The Blood of Olympus
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[MvP SOLO] Isaac Dähl Bouwknech

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[MvP SOLO] Isaac Dähl Bouwknech

Mensagem por Isaac Dähl Bouwknech em Dom Jun 10, 2018 10:31 pm

Obs:
Fiz esse treino mais pra tentar ganhar coerência de batalha. A arma do Isaac é como a do Kratos em GOW, ao seja é um combate a distância. Foi a forma mais “evidente” que tentei narrar. Creio que seja apenas isso.

Era um horário atípico para as proles de Morfeu treinarem, mas Isaac sentia que precisava daquilo após um longo tempo aposentado sobre as lutas. A forma com qual lutou contra Dartas em Sorosia, o lembrou que talvez existia um pessoa suspensa dentro de seu corpo que afinal gostava de batalhar. Não de modo tão brutal e muito menos detalhista, mas que garantisse um resultado bastante satisfatório para seu corpo.

O início é a noite, quando a lua retoma a sua gravidade no céu e brilha palidamente contra a direção do chão incidindo lâminas de tom prata absorvendo a natureza noturna que aos poucos despertara. Isaac estava completamente despreparado para a atividade como sem armadura e sem armas. A respeito da sua personalidade, seriam situações de grande importância que o exigiria ter de usar uma arma. na mão esquerda, uma tarja negra estava associada evidentemente a um pedaço de tecido velho o qual amarrou defronte seus olhos quando adentrou a arena e sentiu a substância arenosa do solo tomar conta de seus pés. Retirou os coturnos, desamarrando os cadarços com tato treinado, ao puxar cada um de seus fios aos lados contrários se libertando enfim do calçado. O chão estava frio e seu corpo a princípio estremece com a mudança rápida de temperatura. A passos lentos, foi se situando até o centrando permanecendo parado com as pernas num intervalo vago para aguardar o inimigo.

O cheiro do local então, aparentou ser associada a canídeos. Ao menos dois deles, pelo reforço aromático vindo nas direções contrárias do seu corpo. Quando o ruído de patas teve aproximação, a prole do deus dos sonhos teve ciência que dali há um metro aproximadamente, havia algo de fato respirando. A forma ofegante, o som molhado de uma língua fê-lo crer que se tratava de um par de cães infernais. Furtivos, ambos tomavam aproximação, mas o loiro media a respiração cuidando para não parecer ofensivo. Não enxergava nada a não ser o material escuro do pano tingido pelas sombras da noite e os flocos negativos que se formavam em função das suas pálpebras estarem fechadas com muita força. Aguçou os dedos tentando sentir as vibrações repassadas pelo ar e no primeiro manifesto tentou se mover pelos lados notando que através da velocidades admitidas pelas patas, eles tentavam segui-lo. Isaac sentiu que há poucos minutos um o atacaria de frente, erguendo os braços à frente do tórax em disfunção do seu sangue se acelerar acrescentando os primeiros detalhes de suas correntes. 

A arena como um pavilhão, possuía uma infraestrutura típica do período helênico, logo sendo compreensível a presença de pilares altos e adjacentes. Se estivesse tomado ao menos cinco minutos de caminhada, Isaac possuía noção de que seria necessário tomar força para a perna se esticar no máximo que poderia da extensão tomando impulso ao tocar a sola de um dos pés no gesso, girando ambos os braços em ângulo fechado dando tempo para o surgimento de ambas as lâminas e correntes fundidas com os ossos de seus pulsos surgirem em meio a dupla para executar a descida. Devido o peso da arma, seria necessário que Dähl tivesse plenitude de que poderia ocorrer duas coisas : A primeira era que dependendo de como o cão infernal tentaria avançar contra seu calcanhar, poderia colidir com a ponta da espada e desta maneira atravessar o osso de seu crânio. A segunda, era que se não desse certo… Bom, ele sairia numa pior nesse sentido. 

