The Blood of Olympus
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Violet H. McQueen [Fixas]

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Violet H. McQueen [Fixas]

Mensagem por Violet H. McQueen em Qua Ago 08, 2018 12:45 am

I Believe in Unicorns
Tópico destinado à realização das missões fixas de Violet McQueen.

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Violet H. McQueen
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Re: Violet H. McQueen [Fixas]

Mensagem por Violet H. McQueen em Ter Ago 14, 2018 5:06 am


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Nova Roma pede ajuda!


Feiticeira de Circe, Violet podia nomear-se assim. O intervalo de tempo após o grupo de treinamento intensivo proporcionou o desencadeamento de uma série de eventos na vida da semideusa. Primeiros passos da filha, Joyce, o chamado de Circe. Como Violet não gostava de enquadrar-se como alguém comum, foi normal adaptar-se aos dias passados na ilha. Ou melhor, fácil em alguns aspectos, não podia classificar como fácil a ausência da filha e sua necessidade exacerbada de cuidá-la. Todavia, a filha de Marte estava aprendendo a ter algo que sua vida não lhe proporcionou, independência.

O nascimento de Elizabeth a mudara por completo, mesmo que algumas coisas não fossem tão evidentes quanto outras. Por dentro ela sabia das convenções que ainda teria de abandonar, uma vez que, ser mãe exigia muito de si. Sentia-se fortalecida e confiante ao extremo com os ensinamentos passados por Circe, bem mais preparada do que antes e, sem dúvidas, uma mãe deveras forte para proteger sua cria.

A destruição de Nova Roma havia mexido com seu psicológico, sendo poucas coisas capazes de o fazer. Estabilizada e disciplinada mentalmente como só ela, Violet precisou recolher no âmago de seu ser cada ínfima partícula de coragem e sangue frio. Foi assim que encontrara o porão de uma das residências vizinhas e ocultou sua presença dos destruidores. O choro de Liz ainda estava presente em sua memória e lhe dilacerava a alma. Provações não funcionavam como novidade na vida da semideusa, mas aquela havia sido a pior, de longe. Fosse por aquilo ou por reconhecer que um soldado deve erguer a mão em prol do colega, que Violet decidiu escutar o chamado e ajudar na reconstrução do lugar. Seu alojamento havia escapado com apenas alguns buracos na parede, no entanto, possuía ciência de que a realidade de muitos outros não era a mesma.

Júlia adaptava-se com Elizabeth conforme os dias passavam, um ponto muito positivo para que a filha de Marte pudesse retornar aos treinos, bem como, tentar encontrar sua parte perdida. Violet gostaria de poder se conectar com a sua “eu” anterior e aprender com ela a importar-se consigo outra vez. Deu um beijo na testa da filha e disse:

- Mamãe volta ao fim do dia, ok?  – – A loira observou os pequenos olhos cheios de lágrimas de Elizabeth, aquilo quebrava o seu coração. A feiticeira acariciou os cabelos loiros da menina e a deixou na companhia da filha de Arcus.

O choro ainda foi capaz de chegar aos seus ouvidos, por isso Violet preferia não permanecer para ter de encarar o choro de Liz, aquilo já machucava o suficiente. A faca de bronze celestial estava presa à cintura, a pulseira com o símbolo de Circe adornava o pulso direto, McQueen podia dizer que encontrava-se pronta para por em prática o que havia aprendido com Luna e Ariel. O caminho até o centro de Nova Roma exibia o horror passado naquelas horas de desespero, eram reflexos expostos de diversas formas nas construções do local. Em alguns pontos era preciso subir os escombros e desviar de paredes ao chão.

A loira estava certa de que teria lutado para combater os demônios, mas o coração de mãe a privou daquilo. Elizabeth era sua prioridade. A filha de Marte não esperava que chegaria tão cedo ao encontro inicial dos reconstrutores da cidade, o que foi um choque inevitável para ela. Violet nunca fez a linha das que chegavam cedo demais, do contrário, acreditava que aquilo justificava muito bem os CDF’s, grupo ao qual a garota de Marte passava bem longe. E por falar nos detentores do conhecimento infindável, um deles adiantou-se para Violet ao perceber a aproximação:

- Alguns líderes estão tendo uma pequena reunião, amiga. Não pode passar agora. – Um rapaz educado, porém dono de um nariz em pé. Violet odiava aquilo.

- Como é? Eu me preparei para ficar aguardando a autarquia decidir a hora de passar para o outro lado? Sai fora, Einstein! – A loira cruzou o perímetro entre o menino e o pavimento de escombros seguinte.

O short deveras curto de Violet ajudou nas passadas longas dadas por ela, bem como, atraiu o olhar de alguns que haviam obedecido o garoto do nariz em pé. A voz dele fora ouvida mais uma vez, Sr. Nariz em Pé estava enfurecido:

- Você não sabe com quem está falando!

- Mas como é que eu vou saber?! – Violet girou o corpo para trás e os cabelos voaram –  Há sete bilhões de pessoas no mundo, eu não possuo satélite em casa para identificar quem é você.

- Eu sou Joffrey Stanley, filho de Belona. – A voz era segura de si e presunçosa.

A loira chutou o pau da barraca, não conseguiu se contar diante do outro:

- Foda-se quem é você! – Deixando-o esbravejar, Violet seguiu o caminho. Os rapazes ergueram vaias quando ela se foi.

A filha de Marte encostou-se ao que teria sido um antigo banco da pracinha. Observando os diligentes mais afastados, Violet aguardou a chegada de outras pessoas. Aquele aborrecimento havia dado uma prévia do que o seu dia poderia vir a se tornar e, indubitavelmente, sabia que o próximo receberia uma surra de cortesia. A loira colocou um chiclete na boca no instante em que os comunicados iniciaram-se, o sono parecia querer apoderar-se dela outra vez.


