The Blood of Olympus
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Floresta

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Re: Floresta

Mensagem por Convidado em Qui Dez 11, 2014 8:39 pm


Sangue Frio Que
Corre em minhasveias, congelou meu coração.

Sorri fofo retribuindo o breve beijo roubado dela. Eu acho que era o filho de Marte mais feliz e alegre que existia ali, fugindo em contradição de todos serem grossos, antipáticos e essas asneiras todas, mas como eu já disse... Ela me faz bem.

-Eu sou feliz pelo simples fato de você existir e ser minha-

Sussurrei e girei minha adaga. Capivaras? Ótima ideia, agora era só correr e mostrar para ela como se faz uma verdadeira caçada. Pisquei para ela e sorri malandro.

-Vou levar essa fácil, fácil-


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Re: Floresta

Mensagem por Nicoly Headey Ball em Qui Dez 11, 2014 9:00 pm

O Começo
Caçada ?


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Nicoly sorri á ele, nunca pensará que um filho de Marte faria uma filha de Plutão sorrir tanto, já que ambos eram totalmente quietos e brigões.
Mas logo seu sorriso desapareceu ao ouvir Jason insinuar que ganharia da mesma, pois, Nicoly odiava perder, e adorava provar que era melhor, principalmente na caçada.
A filha de Plutão gira suas duas adagas afiadas, sorri e diz:
- Vamos ver, Jason. - A mesma corre floresta á dentro, sem esperar pela resposta do namorado, deixando ele para trás
.....
Nicoly olha para os lados, e com os ouvidos atentos procura pela presa. Escuta ruídos de folhas secas sendo pisoteada, lentamente ela caminha até o ruido e com uma distância mínima, vê a presa se alimentando distraidamente.


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Re: Floresta

Mensagem por Convidado em Qui Dez 11, 2014 9:45 pm


Sangue Frio Que
Corre em minhasveias, congelou meu coração.

Quando pensei em dizer alguma coisa ela já tinha entrado floresta a dentro. Seria bom dar uma vantagem a ela, ou não, porque ela também era uma exímia caçadora.
Passei a adaga na árvore mais próxima para marcar o local e adentrei correndo a floresta.
Quando já estava no meio da mesma, parei, recuperei o ar e olhei para os lados. Estava pensando no melhor lugar para se caçar uma capivara, até que lembrei que elas gostam de ficar perto dos lagos, riachos e ribeirões. Adivinha? Foi em direção ao lago que corri naquele momento.


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Re: Floresta

Mensagem por Nicoly Headey Ball em Qui Dez 11, 2014 9:55 pm

O Começo
Caçada ?


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Por ironia do destino ou não, a presa que Nicoly observou era um Javali, percebeu o que era logo que se aproximou do animal. Procurou não gargalhar pois faria com que o animal a atacasse, assim a semideusa seguiu a um lago próximo encontrando Jason por lá, observando o local, procurando a presa que caçavam.
Ele estava tão atento procurando o tal animal, que Nicoly tinha quase certeza que o mesmo não havia notado sua presença, ela sorriu e foi até ele. O garoto estava de costas com a postura ereta, a semideusa se aproximou do namorado, colocou sua adaga próxima de suas costas e disse:
- Se tivesse que caça-lo, seria presa fácil. - piscou.


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Re: Floresta

Mensagem por Convidado em Qua Dez 17, 2014 8:15 pm


Sangue Frio Que
Corre em minhasveias, congelou meu coração.

Estava tão atendo que mal pude perceber os movimentos de minha namorada atrás de mim e quando percebi ela já tinha me abordado. Revirei os olhos e me virei ficando de frente para ela, logo deixando um sorriso transparecer nos lábios.

-Quero ver a coragem para me matar-

Disse com tom de desafio enquanto minhas mãos envolviam a cintura dela e eu puxava a mesma para mais perto e lhe beijando lentamente.

-Porque eu sei que me ama-

Sussurra entre os lábios dela enquanto os morde provocativamente.


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Re: Floresta

Mensagem por Nicoly Headey Ball em Qua Dez 17, 2014 10:18 pm

O Começo
Caçada ?


