The Blood of Olympus
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Mensagem por Emmanuelle S. H. Henz em Sab Maio 19, 2018 11:42 am




Com Max, de novo..
Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que você diz

A maioria dos semideuses não tinha costume de ver heroínas como Emmanuelle Henz sentada confortavelmente a mesa do chalé 3, afinal, aqueles que a conheciam sabiam que a garota era uma caçadora e que não vivia no acampamento. Contudo, não era isso que os fazia olha-la de maneira estranha, mas sim o fato de que recentemente aquela mesma caçadora tinha abandonado o grupo de virgens imortais para virar... bem, mortal de novo.

Nada disso incomodava a filha de Poseidon, mas as perguntas nos olhares de tantas crianças estranhas para ela sim. Eles não necessariamente a julgavam, estavam curiosos e no lugar deles ela também ficaria, contudo, Manu não gostava de receber aquelas perguntas mudas estampadas nos rostos dos estranhos. Um suspiro baixo escapou de seus lábios e ela abaixou a cabeça e encarou o prato a frente, como se cenouras e batatas pudessem ser extremamente interessantes.

— Não ligue para eles — Tessa, a irmã gêmea de Manu murmurou, tentando encoraja-la de alguma maneira.

— Você me olhou de um jeito semelhante quando eu disse que ia sair, mas eu ainda conseguia lidar com a sua fúria, as perguntas estampadas nas caras deles? — Outro suspiro escapou dos lábios dela antes que pudesse terminar. — Não.

— Eu estava com raiva, não me julgue por isso — Tessa fez uma careta, mas Manu não viu por ainda estar com a cabeça abaixada encarando o prato ainda intacto a sua frente. — Aliais ainda estou e...

— Vou sair — A filha de Poseidon disse subitamente, mas não aguardou resposta e nem deixou a irmã terminar o que dizia, apenas se levantou e deu as costas a mesa, ergueu o queixo e saiu marchando para fora do refeitório.

Aqueles olhares... ainda tinham um efeito assustador sobre ela, e Manu sabia o porquê. A maioria das pessoas julga sem saber o que acontece por trás de uma grande história e bem, aqueles olhares tinham perguntas que ela não queria responder por serem constrangedoras, perguntas como...

Porque ela saiu? Teria traído Lady Artémis? Teria sido expulsa? Ou pior... teria quebrado seu juramento?

Manu corou ao pensar na ultima resposta, então riu de si mesma por ser tão ingênua e estar parecendo uma completa idiota, mas não a culpem, a garota estava sendo sufocada demais ultimamente e o acampamento em nada lhe ajudava. Ela já cogitara partir para Nova Roma, comprar um pequeno em New York ou até mesmo voltar para casa, mas até então seus planos se resumiam a nada, porque ela não tinha ideia do que fazer.

Mas talvez alguém tivesse... e pudesse clarear sua mente.

O nome apareceu como um clarão de luz em sua mente, fez seu coração acelerar de leve e as bochechas corarem ainda mais. Maxine era completamente incontrolável, mas tinha algo que Manu não possuía e esse algo era justamente o que ela estava procurando. A amazona conhecia o mundo moderno e suas incertezas, conseguia lidar com humanos tão bem quanto lidava com monstros e justamente por isso Manu sabia que ela era a melhor pessoa indicada para lhe ajudar.

Foi pensando nisso que a garota pegou a carruagem antes do meio dia, transformou-a em uma moto moderna com dois capacetes e então partiu para a Amazon, o lugar onde sabia que podia encontrá-la.

...

Manu queria poder dizer que a viagem até Seattle foi relativamente segura, mas as coisas não acontecem dessa maneira na vida de semideuses e nem mesmo colares mágicos podem ajuda-los a sobreviver no meio do caminho. Digamos que ela teve problemas com um grupo de Harpias esfomeadas, mas que se livrou delas antes que chegasse ao seu destino, viva e completamente saudável, mas um pouco mais corada do que gostaria.

Ela estacionou a Ducati bem na entrada do prédio de vidro, então desceu toda atrapalhada e caminhou até a entrada do prédio das amazonas, onde educadamente pediu informações sobre Maxine Hayes e então solicitou sua presença. Se naquele momento a ex tenente das caçadoras dissesse que estava tudo bem e que se sentia confiante, estaria mentindo. Manu estava estranhamente ansiosa e não sabia como se portar, chegara a ensaiar mentalmente, mas assim que Max apareceu a sua frente tudo que ela conseguiu fazer foi parecer uma idiota.

