The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

CCFY - Lola Mitchell [Surviving the Trials]

Ir em baixo

CCFY - Lola Mitchell [Surviving the Trials]

Mensagem por Louise S. Mitchell em Sex Maio 04, 2018 7:11 pm


Em edição aqui para ficar mais bonitinho -q
avatar
Louise S. Mitchell
Feiticeiras de Circe
Feiticeiras de Circe

Mensagens : 130

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: CCFY - Lola Mitchell [Surviving the Trials]

Mensagem por Louise S. Mitchell em Sex Maio 04, 2018 7:39 pm



Salle de Torture


   
A ilha encontrava-se em pleno burburinho, muitas feiticeiras nervosas encontravam-se eufóricas. Não era comum de Lady Circe pedir as suas seguidoras que deixassem a ilha em busca de coisas. Algumas de suas feiticeiras nunca haviam sequer deixado a ilha em um só momento. Aprendiam que fora dela havia enorme perigo entre os homens, ganância, guerra e destruição em massa.  

Louise era uma das poucas calmas. Como semideusa e integrante do grupo há um pouco mais de um ano, ela já havia deixado a ilha inúmera vezes. Criada em Nova Iorque e acostumada com os homens por ser filha de Afrodite, não se preocupava tanto. Por essa razão, Circe havia pedido a ela que liderasse aquela expedição. A missão seria simples, atracar o navio na baía em Staten Island, buscar a única biblioteca do distrito e recuperar um pergaminho antigo roubado e traficado por séculos por comerciantes. O conteúdo do papel era secreto, exceto que Circe o queria muito.

- Feiticeiras? – Chamou a semideusa de Afrodite. Ela estava com um mapa atualizado da cidade e do distrito onde fariam a inspeção. Ela abriu sobre uma mesa velha de madeira desgastada pela maresia e prendeu com pedras para que se mantivesse aberto. – O plano é o seguinte. – Ela pegou inúmeras pedras pequenas pintadas de três cores; azul, verde e vermelho. – Vamos dividir as feiticeiras em três grupos. – Conforme distribuía os grupos, ela marcava um ponto do mapa com as pedras em suas respectivas cores. – Azul, ficaram encarregadas de ficar no navio e preparar a nossa partida imediata se algo de ruim acontecer. Verde, irá se espalhar pela cidade assim que atracarmos e fará o reconhecimento do lugar, incluindo descobrir se há inimigos. Vermelho, irá realizar a missão mais importante, invadir a biblioteca e roubar o pergaminho. Sem mortes, somos feiticeiras e não assassinas. – Sorriu por achar aquela última parte cômica. – Alguma dúvida?

Após responder e dividir o grupo, ela apontava para o mapa explicando os pontos importantes e as rotas de saída rápidas, incluindo partes de onde se encontrariam bastante moradores do local. Traçou com uma caneta colorida um caminho de navegação rápida e o lugar onde o navio ficaria parado. Louise conhecia algumas feiticeiras e suas habilidades, era importante não atribuir uma função a quem não fosse capaz de realizá-las.

- Iremos partir daqui a trinta minutos. Arrumem uma bagagem com poções, néctar e seus instrumentos de magia. – Resolveu esconder das companheiras os dizeres finais de Circe; elas não eram as únicas interessadas naquele papiro de feitiços. – É isso, vamos lá! Preparem o navio. – As garotas foram deixando a pequena gruta improvisada como quartel general e buscando realizar as suas funções. Louise ainda permaneceu estudando o mapa, ela buscou atracar o navio em um ponto cego, onde provavelmente ninguém as esperaria, mas elas estariam lidando com feiticeiras também, mulheres desgarradas, seguidoras de Hécate que viviam fora da ilha ou qualquer acampamento semideus conhecido.

