The Blood of Olympus
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Pista 3 - Criaturas Aladas

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Pista 3 - Criaturas Aladas

Mensagem por Elena C. García em Dom Set 02, 2018 10:29 pm





Pista do Ar


A corrida para mascotes voadores começa no Coliseu/Anfiteatro do Acampamento, onde será dada a largada. Há espaço suficiente na pista para que os animais tomem impulso e levantem vôo para dar início à corrida. Mascote e semideus devem contornar toda a área do acampamento e superar vários desafios pelo caminho, para então voltar ao ponto de partida, onde será declarado o vencedor.

Para essa competição ser justa, serão feitas duas rodadas. Na primeira rodada, os mascotes alados de porte grande competem juntos, como águias gigantes, pégasos, grifos e dragões, e os semideuses estarão montados neles. Na segunda rodada, os mascotes alados de porte pequeno participam e os donos acompanham a corrida em uma nuvem, criada por um filho de Éolo. A nuvem ficará acompanhando o seu mascote e você poderá guiá-lo e incentivá-lo durante a corrida.

Obstáculos da pista:


• Há aros flutuantes no ar pelos quais seu mascote deve atravessar;
• Alguns filhos de Hefesto/Vulcano criaram simulações de vulcões sobre os quais seu mascote terá que passar. Eles entram em erupção do nada quando alguém voar sobre eles e você terá que orientar seu mascote para desviar rapidamente e não se machucar.
• Há hologramas que podem surgir no caminho. Eles são diversos e elaborados para assustar seu pet, afinal, ele não vai saber que é falso. Controle-o e mantenha-o na corrida se quiser vencer.
• Há pequenos pássaros autômatos voando no ar que vão perseguir você e seu mascote quando passarem por eles. Eles ficarão beliscando você e seu pet, então você precisa derrotá-los se quiser continuar.

Desafios que você pode acrescentar no seu post:


• Um mascote adversário esbarrou no seu pet, desequilibrando ele e quase derrubando-o no chão. Ajude-o a retomar o equilíbrio e volte à competição.
• Seu pet se distraiu com o cheiro de alguma coisa que estavam preparando no refeitório, dando certo trabalho para você fazê-lo se concentrar na corrida
• Ao enfrentar algum dos obstáculos, você acabou caindo do lombo do seu mascote e está prestes a se estabacar no chão. Seu mascote precisa salvá-lo e voltar para a corrida a tempo.

Outras instruções + Regras


• Caso seu mascote seja de pequeno porte e não possa ser montado, o seu personagem acompanha a corrida sobre uma nuvem criada por filhos de Éolo. A nuvem acompanha seu mascote magicamente. Durante a corrida, você mesmo comanda a velocidade do seu pet e deve instigar o mascote a continuar seguindo e enfrentando desafios enquanto o observa.
• A pista de corrida é totalmente mágica e se adapta ao tamanho do seu mascote, portanto você pode descrever que sua pista era grande, pequena, muito pequena ou mediana a depender do tamanho do seu mascote e dos oponentes dele.
• A corrida é feita por meio de One Post, ou seja, o semideus narra todo o desafio e o resultado ao fim dela, desenvolvendo as dificuldades que teve ao longo do percurso e quais os desafios enfrentou. É necessário deixar detalhado pelo menos três dos desafios, os demais podem ficar subjetivos, mas lembrem-se que quando melhor a postagem melhor será o resultado. Ao final do evento essas corridas serão avaliadas e premiadas e a melhor postagem na Pista do Ar será declarado o vencer e receberá uma recompensa especial.
• As avaliações de XP e Dracmas serão feitas antes da premiação de melhor postagem, portanto não se esqueça de pedir sua avaliação.
• A postagem na pista de corrida vale 400 XP para o semideus, 150 XP para o pet e 8.000 dracmas + 3 pontos. Os valores aqui descritos são de caráter máximo e poderão ser reduzidos pelos avaliadores de acordo com o desempenho do semideus.
• A postagem deve ter no mínimo 30 linhas e ser feita nesse mesmo tópico. Evitem templates que apresentem: Cores berrantes, fonte pequena ou largura inferior a 500 px.





