The Blood of Olympus
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[RP] A New Beginning

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[RP] A New Beginning

Mensagem por Gal Hyeras em Sex Jun 15, 2018 5:53 pm


   
   
A New Beginning

   
POST INTRODUTÓRIO

Esta RP é aberta pois acontece fora dos acampamentos, precisamente em um resort em Cancún, México. Qualquer um pode postar aqui, inclusive, estou ciente da interferência de monstros durante os posts.Os protagonistas da RP são: Gal Hyeras, Uriel W. Neuville, Kaleb Corby.

O intuito desta RP não é de pedir habilidades ou itens, é de cunho meramente narrativo para explicar o sumiço do filho de Deméter (refleti o tempo off de ausência no tempo on), além da introdução de Kaleb Corby ao acampamento meio-sague, já que ele como humano precisa de artifícios para poder entrar neste mundo; diferente dos humanos ordinários, Corby tem grande aptidão para ver além da névoa, condição que mesmo Galileu como semideus - agora com o nome de Marco Flores - está limitado, já que, pelo seu estado de amnésia, a névoa passou a manipular falsas lembranças.

Entendendo a situação: Gal perdeu a memória em uma missão solo e como não retornou ao camping, e muito menos deu respostas, foi tido como morto, embora Uriel acreditasse ao contrário pelos sentimentos trazidos por sua aliança mágica, o Elo, contudo com a interferência da névoa a ligação empática estava beirando ao nulo. Hyeras foi encontrado, por Kaleb Corby, inconsciente às margens da praia de Cancún, sem lembranças do universo Olimpiano, adotou para si o nome Marco Flores e a memória de que seus pais foram mortos em um naufrágio, sendo ele o único sobrevivente. Passou a morar com seu salvador e amigo, Kaleb. Por possuir o item "Golden Magic", sua influência divina foi bem ocultada, inclusive para ele mesmo, o cotidiano do filho de Deméter tornou-se ordinário, junto de Kaleb passaram a trabalhar como funcionários de um resort.
   


   
POST INTRODUTÓRIO
   
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Gal Hyeras
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Re: [RP] A New Beginning

Mensagem por Gal Hyeras em Dom Jun 17, 2018 8:43 pm



hear my savage roar, no just kidding
A música pairava sobre o ar da colina conferindo vida a natureza que ela abrigava; aos poucos, sementes de dente de leão subiam rumo ao céu em uma dança harmônica, meu corpo junto ao dele... Vislumbrava um sorriso, um olhar cor-do-céu que me confortava e alegrava, naquela dança o bater dos corações soava em uníssono. E no ímpeto de provar o sabor de seus lábios o momento veio a me trair, assim como os pequenos esporos que se esvaiam ao vento, uma corrente fisgou o menino que voo para longe dos meus braços. O cenário mudou, agora a colina começava a ser inundada, o céu adquiria os tons do breu, a coluna de água aumentava com tamanha velocidade que não demorou para que meu corpo ficasse submerso, revelando apenas a cabeça que encarava aflita o vazio do oceano, senti uma força em meu tornozelo, fui tragado para as profundezas, o ar em meus pulmões se esvaia, assim como a luz. Tomado por gritos brandia meu corpo, um ato frustrante de puro terror, minha caixa torácica contraia-se rapidamente, minhas mãos tentavam agarrar o nada, eu estava cercado, mas pelo que? Era tarde demais, era o fim!    

Saltei do beliche debaixo acertando a cama de cima com a cabeça, o suor escorria por minha nuca, em um movimento de puro instinto suguei a maior quantidade de ar que podia para os meus pulmões, com os olhos fixos nas palmas de minhas mãos notei que mais uma vez minha mente havia pregado uma peça, já deveria ter acostumado com aqueles pesadelos, afinal eram tão frequentes que haviam se tornado parte de mim. Pelo visto Kaleb já não se incomodava, rolou no beliche superior se acomodando novamente, como era de praxe em todas as noites desde que ele havia me salvado, voltando a emitir um zumbido ressoante que não chegava a ser um ronco. Este me reconfortava, pois era um sinal de “bem-vindo de volta a realidade, Marco Flores”, toquei no crucifixo na cômoda ao meu lado, rezei a oração do ângelus e tentei voltar a dormir, esta era a minha rotina noturna.
[...]

