The Blood of Olympus
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Thomas M. Brynjolf [Fixas]

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Thomas M. Brynjolf [Fixas]

Mensagem por Thomas M. Brynjolf em Sab Ago 11, 2018 2:39 am

Tópico destinado às Missões Fixas de Thomas M. Brynjolf.

Missões estas decorrentes do evento Reconstrução de Nova Roma.
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Thomas M. Brynjolf
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Re: Thomas M. Brynjolf [Fixas]

Mensagem por Thomas M. Brynjolf em Sab Ago 11, 2018 2:41 am


Run for your life
This is the night of the werewolves



Eu estava no acampamento desde o CT na floresta, aguardando pelo dia em que ajudaríamos Nova Roma. No meio tempo, eu servi como garoto de recados e entregas como sempre, e também participei de alguns treinos na arena. Mas as intrigas dentro do meu grupo de amigos foram os reais eventos dessa minha visita. Quem diria que relações humanas era uma coisa tão complicada assim, não é à toa que universidades oferecem cursos especializados nessas coisas. Lidar com pessoas não é fácil, mas mesmo assim eu não conseguiria desistir deles nem se quisesse, meus amigos eram muito importantes para mim.

Voltar a passar um tempo na companhia de Wade foi muito legal, conhecer Halsey e Natalie também. Apesar do pouco tempo e das intrigas que ela causou, Lydia também não parecia ser má pessoa, mas o tempo diria mais sobre isso.

Eu mal acreditava que estava voltando ao Júpiter depois de todo o caos que aconteceu por lá, com demônios e goblins atacando, construções sendo destruídas e pessoas morrendo. Mas pelo jeito, reconstruir o local era uma ideia melhor do que tentar encontrar outro ponto mais seguro para fazer um novo acampamento. Bom, eu confiaria no julgamento dos semideuses mais experientes para tomar essas decisões.

Andei até o local para onde todos os semideuses do Meio Sangue estavam indo, onde haveria um portal que nos levaria até Nova Roma em um instante. Os demais campistas levavam armamentos e equipamentos, então achei melhor fazer o mesmo e carregar meu tridente comigo. Nunca se sabe.

Felizmente, a situação parecia não ser tão urgente quanto da última vez que eu botei os pés em Nova Roma, já que os demais semideuses caminhavam com calma e alguns até riam enquanto conversavam com seus amigos.

Eu olhava ao meu redor, tentando encontrar algum conhecido para interagir, mas Wade provavelmente já havia chegado ou se atrasado, porque não estava no meu campo de percepção. Eu realmente torcia para que a visita a Nova Roma não fosse como da última, em que eu fiquei correndo de um lado para o outro, carregando coisas e pessoas, lutando com goblins e escoltando elefantes. Ainda não acreditava que eles tinham um elefante e nós não.

Aproximei-me de um grupo de semideuses que ouviam instruções de um veterano que explicava nossos deveres. Dentre eles, reconstruir o acampamento, amparar os desabrigados, carregar e distribuir mantimentos e cuidar de quaisquer monstros que poderiam atacar.

- Espera, monstros?

Falei surpreso, mas ninguém pareceu se importar com o que eu disse, todos se espalharam. Respirei fundo.

- Não dá pra passar um dia sem alguma coisa tentando me matar?

Alonguei o pescoço e dei uns pulinhos antes de atravessar o portal.

Adendos:
Nova Roma pede ajuda - Dada a situação atual da cidade, muitos semideuses se mobilizaram para ajudá-la, fossem eles romanos ou gregos. Aqueles que não vivem no Acampamento Júpiter precisam ir até ele e é através desta missão fixa que o fazem. Ela é obrigatória aos jogadores que não se encontram no acampamento romano.
Recompensas: 500xp + 500 dracmas + 1 insígnia.
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Thomas M. Brynjolf
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Re: Thomas M. Brynjolf [Fixas]

Mensagem por Melinoe em Sab Ago 11, 2018 4:24 pm


Thomas B. Brynjolf


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 500 XP e dracmas +1 insíginia

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas:50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 500 XP + 500 dracmas + 1 Insígnia

Comentários:
Thomas, você soube cumprir sua missão com simplicidade o que tornou a leitura bastante rápida e gostosa, não tenho mais nada a comentar sobre, sua escrita estava fácil e correta o que ajudou bastante. Parabéns!