— Max, eu... — Manu respirou fundo antes de erguer o olhar de encontro ao dela. — Você me disse que ia me levar em um lugar da ultima vez que nos encontramos, eu preciso falar com você, então vim cobrar aquilo que me deve — A jovem então estendeu o segundo capacete a garota. — Se claro, estiver disposta a vir comigo — E aquela era Emmanuelle tentando fazer um convite a uma garota, soando mais grossa e intimidadora do que gostaria, toda atrapalhada, sem jeito e completamente desajustada.

Manu nem mesmo tinha dito oi...como você está?

É, ela teria muito trabalho para se ajustar a sociedade, mas se Max topasse lhe ajudar, sobreviveria, com sorte... mas sobreviveria.

Extra:

Roupa: Clica e Clica

Veiculo:
• Bigtransporte [Uma biga de aparência velha que passa despercebida pela maioria dos semideuses. Tem desenhos em toda a sua espessura que contam as histórias de feitos dos heróis. | Efeito 1: Essa biga pode se transformar em qualquer meio de transporte que o campista desejar, desde um carro, a uma pequena lancha ou um jato particular para até duas pessoas, já que não pode carregar mais passageiros do que isso. | Efeito 2: Caso o semideus tente transportar mais de 2 pessoas por vez – e ela está contando nessa soma, ou seja, só pode levar mais um consigo – a biga volta ao normal e deixa de funcionar. Efeito 3: Pode invocar dois cavalos fantasmas – feito de ossos que lembram um cavalo caveira – para leva-lo por aí quando esse transporte está em forma de biga. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas. | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]


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Mensagem por Maxine H. Henz em Dom Maio 20, 2018 11:44 pm

Tag: RP
Obelisco Espacial

A colisão do punho da filha de Júpiter reproduzia um som abafado, mas poderoso. A vítima de seus socos era um saco de pancadas, ele persistia firme, mesmo que estivesse sofrendo dos golpes da loira por quase uma hora. Era a forma que Maxine encontrara de extravasar sua raiva e frustração. Sua mãe, Felicity, estava desaparecida e ela não encontrava nenhuma pista sobre os sequestradores. Nada além de um anel misterioso. Cansada de se sentir inútil, Max liberava a energia negativa nos exercícios físicos, chegando por vezes a ser chamada atenção por uma companheira amazona pelo exagero.

Mas ela odiava a sensação de se sentir inútil!

A falha de não ter chegado a tempo de salvá-la; de ter sido sequestrado e torturada por ter falhado em seguir os instintos; de ter visto um aliado morrer em combate ao seu lado, a protegendo com o próprio corpo... Isso a sufocava durante quase todo o tempo, lhe rendendo pesadelos vívidos durante a noite.

... Max! — a voz veio distante, mas isso não se aplicava a dor que sentiu na nuca ao ser estapeada. Ao virar com o olhar zangado, deparou-se com uma Elena emburrada — Você está nisso há muito tempo, vá tomar um banho e fazer outra coisa!

Estou treinando! — Respondeu teimosamente, massageando a nuca.

Você está se perdendo, Max. Eu sei o momento em que você está passando, mas se recomponha, nada vai acontecer se você continuar assim. Eu já estou buscando informantes para pesquisar o símbolo e a frase do anel, seja apenas um pouco paciente.

A Rainha era a figura de maior respeito e autoridade entre as amazonas, sempre tinha sido. Para Max, isso ia além de um simples título, pois Elena parecia ser uma de suas primeiras amizades sinceras. Porém, mesmo que fosse a latina falando aquilo, suas mãos fecharam-se em punhos mais uma vez ao lembrar do motivo que ocasionava seus surtos de raiva. Paciência não era a sua melhor qualidade e, com certeza, não o era naquele momento. De maneira um pouco rude, agradeceu a sua líder e saiu da academia sem olhar para trás, rumando para o próprio dormitório.

Tomou um longo banho, sem ligar para as juntas dos dedos avermelhadas ou para os olhos que estavam em igual cor. O pranto sempre vinha em momentos como aquele, um choro silencioso e enfurecido, mas que a ajudava a aliviar as emoções mal contidas. Estava para enlouquecer, sabia disso. Decidida a sair um pouco, arrumou-se para esse propósito, mesmo que não tivesse um objetivo em mente.

Max — uma amazona bateu na porta a chamando — Tem alguém esperando na recepção, se chama Emmanuelle.

