The Blood of Olympus
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[MvP Rank C] — Arthur P. Collins

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[MvP Rank C] — Arthur P. Collins

Mensagem por Júpiter em Qui Maio 10, 2018 3:03 am


MvP para Arthur P. Collins
Arthur era um dos muitos semideuses gregos que haviam escolhido se arriscar em meio ao caos que se formava no Acampamento Júpiter e Nova Roma. O argonauta estava em busca de sobreviventes e, embora fosse difícil encontrar um número grande deles ao redor, ele estava dando sorte ao não se tornar alvo dos mais variados monstros que estavam sendo invocados pela invasão do Endth.

O filho de Nike deparou-se então com uma cena assustadora, cujo nem mesmo ele foi capaz de suportar devido a brutalidade. Uma mulher aparentando meia idade, cabelos loiros refletindo a luz do céu e vestindo uma toga feminina, corria de forma desesperada com uma criança no colo. Ela tinha escoriações e feridas profundas espalhadas por todo o corpo de forma que até mesmo sua veste, originalmente branca, estava encharcada pelo sangue. A julgar pela palidez e expressão fraca no rosto da desconhecida, ela logo não aguentaria continuar aquela corrida. Após melhor analisar a cena, Arthur notou duas criaturas comuns seguindo a mulher e a criança.

Era uma hiena feroz, emitindo sua risada animalesca e, acima dela, um abutre carniceiro. Ambos os animais tinham o bico e presas ensanguentadas, indiciando que estavam ali para se alimentarem da imensidão de mortos — e vivos, também! A dupla seguiu a mulher até a floresta, onde desapareceram.

Diretriz:
Durante o texto, a hiena e o abutre se revelarão um par de Ghouls das Profundezas. O seu dever é finalizá-los de modo que a mulher e a criança sejam salvas. Eu quero uma batalha coerente, não narre apenas suas ações, lembre-se que da mesma forma que sua personagem não esperaria pelo ataque dos Ghouls, eles também não esperariam pelo dele.  

Ghouls das Profundezas
Uma forma ainda mais perigosa de Ghoul. Os ghouls das profundezas são capazes de realizar ataques mais rapidamente, e possuem a habilidade de transformarem-se em abutres, ou hienas. São mais inteligentes também, e podem emitir sons semelhantes à palavras.

Hiena e abutre
Status base: 1.500 HP/MP cada um.

Poderes Passivos:

► Imunidade à doenças e magias mentais, ou de sono. Não são afetados por magias que utilizem persuasão ou qualquer outro tipo de ilusão. São imunes à venenos e também resistentes à frio e ácido. Ataques que utilizem efeitos de escuridão não os afetam.

► Resistência: ghouls são imunes a lacerações e golpes físicos. Em contrapartida, são vulneráveis à magias de luz e fogo.

► Garras: Ghouls possuem unhas afiadíssimas, e praticamente indestrutíveis. São capazes de dilarecer materiais como couro, ferro e madeira.

Poderes Ativos

► Hálito Venenoso - A saliva dos ghouls possui uma sustância venenosa capaz de provocar efeitos alucinógenos em suas vítimas. Com sua mordida, a criatura pode provocar um estado temporário de confusão mental num adversário. Mas apenas sentir o cheiro de seu hálito, pode provocar alucinações febris.

Armamento:
► Peças de armaduras roubadas de cadáveres (capacete, peitorais incompletos, etc)

► Espadas e adagas feitas a partir dos ossos dos cadáveres que devoram.

Acerca da MvP:
Houve um pequeno erro no pedido do player. Foi requisitado um Rank C com um monstro real e, segundo as regras do RPG, isso é impossível. Contudo, não achei motivo o suficiente para anular o pedido e após uma conversa com o player, foi decidido que o tipo de monstro seria irreal. A pedido do player por razões justificáveis, o MvP será passado como uma one-post, ao contrário do seu pedido original. Tais mudanças foram feitas para não atrapalhar o player dentro do jogo.

I. Este é um MvP Rank C e não apresenta risco de morte ao personagem;

II. O prazo de postagem é de 7 dias, contando a partir do envio desta mensagem. Atraso não justificado não será tolerado;

III. Será permitido que o player leve o melhor arsenal, desde que tenha em mente que o excesso de itens pode interferir no limite de seu corpo. E, nesse caso, coerência será descontada;

IV. Mínimo de 30 linhas, passível de desconto caso não cumpra o requisito;

V. O armamento deverá ser citado de forma clara no texto e em spoilers. Caso alguma arma deixe de ser citada na narração, ela será desconsiderada, mesmo que esteja em spoiler. Poderes de lista e especiais devem ter uma descrição clara de uso durante o texto e citação em spoiler, caso contrário, serão desconsiderados também;

VI. Não use templates muito estreitos, fontes pequenas ou cores berrantes e desconfortáveis à leitura;

VII. Este é um estilo One-post e o player está livre para realizá-lo da forma como preferir. Lembre-se sempre da coerência, seja claro em suas ações;

VIII; Boa sorte, semideus.




