The Blood of Olympus
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Narciso Shemov [FIXAS]

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Narciso Shemov [FIXAS]

Mensagem por Narciso Shemov em Qua Ago 22, 2018 6:40 am

Tópico destinado às Missões e MvPs Fixas decorrentes do evento Reconstrução de Nova Roma de Narciso Shemov, filho de Eros e legado de Éris.
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Narciso Shemov
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Re: Narciso Shemov [FIXAS]

Mensagem por Narciso Shemov em Qua Ago 22, 2018 7:12 am





Após a testagem de sangue, tanto Quíron quanto os campistas pareciam aliviados. Tínhamos tirado um enorme peso nas costas e, segundo os responsáveis pela segurança do acampamento, estávamos parcialmente seguros. É claro, precisaríamos reforçar a vigília nas fronteiras, todo cuidado ainda era pouco, mas o fato de que poderíamos descobrir a filiação de alguém a Nyx através do sangue já era um grande passo. Estávamos, finalmente, em vantagem em relação aos inimigos.

O diferencial daquele dia era que, surpreendentemente, eu havia acordado altruísta e, como em todos os outros dias, prestativo. Na realidade, quase todos os gregos estavam passando a maior parte do dia do outro lado do país, dia após dia, ajudando na reconstrução do Acampamento Júpiter e de Nova Roma. Particularmente, eu nunca me importei com o bem-estar dos romanos, mas àquela altura do campeonato, eram ótimos aliados. Além disso, para quem estava acostumado a receber atenção diária do restante dos campistas, eu estava completamente entediado. Tinha que sair dali o quanto antes.

Vesti-me com as roupas habituais, sendo a principal a laranja com a estampa de meu acampamento. Não achava ela a melhor opção de vestimenta, mas queria ser reconhecido como um heleno ao tocar em solo romano. Além das roupas, tomei posse de minha faca de bronze celestial, embainhando-a na cintura e, em seguida, a aljava mágica — esta última prendendo-a em meu tronco.

Segui o fluxo de alguns irmãos após abandonar o chalé, enxergando ao longe próxima da colina uma das Feiticeiras de Circe. O grupo, em sua maioria e com o apoio das proles de Hécate, estava responsável pela criação de portais que encaminhariam semideuses rapidamente de um acampamento ao outro. Aquele tipo de viagem estava acontecendo desde a traição de Sun Hee, pelos boatos que pude escutar ao retornar para Long Island.

Com licença. — Chamei sua atenção ao chegar perto dela, deixando um sorriso simpático, mas não forçado, se formar em meu rosto. Sabia que aquelas garotas costumavam ser pouco tolerantes em relação a homens e, infelizmente, eu era um anjo preso no corpo de um homem. — Quero participar da reconstrução.

Com pouca reação, a feiticeira deu de ombros e se prostrou diante de mim. Não entendia muito bem o processo da criação de portais, mas tentei observar cada movimento de mãos e uso de palavras, tinha o costume de querer assiduamente absolver o conhecimento alheio. Em questão de segundos, havia um em minha frente. Assim sendo, não hesitei em adentrá-lo.

Bastou apenas dois passos, logo no segundo eu já estava em um ambiente completamente inusitado. O Acampamento Júpiter, ao contrário das falácias e fama passada, estava horrível, completamente destruído. O odor de sangue e corpos ainda impregnava praticamente todo o local, bastou uma brisa suave e senti ânsia de vômito. Os edifícios, em sua maioria, estavam reduzidos a escombros e campistas vestidos em roxo e laranja se esforçavam para limpar a maior parte da área. Éramos metade deuses, mas teríamos trabalho como mundanos comuns.

Mas há um fato curioso sobre mim: todo aquele cenário, de alguma forma, me agradava. Era como ver o que havia restado do circo após o incêndio.

• Nova Roma pede ajuda - Dada a situação atual da cidade, muitos semideuses se mobilizaram para ajudá-la, fossem eles romanos ou gregos. Aqueles que não vivem no Acampamento Júpiter precisam ir até ele e é através desta missão fixa que o fazem. Ela é obrigatória aos jogadores que não se encontram no acampamento romano.
Recompensas: 500xp + 500 dracmas + 1 insígnia.