Pela primeira vez em dias o órgão que determinava a circulação sanguínea em seu corpo passou a bombardear mais rápido. Seu coração tinha acelerado apenas com a menção do nome da morena. Abriu a porta rapidamente, questionando a companheira se ela tinha certeza e, mesmo que surpresa com a atitude da loira, apenas concordou. Hayes agradeceu e retornou ao quarto, olhando-se no espelho brevemente. Trocou de roupa rapidamente, sem parar para se questionar porque o impulso de parecer mais adequada visualmente tinha surgido.

Ter a tenente das caçadoras praticamente batendo na porta de sua casa era uma surpresa demasiadamente grande. O suficiente para fazê-la esquecer dos problemas em uma velocidade assustadora. Ao compasso de que almejava parecer bem, Max também estava com pressa. Finalizou o look colocando a sua jaqueta de couro, praticamente correndo depois de pegar uma carteira com documentos e dinheiro. O elevador nunca pareceu tão lento e, mesmo que agitada, quando as portas de metal se abriram a loira respirou fundo e colocou uma máscara de tranquilidade em seu rosto.

Encontrou a filha de Poseidon na recepção e lutou bravamente para não apressar os passos. Tinha um sorriso crescente no rosto, mas que não se completou pois a morena começou a falar. Ou seria melhor dizer demandar a sua presença? Max olhou do capacete para os olhos azulados de Emmanuelle, alternando o olhar por pelo menos duas vezes antes de rir de maneira anasalada. — Deuses Heinz, isso é você fazendo um convite para um encontro? — Ainda risonha, pegou o capacete antes que a grega mudasse de ideia. — Espero que isso não seja uma tentativa de me matar no meio de caminho, mas já que confiou em mim na última vez...

Piscou para a garota antes de começar a sair do prédio, não a deixando refutar o que tinha dito. Deparou-se com uma bela ducati, sorrindo grande ao reconhecer o bom gosto que a caçadora tinha. Aquela era uma boa “besta” mecânica para ser conduzida no tráfego urbano. Colocou o capacete e esperou que Emmanuelle subisse na moto para ajeitar-se atrás. Que a alma da pessoa que inventou a motocicleta repousasse feliz no Campo dos Elísios, pois naquele veículo Max percebeu que estava quase colada a morena.

Siga o caminho que vou dizer, vou te levar exatamente para o local que tinha prometido. É um bom momento já que está perto do pôr-do-sol.

Guiou a filha de Poseidon diretamente para o Obelisco Espacial de Seattle, um dos pontos turísticos mais famosos da cidade. Em meio ao caminho, não resistiu a aproveitar-se da situação, envolvendo a cintura da semideusa grega para manter-se ainda mais próxima. Apostaria que receberia uma reclamação assim que alcançasse um objetivo e isso a deixava com um sorriso de antecipação.

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•  Medalhão do lobo [Feito de prata lunar, contem parte da alma de um dos muitos lobos da caçadora e faz com que esse também seja capaz de conduzir parte de seu poder. | Efeito 1: Faz com que o usuário fique sobre a influência da lua, quando lutar a noite, com a lua brilhando no céu, torna-se mais forte, fazendo com que o dano em combate ou armamentos aumente em +30. Efeito 2: Amplia a audição e o olfato da portadora em +20%. Efeito 3: Uma vez por luta, missão ou evento, desde que esteja sobre a lua e sacrifique parte de sua MP (30), conseguira criar um escudo invisível ao seu redor que a protegerão de ataques físicos durante dois turnos.  | Prata Lunar  | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Presente da Manu]]  → Pescoço


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Mensagem por Emmanuelle S. H. Henz em Seg Maio 21, 2018 12:31 pm




Com Max, de novo..
Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que você diz

Encontro...

Definitivamente aquilo não era um pedido para um encontro, ou pelo menos Manu não tivera a intenção de fazer parecer que fosse um, ainda assim... precisava retrucar e lhe explicar o que tinha em mente, mas não teve tempo, Max a calou antes que tivesse chance de se pronunciar, aceitando seu convite desleixado com uma facilidade assustadora. A prole de Poseidon nem teve tempo de reagir antes da loira pegar o capacete e seguir para fora na sua costumeira tagarelice.

— Se eu quisesse mata-la teria sido mais discreta... — Foi tudo que Manu conseguiu dizer antes de tomar a frente e subir na moto, já colocando o capacete para aguardar Max subir no veiculo e poderem partir em direção ao desconhecido.