Elena Castillo García

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Re: Pista 3 - Criaturas Aladas

Mensagem por Maisie K. Blackwood em Sab Set 29, 2018 6:33 pm

Chain reaction, it's so electric
Maisie & Capitu


A primeira rodada da corrida me deixou com o queixo caído. Eu estava com uma mistura de surpresa, medo e admiração. Capitu, que aguardava em meu ombro, parecia nem respirar.

Havíamos visto animais realmente fantásticos em cena: pégasos, águias gigantes, dragões e espécies desconhecidas para mim que eram de tirar o fôlego. E os tutores daquelas criaturas também pareciam ser semideuses com um currículo invejável e muita experiência, além de serem fortes e poderosos à sua maneira. Nenhum deles era novato e todos tinham uma boa relação com o seu mascote.

Percebendo isso, fui tomada por uma horrível sensação de insegurança. Talvez fosse muita prepotência eu, que a recém havia chegado no acampamento, participar com uma coruja tão jovem e inexperiente quanto eu. – Você quer mesmo participar? - perguntei à Capitu, atestando se ela não estava assustada com a situação e tão insegura quanto eu.

A coruja, porém, ficou extasiada! Em resposta, ela piou alto, agitando a cabeça e as asas. Estava empolgada para chegar a sua vez, enquanto eu permanecia com um intenso frio na barriga.

– Vamos lá então! - disse tentando aparentar empolgação, já que nao queria transmitir insegurança para a Capitu.



Era muito estranho estar flutuando sobre uma nuvem. A gente não se sentia firmemente apoiando contra uma superfície, então isso dava a sensação de que iria cair a qualquer momento. Não poderia ser um tapete voador, tipo o do Alladin? Ele até tinha vida própria e era bem expressivo, seríamos amigos facilmente.

A segunda rodada da corrida me deixou um pouco menos insegura, já que os competidores regulavam de tamanho com Capitu. Em sua maioria, eram pássaros relatiamente comuns ou animais mágicos de pequeno porte que tinham asas. Eles não pareciam tão ferozes quanto os animais da rodada anterior, não ameaçariam minha pequena coruja - ao menos era o que eu esperava.

Um aviso sonoro deu início à competição e as criaturinhas aladas começaram a levantar vôo. Capitu deu poucos passos para frente e bateu as asas, ganhando altitude no ar aos poucos. Minha nuvem seguiu-a automaticamente, causando-me uma leve vertigem na subida. – Vamos Capitu! Sei que você vai se sair bem! - disse à coruja para incentivá-la.

Aquela rodada da corrida tinha um percurso menor que o da corrida anterior, considerando que eram espécies menores e que se fadigavam mais rápido. Bastava completar três voltas no perímetro do Coliseu e, quem atravessasse primeiro a linha de chegada seria recebido com glórias. Eu me contentaria apenas em completar a corrida e cruzar a linha de chegada, vencendo cada obstáculo que a pista tinha.

– Atenção, Capitu! Estreite as asas - disse à coruja quando nos aproximamos dos arcos flutuantes. Minha nuvem passou pela lateral deles, mas a ave marrom precisava passar por dentro deles. E eles não estavam dispostos em linha reta, ela tinha que ziguezaguear para atravessar todos. – Não tenha pressa - avisei, com medo que a velocidade lhe atrapalhasse naquele trecho.

Ela realmente desacelerou o bater de asas para ultrapassar por um trecho mais difícil, e logo se apressou quando saiu daquele circuito. Eu estava estupefata! Havia descoberto que minha coruja era competitiva e estava lutando pelo primeiro lugar naquela corrida.

Após completar a primeira volta, os aros sumiram do ar e surgiram simulações de vulcões na pista. E eles estavam prestes a entrar em erupção, e sua lava poderia atingir as pequenas aves que disputavam a corrida. Mantive-me atenta para orientar Capitu de forma correta, observando os vulcões para tentar prever quando eles iriam explodir em magma. – Esquerda, Capitu - orientei, para desviarmos de um vulcão que estava começando a fervilhar.

