The Blood of Olympus
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[O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

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[O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

Mensagem por Kendall Burkhard em Qui Maio 31, 2018 6:06 pm

Tópico exclusivo para missões fixas do evento.


Havana
Oh Nana half of my heart is in Havana, Havana oh Nana
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Kendall Burkhard
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Re: [O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

Mensagem por Kendall Burkhard em Qui Maio 31, 2018 6:38 pm

nova roma pede socorro
Tinha sido levada até a Embaixada de Intercâmbio para reconhecer a realidade pós-chegada: O acampamento Meio-Sangue, a versão grega do Júpiter. Havia sido levada até ali para uma conversa com o centauro responsável pela administração de todos os semideuses e seus afazeres, não entendendo muito bem o porquê de estar ali se as coisas no lado romano pareciam ser muito mais rígidas. Logo tinha sido informada de que os melhores instrutores de latim tinham sido levados para lá, com o intuito de reaver as técnicas para filtrar a dislexia dos semideuses e abdica-la em algum momento após uma sequência de aprendizados saturados em aulas matutinas. Terminou ficando cerca de duas semanas, recebendo ordens para retornar quando, repentinamente, ficara sabendo do atentado a Nova Roma, sendo orientada por Quíron a seguir pelo portal aberto por feiticeiras de Circe. Correu, sentindo o coração pulsar com força, sentindo-se brevemente anestesiada ao cruzar a passagem mágica que lhe causara uma náusea irritante.

Os estímulos para ser uma semideusa não vinham de forma constante, era exatamente o contrário. Havia sido uma das poucas vítimas da coorte I do ataque à Nova Roma ao tentar buscar por ajuda logo no retorno ao Júpiter, sendo atingida num pequeno embate por um semideus que parecia estar possuído. Alguns ferimentos simples, nada muito grave ou capaz de retardar a sua saúde de alguma forma foram encontrados numa rápida passagem na enfermaria. Alguns cortes na bochecha, hematomas rente às costelas e nada mais que isso. Os gritos eram estridentes e a absurda quantidade de pessoas que corriam de um lado para o outro com tanto desespero anulavam os dois anos de treinamento com Lupa e a forma voraz em como havia sido observada para fazer parte da primeira coorte. Seus instintos de semideusa pareciam congelados no tempo, fazia parte de ter medo do que estava acontecendo, mas precisava tomar alguma medida drástica para agir.

Ficara sabendo de Becka poucos minutos depois de também saber que um Endth havia sido derrotado, causando uma destruição em massa e até mesmo uma morte em campo. Seus ossos e sangue pareciam adornados por chamas crepitantes, ordenhando-a ao momento em que decidiu que não estar no nível dos heróis em campo não seria empecilho para coagi-la a fazer alguma coisa. Sua nova casa estava em perigo, ruindo graças a Nox e o que estivesse ao seu alcance, seria feito. Não podia garantir que estaria entrando em combates ou no verdadeiro ponto de guerra, era inteligente e sabia que não adiantava ouvir o seu instinto de bravura e não ter o preparo preciso para entrar numa aventura maior do que realmente aguentava. Não era tola a esse ponto.

Procurou chegar até o posto de enfermaria, onde um grupo de semideuses haviam montado barracas e uma tenda para emendarem propostas rápidas e efetivas para buscas, pedidos de reforços e auxílio a toda a equipe de curandeiros, pensando no que poderia ajudar primeiro. O quarteto de campistas mais próximo de onde estava debruçavam-se sobre uma mesa com um mapa sendo examinado e possíveis pontos de escolta para percorrerem, do outro lado, curandeiros pediam ajuda para buscar feridos e itens que deveriam estar espalhados pelas lojas destruídas na Via Principalis. Kendall agiu por completo impulso, levada pela chama de que deveria ajudar com a equipe de busca, driblando alguns corpos para cortar passagem e ouvir o que o Pretor dizia.

“Priorizem crianças e idosos, os mortos serão buscados em sequência. Vamos cuidar dos vivos primeiro. Você vai liderar a equipe ômega, eu irei com a beta. Equipe alfa, vocês se responsabilizaram pelos que irão chegar pelo portal. Separem os recém-chegados em mais equipes e comecem a rondar Nova Roma. O perigo continua entre nós.”

Assentiu brevemente quando os olhos acinzentados do garoto alto lhe fitaram brevemente, como se fizesse uma análise de compostura. Ao notar que em nada havia abalado a garota, lhe recrutou para o grupo beta, equipe que iria em busca de itens e pessoas vivas pelo lado norte da Via, prontificando-se ao ser puxada pelos ombros e receber em seu peito um colete de couro que era atacado por uma das outras garotas do grupo, uma amazona pelo que tinha ouvido dizer. Não houve espaço para agradecimentos, ocupando-se em seguir caminho para ajudar seus residentes e todos àqueles que haviam se disponibilizado para tentar salvar Nova Roma. Era a hora de ser, de fato, uma semideusa.

missão fixa:
NOVA ROMA PEDE SOCORRO: Você não estava em Nova Roma no momento do ataque! Mas de alguma forma ficou sabendo do ocorrido e agora precisa chegar o quanto antes para ajudar os romanos. Todos que não vivem em Nova Roma ou no acampamento Júpiter devem postar nessa missão, ela está aberta a todos, mas aqueles que postarem essa fixa não poderão participar das duas primeiras rodadas dos MvPs.
Recompensa Máxima: 500px e 500 dracmas.
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Re: [O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

Mensagem por Kendall Burkhard em Qui Maio 31, 2018 10:08 pm

soldados feridos
Ao chegarem ao campo de batalha que havia sido a Via Principalis para realizar o resgate, a equipe formada por quinze semideuses fora dividida em duas. A primeira parte seguiu com o Pretor para a busca de possíveis civis que se encontravam presos sob os escombros das ruínas que haviam virado as lojas e estoques de produtos estragados na luta. Kendall havia sido designada a preencher o grupo dois, que naquele exato instante locomovia-se para o lado oposto do grupo um. Pouco havia sido dito pelo líder do grupo, que apenas tinha repetido o discurso do garoto-alto-de-olhos-cinzentos ainda no círculo de concentração perto da enfermaria, utilizando como suas palavras um método bastante eficaz para dispersar os presentes e começar a ação ao ladrar um sonoro “Um semideus que não age é um semideus morto!”.

