The Blood of Olympus
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[Missão OP - para Magnólia D'if] A ninfa do lago

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Mensagem por Hela A. Deverich em Dom Jun 10, 2018 8:33 am


A ninfa do lago

Por muito tempo, todos os dias uma certa ninfa se sentava em uma rocha próxima da superfície do lago, onde era possível ouvi-la cantando enquanto admirava o céu. A pobre ninfa tinha um grande desejo de andar pela terra e sentir a textura das árvores, da grama e das flores. No entanto, é claro, ela não podia sair. Estava confinada ao lago, assim como algumas outras ninfas.

Um dia, um misterioso ser apiedou-se dela. E depois de muita conversa, disse que a ajudaria a cumprir seu desejo. Mesmo que as outras náiades não fossem a favor, ela aceitou a ajuda do estranho para conhecer o mundo fora do lago.

Horas passaram-se e tornaram-se dias. Sem nenhuma notícia de sua irmã, as ninfas do lago tornaram-se quietas, mesmo que sentissem uma ira absurda contra aquele que raptara uma das suas. Campistas novatos desavisados não sabiam disso. E é aí que o problema começa.

Um filho de Eos recém reclamado fora capturado pelas ninfas. O garoto, desavisado sobre a fúria das náiades, resolvera nadar e acabara não retornando para a superfície. As ninfas não querem matá-lo, mas exigem respostas sobre o que aconteceu com sua irmã desaparecida para libertarem o jovem. Claro que, mediante a toda essa situação, Quíron não teve escolha a não ser convocar outro filho da deusa do amanhecer e torcer para que ele trouxesse respostas.

Instruções:

• Como você pode ver, você foi chamada por Quíron para lidar com a situação. Um de seus irmãos está sendo feito de refém e só será libertado quando você responder: o que aconteceu com a náiade?

• Durante sua investigação, você precisa me dizer quem foi o ser que ofereceu-se para ajudar a criatura a realizar seu desejo. Pode ter sido um semideus, um deus ou até mesmo uma criatura mítica. Isso fica a seu critério, mas precisa ser coerente.

• Não é uma missão complexa, mas se você voltar de mãos abanando, as ninfas podem matar o refém. Lembre-se de que elas estão instáveis pelo desaparecimento da irmã.

• A ninfa pode estar viva ou morta. Isso fica ao seu encargo. Mas mesmo que ela tenha morrido, você precisa me explicar quem a matou e porquê.

Regras:

• Missão reciclada para Magnólia D'if

• Usar templates com, no mínimo, 450 px de largura e fonte, no mínimo, tamanho 11.

• Nada de cores vibrantes como amarelo vivo e verde limão.

• Falta de coerência pode trazer algumas consequências na hora da sua bonificação. Preencha todas as lacunas, porque é isso que vai tornar a missão difícil ou não.

• Você tem até 24/10 às 23:59, horário de Brasília, para postar. Do contrário, será punido na barra de conduta com a perda de vinte pontos.

• Lembre que armas, itens, poderes, etc., devem constar em spoiler no final da narrativa.

• Mínimo de 40 palavras para essa missão. E sabemos que é uma quantidade insignificante.

• Boa sorte. Qualquer dúvida: MP.


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Mensagem por Hela A. Deverich em Seg Jun 25, 2018 9:15 am

O player em questão será punido com a perca de vinte (20) pontos em sua barra de conduta por falta de postagem na missão sem nenhuma justificativa.


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Mensagem por Febo em Dom Jul 29, 2018 8:35 pm

Atualizado.
Missão movida para a reciclagem.
Hela recebe 100xp/dracmas.
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Mensagem por Hefesto em Ter Set 24, 2019 1:01 pm

Missão restaurada e modificada para Magnólia. As instruções estão no primeiro post desse tópico. Boa sorte e, qualquer coisa, me procure.
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Mensagem por Magnólia D'if em Ter Out 08, 2019 5:15 pm

The Dreamer
"Don't wanna wake up one day wishing that we've done more."
O acampamento era um ótimo lugar para se estar. Aquele era o refúgio de vários jovens mestiços, onde encontravam proteção, compreensão, instruções e, acima de tudo, aprendiam como se defender. A expectativa de vida dos filhos dos deuses não era grande, principalmente devido à grande quantidade de monstros que sempre retornavam do tártaro em sua incessante busca pelas proles semi divinas. Porém, estar dentro das barreiras de proteção que os diretores cuidadosamente mantinham erguidas não eliminava o fato de que o perigo ainda existia. Às vezes, ele estava exatamente nas criaturas que viviam dentro dos limites impostos pela proteção que o Velocino de Ouro.