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Re: [MvP Rank C] — Arthur P. Collins

Mensagem por Arthur P. Collins em Sex Maio 11, 2018 7:50 pm

O Ataque dos Ghols

MvP OP
_
Minha busca por feridos e pessoas que eu pudesse ajudar continuava. Eu tinha deixado JJ a pouco na enfermaria para que cuidassem do ferimento de sua perna, que poderia piorar com seu esforço. Ver seus olhinhos com medo naquela situação terrível me partiu o coração, mas saber que tinha gente se aproveitando deste desastre para fazer o que queria pelo acampamento a mando de alguém mal intencionado fazia meu sangue ferver.  Era como se meu interior fervesse em repulsa a tal situação.

Eu estava correndo em busca de mais feridos atento a qualquer situação ou pedido de ajuda em que eu poderia ser útil, quando vejo a uns 10 metros de mim uma mulher que aparentava uns 20 e tantos anos, usando uma toga branca ensanguentada e carregando uma criança de colo que tinha sua manta suja de sangue, o qual eu torcia para que fosse da mulher e não da criança. A mulher estava com várias escoriações e ferimentos visíveis, além de aparentar estar muito cansada, já lutando contra seu próprio limite para salvar o pequenino.

Atrás dela, duas criaturas animais, um abutre e uma hiena sedentos por sangue, com seus bicos, presas e garras tingidos de escarlate e ainda sedentos não só pela carne dos mortos, como normal para animais carniceiros como estes, mas também estavam atrás dos vivos, pelo que pude notar de sua perseguição à mulher ferida.

Um nó se formou na minha garganta. Uma mistura de dor, pena e raiva brotou em mim, me deixando perplexo com a situação. A mulher, assim que teve oportunidade, se embrenhou mata a dentro tentando fugir das criaturas que a seguiram logo em seguida. Eu não podia ficar para trás, no que disparo atrás dela e das criaturas. Eu não sabia para onde estava indo, mas corri o máximo possível na direção em que eles entraram por entre as arvores de Nova Roma, em busca de tentar salvar a mulher e a criança, quando ouvi um choro agudo emergir por entre as arvores. Segui naquela direção o mais rápido que pude, preocupado de as criaturas já terem conseguido colocar suas garras em suas presas.

Alguns metros a frente, vejo a mulher caída com a criança chorosa no colo. Pela posição, noto que ela se abraçou a criança e girou seu corpo de costas contra o chão para não cair por cima do pequeno, protegendo-o da queda, mas caindo de costas sobre uma grossa raiz que emergia do solo fértil da mata. Sua dor era visível assim como seu cansaço. Sabia que ela não tinha condições de dar mais nem um paço, mas o abutre a rodeava com os olhos fixos em sua presa. A Hiena, por sua vez, se aproximava de forma ardilosa, seguindo em frente sedenta pelo alimento ainda vivo, se deleitando com o sofrimento de sua presa, visivelmente amedrontada.

Tal cena não me fez hesitar nem por um milésimo quando, usando minhas habilidades, eu simplesmente corri em direção à criatura canídea, dando um super salto para encurtar a distância entre mim e a fera, lhe acertando com um chute aéreo, uma voadora, bem no meio de seu corpo magricela, jogando-a a metros de distancia e a fazendo se chocar contra o abutre, que foi atingido desavisado por pura sorte minha, de pegar ambos em um mesmo ângulo de golpe.

Ambas as criaturas colidiram no ar e voaram em direção a um arvore na qual se chocaram, fazendo penas surradas e imundas espanarem-se no ar. Corri em direção à mulher estendendo a mão para que ela levantasse, mas sua notória dificuldade em respirar e a expressão de dor que fizera me deixou claro que ela estava ferida de mais para isto. Eu teria que a carregar.

