada no local.

—Chama a atenção dele Eve, vou ver como a garota está—  corri em direção a Marcella enquanto Evelyn distraía o monstro, esquivando de forma majestosa dos ataques do burrão,  concentrei minha aura na palma da mão, estabilizando a jovem estancando o sangramento da mesma. Feito isso, retornei para o ataque,  Ballade n°1 começou a tocar em minha mente, ressonando com a sede de sangue de minha espada, agora eu iria colocar um fim nessa história junto de minha Vestal predileta.

Carreguei meus músculos de poder durante a corrida desferindo um golpe extremamente forte nas costelas do ogro fazendo-o voar uns 4 metros para longe de mim com um enorme corte no seu dorso. Por pouco não tinha partido ele ao meio e isso era uma pena — Vamos acabar logo isso, eu  vou pela frente, você por trás e fim da vida dele— estalei os ossos do pescoço, esperando o adversário se levantar para dar-lhe um fim digno,  iria homenageá-lo com uma sonata, nesse final.

Quando ele se posicionou em pé novamente, rugindo e sabendo que seu fim estava próximo, avancei arrastando a ponta de minha espada no chão, notei o avanço dela e firmei o passo para o golpe final. Aparei um golpe do monstro, forçando minha espada com as duas mãos fazendo que o mesmo jogasse o seu bastão para cima, desarmado e perto do seu fim, apenas perdeu suas reações, aceitando a morte iminente.

Foi nesse momento que algo completamente estranho aconteceu, Eve tinha se posicionado para o golpe final, quando olhei para o rosto dela por baixo da visão do monstro, uma imagem totalmente diferente do momento apareceu, uma Evelyn suja de sangue e assustada, totalmente diferente do olhar seguro que tinha agora, era uma premonição?

Por  1 segundo hesitei com a situação, mas nada que prejudicasse nosso golpe, ambos atacaram ao mesmo tempo,eu na barriga dele e ela pelas costas, um corte perfeito fazendo com que o monstro se tornasse pó quase que instantaneamente. Dei alguns passos para trás sem entender muito o que tinha acontecido, a gente precisava discutir aquilo, no entanto não era o momento correto para tal, precisávamos levar Marcella e as armas para o Acampamento o mais rápido possível.


—Temos que ir rápido para o Júpiter, sua amiga precisa de ajuda, minhas habilidades de cura não são tudo isso—
olhei desapontado por não poder ajudar a menina da forma que a mesma merecia. Concentrei o chi na palma de minha mão, dando mais um respiro para ela, a pancada não tinha sido das mais bonitas, com certeza ela tinha se ferido de verdade.

Durante todo o retorno, o silêncio se fez presente, será que Evelyn estava escondendo algo de mim? Como eu tive uma visão daquelas, eu queria explicações. Ao chegarmos em nosso objetivo, entreguei a garota para filhos de Febo e logo após a caixa ''mágica'' com as armas estava nas mãos do pretor finalmente, mas muita coisa ficou em aberto em minha vida.


Adendos:

passivas:

Nível 33
Nome do poder: Resistência
Descrição: Após tantas batalhas, tantos treinamentos e por levarem sempre seus corpos ao limite, os filhos de Ares/Marte possuem um corpo calejado, acostumado a apanhar e sofrer desgastes físicos. Ao sofrerem ataques físicos, os semideuses sofrerão danos menores, sendo capazes de suportar por um tempo maior os combates contra seus oponentes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15% de resistência a mais no corpo em ataques físicos (socos, chutes, bater a cabeça dele em algum lugar, acerta-lo com bastões e etc).
Dano: NenhumNível 42

Nome do poder: Força IV
Descrição: Você andou malhando? Seu treinamento tem apresentado resultados surpreendentes, e sua força é sem dúvida sua principal arma, você ainda precisa de uma para lutar?
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de força
Dano: +20% de Dano se o ataque do semideus atingir.

Nível 44
Nome do poder: Regeneração II
Descrição: Conforme seu herói ficou mais forte, e evoluiu também conseguiu entender melhor como funciona a transferência de poder dos inimigos para ti. E agora, quanto mais inimigos matar, mais energia consegue recuperar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A cada inimigo derrotado em batalha +60 HP e 60 MP são restaurados em sua barra de status.
Dano: Nenhum


Nível 24
Nome do poder: Pericia com lâminas III
Descrição:  Você está se desenvolvendo bem, e agora além de atacar, arremessar e aprender a lidar com diversas laminas diferentes (espadas, lanças, adagas e facas), também consegue se defender com ela, e dificilmente é desarmado.  
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +55% de chance de acerto no manuseio de lâminas.
Dano: +20% de dano se o adversário for atingido pelo semideus.

Nível 13
Nome do poder: Percepção estratégica
Descrição: Para vencer um combate, não é preciso apenas possuir a maior força, os melhores golpes e as principais vantagens, também é necessário saber utilizar as desvantagens e fraquezas dos adversários, fazendo com que eles percam para si mesmo. Ao olharem atentamente para o corpo de um oponente, os olhos do filho de Ares/Marte conseguem notar quais são as principais fraquezas do sujeito, quais os melhores pontos a se golpear e o que pode fazer para vencê-lo. As informações são dadas pelo narrador, cabendo á prole do deus da guerra as utilizarem da melhor forma possível. (só pode ser usado por uma vez em cada batalha)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode pedir ao narrador que aponte dois pontos fracos no corpo do inimigo, mas cabe a você conseguir acertá-los.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Velocidade Atlética
Descrição: Um bom combatente sempre está preparado fisicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra levam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15% de chance de conseguir se esquivar, pular, e saltar em uma luta com inimigos mais fracos, ou mais lentos.
Dano: Nenhum


Nível 6
Nome do poder: Sexto Sentido
Descrição: Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares/Marte sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (como sons) esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão, durante um único turno, pressentir o inimigo se aproximando, podendo saber de onde o ataque virá, e se preparar para ele.
Dano: Nenhum

Nível 1
Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum


Nível 42
Nome do poder: Cura Final
Descrição: Seja ingerindo romãs ou repousando sob a luz de uma noite estrelada, a recuperação do argonauta é aprimorada neste nível, cicatrizando os ferimentos ainda mais rapidamente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O Argonauta recupera 150 de HP e MP, seja com o uso da Cura da Romã ou Cura do Céu Estrelado.
Dano: Nenhum
Extra: Aplicável por até três turnos.

Nível 38
Nome do poder: Bênção da Juventude
Descrição: Hera/Juno gerou Hebe/Juventas, a deusa da juventude, que se tornou esposa de Héracles/Hércules após a deusa e o semideus se reconciliarem. Os argonautas também são abençoados com juventude, não eterna, mas prolongada. Sua aparência se mantém jovem apesar da passagem dos anos, o que também acentua seu vigor e aptidão física.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% aptidão física
Dano: Nenhum

Nível 39
Nome do poder: Signo das Constelações VI: Cão Maior
Descrição: Sendo considerada a deusa da noite estrelada devido à criação da Via Láctea, Hera abençoa seus seguidores através das constelações da galáxia e seus significados. Nas lendas mitológicas, o Cão Maior era um animal que alcançava velocidades impressionantes e teria sido imortalizado por Ártemis nas estrelas. Com essa bênção ativa, o Argonauta têm um bônus de velocidade em suas próximas ações.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de velocidade e agilidade
Dano: Nenhum

Nível 34
Nome do poder: Perícia com Espadas III
Descrição: A vestal se tornou uma ótima espadachim. Além de atacar e defender com a arma, dificilmente é desarmada, e ainda por cima consegue tirar as armas das mãos dos oponentes. Com a espada, a semideusa se torna quase imbatível.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +75% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: +50% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.


Nível 31
Nome do poder: Signo das Constelações V: Hércules
Descrição: Sendo considerada a deusa da noite estrelada devido à criação da Via Láctea, Hera abençoa seus seguidores através das constelações da galáxia e seus significados. Hércules era filho de Zeus, um semideus que tornou-se conhecido pela realização de seus 12 trabalhos e especialmente por sua força, tendo conquistado a imortalidade mais tarde. Com esse signo ativo, o Argonauta é abençoado com um bônus de força em seus golpes, o que também aumenta o dano para quem os recebe.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de força
Dano: +15% de dano

Nível 30
Nome do poder: Intuição precisa
Descrição: Os argonautas desenvolvem algo como uma intuição ou sexto sentido, alertando-os de possíveis perigos e sugerindo as melhores atitudes a serem tomadas. Não garante acerto, mas dá uma boa chance.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A intuição do argonauta pode levá-lo a acertar o ataque ou evitar um perigo, desde que explicada no post e a critério do narrador.

Nível 28
Nome do poder: Diplomacia
Descrição: Os argonautas, além de serem ótimos lutadores e combatentes exemplares, também são ótimos com as palavras, tendo um ótimo poder de convencimento. Vai além de sua força ou boa aparência, tornando-os capazes de conseguirem o que querem apenas através das palavras.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% lábia e chances de convencimento
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Carisma
Descrição: Hera/Juno não se manteve no trono apenas por ser um rosto bonito ou por seu casamento, mas também por saber manter relações e conquistar seus objetivos sutilmente. Apesar de seus erros, seus acertos também lhe tornaram dotada de carisma - algo necessário para se conseguir o que quer. Da mesma forma, os argonautas sabem que não é apenas na força do braço que se consegue as coisas, mas também com um pouco de bom jeito com as palavras e a maneira adequada de lidar com as pessoas, o que também lhes dota de carisma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Determinação
Descrição: Os argonautas adquirem a mesma força de determinação que sua deusa matrona, que nunca desistia de seus objetivos mesmo quando as situações eram adversas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% chances de acerto e efetividade nos ataques quando envoltos por essa determinação para alcançar seus objetivos.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Discernir mentiras
Descrição: Assim como Hera/Juno não era enganada sequer pelo rei do Olimpo, reconhecendo suas mentiras e desmascarando-as, os argonautas também não podem ser facilmente enganados e reconhecem as mentiras facilmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: É difícil mentir para um argonauta. Com o uso desta habilidade, o narrador pode dizer que o adversário gaguejou ou desviou o olhar, denunciando a mentira.