Até aquele momento ela não poderia imaginar que descendentes ou seguidores divinos poderiam sobreviver no mundo comum sem a ajuda e proteção adequada. Era impossível que houvesse bruxas de Hécate sem ter um sangue divino, porém depois lembrou-se que muitos semideuses conseguiam chegar a idade adulta e criavam famílias, casas e profissão. O que ela poderia saber do mundo? Estava naquela vida há três anos, não havia aprendido metade do que ainda tinha pela frente.

Retornou para os aposentos de Circe e educadamente bateu na porta três vezes. Quando a mesma se abriu, entrou no local e em seguida abaixou-se prostrando aos pés da deusa. Ela já havia visto a Lady Feiticeira inúmeras vezes pelos pés, nunca ousou erguer o rosto e a encarar. Circe emanava tanto poder e magia que a semideusa temia ser consumida se a olhasse diretamente.

- Lady Circe? – Falou educadamente e baixo, observando o roupão preto que cobria os seus pés. – Estamos prontas para partir. – Memorizando o plano de ação, explicou calmamente o que havia proposto para as garotas. O plano não era falho, mas continha alguns riscos relevantes e mesmo que não tenha dito aquilo, nem todas voltariam para a ilha e isso por certo lado a colocava em prova e medo. – Peço permissão para partirmos imediatamente.

- Vá, feiticeira. Traga-me o pergaminho e não falhe. – A deusa disse por si só. Fazendo Louise entender que já havia terminado aquela reunião privada.

[...]

Ao chegar à praia de embarque, observou o enorme navio e as ordens que umas lançavam para as outras. A semideusa sempre ficava espantada com o quanto elas eram independentes de homens, realizando toda a função masculina sem erro, até melhor se ela pudesse arriscar a dizer. Algumas das feiticeiras usavam o tradicional manto da bruxaria, escondendo o rosto e o corpo, só o cajado e algumas adagas a mostra. A garota também não estava diferente.

Usava um tradicional manto negro com capuz, o cajado seguro em uma das mãos e a sua adaga de semideusa escondida na bainha da calça. Ela não ousava se mostrar mais como filha de Afrodite, costumava inibir aquele seu lado enquanto estivesse na companhia das bruxas.

- Preparar navio! – Uma das garotas gritou. Louise subiu no corrimão e entrou no transporte. Algumas a saudaram com respeito, curvando-se levemente a coluna. Ela não entendia aquilo. Era a sua primeira missão com as seguidoras e logo estava à frente liderando. Fez um sinal com a mão e a mesma garota prosseguiu. – Todas em formação? Parti! – Andou pelo bordo do navio. – Preparar velas. Vento! – Alguns desenharam runas de vento e virando-se em posição intercaladas como sul, sudeste, leste, centro-oeste, oeste, liberam a magia fazendo as velas se eriçarem com o elemento e então começar a deslizar pelas águas.

As águas próximas não eram perigosas, exceto por algumas sereias que poderiam encontrar e alguns monstros marinhos. Louise se firmou na ponta a frente, cajado em mãos e observando as águas.

A viagem ocorreu calma até certo momento. O coro baixo de uma música ecoava pelo ar, algo sereno e tranqüilo. Ela foi a primeira a ouvir e reconhecendo o canto de uma das criaturas mais perigosas do oceano, virou-se para as companheiras. Apontou algumas rapidamente. – Você, você e você. Se amarre nos mastros. – Ninguém ousou discutir a sua ordem, ela mesma temeu não conseguir resistir. – As demais, liberem mais magias de vento. – Sua atenção recaiu sobre o mar, onde estendeu o cajado e fechando os olhos começou a invocar névoa que cobriu o navio e algumas zonas a redor.

O canto tornou-se perto aos poucos, fazendo algumas feiticeiras ficarem inquietas. Algumas tentavam tampava os ouvidos. Outra foi se aproximando perigosamente da beira do navio e então ameaçou pular. Louise invocou cordas que prenderam a garota, fazendo-a ficar se contorcendo no chão procurando se soltar.