Atualizado pelo Cupido.




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Melinoe
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Re: Thomas M. Brynjolf [Fixas]

Mensagem por Thomas M. Brynjolf Hoje à(s) 1:29 am


Run for your life
This is the night of the werewolves



Eu estava ajudando os demais semideuses a carregar materiais de construção das carroças às obras em que eles seriam utilizados. Dando o meu máximo para ser eficiente, carregando o maior número possível de materiais num espaço curto de tempo.

- ”Você, vai na carroça ajudar a carregá-la.” - Fui aproximado por um semideus.

- Certo.

Pulei em cima da carroça, aproveitando para me sentar na sua beirada e recuperar o fôlego antes de continuar trabalhando.

O dia estava sendo bem tranquilo até aquele ponto, carregar peso não era nada comparado aos treinos físicos, ou aos momentos em que eu era atacado por monstros por aí. Mas como nem tudo podia ser simples naqueles acampamentos...

Fiquei de pé na carroça ao ouvir gritos de desespero.

- Ei, naquela direção, alguém precisa de ajuda.

- ”A gente não tem tempo pra isso, grego. Precisamos pegar os materiais.” - O semideus guiando a carroça me falou.

- Então você pode ir a pé, porque não foi contigo que eu falei.

A locomoção começou a se virar quando os cavalos, obedecendo ao meu comando, foram na direção que eu indiquei.

Ao longe, avistei uma casa sendo cercada por várias pessoas desarmadas. Estranhei um pouco a situação, mas a aproximação fez aumentar o cheiro de podridão que me deixou um pouco enjoado à primeira vista, mas consegui me recuperar. Apertei os olhos e notei que os agressores tinham corpos decrépitos e não caminhavam muito rápido, alguns inclusive mancavam e tinham alguns membros faltando.

- ”Aquilo são zumbis?” - O outro semideus questionou, pasmo.

- Parece que são. Eu nem sabia que essas coisas existem. Mais rápido!

Os cavalos aceleraram ao meu comando, que foi dado assim que avistei a porta da casa prestes a ceder à horda. Estiquei meu braço na direção de onde viemos, um zunido começou a ficar mais alto e mais próximo até que, com o som de um impacto abafado, meu tridente pousou em minha mão.  
- Você não teria um sistema de som instalado nessa carroça, não é?

- ”O quê?!” - Ele exclamou.

- Ah, esquece. Eu queria ouvir The Runaways.

Apoiei meu pé sobre o encosto da carroça e saltei, atirando o meu tridente contra o zumbi que estava próximo à porta. Antes de me certificar que havia acertado, avistei um alvo mais próximo que começava a virar a cabeça na minha direção para ver o que estava acontecendo. O mesmo foi recebido por um soco em seu queixo que literalmente arrancou o seu maxilar do lugar.

- Ai, que horror!

Acertei um chute frontal contra o abdômen do zumbi, fazendo ele dar uns passos para trás antes de cair de costas no chão.

- Dê a volta na casa e veja se tem como evacuar os moradores pelos fundos. Eu seguro esses putos aqui.

Olhei na direção da porta, vendo que meu tridente cravou atingiu o joelho do “líder” daquela horda. Chamei minha arma de volta à mão, e o retorno das suas três pontas decepou o resto da perna.

- ”Tem certeza que consegue fazer isso sozinho?” - O rapaz exclamou da carroça.

- Tá brincando? Isso aqui é a Disney pra mim! - Sorri para ele, antes de girar o tridente no ar e desferir uma pancada contra um zumbi ao meu lado.

O rapaz seguiu o meu conselho e tocou os cavalos na direção dos fundos da casa. Eu precisava me certificar de que nenhum dos membros da horda iria atrás dele, então corri até o caminho onde ele estava e comecei a balançar o braço para chamar atenção.

- Então, quem vai ser o primeiro maldito a tentar me morder? Será que eu tenho gosto de peixe?

O zumbi mais próximo começou a andar na minha direção com os braços esticados. Seus passos eram mais rápidos do que antes, saindo daquele padrão caminhada de quem está completamente acabado, para uma corridinha de quem torceu o pé, mas precisa fugir de um cachorro bravo.

Sorri olhando para sua cara, batendo com o tridente em seus braços e os tirando do caminho para que seu rosto ficasse exposto. Dei um passo para a frente e desferi uma cotovelada contra o seu pescoço, cujo impacto foi respondido belo barulho de ossos podres sendo quebrados.