Por conta própria, a coruja passou longe dos demais vulcões e em nenhum eles entraram em erupção com ela perto. O problema foram os outros competidores. Um falcão jovem estava parelho na corrida com Capitu, e ele era naturalmente mais veloz que a coruja naquela modalidade de vôo. Não que Capitu fosse se deixar abater por isso, pelo seu instinto de competititividade. Eu me aproveitava daquilo para acentuar as emoções da ave, fazendo-a se sentir ainda mais obstinada pela vitória.

O falcão, porém, desviou da erupção de um vulcão no último segundo, movendo-se com brutalidade para o lado de Capitu e esbarrando nela. Com a colisão, ambos se desequilibraram em seu vôo. O falcão caiu, e o seu dono foi correndo salva-lo. Capitu estava desestabilizada, mas ainda poderia se recuperar.

– Vamos, Capitu! Bata as asas e corrija a postura! - disse, contagiando-me por aquela obstinação e usando o tom autoritário que algumas vezes meu pai tivera que usar comigo. Eu nunca havia usado aquele tom com Capitu, o que deve tê-la feito reagir mais rapidamente. Com um esforço a mais, ela recuperou altitude e estabilizou o seu bater de asas.

Agora, na terceira e última volta, esperava por obstáculos ainda mais difíceis e desafiadores. E os filhos de Vulcano que elaboraram a pista não nos decepcionaram.

– Capitu! Se concentre na minha voz! - disse à coruja com o mesmo tom firme de antes, assim que vi o holograma se formar à nossa frente. – Isso não é real, Capitu! Continue, não tenha medo! - ia dizendo à ave, instigando nela sentimentos de coragem. O holograma à nossa frente era de uma águia gigante, que já podia assustar os pássaros menores apenas pela diferença de tamanho.

Capitu fechou os olhos, ainda duelando com o seu próprio medo, mas seguiu a minha orientação e deixou-se ser encorajada. De olhos fechados, ela atravessou o holograma. – Viu? Não era de verdade - reafirmei, para que sua confiança em mim se tornasse mais forte. Ela tinha que aprender a acreditar em minhas palavras e confiar em mim, para que eu pudesse lhe orientar pelas melhores soluções.

Estreitei os olhos confusa quando vi beija-flores vindo em nossa direção. Até onde sabia, aqueles pequenos pássaros não voavam tão alto assim, e não estariam em um local com aquela vegetação desinteressante para eles. Mas então eu entendi o motivo. Não eram beija-flores, eram autômatos, e logo estariam nos perturbando para nos atrapalhar na reta final da corrida.

– Apenas desvie deles, Capitu! - alertei a corujinha, pois já tinha outro plano para aqueles robozinhos.

Comecei a assoviar uma canção o mais alto que pude, mirando nos beija-flores. A canção era suave e melodiosa, e a intenção era acalmar aqueles passarinhos e fazê-los não nos atacar. Capitu passou reto por eles, longe o bastante para não provocá-los, e eles a ignoraram por completo, apenas prestando atenção na música entoada.

Aguardei alguns metros para parar se assobiar, apenas para garantir que Capitu iria atravessar a linha de chegada em segurança. Independente de ser o primeiro lugar ou não, ela merecia todos os aplausos que recebeu quando encerramos a corrida.



Poderes Passivos de Athena:

Nível 1
Nome do poder: Estratégia
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Visão noturna
Descrição: Você enxerga relativamente bem no escuro, graças à ligação entre Athena e as corujas. O efeito de apagar a luz, ou locais desprovidos de qualquer claridade tem menos efeito em você, significa que sua visão será remota, mas não ficará totalmente cego. (Esse aprimoramento não conta para magias, ou poderes de escuridão que exerçam de cegueira temporária).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50 de visão ao enxergar no escuro. A visão ainda será relativa.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Dicção
Descrição: O campista tem uma ótima dicção, podendo assim convencer monstros e pessoas sobre algo que ele queira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% em poderes ativos que envolvam persuasão com palavras, ou na mente.
Dano: +5% no poder ativo, se funcionar.