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Jason sorriu para a filha de Plutão, que logo retribuiu e respondeu a pergunta feita pelo garoto:
- Não duvide de mim, sou mais maluca do que você pensa. - pisca, afrouxando a adaga, deixando-a cair de suas mãos quando foi tomada por um beijo leve de Jason.
Nicoly o escuta sussurrar entre os beijos dele, ela ri baixinho:
- Convencido demais! - lhe da um soco leve no peitoral, empurrando-o para longe. - Acho que não vamos conseguir nenhuma presa nesse ritmo. - sorri travessa. - Você me distrai demais. - Com essa frase de Nicoly faz com que as bochechas da mesma fiquem levemente rosadas, mostrando claramente que estava envergonhada, assim ela se afasta virando o rosto.


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Re: Floresta

Mensagem por Convidado em Qua Dez 17, 2014 10:26 pm


Sangue Frio Que
Corre em minhasveias, congelou meu coração.

Sorri para ela e segurei a mão da mesma quando ela tentou me afastar com um leve soco, meus lábios encaixavam perfeitamente aos lábios macios dela e eu não queria me afastas, mesmo sabendo que tínhamos uma proposta naquela floresta.

-A é? E quem vai te deixar sem graça? Quem vai te abraçar? Quem vai te beijar? Quem vai te provocar? Quem vai te distrair?-

Minha voz era calma e saía como um sussurro. Mordi os lábios dela ao final de minhas pergunta, minhas mãos percorriam o rosto dela, e meu olhos? Meus olhos iam de encontro ao dela, fitando-os de maneira profunda e apaixonada.


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Re: Floresta

Mensagem por Nicoly Headey Ball em Qua Dez 17, 2014 10:39 pm

O Começo
Caçada ?


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Nicoly retribui o beijo do namorado, deixando que as sensações boas percorressem pelo seu corpo.
Se sentia segura e bem quando estava com ele, e não se sentia assim a muito tempo...
A filha de Plutão ria baixinho com as palavras dele, pois no fundo ela sabia que o garoto tinha toda razão, quem iria proporcionar tantas coisas boas a ela?
No final de suas palavras, Jason, mordeu seus lábios fitando seus olhos. Nicoly em resposta, pisca a ele tentando provoca-lo:
- Esta muito convencido, devia ter um ego menor. - sorri e em seguida se abaixa para pegar sua adaga. - Vamos caçar ou não? Nem parece filho de Marte. - ri.


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Missão Fixa: Invasão

Mensagem por Kang Joon Ho em Ter Jan 24, 2017 6:17 pm




 강 전 허


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Kang Joon Ho entrou na floresta com um pouco de mau humor, as festividades sempre culminavam no dobro de problemas e serviços e para ele, as festas por si só não traziam quaisquer benefícios que compensassem seu desgaste.
Os guardas das rondas estavam defasados, mas a culpa cai sobre o bobo que fica quieto e ele não tinha mesmo muita paciência para contra argumentar, apenas aceitou a culpa e decidiu que ia àquela hora da noite sozinho buscar os tais escorpiões.

Como um filho de Timmos, Joon Ho não sentia medo, mas ao final de tudo medo é uma adaptação necessária a sobreviver, com a falta de medo vinha um pobre instinto de sobrevivência que costumava deixar o semideus em situações complicadas, aquela possivelmente era uma delas.

O rapaz levou um lampião de querosene para iluminar o caminho, sabia ele que insetos não tinham um bom histórico com fogo e esperava que isso fosse uma verdade para quando os insetos eram maiores que um filhote de leão da montanha.

A noite estava particularmente escura e a floresta agitada, Joon Ho poderia ouvir as folhas movendo-se com o vento e com os animais se deslocando com medo de sua presença. Não podia deixar de ver graça na cena, imaginava o que seriam os maiores medos de um animal, seu predador? Para humanos isso era tão relativo, tão pessoal... A solidão podia ser o maior medo, mas também as multidões.

Aos poucos os sons dos pássaros noturnos e das ninfas e sátiros conversando ficaram cada vez mais distantes, no lugar apenas o som dos passos do semideus sobre gravetos e folhas no chão. Ele sentou-se e diminuiu a intensidade no lampião para observar o cenário ao seu redor.

Algo se movia na direção noroeste do semideus, Kang tentou se aproximar do barulho sem chamar atenção para si, com passos lentos, quase arrastando o pé para não fazer barulho quebrando os pequenos galhos do chão, quando próximo da fonte de som sacou suas espadas espartanas e ficou à espreita.

