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Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

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Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Éris em Qui Maio 17, 2018 3:15 pm


O tesouro perdido


Desde que Violet passara pelo pequeno teste do livro seu trabalho dentro do Spa não acabava. Circe parecia estar com pressa, querendo que a filha de Poseidon aprendesse o mais rápido o possível os caminhos da magia. O motivo? Esse permanecia um mistério para a semideusa, que não podia deixar de notar como as outras feiticeiras tinham uma rotina bem menos atarefada.

As coisas só foram começar a se esclarecer quando a deusa chamou-a para seu escritório. Lá ela contou como há vários anos um filho de Poseidon e uma filha de Athena tinham libertado o cruel Barba Negra e seus piratas, causando morte e destruição pela ilha. Não foram, no entanto, só vidas que eles tomaram. Circe apontou para o diário que Violet desmascarara, abrindo-o e mostrando que uma página fora arrancada. A divindade informou que um dia ali esteve um mapa do tesouro. Ela não se importava com ouro ou pedras preciosas, mas queria vingança contra aqueles brutamontes e aquele pedaço de papel faltando era a única pista de sua localização.

Com o conteúdo do diário, a deusa retraçou um esboço do mapa original. Agora ela queria que Violet, aproveitando sua conexão com o deus dos mares, navegasse pelo Mar De Monstros para procurar o “X” do tesouro. Para isso Circe forneceria à garota um navio e três porquinhos-da-índia a sua escolha, os quais seriam transformados de volta em humanos durante a missão.


Regras


• Prazo limite para a postagem: 24 de maio de 2018, às 23:59;
• Caso precise de extensão no prazo entre em contato via MP;
• Mínimo de 300 palavras por post;
• Eu já sou cega por natureza, não preciso de cores berrantes e letras minúsculas no template para ajudar. Por favor evite essas duas coisas;
• Coloque as habilidades utilizadas na missão em spoiler no final do post;
• Pode levar quantos itens quiser, desde que seja coerente (nada de carregar duas alabardas e um escudo, por exemplo). Eles devem ser mencionados em spoiler no final de todo post;
• Pode levar mascotes;
• Qualquer dúvida mande-me uma MP.

Instruções


• Nessa primeira parte você deve escrever a perspectiva de seu personagem sobre os eventos mencionados (a.k.a. o treinamento intensivo, a reunião com Circe e a escolha dos porquinhos-da-índia);
• Sinta-se livre para preencher tudo com detalhes como cenário, falas e etc. Eu deixei essas partes vagas como um incentivo para sua criatividade;
• Uma nota sobre os porquinhos-da-índia: haverá aqueles mais ativos e aqueles mais calmos. Cabe a você escolher quais levar;
• Sua postagem deve terminar com seu personagem indo em direção às docas, mas ainda sem ver a embarcação;
• Divirta-se.


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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Éris em Qui Maio 24, 2018 1:06 pm

Prazo estendido para: 27/05/2018 às 23:59
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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Violet E. Schroëder em Dom Maio 27, 2018 11:32 pm



A palavra exausta define exatamente como me senti com os treinos constantes, intensos e incessantes na ilha, diferente das minhas colegas seguidoras de Circe que basicamente não tinham tantas tarefas como eu. Aprender sobre magia, ao contrário do que aparentava, era uma coisa completamente exaustiva e cansativa, talvez Circe estivesse me atarefando mais devido ao meu vício em álcool, ou seria somente pelo fato de, inicialmente, eu não ter uma gota de magia no meu sangue. Eu quase não tinha tempo para fazer um intervalo sequer para me embebedar pelos corredores cheios de livros da biblioteca, já estava começando a achar falta de respeito com o meu fígado, não dá-lo nem uma gota de álcool para foder com tudo.

As noites eram curtas, diferente de como era no início, eu passava elas dormindo agora, e apesar de estar sempre cansada, acordava perfeitamente bem, sem olheiras nem nada do tipo, provavelmente algo relacionado à minha união com Circe. Ao menos agora eu sabia muito mais do que sabia antes, havia me apossado de alguns dos conhecimentos envolvendo feitiços, runas, talismãs e rituais, coisas que antes eu não sabia ao menos a diferença ou sua incrível variedade.

Naquele diz, Circe havia informado que desejava fazer uma reunião comigo, o bendito livro do Capitão Jack Sparrow tinha que ter algo relacionado com os motivos de ela me chamar para sua sala, afinal, não era muitas pessoas que eram convocadas assim, sem mais nem menos para ficar entre quatro paredes, sozinha com a deusa da magia. Puxo o ar bem fundo pelas narinas, encarando a porta fechada logo à minha frente, arrumo o cabelo, começando a me sentir nervosa pela presença divina forte. Então, quando reúno coragem, bato duas vezes na porta, aguardando pela permissão. – Entre! – Que não tarda muito a chegar.

Abro cautelosamente a porta e com passos seguros e respeitosos, avanço sala à dentro, eu nunca tinha explorado aquela área, mas a face conhecida da Deusa dava um pouco de aconchego. Fecho a porta atrás de mim e então me aproximo, parando próxima das poltronas em que a deusa se sentava. – Sente-se, tenho uma história para contar. – Ela manda com certa convicção na voz, me fazendo imediatamente tomar meu lugar na poltrona de veludo vermelha extremamente confortável. Se eu não tivesse acabado de acordar, possivelmente estaria apagada na segunda palavra proferida.