Nível 7
Nome do poder: Fúria Real
Descrição: A maioria das histórias mostram uma Hera/Juno raivosa e vingativa, embora não seja sua principal característica. Mas de igual forma, os adversários de um argonauta devem temer a sua fúria, pois ela não é cega ou inconsequente, mas traz vantagens ao seguidor da deusa, recompensando seus ataques.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% força, chances de acerto em ataques. +15% efetividade no uso dos poderes.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Aura Real
Descrição: Sendo seguidor de Hera/Juno, a rainha do Olimpo e dos céus, o argonauta tem uma aura real que o iguala à alta nobreza, tendo uma presença forte e imponente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum



Nível 1
Nome do poder: Lealdade Incondicional
Descrição: Tal como Hera/Juno é uma deusa leal à sua família e seus princípios, essa é a primeira característica que ela valoriza em seus seguidores. Os argonautas são leais acima de tudo, sendo recompensados ao lutarem com a intenção de protegerem aqueles a quem são leais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% chances de sucesso ao lutar por quem são leais
Dano: Nenhum

Nome do poder: Corpo Atlético I
Descrição: Apolo sempre foi descrito como um Deus jovem e no auge do seu vigor físico. Filhos de Apolo herdaram essa característica de seu pai, sempre são vistos praticando esportes e atividades físicas para se manterem atléticos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de agilidade e esquiva
Dano: Nenhum

Nível 14
Nome do poder: Instinto Materno
Descrição: Os argonautas desenvolvem o mesmo instinto materno de Hera/Juno, sendo bons acolhedores e responsáveis quando se trata de outra vida. Isso também aprimora suas capacidades quando cuida de um ferido ou quando protege alguém mais fraco que você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% taxa de recuperação por um ferido cuidado por um seguidor de Hera/Juno. +30% de chances de acerto e efetividade ao proteger alguém.
Dano: +30% de dano ao atingir um inimigo ao lutar para proteger alguém.


ativos:

Nível 35
Nome do poder: Carga de Poder
Descrição: O filho de Ares/Marte poderá dar um poderoso golpe, armado ou desarmado, cuja intensidade será muito maior que um golpe normal. Este golpe parecerá uma simples mancha no ar para todos que o verem, sendo um tanto quanto difícil se defender. Esse poder também pode ser utilizado de maneira diferente, a força extra dada ao semideus ao utilizar esse golpe permite que ele pule mais alto, ou seja capaz de levantar 100 kg a mais do que normalmente consegue. Contudo essa carga de adrenalina extra dura apenas um turno.
Gasto de Mp: 60 MP
Gasto de Hp: 10 HP
Bônus: +30% de força durante um turno.
Dano: +70 de dano.

Nível 13
Nome do poder: Véu da Proteção
Descrição: O seguidor de Hera/Juno pode criar um véu incorpóreo que protege a ele e seus aliados de ataques físicos durante dois turnos.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Protege o argonauta e até dois aliados durante dois turnos. Não impede ataques mentais, mágicos ou psíquicos.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Cura I
Descrição: Como seu pai Apolo/Febo, o semideus consegue conjurar uma aura alaranjada fina ao redor da pessoa que precise de seus cuidados. Esta aura possui propriedades curativas além de conseguir diminuir as dores (sejam elas de ferimentos externos ou internos).  Durante o seu uso, plantas ao seu redor serão revitalizadas também.
Gasto de Mp: 10 de MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 5% de HP e MP total, além de analgesia, dores na região curada não irão atrapalhar.
Dano: Nenhum
Extra: Os poderes ativos relacionados a cura só podem ser efetuados em terceiros.

Nome do poder: Mantra do Chi
Descrição: A energia do Chi é considerada a energia curativa de todo e qualquer ser humano divino ou não. Portanto uma vez que o semideus se concentra em sua energia vital, a canalizando e passado, através de uma bola invisível de energia, para o outro indivíduo, o ajuda a se recuperar de ferimentos razoáveis como cortes superficiais e hematomas. Serve como um poder de emergência para uma situação em que um aliado se fere em batalha, e precisa continuar lutando para permanecer do seu lado
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% do HP e MP da pessoa que recebe a energia.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.
equipamento:

Elmo Real batalha em ouro imperial e entalhe de um pavão. O interior é acolchoado para promover um encaixe perfeito e confortável. O penacho sobre o elmo tem uma cor individual a cada argonauta, facilitando a identificação de cada integrante do grupo em campo de batalha. Cor: (Rosa) | Efeito 1: O elmo assume a forma de um acessório de cabelo escolhido pelo Argonauta, facilitando seu transporte e ativação. | Efeito 2: Além de conferir a proteção física, o elmo também pode ativar uma cúpula que fornece proteção mental e mágica durante dois turnos. | Efeito 3: Quando ativo, o elmo permite a comunicação entre os Argonautas. | Resistência Alfa | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos |

• Heart Breaker [Uma espada que pode ser empunhada por uma mão, feita de adamantino. Possui uma lâmina rubra, em um belo tom avermelhado e de 70cm de cumprimento, possuindo apenas um fio de corte. | Efeito de ligação: retorna ao usuário depois de perdido ou roubado | Efeito 1: Graças ao carbonite energizado através de runas, a arma possui 45% de provocar congelamento ao atingir o inimigo. O item passa a ter a sensação de que está sempre frio | Bônus de forja: +15% de dano;Bônus lendário: Elemental - A ganhou propriedade condutora dos elementos água e raio. Por exemplo: qualquer poder de raio lançado contra ela poderá ser rebatido e lançado novamente para aquele que lançou o poder. Tal dano ainda poderá ser neutralizado pela arma. | Adamantino | Super Alfa | Tanzanita Real que adiciona 15% de roubo de vida; Rubi imperial +40 de dano; espaço para 1 gema | Status 100%, sem dano | Lendário | Forjada por Eleonor Moonlight, modificada por Nikolaev].

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Última edição por Pietro Di Giorgio em Sab Set 22, 2018 9:52 pm, editado 1 vez(es)


Triunfam aqueles que sabem quando lutar e quando esperar.

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Re: Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

Mensagem por Evelyn Camahan em Sab Set 22, 2018 9:46 pm


Antigos Legionários I
"Príncipes; Amazonas; Vestais e Orcs"
Antigos Legionários I – Grande parte do arsenal de Nova Roma foi destruído durante o ataque e com as lojas com falta de equipamento os romanos acabaram ficando sem armamento adequado. Com o início de uma possível guerra é necessário conseguir novas armas ou recuperar antigas, e você foi escalado para ajudar nessa tarefa. Visite as sedes das amazonas e as lojas de Hermes para efetuar as compras de armas, tente barganhar com eles para pagar um preço justo e lembre-se que isso pode não ser tão fácil. A falta de recurso também se tornou um problema porque você precisa viajar com um pequeno grupo pela cidade e enquanto trás as armas de volta também podem acabar sofrendo um ataque ou pior, uma emboscada.
Observação: O ataque final pode ser feito de duas maneiras, um monstro encontrou você e seu grupo e acabou atacando os três, ou, a seita pode ter te emboscado em alguma parte do caminho. Independente do qual dos dois utilizar você precisa manter a coerência.
Recompensas: 8.000 XP E 7.000 Dracmas + 10 Insígnias.

Já celebrava três dias desde que havia chego em Nova Roma, tempo esse que voou através da minha percepção. Não era difícil me manter ocupada com todo o trabalho que estava sendo distribuído para re-erguer a integridade do local. Aproveitar a claridade dos dias correndo de um lado para o outro, entre carregar materiais e até mesmo pôr a mão na massa, estava se provando terapêutico. Além de ter me permitido adquirir maior familiaridade com o campus e toda a região que o cercava. Dedicar um tempo para esquecer os próprios problemas e ajudar outras pessoas estava me fazendo bem, além da oportunidade de socializar e conhecer rostos novos, coisa da qual também sentia falta.

Sai bem cedo do dormitório trajando uma jeans escura, uma blusa azul marinho de mangas curtas, que tinha um caimento largo e despojado, e cobria até o meio do meu ventre, e um par de All Star. Nada muito sofisticado, mas serviria ao propósito. Levei comigo minhas adagas, disfarçadas sob minhas roupas, e o anel presenteado por Héstia na minha mão esquerda. Estava indo me encontrar com um grupo para mais uma missão de reabastecimento do acampamento. Um pretor estaria nos esperando no local combinado para maiores informações. Cheguei com alguma antecedência, o pretor já se fazia presente, porém meus companheiros chegaram alguns minutos após. A primeira a chegar foi uma Vestal que eu havia conhecido em Nova Roma, pelas minhas aventuras dos últimos três dias, uma menina tímida e reservada chamada Marcella. A característica mais marcante da donzela, até então, era seu semblante melancólico que a envelhecia bastante.

O último integrante, tão reluzente quanto a primeira estrela do céu, era o rosto que eu mais esperava ver desde a última vez em que estive em Nova Roma. Di Giorgio se aproximou de nós em um momento que parecia nunca acabar, enquanto o nervosismo tomava conta da minha mente, acelerando meus batimentos cardíacos e me deixando inquieta. A surpresa de vê-lo ali parado a minha frente fazia com que tudo parecesse muito surreal, porém a felicidade fez o favor de adornar minha face com um sorriso sincero. Como sempre sua aproximação me causou rubor, o toque terno dos seus lábios em contato com as minhas bochechas avermelhadas me provocou arrepios, trazendo a tona a lembrança do beijo que roubei do homem na noite em que nos conhecemos. Me sentia tão ousada, RAW!

- É bom te ver de novo príncipe... Como tem passado?

Em um ato educado Pietro se introduziu a outra Vestal, cavalheiro como sempre. Muito embora eu admirava a postura do rapaz, não consegui evitar o pequeno aperto no peito ao observar a reação tímida de Marcella. Para o meu conforto o sentimento logo desapareceu, enquanto tentava ao máximo prestar atenção em todas as instruções e orientações do Pretor do Júpiter. Minha memória não era das melhores, então tentei anotar qualquer informação que fosse mais especifica. É claro que o Deus grego, ou romano, parado ao meu lado durante todo o tempo não contribuía muito para o meu foco. As vezes meus olhos corriam inconscientemente para sua figura, analisando-o por alguns segundos, antes de perceber o que estava fazendo e desvia-los mais uma vez. Havia um magnetismo no rapaz que eu simplesmente não conseguia evitar, para mim ele estava tão encantador quanto na noite em que nos conhecemos. Amaldiçoei internamente os óculos escuros no seu rosto, que privavam os meus olhos de encontrarem os dele.

Logo que terminaram as instruções Pietro tomou a liderança, nos aconselhando a viajar mais leves e coordenando o pequeno grupo formado por nós três. Seguimos caminho para fora do acampamento, e o clima entre nós era leve e agradável, até ultrapassarmos os limites do Júpiter. Se eu não estivesse com Pietro sob a minha cuidadosa análise no milésimo de segundo em que aconteceu, eu jamais teria percebido. Os músculos do rapaz enrijeceram sob sua roupa no segundo em que ele pisou fora do acampamento. Seu maxilar retesou automaticamente, era como se ele tivesse levado um choque através da terra abaixo de seus pés. Contudo no segundo seguinte ele já estava sorrindo para mim, ofuscando a minha visão. Seu sorriso perfeito sempre tinha o poder de me arrancar suspiros, mas fiz um esforço para disfarçar. De repente Pie começou a se explicar pela ausência após a noite da festa, o que era totalmente desnecessário uma vez que ele não me devia nada realmente, contudo eu ainda fiquei extremamente feliz por saber que ele se importava com o que eu pensava. A lembrança da estranha reação do rapaz alguns momentos antes pairou a deriva, afastada pelo turbilhão de sentimentos que Pietro me causava, e levada pelo vento.

Como se tentando provar seu ponto o maior levantou a blusa, o suficiente para que eu pudesse visualizar uma pequena ferida no seu abdômen, que parecia estar em processo de cicatrização. Instintivamente levei a minha mão ao local, tocando-o com cuidado, por motivos de não sei, me deu vontade... - Eu estou bem, você por outro lado parece ter se metido em algumas confusões recentemente... Ainda dói? - Perguntei verdadeiramente preocupada, levantando a cabeça para buscar seus olhos, sendo mais uma vez impedida pelo maldito óculos. Muito embora eu tenha me surpreendido com a proximidade do seu rosto. Recuei um pouco assustada, percebendo enfim que estava não só invadindo o espaço pessoal do romano, de novo, como também o estava tocando agora.