Para evitar um desastre eminente, Magnólia foi convocada por Quíron. A celestial estava participando de uma das aulas ministradas na arena quando um sátiro com aparência jovem comunicou sobre o pedido do diretor de atividades. Mesmo que a garota preferisse terminar o que estava fazendo antes de se encontrar com o centauro, a preocupação na voz da criatura foi o suficiente para que ambos corressem para a construção de telhado azulado, onde as reuniões importantes geralmente aconteciam.

— Magnólia! Que bom que veio depressa.

O centauro esperava sentado na varanda em sua costumeira cadeira de rodas mágica e saudou a semideusa assim que a viu.

— Algum problema, Quíron? — perguntou franzindo o cenho, curiosa pelo motivo de ser chamada.

— Entre e então podemos conversar melhor.

O interior da Casa Grande aparentava ser tão antigo quanto o exterior; a diferença era que fora a tinta branca que a recobria já estava desgastada enquanto dentro do casebre toda a decoração remetia aos anos 60. Magnólia, entretanto, não teve tempo de apreciar o carpete ou até mesmo o animal empalhado na parede, pois o centauro suspirou alto enquanto esfregava o nariz entre os olhos, chamando sua atenção. O rosto ostentava um semblante de preocupação.

— Um de seus irmãos recém chegado, Nicolas, foi capturado pelas ninfas do lago. Aparentemente, elas estão exigindo respostas sobre o desaparecimento de uma das suas — ditou sem rodeios, erguendo os olhos para encarar os da semideusa a sua frente. — Não sabemos o que aconteceu, por isso preciso que você descubra o que aconteceu com a ninfa ou seu irmão corre grande perigo.

Magnólia encarava o diretor com perplexidade, principalmente pelo seu tom de voz controlado. A jovem não tinha uma relação muito forte com os outros filhos de Eos do acampamento. Apesar de terem a mesma mãe, ainda era complicado conhecer e interagir a todos. Principalmente novatos. A jovem passava bastante tempo no acampamento por conta das aulas e festas que estavam tendo ultimamente, mas desde que se juntou a Éter, esta estadia se tornava cada vez mais curta.

A jovem estranhou que fosse ela a ser designada para aquela missão, mas sabia que nem todos estariam dispostos a ter a vida de uma pessoa dependendo de si. Afinal era aquilo que Quíron estava fazendo, lhe atribuindo responsabilidade sobre o meio-irmão e possível consequência caso falhasse.

— O senhor faz ideia de quando ela desapareceu?

— Algumas semanas.

— Alguém foi averiguar isso antes? — perguntou a celestial preocupada, recebendo apenas o silêncio como resposta.

Quíron se ajeitou em sua cadeira, estendendo o braço para servir-se de chá antes de voltar a encarar a celestial a sua frente. Após um gole na bebida e o silêncio começar a se tornar incômodo, pôs-se a explicar.

— Tenho muitas coisas para me preocupar, criança, e ela já é conhecida por seu pedido impossível.  — Percebendo a confusão no rosto de Magnólia ele continuou: —  Essa náiade sempre pedia a todos que se aproximavam para a ajudar a sair do lago e poder andar sobre a terra, o que é impossível para ela. Isso é tudo o que eu sei. É por isso que chamei você até aqui: para descobrir o que houve com ela

Sem mais perguntas, a celestial se despediu do centauro antes de sair da Casa Grande. A história da ninfa parecia estranha, principalmente considerando seu desaparecimento e ninguém antes tê-la procurado. Era preciso levar as muitas obrigações do diretor de atividades em consideração, mas ainda assim os seres da natureza que viviam no acampamento deveriam ser considerados tão importantes quanto os semideuses que passavam as férias lá. Pelo menos assim pensava a semideusa, conforme organizava as informações que tinha para pensar no próximo passo.