Armas:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Arco [Aparentemente uma aljava comum com flechas comuns, mas que contém uma toxina rara extraída de uma planta da ilha. Além disso a aljava vem com dez flechas e, quando essas se acabam, são respostas automaticamente após dois turnos.| Efeito 1: Ao carregar tal aljava e de acordo com o desejo do semideus dono do mesmo, um arco irá ser materializado, sendo feito de ouro imperial. Efeito 2: Tais flechas possuem uma toxina que torna, por dois turnos, o sangue do semideus/monstro atingido incapaz de coagular, porém o efeito irá funcionar apenas uma vez por missão, evento, mvp etc em cada indivíduo. | Ouro imperial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]
Passiva:
Nível 1
Nome do poder:  Apreciadores da Discórdia
Descrição: Os filhos de Éris/Discórdia são parcialmente conhecidos por serem bastante impiedosos, do tipo que gostam de ver “o circo pegar fogo”, ainda mais se forem eles mesmo que causaram o “incêndio”. (Isso depende muito da pessoa, alguns de seus filhos podem ter não herdado sua maldade.)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum



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Re: Narciso Shemov [FIXAS]

Mensagem por Hera em Qua Ago 22, 2018 5:10 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 500 XP + 500 Dracmas + Uma insígnia.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 500 XP e 500 Dracmas e uma insígnia.

Avaliação:
Sucinto, mas sem deixar faltar o foco da missão. Parabéns.  

Atualizado.


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Re: Narciso Shemov [FIXAS]

Mensagem por Narciso Shemov em Sex Ago 24, 2018 7:14 am





A primeira coisa que fiz ao pisar em território romano foi procurar por um dos vários responsáveis pelo lugar. Seria um primeiro passo um tanto quanto porre, considerando o número cada vez mais crescente de campistas ao meu redor, cada um realizando uma tarefa diferente. E a desvantagem nisso era que, aparentemente, os pretores e centuriões não possuíam característica física alguma que os diferenciasse do restante dos legionários. Dessa forma, o que pude fazer por cerca de alguns minutos foi caminhar pelos escombros do Acampamento Júpiter como um filho de puto em um puteiro.

Até que, enquanto passava por um grupo de campistas, fui chamado a atenção por um rapaz esbelto. Era forte, tinha o porte semelhante a de um guerreiro, mas não tão forte quanto os filhos brutamontes de Ares. Os fios acastanhados reluziam a luz do sol que despontava no centro do céu, ele tinha uma postura e modo de falar um tanto quanto de liderança. Por algum motivo, senti uma familiaridade distante com aquele indivíduo.

— Ei, você! — Disse ele, logo fazendo um gesto de 'venha cá' com a mão. Quando me aproximei, estendeu a mão em um cumprimento e se apresentou. — Meu nome é Romeo, pretor do Acampamento.

— Narciso. — Respondi com indiferença. Não tinha um sobrenome, já estava acostumado a me apresentar apenas com o primeiro e único.

Romeo encarou alguns membros do grupo, que no total estavam em três além dele e dispensou dois deles. Não entendi, mas mantive-me calado e prostrado ao lado do pretor, encarando-o à espera do prosseguimento de nosso diálogo.

— Belo nome, Narciso. Notei que estava perdido, um tanto quanto desnorteado e eu preciso apenas de mais um voluntário para uma tarefa.

Ele cessou a fala por breves segundos, fitando-me à espera de uma resposta. Estava consciente de que eu poderia recusar a proposta mas, já que eu estava ali, faria alguma coisa que não fosse caminhar como uma barata tonta. Além disso, quando resolvi finalmente dar o olhar ao outro indivíduo ao lado do pretor, fui agraciado com sua beleza. Era um rapaz de pele branca mas parcialmente bronzeada, cabelos cacheados e volumosos amarrados em um coque e olhos de cor azul ciano. Se fosse ele a minha companhia, eu não me entediaria, ao menos. Arqueei a sobrancelha e questionei Romeo acerca da premissa da tarefa e o objetivo.

— É simples, basta que vocês busquem materiais de construção de todos os tipos em São Francisco. Na realidade, tudo já está acordado, o lugar onde devem ir é uma loja. Procurem Caleb Jensen. — Romeo tirou do bolso da calça um pedaço de folha de papel dobrada e, quando pensei que o entregaria a mim, deixou-a na mão do cacheado.

Senti-me um tanto quanto ofendido, mas não podia julgá-lo. O outro semideus vestia a camiseta roxa dos romanos e Romeo, sendo um pretor, tinha todo o direito de confiar mais nele no que em um grego desconhecido. Ainda mais depois das circunstâncias recentes.

— Boa sorte aos dois.