- Ah, perdão...

Marcella me encarava com uma expressão estranha que identifiquei como confusão, apesar de carregar algo a mais que eu preferia fingir que era obra da minha cabeça. Tentei disfarçar o meu constrangimento, tomando a liderança e guiando o grupo para a cidade. Ultimamente eu havia descoberto minha mais nova vocação como o Waze humano. Só que a informação para mim era mais intuitiva e menos técnica. Eu poderia me guiar até qualquer destino que imaginasse, mas eu não saberia explicar como chegar a não ser que já tivesse feito a rota. Em pouco tempo já estávamos caminhando pelas ruas então tranquilas da cidade, como uma pessoa que odiava tumulto toda aquela tranquilidade teria sido uma surpresa agradável, se a lembrança da estranha expressão do meu companheiro quando deixamos o acampamento não atravessasse novamente a minha mente, como um aviso de "cuidado". Pietro se adiantou mais uma vez, tomando o controle da situação, e delegou a nós a função de comprar os equipamentos da lista de reabastecimento do acampamento. Apesar do meu apreço pelas armas aquela era provavelmente a melhor estratégia, uma vez que mandar um homem para a sede das Amazonas poderia dificultar o processo da pechincha.

- Vai mesmo roubar toda a diversão, Pie? Bom, vou deixar passar dessa vez, já que é você...

Brinquei com o romano, fingindo uma revolta que não me pertencia, entretanto algo na fisionomia de Marcella continuava a me incomodar. A Vestal se manteve calada durante todo o caminho, e sempre que me aproximava do rapaz a donzela vestia uma expressão que quase beirava a desgosto. Como se estivesse me cobrando constantemente o meu dever e os meus votos. Me incomodava bastante o olhar crítico da mulher, uma vez que eu jamais esquecera os meus votos, nem por um só momento, e não estava fazendo nada que ameaçasse quebrar qualquer um deles. Pelo menos eu sabia disto. Fiz o possível para ignora-la quando o Argonauta tomou minha mão na sua, aquecendo o meu peito e afastando o desconforto.

Quando enfim paramos na frente da sede das amazonas, Indiquei para Pietro a direção da loja de Hermes desejando-o sorte, e assistindo o romano se afastar. Marcella e eu nos aproximamos da construção timidamente, já nos deparando de cara com duas mulheres guardando a entrada do local. As duas eram altas e vestiam armaduras leves em tons de dourado, com espadas em suas cinturas. Não pude deixar de admirar a beleza e a imponência das guerreiras Amazonas, que bloquearam a entrada pedindo que nos identificássemos e apresentássemos a razão da nossa visita.

- Boa tarde, eu sou Evelyn Camahan, estamos aqui em nome do acampamento Júpiter, para comprar equipamentos.

Com os devidos esclarecimentos as guerreiras nos deixaram passar, indicando (desnecessariamente) o caminho até o arsenal de equipamentos para venda, onde passamos um bom tempo procurando e selecionando os melhores equipamentos com os preços mais em conta. Equipamentos para proteção, escudos, elmos dentre outros objetos se amontoavam em um lugar que reservamos para separa-los, formando uma pilha cada vez mais assustadora. A maioria dos objetos eram pesados, e como o sistema de "compras" das amazonas seguia a vertente do auto atendimento, demoramos mais do que o esperado selecionando e juntando tudo que estava na lista. Quando finalmente terminamos nos encaramos cansadas sabendo que o pior ainda estava por vir, a pechincha com as Amazonas não soava nada fácil. Me perguntei internamente se Pietro estava enfrentando o mesmo problema no estabelecimento do meu pai.

Chamamos a Amazona responsável pelo arsenal, e a mulher começou a listar os equipamentos que havíamos separado, anotando seus preços individualmente e somando para obter a quantia total. Sua fisionomia era séria a inabalável, como uma rocha. Passaram-se alguns minutos enquanto Marcella e eu esperávamos a conclusão das contas da mulher, até que ela finalmente acabou. Um meio sorriso tomou conta de seus lábios, ela parecia satisfeita quando nos parabenizou pelo "bom olho para equipamentos" nos informando uma quantia quase justa de 22.000 dracmas. Eu e Marcella trocamos olhares significativos, estávamos preparadas para o pior, mas aquela quantia não era totalmente insólita como achamos que seria. Contudo, mesmo eu que não tinha lá muita experiência comprando equipamentos, sabia que aquele valor poderia ser mais acessível.

- 22.000 dracmas? Nós não temos tudo isso... O acampamento Júpiter esta passando por um processo de profunda restruturação por conta dos ataques recentes, muitas pessoas se feriram e quase tudo foi destruído, você compreende? A verba esta baixa, e quase não temos para gastar... Você não poderia nos fazer uma oferta um pouco mais generosa?

Tentei apelar para o bom senso e moral da vendedora, afinal de contas ela ainda era uma guerreira Amazona, e sabia que o que eu falava também era verdade. A mulher pareceu pensar por alguns instantes, antes de responder fria. "- Embora acredite nas suas palavras e compartilhe da sua dor o nosso preço já é bem ajustado com o preço de mercado, e temo que não poderei abaixar muito. O que eu posso fazer por vocês é fechar em 18.000 dracmas, não posso fazer mais do que isso". Sua postura denotava firmeza, entretanto eu era uma Vestal, e alcançar as pessoas pelo coração quase que fazia parte da minha essência. Esperei que minha aura pacífica característica ajudasse passando tranquilidade a mulher e abaixando suas defesas, ainda que mentais.

- 18.000 parece ótimo, de verdade, mas nós só temos 15.000 conosco, você realmente não poderia fazer a bondade de aceitar por esse preço? Todos do acampamento seriam muito gratos a ajuda das Amazonas.

Aquele era um movimento audacioso, pois se ela não aceitasse fechar pelo valor máximo que estipulamos teríamos que aceitar o valor superior, e perderíamos toda a credibilidade por ter mentido sobre a quantia que tínhamos, perdendo talvez até o desconto de 18.000. Felizmente eu era filha de Hermes, e enganar ainda era tarefa fácil, apesar de não ser exatamente algo de que me orgulhava. Também apelei para o próprio orgulho da Amazona, oferecendo gratidão e reconhecimento em troca. A mulher pareceu ponderar por alguns minutos, estendendo a mão para mim depois de longos minutos de suspense, selando o nosso acordo com um aperto de mão. "Eu vou liberar para vocês o valor especial de 15.000 só desta vez, em razão da situação do acampamento Júpiter. Entendam isso como um apoio por nossa parte".

- MUITO OBRIGADA MESMO! Vocês não vão se arrepender, vou contar para todo mundo como as Amazonas prestaram grande ajuda no reabastecimento do acampamento com seus excelentes equipamentos e preços especiais!

A mulher pareceu tentar conter um sorriso de satisfação, nos entregou uma pequena caixinha mágica que continha todos os equipamentos embalados, e com um "até logo" nos despedimos, saindo da construção e encontrando Pietro já nos esperando do lado de fora. A noite já havia se esgueirado para o céu, evitando a nossa percepção. Havíamos passado a tarde inteira dentro do arsenal das Amazonas, selecionando os equipamentos. Travei na entrada perdida em pensamentos e na imagem do Argonauta distraído, observando o céu estrelado. "Você sabe que isso vai acabar mal, não sabe?" Me assustei com a voz baixa da outra Vestal, havia me esquecido totalmente da sua presença ao meu lado. Encarei a menina de volta, sorrindo despreocupadamente...

- Não, eu não sei. E nem você. O futuro não cabe a nós Marcella. Além do mais você não sabe nada sobre mim, ou sobre ele. O que eu quero dizer é que eu conheço bem as minhas responsabilidades, e mesmo assim eu não estou com medo ou arrependida, eu já me decidi, e ele conhece as minhas limitações, eu confio nele.

Deixei a garota desconcertada para trás, saltitando em direção a Pietro com um sorriso satisfeito no rosto, enfim me fazendo presente. Eu não iria me preocupar com o futuro, não agora que estava vivendo o presente. Iniciei a caminhada de volta para o acampamento Júpiter de mãos dadas contando ao rapaz a nossa façanha dentro da sede das Amazonas, e pontuando sempre o quão incríveis elas pareciam para mim. Me sentia muito mais leve depois de colocar para fora o que eu estava remoendo em meu interior, Marcella também parou de me olhar feio, o que contribuiu bastante. Sentia meu coração transbordar de alegria enquanto estava em volta do rapaz. Perguntei sobre as armas da loja de Hermes, e Pietro me contou sobre a sua odisseia com o vendedor, me fazendo rir com o quão previsível aquela situação era, vindo da loja do meu pai. Naquele momento eu tinha tudo, desejaria continuar daquela forma para sempre ao redor dele. Amaldiçoei novamente seus óculos escuros me privando de seu olhar, aliás por que alguém em sã consciência usaria óculos escuros a noite? Me preparei para fazer um comentário sobre o quão engraçado aquilo era, quando observei a armação fina e escura mudar de forma, engolindo o rosto, e a cabeça de Pietro, tomando a forma de um elmo. Não tive tempo de processar a informação, meu braço já havia sido puxado com força, e eu estava no ar sendo jogada para o lado, caindo de costas contra o solo. Observei horrorizada e impotente a cena que se seguiu segundos após, Marcella foi empurrada por Pietro para longe, e o Argonauta por sua vez recebeu um golpe certeiro que o arremessou longe.

Sempre acreditei que nada seria capaz de me fazer cristalizar, na verdade em todas as situações extremas em que eu já havia me encontrado nunca havia acontecido. Eu sabia que Pietro era forte, mas vê-lo se chocar contra aquele muro totalmente sem reação, vê-lo sangrar inconsciente bem na minha frente foi de mais para mim. Lembro-me de pouco, minha mente estava vazia, medo, horror, ausência de realidade. Tudo aconteceu como em um sonho terrível, e eu ainda estava esperando acordar. Desde que havia me descoberto como semideusa eu jamais havia visto alguém se machucar de verdade, o mais perto que estive dessa realidade cruel foram os treinos e as feridas que eu tratava quando minha mãe voltava para casa machucada.

Ver Pietro daquela forma foi não só familiar, como se eu já houvesse presenciado aquilo antes, como também me remeteu ver minha mãe machucada de novo, nas noites em que ela se feria para me proteger e voltava calada, sem me dar nenhuma explicação. Eu treinei e me esforcei para que nunca mais precisasse passar por aquilo de novo, me sentir tão impotente. E lá estava eu, na mesma situação, mas por que? Por que tinha que ser ele? Senti lágrimas grossas mancharem o meu rosto, os gritos de Marcella ao fundo chamando meu nome, tentando me trazer de volta a realidade me lembraram de que eu não era mais aquela Evelyn. Eu não precisava mais assistir as pessoas que eu amava se machucando a distância, porque agora eu podia lutar ao lado delas. Aquele sentimento era tudo que eu tinha no momento além das minhas armas, e iria me agarrar a ele com todas as forças.