Anexos:

Armas Levadas:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Cajado do Falcão [De aparência comum o cajado parece, caso analisado de forma não exatamente minuciosa, ser feito de madeira, porém é possível encontrar algumas rachaduras – que na realidade são desenhos de runas – e um brilho metálico através das mesmas. | A arma se torna uma pulseira fina com um pequeno pingente de falcão – animal símbolo de Circe -.|  A arma, em sua fabricação divina, foi feita de uma forma que permite a portadora da mesma a ativa-la, a fazendo ter um gasto menor na quantidade de MP (- 30%) durante dois turnos, podendo ser ativada apenas uma vez por missão/mvp/evento etc. Sendo que, ao ativar qualquer das runas existentes no cajado as mesmas irão durar um turno a mais. | Arambarium e Madeira. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Feiticeiras de Circe.]
Poderes Utilizados:
AQUI
Missão Fixa:
• Nova Roma pede ajuda - Dada a situação atual da cidade, muitos semideuses se mobilizaram para ajudá-la, fossem eles romanos ou gregos. Aqueles que não vivem no Acampamento Júpiter precisam ir até ele e é através desta missão fixa que o fazem. Ela é obrigatória aos jogadores que não se encontram no acampamento romano.
Recompensas: 500xp + 500 dracmas + 1 insígnia.

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Re: Violet H. McQueen [Fixas]

Mensagem por Término em Ter Ago 14, 2018 9:13 am


Violet H. McQueen
Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 500 XP e 500 Dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 500 XP, 500 Dracmas e 1 Insígnia. 

comentários:
Não vi coisas "assustadoras" em seu texto. O que me fez vir avaliar foi o fato de possuir uma escrita bem abordada para fazer uma justificativa plausível ao mesmo tempo que corajosa e aparentemente, muito forte. Admiro esse tipo de personagem ainda mais com esse aditivo de já ter uma filha - que inclusive, me despertou curiosidades se ela é PC ou NPC - e a claro, um interesse em saber mais sobre o que há por trás dessa seguidora de Circe. No mais, boa sorte com o evento.

Atualizado pelo Cupido!

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Re: Violet H. McQueen [Fixas]

Mensagem por Violet H. McQueen em Qui Ago 16, 2018 3:53 am


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Materiais Necessários


Querido Diário,

Você tem sido meu amigo por longos anos, ou melhor, desde que eu aprendi a escrever minha primeira palavra. Eu não lembro qual foi, mas desconfio que foi “sonhar”. Tenho sonhado há muitos anos, alguns destes sonhos conquistados por meu próprio esforço. Consegui fama, pessoas que me amavam à distância, os aplausos das multidões ensandecidas, porém isso está se esvaindo agora. Me olho no espelho e não sei reconhecer quem sou. Sempre fui forte demais, bem forte além da conta. Eu precisei crescer sozinha, mamãe nunca tinha tempo para estar comigo e entendo perfeitamente que ela precisava viajar para me dar o luxo ao qual me acostumei. Acreditei que havia mudado todas essas coisas quando conheci Harrison, pois amor se tornou mais importante do que o dinheiro que eu vivia para enaltecer.

Ontem os augúrios me deram a certeza da gravidez, não sei o que fazer. Harrison partiu há dois meses, nada menos e nada mais do que isso. Me sinto incapaz de ser uma “mãe”. Algumas colegas dizem que eu devo tirar a criança, no entanto, não consigo ser fria a este ponto. Posso perceber cada sensação dela em meu corpo, sim, é uma garota. Decidi nomeá-la por Elizabeth Joan, Elizabeth por causa da Rainha, Joan por causa de Joana D’arc, uma grande e exímia guerreira. Por causa da gravidez a agência revogou o meu contrato, logo, não poderei mais seguir a carreira de modelo. Eles acham que seria uma péssima influência para as meninas da minha idade a ideia de uma moça tão jovem grávida.

Nos últimos três anos eu achei que possuía tudo, que estava completa, uma força imparável. Sinto muito, eu falhei. Visitei o Senhor Harris em São Francisco esta manhã e descobri que o meu antigo amor partiu em direção ao Canadá. Não fui capaz de contá-lo acerca da gravidez, ele nunca foi rico ou esbanjava dinheiro, na verdade, ele é apenas um simples carpinteiro. Voltei para casa com Elizabeth, estamos bem fritas. Minha mãe prometeu nos ajudar com o dinheiro que for necessário, mas sei que está decepcionada comigo e abalada com tudo.

Eu jamais a julgaria por isso, ela mantinha vários planos para o meu futuro e, sem dúvidas, temo que boa parte dessas coisas nunca cheguem a acontecer. Eu não sei o que vai ser da minha vida com essa criança e solteira, gostaria que alguém pudesse me dar uma pista de como tornar tudo mais fácil, mas olho para os lados e vejo os rostos de reprovação das pessoas. Eu me tornei o objeto transgressor, fui de um ícone jovem ao status de uma menina que fornece péssimos exemplos. Duvido muito que permanecerei a mesma após tudo isso.

Você foi um bom amigo, diário, porém devo destruí-lo agora. Diários são para garotinhas e eu já não sou mais uma. Eu sinto muito se o desapontei também, não era minha intenção. Eu só posso te prometer que vou ser forte, Elizabeth vai precisar disso. Todavia, não posso jurar que meus sentimentos permanecerão intactos. O amor foi bom e dotado de “sonhos”, minha primeira palavra escrita em você. O único problema é que o amor levou tudo de bom que eu possuía, inclusive a minha vontade de ser a melhor naquilo que faço. Então é isso, até a próxima, querido confidente. Sentirei muito a sua falta.