Estava prestes a pegar a mulher e a criança no colo, quando ouço um barulho estranho vindo das criaturas. Era como um murmúrio, um lamento infernal que não pude deixar de associar as almas que passam a eternidade pagando seus pecados no tártaro. Ao me virar, vejo ambas as criaturas se transmutando em figuras humanóides horrendas, com aspecto mortis e decomposição aparente. Até mesmo o cheiro de podre proveniente de seus corpos simplesmente exalou pelo ar, fazendo meu estomago embrulhar. Engoli em seco e tentei me manter firme. Eu não poderia enjoar agora, tinha que proteger a mulher e a criança custe o que custar.

- Não se preocupe. Eu só vou cuidar deles, para poder levar à senhora para a enfermaria em seguida. –

Autoconfiança. Eu tinha que me manter autoconfiante para repassar esta confiança à mulher, para acalmá-la para que ela pudesse acalmar a criança que chorava no seu colo. Eu tinha que parecer forte, heróico e seguro de mim mesmo, mas por dentro eu estava temeroso em saber se eu daria conta de combater os dois simultaneamente e ainda proteger ela e a criança. Mas esta preocupação sumiu ao ouvir os rosnados das criaturas putrefatas, me forçando em focar em duas coisas únicas; Destruir aqueles seres e proteger os dois. Aquelas criaturas não passariam por mim nem a pau, isto eu jurava pelo Estige.

- C-Carneee... –

- S-Sann gueee-eeee ... –


Como zumbis, as criaturas balbuciavam com alguma dificuldade palavras primitivas que representavam sua fome e voracidade enquanto se contorciam como clássicos zumbis de vídeo games, mas diferente dos vídeos-games, este não eram lerdos, desajeitados e burros. Eles eram mais inteligentes e rápidos, pelo que pude presenciar quando ambos, quase em sincronia, partiram para cima de mim.

O primeiro avançou pela direita saltando de forma voraz sobre mim, expondo garras asiadas e presas fétidas para tentar se agarrar a mim e me morder, visando minha carne. De alguma forma, o um espírito kung-fu do mestre Miyagi simplesmente baixou em mim, no que eu girei meu corpo para trás sobre meu próprio eixo aplicando um chute giratório diretamente na cara da criatura que simplesmente voou metros para o lado após eu, tenho case certeza, ter quebrado seu pescoço e a jogado de lado.

A segunda criatura simplesmente me ignorou e correu em direção a mulher, esperando que seu companheiro desse conta de mim. Rapidamente, saco com a destra 3 penas de sei lá onde e as jogo contra a criatura, no que se cravam profundamente em suas costas. O ser desmorto urra de dor, torcendo seu pescoço de forma bizarra para trás e torcendo o braço com um bizarro som de osso quebrando, pegando cada pena e as jogando de lado, no que se desfazem em pó dourado. Do outro lado, o outro zumbi se levanta, torce o pescoço de forma bizarra o colocando no lugar e me fita com seus olhos vazios. Neste instante eu soube que isto não seria nada fácil, visto a resistência absurda das criaturas, assim como elas também notam que não poderiam saborear seu lanchinho antes de darem conta de mim, se voltando ambos para mim e vindo em minha direção.

Dou um passo para trás, erguendo meus braços em uma posição defensiva e entrando em uma base de combate, com pés afastados na altura dos ombros, com o esquerdo mais a frente e joelhos levemente flexionados. Eu não sabia da onde, mas táticas e estratégias de luta simplesmente estavam surgindo na minha cabeça e eu não estava em posição de não aceitar. Segundo contou meu pai há muito tempo atrás, foi mais ou menos assim, quando em perigo e acuado por monstros, que seus poderes como filho de Belona afloraram e ele descobriu do que realmente era capaz. Contudo, eu não acho que seria tão proficiente quanto ele em um combate, ainda mais contra zumbis esfomeados e que aparentemente não sofrem danos.

As criaturas sequer esperaram eu respirar direito para atacarem juntas. O primeiro me aplicou um golpe aberto com suas garras, as usando para lacerar a carne do meu braço esquerdo, que eu usei para me defender do golpe que visava meu pescoço, com uma defesa elevada, encaixando em seguida um soco na altura de suas costelas. Contudo, meu golpe foi frustrado pelo segundo zumbi que se jogou em meu corpo como em um abraço, cravando suas unhas na minha carne, cruzando suas pernas ao meu redor e me tascando uma profunda mordida no braço.

A dor foi imediata. Seus dentes se cravaram em meus músculos como se meu braço fosse um bife mal passado, vertendo sangue quase que de imediato. Eu só tive tempo de berrar, quanto o outro zumbi me golpeou com suas garras, cravando-as em meu abdome e me golpeando novamente com uma cabeçada. Pude sentir meu nariz quebrar na hora.