- Eu vou proteger as pessoas que eu amo...

Fiquei de pé ainda meio tonta, minhas pernas tremiam não sabia se pela adrenalina ou por medo, não do monstro que eu identifiquei como sendo um Orc, experiência de D&D, medo de falhar. Marcella mantinha a criatura distraída, a Vestal era ágil e portava um sabre com o qual causava vários ferimentos na pele do Orc, infelizmente pareciam superficiais de mais para derruba-lo, sua pele parecia bem espessa e resistente. "EVELYN O QUE ESTA ESPERANDO? REAJA!" A voz imperativa da mais experiente me apressou, agarrei minha primeira adaga, de bronze celestial, que havia ganho quando fui reclamada como filha de Hermes, escondida no meu tornozelo sob a minha calça, e empunhei a lâmina de cabeça para baixo, como de costume. Havia comigo também um par de adagas distinto, que havia conseguido anteriormente no arsenal do acampamento, mas havia algo nelas que me dizia que ainda não era o momento certo para empunha-las.

Me posicionei atrás da criatura gigantesca e concentrei meu ataque em seus tornozelos e pernas, desferindo diversos cortes ali com a esperança de limitar seus movimentos e a sua velocidade através das lesões. Infelizmente, como havia previsto, sua pele era extremamente grossa e as feridas pareciam só irrita-lo cada vez mais. O bastão gigante de madeira passava próximo a nós, errando seu alvo por pouco e fazendo barulho ao colidir com outras superfícies. Um acerto daquela coisa e seria meu fim, tentava não me manter muito parada, alternando minha direção com frequência para confundi-lo e diminuir suas chances de acerto, mas até agora tudo que fazíamos era enrola-lo, visto que nossos ataques não estavam sendo efetivos e não tínhamos um plano. Era uma questão de tempo até ele nos acertar.

" Cuidado com o bastão dele, diminuam a distância quando possível"

A voz firme e imperativa de Pietro ressoou, enchendo meu peito de alegria e confiança, era um alívio saber que ele estava bem e estava conosco. Instantaneamente me senti mais forte, o Argonauta me passava segurança, e o que eu achei primeiro ser coisa da minha mente logo se provou uma habilidade, quando o bastão raspou por pouco em uma das minhas pernas no ar, não me causando dor ou lesão alguma. Logo que nos afastamos um pouco do Orc Pietro voltou para a batalha, forçando o monstro a recuar com uma força que se equiparava a sua minimamente. O rapaz pareceu analisar a criatura por alguns instantes, antes de revelar que as costas eram seu ponto fraco. Entretanto foi quando o guerreiro se ofereceu para distrair o gigante que voltei a temer por sua segurança. A imagem de sua figura caída no chão sangrando voltava a minha mente, contudo uma imagem diferente da de hoje, em outro lugar e em outra batalha. O que estava acontecendo comigo? Balancei a cabeça me livrando dos pensamentos estranhos que me atormentavam, penas assenti e tratei de cumprir a minha parte, não poderia deixar as minhas inseguranças e medos interferirem no nosso trabalho em equipe. Pietro era um guerreiro cem vezes mais experiente do que eu, e por mais que eu gostasse de estar no controle e garantir a segurança de todos eu precisava confiar nele, ele sabia muito bem o que estava fazendo, e não teria se machucado anteriormente se não fosse pela minha distração.

- Maldição...

Me repreendi interiormente, me lembrando de que eu era a única a cristalizar no início do combate e pôr o grupo e a missão em risco. Canalizei toda a minha raiva nas costas do brutamontes verde, que já corria atrás do meu Argonauta, totalmente desembestado, e avancei com o dobro de raiva queimando por cada músculo do meu corpo. - Sai de perto dele sua besta verde e imunda! - Bradei para o meu alvo, me lançando no ar sobre o Orc, de costas para o mesmo e utilizando a altura e a aerodinâmica para girar meu corpo, descendo sobre suas costas desferindo diversos golpes no local furiosamente, por fim cravando a adaga na linha demarcada por sua coluna vertebral. Me fixei ali de joelhos, uma vez que a besta andava curvada, e parecia não conseguir manter sua postura perfeitamente ereta. Aparentemente eu havia chamado bastante a atenção dele, que esqueceu Pietro por alguns minutos para tentar me alcançar em suas costas, sem muito sucesso. O guerreiro aproveitou bem a brecha que abri para desferir um golpe rápido contra a axila da nossa presa, um local geralmente frágil e cheio de vasos sanguíneos.

- Boa Di Giorgio!

Comemorei já mais bem humorada, sendo interrompida por um movimento brusco do Orc furioso ainda de abaixo de mim, que girou o bastão e o próprio corpo arremessando todos nós para longe. A proteção de Pie amenizou o choque contra o solo, entretanto falhou logo em seguida, deixando claro para mim que agora estávamos por conta própria. Infelizmente esse fato não ficou claro para todos, o que me surpreendeu ao observar Marcella, no calor da batalha, correr desprevenida para cima do monstro e ser arremessada em um golpe contra uma parede de concreto, caindo inerte no solo.

- MARCELLA!

Em um ato que me surpreendeu o Argonauta se ofereceu para cuidar da garota caída e me pediu para distrair o treco verde gigante atrás de nós. Levando em conta as minhas habilidades de cura e as habilidades de batalha muito superiores dele questionei internamente a sua decisão, mas segui seu plano uma vez que ele não me deu muito tempo para retrucar e já estava a caminho da garota desmaiada. Muito embora tenha ficado feliz de não ter sido subestimada pelo mais experiente. Aproveitei que ainda estava próxima dos meus companheiros e usei o Anel da Lareira, que se iluminou envolto em chamas azuis, restaurando uma pequena parcela da saúde de Marcella e Pietro, uma vez que ambos estavam feridos usei deste artifício para amenizar a situação.

Não tive muito tempo e o Orc já investia em nossa direção. Usando novamente o presente de Héstia as chamas azuis se transformaram em chamas esverdeadas, me conferindo maior velocidade e agilidade para desviar dos ataques do Orc. Eu precisava segura-lo, e para isso ele não poderia me acertar. Concentrei meus esforços em irrita-lo entre gritos e ofensas infantis, sem saber se ele realmente entendia algo, e desviar de seus ataques. Minha prioridade era manter o brutamontes ocupado criando tempo para que Pietro tratasse de Marcella, e atacar era simplesmente arriscado de mais agora que estava sozinha contra ele. O Orc balançava o bastão no ar furiosamente, fazendo ruído quando passava próximo a mim, um golpe daqueles teria força o suficiente para me derrubar ou pior. Entretanto tentei focar na minha tarefa de irrita-lo, e fazia o meu melhor para dançar graciosamente entre suas investidas, irritando-o ainda mais.

Meu esforço finalmente valeu a pena quando meus olhos captaram Pietro, investindo furiosamente por trás da sua vítima. Me afastei em um salto sem me virar, captando o exato momento em que a espada do Argonauta penetrou o couro do Orc, deslizando pela sua carne com força e velocidade, empurrando a criatura quase 5 metros para a frente. Essa era a força que precisávamos para feri-lo de verdade, e foi um belo show que Pietro deu ali. Sorri satisfeita, seguindo sua estratégia, e me posicionei atrás do nosso alvo. Quando percebi o avanço do semideus na outra perspectiva iniciei o meu próprio ataque por trás da criatura. O Orc se levantou rugindo furiosamente, talvez pressentindo sua morte, entretanto já era tarde de mais para reagir. Pietro aparou um golpe com firmeza e destreza, desarmando o nosso oponente, e deixando-o indefeso. Me preparei para o nosso Grand Finale ascendendo minha lâmina em chamas, que a conferiram maior dano para o golpe que se seguiria.

Em perfeita sincronia, logo que o bastão do Orc voou para o alto, nossas lâminas penetraram a sua carne, a minha aproveitando da ferida já aberta nas costas do Orc, e a de Pietro abrindo uma nova no seu estômago. Antes que o bastão arremessado atingisse o chão o monstro se desfez que nem paçoca, liberando minha adaga da superfície onde havia se cravado, onde eu me segurava, me trazendo de volta ao solo onde cai de pé. Logo que minha adaga se apagou, indicando o fim do efeito do meu anel, Pietro correu em direção a nossa companheira caída, pegando-a nos braços e tomando a dianteira. Apesar de me preocupar pela menina, não pude evitar sentir um pouco de inveja. Que pessoa deplorável eu era.

- Você esta certo, vou fazer o possível para amenizar seus ferimentos até o acampamento...

Andando ao lado do Argonauta canalizei minhas chamas na minha mão esquerda, passando-a suavemente sobre os ferimentos visíveis da Vestal em seus braços. Que não era eu. Que egoísta Evelyn. Minha habilidade de cura não era das mais eficazes, mas qualquer ajuda era bem vinda. Enquanto isso Pietro se concentrava em seus próprios problemas, provavelmente na habilidade que ele também usava para ajudar a curar a garota inconsciente. Tanta coisa havia acontecido durante o dia, mas eu só conseguia pensar em chegar ao acampamento e descansar, eu estava exausta e bastante esgotada físico e emocionalmente. A caminhada foi silenciosa, e eu só estava tão cansada que não fiz nenhum esforço para alterar isso. Depois do que pareceu uma eternidade chegamos ao acampamento, onde conseguimos ajuda médica para Marcella, deixando-a em boas mãos, e entregamos as armas e equipamentos requisitados ao Pretor, completando assim nossa missão. Eu só... Estava aliviada por estarmos todos em segurança, principalmente o Argonauta.

Status e Observações:
Status:

EVELYN CAMAHAN
HP: 120/120
MP: 120/120

 ATRIBUTO  PONTOS ATRIBUTO  PONTOS
ForçaConstituição
Velocidade••Destreza••
Controle Corporal••Inteligência ••
DeterminaçãoManipulação

Equipamentos e Habilidades:
Equipamentos:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Adagas da Princesa Caçadora de Demônios [Duas adagas com 15cm de comprimento, de lâmina completamente negra, as lâminas são serrilhadas o que garante um maior dano, dando uma aparecia assustadora para tais adagas. | Efeito 1: São encantadas para aumentar a força do usuário em 30% quando ambas são empunhadas. Entretanto, ao empunhar ambas ao mesmo tempo, o corpo do semideus irá assumir uma outra consciência, como se ainda fosse a garota amaldiçoada, caçando demônios – sendo que apenas será válido para monstros, etc., pessoas que integram o grupo Demônios de Nyx/Nox não estão inclusos –. Sendo que a consciência do mesmo irá apenas retornar quando seu corpo tombar de cansaço, o que irá ocorrer após 5 turnos usando ambas as adagas, ou alguém arrancar uma das adagas de sua mão. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas | Beta. | Status: 100% sem danos | Comum | Arsenal do Acampamento]

• Anel da Lareira [Um anel de aparência comum, feito de Bronze celestial e que se encaixa em qualquer dedo de preferência da vestal, sendo que ao ser utilizado por outra pessoa o anel irá diminuir ou aumentar. | O anel, ao ser ativado possui três tipos de fogo, porém eles só poderão – cada um – ser utilizados uma vez por missão, mvp, pvp ou evento. O primeiro irá liberar um fogo avermelhado, que pode ser posto em armas, provocando +30 de dano. O segundo é um fogo azul, que irá curar em 10% os aliados próximos (até cinco metros de distância) e, por último, há um esverdeado, que aumenta a velocidade a vestal em 15%. | Bronze Celestial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Vestais de Héstia/Vesta.]
Habilidades Passivas:
Nenhuma utilizada!
Habilidades Ativas:
Nome do poder: Purificar I
Descrição: A chama sagrada de Héstia/Vesta sempre teve o poder de purificar o mal das casas e cidades consagradas à deusa. Através do fogo, neste nível as vestais podem purificar pequenos ferimentos e acelerar sua cicatrização, seja seus ferimentos ou ferimentos de aliados.
Gasto de Mp: 15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera o HP perdido gradativamente. (+10HP por turno)
Dano: Nenhum




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Re: Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

Mensagem por Melinoe em Dom Set 23, 2018 3:32 pm


Pietro Di Giorgio

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 8.000 XP + 7.000 Dracmas + 10 Insígnias.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas:40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 5%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 15%

RECOMPENSAS:  4.800 XP + 4.200 Dracmas + 6 Insígnias.