Então o pretor seguiu Acampamento adentro, deixando-me sozinho com o outro romano que encarava o papel com atenção, como se fosse um enigma. Ajeitei a aljava nas costas enquanto, pacientemente, aguardava por uma palavra proferida por minha dupla. Era como esperar dialogar com uma porta, aparentemente, mas quando notou que eu o encarava com indiscrição, sorriu de forma simpática.

Maldito sorriso.

— Meu nome é Dante. — Disse ele, logo voltando a encarar o pedaço de papel. Bisbilhotei com cautela e pude ver que se tratava de um endereço e uma pequena lista, mas não tão grande para que ele ficasse lendo por cerca de um minuto.

Foi quando notei em seu braço direito a tatuagem que todo romano é obrigado a carregar. Tratava-se de um tridente no centro, com uma espada o atravessando de um lado e uma tocha o atravessando de outro. Os dois últimos símbolos eu não fazia ideia do que se tratava, mas o tridente deixou tudo óbvio. Dante era filho de Netuno, versão romana do deus do mar.

— Pode ser uma viagem cansativa, Narciso. — Ele se lembrou de meu nome. — Precisaremos de ajuda.

Assim, o filho do mar seguiu caminhando em direção oposta à minha. Eu odiava me sentir como um simples peão, então mantive-me parado observando o romano se afastar cada vez mais, até chegar próximo a um dos edifícios em reconstrução. De todos os campistas ocupados na reparação das estruturas, Dante parou ao lado de uma garota esquisita. Ela tinha a pele negra, cabelos crespos amarrados em um rabo de cavalo, vestindo-se com calça jeans e um top de cor preta. Era atraente, mas sua aura era forte e amedrontadora.

Após um breve momento de conversa, a campista vestiu uma jaqueta de couro e ambos retornaram. Ela mal se apresentou, deixando isso para Dante enquanto a seguimos até a tenda mais próxima.

— Essa é Izzy, minha companheira de Coorte. É uma filha de Plutão — Informou ele, até finalmente notar a camiseta laranja em meu corpo. Notei, também, que o olhar dele se fixou em mim mais do que o normal, até ele perceber o mesmo e retomar a conversa. — que para você é Hades. Não se preocupe, é de confiança.

Por fim, adentramos a tenda. Era pequena, tinha espaço para um colchão simples e alguns untesílios largados no chão, além de que não tinha luz alguma para iluminá-la. Izzy se apossou de uma mochila pequena, uma faca de estígio e duas garrafas, uma contendo água e outra contendo néctar. Deixou tudo na mochila e a encaixou nas costas, agarrando meu braço e o de Dante.

— Não vomitem. — Disse ela.

Em questão de segundos, ficamos envolto em sombras que se moviam em alta velocidade, escutamos os suspiros e vozes astrais e eu soube, em primeira mão, que se tratava da famosa viagem nas sombras dos filhos do senhor do submundo. Tudo aconteceu muito rápido, era como uma versão obscura e manual da Carruagem da Danação, ainda mais pelo fato que a sensação de enjoo era a mesma. Quando acabou, o lugar onde estávamos era maior do que a tenda, tratava-se de um simples quarto de utensílios. Supus isso por conta dos inúmeros objetos caseiros ali guardados. Pude escutar também o som de crianças gritando do lado de fora.

A filha de Plutão, calmamente, tirou um cigarro do bolso e o acendeu. Claramente já estava acostumada com a situação enquanto Dante e eu recuperávamos o ar, encostados na parede. Ele repousou a mão em meu ombro, num gesto de simpatia e preocupação.

De imediato me desvencilhei por orgulho.

— Não se preocupe.

Mesmo constrangido, Dante manteve-se calado e prostrou-se diante da porta, realizando um golpe certeiro com o pé e quebrando a tranca. Me recompus e segui a dupla, logo percebi que estávamos no quintal de uma casa. O lugar estava lotado de crianças e pais, uma cama elástica e churrasqueira. Os mundanos nos encararam confusos, as mulheres, particularmente, me fitaram com desejo. Pisquei e abandonamos o lugar, seguindo até a rua mais próxima.

Lombard Street, dizia na placa. Era uma rua torta e íngreme, coberta por um jardim que seguia do começo ao fim. Subimos ela, evitando ser pego pelos carros que desciam com cautela enquanto observávamos o flash de fotos dos mundanos turistas ao redor.

— Não estamos longe. — Afirmou Izzy. — Estive aqui há três dias, pra uma coleta de tinta. A família de alguns senadores priorizou a reconstrução das próprias casas o quanto antes. É claro, com nossa mão de obra.