O lago já era um lugar conhecido por Magnólia, afinal, foi ali que ela se reencontrou com parte do seu passado e agora construía o futuro consigo. A celestial olhava com certa alegria para a grama que se estendia até as águas silenciosas mais a frente. A maioria do lugar permanecia o mesmo, porém dava para notar a ausência de pessoas por ali. As canoas estavam abandonadas de qualquer jeito nas margens, porém os sátiros que cuidavam delas não davam nem mesmo sinal de terem estado por lá nos últimos dias.

Assim como os sátiros, não havia nenhum semideus por perto. Mesmo aquele local sendo considerado calmo, aquela situação havia retirado o pouco movimento que possuía. Magnólia queria falar com alguma naiade em busca de mais pistas de onde estaria a desaparecida, porém foi parada por Faery, sua mascote, quando começou a caminhar em direção ao lago. A raposa de Arcádia bloqueou o caminho da celestial com seu corpo pequeno e sempre que ela tentava a contornar era novamente impedida.

— O que foi, Faery? — perguntou Mag, mesmo sabendo que não receberia resposta.

A Myst permaneceu em silêncio, concentrada em um ponto às costas da semideusa, o que chamou sua atenção. A criatura possuía os sentidos aguçados, como demonstrara antes várias vezes em brincadeiras, além de um sentido extra que até agora a celestial não havia compreendido. As raposas eram únicas mesmo entre suas espécies e como Faery ainda era uma filhote, ainda tinham muito o que descobrir sobre suas peculiaridades.

Mesmo com tanto mistério sobre as habilidades dela, Magnólia virou-se para onde a mascote encarava fixamente, encontrando um ser que julgou ser uma dríade a espreitando por detrás de uma árvore grossa; a mesma que semanas antes havia a abrigado do sol da tarde sob sua sombra. A pele esverdeada quase a fazia desaparecer junto à moita atrás dela, mas os cabelos castanhos volumosos e olhar brilhante a destacavam.

— Se veio falar com as náiades, elas não irão aparecer. — Sua voz era baixa, mas audível. Parecia acanhada e de certa forma temerosa pelo jeito que falava.

— Você sabe o que aconteceu com a ninfa que desapareceu? — A dríade hesitou e então acenou com a cabeça. — Pode me dizer?

— Ela encontrou alguém que podia ajudá-la.

— Ela disse quem era?

— Não.

Magnólia percebeu que a criatura parecia querer falar mais alguma coisa. Suspirando, a semideusa passou a mão pelo cabelo pensando em como convencê-la a falar. Provavelmente estava com medo do que houve e, felizmente, ela pelo menos estava disposta a falar, mesmo que não confiasse totalmente na celestial.  

— Você sabe onde eu poderia encontrá-la? Meu irmão foi sequestrado pelas ninfas do lago e eu tenho medo que elas façam algo com ele caso essa história não se resolva.

A ninfa a fitou por alguns segundos, a avaliando, até que finalmente falou.

— Ela foi para o Oeste. Não me disse exatamente onde, mas sei que ainda está dentro do acampamento. Ela não queria que soubessem para onde iria.

— Por quê?

— Quando se tem um sonho considerado impossível, você vira motivo de brincadeiras — falou a dríade desviando o seu olhar para o tronco da árvore onde se escondia parcialmente. Seus dedos longos acariciaram a casca com carinho. — Nem mesmo suas irmãs a apoiavam. Quando ela viu uma oportunidade se agarrou a ela. Não a julgo. Eu conheço a sensação de querer o que não se pode ter.

Magnólia se abalou ao ver a desesperança no olhar da outra. Algo dentro de si se apertou. A semideusa conhecia aquele sentimento: a necessidade de ajudar. Infelizmente, não podia se esquecer que havia outras prioridades no momento. Desviar-se do seu objetivo poderia ser fatal para o seu irmão e até mesmo para a náiade.