Max guiou as duas pelas ruas da cidade, arrepiando-lhe a nuca toda vez que precisava falar mais alto e perto de seu ouvido devido ao barulho da cidade e do vento. Mas Manu não se importou, apenas seguiu as instruções da garota mais nova até chegarem ao tão esperado destino.

A morena tinha uma ideia vaga dos lugares que podiam encontrar, mas em nenhum momento esperou por aquilo. Manu acreditava que os lugares escolhidos por Max teriam mais a ver com a ultima vez, uma casa de jogos ou até mesmo um bar muito movimentado, mas aquilo? Estava longe de parecer realidade. O lugar era lindo... realmente lindo.

Manu desceu da moto assim que Max saiu de trás dela, só então notando que sentia falta do contato das mãos da garota em sua cintura, afinal, ela tinha lhe apertado o caminho todo e de forma alguma isso lhe parecera desconfortável. Isso soava estranho porque em seu estado normal, Manu não gostava muito de pessoas e muito menos de pessoas que lhe tocavam.

— Como vamos subir? — Perguntou curiosa, afinal tudo parecia fechado e já estava prestes a escurecer.

— Voando — Max respondeu como se fosse obvio, com um sorriso travesso cobrindo o rosto. Manu fez uma careta.

— Não acho que seu pai vai gostar disso, mas por agora acho que vale a pena correr o risco — Em verdade, ela nunca se arriscava além do permitido e só o fazia em momentos de desespero quando as alternativas já estavam escassas.

Manu olhou ao redor, deixou a moto para trás e deu a volta com Max para um lugar onde não pudessem atrair atenção dos humanos, então sorriu travessa, como uma criança prestes a aprontar.

— Já que vamos voar, eu lhe desafio a chegar primeiro... começando por... — E sem esperar resposta a garota abriu as asas, então riu baixinho. — Agora — Pegou impulso e deixou que as asas fizessem o resto, lhe guiando para cima com uma velocidade além do normal. Em verdade, naquele momento a garota parecia um anjo, e tudo porque possuía as asas de um.


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Mensagem por Maxine H. Henz em Seg Maio 21, 2018 11:58 pm

Tag: RP
Obelisco Espacial

Hayes sempre achou a filha do mar uma caixinha de surpresas. Como uma concha que sempre tinha uma pérola preciosa diferente a cada vez que a abria. Ao chegarem no Obelisco Espacial, sorriu um pouco orgulhosa por observar a reação da garota que a acompanhava. Em verdade, aquele era um de seus locais favoritos em todo o território americano. Aquela construção tinha exatos 184 metros de altura, sendo um dos construtos mais altos em toda Seattle. Locais altos eram o paraíso para uma filha de Júpiter, assim como a praia poderia ser para uma cria de Poseidon.

A diversão começou quando propôs que chegariam ao topo voando. Maxine tinha um plano semiestruturado que foi totalmente destruído pelo fator inesperado. Ela observou sem esconder o encantamento quando as asas angelicais surgiram sem nenhum aviso prévio. Da última vez que tinha checado, os oceanos eram o domínio do pai de Emmanuelle, então vê-la daquela forma era demasiadamente gracioso. A expressão de surpresa se desfez assim que Max percebeu que estava em desvantagem, já que Henz tinha anunciado uma aposta e já a tinha começado, sem dar chances para que a loira se adaptasse aquela novidade inusitada.

Com o instinto competitivo impulsionando suas ações, começou a voar para acompanhar a semideusa com asas de anjo. Porém, ao invés de ultrapassá-la, apenas decidiu ser travessa — como sempre era — para atrasá-la. Assim que esteve próxima o suficiente segurou no tornozelo da morena, a puxando para baixo para atrapalhá-la no voo. Nada que a derrubasse ou desequilibrasse muito no ar, mas o suficiente para deixa-la um tanto confusa e atrapalhada com o bater das asas. Assim a ultrapassou rapidamente, olhando para baixo e mostrando a língua de maneira infantil.

Chegaram no topo quase ao mesmo tempo e Maxine já esperava a reclamação da garota grega. Encostou contra a pequena grade de segurança do ponto mais alto do obelisco, a encarando com um sorriso maroto. — Ok, você venceu! Então olhe ao redor e veja o seu prêmio. — Foi tudo o que disse, tombando o rosto um pouco para o lado apenas para observar a reação de Emmanuelle ao finalmente notar o cenário ao redor.

