The Blood of Olympus
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Bree Maddox [FIXAS]

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Bree Maddox [FIXAS]

Mensagem por Bree Eleanor Maddox em Ter Ago 28, 2018 9:15 am

Tópico destinado às Missões Fixas de Aubrey Maddox.

Missões estas decorrentes do evento Reconstrução de Nova Roma.


Última edição por Jessica Laura Maddox em Ter Ago 28, 2018 3:00 pm, editado 1 vez(es)


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Bree Eleanor Maddox
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Re: Bree Maddox [FIXAS]

Mensagem por Bree Eleanor Maddox em Ter Ago 28, 2018 9:41 am



The Man's no hot

É engraçado parar para pensar em como pessoas diferentes reagem de maneiras distintas a certos estímulos. O luto, por exemplo, é um sentimento forte que pode transformar pessoas que não estão preparadas para lidar com a situação. Alguns deles se tornam depressivos, outros transferem sua dor à uma adicção - seja essa em jogos, bebidas ou drogas - enquanto outros tentam esquecer ao se distrair, seja sozinhos ou em um local cheio de pessoas. Eu não tenho ideia de como eu reagiria ao luto, uma vez que nunca perdi alguém importante o suficiente para mim, mas eu podia muito bem descrever como eu lidava com situações fora do meu controle: eu as ignorava e ia fazer algo completamente diferente que pudesse me distrair.

Foi assim que lidei com a minha recente descoberta de que era uma semideusa.

Eu havia chegado ao acampamento Meio-Sangue há dois dias e experienciei minha primeira conversa com Quiron. Aquela conversa legal, onde ele explica quais são as implicações de ser um semideus, como todo local onde eu piso pode me matar, e como eu teria que aceitar que minha vida era essa agora. Eu havia achado o acampamento um local um tanto quanto agradável, então não estava tão triste com essa mudança na minha vida, pois afinal, não era como se eu soubesse o que queria fazer com ela no futuro também. Ainda assim, mesmo quando o machado em chamas brilhou em tom azul sobre minha cabeça, eu não sabia exatamente como eu lidaria com tudo aquilo. Eu nunca havia pegado em uma arma em toda a minha vida, e definitivamente não me via enfrentando um monstro.

Talvez eu fosse ser comida - e não uso a conotação positiva para a palavra - logo em meus primeiros dias como semideusa e morrer não era algo pelo que eu ansiava.

E para não processar o pânico que talvez fosse me tomar com todas aquelas mudanças, resolvi dar o fora dali. Obviamente não sou burra o suficiente para deixar as barreiras do acampamento em prol de não morrer, provavelmente porque isso me mataria. No entanto, eu havia escutado sobre uma campanha de reconstrução de Nova Roma - um acampamento para semideuses romanos - onde vários campistas estavam se unindo para construir prédios, fazer projetos e ajudar os colegas feridos. Eu não conhecia ninguém e entendia muito pouco sobre esse lance grecoromano de relações, mas pensei que talvez me envolver em alguma atividade que pudesse me fazer focar em outros tópicos fosse uma grande ideia.

Então assim eu fiz.

Acompanhada por Heather - uma recém-chegada no acampamento que conheci em meu primeiro dia no chalé de Hermes, agora reclamada por Apolo - fomos junto dos outros grupos em direção à biblioteca onde o "portal" se localizava. Não posso mentir e dizer que levei tudo aquilo com naturalidade, uma vez que passei pelo menos cinco minutos dando pulos de alegria e tentando entender como diabos aquilo funcionava. Era um pecado termos todo esse tipo de tecnologia escondida dos seres humanos! Principalmente porque agora eu sabia que existia a possibilidade de eu ir de casa para o mercado sem ter que enfrentar quinze minutos de trânsito.

E eu ainda me senti dentro de Rick and Morty.