Da sua querida ESTRELA,
Violet McQueen: THE QUEEN


Então ela teria de voltar ao seio do início de seu fim. São Francisco não trazia boas recordações para a filha de Marte e ela temia por este reencontro. Violet havia se voluntariado para auxiliar na busca dos materiais, sabia muito bem como conduzir uma barganha. Quando o preço não baixava ao esperado, punhos baixavam-se. Ela deu um nó na camisa xadrez vermelha que usava e permitiu que parte da barriga ficasse exposta, o calor não estava ajudando e a loira acreditava que tal formato da vestimenta estaria combinando mais com o short jeans curto que usava. Violet prosseguia em seu protesto silencioso para com as pessoas que a nomeavam “puta”. Embora não fosse uma delas, ali estaria externando o que todos gostariam de ver. Era uma corroboração de teoria.

Estava a aguardar uma ida ao “inferno” sozinha, mas o destino e o pretor responsável pelas obras queriam outra coisa. Uma companhia em potencial havia sido designada para acompanhar a semideusa na empreitada. Ele era bonito e carregava o charme em seus olhos, Violet devia admitir, mesmo que precisasse manter a carranca em seu rosto. Ela não sabia ao certo se ele era uma daquelas pessoas que a julgavam mal pelo Acampamento Júpiter, então, tentaria ser cordial em meio ao seu mal humor constante. A loira havia escutado o Pretor proferir algo acerca da paternidade do rapaz, sendo ele uma cria de Mercúrio. Uma risadinha leve ecoou no âmago de seu ser. “A puta e o ladrão”, assim cogitou em sua mente.

Filhos daquele deus não esbanjavam uma boa reputação no local, ou seja, estariam ao menos no mesmo barco. Uma coisa era certa, o julgamento alheio era uma falácia desnecessária. A loira ouviu a saudação do rapaz e olhou bem em seus olhos, alguns diziam que a menina carregava ferocidade em sua expressão natural:

- Olá, Ladrãozinho! – O mesmo riso que ecoou dentro dela estava ali. Violet o externou impensadamente.

-Bom, espero que a gente consiga um bom trabalho em equipe. Se sairmos agora pegaremos a loja do semideus ainda aberta. – Ele alterara o rumo da conversa ao acrescentar o objetivo da missão do dia. A filha de Marte sabia que ladrão não era um adjetivo muito agradável.

Raramente a semideusa se sentia mal pelo que falava aos outros, contudo, sentiu-se profundamente arrependida do comportamento que tivera em relação ao filho de Mercúrio há pouco tempo atrás. Violet segurou o comunicador entregue pelo rapaz e seus pensares barulhentos a alarmavam. O que ele estava pensando que eram? Alguma espécie de Sr. E Srª. Smith?

- Ei, me espera! Você não está achando que vamos entrar numa missão estilo “Panteras”, não é? – Violet questionava e resmungava atrás de Harren. É, ela também havia escutado seu nome na conversa com o pretor anteriormente.

A loira exprimiu reclamação durante todo o percurso do túnel, ela conseguia ser bastante irritante quando queria. Durante os anos em que se relacionara com Harrison, Violet havia descoberto mil e uma formas de chegar em São Francisco mais rapidamente, atalhos estavam dispostos abundantemente pela extensão do lugar. Ao que parecia, Harren não estava muito focado naquilo que a moça dizia, o que a estava irritando imensamente. Ainda assim, McQueen seguiu os passos do filho de Mercúrio com tanto rapidez quanto ele.

Tentando controlar-se, Violet elaborava alguns planos em sua mente, táticas de como realizar a compra da melhor maneira possível para com a quantia que o Acampamento dispunha. Várias formas de negociação surgiam em sua mente conturbada e ao ouvir Harren pedir para que não houvessem ofensas ao dono da loja, eis que a menina acrescentou:

- O plano é o seguinte, vamos nos dividir. Na loja não estará apenas o dono, deve haver algum vendedor ou ajudante e, sendo assim, vou conversar com ele ou ela e você desenrola a situação com o responsável maior. Se tivermos alguma sorte, o que espero muito, conseguiremos angariar tudo com a boa e velha tática de ludibriar o inimigo. – Com o tom ríspido e irônico, McQueen finalizou a sentença. Ela continuava a peregrinação até a loja do filho de Athena.

Harren havia entendido por mais que não houvesse dirigido olhar algum quando ela traçou o plano. Ambos os semideuses seguiram os últimos metros até a loja e ao adentrarem o recinto, Violet permitiu que o filho de Mercúrio se dirigisse até o gabinete destacado do gerente da loja. Ela não gostaria de lidar com um filho de Athena, não possuía paciência alguma para com eles. Em sua visão eram “irritantes sabe tudo”, tal qual Severo Snape pensava sobre Hermione Granger em Harry Potter.

De contrapartida ou companheiro, McQueen encontrou um dos funcionários de costas para ela, parecia ajeitar alguns objetos numa prateleira. A farda com emblema da loja tornava perceptível seu trabalho no lugar. Ao aproximar-se a passos calculados, Violet questionou:

- Poderia falar com você sobre um orçamento de materiais para a reconstrução de umas habitações em Nova Roma? – Foi direta e cordial no tom utilizado.

- Ora, ora, Violet McQueen em São Francisco? – Ela jamais esqueceria daquela voz. Harrison Harris a encarava de frente.