– Como sabe, o diário que você encontrou, pertencia à um pirata. E nossa relação com homens nunca fora das melhores, não é mesmo? – O olhar da deusa vai até uma pequena gaiola com alguns porquinhos da índia, antigos homens, mas não demora muito para que ela entregue o diário que eu havia recebido dias atrás. – Um dia, um filho de Poseidon e uma filha de Athena causaram uma bela de uma confusão por aqui, libertaram o famoso Barba Negra, e ele basicamente destruiu nossa querida e amada ilha. Um completo idiota. – Ela começava a andar de um lado ao outro contando a história, me percebo hipnotizada pela presença em poucos segundos.

– Mas ele não matou apenas, ah não. – A risada da Deusa ecoava pelo escritório/laboratório pessoal com extrema ironia, parecia amaldiçoá-lo aos quatro ventos com o som desta. – Ele também roubou algo extremamente importante para nós, feiticeiras. Porém, o diário falta uma página, como já percebeu. – Eu virava página por página atrás da página arrancada, até que enfim, encontro os restos de papel rasgado. – E o que, de fato, preciso fazer? – Pergunto ainda um pouco confusa com os requisitos da seguida.

– Você é filha de Poseidon, saberá navegar por estas águas, mesmo que não sejam completamente domínios do seu pai, um certo conhecimento você possui. Melhor do que as demais, devo dizer. – Ela estava certa, então apenas concordo com a cabeça e fecho o diário, o abraçando com os braços e me levantando, pronta para aceitar a missão proposta. Não seria nada fácil, mas esperava poder achar o que quer que fosse, e enfrentar o tal Barba Negra.

– Quando devo partir? – Faço a última pergunta, de maneira simples, e então, a Deusa faz um pedido inesperado. – Escolha três porquinhos da índia, poderá levá-los consigo. E você sairá imediatamente. – Levo o dedo indicador até os lábios, me aproximando melhor da gaiola com os porquinhos. Os observando por um tempo, eu sabia o quanto Circe era ocupada, mas sabia também que a escolha do porquinho poderia definir meu futuro e meu sucesso ou não com a proposta.

Um inteiro marrom, o mais agitado de todos, me chama a atenção. Começo por ele. – Quero o marrom, e… – Volto a pensar, analisando cada porquinho ali. O bege com manchas brancas, provavelmente o terceiro mais calmo, também é minha escolha. – Aquele, e também... – Meus olhos fazem contato com os do porquinho preto, assim como o gato preto, porquinho preto também poderia trazer azar, não é? Que seja para meu inimigo, e não para mim. Ele era pacífico, mas parecia esperto. – Este preto! – Conforme demonstro quais eu levaria para minha missão, a Deusa anotava em uma espécie de caderneta os escolhidos, eu os levaria em uma gaiola até onde entendi.

– Muito bem, vá se preparar. Quando estiver pronta, vá para as docas. A melhor das sortes, Violet. – Com isso, nos despedimos, talvez fosse aquela a última vez que eu veria a deusa, caso sobrevivesse, contaria com a confiança dela, ou assim eu esperava. Caminho apressada para tomar o café da manhã, afinal, saco vazio não pára em pé. Me mantenho a todo momento quieta, diferente dos outros dias, claramente nervosa.

Ao retornar para o meu quarto, já penso em cada uma das coisas que levaria comigo. Meu ponto negativo era não ter nem ao menos uma armadura, começo a me preocupar com os ataques que eu poderia receber, e tiro a pele do lábio inferior enquanto vestia o que estava ao meu alcance. A roupa, os anéis, a pulseira e enfim, o sapato. A roupa escolhida era confortável, shorts de corrida, blusa regata já que estava calor demais para qualquer outro tipo, e claramente, biquíni. Eu não sairia para o mar sem um biquíni.

Por último, pego o livro recebido pela segunda vez seguida de Circe, parecia maldição, ou quem sabe bênção? – Tudo bem, você consegue. – Falo me olhando no espelho e de quebra prendendo o cabelo em um rabo de cavalo alto, não suportaria os fios batendo no rosto enquanto velejava, nunca na vida suportaria. Parto então, para as docas, local de encontro marcado pela deusa da magia. Eu sentia uma mistura engraçada de ansiedade, animação, desespero, nervosismo e diversão, mal podendo esperar para pular no mar.

Itens levados:
• Cajado do Falcão [De aparência comum o cajado parece, caso analisado de forma não exatamente minuciosa, ser feito de madeira, porém é possível encontrar algumas rachaduras – que na realidade são desenhos de runas – e um brilho metálico através das mesmas. | A arma se torna uma pulseira fina com um pequeno pingente de falcão – animal símbolo de Circe -.|  A arma, em sua fabricação divina, foi feita de uma forma que permite a portadora da mesma a ativa-la, a fazendo ter um gasto menor na quantidade de MP (- 30%) durante dois turnos, podendo ser ativada apenas uma vez por missão/mvp/evento etc. Sendo que, ao ativar qualquer das runas existentes no cajado as mesmas irão durar um turno a mais. | Arambarium e Madeira. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Feiticeiras de Circe.] -> Pulso direito.

• Marota [Espada de dois gumes com o fio em perfeito estado (sempre se restaurando na água), tem 1m cumprimento e 10cm de largura de lâmina. 15cm de cabo. Lâmina toda revestida com prata e bronze celestial, nunca enferruja e encrustada no meio dos metais há um pedaço de alga marinha na cor verde. Seu cabo é prata revestida com madeira, musgo e couro de cavalo, dando flexibilidade apenas para filhos de Poseidon/Netuno. |Efeito 1: Pode deixar a espada ou o portador invisível por até 3 turnos, durante esses turnos, nem mesmo criaturas poderosas serão capazes de encontra-lo. Precisa de dois turnos de espera para que esse efeito seja ativado novamente. | Efeito 2: Transforma-se em um anel que sempre retorna ao bolso do usuário. | Bronze Celestial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento] -> Dedo indicador da mão direita.

