The Blood of Olympus
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REBORN [CCFY]

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REBORN [CCFY] Empty REBORN [CCFY]

Mensagem por Bree Weckzourt em Ter 11 Set 2018, 19:56

reborn
— Rhea. — acenei brevemente com a cabeça assim que a feiticeira surgiu em meio as árvores à esquerda da entrada do spa. Sua expressão mórbida quase me fez sorrir.

— Kim. — assim como todos, ela me chamou pelo sobrenome. Diferente de mim, o movimento de sua cabeça permitiu a minha aproximação.

Acelerei o passo para alcançar a filha de Leto que conheci após o treinamento ministrado pela líder das feiticeiras de Circe, Louise, três dias atrás. Com a permissão da deusa, passei ditos dias no spa, acomodada em um sofá aleatório, enquanto Rhea planejava e preparava o ritual ao qual eu seria submetida.

O silêncio que imperava somente era interrompido pelos nossos passos apressados que vez ou outra amassavam folhas mortas ou rompiam gravetos. A escuridão não atuava contra nenhuma de nós, pois descendíamos de deuses ctônicos, e a familiaridade da feiticeira para com a ilha era colossal. Morando ali por anos, ela conhecia tudo como a palma da própria mão.

— Estamos chegando. — ela informou, parando abruptamente. Pela curta distância que eu tinha dela, pude evitar uma colisão. Ao correr os olhos rapidamente pelo nosso âmbito, suspeitei que a afirmação da jovem se deu pela existência de uma incomum escadaria terrosa a poucos metros de nós.

Engoli em seco e retomei a corrida, no encalço de Rhea ao subir tal escada. Poucos segundos depois disso o matagal se abriu em uma clareira mediana iluminada precariamente pela luz da lua. Lua esta que à meia noite deixaria sua fase nova e passaria a ser cheia. De acordo com a feiticeira, este fato tinha total influência sobre o ritual, uma vez que potencializava sua assertividade.

Ao longo de um instante, mantive-me estática. Ao que parecia, um pentagrama havia sido desenhado no centro da clareira e, ao seu redor, algumas velas escarlate já estavam acesas. Eu era uma completa leiga neste assunto, mas podia confiar no que Rhea faria. Ela era conhecida por seguir um ramo distinto de suas companheiras feiticeiras: o da morte. E exatamente por este motivo, ao conhecê-la no treinamento, eu pedi sua ajuda.

O poder de Nyx que corria no meu corpo provinha da alma de uma de suas filhas que fora armazenada em mim pela própria deusa. Felizmente, a maior parte do tempo dita alma era oprimida, e eu permanecia no comando. No entanto, a adaptação a esse fato foi confusa e complexa, levando principalmente em conta a mudança da minha aparência.

Eu não me considerava a favor e nem contra a deusa da noite, mas estava farta de disputar o meu próprio corpo com sua falecida filha. A vontade dela de que a possessão ocorresse era exatamente igual a minha: nula. E por isso estávamos ali.

— Kim? — Rhea me chamou, puxando-me de volta à realidade. — Deite-se aqui no meio. — seu dedo apontava o pentagrama proporcionalmente desenhado para mim. A visão noturna me permitiu ver o punhal e a varinha que ela tinha em mãos.

— Espero que isso funcione. — murmurei, atendendo a ordem. Assim que me aproximei do pentagrama, vi que em cada ponta foi desenhada uma runa diferente: Inguz, Mannaz, Tiwaz, Wunjo e Fehu. E, ao centro dele, havia Thurisaz. Eu não me lembrava exatamente da funcionalidade de cada uma, mas sabia que elas eram, quando devidamente usadas, muito poderosas.

— Me dê sua mão. — sem pisar no desenho, a filha de Leto usou o punhal para riscar a palma da minha mão destra e, depois de apertá-la um pouco, fazer meu sangue pingar no solo e de repente escorrer por toda a extensão do pentagrama.