Alguns meses haviam se passado desde o incidente e o branco em minha mente, embora me incomodasse, já não era causa de tantos estresses, como um dia chegou a ser. Eu meio que havia me adaptado conseguindo conviver com ele, na verdade podia dizer que a amnésia me poupou um sofrimento maior, sei que soaria egoísmo, por tanto nunca confesso em voz alta, mas ter lembranças dos meus pais, talvez, causasse uma dor muito maior por perdê-los de forma tão trágica. Mas como Dona Rosa sempre dizia, Cristo sabe exatamente o que faz, nós que somos filhos muito mal-agradecidos.

Naquela manhã corri para o banheiro do meu andar, na pensão. – Que merda, Corby! Você vai acabar com toda água quente! Anda logo... – chutei a porta algumas vezes até que ele a abriu revelando uma grande nuvem de vapor, mantendo-se sorridente com a toalha amarrada na cintura. Kaleb Corby tinha sido como um irmão para mim e as vezes um do tipo que me dava nos nervos, ou quase isso, não conseguia ficar zangado com ele por mais que alguns segundos. – Anda, sai! – puxei ele para fora do banheiro indo em direção ao chuveiro, quando o jato de água fria atravessou minha alma congelando-a – KALEEB! Você ta muito ferrado! – os dias eram em sua maioria iguais, acordávamos, tomávamos banho, comíamos e partíamos para o trabalho de bicicleta, não era longe e ainda conseguia aproveitar a brisa salgada vinda do litoral, os ônibus lotados me davam nos nervos e aproveitar a orla de Cancún, na minha visão, fazia muito mais sentido. Mas naquela manhã de sábado nosso destino era outro, iríamos acampar todo fim de semana e caramba, como eu estava animado.  

Aventuras com o Corby era algo no mínimo exótico, já que as vezes meu irmãozinho tinha alguns delírios, como jurou que um navio que ia rumo ao mar aberto serpenteava entre as ondas, ou quando falou que certa vez foi perseguido por um monstro quadrúpede canino, enquanto fazia uma trilha do colégio e estaria morto se não fosse a ajuda espetacular das “árvores falantes”. Ainda afirmando que nosso antigo vizinho o sr. Oregon do final da rua, não usava óculos escuros por problemas de visão e sim para poder esconder o único globo ocular que tinha no meio da testa, se bem que aquele cara era realmente esquisito principalmente quando sumiu do bairro, ou melhor da cidade, sem motivo aparente ou deixar rastros. De qualquer forma, Kaleb tinha essa loucura obsessiva por criaturas fantásticas mitológicas, Dona Rosa falava que ele sempre foi assim, talvez tivesse esquecido de crescer ou havia alguns parafusos a menos na cabeça quando se tratava de imaginar coisas.

- Espero que hoje possamos ver as suas árvores, mano! Daí você vai poder agradece-las! – abri um sorriso pra ele e comecei a pedalar mais rápido. Acamparíamos em uma clareira, raramente ocupada por turistas, onde um círculo de árvores vindo do bosque cercava a areia da praia, era preciso fazer uma pequena trilha para chegar lá, nada demais, o chão da trila era compacto o que permitia o avanço das bikes. – Rápido estamos quase lá! -.    