Cravei o tridente na cabeça do zumbi caído, me lembrando da primeira regra que Resident Evil me ensinou quando eu era criança: Se um zumbi está morto, mate-o mais ainda porque ele provavelmente ainda está vivo.

Girei o meu tridente depois de retirá-lo da cabeça do primeiro inimigo abatido e o segurei com uma guarda invertida, mirando em alguém que estivesse um pouco mais distante de mim. Estiquei meu corpo para trás e arremessei novamente, cravando em cheio no peito de um zumbi que apenas continuou andando.

Corri para a frente e saltei para dar uma joelhada em um zumbi próximo de mim, que entrou no meu caminho. A cabeça dele se desprendeu do pescoço quase completamente, ficando pendurada apenas pela camada de pele localizada na nuca. Continuei correndo depois de tocar o chão, até chegar no zumbi que tinha o tridente cravado em seu peito. As pontas eram compridas o bastante para atravessá-lo até o outro lado.

Segurei o cabo do tridente, que era maior que os braços do zumbi que agora tentava me segurar, e comecei a girá-lo, impedindo que os demais zumbis se aproximassem e, inclusive, derrubando alguns deles. Parei de rodar quando fiquei de frente para a casa de madeira que eles estavam atacando. Corri na direção da construção e consegui prender o tridente numa das paredes, deixando o zumbi preso.

- Segura meu tridente, por favor? Eu já volto pra buscar.

Ergui o meu pé esquerdo e o bati contra o chão o mais forte que eu consegui, esmagando a cabeça do zumbi sem perna que se arrastava para tentar me morder.

- Achou mesmo que eu não ia te notar aí?

Segurei o corpo pela gola da camisa e pelo cinto, me virei de costas e comecei a correr na direção da horda enquanto berrava a plenos pulmões. Empurrei os zumbis novamente, utilizando o corpo para impedir que eles me alcançassem. Ambas as minhas estratégias estavam funcionando, que eram impedir que a horda tirasse sua atenção de mim, e que eles não ficassem perto o bastante por muito tempo para conseguir me atacar.

Dei um chute lateral, impedindo um zumbi de se aproximar muito de mim pelo lado direito. Saquei a minha adaga que estava na cintura, segurando-a com a guarda invertida e apoiando o polegar contra a base do cabo. Agarrei a camisa do zumbi que havia sido chutado, antes que o mesmo caísse, e puxei-o para perto de mim, cravando a adaga de baixo para cima, sob seu queixo. Girei um pouco, deixando-o entre mim e os demais inimigos enquanto eu dava uns passos para trás e o arrastava comigo. Arranquei a adaga do seu queixo e esfaqueei o topo da sua cabeça mais umas três vezes, em lugares diferentes, para me certificar de que ele não teria chance nenhuma de se levantar depois.

Joguei o corpo duplamente morto para a frente, com a intenção de ganhar tempo. Guardei a adaga e puxei o meu machado, que estava encolhido e preso no meu colar de contas. Comandei para que a arma aumentasse de tamanho. Soltei um berro, parecido com um uivo, pouco antes de desferir uma machadada contra o zumbi mais próximo de mim, que separou parte do seu tronco do resto do corpo.

Um deles chegou perto demais, e tentou se empurrar contra mim. Apoiei o cabo do meu machado contra o seu pescoço para impedir que sua boca chegasse muito perto de mim. Um líquido, que eu não queria saber o que era, escorria da sua boca enquanto ele gemia e tentava me puxar para perto dele.

- A sua mãe não te ensinou bons modos?

Exclamei. Dei alguns passos para trás, movendo meus olhos para conseguir prestar atenção no zumbi que estava na minha frente, e também as demais que se aproximavam. Acabei precisando recuar rápido demais e bati as costas contra a parede da casa. Inclinei a minha cabeça para o lado, me desviando de uma mordida. Tentei pular para o chão e me desviar, mas a manga da minha camiseta estava sendo agarrada pelo zumbi que eu prendi contra a parede.

- Ah, maldito. Se não queria me ajudar, era só dizer.