Instruída pela moça, deitei com a barriga para o céu estrelado e me foquei nele. À medida que ela derramava gotas do próprio sangue nas runas gravadas externamente, a luz fraquíssima, avermelhada e de aspecto sobrenatural que provinha do desenho era mais evidente.

— Esvazie sua mente, Kim. Não deixe nada além dela em foco. — eu entendi perfeitamente bem a quem ela se referiu. Àquele momento, era muito difícil não fazer o que me fora dito. Com a possibilidade de finalmente expulsar a alma invasora do meu corpo, eu não conseguia deixar de pensar nela. Em silêncio, eu tinha certeza de que ela agradecia pelo que eu estava fazendo.

Fechei os olhos quando a feiticeira encetou contínuos sussurros em algo que me pareceu latim. Por alguma razão, eu não conseguia compreender a língua como os outros semideuses, portanto me mantive concentrada em meu único dever. Nisso, pude escutar o ressoar da voz tênue e distante da filha de Nyx. Tão distante que eu mal podia entender o que era dito, mas senti um calor interno, um calor acolhedor. Assim como eu, ela estava de acordo com isso.

O tom de voz de Rhea ficou mais grave repentinamente. Ajoelhada nas proximidades dos meus pés, do lado de fora do desenho, ela ainda murmurava o que eu acreditava ser uma ativação ou catalização de energia relativa ao ritual. Simultaneamente, meu corpo quente arrepiava cada vez que as rajadas gélidas e frequentes do vento se chocavam contra ele.

Escancarei a boca ao sentir um aperto em meu coração, como se alguém tentasse tirá-lo do lugar sem me matar antes. Em resposta, gritei, sem sequer perceber o eco que se propagou pela floresta deserta. Meu corpo se contorceu por inteiro, minha mente ficou prestes a explodir e aquela chama acolhedora que eu sentia se tornara voraz, indômita, destruidora.

Flashes da minha luta contra o Leão de Nemeia piscaram na minha mente involuntariamente. Era como se o fogo grego que consumiu o famoso monstro mitológico de dentro para fora estivesse fazendo o mesmo comigo. E a cada segundo que se passava, a cada tentativa de respirar e permanecer viva, o fogo parecia ficar mais forte.

A progressividade da dor era absurda. Em determinado momento, porém, ela desapareceu. Os calafrios também se foram, acompanhados pelos murmúrios de Rhea e pela energia que eu sentia no ar durante o ritual. Abri os olhos, então, com extrema lentidão, temendo o que seria visto.

Diferente do que eu esperava, o breu permaneceu.

Minhas mãos se aproximaram do meu rosto e eu aí eu senti o ar faltar. Eu estava ajoelhada, mas não sabia como tinha ido parar nesta posição. E o piso era rígido e gélido, como porcelanato ou granito. Mas eu não o via, mesmo se coçasse os olhos infinitas vezes, e tampouco via meus próprios dedos ao pô-los diante dos olhos.

— Rhea? — o desespero ficou nítido na minha voz. O que estava acontecendo? — Rhea? RHEA!

Meus gritos ecoavam no misterioso lugar em que eu estava. Era claro que não era mais a clareira das luas na ilha de Circe, mas como eu havia sido tirada de lá? E por quê?

O rangido de uma porta se abrindo e em seguida se fechando me calou e me fez encolher o corpo. Com o rosto voltado na direção do barulho, indaguei com evidente medo:

— Quem está aí?

Passos apressados então surgiram, vindos em minha direção. Por instinto, recuei, mas logo fui impedida pelo que imaginei ser uma parede. Os segundos que vieram a seguir foram de completo silêncio, até que gritei ao sentir mãos frias tocarem meus ombros.

— Nós não temos muito tempo, filha.

O termo usado para se dirigir a mim foi impactante. Minhas sobrancelhas automaticamente se ergueram e meus lábios construíram um perfeito o. Eu nunca havia conversado com meu pai, o que logo me fez concluir uma coisa.

