The Blood of Olympus
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Bor Shemov [Fixas]

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Bor Shemov [Fixas]

Mensagem por Bor Shemov em Seg Ago 06, 2018 6:21 am



Reconstrução de Nova Roma

Tópico destinado as missões de Bor Shemov durante este evento
"Tente. Levante sua mão sedenta e recomece a andar. Não pense que a cabeça aguenta se você parar. Tente outra vez."
~ Raul Seixas



















"Nunca desista de recomeçar. Ainda que possa parecer complicado, reflita que todo reinicio traz sempre novidades."
~ Marta Felipe
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Bor Shemov
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Re: Bor Shemov [Fixas]

Mensagem por Bor Shemov em Ter Ago 07, 2018 3:46 am



Nova Roma pede ajuda
De um acampamento para o outro

• Nova Roma pede ajuda - Dada a situação atual da cidade, muitos semideuses se mobilizaram para ajudá-la, fossem eles romanos ou gregos. Aqueles que não vivem no Acampamento Júpiter precisam ir até ele e é através desta missão fixa que o fazem. Ela é obrigatória aos jogadores que não se encontram no acampamento romano.

Pela extensa turvação do quarto, as respirações resfolegadas de um garoto sonolento podiam ser escutadas por qualquer um que se aproximasse do limiar de entrada do recinto. Semelhante a um indolente, o semideus de cabelos castanhos parecia se esforçar no desaproveitamento de cada milissegundo de sua vida em exaustas noites em claro — um alvitre pernicioso à sua saúde —, o que deixava claro a pouca deferência dele perante o assunto. Jogos, séries, animes, músicas, mangás e filmes... a sequência cronológica do dilúculo variava de acordo com suas necessidades recreativas.

Deitado de bruços, as suas pernas se estiravam para fora da cama enquanto seu braço esquerdo, já dormente, prostrava-se embaixo de um travesseiro molhado por fluido salivar. O jovem que, há algumas luas, havia começado a duvidar de sua sanidade mental, encontrava-se em sono profundo por exatos trinta minutos.

Bor, cara... vamos! Não fique aí dormindo. — Perturbando a ordem e o equilíbrio sonoro, fortes e batidas na porta sequenciavam tentativas de driblar os obstáculos sonoros do local. Naquele instante, todos os filhos de Eros haviam acordado com o alarme manual que, sem sucesso, não tinha feito sob o alvo principal. — Francamente... — Desistindo, o garoto fora do quarto deitou-se no chão do corredor e, colocando seus olhos negros por baixo da porta, passou a espiar qualquer indício de que as respirações eram realmente de Bor.

[...]

As penugens brancas e reluzentes de duas grandes asas cortavam o céu escuro de uma noite tempestuosa enquanto as nuvens choravam e fachos de luzes cintilavam a abóboda celeste. Fortes trovões eram desafiados para uma competição de coro pelos gritos tenebrosos e ensurdecedores das criaturas que estavam ao chão urrando de dor. Nos ares, concomitantemente, o detentor das charmosas e benevolentes asas disparava uma chuva de flechas atingindo todos os seres vivos abaixo dele; já havia se certificado de que nenhuma criatura boa poderia estar ali. Magicamente, as flechas brilhantes que haviam sido lançadas iam se multiplicando antes de encontrarem o solo interrompendo os urros e fazendo uma enorme nuvem de poeira dourada subir aos céus. Passando a sua mão direita em seu rosto angelical, o rapaz limpava o suor, havia sido uma luta árdua e cansativa, enquanto, em sua mão esquerda, o longo arco esverdeado reluzia, vitorioso, ao mesmo tempo que sua corda transparente delineava um brilho mágico.

“Nanico, isso só aconteceria nos sonhos mesmo” Uma poderosa e ecoante voz tomou conta da terra, dos céus e dos mares daquele universo, mas da onde ela estava vindo? Em dúvida, o rapaz de cabelos castanhos e olhos azuis procurava a sua volta enquanto planava de volta ao chão. “Tem um ser insuportável enchendo o saco do lado de fora, pare com isso logo, pelo amor dos elfos!” Dessa vez, a voz estava mais perto do que ele imaginava e, olhando para suas mãos, ele lembrou-se de quem era seu companheiro: Iryak, o arco resmungão. “Vamos... não tenho o dia todo” Revelando-se como o culpado, o direcionamento da voz estava claro, era a arma quem falava com ele.