Nível 4
Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de descobrir alguma coisa, ou aprender alguma coisa. (Aumenta conforme em +5% a cada 2 níveis que o semideus adquirir).
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Conhecimento de Monstros
Descrição: Duas vezes por evento o filho de Athena pode solicitar ao narrador que indique algo sobre o monstro que possa ajudar na batalha. As dicas dependem do narrador.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Poderes Ativos de Athena:

Nível 1
Nome do poder: Canção suave
Descrição: Athena também é a deusa das artes, seus filhos não ficam para trás nesse quesito. Com essa canção, pode-se fazer qualquer ser vivo, seja monstro ou semideus ficar quase inofensivo sem vontade de atacar. Quanto maior seu nível, melhor o efeito. (Pode atordoar inimigos mais fortes, mas não afetá-los por completo.).
Gasto de Mp: 10 MP por rodada usada
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP
Extra: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Boa Dicção
Descrição: Basta falar um pouco mais forte, mais baixo, se comunicando do jeito correto o semideus consegue convencer qualquer um de que ele é que está certo podendo inclusive convencer um ser malvado a se tornar bondoso. O semideus nesse nível torna-se persuasivo, lembrando que, pessoas com mentes inferiores a sua são maiores afetados por esse poder.
Gasto de Mp: 5 MP por rodada usada
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de chance de fazer uma pessoa baixar a guarda.
Dano::Nenhum
Extra: É mais difícil convencer pessoas com a mente superior a sua, ou com um nível mais alto. Lembrando que o poder de persuasão aumenta com o nível.

Poderes Passivos de Belona:

Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição: Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum
Poderes Ativos de Belona:

Nível 1
Nome do poder: Odikinesis I
Descrição: Habilidade de manipular as emoções de guerra, tais como ódio, raiva e fúria. Com isso, o semideus filho de Belona consegue implantar uma emoção no inimigo, o atingindo como uma onda inexplicável do sentimento. É preciso estar tocando ou mantendo contato visual para que a habilidade funcione.
Gasto de Mp: 5MP (por turno ativo)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue afetar apenas uma pessoa.

Poderes da Mascote:

Nível 2
Nome da habilidade: Visão Aguçada
Descrição: Um dos pontos fortes de uma ave de rapina é a sua visão. Mesmo filhote, seu mascote consegue focalizar sua presa mesmo há metros de distância. Raramente perde o alvo de vista, tendo um forte nível de concentração.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: Nenhum

Nível 3
Nome da habilidade: Rasante
Descrição: Um dos voos mais letais e perigosos, a ave faz uma rasante e ataca o inimigo usando as garras ou o bico. É a sua principal estratégia de caça.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: Nenhum

Nível 4
Nome da habilidade: Voo Gracioso
Descrição: Agora jovem, o seu mascote desenvolveu todas as habilidades de voo característicos de uma ave de rapina (e de sua raça em particular, pois uma raça pode ser mais rápida do que a outra).
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: Nenhum

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Re: Pista 3 - Criaturas Aladas

Mensagem por Romeo Bernocchi em Seg Out 01, 2018 7:30 pm





Capitu e Maisie


Método de avaliação:
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Avaliação obtida:
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensas: 400 XP + 150 XP para o pet + 8.000 dracmas + 3 pontos.

Comentários:
Que coisa fofa, Maise! Você narrou com esplendor a corridinha da Capitu - inclusive, arrasou no nome! - e fez por merecer a recompensa máxima. O único ponto que eu quero ressaltar é a respeito do choque da coruja com o falcão, que provocou a queda somente do segundo. Eu sou meio ignorante quanto a aves, mas desconfio que talvez o desfecho da trombada fosse diferente. hm De qualquer forma, também desconfio que tudo seja possível, então é isso aí. Meus parabéns!