Alertat [Um anel de ouro imperial delicadamente desenhado em um aro fino, com uma pequena pedra de topázio como adorno.| Efeito 1: Na presença de monstros, o topázio reage e esquenta de uma maneira incomoda, então adquire uma coloração vermelha, tornando-se cada vez mais intenso quanto mais próximo estiver o monstro. Volta ao seu estado normal quando o semideus está fora de perigo.| Na presença de semideuses, fora dos Acampamentos, o topázio adquire uma cor verde, intensificando sua tonalidade conforme se aproxima do sangue semidivino. Ouro Imperial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style] -> Dedo médio da mão esquerda.

Velociraptor linha Luxo [ Nessa linha não é apenas o conforto que predomina, mas também o poder, apesar de aparentar ser um tênis comum, esse foi fabricado para auxiliar e estimular o semideus a melhorar seus movimentos em combate, o tornando mais forte e mais rápido | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +40% de velocidade ao portador. Efeito 3: Quando estiver com o tênis nos pés, golpes relacionados as pernas, como chutes ou saltos ganham 30% a mais de força | Material mágico especial |Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Poderes Passivos:
Legado de Aurora:
Nome do poder: Pontualidade I
Descrição: Eos/Aurora é sempre pontual com o amanhecer e por isso, seus filhos possuem uma perfeita noção de tempo. Em um estágio primário de seu dom, você é capaz de manter-se atento aos prazos que lhe são estipulados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano:Nenhum.

Feiticeira de Circe:
Nome do poder: Charme natural
Descrição: Ao se afiliarem a tal Deusa, tais mulheres passam a possuir determinado charme e brilho natural, sendo todas bastante bonitas e atraentes mesmo desarrumadas e após longas batalhas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.


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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Hécate em Ter Jun 12, 2018 12:16 am

Missão assumida por mim devido ao fim do período de estágio.


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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Hécate em Ter Jun 12, 2018 12:34 am


O navio cor-de-rosa


De roupas esportivas e livro em mãos, a filha de Poseidon seguiu até o porto onde Circe e um par de suas feiticeiras a aguardavam.  Atrás delas estava um trio de homens: um deles era alto e robusto, os músculos se destacando mesmo sob a camisa arejada e os pequenos olhos encarando com uma fúria mal contida a bela deusa. O segundo era seu oposto, quase que de uma forma cartunesca: baixo, gorducho e incapaz de fixar-se em algo por mais que alguns segundos. Parecia ter ficado tanto tempo na forma de preá que ainda sentia-se um roedor apavorado. O último rapaz também era pequeno, mas tinha o corpo esguio. Sua pele cor de café realçava os olhos caramelo que pareciam analisar a semideusa enquanto essa se aproximava. Todos os três usava gargantilhas com gemas.

Quando Violet chegou mais perto, Circe demonstrou a utilidade das coleiras: com um aceno de mão fez com que as pedras preciosas brilhassem, e no minuto seguinte os homens estavam se dobrando de dor. A bruxa ensinou-a como fazer o gesto e instruiu que usasse aquilo caso tivesse problemas com seus três escolhidos. Em seguida mostrou-lhe a embarcação prometida: parecia um cruzeiro da Barbie, mas adaptado com amplas velas e canhões. Como se o spa estivesse em dúvida entre lançar uma linha de passeios tropicais ou de batalhas navais. Cabia agora à filha do deus dos mares descobrir como colocar aquela coisa para funcionar, já que Circe simplesmente assumira que ela sabia. A deusa e suas duas aprendizes deixaram o quarteto com desejos de boa sorte e promessas de uma massagem relaxante quando ela voltasse.


Regras


• Prazo limite para a postagem: 19 de maio de 2018, às 23:59;
• Caso precise de extensão no prazo entre em contato via MP;
• Mínimo de 300 palavras por post;
• Eu já sou cega por natureza, não preciso de cores berrantes e letras minúsculas no template para ajudar. Por favor evite essas duas coisas;
• Coloque as habilidades utilizadas na missão em spoiler no final do post;
• Pode levar quantos itens quiser, desde que seja coerente (nada de carregar duas alabardas e um escudo, por exemplo). Eles devem ser mencionados em spoiler no final de todo post;
• Pode levar mascotes;
• Qualquer dúvida mande-me uma MP.

Instruções


• Nessa segunda parte você deve estabelecer a relação de seu personagem com os três subordinados escolhidos, além de encontrar um jeito de colocar a embarcação para funcionar. Lembrando que tudo tem consequências futuras;
• Sinta-se livre para preencher tudo com detalhes como cenário, falas e etc. Eu deixei essas partes vagas como um incentivo para sua criatividade;
• Também sinta-se livre para explorar a personalidade dos homens/porquinhos-da-índia, só cuidado para manter-se coerente;
• Se seu personagem souber velejar, por favor clarifique o porquê dentro do post (lembrando que a passiva que concede conhecimento intuitivo em navegação é de nível 22). Se não, seja um bombom criativo e encontre um jeito de sair das docas;
• Sua postagem deve terminar quando tiver concluído seu plano para fazer o navio zarpar.
• Divirta-se.




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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Violet E. Schroëder em Qui Jun 14, 2018 11:00 am



Pontual como sempre, me encontro com Circe, suas feiticeiras e três homens que as seguiam, então aqueles eram os que eu havia escolhido? O primeiro, alto, forte, definitivamente tinha um corpo bastante atlético e conservado, como ele havia conseguido isso em formato de porquinho-da-índia? Eu não fazia ideia… Ou talvez as rodinhas realmente serviam para alguma coisa afinal de contas. O segundo baixinho, com um pouco de gordura em excesso e me lembrava um roedor com os dentes para frente, provavelmente muito acostumado com a sua comodidade, hiperativo. E o terceiro, pequeno e extremamente magro, parecia bastante escorregadio e difícil de lidar. Os três pares de olhos encaravam a Deusa da Magia com tanta raiva que me fazia ter uma vontade quase incontrolável de rir, mas me contenho em apenas sorrir maldosa, quando os olhos deles se voltaram para mim.