Admitia que não sabia bem o que estava fazendo, mas a adrenalina contida em seu sangue fazia com que a loira corresse para perto dos corpos que encontrava pelo caminho. A maioria tratava-se dos corpos daqueles que haviam morrido – como vítima, vilão ou herói –, o que lhe deixava apreensiva com a quantidade de morbidez daquele lugar, tornando qualquer sentimentalismo um poço de lembranças fúnebres que teria por uma boa quantidade de tempo. “Socorro!” Foi o que lhe tirara a atenção do amontoado de mortos para fixar os olhos na imagem de um garoto que aparentava ter quinze anos. Um hemoespinho tinha lhe ferido, mas aquele não era o único. “Aqui, por favor!”, “Me ajude!” e vários outros chamados passaram a invadir sua audição, alcançando com os olhos o povoado de soldados que tentavam fugir, debilitados demais para conseguirem tal façanha sem a ajuda de outro semideus.

Com passos rápidos se aproximou do primeiro ferido, podendo visualizar bem uma ponta cravada um palmo abaixo das costelas, com sangue visivelmente coagulado pela mão que ele usava para comprimir a abertura da ferida. — Peçam uma maca de resgate! — sibilou, mas os gritos eram ensurdecedores e sua voz era um mero sussurro perante o pavor que rondava Nova Roma. — Ok, não vão me ouvir. Escute, você precisa se movimentar o mínimo possível. — apressou-se em dizer e dar uma boa olhada na ferida. Não era curandeira, mas sabia que retirar a parte do hemoespinho que havia ficado cravada nele não era a escolha mais inteligente de se fazer. Suas opções eram limitadas e estava agindo sobre pressão, numa situação de gravidades inimagináveis. Não saber o que fazer era um risco que não queria se dar o azar de ter, nem espelhar aquilo para o semideus ferido era uma vertente considerável, o que levou Kendall a pensar mais rápido.

Outros membros do grupo dois se aproximavam, auxiliando os demais feridos de forma muito mais eficaz, carregando-os ou se teletransportando direto para a enfermaria. Uma nova onda de espinhos como aquele que estava em parte ferindo o semideus cravavam o chão da Via, assustando-a e despertando mais gritos dos que ainda estavam por ali. — Temos duas opções aqui: arriscar mover você o mais rápido que pudermos ou ficar pra morrer enquanto esperamos outro semideus vir te buscar. — comentou ao ver o temor na face alheia, tendo o garoto concordado em se mover mais rápido. Ainda não estava completamente inútil. Poderia ajudar um pouco, mesmo que isso causasse mais dores.

Kendall apoiou um dos braços dele sob os ombros para servir de apoio, afastando a mão dele por uma sua para começar a pressionar a ferida e conter o sangramento para lhe dar um descanso a mão e se concentrar melhor em andar mais rápido. A filha de Belona olhou para trás quando ouviu um zarpar estranho ficar cada vez mais alto, tendo tempo somente para puxar o corpo do garoto para a esquerda com certa brutalidade, quase perdendo o equilíbrio. “O que foi isso?” Ele chegou a perguntar após uma sequência de gemidos dolorosos consequentes da ação dela, sentindo a respiração entrecortar com a dificuldade de se locomover que apenas aumentava. Quando viu a nova saraivada de hemoespinhos, entendeu o que tinha acontecido.

Um acabava de cravar no asfalto desestabilizado pelos escombros bem onde tinham estado poucos segundos antes de Kendall agir. — Vamos nos apressar! — tomando uma respiração profunda após gritar, passou a endireitar melhor o corpo do garoto outra vez ao dar seu ombro como apoio, praticamente o sustentando enquanto andava o mais rápido que podia com a sobrecarga do peso dele. De repente, fora domada por um instinto selvagem de que nada a abalaria, nem mesmo numa situação de alto risco como aquela. Seu cérebro, anteriormente lento demais, passava a colaborar com o traçar de diversas estratégias que podia formalizar para sair dali o mais rápido o possível.

Seus olhos agora enxergavam o local como se um mapa geográfico fosse detalhadamente exposto ao seu conhecimento, conseguindo pensar com mais clareza. Pelo caminho que agora estavam tentando seguir, encontrariam uma obstrução de pedaços de metal e fogo misturados numa combustão química perigosa. Pela direita a ala da Via transbordava de semideuses querendo abrir caminho em meio ao desespero, fazendo-a pensar que estava agindo como um deles há poucos minutos atrás. — Qual é o seu nome? — resolveu começar uma conversa, sentindo que o peso em seus ombros ficava cada vez maior, um indicativo de que ele estava perdendo as forças.

“Drake.”

— Okay, Drake. Eu sou a Kendall e preciso que me diga que pode continuar me ajudando. Pode fazer isso?

Drake tossiu e sangue escorreu pela lateral dos lábios. Algum órgão havia sido atingido pelo hemoespinho.

“Eu...” Drake sofreu um ligeiro apagão, forçando-se a engolir o bolo formado na garganta. Sentia muita dor. “Vou... t-tentar....”

A fala arrastada sinalizava a pressa na qual deveria ser tomada, mas o cuidado andando de mãos dadas com ela não deveria ser esquecido.

— Drake? Você precisa lutar. Lute! — desviou de outro hemoespinho que aterrissava poucos metros de onde estavam, levantando poeira e pedaços de concreto.

Do outro lado, outro pedido de socorro. Outro rapaz estava encurralado por uma criatura esquisita, o corpo revestido por uma pele rugosa e azulada, fedendo a enxofre. Apoiou Drake nos escombros deixando-o entre uma das ferragens que não causariam algum dano caso ele tentasse se ajustar melhor na posição, ativando a Devoradora. — Hey! — sibilou, esquivando para a esquerda bem a tempo de se livrar de uma guinchada de um líquido verde lodo gosmento. Ácido. O monstro era muito menor que um humano numa idade de aproximadamente doze anos, mas era tão mais rápido quanto um de estatura comum. — Ajude o rapaz encostado nos escombros, ande! — ordenou ao outro, que finalmente saiu da posição de encolhimento e resolveu agir.

Quando o monstrengo novamente atacou, alguns respingos do ácido encontraram sua roupa, desfazendo o tecido até encontrar a pele alva e promover queimaduras e causar uma careta de dor no rosto jovial da campista. Kendall orquestrou um movimento em que o corpo se locomoveria para a esquerda de um modo fingido, retraindo-se para a direita enquanto a criatura cuspia no vácuo. Aproveitou para golpeá-lo, enfiando a lâmina que parecia ter distraído o monstro com o brilho avermelhado que emanava. Rodopiou o cabo, puxando-o para cima, dividindo-o em dois. No lugar do sangue, um véu negro se dissipou, desformando o corpo e sujando o pavimento já destruído.