O que não estava nos planos de Joon Ho e certamente era um deslize da sua inexperiência, era o que aconteceria a seguir. O brilho da lua seria refletido pelas espadas, chamando a atenção do que quer que estivesse escondido na floresta, o barulho de movimento se intensificou o que quer que o semideus estivesse seguindo agora se movia rapidamente na sua direção.

O filho de Timmos escondeu as espadas e se escondeu atrás de uma árvore, sua respiração impassível, os olhos fitando a sombra negra que havia invadido o local. O garoto deu-se conta de que sim era um escorpião do tártaro e que aquilo se movia rápido e era grande.
Pensando friamente, sabia que o mais perigoso  era o veneno na ponta de seu rabo, nunca vira uma criatura daquelas pessoalmente, mas sabia que ser envenenado por algo assim seria o fim da carreira.

Ponderando sobre o assunto, puxou novamente as espadas, segurando uma com a mão esquerda e deixando a outra presa à cintura para que fosse sacada rapidamente, então pegou um pedaço de madeira grande o suficiente para erguer com uma única mão, mas fazer um barulho forte ao cair, e jogou na direção oposta à qual estava.

Como esperava o semideus, o escorpião se voltou para o barulho da madeira, isso deixou apenas uma fração de segundos para que ele agisse, puxando a outra espada e avançando para atacar o rabo do animal com as duas espadas forçando um movimento de tesoura.

Apesar do animal ser veloz o ataque foi bem-sucedido, contudo o aracnídeo gigante conseguiu virar e atacar o abdômen do rapaz com uma das pinças. Com a dor, o animal liberou a força de prensa de Joon e ele rolou para o lado se deparando com o outro escorpião, pouco maior que o primeiro.

Uma reação de segundos separou o semideus da morte, o escorpião ainda inteiro o golpeou com o rabo no passo que ele se defendeu com uma das espadas e cambaleou para longe. Ferido, a velocidade do rapaz era menor e o escorpião deferiu um segundo ataque. Joon Ho desviou, mas não tinha agilidade o bastante para desviar e contra-atacar.

O semideus foi tentando se afastar e dar espaço suficiente para sacar sua arma e atirar no aracnídeo, mas o ferimento dificultava que ele fosse mais rápido, mesmo para fugir. Ponderou alguns instantes, lembrou-se que tinha deixado o lampião atrás da árvore em que havia se escondido para golpear o primeiro monstro, então começou a fugir fazendo um círculo, se defendendo com a espada e voltando para o ponto de onde tinha saído.

Ao chegar de volta à árvore, a prole de Timmos chutou o lampião para cima do escorpião, a luz mesmo fraca causou medo no monstro que recuou tempo o suficiente para que o semideus conseguisse sacar sua “the colt” e atirar no lampião. Toda a ação durou apenas alguns instantes, de repente o lampião explodira e espalhara fogo sobre o escorpião, não era uma grande labareda, tampouco havia sido uma grande explosão, foi apenas o suficiente para deixar o bicho desesperado.

Com ajuda da influência da aura de fobia de Joon, o monstro ficou ainda mais desesperado deixando espaço para que o semideus finalizasse o ataque com suas espadas espartanas. Ele cravou as espadas na cabeça do monstro que caiu agonizando no chão tentando remover as espadas com suas pinças enormes sem sucesso.
Quase tudo terminado, Joon voltou-se para o primeiro escorpião que ainda agonizava sem rabo, uniu suas duas espadas e enterrou o conjunto no centro do bicho, finalizando sua missão.

Agora Joon estava no escuro, ferido e cansado, tentando se guiar pelas estrelas e ruídos de volta para o acampamento a fim de receber tratamentos dos curandeiros e se certificar de não encontrar com nenhum aracnídeo super desenvolvido por um tempo.



..... What do you fear the most? .....



강 전 허

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ainda é o amor...

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Re: Floresta

Mensagem por Simon Montgomery em Qua Jan 25, 2017 7:50 pm

Fate is a curse...