[...]

Subitamente, as pálpebras do garoto se abriram em choque e olhos extremamente vermelhos surgiram das trevas acompanhados de uma forte dor de cabeça que tomava conta dos fios geneticamente castanhos do garoto. Enquanto os sentidos estavam sendo recobrados, ele tentava se acostumar com a claridade de seu quarto.

Era um sonho... — Com a voz chorosa, Bor coçava seus mirantes com a mão esquerda ao mesmo tempo que a sua direita afagava seus cabelos, pensou em olhar que horas eram, mas sentia que não haviam passado se quer dois minutos. Independentemente de seus desejos, uma necessidade biológica clamava por sua atenção: a vontade de ir ao banheiro era imensa.

Correndo para porta, olhou para o chão e se deparou com o par de meia que havia largado há algumas horas, estava tão cansado de jogar que voltou da sala de jogos literalmente engatinhando pelos corredores nebulosos do chalé. “Talvez seja hora de dar um basta, preciso organizar a minha vida” Pensou o garoto enquanto sentia vergonha de si mesmo. Imediatamente, uma risada veio a sua mente, porém não era a sua, era a do maldito arco que o vivia atormentando desde a primeira vez que tocou nele.

Como a porta estava trancada, o garoto girou a chave, depois a maçaneta e, quando finalmente conseguiu escancarar a porta, deparou-se com seu meio-irmão levantando-se do chão bruscamente enquanto preparava-se para novas tentativas de acordá-lo.

Finalmente... Bor, estava namorando seu travesseiro? — Espiando o quarto do garoto, os olhos negros do garoto olhavam a cama bagunçada de Bor enquanto ria. — Sabe há quanto tempo eu estou aqui?

Exatos dez minutos, contando. Acordou todos do chalé. — Com um livro nas mãos, uma garota loira passou por eles enquanto esboçava descontentamento em seus olhos azuis e seus longos cabelos sacudiam ao vento. Os meninos, seguindo os movimentos da garota, a olharam atentamente enquanto pronunciava seu apontamento. — Calma, Mild... irritada assim já de manhã cedo, vai acabar ficando feia. — Em deboche, o causador das batidas na porta afrontava a loira. — Enfim, vai se arrumar... vamos para Nova Roma hoje.

Com o convite repentino de seu meio-irmão, Bor se assustou um pouco. Tentou lembrar-se de concordar em ir algum momento, porém foi em vão, não havia resquícios em sua memória de ter mencionado ir ajudar. E, naquele instante, sentiu vontade de fechar a porta e voltar a dormir, mas a vontade de ir ao banheiro era maior, precisaria se livrar do obstáculo à sua frente.

Quando que eu falei que ia, Neth? — Perguntou Bor, de forma direta e clara como se negasse a possibilidade de ele ir junto. — Fala sério, cara... eles precisam de ajuda. Sabe o que eles passaram? Não sabe, né? Você deveria vir comigo.

Será que Nethan possuía motivos tão puros para ir a Nova Roma? Bor acabou sendo pego de surpresa com a louvável compaixão de seu vizinho de quarto, nunca havia visto isso acontecer antes, definitivamente havia algo de errado. — O que você realmente quer, Neth? Romanas? — Não deixando se abater e evitando ao máximo cair nos jogos mentais de seu meio-irmão, o garoto, sem esboçar surpresa, questionou o real motivos de seu heroísmo que, quase sempre, era o mesmo: mulheres.

Ah, qual é, Bor... você pensa que eu sou realmente assim? — Fazendo uma expressão de tristeza, o garoto abaixou sua cabeça e passou a fitar os pés de Bor como se esperasse uma comoção. — Mas você já viu elas? As vezes precisando sair da mesmice, sabe? Do cotidiano. — Percebendo que seu “calouro” não iria abaixar a guarda, Nethan sorri e revela seu real motivo, não que fosse tão secreto assim. — Vamos... vai ser importante para você. Nunca esteve lá, precisa ter experiências novas e, além do mais, já faz um tempo que você só fica jogando. Deveria começar a trabalhar, sabia?