Os olhos da filha de Marte arregalaram-se, punhos cerraram-se, estava tendo uma catarse. A loira observou a tensão que instalou-se no local e preferia ter ido dialogar com o tal filho da sabedoria. Ela podia ouvir a conversa a qual Harren desenrolava com o gerente, enquanto tentava não cometer um ato homicida. O sorriso de lado e debochado de Harrison foi dado da mesma maneira que o viu da primeira vez:

- Namorado novo? Conheço meninas como você, Violet, este deve ser o número vinte. Acho que não é um bom exemplo para nossa filha. – O “nossa filha” proferido pelo filho de Vênus deixou a filha de Marte quase nauseada.

- Nossa filha? Minha filha, você quer dizer, não é? Escuta aqui, Harrison, não venha se meter a besta comigo!  – A voz de Violet já estava bem carregada de raiva.

- Se eu comprovar que você está com um namorado a cada semana, esteja certa que eu vou fazer o possível para obter a guarda de Elizabeth. A menina não precisa ficar assistindo o seu estado decadente. – O filho de Vênus cruzou os braços e afirmou aquilo como se fosse a coisa mais natural do mundo.

- Tirar a minha filha? Você não ousaria cometer este absurdo. Se houver o mínimo de amor pela sua vida dentro de você, afaste-se enquanto há tempo! – A ameaça pairou no ar, havia fogo adornado os olhos da semideusa.

- Vamos ver isso num tribunal, cherry. – Ao utilizar o velho apelido ao qual chamava a namorada, Harrison manteve-se na mesma posição e parecia nem afetar-se pela raiva que emanava da filha da guerra.

- Manda ver, filho da puta! – Violet prendeu-se para não acertar o rosto do outro com um soco merecido, a frase empregando “Puta” já seria o suficiente para ofendê-lo. Harris odiava quando nomeavam sua progenitora de Puta, vadia e afins.

Ainda apurando a conversa de Harren, Violet optou por deixar o escroque sozinho e resolver o BO necessário. Alguns valores eram levantados por ambos, muitos em quantidades exorbitantes. Agitando os cabelos e endireitando o corpo numa posição ferozmente ameaçadora, McQueen direcionou-se para o gabinete do homem. Tendo proximidade suficiente, eis que o charme fluiu permeado por um tom ameaçador:

- Acho que 25 está de bom tamanho, não é mesmo, senhor? – Pronunciou cada palavra com os lábios a destacar certa provocação. Os mesmos estavam banhados em batom escarlate. As mãos bateram na mesa e espalmaram-se, sinal de fúria. A loira colocou uma espécie de mistério no olhar direcionado ao rapaz de Athena.

- Sim sim, eu já havia aceitado os termos dele. Em breve os materiais serão entregues pelo meu grupo de semideuses, antes mesmo que possam chegar lá! – Violet escutou o que queria e deu um risinho de contentamento. Enquanto Jensen afastou-se para o estoque, Harren a olhava fixamente do caixa.

A filha de Marte o encarou com a mesma intensidade, sua expressão falsa de ameaça. Ela estava era protegendo-se de ser agradável. Mais uma vez surpreendeu-se com algo ocorrido naquela empreitada, a frase dita pelo filho de Mercúrio. Linda e violenta? Aquilo muito lhe apetecia os ouvidos. A loira agradeceu o elogio do rapaz e virou na direção da saída. Não avistou sinal algum de Harrison, ou seja, não seria presa por homicídio naquele dia. A loira deixou a loja com Harren e ao encarar Jensen na soleira da porta, gritou:

- Bom fazer negócio com você! – Uma risada debochada tomou-lhe os lábios ao dar as costas. Ela não resistiria ao simples prazer de rir de uma cria de Hermione Granger, ou melhor, Athena. – Aliás, o comércio também é uma vertente da guerra, se quer saber.

O comentário de Violet foi feito ao olhar nos olhos do companheiro de missão. Harren ainda parecia a estudar fixamente.

(...)

A volta dos semideuses ao Acampamento Júpiter havia sido deveras calma, ainda bem que os percalços foram evitados pelo tecer das parcas. A entrega dos materiais havia sido efetuada como prometido por Caleb, sinal que Violet não precisaria quebrar sua cara em detrimento ao não cumprimento da promessa. A loira ergue a mão para dar um “tchauzinho” para Harren, sendo pega, pela última vez, de surpresa por ele. Um convite para sair? Que indivíduo consciente se atreveria a tal questionamento para com ela?

- Quem sabe? Segunda Coorte, caso precise me achar. – Ela deixou um clima de interrogação e mistério no ar ao partir e deixar o filho de Mércurio. Ele era belo e encantador, outra vez pensou, sem poder negar.


Anexos:

Armas Levadas:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Cajado do Falcão [De aparência comum o cajado parece, caso analisado de forma não exatamente minuciosa, ser feito de madeira, porém é possível encontrar algumas rachaduras – que na realidade são desenhos de runas – e um brilho metálico através das mesmas. | A arma se torna uma pulseira fina com um pequeno pingente de falcão – animal símbolo de Circe -.|  A arma, em sua fabricação divina, foi feita de uma forma que permite a portadora da mesma a ativa-la, a fazendo ter um gasto menor na quantidade de MP (- 30%) durante dois turnos, podendo ser ativada apenas uma vez por missão/mvp/evento etc. Sendo que, ao ativar qualquer das runas existentes no cajado as mesmas irão durar um turno a mais. | Arambarium e Madeira. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Feiticeiras de Circe.]
Poderes Utilizados:
Poderes dos Filhos de Marte:
Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum
Poderes das Feiticeiras de Circe:
Nome do poder: Atração pelo mistério
Descrição: As feiticeiras de Circe são naturalmente misteriosas, atraentes e discretas. Isso faz com que outros semideuses se sintam curiosos em relação a elas, atraídos pela aura de mistério que lhes rodeiam, querendo chegar mais perto e descobrir mais. Isso faz com as feiticeiras consigam enganar os inimigos, ou encanta-los, podendo faze-los acreditar em coisas que não são reais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Feitiços e poderes relacionados a ilusão e charme ganham bônus de força de +10%.
Dano: Nenhum
Missão Fixa:
• Materiais necessários - Para que as edificações sejam reconstruídas é óbvio que são necessários materiais como cimento, tijolos, telhas e tintas. Nesta missão, o objetivo é adquiri-los, seja por meio mágico ou indo à loja de Caleb Jensen, um filho de Atena que vive em São Francisco, para buscá-los.
Recompensas: 750 xp + 750 dracmas + 2 insígnias.