Missão:

Invasão – Os campistas acabaram se distraindo com as comemorações de fim de ano, e os preparativos. Com isso, acabaram por deixar as fronteiras sem proteção por muito tempo, e não cumpriram suas rondas, agora deverão arcar com as consequências. Na floresta do acampamento (Júpiter ou Meio Sangue) surgiram dois escorpiões do tártaro, encantados e modificados. Eles são escuros como a noite, e soltam um veneno de paralisia que deixa o oponente completamente vulnerável, ambos têm o tamanho semelhante ao de um cachorro grande e estão causando alarde entre Ninfas e Sátiros que habitam a floresta. Como era seu turno e você foi descuidado, você foi enviado para deter os escorpiões, e precisa manda-los de volta para o lugar de onde vieram (o tártaro). Detenha os escorpiões da floresta, ou morra tentando.
Local de Postagem: Floresta do acampamento, Júpiter ou Meio Sangue.
Recompensas: 200 – 2.500 Dracmas e 200 – 2.000 XP.

Era minha primeira missão e eu tinha pego uma bem complicada, eu deveria fazer a ronda no acampamento, sozinho, para evitar que algo invadisse, mas é claro, por eu ser novato, eu errei cometi um grave erro: Deixei com que dois escorpiões invadissem nossa floresta. Não era o tipo de monstro que viviam dentro da floresta, eram piores. Minha superior ordenou que eu fosse caça-los na floresta e pela promessa que fiz ao Rio Estige, fui para o local.
Eu usava uma calça jeans com os joelhos desfiados propositalmente, meu coturno de sempre também me acompanhava, sobre minha camiseta favorita, uma camiseta vermelha com as iniciais do meu nome bordado nas costas acima de uma grande numeração "05", estava minha Emma, uma capa totalmente negra. Meu pulso tinha um bracelete dourado, Eleonor, que tinha a capacidade de se tornar um escudo de acordo com a minha vontade.
Chegando na floresta, pude perceber que ela era bem fechada, poucos raios do luar ultrapassavam as folhas das arvores, um lugar perfeito para alguém noturno como eu ser capaz de lutar. Antes de adentra-la senti que ali dentro ficava cada vez mais quente e como eu estava sozinho, retirei minha capa e a pendurei no galho de uma arvore, retirei minha camiseta para não correr o risco de rasga-la nessa luta, vesti minha capa novamente e pendurei minha camiseta no galho que antes ficara minha capa.
Alice sobrevoava perto de mim para caso eu precisasse dela, e realmente ela era necessária. Alice se aproximou de mim com suas menas pretas e pousou ao meu lado, mexendo a cabeça como forma de dizer que estava pronta para o combate.
- Sem chance, Alice, você não vai entrar em combate dessa vez. - Ela me olhou com seu olhar assustado e abriu o bico para falar alguma coisa, mas eu fui mais rápido e a interrompi - Você vai para os céus e procurar por algum dos escorpiões, se você encontrar algum deles, desça e me avise, se não conseguir encontrar nenhum, volte para cá e iremos para casa.
Alice alçou voo sem me contrariar nem dizer uma unica palavra. Adentrei em uma sombra das árvores, coloquei vesti o capuz da minha capa e comecei a me locomover através da escuridão, me mantendo oculto, aparecendo poucas vezes devido a luz da lua cheia e fora essa luz que me fez encontrar o primeiro escorpião:
Ele estava de costas para mim e andava sem rumo, a cor dele quase me fazia confundir com a sombra das arvores. Antes de me mostrar, observei ao redor para ver se eu enxergava o outro escorpião ou algum outro monstro, mas felizmente não havia nada.
Retirei meu capuz e andei pela grama lentamente na direção do escorpião, que foi capaz de ouvir meus paços e se virou. O escorpião aumentou sua velocidade e mirou sua cauda em mim, quando o escorpião estava perto de mim, saquei minha faca de bronze celestial e ergui meu bracelete na altura do meu pescoço em posição de defesa.
O bracelete se tornou um escudo a tempo de evitar o impacto da calda que foi um pouco abaixo do pescoço. Sem me desesperar, usei minha faca para cortar a ponta da calda do monstro, a calda possuía uma grande extensão, por isso fui capaz de saltar para traz antes de ser atingido por suas garras. O veneno do monstro escorreu pela calda e penetrou a carapaça do monstro, deixando-o paralisado com o próprio veneno.
Ao ver que o monstro não se mexia mais, me aproximei por trás do monstro e cortei a calda bem abaixo de onde se localizava a glândula de veneno, de modo a não escorrer mais e não me acertar com a paralisia. Fui para a frente do monstro que ainda se mantinha paralisado e finquei a minha faca por entre seus olhos, puxando-a para trás para abrir um corte em todo o cefalotórax para matar a besta.