— Eu morri.

— Não, minha querida, você não morreu. Mas se demorarmos demais eu não poderei fazer nada para impedir que isso aconteça.

Outros segundos em completo silêncio. Se eu não estava morta, como estava com meu pai? E por que estava cega? Antes de metralhar o deus com minhas perguntas, ele felizmente se manifestou:

— Tecnicamente você morreu, na verdade. Vocês deveriam saber que o ritual da filha de Leto não seria suficiente para combater a magia de Nyx.

— É... — falei, desapontada.

— Você está cega porque ela vê através dos seus olhos. Bloqueando sua visão, automaticamente impeço que ela acesse seus outros sentidos. Isto é temporário, porém.

— E estamos em seu palácio? — usei a lógica ao lançar o questionamento.

— Sim. Em sua morte, sua alma veio até mim enquanto a da filha de Nyx foi até Hades, minha contraparte grega. Sendo duas almas saindo de um só corpo, pude resgatar a sua.

Ele respirou fundo, erguendo as mãos para tirar minhas madeixas do rosto e ajeitá-las atrás das minhas orelhas. Afinal de contas, ele era Plutão?

— Hades não é meu pai? — foi o que consegui perguntar, igualmente impactada com a descoberta.

— Hades reclamou você porque, além de raros, meus filhos são mal vistos. A reputação dele é melhor do que a minha. Entretanto, eu tive de intervir agora para te salvar.

Houve uma pausa. Talvez o deus a tivesse feito para que eu assimilasse melhor o que ele dizia, ou talvez já tivesse ido embora.

— Pai? — lágrimas escorriam pelas minhas bochechas.

— Estou aqui. — ele disse depois de respirar profundamente.

— Obrigada. — assim que proferi a palavra, o homem me abraçou. Seu toque, que inicialmente pareceu frio, agora era quente e acolhedor.

— Você precisa ir. Sua amiga precisa de ajuda. — informou e respirou fundo outra vez. — Em breve nos encontraremos, minha querida. Seja forte.

Voz alguma saiu da minha boca quando tentei replicar as últimas frases ditas pelo deus. Somado a isso, a realidade pareceu ser transformada e meu corpo estremeceu até tombar no piso gelado, levando minha consciência de volta à ilha de Circe.

_

Em um ímpeto, como se eu estivesse acordando de um pesadelo, impulsionei meu tronco para cima e busquei o ar como louca, fazendo um barulho esquisito. O esboço de um sorriso surgiu nos meus lábios assim que vi minhas pernas sobre a grama, mas se desfez quando os gemidos emitidos por Rhea chegaram até mim.

As velas estavam apagadas e o desenho do pentagrama estava borrado. A cerca de dez metros de mim, a feiticeira conjurava feitiço atrás de feitiço, alvejando os cães infernais que conseguiam se aproximar demais.

Assim como ela, eu estava despreparada para um combate. Até onde eu sabia, não era muito comum a presença de monstros na ilha de Circe, mas provavelmente o ritual realizado desencadeou a aparição deles à mando da deusa da noite. Se eu não agisse logo, nós poderíamos morrer.

Pisquei atonitamente ao me levantar, sentindo um quê de estranheza no meu corpo. O resultado da minha curta e bizarra aventura super recente não foi muito bom. Algo me dizia que meus poderes, mesmo na noite, não seriam uma boa escolha. Eu não tinha, porém, outra alternativa. Não depois de ser avistada por um dos monstros.

— Rhea! — gritei para chamar sua atenção e em seguida me abaixei, pressionando o solo com as palmas das mãos. A partir delas, rachaduras começaram a se expandir, e antes que o cão infernal avançasse em minha direção, ele foi engolido por uma das largas fissuras originadas por mim.