- Mais rápido!
– Correu para a frente das velas mais próximas e levantou o cajado, virando com o desenho da runa do vento, invocou o elemento, era o seu elemento primordial. – Vento! – Exclamou. – Por Hécate, não vamos conseguir. – Chegaram na direção das sereias, agora ela conseguia ver com dificuldade pela névoa, cabeças aquáticas. Ela apontou o cajado e liberou bolas de magia em algumas, fazendo-as sumir e assim eliminar o canto. O navio começou a passar pela névoa, que sumia rapidamente, tornando visível um pequeno pedaço de terra, o local onde iriam parar o transporte. – Estamos quase lá. Cantem uma canção comigo. – Ela começou a cantar WannaBe das Spice Girls, nem todas sabiam, mas algumas a seguiram cantando junto e assim conseguindo inebriar a canção das criaturas.

Quando o navio atracou em Staten Island, a semideusa encontrava-se deitada sobre o convés, cansada pelo excesso de magia lançada sobre as criaturas e o vento invocado. Correram até ela dando-lhe um pouco de uma poção de energia, onde aos poucos foi recuperando a sua força. Duas feiticeiras haviam se jogado ao mar, sumindo nas águas. Louise sentia aquelas perdas importante, porém não poderia ignorar a missão.

- Vamos voltar ao plano. – Se sentou. – Equipe Azul, prepare o desembarque, libere as escadas. Verde, pode descer e fazer um reconhecimento do lugar próximo. Qualquer problema, lance fagulhas de energia para o alto e iremos ao socorro. Vermelha, junto comigo, aqui, agora! – Ordenou. A equipe composta de cinco garotas contando com ela fizeram uma roda ao seu redor. – Vamos desembarcar e ir até o ponto da biblioteca. Podemos encontrar monstros e inimigos pelo caminho. Não somos a únicas interessadas. Lady Circe recebeu um aviso que teriam seguidoras desgarradas de Hécate, bruxas que também estariam interessadas no pergaminho. Elas usam magia e juntas podem ser fortes, se encontrarmos com elas, nossa função será separá-las e evitar que ataquem humanos. Não podemos chamar a atenção, entenderão?

A líder da equipe verde retornou após alguns minutos, com um relatório rápido das movimentações. Acrescentou uma magia estranha no ar e a ausência de humanos na rua. Aquilo só preocupou Louise um pouco mais. O que os inimigos estavam armando? Preparou-se e desceu do navio, sendo seguida de perto pelas companheiras.

A rua realmente estava misteriosamente deserta, mesmo para uma pequena cidade com poucos habitantes. As lojas abertas, mas sem clientes. Louise manteve-se com os seus sentidos em alerta, poderia haver uma armadilha em qualquer lugar. Algo no ar cheirava a feitiço antigo, algo perigoso. Rapidamente caminharam pelas ruas, encontrando algumas feiticeiras pelo caminho, todas apontando o caminho para a biblioteca.

Chegaram em frente ao local. Um casebre de dois andarem, madeira velha. Parecia um barzinho sujo, com uma placa em metal desgastado que se dizia “Βιβλιοθήκη παλαιών συλλαβών” Era algo grego relacionado à Biblioteca da Magia Antiga, mas em Nova Iorque? Como? Era estranho demais e os pelos do seu braço de eriçava a cada passo. Empurrou a porta e entrou, sendo invadida por um cheiro de poeira e mofo. Alguém gritou alguma coisa, ela correu naquela direção. Uma das suas feiticeiras havia encontrado um humano, delicadamente deitado no chão.

- Ele está morto? – Perguntou uma delas.

Louise o investigou, sentindo vestígios de magia. Ele aparentemente apenas dormia calmamente, como se estivesse em uma cama confortável.