Os meus próprios olhos encaravam a espécie de coleira preta com uma pedra bem ao centro, meu olhar obviamente curioso já chamava atenção de Circe. – Violet, esta é a gargantilha que vai te ajudar a ter controle nesses rapazes dignos de te acompanhar nessa missão. – O tom irônico e cheio de deboche da Deusa ressoava entre o pequeno espaço que tínhamos de distância. Quando ela acena na direção deles, como se estivesse pedindo que eles fizessem menos barulho, no mesmo segundo os três começam a se contorcer de dor urrando baixo tentando não demonstrar o quanto aquilo os afetava para que a Deusa não tivesse o gostinho da tortura.

– É simples, quando eles não te obedecerem, você pode fazer isso. Tenho certeza que vão se calar e parar de reclamar. – Os ombros da sedutora Circe se encolhiam com simplicidade, me mostrando então com lentidão como era o aceno a ser feito, movimentos curtos com a palma da mão voltada para o chão, fazendo o típico movimento de “menos, por favor”. Algo que eu definitivamente estava acostumada a fazer com os meus irmãos de Poseidon, especialmente os masculinos. Tento então, repetir o aceno, vendo os pobres rapazes voltando a se contorcer com a dor, era engraçado, mas eu iria precisar deles em algum momento, disso eu tinha certeza. Paro imediatamente o movimento ao pensar que talvez se sofressem muito com a dor, não tivessem forças para me ajudar durante a missão.

– Vamos, você deve conhecer seu navio antes de qualquer coisa. – Com um aceno de cabeça, a Deusa seguida das duas feiticeiras que a estavam acompanhando e os três rapazes, me mantendo atrás dos três garantindo que não iriam fugir, ela segue até uma embarcação rosa, era literalmente um cruzeiro. O cruzeiro de Circe, parecia mesmo que lá dentro haveria uma versão móvel do spa que trabalhávamos incessantemente durante as tardes de verão, com uma pequena adaptação para que tenha velas e canhões. Mas eu não sabia como dirigir um navio. Uma espécie de mini desespero começou a me tocar, mas tento não demonstrar olhando nervosamente de uma feiticeira à outra e então, somente quando Circe se volta para mim, tento parecer o mais confiante possível. – Espero que saiba navegar. – Eu não queria demonstrar o quanto aquela simples frase havia me afetado, portanto apenas sorrio e respiro fundo falando tentando parecer convincente. – Claro. Está no meu sangue. – Eu seria amaldiçoada por mentir para Circe? Espero que não.

– Muito bem, querida. Vá, já está ficando tarde. – Engulo em seco e então mantenho o sorriso mais confiante que eu poderia conseguir dar. – Boa sorte, Vio! – As duas semideusas feiticeiras ao lado de Circe falam enquanto deixam um breve beijo em minha bochecha se despedindo. – Vamos sentir sua falta enquanto estiver fora, mas prometemos te fazer uma bela massagem assim que retornar. – O riso delas demonstrava que sabiam o quanto eu estava nervosa e encrencada, mas não ousariam dizer nada à Deusa, afinal, aquilo poderia atrapalhar todos os planos ali desenvolvidos. – Obrigada, Bonnie, Claire e Circe! Voltarei logo! – Eu sabia que viagens de navio nunca eram rápidas, e bem, talvez eu nem mesmo voltasse, o que estava me deixando mais apavorada.

Tomando a frente dos três ex-ratinhos, pergunto assim que Circe e as duas feiticeiras deixam o recinto. – Quais eram as posições de vocês quando navegavam? – Respiro fundo já bolando um plano antes mesmo de subir à bordo. O primeiro, musculoso e alto então se manifesta, talvez com medo de que eu os amaldiçoasse com a dor da coleira mais uma vez. – Eu era mestre do navio quando era livre. – Ele parecia ter vergonha de mencionar sua vida pré-Circe. – Certo, este é o seu cargo. – Falo com naturalidade, voltando meu olhar aos outros dois que não se manifestavam. – E então? – O gordinho olhava para o chão enquanto o outro me encarava com curiosidade extrema, como se me estudasse. Confesso que os olhos amarelos em contraste com o tom café de sua pele me assustava um pouco.

– Vamos! Não temos o dia todo! – Falo enquanto pedia com gestos afobados de mão para que eles falassem logo. – Eu era criado de bordo. – O gordinho então fala olhando para todos os cantos e evitando o máximo que podia, me olhar, ele era engraçado. Dou um sorriso satisfeito e então, tento mais uma última vez antes de pensar em usar das coleiras para fazê-lo falar logo. – Eu controlava o leme. – Balanço a cabeça positivamente, definitivamente estava satisfeita pela equipe que sem saber, montei para navegar. E então, voltando a ficar atrás deles, começo a fazê-los andar, um por um até dentro do navio, subindo a rampa de acesso e finalmente, conhecendo a embarcação de maneira íntegra.