Sua tarja passou a escorregar no instante que estava para a descida, executando a abertura das correntes para que a ponta - onde a lâmina existia - acertasse a dupla, mas fracassou : Isaac passou a enxergar com extrema nitidez os dois monstrengos observando que não se tratava de dois filhotes. Ambos os adultos abriram as bocarras e agarraram duas correntes passando a puxá-las com força pela arena. O corpo do instrutor colidiu contra a terra a princípio, causando pequenas escórias pelos braços ao ter as partículas mais pontiagudas da areia rasparem os pulsos desnudos. Por mais que se esforçasse, o loiro não conseguia desativar as correntes impulsionadas pelas correntes sanguíneas em alerta. Naquela visão, conseguia ver os rabos de ambos os cães abanarem conforme o puxava para o outro hemisfério do local. 

A sensação era de que estava prestes a ser morto, caso parassem imediatamente resolvendo devorá-lo. Fechando os olhos, o rapaz tentou forçar os calcanhares rentes ao solo sentindo o material do calçado ranger demonstrando mais possibilidade de tentar se erguer. Com os joelhos tensionados a forçar os músculos a se dobrarem, Isaac conseguiu estabelecer a coluna ereta retificando os braços à frente da face preparado para puxar os dois cães pela boca. O primeiro foi o direito a retesar, fazendo o bichano parar a corrida e ser encorajado a fitá-lo de longe. Seu companheiro fez isso quase que automaticamente percebendo que o amigo parou, retornando as patadas a guinchar o solo a direção do líder. Isaac fechou os punhos e forçou novamente os braços para trazer as lâminas até si, girando o tórax para as correntes se erguerem e montarem o início de um espiral sentido horário. Conforme isso obteve êxito, observa que altura da corrente correspondia ao pescoço do bichano mirando o local para capturá-lo por ali. Um seria enforcado, concluiu.

Conforme a corrente fez uma volta ao entorno do pescoço de um dos cães, Dähl necessitou achar tempo e distância para não ser surpreendido pelo o outro que tenta afoitamente devorar o material maciço para a fim de livrar o amigo. Os lábios mordidos pelo galês fizeram-no tentar formar um plano rápido, enquanto reforçava o aperto de longe puxando o animal que deitara sob o solo atormentado pela sensação de sufocamento. Fez com que o braço coagisse a lâmina esquecida ser puxada pelo chão dobrando a coluna para tomar a espada desta vez em sua mão destra deixando apenas que o animal apreendido se mantivesse preso em função das correntes e desta maneira, aproxima-se em passos lentos contra o outro. Foi nem sequer preciso mantê-lo por mais tempo. Assistiu os olhos do monstro se revirarem e a língua seca cair para fora da boca, falecido no chão. A substância mineral da areia aparentava já fazer crer que estava dias ali. Desfalecendo por fim em definitivo.

O segundo cão não pensou duas vezes, se não avançar contra o semideus. Não houve tempo para pensar em defesa, Isaac conseguiu ver o vulto do animal de pelagem escura se camuflar com a noite estar bem perto da sua face até o momento que sentiu as patas baterem com força contra seus ombros o derrubando. As lâminas caíram das mãos e novamente sentiu o mesmo aperto contra sua coluna. Se não a quebrasse, garantiria que seria resistente até o final da vida. A saliva do cachorro escorregava enquanto seus dentes tentavam sob qualquer custo, agarrar um membro do filho de Morfeu. Isaac fez um X no peito com as espadas para suportar o peso e tentar empurrá-lo, no intuito de escapar de seu contato e traçar uma melhor estratégia. 

O problema começava  quando o peso redobrara e que até um dentada conseguira levar, enxergando um filete de sangue escorrer do cotovelo para baixo da sua camiseta a manchando. As mandíbulas do cão infernal se abriu e essa foi o único risco de Zac o fez sem prever ambas as possibilidades. Enfiou o braço direito, tentando eriçar a ponta afiada contra o pescoço antes de sentir algo sólido bater na arma : Uma bolsa suspensa dentro da boca, a provável garganta. este tentou proceder a fundo, sobre aquela sensação enxergando que o animal notara o que precederia fechando a boca lentamente. Se sua força fosse duplicada a do outro, sabia que perderia pelo menos a metade do braço. Isaac inspirou e avançou, parte de seu tórax elevou-se do chão para sustentar com afinco a batida contra uma estrutura endurecida e muito rígida. deve ser seu osso, pensou. 