A filha de Belona estava cheia de uma vontade de guerrilhar, tendo conseguido matar o primeiro demônio que tinha visto, se é que podia chama-lo daquela forma. Ainda não era apta a saber o nome das criaturas que viria a enfrentar, e de certo aquela seria a sua última preocupação. Por isso, percorreu o local com os olhos, fazendo uma breve varredura para encontrar a dupla de rapazes que havia conseguido resgatar. Correu para o lado oposto ao que o outro semideus suspendia Drake, ajudando-o a levar o peso. — Drake? Estamos perto! Fique comigo! — falou. O rosto brilhava com a camada de suor devido ao esforço, querendo que ele ouvisse em sua consciência de que a ajuda estava mais perto do que longe.

Dois curandeiros aproximaram-se para medir a situação, pedindo para que os demais saíssem da frente da tenda, abrindo espaço para carregarem o corpo de Drake nos braços. Tinha conseguido escoltar os dois em segurança até ali, deixando para que os cuidados devidos fossem reportados por quem realmente entendia. Aproveitou para suprir a própria necessidade de um check-up e cuidar das queimaduras e poder voltar para o campo de concentração, visando ser útil em mais alguma coisa.


missão fixa:
SOLDADOS FERIDOS: Apesar de terem legionários combatendo os monstros, alguns hemoespinhos feriram semideuses que tentavam fugir, ajude-os na fuga e impeça que uma nova saraivada desses espinhos os atinja. Recompensa Máxima: 1.000 XP e 800 dracmas.
passiva - belona:
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum
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Re: [O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

Mensagem por Kendall Burkhard em Sex Jun 01, 2018 12:31 am

o bichinho
Após ser liberada pelo curandeiro que havia se prontificado a lhe ajudar, Kendall retornou ao centro da Via para procurar pelo restante do grupo. Seus músculos queimavam de uma forma estranha, e segundo o seguidor de Asclépio aquilo queria dizer que estaria pronta para voltar a agir. O fato de estar se deparando com uma situação agravante como aquela em seu segundo ano de Acampamento lhe abria um leque de possibilidades que antes não lhe ocorriam. O temor de entrar numa missão era algo comum, mas não para um semideus que havia passado por um treinamento intensivo desde os primeiros momentos com Lupa. Mas, não saber o que esperar de um momento como aquele era um peso extra em sua consciência. Agora que tinha certa experiência, poderia ao menos pensar ao respeito. Estar na coorte I lhe dava uma imagem de alguém que deveria ser honrável, não queria nada menos que garantir que estava no lugar certo.

“É hora de ajudar com os mortos. Os mais fortes vão na frente, o resto pode seguir de perto. Se não for pra ajudar, façam o favor de não atrapalhar também!” O Pretor sibilou, a expressão pacífica em seu rosto demonstrando que ele não precisava de nada mais do que sua voz para manter a ordem. A prole de Belona esperou os mais fortes – aquilo tinha como alvo a sentença física, tendo o líder se referido aos que mantinham mais força física, sem referências ligadas ao campista mais poderoso – seguir o caminho pelo qual deveriam ir e passou a ajudar ao levantar pernas e braços para dar apoio aos que carregavam os corpos junto dela. “Isso não é trabalho para uma mocinha.” O Pretor se aproximou, caminhando ao seu lado, um sorriso hostil nos lábios finos. Alguma coisa em seu rosto expressava que ele não falava sério.

— Não existe gênero para trabalhos. — respondeu, a respiração um pouco ofegante por estar carregando um semideus com mais carne acumulada. Não se importava em fazer o serviço de um homem, ou pelo menos aqueles que consideravam ser feitos somente por um, contanto que estivesse sendo útil. — Pelo menos estou fazendo alguma coisa.

O Pretor, Leo, sorriu. “Deixe que eu pego esse.” Tinha parado o movimento do outro meio-sangue que ajudava, fazendo-o crispar os lábios com a demora de Kendall para repassar o corpo. Estava segurando o peso sozinho. E só o deixou carregar porque seus braços doíam. Não estava ali para receber tratamento de pele ou cuidados de embelezamento. Era uma guerra, e nela, nada era fácil.

Voltou de encontro ao local mais próximo da enfermaria, ouvindo gritos e surpreendendo-se ao ver os semideuses ali agachados, tentando chamar a atenção do que parecia ser um bichinho preso entre as ferragens de uma das fachadas da loja de alguma feiticeira. Ziguezagueou entre os corpos, aproximando-se mais da multidão que tentava pensar em alguma forma de salvá-lo. Assustado, o filhotinho de cão estava paralisado, esperando por alguma ajuda. Seu ganido baixo era de partir o coração até mesmo de um brutal filho de Ares, ou como no caso dela, um filho de Belona.

— Alguma das ferragens está presa nele?

“Não, mas ele não consegue se mexer sozinho. Pelo que um dos curandeiros disse, suas duas patinhas dianteiras estão quebradas.”

O peito de Kendall se apertou, bem ao tempo de ouvir um estrondo cortando o ar e um pedaço de concreto que despencava atingia a parte de cima do emaranhado de ferros, movendo-o para encurralar o filhote. Precisavam tirá-lo dali antes que fosse morto perfurado pelas ferragens. Observou bem a posição em que ele estava, tomando uma certa distância para conferir o que se passava com mais eficiência. Com o mínimo espaço encontrado para se refugiar e as duas patinhas quebradas, ele não sairia dali com alguma facilidade e nenhum semideus era pequeno o suficiente para conseguir puxá-lo.

— E se tentássemos derrubar mais concreto pra afastar a ferragem?

Opinou, recebendo os olhares dos presentes. Alguns curiosos com a possibilidade, outros ignorando de imediato. Uma das garotas logo a frente levou a mão até o queixo, franzindo as sobrancelhas. “Isso pode dar certo. Depende do que pensou. Pode formular mais do que isso?” Assentiu, os olhos desviando novamente para a prisão do filhote. Precisavam ser extremamente cautelosos para não causar um efeito reverso e acabar matando-o no lugar de lhe salvar dali.

— Eu posso tentar pegar ele, mas precisaria de duas pessoas que podem afastar os ferros ou fazer alguma coisa para repuxá-los o suficiente e abrir caminho para o meu corpo e alguns centímetros a mais pra trazer o filhote. — explicou, notando que um círculo se formava ao seu redor.

“Eu sou filho de Ares, tenho força para puxar o ferro.”

“Eu sou filha de Khione, posso congelá-lo e quebrar pra abrir caminho.”