– Assumam suas posições! Levantar âncora! – Grito improvisando assim que assumo que todos estavam em seus devidos lugares, eu não sabia o que estava fazendo, mas era aquilo que os piratas faziam nos filmes, pelo menos. Com o livro embaixo do braço e meus itens todos bem localizados pelo meu corpo dou as instruções necessárias para que o barco começasse a andar, ao menos. – Como está o vento? – Pergunto ao rapaz mais alto, ele talvez fosse bom também com lutas, tinha muitos músculos. – Perfeito para embarcar, capitã! – A forma assumida por ele era digno de um navegador de respeito, parecia saber exatamente o que fazia, e aquilo deixava minha confiança que antes era inexistente, um por cento maior. Finalmente, a embarcação começava a se mover. Eu só não sabia para onde ir, mas sabia que poderia seguir em mar aberto, o que ao mesmo tempo que me animava, me deixava ansiosa.


Itens levados:
• Cajado do Falcão [De aparência comum o cajado parece, caso analisado de forma não exatamente minuciosa, ser feito de madeira, porém é possível encontrar algumas rachaduras – que na realidade são desenhos de runas – e um brilho metálico através das mesmas. | A arma se torna uma pulseira fina com um pequeno pingente de falcão – animal símbolo de Circe -.|  A arma, em sua fabricação divina, foi feita de uma forma que permite a portadora da mesma a ativa-la, a fazendo ter um gasto menor na quantidade de MP (- 30%) durante dois turnos, podendo ser ativada apenas uma vez por missão/mvp/evento etc. Sendo que, ao ativar qualquer das runas existentes no cajado as mesmas irão durar um turno a mais. | Arambarium e Madeira. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Feiticeiras de Circe.] -> Pulso direito.

• Marota [Espada de dois gumes com o fio em perfeito estado (sempre se restaurando na água), tem 1m cumprimento e 10cm de largura de lâmina. 15cm de cabo. Lâmina toda revestida com prata e bronze celestial, nunca enferruja e encrustada no meio dos metais há um pedaço de alga marinha na cor verde. Seu cabo é prata revestida com madeira, musgo e couro de cavalo, dando flexibilidade apenas para filhos de Poseidon/Netuno. |Efeito 1: Pode deixar a espada ou o portador invisível por até 3 turnos, durante esses turnos, nem mesmo criaturas poderosas serão capazes de encontra-lo. Precisa de dois turnos de espera para que esse efeito seja ativado novamente. | Efeito 2: Transforma-se em um anel que sempre retorna ao bolso do usuário. | Bronze Celestial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento] -> Dedo indicador da mão direita.

Alertat [Um anel de ouro imperial delicadamente desenhado em um aro fino, com uma pequena pedra de topázio como adorno.| Efeito 1: Na presença de monstros, o topázio reage e esquenta de uma maneira incomoda, então adquire uma coloração vermelha, tornando-se cada vez mais intenso quanto mais próximo estiver o monstro. Volta ao seu estado normal quando o semideus está fora de perigo.| Na presença de semideuses, fora dos Acampamentos, o topázio adquire uma cor verde, intensificando sua tonalidade conforme se aproxima do sangue semidivino. Ouro Imperial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style] -> Dedo médio da mão esquerda.

Velociraptor linha Luxo [ Nessa linha não é apenas o conforto que predomina, mas também o poder, apesar de aparentar ser um tênis comum, esse foi fabricado para auxiliar e estimular o semideus a melhorar seus movimentos em combate, o tornando mais forte e mais rápido | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +40% de velocidade ao portador. Efeito 3: Quando estiver com o tênis nos pés, golpes relacionados as pernas, como chutes ou saltos ganham 30% a mais de força | Material mágico especial |Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Poderes Passivos:
Filha de Poseidon:
Nome do poder: Localização
Descrição: Quando estiver em alto mar sempre saberá como se localizar, pois possui habilidades marítimas que lhe dão essa vantagem, não se sentira perdido e conseguira guiar os outros, mas isso não permite que ele encontre os locais com facilidade. Para conseguir achar o que procura – ainda mais em águas que não pertencem ao reino do seu pai, como o mar de monstros – ainda precisara de longitude, ou latitude. Isso lhe dá vantagem, pois nunca se sentira perdido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Legado de Aurora:
Nome do poder: Bela Alvorada I
Descrição: Os filhos de Eos/Aurora se assemelham a anjos – no quesito beleza – durante as primeiras horas do dia. Eles parecem emitir um leve brilho dourado em contato com a luz do sol nascente o que pode causar certa hesitação diante de uma batalha.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nunca será a primeira opção de ataque do inimigo.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Pontualidade I
Descrição: Eos/Aurora é sempre pontual com o amanhecer e por isso, seus filhos possuem uma perfeita noção de tempo. Em um estágio primário de seu dom, você é capaz de manter-se atento aos prazos que lhe são estipulados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano:Nenhum.

Feiticeira de Circe:
Nome do poder: Repulsa natural
Descrição: Como feiticeiras de Circe, as mulheres que se afiliam a tal divindade, desenvolve uma repulsa ou determinada resistência a homens, passando a possuir mais determinação e força ao lutarem contra um.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força ao lutar contra homens.
Dano: +5% de dano ao lutar contra homens.

Nome do poder: Charme natural
Descrição: Ao se afiliarem a tal Deusa, tais mulheres passam a possuir determinado charme e brilho natural, sendo todas bastante bonitas e atraentes mesmo desarrumadas e após longas batalhas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Persuasão
Descrição: Circe é uma Deusa bastante persuasiva e manipuladora, suas palavras soam como veludo e são capazes de enevoar os sentidos até mesmo da mais inteligente das criaturas. E, como seguidoras de tal Deusa, as feiticeiras são dotadas de palavras persuasivas, no entanto não no mesmo nível que Circe. Conseguindo, por exemplo, que peguem um copo d'água ou, em meio a uma batalha, seus aliados sejam mais estimulados a lutar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.


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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Hécate em Sex Jun 22, 2018 7:40 pm


O motim – fuga a vista!