A situação não estava nada boa para mim. As criaturas simplesmente não tomavam dano e por estarem em dois, eu não conseguia lutar direito com eles. Eu precisava de ajuda, de força. Força bruta.

“Tia Bia, me ajude.”

Clamo, mentalmente, já sentindo meus músculos revigorados. Arfo ar desesperadamente pela boca e em seguida forço meu corpo tentando me soltar do abraço do zumbi que me agarrou. Enquanto tentava fazer isto, o primeiro zumbi se jogou em minha direção tentando morder meu pescoço. Inclino meu corpo para trás e posteriormente para frente, me lançando em uma cabeçada contra a criatura que cambaleia para trás aturdida até cair no chão.

O zumbi que me segurava força sue abraço cruel em volta de mim, mas consigo forçar meu corpo com a injeção de força extra pra me desprender de suas garras, o segurando pelo braço que passava a frente de meu peito e o erguendo no ar, erguendo-o sobre meu ombro enquanto inclino meu quadril para cima, forçando meu braço para baixo e assim como um judoka, aplicando um koshi-guruma no zumbi, o jogando violentamente de costas no chão, o que o deixou ali, parado por um tempo.

Minha vitória momentânea sobre meus oponentes fez com que minhas habilidades começassem a funcionar e minha satisfação sobre a vitória fez meu corpo começar a se regenerar. Até mesmo meu nariz quebrado já estava no lugar e meu braço ferido já começava a se curar. Contudo, uma inexplicável tontura tomou meu corpo. Era como se tudo estivesse girando, as formas tremeluziam e mesmo meu equilíbrio tinha sido afetado. Era como se eu estivesse completamente bêbado. Como isto tinha acontecido?

Ouço uma das criaturas grunhir, estava se preparando para o segundo round, quando sinto meu braço arder. Era como se estivesse fervilhando, efervescendo. Levo a minha mão sestra até ele, passando os dedos sobre a ferida e o levando ao nariz recém regenerado. Tinha cheiro de podre. Eu não tinha duvidas, a saliva dos zumbis havia me envenenado.

Aturdido, tento me manter firme, quando ouço o grito quase abafado, baixo e desesperado da mulher. De relance, pude ver a figura dançante de um dos zumbis se aproximar dela, achando que o veneno me doparia tempo suficiente para que pudessem a devorar.

Tento me manter firme, manter minha mente focada, mas era uma tarefa difícil. Respiro fundo lembrando de meu voto para com Hera de que iria proteger o Olimpo, que seria fiel e leal ao que realmente importava e que protegeria aqueles por quem tivesse afeto ou responsabilidade. Eu havia jurado pelo estige, aquela mulher e aquela criança estavam sob minha responsabilidade e era meu dever as proteger. Eu era um guerreiro, tinha que lutar, se não por elas, pelo meu próprio orgulho como argonauta e filho da vitória. Eu TINHA QUE CONSEGUIR.

Neste instante, pude sentir meu corpo reagir, uma dor brotou de minhas vísceras enquanto eu recobrava meus sentidos. Era como se uma brasa anteriormente fraca, agora tivesse se transformado em flamas ardentes.


“A coragem para enfrentar o impossível é o que determina um verdadeiro herói.”

A voz de meu pai brotou em minha mente como se ele estivesse ali, me aconselhando, me dando o costumeiro tapinha nas costas para seguir em frente, para não desistir. Ele estava me dando forças, mesmo de longe, mesmo sem saber o que estava acontecendo. Eu não poderia trair a promessa que fiz de que seria um grande herói, mesmo que não reconhecido pela história, mas reconhecido por meus companheiros e aqueles que eu salvasse.

- UuuuuuuuuuaaaaAAAAAAAAAARRRRRRRRRRRR ! –

Um rugido primitivo, feral e brutal irrompeu de meu interior como uma fera se soltando de suas correntes, trazendo consigo uma vontade imensa de continuar lutando, de proteger aquela mulher e aquela criança e principalmente, de por um fim na existência daqueles dois zumbis que já deviam ter feito muitas vitimas.

Ao ouvir meu rugido primitivo, as criaturas simplesmente me fitaram hesitando de atacar sua presa, quase com medo. Fixo meus olhos nelas com raiva, a fúria de um argonauta que não desistiria até ter certeza que aquelas criatura haviam ido para o inferno. Pude sentir em minha mente uma segunda vontade para a batalha, para dar um fim aqueles seres, minha espada consciente estava comigo nesta empreitada. Firmo minha mão em sua empunhadura e a saco de sua bainha presa a minha cintura, revelando seu aço negro e frio aos meus oponentes que a olham com temor. Por um instante vem a minha mente que minha espada era feita de ferro estige e o motivo para uma criatura que até então não haviam tomado grande dano a temer só poderia ser um.