— Congelar não é uma boa ideia, principalmente se for para quebrar depois. Podemos danificar a forma em que os ferros estão. Olhem como cada um está infiltrado de uma forma dependente ao outro. Qualquer erro vai ser fatal para o filhote e para mim também. — suspirou, tentando pensar um pouco mais ao respeito. Precisavam agir rápido. O ferro se moveu um pouco mais, dois centímetros para a esquerda. Quase alcançou a orelha do bichinho, que se encolheu.

“Eu sou Amazona. Posso puxar o ferro com o filho de Ares.”

A alternativa que precisava surgia diante dos corpos, e mentalmente agradeceu aos deuses por aquela garota ter aparecido na hora certa.

— Vocês dois precisam estar em sincronia. Todo o restante deve se atentar ao movimento dos ferros e me guiar. Não vou conseguir sem vocês. Podemos?

Todos estavam apreensivos. Podia não se tratar de outro semideus, mas era um ser vivo e qualquer um com vida deveria ser resgatado. Prontificaram-se, todos em suas posições. A amazona e o filho de Ares escolheram os lados para qual seguir, enquanto uma ideia se passava pela mente enérgica de Kendall. A prole de Khione poderia ser útil de outra forma. Virou-se para ela enquanto os outros dois começavam a puxar os ferros.

— Você pode congelar o chão, certo?

“Posso. Por quê?”

— Talvez eu consiga deslizar pelo gelo e chegar no filhote mais rápido. O problema seria retornar pelo mesmo lugar.

A menina pensou por um momento.

“Eu posso construir um tipo de via pra você seguir e escapar do outro lado com o filhote. Só vai precisar se esquivar dos ferros.”

A ideia era perigosa. Era a única opção.

— Okay, me escutem! Sei que alguns Mentalistas estão por aqui. Filhos de Hades também! Vocês conseguem levitar e se teletransportar, então serão necessários nesse resgate. Como não consigo, vou ter que pedir para que um de vocês torne isso possível. Pode ser feito por um mentalista? — um garoto de cabelos encaracolados escuros assentiu, dando um passo para frente. Assentiu, pedindo para ele se posicionar. A sua parte naquele resgate estava sendo a de guiar os semideuses, o que considerava tão importante quanto agir na busca.

“O que posso fazer?” O filho de Hades questionou.

— Use as sombras pra acobertar o mentalista. Corra para o outro lado e tente abrir caminho com os ferros ou pegue-o. Você é muito mais magro que nós dois juntos, consegue se teletransportar pelas sombras com eles dois?

“Consigo. É só me dizer quando ir.”

— Vá agora. Quando o gelo alcançar o outro lado, é a hora de agir. Visualize bem o caminho, vamos tentar fazê-los ir pela esquerda, onde o caminho é mais espaçoso.

“Ok.”

— Ao meu sinal!

O silêncio surgiu, o barulho ecoando somente dos outros pontos de guerra enquanto todos estavam aguardando ansiosos pelo resgate do filhotinho de cão. Correu para o outro lado junto ao filho de Hades, observando por baixo das ferragens se tudo estava ok para começarem.

— Puxem!

Gritou para que ouvissem, tendo a Amazona e o filho de Ares começando a puxar os ferros. Tudo era feito com o máximo de cautela, uma vez que a ideia de movimentar os ferros com concreto não precisava mais ser posta em prática já que ele continuava se movendo. Tudo tinha que ser rápido demais, ou o gelo iria atrapalhar no lugar de fazer o contrário. Quando o espaço fora aberto o suficiente para o mentalista passar, pegou um escudo caído do outro lado, protegendo o próprio corpo e o do filho de Hades ao ver um pedaço de ferragem caindo da parte de cima. Um pouco mais para o lado e tinha perdido o braço. Jogou o escudo perfurado para o canto, atenta para as duas partes, agora de pé.

— Congele o chão!

Ordenou, sendo prontamente atendida. Quando seus pés ficaram frios e vira o mentalista deslizar em busca do filhote enquanto o filho de Hades expelia as trevas para se locomover, viu os ferros começarem a cair como chuva. Afastou-se vários passos, jogando-se para trás para não ser atingida, caindo de costas numa poça. — Mude o caminho! Mude agora! — gritou para a filha de Khione, erguendo o rosto para propagar a velocidade da voz.

Ouvindo a ordem, fez com que uma nova passagem se formasse, fazendo o mentalista agarrar o filhote e colidir o ombro contra o gelo, vendo-o manchar de sangue. — Pela esquerda! — levantou, correndo para encontrar uma saída rápida. O comando tinha ido para o filho de Hades que não havia encontrado o mentalista com o cãozinho na posição de encontro, com um ferro quase atingindo-o na cabeça. — Vamos, pra esquerda. Pegue-os! — brandiu, vendo-o embolar no chão para não ser atingido e manipular as sombras para novamente ser engolido por elas e reaparecer pela esquerda, bem mais na frente que o mentalista.

— Vamos, vamos!

Eles estavam vindo muito devagar. O gelo fazia toda a estrutura se mover, e caso não adiantassem, nenhum dos três sairia vivo. O filho de Hades colidiu contra um dos ferros, perfurando a mão, uivando de dor lá dentro. Kendall deslizou no chão, perto da melhor saída. Quase nenhum ferro estava ali. Vendo para onde estava sendo levado pelo gelo, o mentalista agarrou o filhote e pegou impulso ao transferir a rota, deslizando para a esquerda ao tempo de ser pego pelo filho de Hades, que se teleportou pelas sombras com os dois, reaparecendo segundos depois ao lado da enfermaria.

Todos ouviram o barulho dos corpos caindo ao chão.

— Peguem o filhote, o filho de Hades foi perfurado na mão e o mentalista tem uma lesão no ombro!

A ferragem cedeu ao gelo, obrigando os espectadores a se afastarem rapidamente para não serem machucados, erguendo uma nuvem de poeira e o odor de ferrugem. As mãos de Kendall tremiam quando ela se aproximou do trio, fisgando o cãozinho somente para repassá-lo ao curandeiro que acabava de chegar. — Duas patas dianteiras quebradas. — avisou, indo auxiliar os outros dois semideuses.

— Vocês foram muito bem. Todos foram!