O jeito mais comum de alguém chegar à Ilha de Circe era via barcos, por isso Violet fez bem em assumir que seus companheiros de viagem – ou escravos, se preferir a palavra – entendiam de navegação. Logo o cruzeiro cor-de-rosa estava em alto mar. O grande problema era que seus conhecimentos sobre o assunto estavam muito aquém dos de seus subordinados, e para piorar a situação a filha de Poseidon não lhes dera nenhuma ordem sobre para onde navegar. Isso criou uma oportunidade perigosa para o trio: tentar rumar para fora do Mar De Monstros. Como não tinha as coordenadas de sua localização e acreditava estar navegando a esmo, a feiticeira só foi perceber suas ações quando Caríbdis e Squila apareceram no horizonte. A esse ponto a criatura marinha já abria sua boca e criava um turbilhão. Mesmo a tamanha distância, a força da água conseguiu enlaçar o navio em uma espiral que os guiava lentamente para a boca destrutiva de Caríbdis. A feiticeira tinha agora pouquíssimo tempo para findar aquele motim e salvar sua embarcação.


Regras


• Prazo limite para a postagem: 29 de junho de 2018, às 23:59;
• Caso precise de extensão no prazo entre em contato via MP;
• Mínimo de 300 palavras por post;
• Eu já sou cega por natureza, não preciso de cores berrantes e letras minúsculas no template para ajudar. Por favor evite essas duas coisas;
• Coloque as habilidades utilizadas na missão em spoiler no final do post;
• Pode levar quantos itens quiser, desde que seja coerente (nada de carregar duas alabardas e um escudo, por exemplo). Eles devem ser mencionados em spoiler no final de todo post;
• Pode levar mascotes;
• Qualquer dúvida mande-me uma MP.

Instruções


• Agora as coisas começam a ficar sérias de verdade. Você tem três turnos para conter o motim e escapar de Caríbdis, sendo esse o primeiro;
• Sinta-se livre para preencher tudo com detalhes como cenário, falas e etc. Eu deixei essas partes vagas como um incentivo para sua criatividade. Nessa parte, no entanto, existe um porém: não deve afirmar que cumpriu seu objetivo (no caso, conter o motim e escapar do monstro), apenas como tentou fazê-lo. Se deu certo ou não, eu, como narradora, irei determinar;
• Usar a coleira de choque é um método efetivo de conter os amotinados, mas eles precisam de algum tempo para se recuperar da descarga elétrica. Isso os deixaria inutilizáveis pelo resto do turno;
• Divirta-se.




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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Violet E. Schroëder em Sex Jun 29, 2018 9:56 pm



Tudo estava sob controle no navio que carinhosamente apelidei de Rosè, assim como o vinho, que inclusive eu já sentia falta. Todos estavam fazendo suas funções e inclusive o gordinho já havia me oferecido uma garrafa de água como um agrado, morrendo de medo que eu voltasse a usar a coleira para os torturar por simples prazer, eles não sabiam, mas eu não faria isso, afinal, estavam sendo úteis para alguma coisa. Era engraçado como um equipamento tão simples poderia causar tanta dor até mesmo nos maiores seres -lê-se o pirata fortão-.

Explorar o navio foi a primeira coisa que fiz, apesar de ser um cruzeiro gigante com quartos e salas, as placas ajudavam muito ao não me perder e também não perder tempo vendo o que seria para apenas diversão e relaxamento como a parte de spa. No caminho, encontrei algumas coisas que poderiam ser de minha utilidade futuramente, os canhões seriam extremamente necessários caso alguém ousasse nos atacar ou coisa do tipo, e um par de binóculos de longa distância me dava a possibilidade de tentar enxergar de longe, se é que isso era necessário, afinal, eu não sabia ainda até onde meus poderes poderiam me levar, não conhecia minhas capacidades e limitações completamente ainda. Coloco-o ao redor do meu pescoço, utilizando a faixa de segurança para manter o objeto junto à mim.

Após pegar aquele único objeto da escrivaninha da sala do comandante, volto para o convés do navio, onde o bruta-montes cuidava das velas e então, somente então, me dou conta de que estávamos navegando sem rumo ou direção. Meus olhos estudavam o oceano que era calmo e tranquilo até demais, o que definitivamente provocaria preocupação e desespero em qualquer um. O nervosismo começa a atingir a minha barriga, eu nem ao menos havia olhado para o mapa que Circe havia me dado antes de dar início à navegação, pela minha santa Circezinha, o que diabos eu estava fazendo?!

– Mudança de rota! – Grito para o ex-ratinho que comandava o leme, o frio na barriga pelo nervosismo de não ser ouvida apenas se intensificou quando ao longe, avistei o que eu mais temia, o que indicava que estávamos saindo literalmente do rumo do meu principal objetivo.

Caríbdis e Squila.

Precisávamos fazer alguma coisa, ou estaríamos mortos, terrivelmente mortos.

Corro para o “pirata do leme”, afinal até mesmo o nome de seu cargo enquanto pirata eu já havia me esquecido. Percebo que o navio agora estava literalmente navegando em uma espiral e caso não conseguíssemos escapar logo no início, a única saída seria a morte. – Escape pela esquerda precisamos sair do redemoinho imediatamente. – As palavras eram proferidas com dureza e firmeza olhando os olhos âmbar com fixação, mostrando que eu não estava nem um pouco para brincadeiras. Corro até onde o “bruta-monte” estava prendendo as velas e então peço para que as use para nos ajudar a escapar daquela situação, não poderíamos sair do mar de monstros, reparando que o vento estava contrário ao monstro, provavelmente nos levaria para o outro lado. Enquanto isso, vejo o pirata “bolinha” sem saber o que fazer se segurando em uma das barras de segurança, suspiro pois ele realmente parecia ser inútil através de suas ações.