Quando devolvi o olhar à semideusa, a vi atingindo um segundo monstro com umbracinese - habilidade herdada do seu pai - e o enviando de volta para o Tártaro através da fenda. Focada neste cão, ela abriu brecha para que outro se aproximasse pelas suas costas e a ferisse.

Mesmo que de distante, eu tinha plena consciência do que era capaz de fazer com meus poderes. Então arrastei o pé direito para frente, apontando-o para a cena, e mantive as mãos diante do peito em constante movimento, como se estivesse modelando argila. Isso bastou para que a terra diante de mim se erguesse, dividindo-se em inúmeros espetos, e voassem em direção ao monstro.

Ainda que Rhea tivesse recebido um golpe em suas costas, o qual a marcaria para sempre com as garras da criatura, meu ataque havia sido funcional. O cão infernal foi reduzido a pó depois de ser prensado por dois blocos grandes de terra.

Meu coração errou o compasso, como se dissesse que era hora de parar. Com Rhea em piores condições do que eu e com pelo menos outros cinco cães infernais brotando da floresta, eu não podia desistir. Ou então a intervenção de Plutão teria sido em vão e ele voltaria a não ter nenhum filho vivo.

Eu queria ter pensado mais rápido para evitar ser cercada pelos monstros, mas eu nunca fui uma combatente de primeira. A expressão facial com a qual Rhea me olhava, agora que estávamos próximas, compartilhava seu desespero. Estávamos fodidas.

Em um movimento circular, rápido e improvisado, eu manipulei a terra ao nosso redor para servir de casulo, deixando-nos na completa escuridão e temporariamente seguras. Os rosnados dos cães infernais estavam bem próximos, acompanhados do arranhar de suas garras na proteção precária.

— Qu-quem é você? — a voz de Rhea saiu falha. Apesar do breu, nos víamos com perfeição.

— Como assim quem sou eu, Rhea? Sou eu, Kim!

— Mas… — ela parou provavelmente porque seu cérebro ligou os pontos corretos.

Ademais, secas e rápidas explosões surgiram do lado de fora do casulo, o que eu reconheci como o lançamento de feitiços. Meu olhar encontrou o da garota e, juntas, balançamos nossas cabeças positivamente. Se ela não havia pedido ajuda, Circe soube da invasão e mandou outras feiticeiras para nos resgatar.

Respirei fundo antes de abaixar as mãos, relaxando-as, e fazer a cúpula desmoronar ao redor de nós. Adjacentemente, as vozes femininas que surgiram às minhas costas adiaram a minha perda de consciência mediante a diminuição de adrenalina no meu corpo.

— Vocês estão bem? — uma delas perguntou, oferecendo as mãos para eu me levantar ao se aproximar. Ao nos olharmos, notei certa estranheza da parte dela, como se não tivesse me visto ali nos últimos três dias. A segunda, um pouco mais forte, ajudou Rhea, enquanto a última delas abriu um portal.

A filha de Leto e eu assentimos e, amparadas pelas feiticeiras, deixamos a clareira para trás, reaparecendo no lounge do spa ao atravessarmos o portal. Outras feiticeiras estavam nos aguardando ali, em uma clara demonstração de irmandade. Com a pouca energia que me restava, consegui esboçar um filete de sorriso.

Juntamente a Rhea, fui levada à enfermaria do lugar e, no caminho, soterrada pela pergunta "quem é você?". Zonza por tudo que havia acontecido, eu simplesmente repetia Kim enquanto permanecia acordada. Sucederam-se alguns intervalos nos quais perdi a consciência, mas o tratamento vindouro daquelas garotas fora essencial.

_

Os raios fracos do sol invadiam a enfermaria quando acordei. Espreguicei-me após a incomum e maravilhosa noite de sono, e até cheguei a sorrir enquanto fazia isso, mas me assustei ao ver o rosto carrancudo de Rhea sobre mim.

— Quem é você? — ela perguntou, recuando um pouco e cruzando os braços.