Quando finalmente atravessamos em direção ao outro lado, tive que prender a respiração para não arfar. O local tinha destruição por todos os seus cantos, mas a beleza da arquitetura e reeconstruções que estavam sendo feitas eram realmente de tirar o fôlego. Não entendi muito bem como pessoas viviam dentro do acampamento, mas consegui captar o que pareciam ser casas construídas para abrigar famílias. Famílias de semideuses? Possuir uma estrutura como aquela que permita que você crie seus filhos longe dos perigos do mundo humano era realmente muito confortante. Não que eu tivesse interesse em construir uma família, mas não pude deixar de me sentir feliz pelas crianças que poderiam brincar nas ruas como a minha geração não fez. E eu nem estou colocando a culpa nos monstros, eu só preferia ficar dentro de casa mesmo porque tinha três gerações diferentes de videogames para jogar.

Mas isso não era problema para semideuses, certo? Uma vez que nem podíamos ter um raio de um celular.

Meus olhos traçaram todo o perímetro da cidadela romana e um sorriso se formou em meu rosto. Alguns campistas andavam de um lado para o outro carregando coisas, enquanto outros criavam grupos e lideravam atividades de reconstrução. Senti minhas mãos coçarem, e pela primeira vez nos últimos tempos fui tomada por uma ansiedade positiva. Olhei para Heather quando ela apontou para os céus, mostrando uma série de pessoas chegando montando em Pégasos, fazendo meu queixo cair pela visão.

Tudo bem que tínhamos um portal, mas chegar em pégasos era muito mais estiloso.

Meus olhos já estavam brilhando pela animação quando fomos abordadas por um rapaz loiro vestido em uma camiseta roxa.

- Bom dia, semideuses! Meu nome é Derek, filho de Mercúrio, e dou boas-vindas á vocês ao nosso acampamento. Espero que estejam animados, se puderem me acompanhar, iremos para a primeira estação.

Meus olhos se cruzaram com os da filha de Apolo e um sorriso se formou em nosso rosto. Eu não tinha ideia do que me esperava naquele lugar, mas eu estava louca para descobrir.

adendos:

• Nova Roma pede ajuda - Dada a situação atual da cidade, muitos semideuses se mobilizaram para ajudá-la, fossem eles romanos ou gregos. Aqueles que não vivem no Acampamento Júpiter precisam ir até ele e é através desta missão fixa que o fazem. Ela é obrigatória aos jogadores que não se encontram no acampamento romano.
Recompensas: 500xp + 500 dracmas + 1 insígnia.

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Re: Bree Maddox [FIXAS]

Mensagem por Bree Eleanor Maddox em Ter Ago 28, 2018 2:53 pm



The Man's no hot

O dia começou com um boom.

Eu estava extremamente animada de me engajar em novas atividades no acampamento, mas acho que os deuses haviam separado algo um pouco diferente para aquele dia. Quer saber? Risque o que eu disse. Os deuses não tinham nada a ver com o que aconteceu, uma vez que só existia um possível culpado: a incompetência de alguns semideuses que preferiam tomar as rédeas sozinhos quando não tinham ideia do que estavam fazendo.

Eu estava no acampamento Júpiter há algumas horas e já havia presenciado uma chuva de shows de ego, onde campistas discutiam pelas menores e mais idiotas coisas. Aparentemente, ser filho de deuses distintos significava alguma coisa e este mero fator era suficiente para causar sentimentos de competição e alfinetadas o tempo inteiro. E eu não estou nem brincando, isso era o tempo inteiro mesmo.

Eu estava concentrada na tarefa que Derek, o filho de Mercúrio, havia nos passado quando atravessamos o portal para ajudar Nova Roma. O semideus de cabelos loiros havia pedido para que Heather e eu cuidássemos da construção de algumas vigas para estrutura de uma casa já projetada, tentando formar o esqueleto que, aos poucos, saía do papel para o mundo real. A filha de Apolo ajudou até o momento que percebeu que eu dava conta do que estávamos fazendo e me empolgava mais do que deveria com um martelo na mão.

Eu gostava de montar coisas e agora eu via que talvez isso fosse um traço herdado do meu pai.