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Re: Violet H. McQueen [Fixas]

Mensagem por Morfeu em Sex Ago 17, 2018 6:26 am

Violet H. McQueen


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 750 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 25%


RECOMPENSAS: 622 XP + 622 dracmas + 2 insígnias.

Comentários:

Bem, vamos ao comentário, num geral a escrita não teve muitos problemas, um errinho ou outro na composição de algumas frases.
O maior problema ao meu ver: por mais que seja interessante o envolvimento da trama pessoal num evento do fórum, nunca o objetivo principal deve ser deixado de lado. Em minha visão, a missão ficou em segundo plano, apenas para você poder desenrolar sua história, porém o seu objetivo era claro e, para mim isso não foi feito com esmero, o que era simples, acabou se tornando algo "a mais" e você acabou se perdendo no caminho. Foque no seu objetivo e o cumpra com capricho, assim você poderá ir mais longe.


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Re: Violet H. McQueen [Fixas]

Mensagem por Violet H. McQueen em Seg Ago 27, 2018 12:19 am


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Mão de Obra Braçal

Violet havia desgastado boa parte de suas forças na ida até a loja do filho de Athena, encontrar com Harrison sugou uma quantidade considerável destas. Ela preferia ter gastado com um belo socou ou surra no filho de Vênus. A volta ao Acampamento Júpiter e despedida de Harren também mexeram com a filha de Marte, afinal, o que estava acontecendo com sua sanidade mental? Embora não acreditasse muito que a pintura era uma ótima terapia, aquele foi o trabalho que designaram para ela em seguida. Várias casas e construções necessitavam de uma boa finalização.

Filhos de Febo ou Arcus desenvolveriam aquele trabalho bem melhor que a loira, mas a guerra parecia desafiá-la de forma divergentes em níveis altos. Ao chegar numa rua repleta de moradias novas em folha, Violet guiou seus olhos para os diversos galões de tinta e pincéis disponíveis no arsenal, um bom pesadelo era o que ela chamaria. A menina da guerra encontrou alguns “conhecidos” ingressando na nobre atividade e tentou ignorar o olhar torto de uma garota de Belona. Os filhos daquela divindade estavam muito presentes no corrente dia. Infortúnio desnecessário.

- Com licença! – Pronunciou num tom alto ao esgueirar-se por dois semideuses que conversavam despreocupados.

Violet apanhou quatro galões de tinta de uma só vez, não precisava ser um gênio para perceber que aquilo não era nada para a filha de Marte. Um rapaz que carregava um galão em cada mão a admirou passar e sua expressão de desgosto subiu. Ele estava mesmo reclamando daquele peso ínfimo? Um riso discreto percorreu os lábios da loirinha e tendo detectado uma casa vazia, adentrou:

- Ninguém aqui? Ótimo! – Bateu os galões no chão cimentado e uma quantidade pequena da tinta verde molhou a palma de sua mão direita. A semideusa revirou os olhos infeliz.

A casa possuía uma estrutura mediana e Violet conclui que necessitaria de uma escada para executar pinturas nas partes mais altas, ocorrendo-lhe que aquilo não devia ser tão fácil e calmo quanto parecia. A verdade era que ela não gozava de boas doses de paciência e tal atividade testaria isto. Conseguiu um pincel de cerdas generosas e a maldita escada com o “vizinho” da casa ao lado e retornou para seus serviços.

- Imagine o sangue fluindo de machucados inimigos e espalhe, Violet! – Uma gargalhada solitária e a filha de Marte iniciou a pintura. Escolheu o verde para a residência.

O corpo sinuoso da loira deslizava conforme o pincel pelas paredes, McQueen guiava-se numa canção imaginária. O fato de não poderem possuir celulares ou eletrônicos já não a afligia mais. Sala e quarto foram os primeiros cômodos pintados pela semideusa, seguidos pelo banheiro. Este pareceu dar uma dose a mais de trabalho para a menina, visto que, pequenos detalhes em gesso haviam sido traçados nas paredes.

- Que mente insana inventa estas coisas? Frescura! – As mãos postas nos quadris trouxeram alguns resquícios de tinta em sua vestimenta curta. Um palavrão foi solto em meio ao recinto solitário.

Até mesmo para ela, fresca das frescas, aquilo conjurava-se como sendo uma das mais grandes afrontas. A filha de Marte usou de toda sua “delicadeza” nas pinceladas para não rasurar os destaques artísticos em relevo. A cada vez que o pincel corria pela superfície dura, Violet desejava que ainda houvessem os clubes do treino intensivo, seria fácil extravasar a frustração causa pelas pinturas. Mas os ventos nem sempre sopravam a seu favor, como iriam soprar ali? Aliás, ventos seriam bem propícios para que o odor desagradável da tinta fosse dissipado.