Não era a toa que aquele era um dos pontos turísticos mais visitados da cidade. O Obelisco Espacial oferecia uma vista inesquecível da metrópole, dando para ver o lago e as montanhas, para além de toda a visão urbana e moderna. Era uma mistura belíssima de natureza com construção humana. Para completar, o céu naquele momento estava banhado pelas cores do pôr-do-sol, misturando-se desde o azul até o laranja mais escuro. — Bem-vinda ao meu local secreto, espero que ache tão encantador quanto eu acho. — Comentou finalmente virando o corpo, ficando de frente para o horizonte magnifico. Fechou os olhos e sentiu as correntes de ar purificando não apenas o seu corpo, mas seu espírito outrora agoniado com os últimos acontecimentos. Sua jaqueta e cabelos dourados seguiam em harmonia o movimento do ar, mas isso apenas confortava a filha de Júpiter ainda mais, sentindo-se abraçada pelo elemento que dominava — De todas as paisagens que eu já vi, essa daqui sempre me tira o fôlego. Não concorda?

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Mensagem por Emmanuelle S. H. Henz em Ter Maio 22, 2018 11:14 am




Com Max, de novo..
Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que você diz

Manu não olhou ousar para baixo até o momento em que sentiu seu pé ser puxado e as asas se desestabilizarem. Confusa, encarou a garota que a tinha pego pelo pé, então franziu o cenho ao entender o que ela tinha feito. Max tivera a ousadia de atrapalhar a mais velha para ganhar a dianteira!

Manu rosnou baixinho e bateu as asas ainda mais rapidamente que outrora, deixando que o corpo levitasse para cima em uma velocidade além do normal, apenas para conseguir vencer a garota, algo que claramente não conseguiu. Ao atingir as grades Max estava bem ao seu lado, sorrindo largamente e sem qualquer tipo de culpa, o que acabou arrancando um arquear de sobrancelhas questionador da morena.

Manu suspirou e revirou os olhos ao ouvi-la decretar sua vitória, então se virou para a grades para encarar a paisagem e o que viu ali a deixou completamente sem folego. Em verdade a filha de Poseidon não gostava muito de lugares altos, sempre se sentia insegura e bastante inquieta por estar desafiando seu tio indiretamente, contudo, ali parada ao lado de Maxine e olhando a cidade do alto, ela só conseguia sentir-se maravilhada.

Um suspiro escapou dos lábios da morena, que se recostou na grade para poder olhar melhor para o horizonte, vendo o sol se esconder ao longe e as luzes da cidade darem cor aquele cenário esplendido. Manu não percebeu que estava sorrindo até sentir suas bochechas doerem, tão pouco percebeu – e nem poderia – que seu olhar tinha ganhado um brilho nítido bastante vivo, bonito para alguém que passara anos sem perceber o quanto passava uma imagem vaga devido a fortaleza que construía ao seu redor.

— É lindo... — Pegou-se dizendo antes de virar-se para Maxine. — Obrigada por compartilhar seu lugar comigo, estou me sentindo bastante honrada, maravilhada talvez... — Riu baixinho, virando-se de lado para poder olhar a garota, e percebendo naquele momento algo que nunca tinha notado.
Max era linda.

Não aquele tipo de beleza que encontramos em capas de revista – apesar de Manu saber que ela ficaria linda em uma também – mas sim de um jeito vivo, rico em algo que a jovem ainda não conseguia definir. Max brilhava lindamente, de um jeito que Manu jamais tinha visto em outra pessoa.

— Você também é linda — Elogiou sem pensar muito antes de se virar novamente para encarar a paisagem. Manu não era dada a elogios, mas quando os fazia, era tão sincera e inocente que chegava a soar como uma criança, que não vê maldade no mundo, apenas age naturalmente.

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Mensagem por Maxine H. Henz em Ter Maio 22, 2018 11:49 am

Tag: RP
Obelisco Espacial

O elogio veio repentino, assim como era a morena por completo. Max abriu os olhos e tornou o olhar em direção a sua acompanhante, tendo um vislumbre do perfil dela. Ali, naquele exato momento, Emmanuelle era banhada pelas cores do pôr-do-sol e com um background que a deixava parecendo quase uma criatura mística. Soltou um suspiro inaudível, idealizando naquele momento que Henz era uma das garotas mais belas que tinha conhecido. Se fosse qualquer outra garota, Max teria aproveitado a chance e feito daquele momento um flerte esperto e eficaz. Mas sua mente a lembrou que a morena a seu lado era uma caçadora e nada mais nada menos que a tenente. Acabaria morrendo com um simples tapa na cara, tinha certeza disso. — Cuidado Emms, para uma caçadora você está deixando sua guarda baixa para situações bem propícia aos flertes, assim fica difícil lidar com meu crush por você. — Falou em tom de descaso, já que ainda acreditava que a filha de Poseidon era inalcançável.