Tentou persistir o toque segurando a borda da boca do bichano que procurava fechar ainda mais o acesso entre seus braços, fazendo desta vez também sangrar através de um corte do seu dente canino, o cotovelo canhoto. Quando a mão submergida na garganta do animal possuiu mais espaço para atravessar, já se sabia que conseguira romper seu osso agora abrindo a parte exterior da cabeça com lentidão. Um dos pés do semidivino se ergueram, tomando impulso para se atirar por cima da fera a derrubá-la de lado. A fraqueza causada pelo espaço recém-aberto na tampa da cabeça, evidentemente gerou um incômodo temporário. 

O ar que circula e adentra o corpo do animal, logo causa a confusão, a sensação de perturbação que denota mais sons íntimos do que o objetivo claro de executar o precursor. Isaac não quis perder aquela única oportunidade vingativa. Seus olhos se esforçaram para esboçar um contorno evidente do acontecimento. Aos poucos o sangue daquele animal escorria pelo seu braço, manchando a pele alva de forma que poucos fluídos também vinham no fluxo. Isaac tentou interceder uma posição melhor, ficando de pé retirando lentamente sua mão de dentro do cão que também colide para trás. Os pingos sob a areia aparentavam queimar por conta de seu barulho pertinente. A fissura dos raios brancos da lua, demonstravam o final do cenário. A marca das pegadas, o sangue e o monstro se tornando pó. Ele não se lembrava dessa sensação de matar algo, de ver que aquilo não terá mais participação ativa naquele plano. Bouwknech discordaria das palavras das pessoas, de seus sorriso afáveis. Era realmente lamentável que dentro dele na verdade…

Havia outro alguém.

arma:

• Lâminas do Pesadelo [ É uma composição de um par de correntes adjacentes produzidas por arambarium para os braços que são cravados na pele dando abertura para duas lâminas medianas e pesadas em suas pontas compostas com  adamantino. Unidas, ambas emitem uma aura roxeada e possuem desenhos detalhados do congresso romano. A ponta da espada é extremamente afiada podendo executar cortes desde pequenos a altas profundidades. Fora isso, Suas correntes são resistentes para praticar defesas de longa distância, efetuar ciclones e aprisionar inimigos para causar sufocamento. A arma possui dois efeitos. | Efeito 1: um dispositivo de defesa que libera uma cortina de fumaça negra intoxicante, alucinógena capaz de causar tontura e um fortuito devaneio de pesadelo. | Efeito 2: Elas se solidificam em seguida em corvos de bicos potentes que cercam o oponente deferindo ataques que podem confundir como também, causar furos incômodos. No final da batalha quando a pulsação sanguínea do portador diminui sendo sinalizada pelo contorno vermelho do desenho, as correntes desaparecem voltando a serem ativadas em momentos úteis | Adamantium. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status: 100% sem danos. | Mágico. ]


— ” OH GAMBLER, LOOK WHAT YOU MADE HIM WITNESS. THE RISE AND FALL OF A VILLAIN, A THIEF OF DREAMS  WHO HAD HIS HEART STOLEN, AND DIED FOR HIS SINS, LIKE AN UNHOLY GOD THAT HIS LOVE MIGHT’VE GONE TO CHURCH TO KNEEL BEFORE. THOUGH, I SUPPOSE, THERE’S NO USE PRAYING TO A DEAD BOY. “
 



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Re: [MvP SOLO] Isaac Dähl Bouwknech

Mensagem por Melinoe em Seg Jun 11, 2018 12:36 pm


Isaac Dähl Bouwknech

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 3000 XP e 5000 Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 3000 XP e 5000 Dracmas

Atualizado pelo iluminado do Olimpo.




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