Atualizado.

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Re: Pista 3 - Criaturas Aladas

Mensagem por Abramov Levitz em Ter Out 02, 2018 1:44 am

IPSEIDADE
Como última atividade de evento, Abramov e Grizfolk aceitaram participar de uma corrida especial. Cientes de que cada tipo de mascote poderia participar apenas de sua categoria correspondente, a qual ia de criaturas pequenas a grandes, os dois não imaginaram que seria tão sério assim.

Posicionados no Coliseu, de onde começaria a competição, o filho de Zeus estava montado sobre o dragão preparado para o início. Griz resmungou a respeito de achar aquela tarefa idiota, mas o semideus o lembrou de que a intenção era mesmo se divertir. Todavia, quando mais duas cabeças de dragão se colocaram paralelamente à do de bronze, eles viram que haveria de fato uma concorrência.

Além dos três dragões, havia também duas águias gigantes e um pégaso. Ao todo, seis participantes se encontravam presentes para a corrida da pista de número 3. Os donos dos outros dois dragões eram os conhecidos irmãos Bardowin do chalé de Ares. A menina que montava uma das águias, a menor delas, não parecia ter mais que dez anos de idade e era filha de Athena. A outra ave, no entanto, erguia uma grande semideusa do chalé de Hefesto. Por fim, Ian de Poseidon bradava insultos para seus oponentes acima do equino preto.

Ok, se deixarmos os dragões para trás essa corrida é nossa Abramov sussurrou para seu aliado, o qual assentiu positivamente e alongou as patas.

A plateia nas arquibancadas já estava gritando de ansiedade quando a largada foi dada.

Grizfolk bateu as asas com força e ganhou altitude. Junto a ele, os outros dois dragões também perderam tempo para ascender aos céus. A massa e dimensões maiores atrasaram a aceleração dos draconianos, o que não aconteceu com o restante. Ian disparou com tudo e ganhou vantagem logo de início, seguido pelas duas águias gigantes que voavam parelhas.

Levitz gritou para que sua montaria se apressasse, mas não havia muito o que fazer quanto àquilo. Para piorar, poucos metros depois do início quando os aros apareceram, um dos Bardowin bateu o dragão vermelho contra o de Zeus. As duas criaturas disputaram literalmente na garra quem permaneceria nos céus e, seguindo as instruções do semideus, Folk segurou seu oponente firmemente e, no último instante, o soltou para retesar as asas e patas.

Em uma posição mais estreita, a mascote de Ab conseguiu atravessar pelos dois aros seguidos perfeitamente. O dragão rubro, no entanto, por ter sido agarrado acabou batendo no obstáculo e caiu.

Vitória! Gritou, extasiado.

— Não por muito tempo! — O dragão de bronze indicou o segundo obstáculo.

Vulcões construídos sabe-se lá como estavam posicionados abaixo dos participantes. A filha de Athena e sua águia gigante pequena passaram pelas chamas sem muito problema, devido ao tamanho menor e agilidade de sua parte. O garoto de Poseidon, contudo, viu seu pégaso relinchar e hesitar diversas vezes por conta das erupções.

Grizfolk ganhou velocidade e ultrapassou o primeiro dos vulcões apenas o evitando a toda. Todavia, nos seguintes, seguiu as direções do argonauta para desviar das chamas borbulhantes. Uma delas, inclusive, atingiu levemente sua cauda o que gerou desconforto. Mas isto foi incomparável ao incômodo que foi o menino do cavalo alado.

— Vou te fazer comer larva, grandão! — Ian gritou para o dragão de bronze.

Você quis dizer "lava"? O herói questionou em meio à ação.

Whatever — rebateu o jovem.

O pégaso deu uma carreira aérea em direção da dupla de Hera, mas Griz apenas parou no ar em resposta. Sem seguir, ele evitou ser atingido pelo equino atacante e de quebra escapou da erupção que ia lhe pegar também. As chamas do vulcão acabaram atingindo a criança do chalé 3 e a derrubaram junto de sua montaria.