Saltou com facilidade a grade de segurança para sentar na parte branca do obelisco. Os pés inevitavelmente ficaram soltos em pleno ar. A sensação de frio na barriga por estar em um lugar tão arriscado como esse a deixava ainda mais confortável. Permitiu que as costas repousassem sobre a grade que outrora apoiara-se, bastando um simples erguer de rosto para ter uma visão de Emmanuelle em um ângulo até mesmo um tanto engraçado. — Conte-me como vai as aventuras na cidade grande, aprendeu algo mais sobre a modernidade? Já está tentada a abandonar a selva? — Questionou para iniciar um assunto qualquer. Desde o último encontro, descobriu que gostava de conversar com a garota. Sabia apenas uma fração de coisas sobre a caçadora, mas tudo parecia ser mais interessante quando se tratava dela.


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Mensagem por Emmanuelle S. H. Henz em Ter Maio 22, 2018 12:04 pm




Com Max, de novo..
Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que você diz

Pega de surpresa a jovem não conseguira responder Maxine pelo que lhe pareceu um longo tempo. Seu coração tinha se tornado uma verdadeira escola de samba, batia tão forte que Manu temia que a garota estivesse lhe ouvindo, e não, aquilo não tinha nada a ver com o fato de Max ter lhe jogado o que lhe pareceu uma indireta.

Manu se virou para ela, pousou o olhar sobre a imagem serena da garota sentada no batente, mas não ouviu sua ultima frase, pensando longe e viajando para um lugar ainda mais distante. Sem jeito, umedeceu os lábios e piscou algumas vezes, então se forçou a voltar a falar. — Eu não sou mais uma caçadora — Sua voz saiu mais rouca do que ela pretendia, um pouco baixa demais e com toda certeza sem a naturalidade de antes, o que a fez pigarrear antes de voltar a se pronunciar.

— Meses atrás algo me fez mudar de ideia e perceber que eu já não vivia — Murmurou baixinho, confidenciando a ela algo que não tinha contado a ninguém. — Quando eu entrei para as caçadoras eu era apenas uma garotinha assustada que achava que ficar mais forte faria meu passado desaparecer — A jovem riu antes de se virar para frente, deixando o olhar vagar para longe. — Mas as coisas não funcionam assim — Suspirou, apoiando as mãos no batente antes de continuar.

— Eu ganhei uma marca em uma das ultimas missões que fiz para Artémis, essa marca veio com o desafio de conhecer a mim mesma, algo que percebi que eu já tinha perdido — Manu deu de ombros, como se aquilo não importasse de fato. — Nessa busca acabei percebendo coisas que eu não entendia até ser obrigada a bater de frente com elas, conheci pessoas e conheci alguém que me fez perceber que eu não tinha mais medo — A morena sorriu com a lembrança, mas não revelou a ela quem era a pessoa, tão pouco deixou transparecer a verdade implícita naquelas palavras.

— Faz algumas semanas que parti em uma jornada para poder deixar as caçadoras, por isso andei sumida e por isso outra esteve em meu lugar. Thalia Grace é a nova tenente, e eu uma mera filha de Poseidon abençoada pela lua — Manu encarou o céu ao concluir sua pequena história, então voltou-se para a garota. — Eu não pertenço mais a ninguém se não a mim mesma Maxine.


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Mensagem por Maxine H. Henz em Ter Maio 22, 2018 12:33 pm

Tag: RP
Obelisco Espacial
Nessa altura do campeonato, ser surpreendida pela morena já deveria ser algo comum. Mas de todas as coisas que Emmanuelle poderia ter falado, aquela era a que absolutamente menos esperava. Henz deixou a caçada, cortando o vínculo com a deusa da lua. Sua mente a arrastou rapidamente para a primeira vez em que encontrou a ex-tenente, em uma missão de resgate a Ártemis em um cassino mágico em Las Vegas. Ela parecera tão orgulhosa do que era e tão conectada aos princípios do grupo que Hayes não duvidou das capacidades dela como caçadora.