Rodei um pouco o machado para conseguir usar a curvatura da sua lâmina como uma espécie de gancho. Bem na mesma hora em que eu consegui puxar o machado para baixo, e quebrar o pescoço do zumbi usando o meu ombro como apoio, o maldito conseguiu morder o meu trapézio. O estrago não foi grande, mas a mordida ardia como se já tivessem passado aquele Merthiolate dos anos noventa.

- Filho da...

Com a raiva, empurrei-o para a frente e cortei horizontalmente, decapitando-o antes que ele caísse no chão. Segurei o machado apenas com uma mão, próximo à sua lâmina e cortei o braço do zumbi preso à parede para me soltar. Cortando sua cabeça logo em seguida.

- É a última vez que eu confio em você, Jeremy! Você perde a cabeça por causa de qualquer coisa.

Tentei levantar meu braço machucado, mas o ardor do ferimento parecia aumentar quando eu o movimentava. Diminuí um pouco o meu machado, para que ele ficasse com cerca de cinquenta centímetros em seu comprimento total. Girei a arma algumas vezes, me preparando para a aproximação da horda. Dobrei meu cotovelo, apoiando o antebraço contra a barriga para que ele ficasse fora do caminho, já que não seria muito útil.

Com mais um berro, foi como se eu invocasse o meu espírito de batalha enquanto disparava na direção dos cinco adversários.

Bati, com o topo do machado, no peito do zumbi mais próximo, fazendo com o mesmo recuasse alguns passos. Reposicionei o meu machado, encostando a parte de trás da sua cabeça contra meu braço ferido. Abri meu outro braço com toda a minha força e cortei a cabeça do zumbi na metade, deixando apenas do maxilar para baixo preso ao corpo, que caiu de joelhos antes de receber um chute no peito e voar alguns metros para trás.

Rodei o machado para o lado, impedindo que outro zumbi me pegasse. Dois deles estavam posicionados perto de mim. Ambos estavam à mesma distância, mas um deles se encontrava à posição de duas horas e o outro, que acabou de ser atingido, às onze horas.  

Me abaixei para desviar dos braços do segundo, encostando um dos meus joelhos no chão, aproveitando a posição para desferir dois golpes contra as suas pernas. Fiquei de pé enquanto o zumbi caía, fazendo uma força extra em minhas coxas para me levantar mais rápido e desferir uma cabeçada contra seu rosto, fazendo-o cair de costas no chão.

O outro, que já se recuperara, ergueu os braços e veio para cima de mim. Saltei para trás, me desviando do seu agarrão, aproveitei o posicionamento para dar dois golpes verticais, um para cima e outro para baixo, arrancando seus dois braços. Em seguida, me girei para tomar impulso e acertar a lâmina do machado na nuca do zumbi, que ainda tinha uma coluna firme e não perdeu a cabeça, mas caiu de cara no chão. Novamente me abaixei e desferi duas machadadas contra a sua cabeça, abrindo-a no meio como se fosse um coco.

Fiquei de pé, correndo para longe dos dois que se aproximavam.

Após adquirir boa distância, olhei para meus adversários e arremessei o machado, que acertou em cheio na testa de um deles, que caiu morto.

- Pode vir!

Berrei antes de começar a correr para cima dele. Estiquei meu braço, o que ainda estava inteiro, na direção do tridente que começou a tremer um pouco preso na parede, mas logo conseguiu se soltar a voar na minha direção. Pulei em cima de uma pedra e me impulsionei sobre ela para saltar mais alto, quase voando na direção do inimigo. Peguei meu tridente no meio do salto e, cerrando os dentes um contra o outro, aterrissei sobre o zumbi com a arma cravada em seu peito. Puxei meu tridente para cima e o cravei novamente, mas dessa vez em sua cabeça.



Comecei a caminhar, bufando e segurando o meu ombro. Apertei os dentes, sentindo a dor que continuava grande mesmo a ferida já tendo se fechado um pouco graças ao sangue de lycan. Um último zumbi, apenas com metade do corpo, tentava se virar para rastejar em minha direção. Encarei-o rosnando. Avistei uma outra pedra menor do que a que eu havia usado para saltar, elas pareciam ser ruínas que haviam ficado para trás desde o ataque em Nova Roma.

Caminhei até a rocha, berrando para levantá-la, pois estava usando as duas mãos e meu ombro ainda estava ardendo muito. Ergui-a sobre a cabeça.