A filha de Apolo resolveu ajudar os demais semideuses com o carregamento dos materiais enquanto eu e algumas outras pessoas cuidávamos da estruturação e montagem. Cheguei a parar de tempos em tempos para me certificar de que os cálculos haviam sido feitos de forma correta, e que a construção realmente iria ficar sólida e segura, mas seja lá quem tivesse projetado aquilo, havia feito um ótimo trabalho. Pelo jeito que Derek observava e gerenciava todas as funções, eu poderia supor que aquele projeto era obra sua.

Filhos de Hermes. Digo, Mercúrio.

Eu estava um tanto quanto submersa em minha função quando ouvi um estrondo ensurdecedor. Todos os campistas interromperam suas tarefas para fitar o ponto de origem do barulho, fazendo com que meu coração acelerasse conforme eu assimilava o que havia acabado de acontecer. Poeira alta, gritos, desespero, campistas correndo de um lado para o outro. Não era preciso ser um grande gênio para perceber que alguma estrutura havia desabado, provavelmente em cima de uma galera.

Meu corpo congelou nos primeiros momentos, mas logo comecei a correr. Larguei o martelo e as madeiras no chão, sequer ligando para o fato de termos que terminar o nosso trabalho pessoal. Não demorou para que um grupo grande campistas disparasse em direção aos escombros, grande parte preocupada com o ocorrido, enquanto outros compareceram apenas para sanar a sua curiosidade. Senti meus olhos se arregalarem quando me vi diante da enorme pilha de pedra e madeira que havia despencado pela força da gravidade. E debaixo dos materiais pesados, pessoas berravam e pediam por ajuda.

- Kira, Caleb, Ashton! Vocês movem os escombros. Anna, Octavian e Leo! Vamos trazer os feridos para vocês...!

Fiquei completamente perdida nas ordens e resolvi que não ia dar atenção para elas. Pulei na direção dos escombros e fitei a cena em completa atenção, tentando encontrar algum sinal de movimentação em meu perímetro. Alguns semideuses já afastavam as pedras e vigas, outros já resgatavam pessoas bem feridas, algumas com partes do corpo viradas em ângulos nada agradáveis. Senti meu estômago embrulhar. Eu com certeza poderia ajudar a tirar alguém daqueles entulhos, mas eu era péssima com sangue.

- Você vai ficar parada aí?

Apenas voltei à realidade quando ouvi uma voz conhecida. Heather abriu um sorriso de canto e acenou para que eu a acompanhasse, ambas correndo na direção de um garoto que, aos berros, tentava sair debaixo de um grande pedaço de concreto. Oh céus.

- Oi! – Exclamei, tentando não transparecer meu nervosismo quando nos aproximamos. O garoto parecia à beira do choro, mesmo que se esforçasse tanto para disfarçar. - Meu nome é Bree e essa é Heather. A gente vai te tirar daí, ok?

- Eu até conversaria... – O rapaz respondeu em tom mal humorado. Ergui uma sobrancelha. - Mas estou meio ocupado aqui... Morrendo de dor.

- Você está bem o suficiente para ser sarcástico, então tá tudo certo.

Respondi com um sorriso largo conforme me abaixava e trocava olhares com Heather. Nós pousamos nossas mãos, cada uma de um lado do bloco, respirando fundo antes de fazer força para puxá-lo. Esperei a contagem da semideusa para que, juntas, usássemos de toda a nossa força para mover o material pesado. O bloco rolou para trás e despencou no chão, agora fora dos entulhos. Mesmo sabendo que havíamos livrado o semideus, não consegui relaxar. Fechei meus olhos e rezei em silêncio, torcendo para eu não ver uma panqueca de perna quando analisasse o ferimento do garoto.

- Por favor, tenha uma perna, tenha uma perna, tenha uma perna...

- Você sabe que eu consigo te escutar, né?

O rapaz respondeu em tom dolorido, fazendo com que eu tornasse a abrir os olhos para fitar o seu rosto. Abri um sorriso sem graça e não consegui esconder a careta quando olhei para o machucado do garoto. Não estava bonito, mas pelo menos ele ainda tinha uma perna. Ergui as mãos para tentar acudi-lo com o ferimento, mas comecei a tremer no meio do caminho. Meu rosto perdeu a cor assim que consegui enxergar a cor escarlate do sangue, e meus dedos começaram a balançar de um lado para o outro, como se eu estivesse tentando trabalhar em um carro em movimento.