— Posso saber seu nome? — Com a resposta da outra, Magnólia prosseguiu. — Asterin, quando tudo se resolver eu voltarei e tentarei te ajudar, ‘ta bem?

— Não se preocupe comigo. Vá e traga Olga de volta. Por favor, semideusa.




Após a conversa com a dríade, Magnólia seguiu a direção que havia sido indicada. No Acampamento Meio Sangue havia duas possíveis fontes de água onde a náiade poderia estar. A primeira era o lago, onde as ninfas pareciam gostar de ficar e paquerar; a segunda opção era o rio Zéfiro dentro da floresta que ficava a oeste, como a informação que tinha recebido. O lugar em si já era preocupante de se estar, ainda mais sozinho.      

Desde que havia sido chamada na Casa Grande até o momento de entrar na floresta, já havia se passado horas. O anoitecer se aproximava rápido e, com ele, os perigos ficariam ainda maiores. A floresta não era proibida, contudo apenas os loucos e inconsequentes se aventuravam em suas redondezas após o sol abandonar o céu. Como uma filha do amanhecer, aquele momento era perigoso para si, porém seu patrono lhe concedia bênçãos durante aquele horário, sendo assim não estaria não desamparada.

Conforme caminhavam entre as árvores, Magnólia usava seu relógio para manter-se na direção certa. A celestial poderia se guiar pelas estrelas, mas as árvores cobriam o céu e as constelações ainda não brilhavam o suficiente para serem seus guias. Felizmente, o destino era certo, o que contribuiu para que a viagem fosse rápida até que as margens do Zéfiro fossem visíveis.

Uma vez encontrado o rio, a semideusa parou para observar ao redor. A floresta já se encontrava escura ao passo que seus olhos só não lhe eram inúteis graças ao brilho que emanava de si, o que lhe permitia enxergar. O som dos animais noturnos se misturava com o da água corrente, criando uma atmosfera calma e ao mesmo tempo assustadora. A celestial decidiu ir contra a correnteza, seguindo para o norte, sabendo que em algum momento encontraria o mar já que aquele era o final do rio, então procuraria em direção a onde ele começava. Entretanto a sorte não estava ao seu favor.

Magnólia percorreu apenas alguns poucos metros quando um grunhido baixo de Faery a fez parar. A raposa estava tensa com as patas afastadas e o focinho apontado para a floresta, como se sentisse que algo se aproximava. A semideusa não ficou parada para descobrir o que era e começou a correr com Myst em seu enlaço. O som de folhas se movendo e galhos se quebrando se tornava mais alto conforme o que quer que se aproximava avançava na direção da dupla.

Ao olhar para trás — ainda sem diminuir seus passos — a semideusa viu uma formiga enorme, três vezes o seu tamanho, com uma cor escura irreconhecível na luz do luar e pinças na boca que se abriam e fechavam produzindo um click click irritante enquanto uma baba gosmenta se desprendia e pingava no chão. Os olhos da celestial se arregalaram ao reconhecer a criatura que a perseguia. Os myrmekos não eram uma novidade na floresta, alguns semideuses já haviam comentado sobre resgates às ninfas que caíram nas garras daquelas formigas.

Magnólia sabia que seu arco seria um pouco inútil na carapaça dura do animal e os deuses sabiam que não era uma guerreira tão boa com espadas. A semideusa precisava descobrir alguma forma de distraí-lo. Foi quando percebeu algumas pedras pequenas mais a frente, na beirada do rio, e uma ideia se formou em sua mente.  

— Faça as pedras virarem ouro ao meu sinal! — disse à sua mascote.

Concentrando sua energia na palma da mão, a celestial sentiu certo formigamento quando a luz começou a se formar ali, iluminando ainda mais o caminho e a si mesma. Com um comando a Faery, Magnólia viu quando a névoa começou a fazer a imagem das pedras tremer e então ganhar um brilho dourado como se refletisse a luz que carregava. Deixando seu poder junto ao da raposa, a ilusão de ouro seria o suficiente para atrair a atenção da criatura já que ela era conhecida como uma colecionadora que adorava esse tipo de material.