Comentários:
Pietro, primeiramente: sinto muito pelo seu baixo desempenho, vou agora lhe explicar o por que:
Sobre a escrita/ortografia - Encontrei muitos momentos em que você repetiu diversas vezes a mesma palavra no mesmo parágrafo, para melhorar isso, recomendo que você procure utilizar sinônimos. Vi várias vírgulas mal colocadas que alteravam ou tiravam o sentido da frase que, acredito, que você gostaria de ter colocado, ler o texto em voz alta evita que coisas assim aconteçam, é necessas horas que compreendemos como a mensagem será recebida. Diversas vezes senti a falta de uma palavra na frase, coisa que normalmente acontece quando escrevemos as coisas com pressa e não revisamos antes de postar, minha dica para este ponto é pedir para alguma outra pessoa ler o seu texto antes de postar, e caso isso não seja possível, você mesmo tentar ler com mais atenção e corrigir o que está errado.

A respeito da sua narrativa em geral (ainda questão de escrita) - Senti que faltou um pouco, suas ações ficaram sem muito nexo enquanto eu lia. Não consegui muitas vezes compreender exatamente o que iria acontecer com o seu personagem, e eu compreendo que o uso de uma NPC junto com a sua dupla seja uma boa ideia, mas no caso, ela somente te atrapalhou. Muitas vezes tive que ler o mesmo parágrafo algumas vezes para entender o que você estava tentando narrar e a relação que isso tem com a sua ortografia e com a gramática é extremamente forte.

Sobre as ações e coerência - Para esta parte vamos usar quatro momentos diferentes, que sinto que foi assim que você escolheu dividir seu texto, mesmo que este tenha sido corrido:
1. O início de tudo: Até este momento você foi bem, mas não explicou exatamente qual era o plano a ser seguido, o fato de você ir para um lugar e a dupla de garotas para o outro, como se a ideia fosse intera e completamente sua, sem nenhuma discussão ou argumentação a respeito do assunto me incomodou um pouco, senti que faltou um pouco de reações das meninas no seu texto.
2. Nas lojas: Ficou tudo muito superficial, você focou muito no "qualquer coisa que você me der, aceito", mesmo que tenha o fator de o dono da loja querer te entregar tudo do bom e do melhor para subir o preço, talvez ter acompanhado a contagem de itens que eram necessários e não somente entregar a lista para ele fosse uma boa escapatória, uma boa opção. A respeito da forma que você lidou com a negociação foi muito bem explicado e inteligente, uma boa chantagem emocional/financeira e todo mundo se resde, especialmente tendo as passivas que você usou como aliados.
3. O reencontro: Em momento algum você nos contou como é que as armas foram carregadas, afinal, muitas não são pequenas e a quantidade do pedido era praticamente absurda. Estavam em caixas? Sacos de batata? Enfim, gostaria que tivesse me dado esse detalhezinho pequeno, mas extremamente importante. Poderia tanto atrapalhar quando ajudar na sua batalha com o monstro.
4. A batalha e retorno: A questão da escrita influenciou MUITO nesta parte da missão. Foi aqui que tive que ler e reler para tentar entender o que estava acontecendo e ainda assim, não acredito que tenha sido o suficiente, já que em alguns momentos fiquei tão confusa que tive que ler desde o começo para ver o sentido das ações. Você soube, no entando, aproveitar os momentos de vantagem para você, soube estudar o monstro e passar a informação para sua equipe. Teve uma boa interação com a Evelyn, o que definitivamente é bastante gratificante quando pensamos em coerência das ações finais. Uma coisa que me incomodou foi que você sequer disse o que aconteceu com a Marcella, ela estava sangrando muito, mas foi só? O cuidado que você deveria ter com essa é bastante importante, mas soube se colocar em um lugar de impotência e imediatamente levar a garota de volta ao acampamento. E agora, um último comentário sobre esta parte: não tinha ninguém na rua? Vocês não foram notados? Afinal, São Francisco é um lugar grande e movimentado, conhecido principalmente pela vida noturna.

De maneira geral, apesar de todos os descontos e pela não tão boa recompensa recebida, espero que tenha compreendido o motivo destes descontos e que leve como uma dica para missões futuras, foi uma leitura difícil, mas divertida no fim das contas. Parabéns.

Atualizado por Hades.


Última edição por Melinoe em Dom Set 23, 2018 4:48 pm, editado 1 vez(es)




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Re: Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

Mensagem por Melinoe em Dom Set 23, 2018 4:34 pm


Evelyn Camahan

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 8.000 XP + 7.000 Dracmas + 10 Insígnias.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 25%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS:  6.000 XP + 5.250 Dracmas + 8 Insígnias.

STATUS:
HP: Descontar 10 HP
MP: Descontar 15 MP

Comentários:
Evelyn, vou te dizer uma coisa que percebi logo de cara, sem nem ao menos ler o seu texto (costume para saber sobre a coerência das suas ações): A apresentação das passivas é extremamente importante, por mais bobo que pareça, elas nos ajudam e MUITO por exemplo, em uma luta. Sei que as Vestais possuem um poder que faz o monstro hesitar o ataque, dando pra você uma chance de atacar primeiro. Sinto que você, junto com o Pietro pecaram nessa parte, faltou um pouco do estudo dos poderes da personagem pelo o que eu entendi, afinal, ele mesmo narrou que você foi o primeiro alvo, coisa que discordo e acredito que deveria ter sido a Marcella já que não existe nenhuma informação da origem divina dela no primeiro post.

Agora sim, vamos ao seu texto. O comentário anterior foi puramente uma observação após a leitura do texto do Pietro e breve analisada dos seus adendos.

Sua escrita é impecável, durante a narrativa encontrei apenas alguns erros bobos de digitação que sempre acontecem, nada que me fizesse descontar pontos. A respeito da questão interpretativa, tive que descontar pontos pois a falta dos poderes passivos realmente foi um problema. Apesar de eu ter pleno conhecimento dos poderes das Vestais, por exemplo, alguém que não o tivesse e estivesse avaliando sua missão poderia desconsiderá-la por completo, afinal, suas ações não possuem base para a nossa avaliação. Por exemplo, caso isto fosse uma MvP, muito provavelmente todo o seu post seria desconsiderado e sua personagem seria afetada por um golpe e, em casos piores, podendo resultar na sua morte. Minha dica é: Por mais que não seja algo que dê bônus ou dano, coloque. Sempre coloque tudo em spoiler quando se trata de eventos e missões.

Confesso que fiquei na dúvida sobre em qual quesito descontar os pontos por isso e cheguei na conclusão que a realidade de postagem foi a maior afetada, e eu odeio fazer isso porque para mim, o seu post foi extremamente completo e coerente, trouxe uma realidade de ações que me deixou sem palavras. Suas expressões, forma de pensar, jeito de lidar com as situações realmente me encantaram e fez seu texto ser bastante divertido e gostoso de se ler. Parabéns pela pontuação, espero ler mais de suas coisas.

Atualizado por Hades.




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Re: Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

Mensagem por Vênus em Qui Set 27, 2018 2:47 pm


Reavaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 8.000 XP + 7.000 Dracmas + 10 Insígnias.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Pietro
Realidade de postagem + Ações realizadas:40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 13%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 23%
6080 XP + 5320 Dracmas + 7 Insignias.

Evelyn
[Realidade de postagem + Ações realizadas:45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%
7600 XP + 6650 Dracmas + 9 Insignias.

Spoiler:

Em um geral eu acredito que vocês tenham desempenhado a missão de uma maneira bem criativa, no entanto, sim vocês cometeram erros que levaram aos descontos. Primeiramente, Evelyn vou puxar sua orelha por duas coisas: Realmente você não colocou as passivas em spoiler e se fosse uma narrativa isso poderia ter te prejudicado e invalidado suas ações, contudo não vou retirar grandes descontos de você por conta disso, meus 5% de coerência é por esse motivo e mais um, em sua postagem você colocou que Pietro estava inconsciente, na dele ele diz que ficou consciente, o que acabou criando um impasse, já que em outro momento ele se levantou para lutar, o que tornou o texto de ambos um pouco confuso. Minha dica é que tentem alinhar melhor esse tipo de ideia, principalmente em questão de batalha. Agora você Pietro, eu realmente tive que fazer um desconto maior em sua gramatica, ela ficou bem evidente em palavras repetidas, falta de pontuação ou pontuação em excesso e alguns pontos de concordância, o que acabou te prejudicando ao longo do texto. Durante a batalha parte de suas ações ficaram rápidas e confusas por não terem nada ligando uma situação a outra, faltou detalhes que acredito serem cruciais em uma narrativa e isso acabou gerando um desconto maior na sua avaliação. Eu acredito que revisar o texto, tentar visualizar como aquilo fica em mente e ver se é mesmo possível um semideus (um meio humano) realizar aquela determinada ação possa te ajudar a melhorar nisso. É isso crianças.


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Re: Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

Mensagem por Prometheus em Sex Set 28, 2018 9:23 pm

Atualizado.
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Re: Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

Mensagem por Evelyn Camahan em Dom Set 30, 2018 9:22 pm


Antigos Legionários II
"Ghost Hunters!"
Antigos Legionários II – Grande parte do arsenal de Nova Roma foi destruído durante o ataque e com as lojas com falta de equipamento os romanos acabaram ficando sem armamento adequado. Com o início de uma possível guerra é necessário conseguir novas armas ou recuperar antigas, e você foi escalado para ajudar nessa tarefa. Os mapas antigos de guerra foram restaurados com textos das batalhas de antigos exércitos e agora os legionários estão sendo enviados para recuperar as armas outrora perdidas. A parte ruim é que enquanto fazem isso também tem que manter um exército de mortos controlados, afinal os fantasmas romanos podem ser bastante vingativos, ainda mais aqueles que ficaram para trás.
Recompensas:  12.000 XP E 7.000 Dracmas + 10 Insígnias.