— Rhea, — falei, ajeitando-me na cama até me sentar. — sou eu, Kim.

— Mentira! — ela gritou, dando-me as costas. Em passos bravos, dirigiu-se até a porta do cômodo e assobiou, voltando somente quando outras duas garotas apareceram.

— Como você está? — perguntei, preocupada por tê-la visto se ferir na noite passada.

Fiquei no vácuo. Ao redor da cama, o trio me observava com desconfiança. Eu não sabia o motivo disso, e minha suposta ressurreição, ao meu ver, não era suficiente para provocar tal reação.

— Quem é você, garota? — uma das recém chegadas indagou, semicerrando os olhos negros.

Antes que eu pudesse responder, Rhea agitou os dedos da mão direita e um pequeno espelho foi materializado. Sem delongas, ela contornou a cama e segurou o espelho diante de mim, mostrando-me um rosto familiar. — Nos diga quem é você.

Sem palavras, agarrei o objeto com uma das mãos e comecei a passar a outra pelo meu rosto, descrente com o que via. O cabelo escuro e os traços orientais já não faziam mais parte de mim. Elas tinham vindo com a alma da filha de Nyx e agora, com ela, foram embora. Meus fios ruivos e compridos desciam até meu peito e as sardas em meu nariz, bochechas e testa estavam ali outra vez. Eu estava de volta.

— Eu sou Bree Weckzourt.

informações importantes:
- Eu sei que a CCFY ficou curta, mas não vi motivo para prolongar mais o episódio narrado. Era isso e ponto final;

- A personagem estar na ilha de Circe se justifica, primeiramente, pelo treinamento passado recentemente pela líder das feiticeiras, Louise, que ocorreu na própria ilha. A partir disso, ela recorreu a ajuda de uma semideusa cujo ramo da magia era o da morte, a Rhea, para poder expulsar a alma da filha de Nyx do seu corpo;

- A alma também desejava isso, por isso não houve interferência da parte dela;

- Caso não tenha ficado claro no texto, vamos lá: por se tratar da magia de Nyx, o poder de Rhea foi insuficiente para concluir a despossessão. Assim sendo, Mi Cha morreu. As duas almas que habitavam seu corpo foram enviadas ao mundo inferior, mas Plutão, em união a Hades, salvou a da sua filha. Por isso, ao retornar, ela estava diferente. Ela era realmente ela, sem influência da deusa da noite;

- Eu gostaria que a maldição "Peão de Nyx" fosse retirada da FPA da personagem, já que alma da filha de Nyx que habitava o corpo da Mi Cha foi enviada de volta ao mundo inferior;

- Questionei a deusa Vênus a respeito da mudança de Hades para Plutão e ela me disse que seria possível desde que explicado. Sendo assim, gostaria que isso também fosse alterado no Registro Divino;

- Se houver alguma dúvida, confusão ou divergência de informação, sei lá, peço que me enviem uma MP;

- Obrigada!

Runas mencionadas:
Inguz: Tal runa simboliza a vida, de maneira que abençoa aqueles que possuem vida (Dura um turno ao ser ativada).

Mannaz: Provoca uma clareza interior, paz espiritual e aproximação com o mundo espiritual (dura um turno ao ser ativada).

Tiwaz: Tal runa facilita o contato com o mundo espiritual, abrindo a mente para os poderes psíquicos (Dura sete turnos após ser ativada).

Wunjo: Bem estar e transformação para melhor (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).

Fehu: Atrai Sucesso (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).

Thurisaz: Proteção (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).