Mantendo a luz perto das pedras transformadas em ouro, a garota se escondeu na floresta, diminuindo seus passos para não fazer tanto barulho. Ao olhar para o myrmekos, a semideusa teve certeza que seu plano havia dado certo. A formiga gigante se manteve parada por alguns segundos olhando em volta, porém a criação da celestial cuja luz brilhava perto das pedras de ouro criando uma ilusão de brilho além de  lançar sombras as árvores que  mantiveram a semideusa fora do alcance de visão do inseto. Estava fora de perigo por enquanto.




Magnólia já estava preocupada com a ideia de que não acharia a ninfa quando finalmente algo chamou sua atenção no rio. Até então as águas se mantinham calmas com a correnteza e graças ao vento formavam pequenas ondulações na sua superfície que refletia parte da luz da lua, porém em determinado momento tudo se tornou estático. A água não corria como o restante, encontrando um obstáculo que a princípio não era visível.

Aproximando-se daquele ponto, a celestial precisou se concentrar para conseguir enxergar algo e quando finalmente o fez, seus olhos se arregalaram. Uma figura feminina estava submersa com os olhos fechados e uma expressão neutra de calmaria. Seus cabelos claros flutuavam suavemente, espalhados ao redor de seu rosto, indiferentes à correnteza que parecia afetar tudo ao redor dela.

— Será que é ela? — sussurrou para Faery se aproximando mais da margem.

A semideusa tomou cuidado ao entrar na água, observando a profundidade antes de apoiar o pé e seguir até a náiade. A pele da ninfa estava gelada assim como a água do rio quando a tocou. Magnólia a chamou algumas vezes, mas a criatura não esboçou nenhuma reação, se mantendo naquele estado pacífico. A ruiva se preocupou de talvez ter chegado tarde demais, mas ao prestar mais atenção na fêmea notou sua respiração e percebeu que ela dormia profundamente.

Respirando fundo, a filha do amanhecer tocou suavemente o rosto da naiade e deixou seu poder fluir até ela. Os segundos se arrastaram sem que nada acontecesse deixando a celestial inquieta.

— Por favor, acorde — pediu Magnólia. — Todos estão preocupados com vocês. Suas irmãs a querem de volta. Asterin está te esperando.

Lentamente os olhos da ninfa tremeram e se abriram revelando orbes azuis tão vivo quanto o mar em um dia de verão. Olga piscou um pouco confusa, se sentando para olhar suas mãos como se não compreendesse o que havia acontecido. Magnólia se afastou voltando para a margem dando espaço para que ela não se assustasse consigo.

— Isso é real, não é? — A naiade perguntou hesitante virando-se para a celestial que prontamente acenou positivamente com a cabeça. — Eu pensei que nunca ia conseguir voltar.

— Você sabe o que aconteceu com você?

— Um deus veio em meus sonhos uma vez dizendo que eu poderia atender ao meu pedido. Aceitei na mesma hora e ele me falou para encontrar um lugar afastado para poder me ajudar sem que outros atrapalhasse. — A mão da ninfa tremia ao levá-la à cabeça. — Eu fui tão ingênua! Contei as outras, mas elas zombaram de mim e me proibiram de sair. Asterin foi a única que me apoiou e por isso disse para onde iria. Quando cheguei aqui chamei por Fântaso, tão logo comecei a sentir muito sono e acabei me entregando a ele.

A celestial manteve-se em silêncio enquanto ouvia a história da ninfa. Algumas coisas finalmente começavam a fazer sentido como o motivo dela estar dormindo quando a encontrou e ter sumido por tanto tempo. Fântaso não era um deus tão conhecido pelo o que sabia, porém sendo um oneiro que aparece como águas e bosques. Exatamente o que a náiade buscava.      

— No início foi ótimo, mas depois eu não conseguia mais acordar. Eu já estava desistindo quando você apareceu. Obrigada, semideusa.

— Não precisa agradecer, Olga. O importante é que agora está bem. — Magnólia sorriu um pouco, mas logo voltou a ficar séria. Sua missão ainda não tinha acabado. — Você pretende voltar para o lago?