Abri meus olhos lutando para enxergar, a luz do sol em contato direto com as minhas íris me cegaram pelos primeiros segundos, me forçando a levantar de meu leito, me sentando, e esfregando ambos os olhos com as mãos. Eu não me lembrava do dormitório do Júpiter ser tão bem iluminado. Quando finalmente recuperei a minha visão a paisagem ao meu redor me manteve imóvel por alguns instantes. Minhas mãos tocavam a grama macia e quente, meus dedos brincavam com as folhas em uma tentativa instintiva de comprovar que a informação enviada pelas minhas pupilas era real. Ao meu redor um bosque, muito bem iluminado. Os raios de sol atravessavam as copas das árvores me permitindo enxergar as partículas de poeira no ar, formando manchas de luz sobre a grama, que se mexiam conforme a brisa sacudia as folhagens. Uma espécie de lago se assentava mais a frente, onde um pequeno bando de cisnes deslizavam sobre a superfície.

Sem dúvidas uma das paisagens mais belas que eu já havia visto com meus próprios olhos. Me lembrava uma paisagem dinamarquesa sobre uma tela de Peder Monsted, havia visto algumas de suas obras em um museu que estive com mamãe e a semelhança era notável. Me levantei devagar, sentindo um bem estar quase lúdico, jamais havia me sentido tão leve antes. Risos cortavam o silêncio, antes preenchido apenas pelo farfalhar das folhas ao vento e pelo canto dos pássaros. O som alegre vinha do outro lado do lago, carregado pelo vento até meus ouvidos. Iniciei uma caminhada lenta e relaxada, que foi se apressando conforme minha consciência reconhecia as vozes que eu seguia. Quando finalmente alcancei seus donos confirmei a teoria lógica que traçava a minha mente. Era um sonho. Como eu sabia? Bom, a minha frente, sentados em um lençol quadriculado vermelho e branco, estavam dois seres muito queridos para mim, porém que jamais sonharam em se conhecer. Era um típico piquenique, mamãe e Pietro conversavam sobre alguma banalidade, citando meu nome algumas vezes e rindo como amigos próximos, a cena apesar de impossível aqueceu meu peito de forma reconfortante. Entretanto a minha figura entre eles, preparando sanduíches com o velho Alexander recostado ao lado foi o que me deu a principal pista de que aquilo realmente só poderia ser um sonho.

Só existia uma de mim, e esta era eu, entretanto me peguei invejando aquela Evelyn. Ela tinha tudo que eu poderia sonhar, desejar e fantasiar, e o tempo corria enquanto eu observava aquela cena paralisada, sentindo um misto de felicidade e melancolia. De fato, o tempo correu tanto que logo o pôr do sol pintou a paisagem de vermelho, e continuou seu caminho até desaparecer com toda a luz. O meu fascínio pela cena me manteve hipnotizada o suficiente para retardar meus sentidos, e só agora eu começava a estranhar o piquenique que não terminava, mesmo após o pôr do sol. O que deveria ser um sonho perfeito começou a se transformar em uma prisão eterna, e a agonia provocada pela ausência de sentido e realidade do bizarro piquenique eterno na penumbra, despertou minha consciência em um clique, iniciando uma descarga de adrenalina e desespero que me fizeram suar frio. Tentei me mover em uma tentativa fútil de acordar, piscando diversas vezes, mas tudo que consegui foi constatar a minha real paralisia. O terror começou a tomar conta de mim quando olhei pro céu e não avistei as estrelas, sua escuridão parecia querer me engolir. Em meio a uma névoa densa um sorriso macabro desenhou os lábios da outra Evelyn, que agora ao invés de fazer sanduíches polia uma faca de cozinha com um pano encardido em tons de vermelho.

Pietro e minha mãe continuavam a conversar animados, totalmente abstraídos de toda a situação bizarra que os rodeava, suas vozes soavam distantes e abafadas agora, como se os tivesse perdendo. Tentei gritar com todas as minhas forças, porém todas as vezes que abria a boca apenas grunhidos esganiçados saiam, como se minha garganta fosse bloqueada por algo em toda tentativa de liberar som. Eu estava muda e imóvel. Assisti horrorizada quando a outra Evelyn se levantou, torta e desajeitada como uma boneca de pano, por trás dela surgiram braços finos, femininos, que a envolveram no exato momento em que ela travou seu olhar tão negro quanto a noite no meu. Uma voz desconhecida, mas ao mesmo tempo familiar deixou seus lábios carregada de crueldade... "Eu vou tirar tudo de você, como você tirou de mim...". Em uma investida rápida dois corpos caíram inertes no solo, suas vidas se esvaiam mais rápido do que a minha consciência conseguia acompanhar. Após o feito a Evelyn impostora também caiu de encontro a grama, tão inerte quanto os outros dois cadáveres. Na verdade foi solta, onde a boneca se encontrava, agora estava uma mulher pálida, de fios loiros e olhar claro, sua íris acinzentada e sem vida carregava ódio.

- Ravenna...

A palavra escapou de meus lábios sem que eu sequer entendesse seu significado, e antes que eu pudesse colocar os pensamentos em ordem o mundo foi engolido pela escuridão.

~//~

Acordei arfando, lutando para encher de ar os meus pulmões, coberta de suor. Me sentei com medo de voltar a dormir, levando ambas as mãos ao rosto e percebendo as lágrimas que manchavam a minha face, molhando a raiz do meu cabelo acima das minhas orelhas. "Ravenna"... A palavra, ou melhor, nome, continuava ecoando pela minha mente, me levando de volta ao olhar distorcido daquela mulher. Seu rosto agora parecia turvo na minha memória, como se a névoa do sonho ainda se esgueirasse sobre a minha consciência, me mantendo afastada daquela existência sombria. Fiz o possível para passar desapercebida pelo caminho até o banheiro do dormitório feminino, me assustando com o meu reflexo no espelho ao adentra-lo. A Evelyn me encarando de volta estava pálida e descabelada, sua pele brilhava coberta pelo suor e seus olhos estavam fundos e bem avermelhados. Uma jovem profundamente desordenada, por dentro e por fora. Um sorriso macabro traçou seus lábios, uma peça cruelmente pregada pela minha memória do sonho recente, me forçando a desviar o olhar e correr para baixo do chuveiro. O usual banho quente e relaxante foi substituído por uma chuveirada forte e gelada, eu ainda me sentia presa as sensações provocadas pelo pesadelo, e queria acordar logo daquela realidade falsa.

Não demorou muito para que eu me aprontasse, queria sair sob a luz do sol e me afastar das sombras o mais rápido possível, precisava ver e conversar com outras pessoas para me sentir de volta. Parte de mim ainda estava presa na noite eterna criada dentro da minha cabeça. Com sorte a missão marcada para hoje cobriria bem a tarefa de me abstrair. Me lembrar do meu encontro com o Argonauta fez com que todo o resto subitamente parecesse distante, sua luz aquecia meu coração, mas sua imagem morrendo para a minha versão do mau assombrava parte desse sentimento. Tentei me focar em melhorar o meu humor no caminho para o ponto de encontro, para não transparecer meu desequilíbrio interno e acabar preocupando meu já atencioso parceiro. Esse seria um tipo de continuação da última missão, mais focado nas armas desta vez. Devido ao nosso sucesso na última empreitada o nosso grupo seria mantido, com exceção de Marcella, que infelizmente ainda estava se recuperando de seus ferimentos da última batalha. Então por hora seríamos só eu e Pietro, o que abria uma janela conveniente para conversar com ele e me aproximar mais do meu Argonauta. De alguma forma instintiva eu sabia que a presença dele no meu sonho não era apenas obra dos fortes sentimentos que o rapaz me provocava, e eu estava pronta para contar meu pesadelo a ele, por mais que isso pudesse assusta-lo. Entretanto esperaria o fim da missão, em favor de não nos desviar do nosso foco.

Em pouco tempo estava parada de pé no local marcado, porém ao contrário da outra vez nem mesmo o Pretor se encontrava lá. Me sentei em um banco de mármore estranhando a demora dos outros dois, e só então me ocorreu olhar as horas. Eu havia me deixado abalar profundamente pelo pesadelo de mais cedo, e estava distraída. Como consequência havia chego quase duas horas antes do combinado, ainda por cima achando que estaria atrasada. Fui em busca de qualquer lanchonete que poderia haver próximo dali para comprar café com leite, o líquido me ajudaria na concentração e melhoraria meu humor, também me ajudaria a matar algum tempo enquanto esperava. Me perdi em pensamentos até que positivos enquanto esperava, tomar algo doce e quente, como eu gostava do meu "leite com café", direcionou a minha mente para a minha antiga casa com a minha mãe e Alexander. Nosso convívio era bom, e todo dia era uma aventura, até tudo começar a mudar... Antes que eu pudesse voltar a ter pensamentos sombrios avistei Pietro e o mesmo Pretor de antes, que se apresentou como Marco, andando juntos em minha direção conversando distraídos.

O Argonauta, como se sentindo o meu olhar, cravou seus olhos nos meus, me encarando com certa intensidade antes de um sorriso confiante enfeitar seus lábios. Sorri de volta não escondendo a minha felicidade em vê-lo, não fazia sentido tentar esconder. Vi no seu semblante quando se aproximou que a minha palidez e meu olhar avermelhado não lhe passaram desapercebidos, entretanto o rapaz não disse nada no momento, talvez em razão de me preservar na frente do Pretor. Cumprimentei Pie com um abraço apertado, praticamente saltitando até seus braços, e Marco com um aceno e um sorriso. O mais velho nos parabenizou novamente pelo sucesso da última missão, e nos informou da considerável melhora de Marcella, que já havia acordado e estava agindo normalmente. Com tudo esclarecido, começou a nos contar os detalhes da próxima missão, nos entregando um mapa velho e surrado, um pouco difícil de ler, mas nada páril para o GPS humano Evelyn Camahan!
O nosso trabalho agora seria rastrear armas perdidas em batalhas passadas, e a tarefa me animou o suficiente para me fazer esquecer completamente minha manhã perturbada. Seria como uma caça ao tesouro, ou melhor, uma escavação arqueológica com mamãe! Exceto que seria com Pietro dessa vez, detalhe importante.

Ao fim de toda a explicação eu mal aguentava esperar o momento de partir de tanta animação, e esperava que Pietro tivesse anotado bem os detalhes mais importantes, pois eu havia me distraído tentando ler o mapa de tudo quanto foi jeito, até conseguir entender vagamente suas instruções. Nos despedimos brevemente, Marco nos desejou boa sorte, e assim partimos rumo aos arredores da cidade. Não éramos o único grupo com um mapa e esta mesma missão, então havia a chance de nos encontrarmos com outros grupos quando estivéssemos próximos ao nosso destino. Só esperava não encontrar com nenhum Orc dessa vez. Praticamente arrastava Pietro pelo braço, tagarelando sem parar sobre tudo que eu sabia acerca de escavações e recuperação de relíquias, quando me lembrei que ele havia se machucado bastante no tal encontro com o Orc.

- Mudando de assunto Pie, como estão as suas feridas? Você parecia tão bem quando nos despedimos antes de ontem que eu até havia me esquecido das feridas feias que você havia conseguido na batalha com o Orc...