No fim, o Pretor analisava a situação de longe. A garota tinha se saído muito bem guiando uma equipe no resgate. Considerava de grande importância manter aquele espírito para conduzir os confusos e clarear a situação e evitar transformá-la numa bola de neve. Ela recebeu apertos de mão e sinceros abraços, destacando-se no grupo por ter agido diferente do esperado. Ele não podia negar que esperava vê-la sendo a responsável por ir em busca do filhote, mas ao notar que não daria conta de cobrir o risco, não colocou em perigo o plano traçado e a própria vida ou a do cãozinho. Pensou e instruiu aqueles que podiam fazer melhor que ela, guiando-os sempre que preciso. Um sorriso ladino surgiu nos lábios dele, que deu as costas para a cena enquanto pensava que Nova Roma poderia não estar tão perdida quanto parecia.



missão fixa:
O BICHINHO: Se não bastassem as diversas pessoas feridas, um animalzinho (de sua preferência) se machucou e irá morrer se você não o resgatar! Corra até ele e o leve para um lugar seguro.
Recompensa Máxima: 950 XP e 950 dracmas.
passiva - belona:
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum
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Re: [O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

Mensagem por Kendall Burkhard em Sex Jun 01, 2018 12:26 pm

impedindo amotinados
O cansaço parecia não lhe atingir da maneira adequada, o que era bom, mas nem tanto. Sabia que em algum momento precisaria de algum tempo para respirar e recuperar as energias, mas enquanto pudesse e aguentasse serviria a sua casa. Por isso, estava no meio do grupo de Resgate e Proteção da primeira coorte, servindo de guarda enquanto os demais soldados promoviam a busca e escoltavam os feridos para serem levados até a enfermaria. A prole de Belona formava o paredão de apoio, tendo sua espada empunhada na mão direita enquanto aguardava pela hora de agir. Por enquanto, sua ajuda não era necessária e tudo o que podia fazer, era vislumbrar o lugar onde os corpos se amontoavam. Alguns não estavam mortos, apenas desprovidos de consciência, precisando de cuidados e atenção médica para voltarem ao normal.

O que não lhe passou despercebido foi o momento em que um grupo de semideuses que não tinha visto antes se aproximava dos mortos, e a expressão em suas faces lhe trazia desconfiança o suficiente para cutucar o braço do soldado ao seu lado, Park, pelo que tinha ouvido dizer. — Olhe aqueles dois. Já os tinha visto alguma vez antes? — perguntou para se certificar de que não estava vendo nada errado. Park semicerrou os olhos, observando melhor a forma em como eles se moviam. Sorrateiros, rápidos, furtivos. Se destacaram no grupo por não estarem seguindo a mesma direção que todos iam, fixando demais o olhar nos corpos enquanto todos os outros estavam seguindo caminho para o Senado.

“Nunca.”

A dupla era composta por uma garota e um garoto, ela tinha cabelos negros e pele bronzeada. Sua estatura era mediana, mas olhando de longe parecia ser um pouco mais baixa. O garoto era ruivo, de cabelos escorridos e longos. Iam até o pescoço. Ele era mais alto, e de longe parecia um avestruz com seu jeito desengonçado de se mover. Park observava como a garota era ágil, e vinha na frente, como se fosse a cabeça da dupla. O rapaz era musculoso, alto e mais lento, tendo que manter os olhos focados nas costas da parceira para não perder nenhum movimento dela, como se estivesse copiando cada gesto que ela fazia.

A dupla que formava o paredão desviou o olhar quando eles olharam para onde estavam, tirando a certeza de que não tinham sido vistos. Mal notariam a forma em como Kendall apertava os dedos em torno do cabo de sua espada ou a forma como os ombros de Park estavam tensos. Atacaram a primeira vítima, desembainhando um punhal da bainha presa na perna do garoto que estava deitado no local onde os mortos tinham sido depositados. A morena tinha feito aquilo, enquanto dizia algo para o ruivo, que assentiu vagarosamente. — Park, tente sair da formação para ir pela ala norte da Via. Dê a volta no quarteirão e vamos intercepta-los. São ladrões. — estavam reparando tudo pelo canto dos olhos, respirando profundamente com a sensação da adrenalina que se alastrava pelo corpo. Acontecia sempre e era bom. Podia se acostumar com isso.

“Tente o garoto. Eu fico com a espertinha.” Ele olhou para Kendall, aguardando a aprovação da escolha de seu oponente, tendo ela concordado sem discutir. Aquilo não tinha muita importância.

Park era rápido. Quando desformou o paredão, discretamente anunciou o que faria junto de sua dupla ao Pretor, que não ousou olhar para trás e causar algum tumulto. Precisavam ser discretos para tudo dar certo. A prole de Belona teve a permissão para desformar o paredão, caminhando para a zona mais afastada da concentração do restante dos semideuses, atraindo a atenção dos infratores.

— Largue o punhal.

Sibilou poucos passos mais longe. A garota era latina, agora podia notar como os traços pertencentes ao seu rosto eram profundos e o corpo portava de nuances que residentes de outros países não possuiriam com tanta facilidade se não houvesse algum auxílio da boa genética. Já tinha se deparado com alguns colombianos e até mesmo brasileiros. Eram pessoas únicas, interessantes e que facilmente podiam dominar qualquer assunto com o sotaque característico que sempre chamava atenção. A morena sorriu, olhando para seu companheiro.

“Segure o punhal, Alexander.”

Ele pegou sem reclamar. Era o subordinado dela.

— É melhor largar o punhal enquanto ainda estou pedindo. — Kendall não tinha muita paciência para infratores, tornando-se muito mais brutal e rude do que normalmente demonstrava ser. Quase sempre era uma fachada para estranhos.

“E desde quando acha que vou obedecer você, Barbie?” O veneno contido no tom da voz da latina não tinha lhe afetado em nada.

— Se quiser viver, é o que deve ser feito. — comunicou, tendo que respirar profundamente para não tentar atingi-la naquele mesmo instante, mas precisava esperar por Park. Sabia que não teria uma luta justa caso atacasse de imediato.

“Você parece ser do tipo que fala de mais e não faz nada. É o que estou tendo como prova até agora.” Deu de ombros, abaixando-se para tatear os bolsos do semideus morto em busca de mais algum objeto para furtar.

Lá atrás Park vinha voando, como se fosse uma criatura alada de filmes de ficção científica. Com aquela parte ainda não tinha se acostumado, mas tratou de não focalizar somente ele, conseguindo uma perspectiva ao desviar rapidamente os olhos. Reagiu somente quando viu o amigo esticar as pernas e se impulsionar lateralmente para frente e atingir a latina bem nas costas, jogando-a para longe com um urro de dor. O ruivo rangeu os dentes e por pouco Kendall achou que ele iria latir.

Alexander vinha em sua direção, batendo os punhos fechados um no outro, sua face provida de linhas mais suaves que as da latina, com cicatrizes feias e marcas de luta recente. “Traga a Vic de volta!” ele murmurou, raivoso.

— Ela vai se ocupar um pouquinho.