- Ele está dormindo. – Respondeu. Sacou a sua adaga e se preparou. Silenciosamente apontou os dedos para inúmeras direções, delegando que elas se dividissem. Ela correu para a escada mais próxima, subiu sentindo o ranger embaixo dos seus pés. Ouviu vozes no segundo andar em meio às estantes de livros que cercavam o lugar. Procurando não fazer barulho, escondeu-se observando três figuras distintas. Duas eram mulheres que seguiam o mesmo código de vestimenta das feiticeiras. Uma túnica que cobria o corpo, impossibilitando de serem reconhecidas. O terceiro era um homem, pelo menos Louise pensou que fosse no início. Ele era incrivelmente musculoso, vestia uma armadura de metal que brilhava com os poucos raios de sol que penetravam pelas janelas, deveria ter quase três metros de altura. No lugar da cabeça, tinha uma parte de touro, um chifre enorme. O minotauro.

Nada daquilo fazia sentido. Feiticeiras aliadas a um inimigo aparente de todos? O que estava acontecendo de fato? A atenção das duas virou para onde a filha de Afrodite se escondia e elas sussurravam alguma coisa, mas, porém algo a atraiu para o outro lado. Uma feiticeira pulou no meio deles, gritando e brandindo o cajado. Estúpida, pensou a garota. O plano agora não era mais ser sigilosa, já sabiam que elas estavam ali.

- Por Circe! – Gritou Louise. Ela deixou o seu local furtivo e correu na direção do minotauro. Ele sacou um machado nas costas e correu também na sua direção. Ela bloqueou por pouco com a sua adaga o ataque, sentindo o encontro dos metais. Jogou-se para o lado e chutou a sua barriga. Ele era duro. Tentou golpear com a adaga, foi segura pelo pescoço e arremessada metros atrás, levando livros consigo. Sentindo as dores da queda se levantou com dificuldade, limpando um filete de sangue que escorria do nariz. Pegou uma cadeira e correu para cima do monstro, esquivando-se do machado e acertando-a na cabeça da criatura. Ele rodopiou um pouco com o impacto, ela aproveitou e correu para próximo da janela, quebrando assim o vidro com a sua adaga. Aos seus pés, pequenos cacos se formavam. Ela sentiu todos, fazendo os levitar, seguindo com o cajado os jogou para frente, acertando a grande maioria no monstro, fazendo cortes consideráveis.

Correu em seguida para trás de uma estante e usando sua força total, tombou-a em cima do minotauro. Subiu em cima da estante, mas logo deslizou caindo do outro lado, a criatura havia se levantado e urrava de raiva. Precisou pular três vezes seguida para fugir dos chifres, segurando-os perdendo o cajado no chão e sendo arremessada para o alto. Iria cair e aquilo provavelmente a machucaria muito. Preparou a adaga e conforme caia mirou no inimigo, acertando-os nas costas e conforme descia, era amparada pelo metal que cortava a carne, foi segura facilmente pelas enormes mãos do touro e jogada novamente como se fosse nada, porém antes de cair percebeu o monstro cambaleando e caindo em seguida, explodindo em pó.

Havia quebrado uma perna, ela sentia aquilo. Não conseguia se manter em pé, mas precisava prosseguir, suas companheiras estavam lutando, ela conseguia sentir as magias sendo lançadas. Se arrastou murmurando de dor até a ponta do segundo andar e olhou para baixo. Seis feiticeiras enfrentavam as duas e não pareciam estarem levando a melhor. Olhou para os livros caídos e a poeira do monstro e viu a adaga caída. Esticou os dedos a convocando. Em seguida fez o que qualquer semideusa que já havia sido morta e retornado a vida misteriosamente faria. Segurou-se na madeira do corrimão, subiu e mirando a sua enorme queda no primeiro inimigo, pulou.