— Sim. Já fiquei longe por tempo demais.




— Fico feliz que no final tudo se resolveu — comentou Quíron assim que terminou de ouvir o desfecho da missão que havia delegado à Magnólia.    

A celestial estava novamente na sala da Casa Grande depois que Olga voltou para o lago e o semideus já se encontrava são e salvo. Nicolas tinha apenas oito anos e tremia visivelmente quando se agarrou à irmã quando foi libertado. Magnólia precisou de quase uma hora para o acalmar o suficiente para que parasse de chorar e descansasse.

— E que todos estão bem agora — concordou a semideusa passando a mão pelo rosto cansado. Ainda não havia conseguido dormir e o esforço do dia anterior pesava em seus ombros.

— Me surpreende que Fântaso tenha se interessado pela náiade.

— Deuses são sempre um mistério que nunca será resolvido. — Magnólia se levantou de onde estava sentada, grunhindo baixo ao sentir seus músculos protestando. — Bem, se não se importar, senhor, eu preciso dormir um pouco.

A jovem estava prestes a sair quando ouviu a voz do diretor de atividades atrás de si, fazendo um sorriso de satisfação brincar em seus lábios enquanto seguia seu caminho.  

“Éter fez uma ótima escolha em chamá-la para ser um dos seus.”

☀:
FPA:
Myrmeko:
Os Myrmekos são formigas muito grandes, com carcaças blindadas e de cor vermelho-sangue. Costumam habitar fortalezas ou, em certos casos, o subterrâneo, em verdadeiros casulos. Tem grandes pinças e usam de arma, suas mordidas (picadas que injetam veneno) e uma gosma, que é borrifada e dói muito quando atinge mucosas (olhos, nariz, ouvidos, etc). São atraídos por metais brilhantes, principalmente ouro, e agem como colecionadores irracionais.
Passivos:


Eos


Nome do poder: Capacidade Luminosa
Descrição: Grandes explosões de luz ou uso de luzes fortes para causar cegueira não têm efeito nenhum em você. Isso se deve pela proximidade de sua genitora com o sol.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Bênção Lunar
Descrição: Mesmo durante a noite o corpo da prole de Eos/Aurora continua a emitir um leve brilho - como a luz da lua -  isso se deve ao fato de que Selene/Luna é irmã da deusa do amanhecer.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Essa aura luminosa permite que mesmo durante a noite a cria de Eos/Aurora tenha uma boa visão.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Pontualidade III
Descrição: Ataques que lhe exijam sincronia definitivamente não são um problema, pois agora você é mais “pontual” do que nunca.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.


Éter


Nome do poder: Olhos celestiais
Descrição: Sempre ao usarem os poderes, os olhos dos celestiais ganham uma tonalidade mais celeste e brilhante. Poderes de luz os olhos ficam dourados; poderes ligados as estrelas e ao ar ficam azulados ou esverdeados; poderes ligados as bênçãos os olhos ficam vermelhos. Ao usar os demais poderes, as íris ficam em tonalidade prateada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum


Nome do poder: Precisão
Descrição: É a capacidade que permite ao semideus ter grande foco e atenção aos detalhes, de forma que sempre que realize uma mesma tarefa mais de uma vez o faça com perfeição. Eles aprendem com muita facilidade, e isso permite que dominem armas, resolvem enigmas e descubram alguma coisa de maneira mais rápida e precisa.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: +30% de percepção e inteligência. +20% de descobrir algo. Pode pedir ao narrador uma única pista ao resolver um enigma ou uma charada.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Atributos melhorados II
Descrição: O celestial agora está mais evoluído. A experiência em batalhas melhorou ainda mais as suas condições físicas. O semideus seguidor de Éter torna-se ainda mais veloz e esquiva-se com mais facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de velocidade e esquiva.
Dano: Nenhum
Ativos:

Eos


Nome do poder: Acordar
Descrição: Caso um aliado seja atingido por magia de efeito sonífero, o filho de Eos/Aurora pode facilmente acorda-lo. Baste um toque para que o mesmo fique completamente desperto.
Gasto de Mp: - 40 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.