— Ela tem uma pegada meio revolucionária. — Dante murmurou em meu ouvido, tirando de mim um sorriso debochado.

Após uma breve caminhada, chegamos ao topo da rua e vimos, logo de cara, um estabelecimento com os dizeres "Jensen Materiais de Construção" do outro lado. Imaginei que além da pegada revolucionária, Izzy tinha algumas tendências suicidas ao atravessar a outra rua extensa sem ao menos se importar com os carros em alta velocidade.

— Pelo visto, ela gosta de se sentir perto do pai. — Brinquei com Dante enquanto seguimos até a loja de Caleb.

Assim que entramos, um sino por cima da porta tocou, alertando de nossa visita. O lugar era como um estabelecimento escalão C, estava longe de ser uma franquia mas parecia ter mais do que o suficiente para construções, além de ser um ambiente agradável e convidativo. Um bom local de compras para a vizinhança, eu diria.

Notei que, ao chegar no balcão, o homem por trás dele me encarou com curiosidade e corou de vergonha. Abri um sorriso sedutor, já que sempre fui adepto a flertes sem motivos e ele virou o olhar. Dante se aproximou do balconista e entregou a ele o papel, logo o mundano se encaminhou até o fundo da loja. No lugar dele, um rapaz loiro de olhos cinzas e óculos, além de uma roupa social de botão, apareceu. As vestes nao condiziam com a idade do garoto.  

— Eu sou Caleb Jensen, filho de Atena. Encomenda para os romanos, certo? — Ele ajeitou o óculos no rosto e passou a digitar no computador em cima do balcão. Logo veio a resposta não tão satisfatória. — O carregamento semanal atrasou. Terão que voltar sexta.

— O quê?! — Dante ficou surpreso.

Enquanto ambos conversavam, Izzy suspirou e revirou os olhos. Ela murmurou ela consigo mesma, mas fui capaz de escutar.

— Quatro semideuses em um mesmo lugar, quatro sinalizadores para monstros.

Fazia sentido, São Francisco tinha fama de ser uma das cidades fatais para semideuses. Além do mais, a aura da filha de Plutão valia por dois de mim e de Dante. O filho de Netuno, decepcionado, abandonou a loja e o seguimos. Confesso, me diverti com a reação frustrada do romano diante da informação de Jensen, adorava uma boa discordança de interesses, mas fiquei um tanto quanto revoltado com a situação. Já estávamos ali, então ao menos tentaríamos.

Dessa forma, deixei que a dupla discutisse acerca do que fazer e caminhei até a lateral da loja. Como imaginei, havia uma garagem resguardando um caminhão de porte médio e alguns funcionários o revisando e armazenando materiais de construção. Abri um sorriso, imaginando que dentro da traseira do veículo havia uma remessa de itens para outros clientes. Resolvi, assim, fazer algo efetivo para resolver nosso problema de entrega.

Adentrei a loja novamente, imaginando que Caleb havia retornado ao fundo e o homem mundano estava responsável pelo balcão e atendimento novamente. Ao me ver, ele arregalou os olhos mas manteve a cordialidade. Olhei o crachá em sua roupa e sorri ainda mais sedutor do que antes.

— Posso ajudar, senhor?

— Oi, John — Caminhei e apoiei os braços no balcão. A minha voz tinha um tom irresistível e galanteador e, devido à reação corporal do funcionário Jensen, já tive a certeza do interesse dele. Não é como se ele tentasse esconder. — Sabe, não pude deixar de notar você... um homem tão lindo.

— S-senhor...

Deixei uma gargalhada provocante escapar e, sem pudor e vergonha, dei a volta pelo galpão para adentrá-lo, encurralando John que encostava-se ao recuar. Seu olhar alternava entre mim e o escritório de Caleb, deixando seu nervosimo evidente. Eu claramente estava mentindo acerca de sua aparência, mas presumi que ele era o gerente e responsável pela remessa externa de materiais. Então, se fosse preciso enganá-lo e me forçar em um flerte de ilusão, eu o faria. Me divertia enganar os outros.

— Vamos, amor. Eu sei o que você quer... e tenho comigo. — Prensei o corpo do mundano contra o galpão e agarrei sua mão, repousando-a em minha calça para que ele sentisse o volume. O rosto colado ao dele, pude sentir sua respiração arfar e meu olhar estava fixado ao dele. Para que minha habilidade em iludir funcionasse, ele precisaria ver em meu olho a verdade. — O seu expediente termina às cinco?

— Sim...