Alguns semideuses com armas e armaduras chegaram bem a tempo de testemunhar a cena. Os olhos vermelhos por trás dos cabelos loiros, mas não muito compridos, que estavam molhados pelo meu suor. O sangue escorrendo do meu ombro e a pedra nas minhas mãos.

Mesmo diante daquela cena. Da sua morte eminente, o zumbi não demonstrava nada além do que poderia ser interpretado por muitos como raiva. Mas para os mais atentos, seus olhos não transmitiam nada. Nem mesmo o espírito de caça que um animal demonstra enquanto encara a sua presa. Totalmente desprovidos de emoções ou pensamentos. Apenas forças sobrenaturais cujo único propósito era o consumo de qualquer coisa feita de carne que estivesse à sua disposição. Não precisei olhar para aqueles olhos por muito tempo, já que a pedra em minhas mãos logo conseguiu cobri-los, esmagando sua cabeça no processo.

Caí de joelhos no chão, ofegante. Apoiei a mão contra o meu ombro conforme os semideuses se aproximavam e verificavam se algum dos zumbis havia sobrevivido. Alguns deles me olhavam surpresos ao ver o que eu havia feito, outros apenas presumiram que zumbis não eram grande coisa, assim como eu havia feito.

Estiquei meu braço e puxei o cantil de um deles, bebendo um pouco da água e jogando o restante sobre o meu ferimento, que começou a cicatrizar mais rápido que antes devido ao contato com a água. Suspirei aliviado.

Adendos:

Habilidades Passivas:

- Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum
- Pericia com Machados I
Descrição: Filhos de Ares/Marte têm certa facilidade em trabalhar com armas violentas e o machado sempre foi visto como algo macabro. Sua força sempre foi superior, portanto, nas mãos desses semideuses essa arma se torna ainda mais letal. Mesmo sem nunca ter empunhado um machado, sentirá certa facilidade em manejá-lo, mesmo que ainda cometa alguns erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de chance de acerto no manuseio de machados.
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
- Força I
Descrição: A força é, sem dúvida alguma, a principal arma de um guerreiro, que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares/Marte ou de sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de suportar mais peso que os demais campistas, bem como causar danos maiores em seus golpes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de dano se o ataque do semideus atingir o adversário.
- Combate não Armado
Descrição: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, obrigando-o a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares/Marte sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula sequer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Seus golpes desarmados dão 20 de dano base.
- Comunicação Equina
Descrição:  O semideus consegue se comunicar naturalmente com Equinos. Projetar seus pensamentos na mente de um cavalo, e conseguir o ouvir os pensamentos destes, é apenas uma condição de sua ligação com tais criaturas. Poseidon/Netuno as criou, e na maioria das vezes você obterá o respeito dos Equinos sem grandes problemas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
- Pericias com Tridentes I
Descrição: A arma do rei dos mares sempre foi o tridente, e por esse motivo seus filhos adquirem uma habilidade natural ao lutarem com eles, também se sentem mais confortável. Um tridente nas mãos dos filhos de Poseidon/Netuno se torna uma arma perfeita, mas nesse nível, ainda cometem erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: + 15% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
- Força I
Descrição: Como demonstrado por Percy na série e é de conhecimento geral que Poseidon é mais forte que a maioria dos deuses por ser um dos três grandes, seus filhos possuem uma força superior à comum dos semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força
Dano: +10% de Dano se o ataque do semideus atingir.
- Velocidade I
Descrição: Como demonstrado por Percy na série e é de conhecimento geral que Poseidon é mais rápido que a maioria dos deuses por ser um dos três grandes, seus filhos possuem uma velocidade superior à comum dos semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de velocidade
Dano: Nenhum
- Cura II
Descrição: A agua vem se tornando uma aliada vital em suas batalhas, pois o risco de morrer diminui quando você tem esse elemento por perto. Feridas maiores agora se tornam cortes finos, e os menores desaparecer por completo, parte de sua energia também é restaurada ao tocar a agua. Você está ficando mais forte. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +50 de HP e 50 de MP
Dano: Nenhum
- Força I
Descrição: A força dos lycans é elevada devido aos músculos naturalmente melhor desenvolvidos para dilacerar e matar suas presas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 10% em força; 20% em força se estiver na forma da besta.
Dano: Nenhum.
- Frenesi de Batalha I
Descrição: Quando em batalha, o lycan gradativamente vai perdendo o controle sobre suas ações e se enfurecendo. Na forma humana, apenas causa efeitos narrativos porém, se estiver em sua forma bestial, os efeitos são mais significativos. Nesse último caso a cada golpe que receberem, perderão parte de sua racionalidade mas ganharão mais bônus.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Para cada 50 pontos de HP perdido, aumenta 5% da força do lycan.
Dano: Nenhum.
- Regeneração I
Descrição: Em diferentes interpretações dos lobisomens e suas variações ao redor mundo e suas civilizações, é de conhecimento geral a marcante regeneração de seus tecidos e ossos. Com os lycans não é diferente. O servo de Phobos possui a habilidade de se regenerar que apenas evolui com o tempo. Nesse nível, cortes básicos e ferimentos leves na pele são inteiramente curados em questão de segundos, além da recuperação de HP e MP para critérios de RPG.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Recupera 40 de HP e MP.
Dano: Nenhum.
Extra: 1 vez a cada 2 turnos.
- Humor da Fera II
Descrição: Por natureza, os lycans em sua forma humana são mau humorados e extremamente alertas a tudo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 20% de percepção ao seu redor, cabendo ao narrador lhe alertar de algo ache cabível durante uma narração.
Dano: Nenhum.
Habilidades extras:

Nome: Muay Thai
Descrição: O Muay Thai é uma arte marcial de origem Tailandesa conhecida como Thai Boxe ou Boxe Tailandês e revela um método de combate corpo a corpo (full contact) muito agressivo. É conhecido mundialmente como “a arte das oito armas”, pois caracteriza-se pelo uso combinado da técnica e da força dos membros do corpo humano, nomeadamente: os dois punhos; os dois cotovelos; as duas canelas das pernas e os dois joelhos. O semideus que participou dessa aula tem conhecimento sobre o muay thai, podendo usar de suas técnicas para golpear o seu adversário, principalmente ao usar os cotovelos e os joelhos para atingir o inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +25 de dano ao usar cotovelos e joelhos no golpe; +30% força, agilidade e flexibilidade.
Extra: Nenhum
Armas:

- Tridente [ Uma réplica do tridente de Poseidon, produzido em Ouro Imperial, mas tingido com o característico tom de verde do chalé 3, com uma tira de couro na sua haste para facilitar o manuseio e pontas afiadas. | Efeito 1: O uso do tridente melhora o controle da água por parte do portador, dando um bônus de +30% de efetividade em poderes relacionados à água. | Efeito 2: O tridente se afeiçoa a um único dono, funcionando apenas com Thomas. | Efeito de retorno: Caso perdido, o tridente reaparece com Thomas em até três turnos | Ouro imperial. | Espaço para uma gema. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Conquistado na missão Rito de Passagem ]

- Mordor [Um machado de guerra com cerca de setenta centímetros de comprimento, mais pesado do que um machado comum e com as duas extremidade afiadas. É necessário usar as duas mãos para melhorar o manejo da arma. | Efeito 1: O machado possui veneno em sua lâmina que, ao entrar em contato (através do corte) com o oponente irá paralisar o local atingido (como a mão, o antebraço etc), durando até dois turnos, sendo que, ao ser atingido mais do que duas vezes pelo veneno durante uma batalha o semideus/monstro atingido ficará imune a ele temporariamente. | Efeito 2: O machado pode diminuir, assim como aumentar caso seja o desejo do seu portador, podendo ser encaixado em pulseiras, colares etc. | Ouro imperial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]

- Agonia Lupina [Uma adaga com lâmina fina, muito boa para fazer perfurações, sua lâmina é feita através de uma liga de ouro branco e aço, tendo um brilho prateado. O cabo é revestido em couro e possui o desenho de uma presa entalhado. | Quando o oponente é perfurado por essa adaga, ele é tomado de uma insanidade parcial e fobia temporária, sendo que tais coisas o tornam menos capaz durante um combate. O efeito dura por dois turnos e só funciona no oponente uma vez por narrativa. | Resistência Beta | Sem espaço para gemas. | Status: 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação dos Lycans de Phobos.]
Nenhuma habilidade ativa foi utilizada. Duas habilidades passivas de cura foram utilizadas.
MVP: Horda Zumbi.
Recompensas: 2.500xp + 2.500 dracmas + 4 insígnias.
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