(C) soph



Observações:
- Esse post longo na verdade foi a verdadeira introdução ao post kkk.
- Ao falar com meu personagem lembrar que seu nome atual é Marco Flores e não Gal.
- O próximo a postar é o Kaleb seguido por Uriel.
- Uriel, seria interessante você aparecer em cena lutando com alguma criatura, ela pode já estar mais enfraquecida com os supostos golpes anteriores e ela está te caçando desde que chegou ao México. - Mas é só uma sugestão.
- Uriel, você pode narrar que algo, ou alguma pista, trouxe você a essa localização onde provavelmente me encontraria, lembrando que você não sabia que estou com amnésia.
- É isto pessoal!
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Re: [RP] A New Beginning

Mensagem por Mael Rothlow em Qui Jun 21, 2018 3:53 am



It's Kaleb, bitch
-
A água quente escorria pelo meu corpo enquanto o vapor tomava conta de todo o local. Não conseguia tirar a cena que havíamos presenciado a três semanas. O cão infernal que havia nos atacado ainda sondava minha mente, apesar de eu lutar bravamente para não lembrar de tudo aquilo. Torcia para ver as árvores falantes, o que não era menos saudável que ver um cachorro gigante enviado do inferno.

O som de batida na porta começava a me puxar de volta dos meus devaneios. Quando notei a água quente já sido usada. Eu dei um riso de canto pois sabia que Marco estaria puto com a situação. Amarrei a toalha envolta do meu quadril e caminhei na direção da porta saindo por ela. O rapaz tratou de entrar as pressas, ao longe eu podia o ouvir gritando que eu estava ferrado. Eu apenas ri.

Desde que eu achei ele em uma praia tudo na minha vida mudou, a mudança, obviamente, foi para muito melhor. Já o considerava como o irmão mais velho que nunca tive, ele era muito mais do que apenas um amigo para mim. Apesar de eu não admitir aquilo para ele.

[...]

— Eu juro que elas já falaram comigo, seu besta. —  Revirei os olhos pedalando ainda mais rápido para o acompanhar. —  Assim como o Sr. Oregon é um ciclope... Mas vocês nunca acreditam em mim.

Finalmente havia chegado o fim de semana. Não um qualquer mas sim o mais esperado por mim, afinal íamos acampar e eu como um bom escoteiro que sou, estava mais animado do que pra fazer qualquer coisa já feita aquele ano.

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Re: [RP] A New Beginning

Mensagem por Uriel W. Neuville em Qui Jun 21, 2018 5:19 pm



I'll Aways Stand By You, My Love
Nem me lembrava mais quanto tempo se passou desde que Gal partiu naquela missão infame e desapareceu sem deixar pistas. Três meses talvez, não tenho certeza, pois era era doloroso demais contar os dias em que não o tinha mais ao meu lado. E nesses dias minha única companhia era a mais profunda melancolia. Parei de comparecer aos treinos, deixei de fazer missões e sequer comparecia aos eventos e festividades do acampamento, restringindo-me a ficar enfornado no chalé de minha mãe, chorando e buscando por respostas. As saudades esmagavam meu peito de maneira que eu preferia ter uma adaga enterrada no mesmo, e acredite, em meio a toda esse tormento de tristeza eu considerei fazer isso. Mas se o amor da minha realmente estivesse morto como todos acreditavam, tenho certeza de que não ficaria nem um pouco feliz que eu desistisse.

Lembro que rezei para todos os deuses conhecidos, procurei o oráculo, os filhos de Hécate, de Apolo, de Morfeu, todos que acreditava poderem me ajudar a manter acesa a mínima fagulha de esperança que ainda existia em meu peito, mas estava difícil mantê-la acesa. Nenhum deles conseguiu me dar um direcionamento concreto, outros mentiam e diziam o que achavam que eu queria ouvir, e isso só tornava tudo mais doloroso. Eu não queria conforto, queria Gal de volta. Queria abraçá-lo outra vez, beijá-lo, sentir seu cheiro e dizer mais uma vez que o amava. Queria ouvi-lo me chamar de pequeno, de gatinho, de pequeno príncipe e de meu amor; queria que nada disso tivesse acontecido. Eu deveria estar lá para ajudá-lo, mas não estava. Queria poder protegê-lo, salvá-lo de todo mal, mas não o fiz. Era torturante.