Sem esconder a evidente expressão de choque, escutou o que a filha do mar desabafava com atenção. E conforme ouvia, mais compreendia a morena. Foi suavizando o semblante, apenas a escutando como uma boa companhia de encontro que deveria ser. Abriu um sorriso sereno e até mesmo um tanto orgulhoso ao escutar a última frase, pois era algo que repetia a si mesma desde os 12 anos de idade. — Não vou fingir que não estou surpresa, mas você parece ter seus motivos e ninguém deve questioná-los, apenas respeitar sua decisão. — Comentou, caracterizando aquele singelo momento em um dos que se mantinha parcialmente séria, algo que não acontecia o tempo todo. — A vida é sua Emms, ninguém sabe como vive-la melhor do que você mesma — Acrescentou por fim.

Decidida a prestar mais atenção na garota, virou o corpo de modo a deixar as pernas para o lado de “dentro”. Se fosse cair, não desabaria em pleno ar, mas sim encontraria o chão metálico do obelisco. — Eu fui o contrário de você, eu tive de ter em minha mente quem eu era e o que eu não queria me tornar. — Foi irresistível pegar o embalo da conversa e acabar falando um pouco do próprio passado — Os Hayes são como qualquer novo rico, ambiciosos e desesperados para serem vistos como uma classe alta elegante e refinada. Muitas regras e máscaras eram usadas e eu odiava isso. Se eu não fosse teimosa quanto a isso... Eu me perderia em meio a falsidade e personagens inventados. Tudo piorou quando minha mãe... — A fala de Max travou ao mencionar a genitora. O nó formou-se rapidamente em sua garganta, a fazendo desviar o olhar para baixo e encarar as próprias mãos — Ela foi incrível na verdade, e ainda é — Soltou um longo suspiro, lembrando a si mesma que aquele encontro também era uma fuga de sua própria mente culpada e angustiada. Voltou a olhar para a filha do mar, com um sorriso um tanto sem graça — Desculpe, são tempos meio complicados. Não quero estragar o clima com meu humor... Se bem que para me animar seria muito fácil, um beijo sempre ajuda. De uma garota como você deve ser mais eficaz ainda.

Usar do descaramento era quase uma forma automática de defesa. Ajudava a desviar o assunto e evitar tópicos indesejáveis pela filha de Júpiter. Além de, geralmente, melhorar a aura do ambiente. Era exatamente isso que estava fazendo, provocando a ex-caçadora com um gracejo, na expectativa de que ela fosse resmungar e querer derrubá-la ali do alto.


Coisas:

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• Medalhão do lobo [Feito de prata lunar, contem parte da alma de um dos muitos lobos da caçadora e faz com que esse também seja capaz de conduzir parte de seu poder. | Efeito 1: Faz com que o usuário fique sobre a influência da lua, quando lutar a noite, com a lua brilhando no céu, torna-se mais forte, fazendo com que o dano em combate ou armamentos aumente em +30. Efeito 2: Amplia a audição e o olfato da portadora em +20%. Efeito 3: Uma vez por luta, missão ou evento, desde que esteja sobre a lua e sacrifique parte de sua MP (30), conseguira criar um escudo invisível ao seu redor que a protegerão de ataques físicos durante dois turnos. | Prata Lunar | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Presente da Manu]] → Pescoço


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Mensagem por Emmanuelle S. H. Henz em Ter Maio 22, 2018 1:11 pm




Com Max, de novo..
Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que você diz

A noite parecia estar recheada de surpresa para aquelas duas se considerarmos o fato de que, com o passar dos minutos, uma parecia ter virado o conforto que a outra precisava e assim as coisas iam se revelando meio que sem permissão. Manu tinha desabafado com Max sem saber ao certo o motivo que a levara a fazer isso, mas de forma alguma se arrependia, pois agora também tinha mais informações sobre ela. O que lhe surpreendeu foi o fato de que ambas eram mais parecidas do que ela imaginava, e que claro, assim como ela Max parecia se fazer de forte para suportar as dificuldades da vida.

Enquanto ouvia atenta as palavras e a história da garota, Manu também captava sinais de angustias, saudade e medo, coisas que via em si mesma com certa frequência. Isso tudo, mesclado ao fato de Max estar sendo sincera com ela tinha mexido em seu interno de uma forma extraordinariamente boa e assustadora. Entretida como estava foi pega de surpresa pela mudança repentina logo após o pedido de desculpas, Max sempre tinha uma brincadeira na ponta da língua, mas aquela em particular a deixou estranhamente pensativa.