John pendeu a cabeça para trás enquanto eu ocupava a boca em seu pescoço, com o intuito de distraí-lo com beijos e mordidas. Enquanto isso, notei que havia uma gaveta aberta contendo documentos e um molho de chaves, aparentemente do caminhão na garagem. Cautelosamente, levei a mão até lá e tomei posse do item. Feito isso, me afastei do mundano e abri um sorriso novamente.

— Eis o que faremos, espere-me aqui às cinco e meia, certo? — Sim, eu sei, não tinha mais a necessidade de mentir. Mas já tinha feito pior, então por quê não?

O homem concordou um tanto quanto estuporado devido a situação em que nos encontrávamos. Sigilosamente, deixei a chave no bolso da calça e caminhei loja afora. Quando cheguei à calçada, vi Dante e Izzy me procurando e confusos. Forcei uma tosse atrás deles e mostrei a chave, tirando uma gargalhada divertida da filha de Plutão. Já Dante, ainda ficou confuso, parecia não entender o que tinha acontecido. A garota tomou o item de minha mão e caminhamos em direção à garagem aberta, notando que no exato momento o restante dos funcionários haviam adentrado a porta dos fundos da loja. Provavelmente tinham finalizado o armazenamento de materiais, o que significava que só precisaríamos tirar o veículo dali até o Túnel Caldecott.

Izzy verificou o carregamento na traseira do caminhão e sorriu de forma satisfatória, talvez pela alma revolucionária. Logo, a punk nos mandou entrar na cabine e o fizemos enquanto ela seria a motorista. Dante, sentado ao meu lado, me encarou ainda confuso.

— Digamos que eu tenha uma pegada revolucionária.

• Materiais necessários - Para que as edificações sejam reconstruídas é óbvio que são necessários materiais como cimento, tijolos, telhas e tintas. Nesta missão, o objetivo é adquiri-los, seja por meio mágico ou indo à loja de Caleb Jensen, um filho de Atena que vive em São Francisco, para buscá-los.
Recompensas: 750 xp + 750 dracmas + 2 insígnias.

Armas:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Arco [Aparentemente uma aljava comum com flechas comuns, mas que contém uma toxina rara extraída de uma planta da ilha. Além disso a aljava vem com dez flechas e, quando essas se acabam, são respostas automaticamente após dois turnos.| Efeito 1: Ao carregar tal aljava e de acordo com o desejo do semideus dono do mesmo, um arco irá ser materializado, sendo feito de ouro imperial. Efeito 2: Tais flechas possuem uma toxina que torna, por dois turnos, o sangue do semideus/monstro atingido incapaz de coagular, porém o efeito irá funcionar apenas uma vez por missão, evento, mvp etc em cada indivíduo. | Ouro imperial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]
Passiva:
Nível 1
Nome do poder:  Apreciadores da Discórdia
Descrição: Os filhos de Éris/Discórdia são parcialmente conhecidos por serem bastante impiedosos, do tipo que gostam de ver “o circo pegar fogo”, ainda mais se forem eles mesmo que causaram o “incêndio”. (Isso depende muito da pessoa, alguns de seus filhos podem ter não herdado sua maldade.)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Ilusões
Descrição: Os filhos de Eros/Cupido, são bons em criar ilusões, portanto, quando utilizarem-se dessas, poderão enganar com mais facilidade, ainda mais se for uma ilusão relacionada ao amor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: +5% de dano se usarem ilusões

Dante ~ Passiva:
Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Izzy ~ Ativa:
Nível 28
Nome do poder: Viagem das sombras III
Descrição: Assim como seu pai e boa parte das criaturas do inferno, o semideus terá a capacidade de viajar por entre as sombras, podendo usa-las para acessar qualquer parte do mundo, mas cuidado. Em tal nível o semideus consegue apenas viajar pelas sombras em companhia de até sete indivíduos, além dele próprio. Quanto o filho de Hades/Plutão passa muito tempo viajando entre sombras, começa a desaparecer.
Gasto de Mp: - 35 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum



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Re: Narciso Shemov [FIXAS]

Mensagem por Morfeu em Sex Ago 24, 2018 5:51 pm


Narciso Shemov


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 750 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 29%


RECOMPENSAS: 728XP +  728 dracmas +2 insígnias

Comentários:

O desenvolvimento da missão foi feito de forma coerente e bem elaborada, porém o texto contém alguns erros de pontuação e gramática.
Atualizado pelo doutor


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Re: Narciso Shemov [FIXAS]

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