Ele tinha razão, todos a volta de Bor tinham. Fosse o Iryak em sua cabeça, a Kim dizendo-lhe que sumiu, a Mildred mandando-o ler um pouco e até mesmo o Nethan que, por mais patife que fosse, se dedicava as atividades do chalé e do acampamento. Tudo aquilo estava corroendo-o por dentro, ou talvez fosse apenas a vontade de mijar, mas um emaranhado de dúvidas surgiu em sua cabeça.

Está certo... eu vou! — Cedendo ao pedido de Nethen, Bor revirou os olhos antes de continuar. — Vou tomar meu banho e me arrumar, nos encontramos no jardim, ok? — Empurrando o acastanhado de olhos negros, Bor correu para o banheiro antes que começasse a vazar óleo. — Nossa, pelo menos feche a porta do seu quarto.

A água quente escorrendo pelos seus cabelos, rosto, nariz e olhos fechados era extremamente confortante, como se ela tivesse vida e o abraçasse para protege-lo de suas dúvidas e anseios, era um refúgio sui generis para Bor. Quando o garoto ouviu sobre o que acontecera em Nova Roma, sentiu uma enorme aflição em seu coração. Não sabia explicar o sentimento, mas a vontade de chorar era enorme e foi sob aquelas águas tórridas que encontrou o conforto necessário para compreender seus pensamentos.

Os semideuses buscavam uma vida tranquila e digna para suas famílias... — Com seus olhos ainda fechados, a água do chuveiro caia sobre seu rosto e, junto com algumas lágrimas, escorria pelas bochechas rosadas do menino. — Como alguém pode ter tamanha maldade dentro de seu coração?

Embaixo do chuveiro, imagens tristes e aterrorizantes de pessoas correndo e protegendo aos outros marcaram os pensamentos de Bor... ele não havia visto e somente podia imaginar. Sem experiência de vida e crescido em doze anos de mentira, desde que foi levado ao acampamento, mal se esforçou na busca por um aprimoramento pessoal, ele já não sabia mais se suas lágrimas eram pelos outros ou se eram de vergonha de si mesmo. Pode parecer uma bobagem, uma tremenda frescura... mas o peso nas costas do garoto era tanto que ele se abalou ao chão. Tentando se reerguer, procurou apoio nas paredes do box enquanto procurava se manter acocado. “Pai, me dê forças para suportar tamanho sofrimento” Com as mãos no peito, suplicou ao seu genitor e, mesmo achando aquela água relaxante e milagrosa, não foi dessa vez que as moléculas de hidrogênio e oxigênio o confortaram.

Após recompor-se, terminar seu banho e enxugar-se, pegou as mudas de roupas que havia separado e providenciou vesti-las. Estava determinado a mudar sua forma de agir e pensar, iria aproveitar a oportunidade ser útil em Nova Roma como o pontapé inicial. Abrindo a porta do banheiro, suas pupilas dilataram, seus músculos relaxaram e seu corpo começou a se livrar de toda angustia e sofrimento que ainda restava. A névoa que percorria por todo o chalé abraçava o garoto calorosamente, como se fosse o próprio amor de seu pai e, reconfortado, o garoto esboçou um leve sorriso antes de ir em seu quarto pegar alguns equipamentos e dirigir-se ao local de encontro. “Ora ora, quer dizer que o nanico resolveu fazer algo?” Ignorado, Iryak tentava alfinetar Bor enquanto era recolhido.