Segui por mais alguns metros, oculto pelas sombras, mas não demorou muito e Alice fechou suas asas, caindo com o bico mirado para baixo em minha direção, quando ela se aproximou do chão, ela abriu novamente suas asas e voltou para posição inicial de voo para diminuir o atrito que teria com o chão.
- O outro escorpião esta vindo correndo. - Começou dizendo antes de pousar - Ele deve estar muito próximo, então cuidado - Terminou dizendo já no chão. A voz do pássaro era meio rouca, com um sotaque britânico.
Ativei meu escudo, minha faca já em mãos e coloquei meu capuz novamente, desaparecendo nas sombras de uma árvore grossa com uma grande copa, enquanto Alice se fingia de distraída de forma a chamar atenção do escorpião. Assim que o monstro passou pela arvore, dei a volta na arvore e fui para atrás do escorpião, e Alice alçava voo novamente para evitar ser atingida. Finquei minha faca na calda do escorpião, mas sem muito sucesso, ele mexeu a calda me jogando para frente e me fazendo bater com as costas em uma arvore.
Meu escudo foi lançado ao lado com o impacto, minha faca ficara presa na calda do monstro, estava apenas com a minha capa. Não me dei por vencido, corri para alcançar meu escudo novamente, e o inesperado aconteceu, o monstro jogou um liquido em minha direção de sua causa. Por mais que o outro fosse igual, eu não havia visto ele liberar o veneno dessa maneira.
Antes do veneno me atingir, Alice conseguiu descer a tempo e me proteger enquanto eu pegava o escudo, ficando para lisada com o ocorrido e caindo no chão, imóvel.
- Alice... - Meus olhos incharam e encheram-se de lágrimas, mas não o suficiente para serem derramadas, consegui pegar meu escudo com sucesso, corri em direção a uma arvore ao lado do monstro e usei Emma para me mesclar com as sombras.
A arvore era cheia de galhos baixos e grossos, então consegui subir sem maiores problemas. De cima da arvore, eu tinha uma visão aberta em direção ao monstro. Usei essa abertura para arremessar Eleonor em direção ao que deveria ser a glândula de veneno do animal, ou ao menos era o que eu lembrava de ter escutado em uma aula de biologia.
O escudo acertou a glândula que explodiu em veneno pelo local, mas não teve pressão o suficiente para chegar até o galho onde eu estava que não devia ter nem 3 metros de altura até o chão, pulei no chão atrás do escorpião, já visível, retirei a faca da calda rapidamente, e me afastei. Assim que o monstro se virou, eu corri por trás das arvores que o cercava e peguei meu escudo.
Eleonor não tinha veneno na parte que eu o segurava, apenas havia respingado um pouco na parte inferior, então eu só devia tomar cuidado para não tocar naquela pequena porção. Novamente arremessei meu escudo, dessa vez com uma força mais forte aplicada, que fez com que o cefalotórax do animal afundasse. O escudo ricocheteou para perto dele, e eu aproveitei a distração para me esconder em uma sombra novamente.
O escorpião deu alguns passos a frente e deu olhou para ver se me encontrou, mas novamente sem sucesso, minha esperança era que ele recuasse, mas não foi o que ocorreu. O monstro começou a se aproximar de Alice, enquanto eu me aproximava e pegava o meu escudo. Assim que o tinha em mãos, assoviei e chamei a atenção dele, me revelando.
O escorpião aumentou sua velocidade e veio em minha direção. Percebi que com o golpe que dei anteriormente na calda, o veneno ainda escorria, mas ele não movia o ferrão, assim que ele se aproximou, ativei minha capa novamente e desviei de seu golpe, aparecendo ao seu lado e cortando o cefalotórax novamente, dessa vez na horizontal, matando o animal.
Ainda choroso com o ocorrido, guardei minha faca em uma bainha na minha cintura, tornei meu escudo em bracelete de volta, me aproximei de Alice e cuidadosamente peguei-a no colo. Ela já não tinha mais veneno, todo o veneno havia escorrido e sido absorvido pela grama durante a luta.
Perto da saída da floresta, Alice voltou a se mexer e voou direto para os céus. Um sorriso e felicidade me tomou ao ver ela voando novamente. Novamente retirei a capa e coloquei a camisa, mas dessa vez levei a capa dobrada em minhas mãos até o acampamento.
Sometimes, we need change our history.
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