Parecendo achar graça da minha pergunta o Argonauta tratou de me acalmar, explicando brevemente suas habilidades de regeneração avançadas dentre outros fatores. Ouvia tudo atentamente enquanto pedia um táxi e nos guiava para o local assinalado no mapa, que não era nada perto por sinal. Esperava que Pietro curtisse caminhadas, pois o táxi só nos pouparia de metade do caminho, a parte ainda dentro da cidade. Levou algo em torno de uma hora e mais alguns minutos para que enfim começássemos a nos aproximar do nosso destino. Mantive um olhar atento durante toda a caminhada para fora da parte urbana, enquanto manejava com cuidado o velho mapa. O material que se assemelhava a papiro já estava bem frágil pela ação do tempo, e ameaçava se partir a qualquer pequena força aplicada sobre sua massa. Quando enfim chegamos percebi que não tínhamos realmente um plano para encontrar as armas, nem tempo, e nem mesmo ferramentas ou uma equipe de escavação. O mapa assinalava o local, mas sua área era consideravelmente grande e as armas poderiam estar a metros abaixo de nós no solo, soterradas pela terra.

A paisagem em contraponto ao nosso problema era de tirar o fôlego. Um tapete de grama bem verde cobria quase toda a extensão da área, o que pareciam ser ruínas de uma pequena construção já desabada jazia a alguns metros de nós, e ao fundo bem longe era possível enxergar um pequeno bosque com algumas árvores em volta de um lago. Quem diria que os arredores de Roma poderiam ser tão lindos. O céu estava bem azul com apenas algumas nuvens que faziam sombra no gramado, a brisa soprava suave dançando com a grama e refrescando-nos do calor pelo contato direto com o sol.

"O local perfeito para um piquenique, não acha?"

A voz de Pietro em meio ao silêncio e paz me assustou, me relembrando do começo do meu quase agradável pesadelo. O Argonauta por pouco me fez considerar a ideia, apesar de tudo, eu sabia que o rapaz tinha sempre as melhores intenções e nada com ele seria desagradável. Sacudi a cabeça com força tentando afastar as lembranças, e focar na missão... - Talvez... Eu acho que não quero pensar em piqueniques por um bom tempo... - Torci o nariz enquanto respondia o rapaz, me concentrando e mentalizando possíveis armas que poderiam se encontrar por ali, como espadas, machados, lanças... Fui surpreendida por diversas presenças ao nosso redor que me confundiam e dificultavam o rastreamento, havia uma quantidade considerável de armas perdidas por ali, mas o centro dessa energia era a antiga construção em pedaços, então iniciei uma caminhada apressada para o local. - Bom, se tem um lugar suspeito por aqui, com certeza é esse. O que será que isso era? - Perguntei curiosa, sem conseguir conter meu lado arqueóloga. Eu e Pietro nos aproximamos, dando algumas voltas ao redor do que sobrou da construção, que não era muito maior do que uma cabana média de caça. Superficialmente não havia nenhum sinal de arma alguma, e por mais que isso fosse completamente contra os ensinamentos que eu havia recebido, precisaríamos mexer nos destroços para desenterra-las.

Antes mesmo que eu precisasse comunicar a minha decisão Pietro já estava afastando algumas pedras e pedaços mais superficiais da construção. Força não era o meu forte, mas eu fazia o que podia para retirar pedras menores e afasta-las abrindo espaço. Depois de quase uma hora sem muita sorte, encontramos apenas armas velhas e quebradas em sua maioria, que eu ia separando sobre a grama, tesouros para mim, pistas que contavam sobre batalhas passadas, porém lixo para o nosso propósito. Pietro interrompeu nosso trabalho parecendo frustrado. Ao contrário de mim, que já estava acostumada a passar semanas em um mesmo sítio arqueológico escavando para encontrar muito menos, o Argonauta não parecia ser dotado de toda essa paciência. "Ok, já chega Musa, vamos passar o dia inteiro aqui desse jeito, e não encontramos nada que possa ser utilizado ainda!". O Argonauta pareceu se concentrar por alguns segundos, eu não o atrapalhei, deixei que pensasse ou fizesse seja lá o que estava pensando.

"Se afaste por favor Eve..."

Fiz como comandado dando alguns passos para trás, e observei paciente, sem saber pelo que esperar. De repente um tremor, quase imperceptível viajou da sola de meus pés através do meu corpo. Terremoto? Não... Observei incrédula o tremor aumentar, a medida que o que sobrou da estrutura antiga cedia, revelando diversos tipos de armas envoltas em uma aura brilhante, que voavam até Pietro parando próximas a ele. Tive que segurar minhas próprias armas para que não fossem junto, outras armas também vinham de outros lugares, algumas emergiram do solo, outras viajaram uma distância maior vindas de esconderijos desconhecidos, enfim... Em pouco menos de 5 minutos o que pareciam ser possivelmente todas as armas no local flutuavam próximas de Pietro, o imã humano. Quando novas armas pararam de surgir, Pietro abriu os olhos e a aura brilhante em volta dos objetos desapareceu, derrubando algumas pilhas de metal espalhadas ao redor do Argonauta, que sorria satisfeito para mim.

- Eu acho que poderíamos ter usado essa estratégia desde o início, não concorda? - Levantei uma sobrancelha bem humorada para o rapaz, que tratou de articular uma breve defesa. - Certo, vamos separar a sucata do ouro.

Começamos a separar o arsenal antigo, assim como antes havia uma maioria de armas velhas e enfraquecidas de mais para serem reutilizadas, porém agora havia uma pequena porcentagem de verdadeiros tesouros também. Em uma pilha separada juntei algumas espadas que ainda pareciam muito bem preservadas, a lâmina estava um pouco cega pelo uso, mas nada que um bom filho de Hefesto não pudesse resolver afiando-as. Há alguns metros de mim Pietro se encantava com todo tipo de arma, minutos atrás estava analisando e dissertando sobre uma alabarda de bronze celestial que havia encontrado, e agora balançava um belo sabre no ar, investindo contra um inimigo invisível. Não pude evitar sorrir com a cena, o rapaz parecia uma criança de 10 anos abrindo seus presentes de natal, Pietro realmente amava armas, era perceptível. Um vulto que investiu em sua direção, entretanto, me arrancou de meus pensamento. O tilintar do Sabre de Pietro contra a lança que havia voado sozinha em sua direção me assustou, a arma fantasma pegou de raspão no rosto do rapaz e foi arremessada longe graças a defesa ainda mais rápida e improvisada do Argonauta.

- O que foi isso? Você esta bem? - Corri em seu encontro preocupada e perplexa... Eu estava olhando em sua direção quando ele recebeu o golpe, não havia nada nem ninguém lá. Sua velocidade de defesa também me surpreendeu, foi quase surreal seu tempo de reação. - Como você soube?...

" Eu não sei... Foi um tipo de premonição. Mas eu estou bem, foi só um arranhão. Seja lá o que for não vai parar Eve, se prepare..."

Fiquei de costas para Pietro, assumindo que o ataque poderia vir de qualquer direção o melhor era cuidarmos da retaguarda um do outro. Não precisamos esperar nem houve muito suspense, logo outras armas espalhadas pelo local investiam em nossa direção, em uma dança mortal. Fazíamos o nosso melhor para parar as lâminas com as nossas, porém já começávamos a nos cansar, e a medida que nossas energias iam sendo drenadas pequenos arranhões e cortes surgiam pelo nosso corpo. Não poderíamos continuar defendendo para sempre, eram muitas armas e o ataque não cessava. Porém o que faríamos contra um inimigo invisível? Foquei meus esforços em analisar a situação, precisava de um plano para nos tirar dali vivos, e a medida que desviava o meu foco as feridas sobre minha pele aumentavam. Ignorei a dor e comecei categorizando nossos inimigos, eles eram invisíveis e possivelmente intangíveis, entretanto tinham poder para controlar objetos pesados. Fantasmas talvez? Assumindo que eram realmente espíritos irritados, e não alguém com telecinese sem o que fazer, poderiam ser purificados, certo? Aquela altura meu corpo já ameaçava ceder pelos cortes cada vez mais profundos espalhados por sua extensão, eu tinha pouco tempo e precisava agir.

Percebendo a minha dificuldade em me defender, Pietro me protegeu com uma espécie de escudo que aparou os golpes desde então, entretanto não parecia que iria durar muito. Como resultado de seu esforço para me proteger o Argonauta foi atacado com ainda mais intensidade, recebendo alguns cortes mais profundo e dolorosos. Aproveitei a deixa para guardar minhas armas e me ajoelhar, me concentrando nas chamas sagradas de Héstia dentro de mim. - Héstia dama do fogo e da família, por favor me de forças para proteger aqueles que eu amo, me de o poder necessário para purificar o mau... - Como se respondendo ao meu chamado senti meu corpo inteiro queimar se iluminando com as chamas da deusa, que se espalharam em uma explosão que atingiu um raio de 10 metros ao nosso redor, queimando tudo que fosse mal e negativo. O fogo não faria mal ao meu companheiro, pelo contrário, poderia até ajudar na regeneração de suas feridas. Como resultado os ataques cessaram, assim como o escudo de Pietro. Formas tumulizaram no ar a nossa volta, imagens de guerreiros, soldados feridos e cansados, se tornavam visíveis aos nossos olhos. Sua raiva era quase palpável, como uma aura negra que os cercava. Meu poder infelizmente não havia sido suficiente para exorciza-los, porém agora eles eram visíveis, o que ajudava bastante.

Percebendo enfim a situação em que nos encontrávamos, Pietro tomou a iniciativa transformando sua espada no que pareceu uma transformação a nível de material da arma, a lâmina brilhou em um tom diferente, talvez algo que permitisse o semideus lutar contra os mortos. Em seguida fechou seus olhos e se concentrou, entre seus murmúrios consegui captar algo sobre "invocação", e em poucos segundos guerreiros incorpóreos começaram a tomar forma ao nosso redor, entre nós e os fantasmas furiosos. Estes soldados e cavalheiros, diferente dos fantasmas de antes, brilhavam com uma aura fraca avermelhada, e eram movidos não por ódio, mas por algo diferente que eu reconheci como obediência talvez. Junto com seus guerreiros, Pietro investiu contra os fantasmas, cortando um atrás do outro, a cena era uma verdadeira batalha entre exércitos tirada de um filme épico. Uma luta equilibrada entre fantasmas de diferentes facções, como eu não havia pensado naquilo antes? Talvez papai também pudesse me ajudar. Fechei meus olhos clamando por ajuda à Hermes, e quando os abri de volta uma única forma tremulava a minha frente. Um homem de aura esverdeada me encarava a poucos metros de mim, sua forma era magra e vestia trapos, em suas mãos um par de adagas. Fiz o meu melhor para esconder a minha decepção perante o único fantasma que havia sido capaz de invocar...

- É... Você não era bem o que eu imaginava, mas toda ajuda é bem vinda, lute ao lado do filho de Marte e acabe com seus inimigos!