Ao finalizar o banheiro, McQueen dirigiu-se à cozinha, uma benção dos céus sem aqueles frufrus desnecessários. A escada, o objeto que pensava que encontraria mais dificuldades em utilizar, acabou sendo o mais fácil. As subidas e descidas foram assimilados com a prática de cômodo em cômodo. O que antes configurava-se como um lugar apenas cimentado, logo foi ganhado vida. A loira sabia que teria de ficar com aquelas marcas até o finda do dia, mas a pressa em terminar logo a fazia bater os pinceis dentro dos galões depressa e levantar poucas quantidades de tinta que prendiam-se nos tecidos que adornavam seu corpo.

A parte externa da casa fora a última parada da semideusa, os frufrus também estavam nas laterais do teto. Rir para não chorar, um dito que não funcionava bem com ela, mas que Violet precisou utilizar para não cair em fúria ao notar a simétrica para com um dos cômodos anteriores. A loira posicionou a escada e resolveu pintar de cima para baixo. Como havia no banheiro, McQueen tentou não borrar os detalhes na parte superior do teto com a tinta e passava o pincel com cuidado. Em dado momento pausou os movimentos e recobrou a disciplina, precisaria recorrer ao suplemento mor de um guerreiro.

- Belas pernas, loirinha! – Ao virar-se, Violet contemplou um dos antigos amigos de Harrison, um filho de Netuno. Sem hesitar ou ponderar, a loira lançou uma generosa pincelada de tinta na direção do indivíduo.

- Bela maquiagem, Tyra! – A tinta atingiu os óculos do rapaz e ele engoliu as palavras. Era um dos mais covardes do bando e não aguentava brigas, Violet conhecia o perfil de cada robô que acompanhava seu ex-namorado.

Um “P” sonoro parecia querer sair de sua garganta e o olhar da filha de Marte avisou as consequências. Por fim, Clark seguiu sua medíocre caminhada e a menina respirou o aroma ruim da tinta perto dela.

Tendo prosseguido o trabalho de pintura, McQueen levou mais uma hora e meia para findar a parte de fora da residência. Os lados e os fundos foram os mais fáceis e agradáveis para ela, uma vez que, com exceção da casa à sua esquerda, as demais não estavam abertas ainda. A ausência de pessoas a alegrava em situações como aquela.

A filha de Marte respirou tranquila ao dar a última pincelada, aquilo parecia ter levado uma eternidade. Violet juntou a tinta restante num único galão verde e esperou que aquilo ajudasse quando os materiais fossem recolhidos para a contabilização das sobras.


Anexos:

Armas Levadas:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Cajado do Falcão [De aparência comum o cajado parece, caso analisado de forma não exatamente minuciosa, ser feito de madeira, porém é possível encontrar algumas rachaduras – que na realidade são desenhos de runas – e um brilho metálico através das mesmas. | A arma se torna uma pulseira fina com um pequeno pingente de falcão – animal símbolo de Circe -.|  A arma, em sua fabricação divina, foi feita de uma forma que permite a portadora da mesma a ativa-la, a fazendo ter um gasto menor na quantidade de MP (- 30%) durante dois turnos, podendo ser ativada apenas uma vez por missão/mvp/evento etc. Sendo que, ao ativar qualquer das runas existentes no cajado as mesmas irão durar um turno a mais. | Arambarium e Madeira. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Feiticeiras de Circe.]
Poderes Utilizados:
Nome do poder: Força I
Descrição: A força é, sem dúvida alguma, a principal arma de um guerreiro, que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares/Marte ou de sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de suportar mais peso que os demais campistas, bem como causar danos maiores em seus golpes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de dano se o ataque do semideus atingir o adversário.
Missão Fixa:
• Mão de obra braçal - Depois de construídas, as lojas, casas e demais edificações necessitam do serviço de carpintaria e pintura. Você está encarregado de uma delas!
Recompensas: 600xp + 600 dracmas + 1 insígnia.

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Re: Violet H. McQueen [Fixas]

Mensagem por Violet H. McQueen em Seg Ago 27, 2018 8:14 pm


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Population keeps on breeding. Nation bleeding, still more feeding economy. Life is funny, skies are sunny, Bees make honey, who needs money? No none for me. I'd love to change the world But I don't know what to do. So I'll leave it up to you.
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Filha de Marte não é bagunça!


A filha de Marte bateu as mãos umas nas outras após entregar as sobras de tinta da tarefa anterior, estava totalmente manchada de verde e com o semblante cansado. Um merecido copo de água fora fornecido por uma benevolente filha de Febo e o corpo de Violet regozijou-se diante da hidratação corpórea, aquilo fazia muita diferença. A loira ergueu os braços ao alto e alongou-se ao iniciar uma caminhada em observação do perímetro de residências. Empatia e afetividade, Violet gostaria de poder dominar tais artes ao analisar as pessoas trabalhando com afinco e harmonia.

- Você ouviu?! O rapaz não quer sair de lá e fica ameaçando quem se oferece para ajudá-lo. Isso é coisa de retardado! – Um rapaz de estatura mediana passou a cochichar com um colega.

A semideusa não levou mais que alguns segundos para que seus sentidos aflorassem, deu meia volta na ponta dos pés e voltou para o caminho do qual havia saído. Mais alas de casas ainda estavam a ser construídas na parte leste do terreno, o que significava que poderia haver um outro round de pintura. A loira, mesmo contra a vontade, seguiu escutando os burburinhos dos dois amigos. Semideus problema? Parecia algo que Violet Hudson McQueen teria o prazer de resolver.