- Criaturas infernais. –

Um sorriso quase maldoso brota em meu cenho, afinal, agora era a hora de mostrar aqueles seres abissais, o quão rancoroso pode ser um argonauta.

Com minha bastarda em mãos, disparo em um super salto contra meu primeiro oponente como se eu fosse um projétil disparado de um canhão, transpassando-o com a lâmina negra que entra macia em seu corpo putrefato e se crava em uma arvore atrás do zumbi. A criatura agoniza e se debate com o corpo varado pela espada negra presa a arvore, sem conseguir sair. Sem piedade, invoco um par de socos ingleses de front laminada como uma faca, feitos de puro ferro estige em minhas mãos e golpeio violentamente sua face pútrida com tanta violência que após a criatura desfalecer em pó, á arvore estava com a marca de meus golpes.

A segunda criatura só teve um instinto ao ver a morte de seu companheiro. Correr!

- Ah, não vai não. –

Eu era mais rápido, mais vigoroso e atlético que meu oponente e não demorou para que eu chegasse a toda atrás dele, o golpeando na nuca com um soco cortante o tombando no chão. Ele até revidou, me golpeando com sua longas unhas cortantes, mas minha habilidade com  golpes físicos foi maior e assim como um boxeador, eu desviei do ataque e emendei um direto em seu peito esquelético e em seguida um combo de socos brutais que rompiam sua carne violentamente até o ser desvanecer em pó, voltando ao seu local de origem, o tártaro.

Eu estava ofegante, machucado e havia gastado uma boa parte de minha energia, mas havia conseguido salvar a mulher e a criança. Meus socos ingleses se desfizeram da minha mão enquanto eu andava em direção a arvore onde minha espada bastarda estava cravada, retirando-a do tronco e a colocando novamente em minha bainha. Inspiro uma generosa quantidade de ar, agora que eu estava mais calmo com meu dever cumprido, parando para descansar alguns poucos segundos antes de me voltar para a mulher.

[ b] – D- Desculpe a demora. E- eu Tive uns... Probleminhas.  – [/b]

Comento, com um sorriso no rosto e em tom de piada, para tentar amenizar o clima. A mulher voltou seus olhos aos meus e sorriu agradecida, mas não disse uma só palavra. Eu não entendi o motivo, mas imaginei que ela estava nervosa de mais para falar. Enfim, após recuperar um pouco minhas forças e meu fôlego, a pego em meus braços com ela segurando o bebê e os levo para a enfermaria improvisada com alguma dificuldade, já que desta vez, eu também estava ferido.

Ao chegar ao local, entrego-a e o bebê aos cuidados de uma filha de Apolo, que recolhe o pequeno em seus braços e o coloca sobre uma maca para fazer alguns exames. Graças aos deuses, ele não estava ferido nem machucado, ao contrário da mulher que teve que passar por um tratamento a base de Néctar e Ambrosia divina.

Eu estava prestes a deixar o local quando fui puxado pela mão, para que não saísse do local. A mulher veio atrás de mim e me abraçou agradecida, esboçando um alegre sorriso. Em seguida, fez gestos com a mão que eu não sabia decifrar, mas sabia que eram sinais de libras. Ela era muda, o que explicava o fato de ela não falar, seu grito quase sem voz e não ter conseguido pedir ajuda a outros campistas, mesmo sendo perseguida por aquelas criatura e com tanta gente nas ruas.

- M-Me desculpe. Mas eu não entendo. –

Explico, cabisbaixo por não poder sequer entender seu agradecimento.

- Ela está agradecendo por ter sido o único a ter parado para ajudar ela. –

Fala a filha de Apolo, revelando saber a linguagem de sinais. Como ela me traduziu, a mulher não era mãe da criança, mas a encontrou sendo rodeada pelas duas criaturas que estavam prestes a devorá-la dentro de um quarto. Ela pulou a janela do quarto, pegou a criança no colo e saiu correndo antes que as criaturas a comessem. Infelizmente, apesar de ser filha de Ceres, ela praticamente não herdou habilidade alguma. Até mesmo suas capacidades físicas eram comparáveis as de um humano comum e não a de um semideus, o que a impedia de lutar com criaturas como aquelas.

