The Blood of Olympus
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[ RP | FECHADA ] i was screamin', "go, go, go!"

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[ RP | FECHADA ] i was screamin', "go, go, go!"

Mensagem por Bella-Aubrée Winnemann em Sab Jun 16, 2018 1:40 am

A RP se situa em Santa Mônica, na Califórnia. É fim de tarde, algo próximo das 18h, e naquele dia especificamente, a agenda de compromissos de Isabella Winnemann estava agitada. Após deixar as festividades sediada pelos acampamentos, Winnemann se dedicou a atender um evento de Gala, em associação a um Festival de Cinema da cidade de Los Angeles, onde seu pai e muitas outras celebridades compareceriam - a inevitável A List. Entretanto, B não era a única semideusa com agenda social para perturba-la naquele dia; Arthur Collins encontrava-se na mesma situação, com os deveres de uma cria da Page Six. O clima é ameno, com o céu livre de nuvens, disposto a ser coberto por estrelas - tanto quanto o próprio tapete vermelho do evento.

Interação de terceiros sem o consentimento dos envolvidas será ignorada e excluída.

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Bella-Aubrée Winnemann
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Re: [ RP | FECHADA ] i was screamin', "go, go, go!"

Mensagem por Bella-Aubrée Winnemann em Sab Jun 16, 2018 4:14 am







"Senhorita Winnemann, à direita! Olhe para nós!"

O pedido chegou aos meus ouvidos de forma tão audível quão eram os sons vivos que cercavam a fachada grandiosa daquela edificação cerimonial, reservada por barricadas de seguranças, suportes que delimitassem a área e um majestoso tapete vermelho estendendo-se pelo átrio exterior; havia, logicamente, o som de vozes agitadas. Estas gritavam pedidos, numa tentativa insistente de chamar atenção daqueles que faziam seu caminho pelo véu rubro que cobria o chão. E além das vozes, haviam os ruídos característicos das câmeras fotográficas, em um coro excedente, acompanhado do estalar dos flashes que disparavam furiosamente.

"Eu sou Hillary Williams e estou falando de Santa Monica, Califórnia - diretamente do baile anual para o Festival de Cinema de Hollywood. Esse pré-evento digno do Cannes conta com as presenças ilustres de estrelas do cinema e lendas da arte..."  Uma voz feminina falava, provinda de uma mulher magérrima com cabelo acobreado preso numa trança simples que não tirasse o foco do seu requintado vestido Zac Posen da coleção de Outono-Inverno; ela olhava diretamente para um câmera onde era possível notar uma legenda indicando a transmissão da People.com - e eles não eram os únicos agentes da mídia impressa e digital dispostos ali. Havia também a Vogue, fotografando os melhores looks do evento, e a E! News, interceptando qualquer um que se permitisse um tempo para conversar; algo que eu havia educadamente evitado, acenando e sorrindo polidamente. Se eu fosse parecer uma vadia que evita entrevistas ao menos eu arrancaria alguns suspiros encantados daqueles que falariam de mim quando eu não estivesse mais ali. Afinal, aquele baile era o evento da estação, onde a nata do cinema americano se reunia para fingir que podiam ser amigos; era óbvio que haveriam más conversações nos bastidores.

"Bella, a sua esquerda! Você está deslumbrante, querida!"

Outra voz gritou, capturando a atenção dos meus olhos que eram forçados a não piscar diante de tanta agressão diante das luzes em flashes incessantes. E estas luzes pareciam satisfeitas com o que capturavam de mim, cada detalhe; desde a maquiagem leve em dominância nos tons de nude, até o penteado minimalista modelado num rabo-de-cavalo baixo, que, assim como as jóias que tomavam minhas orelhas e dedos, não tiravam o foco do deslumbre que era o vestido de baile que revestia minha silhueta magra. — Minha filha, sorria. Eu não gastei dinheiro para lhe comprar esse Giambattista Valli para você parecer séria demais diante das câmeras. — As palavras de meu pai alcançaram meus ouvidos no instante em que ele surgiu ao meu lado, segurando a parte de trás de onde estaria minha cintura, se não fossem aquelas camadas fartas de tule pregueado moldando a exuberante saia do vestido. Eu parecia uma explosão cor-de-rosa, saída de alguma pintura surrealista ou romancista - no mais simples dos elogios. Era demais, literalmente demais. A saia se abria num desnivelamento com a cauda; a frente era satisfatoriamente curta, enquanto atrás era dramaticamente longa e pomposa. — O senhor sabe que eu não posso me expor tanto, mas não poderia lidar com os boatos desses sites de fofoca que havia alguma guerra fria entre nós, não é mesmo, papai? — Eu sussurrava, entredentes, enquanto mostrava o meu melhor sorriso falso para as lentes famintas por um pouco daquele momento glamouroso entre a filha e um pai galantemente vestido pela Dior.