- Ele jogou um pincel na garota de Plutão mais cedo, coisa de filho de Vênus. – O semideus mais alto comentou e olhou para trás. Ao perceber a filha de Marte os seguindo, tal rapaz abriu espaço achando que ela gostaria apenas de passar e continuar sua viagem.

- Ouvi que estão com problemas, problemas estes que eu possuo o maior prazer em fornecer meus serviços. – A loira adentrou entre as duas figuras masculinas e eles pareceram temerosos quanto ao que ela os havia ofertado.

De qualquer forma, Elijah e Carl, ambos filhos de Mercúrio, permitiram que Violet ajudasse a resolver a situação calamitosa a qual alguns semideuses tentavam desde cedo resolver. Filhos de Mercúrio? Ela já poderia fazer as perguntas que tanto desejava antes:

- São irmãos do Harren, não é? Trabalhamos juntos mais cedo. – Violet cruzou os braços e caminhou compenetrada nas dúvidas e no objetivo seguinte.

- É, somos sim. – Comentou o primeiro semideus que a filha de Marte vira no caminho.

Durante o percurso foram tiradas várias dúvidas que a loira possuía com relação ao filho de Mercúrio, quer dizer, algumas dúvidas, pois Harren não era do tipo que gostava de falar acerca de sua vida privada. Aquele ponto os dois nutriam em sintonia. Ao chegarem na casa em construção, Filhos de Arcus tentava pacificar a situação e convencer o rapaz de Vênus a descer do teto. Suas palavras acalentadoras tornavam-se escárnio por parte de Jonah. É, não havia sido difícil localizar o nome do problema. As crias de Mercúrio juntaram-se às coloridas para entoar pedidos infrutíferos.

Violet observou a cena por alguns minutos com os braços travados fronte aos seios, que criatura patética e insolente. Insultos e a palavra “burros” eram os predicados utilizados pelo semideus. Enquanto a romaria dialogava com o filho de Vênus, Violet olhou para trás e flagrou um par de olhos conhecidos a observando atento. Harren. A loirinha aproximou-se dele e confabulou:

- Por que existem pessoas assim no mundo?

- Bom, é a vida e nem sempre ela é bonita. Você é mais. – Um sorriso provocativo perpassou os lábios do filho de Mercúrio.

- Obrigado pelo elogio e está aceito o convite para sair. No entanto, deixa eu ir resolver esse BO, este semideus já me cansou mentalmente. – Violet evitou corar, mas sua expressão boba para com o elogio a denunciou.

A jovem aproximou-se da casa tomada e deixou os braços em modo imponente:

- Tu estás fazendo uma porcaria, garoto, deixa os outros ajudarem.

O filho de Vênus olhos nos olhos de Violet e riu demasiadamente, seu deboche era evidente em cada trejeito facial:

- Vocês foram chamar a piranha da segunda coorte para me dar lição de moral? Que gafe!

- Garoto, no momento eu estou falando na paz com você, mas eu posso engrossar o caldo. – Violet semicerrou os dois punhos ao lado do corpo.

Seria bem melhor ser ignorada, no entanto, Jonah preferiu hostilizar a situação. O semideus de Vênus lançou uma pincelada de tinta rosa com pincel e tudo na filha de Marte. O objeto acertou o seio esquerdo de Violet e ela cambaleou para trás. O ataque rompeu um dos botões da vestimenta de McQueen e deixou parte do seu sutiã vermelho. Corada de vergonha e ódio, a semideusa utilizou-se de uma artimanha ensinada por Circe e levitou o pincel o lançando na direção do rapaz.

O objeto rodopiou e acertou o tronco do filho de Vênus, um grito de dor e raiva ecoou. A menina da guerra adiantou-se para a escada e subiu de maneira veloz até onde Jonah estava. Paralisada e hipnotizada, ela estava por sob sua influência de poderes da deusa do amor. Violet ficou estática e hesitando o golpe que pretendia dar, acabando por ser acertada por um empurrão do menino:

- Eu avisei para sair daqui! – Bradou ao ver a menina ficar pendurada nas vigas de madeira da casa. Ele não sabia o que havia acabado de fazer.

Concentrando-se na disciplina corporal, Violet impulsionou para cima e deu uma cambalhota para o topo da casa. A velocidade de sua aterrissagem fora tanta, que algumas telhas tremeram. Sem esperar mais um dos truques ilusórios daquela criança da beleza, McQueen encheu o punho direito com a força e deferiu um soco no rosto perfeitinho de Jonah. As filhas de Arcus olhavam chocadas para o confronto, já os demais gritavam e distribuíam assovios diversos. A loira viu o rapaz cair na parte coberta de telhas e olhar ao céu claro, o que ele estava fazendo? Logo ela descobriria.

Algumas palavras foram proferidas pelo filho de Vênus e duas pombas brancas surgiram com os ventos na direção de Violet.

- Ah é?! Vamos lá! – A filha de Marte concentrou seu querer e a pulseira em seu pulso direito transformou-se num cajado. A menina ergueu a arma para os céus e duas sombras negras surgiram.

Os abutres pairaram na direção das pombas brancas de Jonah, um embate fora travado. Enquanto as aves se digladiavam, Violet avançou na direção do rapaz com a fúria em seus olhos e furtivamente o acertou com um soco da mão esquerda. O charme do filho de Vênus a fizera arrastar os pés para trás por segundos, todavia, Jonah havia sido hostil o suficiente para que nada charmoso fosse eficaz.

- Você está pensando que filha de Marte é bagunça?! GALERA, consigam-me duas cordas para amarrar esse boi rebelde. – Violet fez o cajado voltar ao que era, libertando suas mãos para o que faria a seguir.