Todas as noites antes de dormir - tarefa que por vezes parecia impossível - eu me concentrava no elo em meu dedo anelar e podia jurar que ainda sentia que a ligação com meu amado ainda estava lá, apesar de fraca e enevoada. O problema é que mesmo ele estando vivo, eu não fazia ideia de por onde começar. A única "pista" que eu talvez possuísse era o sonho que tive em uma praia que não reconhecia, e o calor presente nela apesar de já ser uma noite estrelada. Mais nada.

Até aquele dia.

Quiron veio pessoalmente ao chalé onde eu residia para falar comigo, alegando ter uma missão importante para mim. Obviamente não demonstrei interesse algum, e ele de certa forma parecia entender, assim como entendeu todas as outras vezes que respeitou minha recusa. Dessa vez, entretanto, o centauro demonstrou-se bastante determinado a me fazer aceitar. Eu só não sabia o porquê. Ele começou a explicar que os conselheiros do acampamento suspeitavam que haviam relatos de pessoas e semideuses estarem sendo atacados em uma região específica do México, e como muitos semideuses estavam ocupados com missões relacionadas a tragédia que ocorreu em Nova Roma, eu era um dos únicos "disponíveis".

"Missão..." Aquela era uma palavra que parecia extremamente amarga em minha boca desde o ocorrido com meu namorado, e mesmo sabendo que a vida de semideuses é repleta de dificuldades e tarefas perigosas, eu não queria aceitar a perda. Não podia, pois aceitá-la significava desistir, e Gal nunca me perdoaria por desistir. Ah, a resiliência dele era tão linda, encantadora e inspiradora. As vezes tudo o que eu queria era possuir metade dela, para que minha fragilidade não fizesse mais com que eu me afogasse em sentimentos negativos e voltasse a tomar as rédeas do próprio destino.

— Desculpe, Sr. Quíron, eu... — O homem levantou a destra para interromper minhas palavras, já prevendo a recusa. — Calma, eu ainda não terminei. Sei que está sofrendo e entendo como se sente, mas eu realmente acho que isso lhe fará bem. — E então ele continuou dando mais detalhes sobre a tarefa, até que comentou brevemente a respeito de uma praia e tal detalhe prendeu totalmente minha atenção. Por um instante meu coração acelerou, minha respiração tornou-se sutilmente mais pesada e minha mente se acendeu com um lampejo de esperança. Não podia ser coincidência, e mesmo que fosse, eu precisava arriscar. Não podia mais ficar parado, e minha intuição dizia que deveria ir. — Eu vou. — Proferi de forma determinada, me levantando da cama antes de seguir rumo ao local onde ficavam minhas coisas. Peguei uma mochila e comecei a colocar tudo aquilo que achava necessário dentro da mesma. — Vou arrumar minhas coisas e tomar um banho, saio em no máximo uma hora. — Pude perceber um sorriso se formar no canto dos lábios do centauro, que assentiu orgulhoso e deixou o recinto.

Eu tinha uma missão a fazer.

•••

Respiração um pouco pesada, postura firme e ainda assim suave, arco em punho e sentidos completamente atentos aos arredores. Cada farfalhar nas folhas das árvores poderia indicar a movimentação do inimigo, portanto, um perigo. Eu estava um pouco enferrujado pela falta de treino, minha pontaria não estava lá das melhores, mas eu recuperava o ritmo sem grandes dificuldades. Instintos apurados em situações de risco ao menos era uma das vantagens de ser um semideus. Então ouvi um som semelhante a risos animados vindos de longe, assim como o que pareciam ser bicicletas ou algo semelhante se aproximando. Aquilo com certeza era um problema, afinal seria difícil lutar direito na presença de humanos sem que isso os alertasse ou deixasse confusos. Quíron mesmo disse para evitar, até porque nunca teria como saber se tinham alguma ligação com a seita ou não.