Fico impressionado com a coragem e a força de vontade da mulher, que mesmo sem habilidades se arriscou para salvar o bebê, me provando que mesmo quando não se tem força suficiente, não se pode simplesmente desistir. Senti um aperto no peito por ter fraquejado em batalha, o que poderia ter custado à vida dela e da criança e me faria carregar aquela culpa por muito tempo, mas tento deixar este sentimento de lado e focar na lição que tive, no exemplo de coragem e força de vontade dela, que mesmo contra todas as expectativa possíveis, foi a verdadeira heroína da situação.

Eu já estava prestes a sair novamente quando a filha de Apolo praticamente me intimou a tratar meus ferimentos. Segundo ela, como eu poderia pensar em salvar mais alguém se eu não poderia nem salvar a mim mesmo direito, em um próximo combate devido aos meus ferimentos e minha exaustão. Infelizmente, tive que aceitar e ficar na enfermaria para me recuperar, para poder partir para um próximo desafio estando renovado e pronto para o combate.

FPA

Passivos de Nice:

Nome do poder: Promessas do Estige
Descrição: Nice é filha da ninfa/rio Estige. Seus filhos são abençoados por ambas divindades, de modo que todos os inimigos e competidores das proles da deusa alada aceitarão fazer um juramento pelo Estige, de que não irão quebrar nenhuma regra estabelecida em uma competição, e de que darão ao filho de Nice o que o mesmo desejar em caso da vitória do mesmo, desde é claro que tenha o que foi pedido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Nível 3
Nome do poder: Orgulho Competitivo
Descrição: Detentores de um orgulho fora do comum, filhos da deusa Nice/Victória não se deixam ser vencidos até que tenham certeza de que não podem vencer. Ao chegar em 0 MP um filho de Nice/Victória não desmaia, ele simplesmente não é mais capaz de usar poderes ativos, sendo a sua força de vontade o único combustível que continua a movê-lo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum.

Nível 4
Nome do poder: Sorte de Principiante
Descrição: Em determinado momento de um MvP, Missão ou Interação o filho de Nice/Victória poderá encontrar ou receber exatamente o que precisa ou ainda precisará. Uma carta perfeita para fechar a melhor mão do jogo, uma senha para desbloquear uma porta, escrita em um post it e jogada no lixo ou uma informação que fará alguém gostar dele. A sorte acompanha os vitoriosos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Uma vez por MvP, Missão ou interação o filho de Nice receberá algo valioso para o seu propósito, momentâneo ou futuro.
Dano: Nenhum.
Extra: Esse bônus é definido pelo narrador quando solicitado pelo filho da deusa.

Nível 7
Nome do poder: Satisfação Vitoriosa I
Descrição: Para cada vitória alcançada, seja sobre um inimigo, ou um obstáculo a julgar pelo narrador, o filho de Nice/Victória se satisfaz com o júbilo do êxito e a sua aura aumenta de intensidade recuperando um pouco de seu vigor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 15 HP e +15 MP para o filho de Nice.
Dano: Nenhum;

Nível 8
Nome do poder: Vigor Atlético I
Descrição: Sendo Nice/Victória a deusa que representa a vitória, tanto em campos de batalha quanto em arenas desportivas, seus filhos herdaram a vontade da deusa e, assim, possuem grande vigor atlético, podendo correr, nadar, saltar e escalar tão bem quanto qualquer um atleta olímpico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 15% de eficácia em qualquer movimento físico ao nível humano, com exceção de ataques. + 5% de bônus em dano relativo a força.
Dano: Nenhum


Nível 10
Nome do poder: Espírito Competitivo
Descrição: Filhos de Nice/Victória são competitivos por natureza, o que os faz mais determinados para partir atrás de uma vitória. Isso é traduzido em um bônus de força de vontade para resistir às adversidades, podendo ajudar contra possessões, ataques desmotivacionais ou auras intimidadoras.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 10% em força de vontade;
Dano: Nenhum.
Ativos de Nice:

Nível 4
Nome do poder: Dardo de Pena
Descrição: Em uma das mãos do filho de Nice, aparecerá uma pena completamente prateada, tão leve como uma pluma porém tão forte e cortante quanto o aço. Essa pena poderá ser lançada em direção a um alvo como se fosse um dardo ou uma pequena faça, causando danos sobre seu corpo.
Gasto de Mp: 5 MP por dardo criado (pode criar até 3 por mão)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP cada dardo que acertar o oponente
Extra: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Benção de Bia I
Descrição: Nice possui irmãos que juntamente a Estige ajudaram Zeus em sua luta contra os titãs. Os filhos da deusa alada podem pedir em oração uma bênção para Bia, representante da força. A deusa irá fazer com que esses semideuses aumentem sua força física durante dois turnos, fazendo com que seus golpes causem mais danos e que consigam carregar objetos de até 100 quilos.
Gasto de Mp: 25 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15% em força
Dano: Nenhum
Extra: Dura por 2 turnos e só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos;
Passivos de Belona:
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Perícia com Espadas I
Descrição: Constantemente o atributo de Belona é a espada. Filhos dessa deusa possuem facilidade com esse tipo de arma e suas derivações. Mesmo sem nunca terem usado uma espada, o semideus conseguirá se sair bem em seu manejo e no improviso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio da Espada.
Dano: + 10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum
Ativos de Belona:
Nível 4
Nome da Habilidade: Super Salto
Descrição: Ao juntar energia nos pés, o filho de Belona pode realizar um salto que alcançaria em média cinco metros de altura. Isso é possível apenas graças as habilidades corporais e a desenvoltura muscular que o filho da deusa da guerra possui.
Gasto de Mp: 10MP (por salto)
Gasto de Hp: 5HP
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Summon Weapons I
Descrição: Belona era conhecida pela sua capacidade de invocar armas durante suas batalhas. A prole da deusa nesse nível consegue invocar armas pequenas e de resistência sigma. As armas irão retirar os danos referentes ao metal que a constitui e apareceram próximo do corpo do semideus. Essa habilidade é possível graças a telumkinesis. Duração de 2 turnos.
Gasto de Mp: 10MP (por arma invocada)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue invocar armas pequenas como adagas e facas, realizando no máximo 2 invocações por turno.
Passivos dos Argonautas:

Nível 1
Nome do poder: Lealdade Incondicional
Descrição: Tal como Hera/Juno é uma deusa leal à sua família e seus princípios, essa é a primeira característica que ela valoriza em seus seguidores. Os argonautas são leais acima de tudo, sendo recompensados ao lutarem com a intenção de protegerem aqueles a quem são leais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% chances de sucesso ao lutar por quem são leais
Dano: Nenhum
Nível 7
Nome do poder: Fúria Real
Descrição: A maioria das histórias mostram uma Hera/Juno raivosa e vingativa, embora não seja sua principal característica. Mas de igual forma, os adversários de um argonauta devem temer a sua fúria, pois ela não é cega ou inconsequente, mas traz vantagens ao seguidor da deusa, recompensando seus ataques.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% força, chances de acerto em ataques. +15% efetividade no uso dos poderes.
Dano: Nenhum
Nível 10
Nome do poder: Perícia com Espadas II
Descrição: O argonauta treinou e evoluiu mais, aprimorando sua habilidade de manusear uma espada com maestria. Agora consegue executar esquivas, atacar e defender com a arma com uma vantagem impressionante, com movimentos que parecem mais elaborados, diferente de campistas que não tem esse dom natural com a arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: +30% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
Nível 11
Nome do poder: Determinação
Descrição: Os argonautas adquirem a mesma força de determinação que sua deusa matrona, que nunca desistia de seus objetivos mesmo quando as situações eram adversas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% chances de acerto e efetividade nos ataques quando envoltos por essa determinação para alcançar seus objetivos.
Dano: Nenhum
Ativos dos Argonautas :
Nível 7
Nome do poder: Roar
Descrição: O argonauta é capaz de invocar para si a maldição que Hera/Juno deu a Calipso, que foi transformada em urso. Com esta habilidade, o seguidor da deusa pode emitir um rugido que assusta os seus oponentes e os incita a abandonar o combate - caso sejam mais fracos.
Gasto de Mp: 40 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Assusta os inimigos com um rugido de urso e pode fazê-los desistir do combate
Dano: -10 HP
Itens utilizados:
• Espada do Carrasco [Forjada por acidente a espada possui uma aparência bastante incomum: sua lâmina possui um seguimento principal como os das outras espadas, porém na sua lateral a lâmina se divide em outras pequenas laminas que são capazes de provocar ainda mais dano contra seus inimigos. | Efeito 1: A lâmina é capaz de suportar as mais elevadas temperaturas sem modificar a sua forma, apenas ficando incandescente. |Efeito 2: A espada possui uma espécie de consciência magica e se afeiçoa ao seu primeiro portador e, dificilmente, irá deixar ser portada por outro semideus. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
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Arthur P. Collins
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Re: [MvP Rank C] — Arthur P. Collins

Mensagem por Júpiter em Sab Maio 12, 2018 9:28 pm


Arthur P. Collins

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 4.500 XP
Máximo de Dracmas da missão: 4.500 Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 10%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 4.050 XP e dracmas
STATUS FINAL: 175 HP e 135 MP

Comentários:
Sr. Collins, tentarei ser breve em minha avaliação. Começarei apontando os erros e, ao final, deixarei as críticas boas.