- Você vai me pagar, vagabunda da segunda coorte! Olha só o meu nariz! – O filho de Vênus, mesmo com dores, ergueu-se nos cotovelos e conjurou algo em sua mão. O sexto sentido de guerra de Violet alarmou.

Esquivando-se habilidosamente numa viga de madeira, McQueen observou uma bela rosa vermelha cair dentro de um dos buracos nas telhas. O que ele pretendia com aquela flor não deveria ser algo bom.

- Loira, pega! – A voz de Harren soou mais abaixo. A menina caminhou e duas cordas voaram da frente da residência.

- E então, você vai descer por bem? – Violet mostrou as cordas para Jonah. – Ou irá descer por mal?

Uma vingança fora jurada pelo olhar do rapaz de Vênus em direção à moça da guerra, mas ele colaborou daquela vez. Jonah guiou o corpo para a escada e demonstrava certa dificuldade em seus movimentos após o confronto. Violet ajudou o rapaz a descer, assegurando-se em manter a distância adequada para não ficar perto demais. Harren e outro rapaz forte assumiram dali.

- Leva ele para ter uma conversa sobre trabalho em equipe e respeito com os centuriões, Harren. Acho que ele está um pouquinho enferrujado. – Violet comentou ao entregar ao cria da deusa do amor aos dois homens.

- Pode deixar, loira, ele vai aprender uma coisa ou outra conosco. – Harren piscou o olho para a loirinha e sorriu daquela forma característica dele.

- E eu vou cobrar uma blusa nova, a propósito. – A semideusa realizou uma espécie de paliativo na vestimenta e cobriu a parte exposta aos olhos dos outros. Teria de voltar em casa para apanhar uma camisa nova.


Anexos:

Armas Levadas:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Cajado do Falcão [De aparência comum o cajado parece, caso analisado de forma não exatamente minuciosa, ser feito de madeira, porém é possível encontrar algumas rachaduras – que na realidade são desenhos de runas – e um brilho metálico através das mesmas. | A arma se torna uma pulseira fina com um pequeno pingente de falcão – animal símbolo de Circe -.|  A arma, em sua fabricação divina, foi feita de uma forma que permite a portadora da mesma a ativa-la, a fazendo ter um gasto menor na quantidade de MP (- 30%) durante dois turnos, podendo ser ativada apenas uma vez por missão/mvp/evento etc. Sendo que, ao ativar qualquer das runas existentes no cajado as mesmas irão durar um turno a mais. | Arambarium e Madeira. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Feiticeiras de Circe.]
Poderes Utilizados:
Poderes dos Filhos de Marte:
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, obrigando-o a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares/Marte sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula sequer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Seus golpes desarmados dão 20 de dano base.

Nome do poder: Força I
Descrição: A força é, sem dúvida alguma, a principal arma de um guerreiro, que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares/Marte ou de sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de suportar mais peso que os demais campistas, bem como causar danos maiores em seus golpes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de dano se o ataque do semideus atingir o adversário.

Nome do poder: Velocidade Atlética
Descrição: Um bom combatente sempre está preparado fisicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra levam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15% de chance de conseguir se esquivar, pular, e saltar em uma luta com inimigos mais fracos, ou mais lentos.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Nuvem de abutres
Descrição: O abutre é um dos símbolos de Ares/Marte, o pássaro carniceiro que degusta os restos mortais de animais e humanos falecidos. Os filhos do deus da guerra podem erguer uma de suas armas em direção aos céus, e cinco abutres completamente negros irão aparecer, sobrevoando em círculos a prole de Ares/Marte. Cada um desses animais possui 25 HP, podem atacar os oponentes com bicadas e arranhões e principalmente agirem como distração. Pode ser usado duas vezes por missão.
Gasto de Mp: 10 MP por abutre invocado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP por abutre que atacar o oponente.

Nome do poder: Sexto Sentido
Descrição: Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares/Marte sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (como sons) esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão, durante um único turno, pressentir o inimigo se aproximando, podendo saber de onde o ataque virá, e se preparar para ele.
Dano: Nenhum
Poderes das Feiticeiras de Circe:
Nome do poder: Telecinese I
Descrição: Como seu corpo está conectado interiormente a magia, ao concentrar-se a feiticeira é capaz de levitar pequenos objetos usando-os para atira-los contra inimigos ou até mesmo traze-los até você. Nesse nível só consegue levitar objetos mais leves como pequenas pedras, pedaços de madeira ou livros.
Gasto de Mp: 5 MP por turno usado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O dano é contabilizado de acordo com o uso da telecinese, pois pode ser uma habilidade ofensiva ou defensiva.
Missão Fixa:
• Semideus problema - Acostumado com o individualismo, um semideus decidiu que queria trabalhar sozinho. Ele não comunicava situações e discutia com qualquer um que quisesse construir aquela casa com ele. Dê um jeito!
Recompensas: 800xp + 700 dracmas + 2 insígnias.

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Re: Violet H. McQueen [Fixas]

Mensagem por Hades em Ter Ago 28, 2018 7:49 am

Violet H. McQueen


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 600xp + 600 dracmas + 1 insígnia

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 42%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 540 XP + 540 dracmas + 2 insígnias.

--

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão:  800xp + 700 dracmas + 2 insígnias

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 16%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 27%


RECOMPENSAS: 704 XP + 616 dracmas + 2 insígnias.

Comentários:

Então, Violet. Houveram partes do seu texto (ambos) que estavam confusas devido ao excesso de preciosismo/construção da frase. Algumas das ações da personagem e/ou npcs também estavam confusas, tornando o texto difícil de ler em alguns momentos.  

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Re: Violet H. McQueen [Fixas]

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