Haviam muitos meios-irmãos de Bor no chalé que, entretidos em suas atividades habituais, não manifestavam interesse em ir a Nova Roma. Porém, em contraponto, o jardim — o lugar favorito dos filhos de Eros — estava completamente vazio. “Cadê o Nethan?!” Pensou Bor enquanto olhava para todos os ângulos do lago artificial que se encontrava na frente do chalé. “Parece que alguém te deixou para trás, nanico” A voz irritante de Iryak ecoava por baixo da caixa craniana do garoto. — Um bilhete? — Ignorando seu arco, o garoto avistou um papel em formato de coração sendo impedido de ir aos ares por uma pequena pedra repousada em um banquinho

“Rosas são vermelhas e violetas são azuis,
Parti para Nova Roma atrás de uma Louis”

Uma Louis? O que diabos é uma Louis? — Questionando, o garoto não compreendia o fato do Nethan ter insistindo tanto para que ele fosse e, de repente, resolvesse partir sem leva-lo. Em momentos como esse, muita coisa se passaria pela cabeça do garoto, principalmente uma vontade absurda de desistir, mas ele estava dedicado a mudar, seu subconsciente não o deixaria adiar seu compromisso com o progresso, ele iria ter que se sacudir para achar um jeito de ir a Nova Roma. “Faz parte do aprendizado” Decidido, pensou o garoto.

Distanciando-se do seu chalé, Bor tentou traçar os métodos mais eficazes para encontrar algo que não se sabe onde estar. Parecia loucura, mas seu cérebro processava um número exorbitante de táticas enquanto caminhava lentamente. De repente, como se chegasse a um acordo, decidiu arriscar na mais simples.

Certo... a maioria dos campistas está indo para lá, as chances de eu acabar me deparando com alguém que possua o mesmo destino que eu são enormes. — Olhando para os semideuses que também caminhavam por perto, ele parecia procurar um alvo. — Está na hora de eu colocar as horas de poker em dia, preciso apostar em uma pessoa que pareça confiante o suficiente para ir sozinha ou em um grupo avantajado de pessoas.

Graças a Eros, a caçada do garoto não demorou muito, poucos minutos procurando e, de repente, uma vítima aparece... quer dizer, uma guia perfeita. Marchando, confiante e sorridente, uma morena, que aparentava ser mais nova que Bor, esbanjava toda sua experiência e conhecimento através de seus olhos enquanto seus cabelos cacheados eram tocados e agraciado pelos raios solares.

Bingo... — Como um stalker, Bor passou a copiar todos os passos dela, parecia um mímico profissional. Se ela olhasse para os lados, para cima ou cantarolasse, o filho de Eros tratava de repetir precisamente os mesmos movimentos como se fosse um ritual para ir a Nova Roma e o que poderia parecer loucura, havia dado certo. O All-in de Bor tinha sido certeiro pois, quando a garota parou de andar, os olhos azuis do garoto entraram em choque com o tamanho da fila em que ele se metera. “Caramba” Pensou o menino que se adiantou a ficar atrás da garota antes que alguém entrasse na frente.

Ver o tamanho da fila recheou os pensamentos do garoto com assuntos suficientes para o entreter durante a espera, filosofar com seu verdadeiro eu era um dom de Bor que, às vezes, parecia até se esquecer de que estava conversando consigo mesmo.

“É muito bom ver que, mesmo depois de tanta briga e rivalidade entre os dois acampamentos, sempre há esperança de paz e conforto quando se é necessário” Pensando algumas verdades, um sorriso honesto tomou espaço de seu rosto por alguns segundos antes que pensasse em algo que o fez arrepiar.

“Às vezes, o caos é importante para que haja a paz”

Aquilo não era uma ideologia, era uma sentença, e essa cogitação bombardeou seus pensamentos, o fazendo perder toda a alegria que havia reunido, não era algo belo para se pensar no momento e, talvez, nunca. O garoto ia seguindo os movimentos da fila com piloto automático ligado enquanto habitava os seus devaneios e, como se tudo tivesse passado em um piscar de olhos, somente despertou ao ouvir alguns risos e sussurros em suas costas. “Ué, cadê a garota?” Em um passe de mágica, o que antes era uma morena de cabelos cacheados se tornou uma espécie de portal.

Quando você quiser... — Sorrindo, um semideus que estava ao lado da grande esfera de energia chamava a atenção de Bor convidando-o para atravessar o portal. — Mas o que eu faço? É só passar ou eu preciso pensar em algo? — Cheio de dúvidas, o garoto não teve medo de pronunciá-las, era melhor ser alvo de risos do que ir parar em outra dimensão por engano. — Fique tranquilo, só precisa passar.