Tudo é bonito quando se tem alta-costura - e um pouco de cinismo, huh?


Uma eternidade, e o martelar do meu par de Stilettos de veludo Alexandre Birman, mais tarde e eu me vi sendo orientada a seguir o único caminho que estava disposto após a escadaria exterior. O salão de festa, em toda sua magnificência com os enormes lustres, arranjos de flores exóticas e o mar de mesas distribuídas com plaquinhas de identificação de quem-senta-próximo-de-quem; até porque ninguém gostaria de assistir ao erro de colocarem aquela atriz que foi flagrada aos beijos com o diretor do seu filme do verão passado na mesma mesa do seu ex-namorado de coração partido na mídia, certo?

Na mesma mesa em que eu estava, haviam mais seis assentos; uma destas era o do meu pai que não parava de falar sobre como havia sido desafiador fazer parceria com a fodona de Hollywood em suas cenas de nu artístico, e havia também um casal de atores gays ali, rindo escandalosamente sobre alguma coisa que viam do outro lado do salão. E para finalizar, havia uma diretora de filmes com amor declarado a arte francesa, que junto a um lutador afamado do MMA - que havia sido retratado em um filme promissor que chegaria aos cinemas no inverno - escutava o que meu pai tinha a dizer. Ao lado dele havia uma assento vazio, e eu me dei conta disso alguns minutos após todos se acomodarem e ninguém surgir para ocupar aquele lugar. Uma namoradinha socialite atrasada? Ou talvez a mãe que havia se dirigido imediatamente ao toilete após enfrentar os paparazzis que cercavam a vida do seu filho adorado? Era patético, mas, cogitar a quem pertencia aquele assento vago me pareceu a atividade mais estimulante naquele momento; entre as bebericadas de champanhe e as minhas olhadas impacientes pelo imenso salão a procura de algo minimamente excitante.



•  smile for the close up, bitch!
• b.w. wearing
• ball gala
• w/ famous

"smile, my daughter."




Última edição por Bella-Aubrée Winnemann em Sab Jul 07, 2018 11:59 pm, editado 1 vez(es)


 
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Re: [ RP | FECHADA ] i was screamin', "go, go, go!"

Mensagem por Arthur P. Collins em Sab Jun 16, 2018 9:30 pm

 Um encontro "Inesperado"

I WAS SCREAMIN', "GO, GO, GO!"

_
Eu não estava nada animado com o evento que aconteceria esta noite. Odiava estes bailes de gala cheios de gente sorrindo falsamente e esbanjando uma felicidade que eles não tinham, apenas para aparecer para as câmeras e manter uma fachada vazia, com toda a pompa e glamour que eles tanto apreciavam. Contudo, eu tinha de ir. Meu pai era um dos homenageados, não? Não poderia simplesmente ignorar isto e, sei lá, ir socar um boneco de treinos até cansar. Bem, na verdade eu podia, mas não iria o fazer, já que aquela noite parecia importante para o meu pai e o acompanhar era o mínimo que eu poderia fazer... Ao menos por umas horas.

Com um terno que me fora deixado pro ele, previamente escolhido para a ocasião,  cheguei ao local em um um carro alugado, com motorista e tudo, para não pagar o mico de "Os novos ricos" estarem chegando em um simples táxi. Como lutador, a carreira do meu pai tinha pouco menos que a minha idade e sua fortuna também. Para muito, o fato de não virmos de uma família nobre, de prestigio na alta sociedade nova yorkina era quase uma ofensa, apesar dos paparazzis e colunistas adorarem este tipo de história.  

Atrasado. Eu definitivamente já estava atrasado quando cruzei o tapete vermelho para dento do salão, esboçando alguns sorriso para as fotos a porta do local, como se alguém realmente se importasse com isto. A primeira vista, aquela era apenas mais uma festa fútil da qual eu era moralmente obrigado a ir. Uma festa muito bem organizada, com uma decoração impecável e apenas os melhores dos melhores de Hollywood presente, mas ainda assim, uma festa fútil. Após minha ida para o acampamento, tudo isto perdeu a cor perante meu olhos, ainda mais depois de ser presente em todos os problemas que ocorreram em Nova Roma. Era como se eu estivesse me sentindo completamente deslocado, perdido em uma festa que nada tinha haver comigo e que me dava no saco.