Na frente apenas do outro dragão, Abramov viu as duas águias disputarem o primeiro lugar mais ao longe. A menininha era astuta e murmurava alguma coisa para sua águia. A filha de Hefesto, por sua vez, pareceu ter dificuldades com algo. Sem entender do que se tratava, o bastardo do rei do Olimpo apenas manteve-se concentrado até que as aparições começaram.

Imagens de outros dragões maiores e assustadores surgiram ao redor de Grizfolk e Abramov. Ambos se assustaram com o ímpeto da coisa, mas não demorou para o meio-sangue sacar que se tratava de algum tipo de ilusão. Sua mascote, não obstante sem o costume de lidar com aquele tipo de situação, acabou perdendo velocidade e quase travando em meio à disputa.

Griz, não é real gritou para a montaria de escamas, tentando mantê-la em curso.

Foi nessa hora que ele entendeu o porquê da filha do deus da forja estar passando por maus bocados. Para azar deles, ou talvez sorte, o último dos irmãos de Ares os alcançou e atravessou as imagens. Não satisfeitos em terem pego a classificação, o dragão vermelho ainda tentou derrubar o de bronze.

Imbecil, nós todos vamos cair! Bradou para seu oponente, enquanto as duas bestas gigantescas se atracavam em meio ao voo.

Não me importo, você vai pagar pelo que fez ao meu irmão Bardowin 2 respondeu, irado.

Mais vulcões surgiram e, diferente da última vez, além da erupção havia também as cinzas. Sem poder evitar, os dois dragões entraram em uma nuvem de fumaça cinza e sumiram em meio à corrida. Lá dentro, os dois se morderam e arranharam numa tentativa de manter a dianteira. O fogo não afetava o dragão vermelho, dada sua natureza, mas o garoto de Ares só não contava com um detalhe: Grizfolk também possuía resistência ao mesmo elemento.

Contando com a vantagem elemental, Bardowin ordenou que seu dragão puxasse o dragão de Ab para baixo em direção a um dos vulcões. O herói, embora furioso pela afronta, raciocinou rápido e ordenou o óbvio. A mando do semideus, Folk se deixou ser puxado o máximo possível até que aproveitou da força do puxão para chutar a cabeça do draconiano avermelhado com tudo.

A pancada fez com que o bicho caísse na formação rochosa em chamas. Aquilo não seria suficiente para derrotar a criatura, porém o meio-sangue que a montava não era imune ao fogo, então acabou sendo desclassificado pelos danos simulatórios.

Saindo com tudo do fumacê, Levitz viu que perder velocidade tinha lhe custado muito. Não disposto a perder, também, Grizfolk recuperou altitude e bateu suas asas com o máximo de força possível. Os campistas que corriam abaixo deles para acompanhar a competição chegaram a tapar os olhos, por conta da ventania forte.

Apesar de não ser tão ágil quanto os outros dois competidores que eram menores, o draconiano contava com a vantagem de tamanho. Ou seja, uma batida de asas dele equivalia a pelo menos quatro das águias. Dessa forma, em uma arrancada frenética na qual o ex-líder chegou a se encurvar sobre sua montaria, o dragão alcançou as duas primeiras colocadas.

Ao contrário dos outros, as meninas não disputavam na força a vitória. Espertas como só, elas guiavam suas mascotes com sabedoria e sagacidade por entre os obstáculos. Aquele desafio, ironicamente, era o pior inimigo que Abramov Levitz poderia ter. Ainda assim, ele não deu para trás.

O último obstáculo foi, literalmente, o fator decisivo da corrida. A filha da sabedoria, infelizmente, não pôde lidar com os pássaros autômatos que atacaram sua águia. Mesmo tendo tentado resistir ao máximo, ela acabou perdendo o controle com tantos ataques e caiu. A garota de Hefesto, por outro lado, mostrou resiliência ao ajudar sua montaria a lidar com os bichos.