Manu não estava desconcertada e nem envergonhada no momento, estava apenas matutando o continuo “e se?” que insistia em surgir em sua mente, deixando-a levemente tentada a atender o pedido. O olhar da garota tinha sido alterado, escurecido de forma intensa e preso ao dela quase que da mesma forma de quando se encontraram pela primeira vez. Por um momento, aquele simples olhar lhe deixou sem folego e foi exatamente ele que lhe deu coragem para fazer o resto.

A filha de Poseidon nunca fora uma garota de grandes palavras, gostava de fazer mais do que de conversar e foi exatamente esse principio que a fez agir. Manu cortou a distância entre ela e Maxine com uma calma impressionante, apoiou as mãos nas laterais do corpo dela e então se inclinou devagar, hesitando antes de encostar os lábios na bochecha da Amazona de forma demorada. Ao se afastar abriu um sorriso de canto, ainda próxima o suficiente para poder sentir a respiração dela batendo contra sua face. — Ganhou seu beijo, está melhor agora?

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Mensagem por Maxine H. Henz em Dom Maio 27, 2018 3:25 pm

Tag: RP
Obelisco Espacial
A sensação de ter o coração disparado por outra pessoa não era uma novidade para a filha de Júpiter. Tanto homens e mulheres, desde a sua puberdade, conseguiam fazer com que aquele órgão dentro de seu peito denunciasse quando estava animada demais. Como aconteceu durante o seu primeiro beijo, tanto com um garoto quanto com uma garota. Ou quando sabia que algo mais íntimo iria acontecer e era preenchida por expectativa e desejos. Fosse pela emoção envolvida na ação, ou fosse pelo ato intenso por si só.

Mas nunca por um beijo em sua bochecha.

A brincadeira proferida sobre aquele toque tinha sido, nada mais nada menos, do que uma brincadeira de fato. Uma tentativa baseada na personalidade esquiva de Max, acostumada a mudar o assunto quando se tratava de seus próprios sentimentos e vivências. Porém, de todas as surpresas feitas pela morena naquela última hora, aquela tinha deixado a romana sem ar. O aproximar calmo foi assustadoramente eficaz. A mente da loira tinha entrado em combustão, questionando o propósito daquele movimento que deixava a morena cada vez mais perto. Quando os rostos se alinharam Max estava considerando a possibilidade de um infarto, sua mente a fazendo acreditar que a filha de Poseidon a beijaria a qualquer momento, graças aquele pequeno momento de hesitação.

Os lábios então encontraram seu destino, não na boca levemente trêmula de Maxine, mas na pele avermelhada de sua bochecha. Assim, além de confusa, tinha ficado surpresa pela ação da garota. Soltou o ar apenas quando Emmanuelle finalmente se afastou um pouco, sentindo um leve incomodo no peito por ter segurado a respiração por tanto tempo, sem ao menos perceber! Porém, foi apenas ao vislumbrar aquele sorriso de canto que finalmente percebeu que estava com sérios problemas. Se havia algum modo de seu crush pela garota se intensificar e se tornar ainda mais real... tinha acabado de acontecer. — Não, não estou nada bem! — disse de maneira teatral, rindo um tanto nervosa — Eu quase tive um infarto aqui, crush não faz isso comigo sem nenhum tipo de aviso. Eu acho que se você não estivesse me segurando eu teria caído para trás!

Esse era o jeito de ser da jovem Hayes. Ela tinha apenas dezoito anos e, apesar de ter enfrentado coisas que nem mesmo adultos estariam preparados para enfrentar, ela ainda era um pouco mais do que uma adolescente de personalidade extrovertida. Com o rosto ainda um pouco rubro por ter sido pega de guarda baixa, capturou uma das mãos de Emmanuelle que repousava em sua cintura e trouxe-a para perto de seus lábios. Beijou de maneira delicada a costa da mão, sem desviar o olhar um tanto terno e carinhoso em direção a ex-caçadora.

Obrigada, estou muito melhor agora, de verdade — respondeu sincera, pois naquele momento seu espírito não estava dando brechas para nenhum pensamento negativo, ao menos nada relacionado a sua mãe ou a Roma — Mas acho que já tenho de ir, não avisei que estaria saído e Elena está fazendo vista grossa desde que fui pega por aqueles idiotas da seita — Não pode deixar de acrescentar com um jeitinho de criança que queria brincar no melhor brinquedo no parque — Quais são as chances de você deixar que eu pilote a sua moto?

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