O primeiro erro está presente na segunda frase de seu post, vejamos: "Eu tinha deixado JJ a pouco na enfermaria [...]". Quando você se refere a um tempo do passado, usa-se o agá (H), pois ele pode ser substituído pelo verbo fazer. Ex.: "Eu tinha deixado JJ faz tempo na enfermaria" ou "Faz tempo que eu tinha deixado JJ na enfermaria". Notou? A frase que você construiu refere-se ao passado. A letra A deve ser usada nestas situações quando a frase se referir a algo do futuro, exemplo: "“Estamos a dois minutos de casa”, sem o agá, pois não pode ser substituído por um verbo. Assim sendo, o trecho correto de sua missão seria: "Eu tinha deixado JJ há pouco na enfermaria [...]".

Ainda no primeiro parágrafo, há um trecho onde senti a falta do uso da vírgula para causar uma pausa na leitura. Veja: "Ver seus olhinhos com medo naquela situação terrível me partiu o coração, mas saber que tinha gente se aproveitando deste desastre para fazer o que queria pelo acampamento a mando de alguém mal intencionado fazia meu sangue ferver.". Até a primeira vírgula, tudo está nos conformes, mas leia a parte sublinhada sem fazer pausa. Entendeu? Ao meu ver, neste caso, a vírgula seria bem utilizada desta forma: "mas saber que tinha gente se aproveitando deste desastre para fazer o que queria pelo acampamento, a mando de alguém mal intencionado, fazia meu sangue ferver."

A mesma situação da vírgula se repetiu no início do segundo parágrafo, mas como o devido ponto quanto a esse erro já foi descontado, deixarei apenas um lembrete para que se atente.

Um erro que eu sempre chamo a atenção dos outros é a repetição de palavras em uma mesma frase. Ex.: "Atrás dela, duas criaturas animais, um abutre e uma hiena sedentos por sangue, com seus bicos, presas e garras tingidos de escarlate e ainda sedentos não só pela carne dos mortos [...]". O meu conselho é que repita palavras apenas quando não houver sinônimos da mesma para serem usados. Ao pesquisar "sinônimo de sedento" no Google, você verá várias palavras que poderiam ser usadas para substituir o segundo sublinhado no trecho citado.

"Sabia que ela não tinha condições de dar mais nem um paço [...]". A palavra paço existe, mas refere-se a um palácio real ou episcopal ou à sede de um governo municipal. Ex.: Paço Municipal de Porto Alegre. Creio que o correto a ser usado neste trecho seria passo, referindo-se ao movimento feito com os pés para andar.

Eu notei que você utiliza o hífen (-) para iniciar uma fala e o meia-risca (–) para finalizá-la. O uso de ambos está errado, neste contexto. Em uma fala, o correto é utilizar o travessão (—), tanto para iniciar quanto para finalizar. Além do mais, como você separa todas as falas entre parágrafos, não há motivos para acrescentar o travessão (no caso, você acrescentou o meia-risca) ao final da fala, já que após ela não há nenhuma ação da personagem. Exemplo de quando se deve usar o travessão após a fala: "— Hoje está frio. — Afirmou Leo, cobrindo-se na cama".

Um pedido pessoal é que revise também os spoilers. Como você pode notar, a cor da letra dentro dos spoilers ficou preta e impossível de ler sem passar o mouse por cima. Isso foi frustrante.

Quanto ao cumprimento da missão, eu achei interessante o acréscimo de detalhes quanto aos npcs. Gostei da história que criou para a mulher e a criança, fez-me sentir compadecido pela provação dela. E como já era esperado, as ações de sua personagem foram bem planejadas e coerentes. Só há um porém, você terá de tratar os ferimentos na Enfermaria Improvisada, já que apenas houve a citação de que Arthur se curou. Para que você fosse atualizado sem descontos, seria necessário um detalhamento maior sobre a cura da personagem ainda ao fim da missão e você não o fez.

Para concluir, devo parabenizá-lo pelo desempenho!


ATT POR ETER
PS: O status final foi atualizado proporcionalmente ao nível adquirido



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Júpiter
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Re: [MvP Rank C] — Arthur P. Collins

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