Éter


Nome do poder: Esfera luminosa II
Descrição: A esfera desprende-se da mão do semideus e pode iluminar de maneira independente todo o ambiente, além de seguir o semideus caso ele assim deseje.
Gasto de MP: 10
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: 40% de chance de afetar a visão do inimigo por 1 ou 2 turnos.
Dano base: 20
Extra: Nenhum.
Arsenal:
• K&M  [Relógio de bolso banhado em prata com a face de uma coruja cunhada na frente. Quando se abre, da para ver um pequeno detalhe de sol nascente na parte de dentro e a frase "Não esqueça" seguido das iniciais K&M.| Efeito 1: O relógio funciona como um GPS e sempre aponta a direção certa ao usuário, impedindo-o de se perder. Efeito 2: Ao apertar o botão na lateral direita é possível scanear um local e reproduzi-lo em forja de holograma, ganhando uma planta completa da construção para dar vantagens ao usuário. Embora os efeitos utilizem tecnologia, o relogio reproduz uma pequena onda que impede monstros de detectarem o mesmo, impedindo-os de encontrarem o usuário. Contudo isso é valido apenas para o uso do relógio, não de outros itens utilizados pelo portador deste.  Efeito de ligação: Retorna ao dono depois de um turno.| Efeito lendário: Roubo de vida: + 15% de roubo de vida (a cada golpe acertado no oponente, 15% de tal dano será convertido em HP para o portador da arma, lembrando que, caso a vida esteja cheia nada será acrescentado).| Bônus de Forja: +15% de dano. FPA e lendário +60 de dano. | Ouro Imperial.| Beta | Status: 100%, sem danos | Mágico | Lendário |Forjado por Avery Hernandez]
Mascote:
Nome da habilidade: Sexto Sentido
Descrição: Myst é um ser extremamente sensorial, desenvolvendo uma conexão maior entre os mundos físico, espiritual e mágico. Dessa forma, ela é capaz de sentir as vibrações emanadas nesses planos, aumentando sua percepção.
Tipo: Passivo.
Dano: Nenhum.
Bônus: É capaz de perceber qualquer presença dentro de uma área de raio igual ao dobro de seu nível em metros.
Extra: +30% de percepção.

Nome da habilidade: Atributos melhorados.
Descrição: Mesmo filhote, a raposa da ilha de Arcádia possui as habilidades físicas de uma raposa adulta. Assim, elas são rápidas, ágeis e furtivas mesmo quando pequenas. A leveza de seu caminhar também garante movimentos silenciosos. Sua audição e olfato também se destacam.
Tipo: Passivo.
Dano: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Extra: +30% de velocidade, furtividade e agilidade.

Nome da habilidade: Névoa
Descrição: Myst é sensível a névoa do mundo e aprendeu a manipulá-la.
Tipo: Ativo.
Dano: Nenhum.
Gasto de MP: 5MP por turno em que disfarça a aparência de algo pequeno usando da névoa, sendo aumentado para 10MP algo médio e 15MP algo grande.  20MP para outros usos.
Extra: Consegue ver através da névoa.




Magnólia D'if
Magnólia D'if
Líder dos Celestiais
Líder dos Celestiais

Idade : 20
Localização : Palácio Celestial

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Mensagem por Hefesto em Qui Out 10, 2019 5:34 pm


Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 6.000 XP e Dracmas + Liderança dos Celestiais de Éter

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 42%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 28%


RECOMPENSAS: 5100/2 2.550 XP e Dracmas + Liderança dos Celestiais de Éter
Faery ganha 100XP e um nível de lealdade

Comentários:

Apesar de ter encontrado vários errinhos, principalmente de pontuação (cuidado com a falta de pontos em frases) e ter achado que o mistério principal se desenvolveu um pouco rápido demais, ainda assim gostei de sua missão. Você adicionou desafios para o seu trabalho, além de ter contornado eles com sabedoria. Com isso, a partir de agora, você é a nova responsável pelos Celestiais de Éter. Parabéns e trabalhe duro para manter seu cargo.

Atualizado

Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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