Penso rápido e então me recordo de um dos poderes que aprendi durante os treinamentos longos e intensivos na Ilha de Circe. Colocando a névoa na boca do monstro, talvez eu fosse capaz de fazê-lo ignorar nossa presença, criando uma ilusão de que já teríamos caído, logo, fazendo-o fechar a boca gigante, mas talvez aquilo não fosse o suficiente. Minha mente estava um turbilhão de desespero, mas eu precisava me acalmar e invocar logo a névoa para o monstro quilométrico passar a nos ignorar, minha tentativa era de cobrir a boca toda dele com névoa, até mesmo se ele não a engolisse talvez desse certo.

Respiro fundo e focando todo o meu poder nas ondas já criadas no mar, talvez eu conseguisse controlá-las, eu nunca saberia se não tentasse. Vou até a ponta do navio, bem no bico e estendendo as mãos para a água, fechos os olhos ignorando a sensação vertiginosa do movimento mais forte das ondas em círculo, tentando criar pequenas ondas que iam ao contrário do fluxo do redemoinho. Caso não nos ajudasse a desviar o caminho e nos afastar daquele perigo, ao menos poderia retardar o processo, afinal, o tamanho delas comparadas às ondas que se formavam mais para o epicentro eram praticamente nada, mas com relação aquelas formadas logo onde estávamos era até mesmo comparável.


Itens levados:
• Cajado do Falcão [De aparência comum o cajado parece, caso analisado de forma não exatamente minuciosa, ser feito de madeira, porém é possível encontrar algumas rachaduras – que na realidade são desenhos de runas – e um brilho metálico através das mesmas. | A arma se torna uma pulseira fina com um pequeno pingente de falcão – animal símbolo de Circe -.|  A arma, em sua fabricação divina, foi feita de uma forma que permite a portadora da mesma a ativa-la, a fazendo ter um gasto menor na quantidade de MP (- 30%) durante dois turnos, podendo ser ativada apenas uma vez por missão/mvp/evento etc. Sendo que, ao ativar qualquer das runas existentes no cajado as mesmas irão durar um turno a mais. | Arambarium e Madeira. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Feiticeiras de Circe.] -> Pulso direito.

• Marota [Espada de dois gumes com o fio em perfeito estado (sempre se restaurando na água), tem 1m cumprimento e 10cm de largura de lâmina. 15cm de cabo. Lâmina toda revestida com prata e bronze celestial, nunca enferruja e encrustada no meio dos metais há um pedaço de alga marinha na cor verde. Seu cabo é prata revestida com madeira, musgo e couro de cavalo, dando flexibilidade apenas para filhos de Poseidon/Netuno. |Efeito 1: Pode deixar a espada ou o portador invisível por até 3 turnos, durante esses turnos, nem mesmo criaturas poderosas serão capazes de encontra-lo. Precisa de dois turnos de espera para que esse efeito seja ativado novamente. | Efeito 2: Transforma-se em um anel que sempre retorna ao bolso do usuário. | Bronze Celestial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento] -> Dedo indicador da mão direita.

Alertat [Um anel de ouro imperial delicadamente desenhado em um aro fino, com uma pequena pedra de topázio como adorno.| Efeito 1: Na presença de monstros, o topázio reage e esquenta de uma maneira incomoda, então adquire uma coloração vermelha, tornando-se cada vez mais intenso quanto mais próximo estiver o monstro. Volta ao seu estado normal quando o semideus está fora de perigo.| Na presença de semideuses, fora dos Acampamentos, o topázio adquire uma cor verde, intensificando sua tonalidade conforme se aproxima do sangue semidivino. Ouro Imperial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style] -> Dedo médio da mão esquerda.

Velociraptor linha Luxo [ Nessa linha não é apenas o conforto que predomina, mas também o poder, apesar de aparentar ser um tênis comum, esse foi fabricado para auxiliar e estimular o semideus a melhorar seus movimentos em combate, o tornando mais forte e mais rápido | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +40% de velocidade ao portador. Efeito 3: Quando estiver com o tênis nos pés, golpes relacionados as pernas, como chutes ou saltos ganham 30% a mais de força | Material mágico especial |Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Poderes Passivos:
Filha de Poseidon:
Nome do poder: Localização
Descrição: Quando estiver em alto mar sempre saberá como se localizar, pois possui habilidades marítimas que lhe dão essa vantagem, não se sentira perdido e conseguira guiar os outros, mas isso não permite que ele encontre os locais com facilidade. Para conseguir achar o que procura – ainda mais em águas que não pertencem ao reino do seu pai, como o mar de monstros – ainda precisara de longitude, ou latitude. Isso lhe dá vantagem, pois nunca se sentira perdido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Sentido Marinho
Descrição: Os mamíferos aquáticos e alguns peixes evoluídos usam da ecolocalização para se locomover e até mesmo se movimentar. Nesse nível, o semideus desenvolve esse sentido mais apurado. Ao concentrar-se, ele se torna uma espécie de sonar, captando as ondas do ambiente localizando objetos sólidos ao seu redor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:Nenhum
Dano: Nenhum

Legado de Aurora:
Nome do poder: Musicalidade
Descrição: Os filhos de tal deusa possuem uma ótima voz, soando sempre afinados e com perfeito ritmo. Uma voz tão boa assim poderia distrair praticamente qualquer criatura.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Feiticeira de Circe:
Nome do poder: Repulsa natural
Descrição: Como feiticeiras de Circe, as mulheres que se afiliam a tal divindade, desenvolve uma repulsa ou determinada resistência a homens, passando a possuir mais determinação e força ao lutarem contra um.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força ao lutar contra homens.
Dano: +5% de dano ao lutar contra homens.