Girou a Devoradora no punho, começando a correr na direção do ruivo quando o viu fazer o mesmo, ativando uma espada de lâmina média feita de bronze. Ele demonstrava certa dificuldade em manejá-la, um indicativo claro de que não era o dono ou estaria conseguindo fazer o uso sem ter que reforçar a pegada como tinha notado que ele fazia. Alexander desferiu o primeiro golpe, cortando o ar com a lâmina, tendo a prole de Belona se esquivado antes mesmo da espada passar perto de onde estava. Deu-lhe uma rasteira, levando-o ao chão.

“Você vai me pagar por isso, Barbie!” Fazendo uso do apelido dado pela companheira, Vic, ele tentou irritá-la enquanto sentia dores nas articulações. Não era tão novo como aparentava.

— Isso é uma coisa que vou pagar pra ver. — debochada, desceu a própria lâmina de encontro ao semideus, que se desviou e tentou lhe derrubar também, conseguindo tal façanha. Suas pernas eram fortes também.

Kendall rugiu com a queda, sentindo as costas doerem com o impacto e o traseiro amortecer o primeiro contato. Virou-se, rolando para a esquerda quando a ponta da espada dele pincelou no chão onde deveria ter acertado um de seus olhos caso estivesse no mesmo lugar há poucos segundos atrás. Com a própria espada acertou-lhe um golpe numa das pernas, roçando a lâmina avermelhada contra a carne maciça, fazendo-o gritar um sonoro “AAAAAAAAAAI!” que lhe custou uma pequena risada. Aproveitou para lhe dar um belo chute no saco, fazendo-o cair de joelhos. Era a deixa perfeita. Segurou atrás da cabeça ruiva, acertando-o no rosto com um golpe dado pelo próprio joelho ao acertar bem no nariz dele.

Quando Alexander caiu no chão com dor de mais para poder se levantar e agir, virou-se para fitar Park, que amarrava Vic com um laço dourado que emanava um brilho esbranquiçado. Ele acenou de onde estava, fazendo com que Kendall revirasse os olhos. — Vamos leva-los para julgamento? — gritou, perguntando. Ele fez um sinal positivo, erguendo a latina de uma forma descuidada sem se preocupar com seu conforto. Ele agarrou a morena, voando com ela para onde estava.

“Segure aqui, a corda vai mantê-la presa. Vou amarrar esse cabeçudo também.” Comentou, erguendo o ruivo sem problemas. Park era magro, mas era tão forte quanto o próprio Alexander, que só tinha tamanho, faltando-lhe cérebro. O romano o amarrou com força, fazendo a corda emitir um brilho azul escuro, fazendo o dono do objeto franzir o cenho. “Nunca ficou dessa cor antes.” Ele comentou, parecendo confuso. “Vamos, preciso descobrir o que isso significa.” Pediu para adiantarem o processo, agora caminhando lado a lado até o paredão onde o Pretor se encontrava.

“Levem-nos para os senadores. Deixem que façam o trabalho deles, voltem para cá.”

Assentiram, considerando levar o ruivo para uma passada na enfermaria antes de seguirem para o pavilhão improvisado onde os senadores estavam reunidos. — Onde vamos deixar o punhal do garoto morto? — mostrou a arma na mão livre, enquanto a outra ajudava o amigo a empurrar os ladrões. "Podemos deixar no arsenal se você não se importar." Pensou um pouco, achando uma afronta e um desrespeito para com o morto. Sabendo que teria um fim de uma forma ou de outra, talvez o punhal servisse melhor aos que podiam usá-lo para o bem. Assentiu, puxando uma respiração profunda. Esperava que aquela arma não obtivesse alguma maldição que pudesse vir a ser repassada para seu novo portador.




missão fixa:
IMPEDINDO AMOTINADOS: Aparentemente existem pessoas que não querem ajudar. Estes semideuses mau-intencionados estavam apenas andando de um lado para o outro, verificando os corpos desacordados dos que foram atacados, e saqueando seus bolsos, tomando suas carteiras e pertences. Afugente-os, incapacite-os se for necessário, e pegue os pertences das pessoas de volta. De praxe, leve os feridos à enfermaria ou chame alguém de confiança para o fazer. Recompensa Máxima: 1000xp e 600 dracmas
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Kendall Burkhard
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Re: [O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

Mensagem por Kendall Burkhard em Sex Jun 01, 2018 4:02 pm

purificando a água
No retorno do Senado, Kendall e Park foram levados até os tubos de canalização da água que abastecia Nova Roma. A tubulação estava desfalcada em grande parte, com água transbordando numa tonalidade vermelho-sangue, contaminada pelo Endth com o jorro de sangue. Aquele era o maior problema, uma vez que toda a cidade estaria vetada de seu uso enquanto a situação não fosse resolvida. Leo, o Pretor, tinha formado um círculo de estudo com alguns semideuses cotados para ajudarem no serviço, tendo Kendall sido escalada sem saber qual seria sua verdadeira utilidade. Suas habilidades nada tinham a ver com o serviço, mas certa expressão surpresa lhe atravessou a face quando o líder perguntou se tinha alguma ideia.

Momentaneamente tinha negado, precisando reconhecer as possibilidades de todas as ações cabíveis para a resolução. Todos estavam preocupados com o fornecimento de água para os curandeiros, que se forçaram a parar seus afazeres devido a falta de água limpa. Mais semideuses morreriam se não agissem logo. Uma ideia lhe ocorreu, não sabendo se alguém já teria sugerido anteriormente. — Poderíamos usar filhos de Netuno para canalizar a água e feiticeiras para agir na descontaminação por meio de magia. Muitos dos gregos estavam esperando alguma forma de ajudar, acho que é o melhor momento pra mobilizá-los. — com as mãos para trás das costas, findou o pequeno discurso. Leo já tinha pensado na possibilidade de utilizar o auxílio dos filhos do mar, mas não tinha unido a ideia de que as feiticeiras poderiam ser igualmente úteis.

“Bem pensado. Clarke, reúna o máximo de filhos de Netuno e Feiticeiras que conseguir. Volte em menos de trinta minutos.” Pediu o líder, vendo o seu soldado obedecer a ordem de imediato. Clarke voltou-se de costas para a equipe e correu em busca dos que poderiam ser mais úteis.

— Existe algum lugar para onde podemos desaguar toda a água contaminada?

“Não aqui.”

— Uma feiticeira pode abrir um portal e um filho ou filha de Netuno pode transportar a água através dele. Só precisamos pensar onde poderíamos desaguar.