Por conta do breve momento de distração, uma raivosa harpia surgiu de entre as árvores e avançou com toda velocidade em minha direção, atingindo meu ombro esquerdo com suas afiadas garras. Seu alvo claramente era meu pescoço, mas devido a tentativa de esquiva pude evitar tal ponto e amenizar o corte - que por sorte não foi assim tão profundo. Sem pensar duas vezes, segurei o arco com mais firmeza, puxei a corda para materializar uma flecha, fechando o olho esquerdo para mirar e logo em seguida soltei a corda. efetuei o disparo. Aquela já era a quinta tentativa de atingir meu oponente alado, e a primeira que a acertou de forma efetiva. Na verdade bastante efetiva, pois a flecha cravou-se bem no peito da harpia e a reduziu a um monte de pó dourado.

Um pesado suspiro de alívio escapou por entre meus lábios, e pouco depois o arco segurado pela canhota voltou-se apenas um colar ao redor do meu pescoço. Em seguida utilizei um dos meus anéis para criar um pequeno arco-íris diante de mim, e graças a ele pude me curar sem dificuldades do arranhão infligido pela harpia em meu ombro. Foi então que percebi a presença de outros dois indivíduos parados na trilha ao meu lado, fitando-me de maneira estranha. Era provável que ele tivessem visto tudo, e pelo calor do momento unido ao perigo eminente, eu nem tinha percebido sua chegada. Meu primeiro impulso foi o de tentar correr e me esconder pelas árvores até despistá-los, mas não fui capaz de fazê-lo quando prestei um pouco mais de atenção em um dos dois espectadores. Meu corpo imediatamente paralisou por completo, tremores sutis passaram a se fazerem presentes, meu coração acelerou de uma forma intensa e repentina e minha expressão de surpresa marcada por lábios boquiabertos e olhos arregalados era inevitável. Lágrimas silenciosas aos poucos banharam meus globos oculares de íris azuladas e escorreram pelo rosto como cascatas cristalinas, que posteriormente iam de encontro ao chão como agradecimentos sublimes daquele instante.

Sabia que a sensação de intensificação do laço empático com meu amado que senti durante a viagem não era apenas uma pegadinha da minha mente, mas não esperava encontrá-lo tão cedo; ou melhor: não esperava que fosse ele quem me encontraria. E ainda assim me sentia leve, pois ele havia cumprido a promessa de que voltaria para mim em segurança.

— Gal... — Foi tudo o que consegui dizer, com a voz rouca e falha por conta do choro, inicialmente não dando tanta atenção ao garoto loiro e desconhecido que o acompanhava.

Coisos:
Itens em Posse:
• Sérénité [Um arco feito de bronze celestial com uma corda transparente, sendo este de tamanho ideal para o seu usuário. Possui limbos com design semelhante a asas angelicais, os quais são banhados a prata e possuem detalhes multicoloridos na posta de cada uma das "penas" que o compões. Quando o filho de Íris puxa a corda, flechas se materializam magicamente - e estas são do mesmo material do arco. | Efeito 1 : O arco se transforma em um colar com pingente em formato de pena feito de prata.  | Efeito 2: Uma aura multi-colorida surge a partir da arma, fazendo qualquer oponente se render a batalha - mesmo querendo atacar, os danos serão drasticamente diminuídos diante ao portador do arco -, dando oportunidade ao semideus vencer um confronto sem a necessidade de briga. (Só pode ser usado uma vez por missão.) | Bronze Celestial | Sem espaço para gemas. | Beta | Status 100%, sem danos |  Mágico | Presente de Íris]

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]