Nome do poder: Feiticeira I
Descrição: Ao adentrar o grupo de feiticeira a semideusa adquiri o dom de manipular a magia, a arte relacionada a ilusão, aos poderes ocultos e iluminados, entre outras coisas. Essa magia lhe permite ter o dom da feiticeira, e executar feitiços com uma precisão impressionante. A seguidora de Circe adquiri um dom extra, único e extraordinário.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força em feitiços (poderes ativos).
Dano: +5% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Nome do poder: Charme natural
Descrição: Ao se afiliarem a tal Deusa, tais mulheres passam a possuir determinado charme e brilho natural, sendo todas bastante bonitas e atraentes mesmo desarrumadas e após longas batalhas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Persuasão
Descrição: Circe é uma Deusa bastante persuasiva e manipuladora, suas palavras soam como veludo e são capazes de enevoar os sentidos até mesmo da mais inteligente das criaturas. E, como seguidoras de tal Deusa, as feiticeiras são dotadas de palavras persuasivas, no entanto não no mesmo nível que Circe. Conseguindo, por exemplo, que peguem um copo d'água ou, em meio a uma batalha, seus aliados sejam mais estimulados a lutar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Pericia com Cajados e Varinhas II
Descrição: A semideusa aprendeu que ao empunhar um cajado, ou estar em posse de uma varinha, pode usa-la não apenas em combate, como para reduzir os danos e gastos de energia relacionados a magia, e está se saindo muito bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 35% de assertividade ao lutar com essa arma. Agora o semideus pode usar o cajado para executar os feitiços e reduzir o gasto de MP pela metade, assim sendo, um feitiço que gasta 30 MP gastaria apenas 15 com a empunhadura dessa arma.
Dano: +10% de dano se for acertado por feitiços ou pela arma do semideus.

Nome do poder: Língua Bruxa
Descrição: Como seguidoras de tal divindade, as feiticeiras conseguem identificar com facilidade qualquer língua em que uma magia é feita, logo podendo utilizar qualquer língua bruxa para efetuar suas magias e feitiços, sem previamente estuda-las.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Poderes Ativos:
Filha de Poseidon:
Nome do poder: Criação de Ondas I
Descrição: O semideus possui um controle parcial sobre as águas, de maneira que poderão criar ondas, mesmo em águas paradas. Entretanto as mesmas não serão grandes, possuindo no máximo um metro de altura.
Gasto de Mp: - 15 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Feiticeira de Circe:
Nome do poder: Nevoa encantada
Descrição: A semideusa consegue invocar para o campo uma quantidade de nevoa razoável. Ao envolver o inimigo com essa nevoa, pode confundi-lo sobre sua localização. Isso também pode ser usado para que a feiticeira se esconda em meio a névoa.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Dura apenas dois turnos


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Violet E. Schroëder
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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Hécate em Qui Jul 12, 2018 10:54 pm


O motim – fuga a vista!


O rapaz obstinado não se importou com as palavras da feiticeira, mantendo o curso do leme, mas o ar melodioso de sua voz tirou a concentração do marinheiro. Algo não muito bom quando estavam tentando escapar da boca gigante de Caríbdis. O homem mais forte, em contrapartida, ouviu sua comandante, aterrorizado pela visão do monstro. Ele mudou o posicionamento das velas enquanto a filha de Poseidon criava uma ilusão formada de névoa na bocarra da criatura. Aquilo não afetou Caríbdis, cujo ciclo natural de sugar e vomitar água em nada tinha a ver com o desejo de destruir embarcações. Era simplesmente o que ela fazia, mesmo quando tudo o que passava por aqueles dentes com aparelho era água.

Violet então recorreu a suas habilidades naturais com o oceano. Sua adversária podia ser a fonte de todas as ondas, mas mesmo assim a filha de Poseidon conseguiu manipular a água e criar algumas ondulações que empurravam o barco para longe do centro. Ainda estavam presos na espiral, porém graças a isso e às velas a velocidade com que se aproximavam do centro diminuiu.


Regras


• Prazo limite para a postagem: 19 de julho de 2018, às 23:59;
• Caso precise de extensão no prazo entre em contato via MP;
• Mínimo de 300 palavras por post;
• Eu já sou cega por natureza, não preciso de cores berrantes e letras minúsculas no template para ajudar. Por favor evite essas duas coisas;
• Coloque as habilidades utilizadas na missão em spoiler no final do post;
• Pode levar quantos itens quiser, desde que seja coerente (nada de carregar duas alabardas e um escudo, por exemplo). Eles devem ser mencionados em spoiler no final de todo post;
• Pode levar mascotes;
• Qualquer dúvida mande-me uma MP.

Instruções


• Agora as coisas começam a ficar sérias de verdade. Você tem três turnos para conter o motim e escapar de Caríbdis, sendo esse o segundo;
• Sinta-se livre para preencher tudo com detalhes como cenário, falas e etc. Eu deixei essas partes vagas como um incentivo para sua criatividade. Nessa parte, no entanto, existe um porém: não deve afirmar que cumpriu seu objetivo (no caso, conter o motim e escapar do monstro), apenas como tentou fazê-lo. Se deu certo ou não, eu, como narradora, irei determinar;
• Usar a coleira de choque é um método efetivo de conter os amotinados, mas eles precisam de algum tempo para se recuperar da descarga elétrica. Isso os deixaria inutilizáveis pelo resto do turno;
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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

Mensagem por Hécate em Qui Jul 19, 2018 7:11 pm

Prazo estendido para 20/07/2018, às 23:59


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Re: Missão Narrada para Violet E. Schroëder – O tesouro perdido

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