Louise agora fazia coisas loucas, parecia que alguém havia mexido na sua cabeça, a deixando retardada. Ela era filha de Afrodite e não de Ares, mas tentava lutar com tal. O corpo foi arremessada abaixo, caindo exatamente em cima da primeira mulher, passando por pouco por uma bola de energia vinda de uma das aliadas. Ignorando tudo, segurou a cabeça da mulher que agora estava caída por baixo dela e então bateu inúmeras vezes no chão, como uma psicopata. Só havia uma mulher restante, algo que as outras feiticeiras conseguiram conter com tranqüilidade.

- Louise? Você está bem? – Ouviu alguém se aproximando e indo ao encontro dos seus machucados.

- Acho que quebrei algumas coisas, mas estou viva. – Tentou sorrir. – Meu cajado.

Uma feiticeira retornou logo depois com o cajado da semideusa. Ela apoiou-se no objeto para caminhar e parou sentindo algo diferente. Sem os monstros, ela sentia um objeto encantado naquele lugar. Foi se rastejando até a estante mais próxima e viu entre os livros, um pequeno pergaminho velho enrolado. Ela iria dizer para que ninguém o pegasse, mas era tarde demais. Uma das suas companheiras tocou o pergaminho o tirando da estante e logo brilhou, tornando-se ouro puro.

Louise olhou em volta e viu um pequeno recipiente de vidro contendo outro pergaminho que parecia não ser nada, ela não sentia nenhuma energia vindo dele. Levitou o objeto até ela e jogou fora o seu conteúdo, levitou o pergaminho das mãos da feiticeira encantada e o colocou no vidro, sem tocar. O comichão na barriga dizia que aquela magia era perigosa e muito antiga, algo que ela não seria capaz de aprender ou conter.

- Tragam a feiticeira. Vamos embora antes que apareçam outros inimigos. Sinto que eles não eram os únicos nessa cidade. – Com a ajuda de uma companheira, ela caminhou de volta ao navio. No deque, havia uma feiticeira também “apagada”. Algumas disseram que ela parou para beber de uma fonte e caiu imediatamente no sono. – Vamos levar as duas para Lady Circe, ela saberá o que fazer. – O navio voltou ao oceano. – Virem as velas, vamos contornar a região das sereias. Não vamos conseguir vencê-las de novo.

[...]

O navio demorou quase dois dias para chegar na ilha novamente. Tempo em que Louise aproveitou para descansar, delegando a liderança daquela missão para alguém que fosse responsável. Dormiu quase um dia seguido e quando despertou, a primeira coisa que sentiu foi a energia mágica do objeto que protegido estava entre a sua túnica.

Era um lindo dia e a ilha já podia ser vista. As feiticeiras haviam uma cuidada da outra, exceto a curiosa transformada em ouro. Lady Circe poderia quebrar aquele encanto.

- Força total nesse navio. – Ordenou Louise. Enquanto fazia a inspeção, o transporte atracou na ilha e contentes desceram todas. A ilha parecia exatamente igual, com as árvores e as grutas secretas. O enorme SPA que abrigava a rainha das feiticeiras e algumas novas pessoas que havia chego. Muitas garotas estavam procurando Circe naquele momento, o caos no mundo humano era notório e a névoa constantemente se rompia revelando a verdade para os mortais.

A semideusa de Afrodite caminhou pelas areias com dificuldade, a perna enrolada por uma tala ainda doía e o seu corpo revelava inúmeras marcas roxas da briga com o minotauro. Ela havia vencido, mas o triunfo da batalha ficaria marcado no seu corpo por mais alguns dias ou semanas.

Dirigiu-se diretamente ao quarto de Lady Circe, onde abaixou-se como de costume, sem ousar olhar o seu rosto.

- Lady Circe. – Abriu o manto e retirou o vidro com o pergaminho enrolado dentro. – Tivemos algumas baixas por um ataque das sereias e não conseguimos descobrir que eram as pessoas envolvidas em conseguir a posse desse objeto. Sabemos que elas estavam trabalhando curiosamente com um monstro, o minotauro de Creta. Feiticeiras como a senhora já havia me dito e mortais, nenhuma se transformou em pó quando derrotadas.