“Que tal para o lar dos Demônios de Nox?” Outro semideus, com uma cicatriz em forma de ‘x’ sobre o olho esquerdo sugeriu.

Todos se encararam por alguns instantes.

— Precisamos saber a localização exata de onde fica. Para isso, precisaríamos de um deles.

“Nós temos. Capturamos há poucas horas. Um mentalista o induziu a dizer o que estava acontecendo, mas ele não disse nada. Pedi para que ele fizesse uma leitura mental e descobrimos a localização atual. Mas duvido que seja a mesma por muito mais tempo.” Leo emitiu com palavras sábias ao se referir à mudança de local dos seguidores da deusa.

— Ótimo, temos o lugar para o qual a feiticeira deve desaguar a água contaminada. Pelo que eu entendo de portais, ela vai precisar da localização exata. Precisamos nos certificar de que isso aconteça. Algum outro mentalista pode refazer a conexão com.... — impedida de continuar, Marco – o garoto que tinha acompanhado seu treinamento junto com Becka – apareceu.

“Eu fui o responsável por fazer a leitura mental. Posso ajudar com a abertura do portal dando as exatas coordenadas.” Leo assentiu, pedindo para que ele se aproximasse do círculo.

“Certo. De quantos filhos de Netuno precisaremos?” Os olhos de Marco, Leo e dos demais se voltaram para Kendall.

— Hum, acho que dois é o suficiente. Um irá conduzir a água contaminada e o outro pode canalizar uma nova onda junto de duas feiticeiras, uma para acompanhar cada um deles. Soa bom para todos? — por mais sentido que fizesse, era como se estivesse esquecendo-se de alguma coisa.

“Sim.”

“Chefe?” Clarke estava de volta, trazendo consigo quatro semideuses. Duas feiticeiras, um filho de Netuno e uma guardiã das Hespérides, a quem conseguia dominar os quatro elementos. “Trouxe estes. Duas feiticeiras, um filho de Netuno e uma guardiã. Foi o máximo que consegui.”

“É o que precisamos. Volte para sua posição e proteja os necessitados. Conduza o restante da escolta dos corpos. Vamos dar dignidade aos mortos.” O Pretor apertou a mão de seu soldado, voltando a atenção para a estratégia que era formada.

Kendall analisava o trajeto da planta do aqueduto e como a água corria para a cidade. Precisariam de algum tempo para concentrar o filho de Netuno e abrir o portal, então os preparativos deveriam começar a serem feitos com antecedência. Uma vez começado o trabalho, só deveriam parar quando toda a água contaminada fosse levada para longe. — Tem certeza de que é uma boa ideia desaguar isso no lar dos demônios? — questionou ao seu superior, vendo sua feição mudar para algo perto da curiosidade.

“Depois de tudo o que ela nos causou? Deveríamos mandar muito mais que água contaminada.” Havia raiva em seu tom e a semideusa não contestou. Estava com tanta raiva quanto ele, mas considerava a hipótese de que aquilo poderia piorar as coisas.

— Temos que preparar um esquadrão de combate. Quando o portal for aberto, alguns demônios podem passar por ele enquanto a água é levada até lá. — apontou o exato local onde alguns soldados deveriam se posicionar. Era isso o que estava faltando considerar.

“Nossos melhores guerreiros estão no Senado. Vamos ter que dar conta nós mesmos. Alguém quer desistir? Agora é a hora.” Nenhuma mão se ergueu ou outra palavra foi dita, um grito de guerra sendo puxado segundos depois. Todos estavam prontos.

— Filho de Netuno, comece a manipular a água para leva-la até o portal. A guardiã pode ajudar contendo a nova leva da corrente que virá, para não contaminar. Tente fazer uma passagem diferente pelo ar enquanto a outra feiticeira limpa a tubulação com magia. As runas devem servir. — ordenou, quando todos já estavam prontos.

“E o portal?”

— Espere só mais um pouco.... — olhou para o mentalista, que já balbuciava a localização. — Abra o portal!

A luz rosa fluorescente emanou no ar, com um grande buraco sendo aberto no espaço-tempo. A feiticeira movia as mãos, os olhos fechados enquanto seus lábios murmuravam coisas sem sentido para quase todos, com exceção da outra feiticeira ali presente, que começava a desenhar as runas conforme toda a água ia sendo erguida pelo filho de Netuno.

— Esquadrão de Combate, aos seus postos! — gritou, erguendo Devoradora para iniciar a linha de proteção. O primeiro demônio passou pelo portal, a espada cortando o ar para atingir o peito de um dos soldados que logo caiu no chão. — Vão! — gritou para os da esquerda se aproximarem do novo inimigo.

Outro demônio cruzou o limite de portal, perto de onde estava. Deu um passo para trás, travando a lâmina da própria espada com a dele. Dela. Era uma garota. Um lado da cabeça estava raspada, o cabelo vermelho-fogo chamativo curto do lado restante. Seus olhos pareciam duas bolas negras vazias de qualquer coisa que não fosse um sentimento insaciável de morte. Kendall acabou levando um chute na região do estômago, caindo para trás ao embolar com a força do impulso dado no golpe. Ela era forte. Sua espada havia caído um pouco para o lado, e quando a recuperou de novo, sentiu um chute acertar seu rosto e rolar para o chão diversas vezes.

“Patético.” O demônio que cruzou o portal primeiro estava diante dela, prestes a lhe perfurar com a espada quando um golpe o acertou, varando das costas ao estômago. Seu sangue passou a sujar a camisa e a espada de Leo, que fora retirada de seu corpo brutalmente.

O corpo caiu por terra, sofrendo espasmos enquanto sua vida chegava ao fim. Enquanto isso Leo se esticava para devolver a espada de Kendall e ajuda-la a levantar. “Você está bem?” quis saber, vendo o filete de sangue que corria do nariz da semideusa, que somente assentiu meio tonta. A pancada tinha sido muito forte. Juntos, voltaram para perto do esquadrão, agora reduzido pela quantidade de mortos que o primeiro demônio tinha deixado. Outro passava pelo portal, correndo em direção da dupla. Enquanto isso, a guardiã começava a manipular o canal, fazendo chover ao elevar a água limpa ao ar, formando uma gigante bola d’água.

Leo interceptou o primeiro golpe, vendo o demônio girar a lâmina no ar de forma lateral, tentando atingir a filha de Belona, que habilmente cruzou a espada com a dele, lhe golpeando rapidamente no punho que ele segurava sua arma com o próprio da mão livre com o intuito de desarmá-lo, mas ele era forte. Seus dedos tremeram e antes que soltasse a espada, girou o pé contra a face do Pretor que tinha tentado ataca-lo. Kendall se ocupou em parar o golpe que ele lhe tentara aplicar, segurando sua mão com força para não conseguir descer a espada por mais alguns centímetros, ambas cruzadas e com as pontas mortalmente próximas de seu pescoço. Agachou-se para somente lhe acertar uma rasteira, gritando para a guardiã olhar para onde estava.