Uma rápida olhada pelo local e, tirando poucas pessoas realmente alegres, as auras eram mais de inveja e soberba do que qualquer outra coisa. Contudo, dentre elas, uma se destacava. Ela não era uma simples humana, ela era como eu, uma semideusa. Com um olhar mais atento, noto que na mesma mesa estava meu pai, com um lugar vazio ao lado. Seria isto alguma peça pregada pelo destino? Dois semideuses colocados justamente na mesma mesa em um evento tão grande e com tanta pompa?

Ao longe, não pude esconder um sorriso quase maroto, enquanto caminhava diretamente em direção a mesa de forma lenta, apanhando uma taça de champanhe que me foi oferecida por um garçom e bebendo de seu conteúdo em goles curtos e suaves. Ao chegar a mesa, faço uma leve reverencia aos presentes antes de cumprimentar meu pai com um tapinha nas costas, me sentando ao seu lado. fito a jovem semideusa de forma quase sedutora, tentando decifrar seus segredos, sua identidade, sendo naturalmente seduzido e atraído por sua beleza quase angelical e uma aura doce e  cativa que sentia ao seu redor, diferente do seu humor atual, que parecia tão descontente com aquela incensação quanto eu.

- Senhor Winnemann, agradeço pelo incentivo que tem dado patrocinando a industria do cinema. -

Estas foram as únicas palavras que consegui filtrar da conversa paralela que rolava por sobre a mesa, enquanto a garota parecia buscar algo de mais interessante para se entreter no meio daquele evento.

- Claro, Senhorita Winnemann! Quase não a reconheci em trajes tão... Elegantes. Está tão bela quando o mito da própria Afrodite mitológica, eu diria. -

Eu sou um especialista em falar besteiras fora de hora e completamente sem sentido? Sou! Mas a jovem semideusa deveria entender o recado, se é que ela também não me reconheceria. Contudo, uma coisa eu tinha que concordar em minhas próprias palavras, ela realmente estava tão bela quando sua mãe deveria ser. Bem, ao menos eu estava crente disto. ela era definitivamente uma figura que se destacava naquele salão, seja por sua aura semidivina, ou por sua natural beleza de filha do amor.

thanks, ♛ and ▲



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Re: [ RP | FECHADA ] i was screamin', "go, go, go!"

Mensagem por Bella-Aubrée Winnemann em Dom Jul 08, 2018 1:30 am







Gestos divertidos eram trocados, enquanto uma banda tocava algo que soava como um marcha fúnebre. E eu preferiria estar escondida no toilete - que mais parecia um grande salão, com espelhos majestosos e divãs espalhados por todo o canto, como se aquele ambiente fosse perfeitamente aceitável para uma socialização avulsa enquanto alguma celebridade usava o sanitário. Mas ao invés disso, eu estava ali, petrificada sobre meu assento, com minhas pernas à mostra cruzadas, mantendo minha cabeça estendida para o alto; era onde eu conseguia encontrar o olhar vacilante de mais um herdeiro da page six

Era o filho caçula de uma supermodelo aposentada, mas já possuía ostentosos dezoito anos e uma coleção desnecessária de tatuagens surgindo por seu pescoço e antebraço. Seu olhar vacilava a todo o tempo, ainda que tentasse disfarçar, buscava ver o limite da parte dianteira da saia do meu vestido ou fixar seu par de olhos verdes contra os meus; havia tanta atenção que talvez fosse aquele o semblante que ele fazia enquanto enrolava as ervas que costumava fumar escondido das lentes dos paparazzis. Mas quem ele achava que estava enganando? Nem mesmo o cheiro insuportavelmente amadeirado do perfume Ralph Lauren que ele usava seria suficiente para inibir o cheiro característico das suas tragadas secretas no fundo do prédio.

"Você desapareceu de vista, Isabella. Eu não vejo você desde... o festival de Cannes, em 2015, quando você tinha um tom de cabelo castanho tão claro que parecia louro e a mídia estava criando rumores sobre um possível escândalo romântico entre você e um dos herdeiros do trono de Mônaco, huh?" Havia satisfação no sorriso que desenhou os lábios rubros do garoto; ele parecia contente por ainda conseguir lembrar coisas tão distantes - talvez pensasse que o tanto que fumava traria alguma consequência, como um retardo mental. Forcei um sorriso, pequeno mas educado, tomando mais um pequeno gole da minha bebida como desculpa para permanecer mais alguns segundos calada antes que me visse obrigada a respondê-lo.