• Elo [Uma aliança de prata com um pequeno fio de ouro em seu dorso. Assim como também possuía runas feitas a partir de um encantamento. | O anel contém as runas Raidho, Fehu, Wunjo e Tiwaz. Essa combinação de runas confere a aliança o poder de ligação empática. Assim, quem usar as alianças poderá saber o que o outro está sentindo. Também permitirá a comunicação mental entre os portadores das alianças. Entretanto, se uma pessoa retira a aliança, o efeito será interrompido instantaneamente, cortando toda a conexão mental e emocional até que coloque a aliança novamente. | Material: prata e ouro | Espaço para uma pedra | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Mágica | Encantado por Evie Farrier, comprado no Pandevie Magie ]

• Cristal de Luz [Um cristal mágico que cria hologramas a partir da mente do usuário. Assim, a pessoa poderá assistir até mesmo um filme ou fazer suas lembranças se tornarem audiovisuais. As imagens se propagam em até 5m de distância, tendo como ponto de referência o cristal. De proporção e imagem, conseguem tomar uma parede de 4m de altura e 6m de largura. Qualquer imagem pode ser criada e os sons são reproduzidos graças a conexão empática da pedra com a memória do usuário. Quando usado em missão, as imagens duram por 3 turnos, são bastante úteis para causar distrações ou até mesmo enganar | Efeito: Foram usadas as runas Jera, Algiz e Tiwaz para que o cristal criasse luz e som a partir de memórias | Cristal | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Mágica | Encantada por Evie Farrier, comprado no Pandevie Magie]

• O arco-íris [Um anelzinho de cristal com uma luz de led acoplada que gera arco-íris e aumenta em 30% de HP e MP da cura pelo arco-íris (só pode ser usado uma vez por luta, evento ou missão)| Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Presente de natal.]
Habilidades Utilizadas:
Passivas:
• Nome do poder: Paciência Gloriosa
Descrição: O filho da Deusa possui uma paciência inabalável, assim nenhum insulto o atingirá, nem mesmo dos filhos de Ares/Marte, e ele prosperará harmonia. Essa calmaria geralmente atinge o inimigo de uma maneira que pode fazer com que ele não queira atacar o filho de Iris/Arcus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode se sentir tão calmo, a ponto de hesitar em atacar. Atordoamento temporário.
Dano: Nenhum

• Nome do poder: Aparência inofensiva.
Descrição: Por serem coloridos e muitas vezes fofos, os filhos da deusa mensageira aparentam ser inofensivos, isso faz com que o inimigo o subestime, podendo até ser ignorado pelo inimigo, se ele não for o alvo principal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode ignorá-lo ou perder um ataque para desdenhar da aparência do semideus.
Dano: Nenhum

• Nome do poder: Flexibilidade Nata I
Descrição: Devido ao arco-íris está ligado as serpentes que se trançam no ar, os filhos de Íris/Arcus podem tornar-se flexíveis. O seu corpo parece moldar a lugares pequenos e suas agilidades podem aumentar. Isso faz com que se desviar dos inimigos, ou golpes seja mais fácil, pois ele se torna mais esquivo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de esquivar-se de um ataque.
Dano: Nenhum.

• Nome do poder: Cromocura I
Descrição: Ao entrar em contato com um arco Iris, ou ter um sobre o campo, o filho de Iris/Arcus poderá usá-lo para se curar, nesse nível, poderá fechar apenas pequenas feridas. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +10 HP e +10 MP ao entrar em contato com um arco Iris.
Dano: Nenhum.

• Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum.
Ativas:
--
Adquiridas:
• Nome: Pericia Militar em Arco
Descrição: Essa pericia consiste em aprendizado rápido do semideus com um armamento especifico, ao derrotar o fantasma militar no acampamento, esse acabou desenvolvendo estratégias em batalha com esse tipo de armamento, de forma que, tornou-se perito ao usar essa arma. Agora, tem certa noção em combate, pode atacar e se defender mais precisamente, além de conseguir manusear a arma de forma mais elaborada.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% de assertividade no manuseio de arco.
Dano: +15% de dano se a arma do semideus atingir seu oponente.

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