Senti minha cabeça pesar.

- Bree, deixa comigo. Eu fiz dois semestres na faculdade de enfermagem, eu posso dar um jeito nisso.

Soltei um suspiro aliviado quando minha amiga se ofereceu para cuidar do garoto e me sentei sobre uma das vigas caídas. Respirei fundo tentando fazer o enjoo passar e fechei os olhos, agradecendo aos deuses por eu não ter desmaiado ali mesmo, na frente e todo mundo.

Eu precisava e uma bebida.

Minha atenção foi novamente retirada quando ouvi um grito vindo não muito longe de mim. Meus olhos se cruzaram com os de uma garota que já havia sido resgatada e estava sentada sobre um pequeno banco improvisado. Seu rosto e corpo estavam completamente cobertos pela poeira e sua perna enfeixada indicava que ela já havia tido atendimento médico. Senti meus pelos se arrepiarem pelo grito de dor que ela soltou e disparei em sua direção. Assim que me aproximei, percebi que a bandagem branca estava suja de vermelho e que aquilo não parecia bom.

Arregalei os olhos, sentindo meu estômago se reduzir ao tamanho de uma ervilha. Isso definitivamente não ajudou a semideusa, porque assim que ela percebeu minha expressão, começou a berrar mais.

- Calma! Calma! – Exclamei á beira do pânico. Meu corpo estava completamente acelerado pela emoção. - Eu vou conseguir ajuda!

Avisei antes de disparar em direção ao primeiro grupo de semideuses curandeiros que encontrei. Todos eles pareciam muito ocupados e, no momento em que de fato consegui alcançar um deles, fui barrada por um rapaz em um jaleco que segurava uma prancheta. Além das roupas de curandeiro, ele não parecia muito feliz com a minha intromissão.

- Eu preciso de ajuda!

Exclamei antes que ele pudesse questionar o que eu fazia ali. O rapaz apenas ergueu uma sobrancelha, analisando meu corpo, como se buscasse por algum problema.

- O que você-

- Não é pra mim! – Interrompi antes que pudéssemos começar um diálogo desnecessário. - Uma das meninas que foi resgatada! Acho que ela está perdendo a perna! Tem muito sangue por todos os cantos e eu acho que ela vai morrer!

Os olhos do rapaz que estava encarregado dos demais curandeiros se arregalaram tanto que pensei que fossem cair do seu crânio. Seu rosto ficou levemente branco e ele largou a prancheta, agarrando sua maleta e assentindo rapidamente, como se entendesse minha pressa e agora quisesse me acompanhar. Mesmo acelerado, ele parecia perfeitamente controlado e pronto para fazer uma cirurgia neural.

- Certo, me mostre onde ela está, por favor.

Agarrei sua mão livre e disparei na direção de onde tinha vindo. Quando finalmente chegamos, a menina ainda segurava sua perna e grunhia de dor. A bandagem estava vermelha, mas não havia sangue suficiente para escorrer no chão. Os olhos do curandeiro analisaram a cena e ele se ajoelhou de frente para ela, abrindo um sorriso e dizendo algumas palavras que não entendi. Suas mãos trabalharam de forma hábil conforme ele desenrolou a gaze e limpou o ferimento com um punhado de algodões que logo perderam sua cor branca para um tom avermelhado.

Mesmo completamente enjoada com a cena, me aproximei por curiosidade. Senti minha visão embaralhar um pouco quando me deparei com um corte do tamanho do meu dedo indicador, parecendo fundo.

- Perdendo a perna? Morrendo? – O rapaz me olhou em tom feio, fazendo com que eu olhasse para ele com a mesma expressão desesperada. Ele revirou os olhos. - Esse foi um corte profundo e já providenciamos a prevenção de qualquer infecção. É normal que ele sangre um pouco até cicatrizar. Fique de olho, ok? Tome esses analgésicos e um pouco de ambrosia. Você deve ficar boa logo.