O fantasma se juntou a Pietro, escondendo-se sobre sua sombra e aparando ataques que viessem de suas costas, já que a sua frente o argonauta já dava conta do recado. Entre o tilintar de espadas e os gritos esganiçados de espectros encontrando a morte pela segunda vez, a batalha teve seu desfecho, antes mesmo que eu pudesse pensar em tomar mais alguma ação. Não pude evitar me sentir inútil, por não poder encarar os fantasmas de frente como Pietro fez. No fim as armas voltaram ao seu estado inanimado no solo, nos lembrando de que não iriam se reagrupar e reorganizar sozinhas. Os fantasmas desapareceram, assim como os que havíamos invocado. Ajudei Pietro a minimizar suas feridas com minhas chamas, e o anel da lareira, ainda que não fosse muito necessário devido a sua boa regeneração. Em meia hora já havíamos nos organizado novamente, voltando aos nossos afazeres com as armas. Me chamou a atenção um brilho afastado de nós, sobre uma rocha. Cutuquei Pietro apontando a forma tremulando, e este já sacou sua espada, me acompanhando cautelosamente até o local. Quando chegamos um guerreiro sem seu elmo, um homem idoso, estava quieto sentado sobre a rocha. Ao seu redor uma aura azulada tranquila indicava que este fantasma não era como os outros...

" Eu costumava ser um guerreiro orgulhoso, até ser deixado para trás e morrer bem aqui, nesse campo. Como eles, fui tomado por ódio e vingança, desesperado por saber que nunca voltaria ao meu lar, que já nem existe mais... Porém estou muito velho e cansado para continuar, agora eu só quero que tudo acabe. Podem fazer isso por mim? Abaixo dessa pedra está a minha preciosa espada, presenteada pelo rei a quem eu tão fielmente servia. Será de vocês, se concordarem em cumprir o meu desejo..."

A voz tranquila do fantasma soou como uma súplica final, Pietro pareceu confuso no início, mas logo levantou sua espada com olhar sério de compreensão. Parei sua lâmina antes que tomasse velocidade, olhando-o com um pedido silencioso, e ele abaixou a arma. - Deixe-me tentar algo antes... Acho que posso fazer isso de um jeito mais tranquilo e gentil... - Me aproximei do fantasma, erguendo as palmas das mãos em sua direção, ele levantou o olhar uma última vez analisando meu rosto e sorrindo fraco. Canalizei a mesma energia tirada das chamas sagradas de Héstia que havia usado anteriormente para tentar exorcizar os espíritos, porém desta vez o fiz mais gentilmente. Meu desejo era levar paz aquele homem, verdadeiramente. A mesma luz de antes tomou conta dos meus braços e mãos, envolvendo o fantasma suavemente até que este se tornou um com a luz e desapareceu. "Obrigado senhorita..." foi a última coisa que ouvi, antes da luz desaparecer.

- Obrigada por me deixar fazer isso. Queria ter sido capaz de fazer o mesmo por todos os outros que derrotamos. Mas estou feliz por ter conseguindo ajudar ao menos este homem. Talvez isso me ajude a dormir a noite hehe...

Esclareci a situação para Pietro, e claro que ele não deixou barato e aproveitou a brecha para perguntar sobre o meu aparente estado de espírito estranho, que eu mantinha desde aquela manhã. Pedi ajuda ao Argonauta para mover a pedra, e não precisamos cavar muito para achar a espada, que por pouco não havia sido puxada junto as outras para Pietro. "Esta devia estar escondida bem fundo abaixo do solo", comentou... "E não é uma espada qualquer, esse é o tesouro que procurávamos minha musa!" Sorri para o rapaz, sendo contagiada pelo seu ânimo, porém segurei sua mão, guiando-o até um bom lugar para sentar, onde podíamos observar o sol já avermelhado, ameaçando se esconder atrás das árvores. - Preciso te contar uma coisa... - Confessei para o maior, que pareceu perplexo com a minha atitude repentina. Contei a ele sobre a minha estranha visão na última missão, e narrei detalhadamente meu pesadelos desta manhã, não deixando o nome que havia pronunciado de fora. Durante todo o tempo Pietro me ouviu calado, porém sua fisionomia não escondia, ele sabia de algo. Seu olhar era preocupado, parecia que havia visto um fantasma, o que era engraçado levando em conta que havíamos visto vários hoje, e nenhum havia deixado-o tão... Não encontrei a palavra certa para descrever o medo no olhar do rapaz. Seu auto controle ameaçou ceder ao fim, quando pronunciei o nome "Ravenna".

- Eu estou com medo Pie, tenho medo de voltar aquele dormitório, tenho medo de voltar a dormir... Pode parecer meio infantil, mas... Estou com medo de dormir...

Pietro tentou se recompor, se levantando e me ajudando a levantar em seguida, me guiando de volta para onde havíamos juntado as duas pilhas de armas. "Vamos terminar isso logo, antes que vire noite, e vamos voltar. Passaremos no seu dormitório para pegar suas coisas e vamos para a minha casa. Lá estaremos seguros." O Argonauta praticamente decretou, prometendo esclarecer o que pudesse quando chegássemos na sua casa, entretanto o homem parecia tão confuso quanto eu. Escondemos de volta as armas antigas e que não poderiam ser reutilizadas junto dos destroços, para que não acabassem em mãos erradas, e guardamos as que havíamos conseguido na mesma caixa mágica que havia ganhado das amazonas da outra vez. O objeto encolheu com as armas dentro e Pietro guardou no seu bolso. Voltamos o mais rápido possível, como se estivéssemos fugindo da noite. A medida que a lua e as estrelas faziam-se presentes no céu os ferimentos do meu companheiro começavam a desaparecer, assim como o meu recente medo noturno. Ver o céu estrelado de novo me trouxe paz, me lembrando do quanto eu o amava e me tranquilizando. Ri com a ideia de ter medo da "noite", agora soava ridículo para mim. Assim que chegamos a cidade pedimos um táxi, entregando as armas para o Pretor assim que chegamos no Júpiter, e seguindo com nosso planejamento após cumprir a missão.

Prêmio da Roleta da Sorte:
1. Tubo Pack especial: (Em uma postagem de sua escolha – valido para qualquer missão, evento, mvp, pvp, e afins – o semideus terá a xp duplicada pelo avaliador, lembrando que é necessário colocar esse prêmio em spoiler caso deseje que sua xp seja duplicada. Não tem prazo, mas só poderá ser usado uma vez). Situação: Cheio 0/1.

Status e Observações:
Status:

EVELYN CAMAHAN
HP: 165/260
MP: 100/260
160

 ATRIBUTO  PONTOS ATRIBUTO  PONTOS
ForçaConstituição
Velocidade•••Destreza••
Controle Corporal••Inteligência ••
DeterminaçãoManipulação ••

Equipamentos e Habilidades:
Equipamentos:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Adagas da Princesa Caçadora de Demônios [Duas adagas com 15cm de comprimento, de lâmina completamente negra, as lâminas são serrilhadas o que garante um maior dano, dando uma aparecia assustadora para tais adagas. | Efeito 1: São encantadas para aumentar a força do usuário em 30% quando ambas são empunhadas. Entretanto, ao empunhar ambas ao mesmo tempo, o corpo do semideus irá assumir uma outra consciência, como se ainda fosse a garota amaldiçoada, caçando demônios – sendo que apenas será válido para monstros, etc., pessoas que integram o grupo Demônios de Nyx/Nox não estão inclusos –. Sendo que a consciência do mesmo irá apenas retornar quando seu corpo tombar de cansaço, o que irá ocorrer após 5 turnos usando ambas as adagas, ou alguém arrancar uma das adagas de sua mão. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas | Beta. | Status: 100% sem danos | Comum | Arsenal do Acampamento]

• Anel da Lareira [Um anel de aparência comum, feito de Bronze celestial e que se encaixa em qualquer dedo de preferência da vestal, sendo que ao ser utilizado por outra pessoa o anel irá diminuir ou aumentar. | O anel, ao ser ativado possui três tipos de fogo, porém eles só poderão – cada um – ser utilizados uma vez por missão, mvp, pvp ou evento. O primeiro irá liberar um fogo avermelhado, que pode ser posto em armas, provocando +30 de dano. O segundo é um fogo azul, que irá curar em 10% os aliados próximos (até cinco metros de distância) e, por último, há um esverdeado, que aumenta a velocidade a vestal em 15%. | Bronze Celestial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Vestais de Héstia/Vesta.]
Habilidades Passivas:
Nome do poder: GPS Nato.
Descrição: Nesse nível os filhos de Hermes conseguem facilmente se localizar no globo terrestre. Eles também sempre sabem como chegar a qualquer lugar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre saberá onde está, ou como chegar em determinado local, ou seja, nunca fica perdido.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Laços Familiares I
Descrição: Ao lutar ao lado de um ente querido ou outras vestais, as seguidoras de Héstia/Vesta têm mais chances de acertar seus golpes e afetar o seu adversário.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de assertividade em seus golpes, +10% para o familiar que estiver em batalha junto à vestal.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Amor Familiar
Descrição: A presença de uma vestal ao lado de seus aliados intensifica os laços de união entre eles e a disposição em batalha.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A vestal inspira mais união entre os aliados, dando-lhes 20% a mais de assertividade em seus golpes.
Dano: Nenhum
Habilidades Ativas:
Nome do poder: Sentir presença
Descrição: Caso esteja procurando um objeto em especifico poderá localiza-lo em poucos minutos, desde que saiba sua localização – por exemplo: Saiba que ele estar numa ilha, mas não o ponto exato – ao seguir para esse local saberá exatamente em que ponto está a arma escondida. É um sentimento, um sentido extra que lhe permite encontrar o que procura com mais facilidade, funciona como um GPS.
Gasto de Mp: 40 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nome do poder: Purificar II
Descrição: A chama sagrada de Héstia/Vesta sempre teve o poder de purificar o mal das casas e cidades consagradas à deusa. Através do fogo, as vestais podem purificar envenenamentos ao tocar na parte atingida, bem como “espantar” forças malignas que sejam mais fracas que ela.
Gasto de Mp: 50 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A pessoa envenenada (seja um aliado ou a própria vestal) recupera 35% seu HP gradativamente.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Mestre dos ladrões I
Descrição: O filho do deus dos ladrões consegue invocar espírito de ladrões mortos para lutar a seu lado. Nesse nível, consegue invocar apenas um espírito e ele lutará ao seu lado por dois turnos.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP por golpe (É um fantasma, logo, não causa grandes danos).
Extra: Só fica dois turnos em campo.



Última edição por Evelyn Camahan em Seg Out 01, 2018 2:15 am, editado 1 vez(es) (Razão : Concertando spoilers)



Evelyn Camahan
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Re: Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

Mensagem por Netuno em Seg Out 01, 2018 5:53 pm


Evelyn Camahan

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 12.000 XP + 7.000 Dracmas + 10 Insígnias.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas:50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%
12.000 XP + 7.000 Dracmas + 10 Insignias.
[DEVIDO AO USO DE PACK A XP FOI DOBRADA PARA 24.000]
Spoiler:
Querida Evelyn, eu realmente não tenho o que reclamar de você. Eu acompanhei as suas missões e percebi que a cada avaliação você conseguia melhorar, praticando o que lhe foi apontado, apesar do pequeno incomodo que aconteceu durante o evento você não se deixou desanimar, conseguindo fechar com chave de ouro a sua última missão. A única coisa que lhe peço é que divida seus parágrafos, eles acabam ficando extensos e massantes de se ler, fora isso só posso lhe dar os parabéns.

Atualizado.



_ Netuno_
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Re: Pietro Di Giorgio & Evelyn Camahan [Fixas]

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