A voz do semideus fora tão confortante que, sem medo algum, Bor atravessou de olhos abertos. É, talvez tivesse sido melhor ter fechado eles pois o choque da transição de local fora tanto que uma tontura enorme tomou conta do garoto fazendo-o cair no chão. Qual foi a primeira coisa que Bor viu de Nova Roma? O soalho.

Com a cabeça dolorida, ânsia de vomito e tontura, somente com a ajuda de um semideus ele conseguiu se recompor. — Está tudo bem, Borzinho? — A voz familiar e o apelido que gozava de sua cara fez com que Bor levantasse sua visão enquanto apertava a mão do semideus. Mesmo com todos os empecilhos, esforçou-se para fitar o rosto de quem o ajudara que, para sua surpresa, era o Nethan acompanhado de duas garotas. O ódio de Ares tomou conta de Bor e, demonstrando sua fúria, seus olhos pareciam pegar fogo e soltar faíscas ao redor enquanto, capitando os sentimentos, Nethan dava um sorriso ao terminar de levantá-lo.

Não viu meu recado? — Coçando a nuca, Nethan parecia desconfortável enquanto seu meio-irmão o fuzilava com os olhos.

Preferia não tê-lo visto. — Após a resposta sucinta e abarrotada de sentimentos que Bor dera, somente uma pergunta ficou no ar: Quantos docinhos seriam necessários para que ele perdoasse o patife?


Legendas e Observações:
Falas de Bor.
"Pensamentos de Bor"
"Falas do Iryak"
Falas de Nethan Jensen
Falas de um semideus aleatório
Falas de Mildred Parkson

A garota que o Bor segue é a Aislynn Prescott que postou essa fixa...
Se quiser saber mais sobre os personagens, só clicar aqui!
Adendos do Bor:
Equipamentos:
Faca de Bronze Celestial
Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor.
Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial.

• Iryak
Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas.
Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele.
Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas.
Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem.
| Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
Habilidades passivas dos Filhos de Eros:
Nenhuma utilizada!
Habilidades ativas dos filhos de eros:
OBS: Essas habilidades foram utilizadas em um sonho!
Nível 2
Multiplicar Flechas.
Descrição: É a habilidade que consiste fazer uma flecha virar até três. A prole de Eros/Cupido, nunca sentirá falta de suas flechas, pois, poderá dobrar a quantidade das mesmas. Contudo, a flecha será idêntica a original, ou seja, caso esteja danificada, a cópia, também será danificada.
Gasto de Mp: 20 MP (por flecha criada).
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Só pode criar mais duas flechas além da original.

Nível 23
Asas II
Descrição: As asas dos filhos de Eros/Cupido, cresceram conforme o esperado, seu desenvolvimento foi grande, e ele ficou mais forte, assim como suas asas. Agora, quando elas se abrem, se expandem de forma grandiosa, brancas e reluzentes, te deixando com a aparência semelhante à de um anjo, tais asas, possuem uma força considerável, e seu brilho, causa certa dificuldade aos inimigos que olham para você. Eles ficam encantados pela estranha aura emanada pelas suas asas, agora já consegue voar livremente.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:Nenhum
Dano: 5 HP por turno ativo (só afeta se os inimigos te encararem diretamente, pois o dano, é nos olhos, no rosto, causa queimação e incomodo)
Extra: Nenhum
Adendos dos NPCs:
Equipamentos:
Nenhuma utilizada!
Habilidades passivas:
Nenhuma utilizada!
Habilidades ativas:
Nenhuma utilizada!

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Re: Bor Shemov [Fixas]

Mensagem por Netuno em Ter Ago 07, 2018 8:31 pm


Bor Shemov
Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 500 XP e 500 Dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 500 XP, 500 Dracmas e 1 Insígnia. 

comentários:
Devo dizer que você me deixou um tanto quanto ansioso para ler sua MF. Afinal eu to te acompanhando desde que entrou no fórum e devo admitir que você é um menino prodígio. Eu amei como conduziu a missão, como inseriu
as falas e tudo mas, contudo achei um pouco extenso de mais para algo que poderia ter sido simples e compacto. Mas não posso reclamar né? Sua escrita é impecável.

Atualizado!




_ Netuno_
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Netuno
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Re: Bor Shemov [Fixas]

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