Ele terminou as instruções conforme tranquilizava a menina que, agora, parecia muito mais tranquila. Meus olhos estavam completamente grudados na imagem do corte e do líquido que saía dele. Abri um sorriso largo, minha cabeça pesando um pouco mais do que deveria,

- Você deu uma sorte de ser acudida pelo meu amigo Carver. Ele é o melhor curandeiro já nascido. Uma vez ele fez um parto com apenas dois sacos de farinha um canivete suíço sego.

Falei com a voz um tanto trêmula, ganhando a atenção do garoto e da semideusa ferida. Os olhos da menina se encontraram aos do garoto e ela ergueu uma sobrancelha em descrença.

- Ela não sabe que nos conhecemos, Shawn?

- Ela nem sabe que meu nome é Shawn. – Ele respondeu dando de ombros, batendo as mãos e se colocando de pé quando finalmente terminou de enrolar a perna da semideusa. Logo ela parecia bem de novo. Soltei um suspiro pesado conforme o rapaz se colocava de frente para mim, um sorriso de canto se formando em seu rosto. - Reze para não ter matado alguém quando me tirou do meio do campo para atender um caso que definitivamente não era emergencial.

- Parecia bem emergencial para mim!

Retruquei, arregalando os olhos pelo comentário. O garoto – que agora eu sabia que se chamava Shawn – balançou a cabeça em negação, mas seu rosto estampava uma expressão um tanto quanto divertida.

- Se você achou que um pequeno vazamento de ferimento fosse um filme gore de terror, deveria ficar pra ver a gente colocar fraturas expostas no lugar. Isso sim é divertido, inclusive... – Shawn  se interrompeu, apontando para a camiseta que eu usava. - Acho que pingou um pouco de sangue em você aqui.

Meus olhos desviaram para onde ele apontava e arregalei os olhos. Senti o leve cheiro metálido – mesmo que fosse bem leve pela pouca quantidade – mas a simples ideia de ter snague que não era meu em minha camiseta fez com que meu estômago se embrulhasse. Olhei para o rapaz e então para a gaze na perna da menina que ele atendia. E então em volta e para todos os feridos ali.

Shawn franziu a testa, mas não sei muito bem o que ele fez a seguir, uma vez que seu rosto foi ficando cada vez mais desfocado.

- Você tá b-

Ele não terminou a frase, porque no segundo seguinte eu despenquei para trás. Me lembro de duas mãos e de alguém gritando o meu nome ao longe. Depois disso, tudo ficou preto.


adendos:

• Deu ruim! - A falta de atenção e experiência na construção de um edifício o fez desabar antes mesmo de ficar pronto. Resgate os trabalhadores e os ajude a recuperar o tempo perdido, mas antes procure alguém que possa te ajudar a curar os feridos.
Recompensas: 1.200xp + 1.000 dracmas + 3 insígnias.

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Re: Bree Maddox [FIXAS]

Mensagem por Netuno em Ter Ago 28, 2018 3:42 pm


Jessica Laura Maddox


Modelo de avaliação

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão:500xp + 500 dracmas + 1 insígnia.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas:50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência:30%


RECOMPENSAS:500xp + 500 dracmas + 1 insígnia.



Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão:1.200xp + 1.000 dracmas + 3 insígnia.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas:50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência:30%


RECOMPENSAS:1.200xp + 1.000 dracmas + 3 insígnia.


Comentários:

Bom, eu gostei bastante da maneira como você conduziu as missões. Não encontrei erros que fizessem com que a recompensa fossem descontadas. Meus únicos conselhos são usar o travessão (—) ao invés do hífen (-), colorir as falas para que fiquem mais fácil de identificar as falas, mesmo tendo usado negrito e itálico para isso. Tirando isso sua missão está maravilhosa.
Atualizado por Hades.



_ Netuno_
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Re: Bree Maddox [FIXAS]

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