—Afogue-o!

Mas aquilo também lhe afogaria. E Leo. Quando a onda de água acertou onde eles estavam, o demônio foi arrastado, assim como Kendall e o Pretor. A guardiã conseguiu separar o inimigo da corrente que derrubara sob os três, empurrando-o de volta para o portal. A loira dava cambalhotas dentro d’água, prendendo a respiração da melhor forma que conseguia, jogando-se para onde a corrente a levaria até Leo. Quando o alcançou, usou o esbarrão dos corpos como propulsor para sair da corrente e cair na terra firme, poucos metros de serem levados para dentro do portal.

Depois de rolar com Leo pelo chão, tossiu incontáveis vezes, livrando os pulmões da água que havia posto para fora. Toda a água contaminada começava a ser encaminhada para o portal e as runas eram ativas, limpando o canal da tubulação, fazendo-a brilhar até onde era possível ver. O pingente vermelho havia retornado para o pescoço junto da corrente prateada finíssima, indicando que Devoradora estava sob seu domínio, o que não queria dizer que viraria uma espada novamente conforme o seu desejo devesse ser atendido. Era uma constante.

— Leo! — Brandiu, forçando a bochecha dele para dentro e unindo os lábios para soprar ar para seus pulmões.

Nenhum resultado.

Nenhum outro demônio havia cruzado o portal, já que toda a água contaminada era jogada por dentro dele pelo filho de Netuno, sob a supervisão da feiticeira que controlava o portal, anunciando que não duraria muito mais. Faltava pouco. Em nenhum momento parou de soprar ar para dentro de Leo, chegando a comprimir seu peito e acelerar sua respiração para que tossisse a água que estava presa. A própria dificuldade em ter que respirar e cuspir o que restava dentro de si mesma complicava o processo, estando molhada e tremendo. — Vamos, cuspa. — sussurrou concentrada. Já havia se passado quase um minuto e nenhuma resposta vinha dele.

Kendall forçou os movimentos, sentindo os braços queimarem pelo esforço e a própria respiração falhar, mas não ia parar. E não parou até vê-lo despertar e colocar um montante de água para fora, tossindo logo depois. Caiu no chão ao lado do corpo dele, desgastada pelo enfado e toda a força inserida para tentar sair da corrente d’água a tempo. Finalmente podia respirar, ainda que o ato praticamente maltratasse sua via respiratória. — Você vai para a enfermaria, senhor. — um sorriso cansado se fez nos lábios dela, que elevou o olhar para o cenário. Toda a água contaminada tinha sido levada para o lar dos demônios de Nox, o portal fechado logo em seguida.

As runas postas pela outra feiticeira livraram a tubulação do jorro de sangue e a guardiã deu continuidade ao fluxo d’água que tinha manipulado para que a água voltasse a correr normalmente. Seus músculos estavam tensos de exaustão como os de todos que haviam trabalhado arduamente para purificar a água. Ainda sim, em seu âmago, sentia pelos soldados que haviam sido derrotados pelos demônios.

O último era acabado de ser derrotado por uma legião de romanos, tratando-se da que havia lhe golpeado, a segunda a ultrapassar o portal. “Você também vai.” O sussurro sôfrego do Pretor lhe trouxe de volta a atenção, e apenas o observou com um pequeno sorriso. Não tentou se levantar ou fazer qualquer outra coisa que não fosse se jogar no chão, de costas. Encarava o céu nublado, feliz por estar viva ao sair de mais uma batalha.




missão fixa:
PURIFICANDO A ÁGUA: O jorro de sangue do monstro escapou para o aqueduto, contaminando toda a água. Além de atrapalhar o trabalho dos curandeiros, é um dano que permanecerá na cidade por tempo indeterminado. Seu trabalho aqui é parar a contaminação e purificar a água. Recompensa Máxima: 1.500 XP e 1.500 dracmas.

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Kendall Burkhard
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Re: [O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

Mensagem por Nice em Sex Jun 01, 2018 7:59 pm


Nova Roma pede socorro


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 500 XP
Máximo de Dracmas da missão: 500 Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 500 XP/Dracmas

Comentários:
Oi, Kendall!

Confesso que fiquei um teco confusa no começo do texto, mas depois tudo se aclarou e foi ótimo. Não tenho muito o que dizer, exceto que a impressão tida da personagem é que ela é leal às suas origens e uma ótima legionária.

Meus parabéns!



Soldados feridos


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 1.000 XP
Máximo de Dracmas da missão: 800 Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 950 XP e 760 Dracmas

Comentários:
Um ótimo desempenho, querida! A única coisa que me incomodou, e por isso fiz um desconto, foi a facilidade com a qual você enfrentou o demônio. Tudo bem que ele não era parte obrigatória da missão (e, inclusive, incluí-lo foi ótimo!), mas a personagem o derrotou com extrema facilidade sendo bem inexperiente. Também notei que você escreveu "desformando" ao invés de "deformando", mas não acho justo descontar na tua escrita só por conta disso.

Parabéns!!

RECOMPENSAS FINAIS: 1450 XP + 1260 DRACMAS

Atualizado por Baco.
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Nice
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Re: [O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

Mensagem por Deméter em Sab Jun 02, 2018 1:59 pm


O bichinho


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP de Dracmas da missão: 950 XP e 950 Dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 950 XP e 950 Dracmas.



Impedindo amotinados


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP de Dracmas da missão: 1.000 XP e 600 Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 1.000 XP e 600 Dracmas



Purificando a água


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP de Dracmas da missão: 1.500 XP e 1.500 dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 1.500 XP e 1.500 Dracmas.

Comentário geral:
Gostei de como você usou a estratégia de Belona para lidar com situações complicadas, mostrou o quanto merece estar em uma coorte tão renomada quando a I, definitivamente uma legítima filha de Belona e residente da Coorte I. Soube liderar e lidar com as situações dignamente e isso me deixou muito feliz de ler, deu inúmeras possibilidades de ações para os que estavam ao seu redor e não focou em "fazer por si só".

Parabéns!

RECOMPENSAS FINAIS: 3.450 XP + 3.050 DRACMAS

Atualizado por Febo!




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Re: [O efeito de Sun Hee] Missões Fixas de Kendall Burkhard

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