Será que ele não tinha nenhuma maconha estocada para ir fumar?

— Três anos atrás e você ainda lembra de tanto sobre mim? Se eu não conhecesse você eu diria que há uma porcentagem de obsessão! — um novo sorriso forçado, um novo gole na minha bebida; enquanto o garoto de pé ria desconcertado, como se tivesse sido vencido num jogo que podia jurar ser o experiente. Suas mãos apertavam inquietamente algo dentro dos bolsos do paletó que usava, seu olhar agora rodava o salão como se buscasse despreocupadamente por algo que sequer tinha certeza do que era. Por uma fração de segundos eu cogitei a ideia de me erguer, empurrá-lo pelos ombros até que estivéssemos juntos o bastante do grupo de pessoas que dançavam contidamente num canto do átrio. Mas o quando mais eu bebericava da bebida, mas parecia que eu estava engolindo aqueles impulsos desesperados de fazer algo que me tirasse do torpor.  

E de repente, uma novidade dali trouxe consigo uma dose extra de adrenalina.

Eu perdi o momento de sua chegada, mas eu havia escutado sua voz num plano de fundo ao cenário dali. Seus cumprimentos dirigidos ao meu pai soou como mais um dentre as dezenas que haviam sido ditos, exatamente o mesmo ou algo semelhante aquilo. Mas foi quando ele se dirigiu a mim que eu me sobressaltei no meu assento, tendo como vilão o líquido que enchia minha boca, que de abruptamente desceu minha garganta num amargor desproporcional, me fazendo tossir histericamente. "Está tão bela quando o mito da própria Afrodite mitológica, eu diria." Ele havia dito, puxando o meu olhar para si; enquanto o resto da mesa olhava para mim. Meu pai se apressou em segurar minhas costas, apertando-a como se quisesse me enviar uma mensagem silenciosa: Componha-se, Winnemann. Reconheci no sorriso dele uma outra mensagem silenciosa, para os demais da mesa - ela vai ficar bem, ele queria dizer, e eu confirmei, piscando os olhos e pondo os ombros para trás, como se de repente tudo estivesse sob controle. E nos segundos em que a situação transitou de embaraçosa para pacífica, eu me concentrei em estudar o garoto que estava sentado ante a mim.

Não foi difícil perceber que eu já havia visto aqueles traços que formavam o rosto oval masculino. Seu comentário subliminar sobre a Deusa da beleza, que por acaso era minha mãe, apenas salientou mais a minha certeza; eu o conhecia. Olhos escuros, sobrancelhas cheias, nariz invejavelmente fino e lábios arqueados tão pálidos quanto o próprio tom de sua pele facial - ele era genuinamente belo, de uma forma que atraía a atenção sem esforços. Eu conseguia me lembrar de já tê-lo olhado antes, por impulso, porque por um instante em não conseguia desviar meus olhos dele, num treino de semideuses que parecia ter sido a uma eternidade atrás. — Arthur Collins, claro. — Estiquei o canto dos lábios num sorriso sugestivamente atrevido, como se aquele jogo que ele havia iniciado servisse para ambos.  — Eu diria que você, usando um terno, sequer precisaria de um Cupido para disparar flechas no coração de alguém. — Gentilmente, ergui a taça que ainda segurava com os dedos, num gesto que representava um cumprimento cúmplice ao garoto, que dividia uma segunda identidade como eu. Semideuses. Aquilo parecia tão improvável que chegava a ser cômico. Meu olhar analítico varreu o campo de pessoas próximas de mim; nenhuma delas parecia atenta ao que acontecia ali, e o único que estava atento anteriormente já havia ido embora. Me debrucei educadamente sobre a mesa, aproximando-me do Collins mais jovem para que apenas ele ouvisse que o que eu queria dizer.  

— Eu deveria saber que eu conhecia você de algum lugar, desde que vi você no acampamento. Você é filho do Collins grandalhão ai. Fofocas sobre vocês devem correr os blogs de entretenimento. — Encarei-o, com certo julgamento no olhar, como se de repente ele fosse uma pessoa completamente diferente da que eu me recordava saber sobre.

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