Grizfolk tentou ignorar os robôs alados, mas eles eram muitos e insistentes. Sem outra alternativa, a besta de escamas douradas lutou contra as aves para não sucumbir. O filho de Zeus também ajudou, espantando as que podia com as mãos e em uma dessas acabou caindo de cima do dragão. Sem autorização para voar, o argonauta gritou por ajuda ao ver que a distância entre ele e o chão diminuía de maneira acelerada.

Em uma quebra de direção súbita, Folk ignorou que a águia estava ganhando em posição e desceu. Com as patas dianteiras, o dragão agarrou seu humano e o salvou da queda.

Meu herói brincou, aliviado por não ter se machucado agora temos uma corrida a vencer decretou, conforme montava no animal fantástico.

Os instantes finais da corrida foram frenéticos. Griz voou com tudo e alcançou novamente a águia gigante. Esta estava tendo dificuldades ainda com os pássaros, mas não cedia. Ao perceber que perderiam se continuasse assim, Ab foi ardiloso e esperto. O líder dos argonautas disse para sua mascote ganhar altitude e que então planasse sobre a ave.

O planar teria garantido a vitória ao pássaro, não fosse o fato de que, acima deste, o dragão tapou a luz do sol e acabou criando uma grande sombra. Sombra esta que atrapalhou a visão da semideusa e, junto a ela, a águia foi atingida pelos pássaros que não saíam do encalço dos participantes. Assim, a dupla masculina manteve-se na disputa e alcançou o Coliseu novamente.

Declarados como os vencedores daquela modalidade, os dois tiveram de aturar os gritos de euforia por parte da plateia. A situação até teria sido legal, não fosse o fato de vários dos autômatos ainda estarem presos entre as escamas do dragão.

Parabéns, campeão ironizou, sobre terra firme. Como resposta, o dragão urrou para o meio-sangue e todos se calaram em susto. Depois, a mascote lambeu o filho de Zeus e voltou para os céus.

— E nunca mais me chame para essas provas de tortura disfarçadas de corrida amigável.

Habilidades Utilizadas - Dragão de Bronze:
Linguagem Comum
Descrição: Nesse nível, se a lealdade estiver no mínimo nível 3, o mestre poderá ensinar a língua comum ao dragão e ele poderá falar.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Gasto de MP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Extra: Apenas uma língua. No nível 10 poderá ensinar outra, caso desejar.

Nome: Força Draconiana
Descrição: Nesse nível, o dragão enfim alcança o ápice de sua força. Força esta que o torna capaz de destruir cumes de montanhas com simples golpes, ou até mesmo uma montanha inteira com vários ataques físicos.
Tipo: Passivo.
Dano: +50% em todos os danos físicos do dragão.
Gasto de MP: Nenhum.
Bônus: 50% em Força.
Extra: Nenhum.

Nome: Resistência Draconiana
Descrição: Nesse nível, o dragão enfim alcança o ápice de sua resistência. As escamas do dragão são praticamente impenetráveis, e somente armas especializadas, ou poderes mágicos de altíssimo nível, causam danos nele.
Tipo: Passivo.
Dano: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Bônus: 50% em resistência física e mágica.
Extra: Nenhum.

*Há também a poção do fogo fátuo, a qual dá a resistência (no caso deu) ao fogo ao dragão também. Ela foi comprada na Fantastic Beasts e utilizada, inclusive, para ganhar acesso ao elemento em questão.
 


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Re: Pista 3 - Criaturas Aladas

Mensagem por Romeo Bernocchi em Qua Out 03, 2018 10:57 pm





Abramov e Grizfolk


Método de avaliação:
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Avaliação obtida:
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensas: 400 XP + 150 XP para o pet + 8.000 dracmas + 3 pontos.

Comentários:
Você desenvolveu uma narrativa emocionante, Abramov. Estou contente por isso! E, diferente do que li antes, Grizfolk participou e interagiu muito mais. Parabéns pra você!

Atualizado por Poseidon.

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Re: Pista 3 - Criaturas Aladas

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