FPA:

habilidades passivas:
Nível 1
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Hades/Plutão enxergam tão bem no escuro, quanto no claro. A escuridão por magia ainda é capaz de afetar eles, mas a escuridão natural, como apagar a luz, ou entrar em uma caverna sem qualquer claridade não irá afetar o filho do deus dos mortos
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Desde que não seja escuridão magica que impeça a visão, não serão afetados.
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Aura do Medo
Descrição: Os filhos de Hades/Plutão irradiam um medo intenso de morte, como seu pai, mas em um grau de escala menor. Essa aura pode ser tão forte, que inicialmente pode fazer adversários se afastarem. Mesmo enfraquecido até semideuses mais forte acabam por sentir medo, e é tudo devido a essa aura, algo natural e que não controlam. Essa aura fica mais forte quando o semideus está com raiva.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode fazer os inimigos em batalha recuarem no 1º turno, lhe dando chance de atacar.
Dano: Nenhum

Nível 17
Nome do poder: Pericia Infernal
Descrição: Filhos de Hades/Plutão são mais fortes contra criaturas do inferno, e quando em batalha com criaturas que pertençam ao reino de seu pai (como cães infernais, escorpiões das profundezas, esqueletos e zumbis), e ficam ainda mais poderosos quando lutam com elas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: ganham um bônus de força de +20% em seus poderes ativos.
Dano: Nenhum

Nível 33
Nome do poder: Cura Sombria III
Descrição: O processo de cura se acelerou, e agora feridas que levavam um bom tempo para se fechar se tornam cicatrizes em poucos minutos. Além disso, aparentemente as sombras também recuperam parte de sua energia, e lhe fazem sentir mais rápido, mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +75 de HP e 75 de MP
Dano: Nenhum

habilidades ativas:
Nível 35
Nome do poder: Portões do Inferno II
Descrição: O semideus já tem melhor controle de seus poderes, e agora sua fissura ao romper-se por sua escolha, pode abrir uma passagem para o tártaro e expulsar monstros mais fortes, lembrando que isso não matara seu monstro, apenas o enviara de volta para seu lugar de origem, portando sua regeneração será mais rápida, podendo até mesmo fazer com que o monstro retorne alguns turnos depois de uma batalha. Agora já consegue banir qualquer criatura, e não apenas as mais simples, também consegue abrir fissuras de passagens para o reino de seu pai, mas não para caminhar livremente pelo tártaro.
Gasto de Mp: 80 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 43
Nome do poder: Geocinese Avançado
Descrição: Agora você consegue levitar as grandes rochas, move-las de lugar e atira-las contra os inimigos. Consegue criar fissuras maiores, e até fazer passagens em cavernas, moldando o caminho ao seu bel prazer. Também consegue criar barreiras de pedra ao seu redor, com no máximo dois metros de altura, se protegendo contra possíveis ataques. Você evoluiu bem.
Gasto de Mp: 50 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O narrador define o dano causado por esse poder, pois, uma rocha pequena acertada contra o rosto de alguém não tem lá um grande dano, mas uma rocha maior pode causar algum estrago.

duplicador de xp:
Tubo Pack Prime: (Em cinco postagens de sua escolha – valido para qualquer missão, evento, mvp, pvp, e afins – o semideus terá a XP duplicada pelo avaliador, lembrando que é necessário colocar esse prêmio em spoiler caso deseje que sua xp seja duplicada. Não tem prazo, mas só poderá ser usado cinco vezes). Situação: Cheio 1/5, não foi utilizado.
(C) Ross
Bree Weckzourt
Bree Weckzourt
Feiticeiras de Circe
Feiticeiras de Circe

Idade : 16

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Mensagem por Vesta em Sex 14 Set 2018, 16:44


Kim Mi Cha



Método de avaliação:
Total de XP e Dracmas: 10.000 XP e 10.000 dracmas
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Pontuação obtida:
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensas: 20.000 XP e dracmas + Retirada da maldição + Atualização do registro

Comentários:

Cara Bree, só tenho elogios a fazer sobre a sua história. Ausente de erros de ortografia, você trouxe uma narrativa leve e completa - com enredo forte, batalha e tensão, além de ter sido criativa no desenvolvimento da história. Bem-vinda de volta, filha de Plutão.

Atualizada





Vesta



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Deuses Olimpianos
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