- Você fez bem, Louise. Não poderia esperar nada melhor, teremos outra oportunidade. O importante é que você e minhas feiticeiras trouxeram o que lhes foram ordenado e isso é o suficiente por hora. Vá, se banhe e descanse.

Aquela foi uma ordem clara de que estava liberada. Sem questionar levantou-se de olhos baixos e deixou o aposento. Tomaria um banho demorado com pedras e sais minerais e então comeria tudo o que pudesse agüentar na barriga.      


Itens Usados:

• Cajado do Falcão [De aparência comum o cajado parece, caso analisado de forma não exatamente minuciosa, ser feito de madeira, porém é possível encontrar algumas rachaduras – que na realidade são desenhos de runas – e um brilho metálico através das mesmas. | A arma se torna uma pulseira fina com um pequeno pingente de falcão – animal símbolo de Circe -.|  A arma, em sua fabricação divina, foi feita de uma forma que permite a portadora da mesma a ativa-la, a fazendo ter um gasto menor na quantidade de MP (- 30%) durante dois turnos, podendo ser ativada apenas uma vez por missão/mvp/evento etc. Sendo que, ao ativar qualquer das runas existentes no cajado as mesmas irão durar um turno a mais. | Arambarium e Madeira. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Feiticeiras de Circe.]
-Faca de Bronze celestial
Habilidades Utilizadas:

Afrodite - Passivos:

Nome do poder: Passos de Cisnes
Descrição: O semideus possui uma capacidade natural de se movimentar sem fazer barulho. Seus passos são leves, graciosos e charmosos, o que permite ao semideus se mover com facilidade sem ser detectado pela audição normal (audição aguçada ainda poderá captar o semideus se ele provocar ruídos através de folhas e galhos por exemplo).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será detectado por inimigos que não possuam audição elevada.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Eterna Boa Forma
Descrição: A boa forma que você possui não confere apenas belas curvas, no caso das meninas, ou músculos definidos, no caso dos meninos, mas também confere certa agilidade e destreza para se esquivar de alguns ataques. Isso permite que você ganhe certa facilidade em se esquivar, ou defender em ataques diretos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de defesa, esquiva e agilidade.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Elasticidade Natural II
Descrição: Em tal nível a elasticidade e esquiva das proles de Vênus/Afrodite são maiores, semelhantes à de uma bailarina profissional, com músculos firmes e uma boa movimentação durante a batalha. Tais semideuses esquivam como se estivessem dançando.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 35% em esquiva e flexibilidade
Dano: Nenhum

Nome do poder: Perfeccionista
Descrição: Não é apenas beleza, mas também perfeição. Você tende a ser perfeccionista, mas não apenas com você e sua aparência, mas em tudo o que faz. Isso significa que sempre será exigente consigo mesmo, se esforçando para sempre melhorar. Isso será recompensado em seus golpes, que serão praticamente perfeitos com a arma que você adotar, e o dano será consideravelmente maior para seu inimigo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ataques com uma arma de sua escolha ganham um bônus de força de +20% durante 3 turnos.
Dano: +10% de dano se o oponente for atingido pela arma do semideus.

Nome do poder: Pericia com Adagas III
Descrição: Você andou treinando! Sua guarda melhorou muito e atacar para você com essa arma se tornou algo natural, você sempre teve talento, mas isso se mostrou ainda mais evidente. Você agora também está conseguindo se defender com essa arma, apesar de não ser capaz de acertar pontos letais e destrutivos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +75% de assertividade no manejo de Adagas.
Dano: +25% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.
Feiticeira - Passivos:

Nome do poder: Pericia com Cajados e Varinhas III
Descrição: Agora a feiticeira se tornou uma ótima combatente, podendo usar a arma em rituais, lutas, e lançamentos de feitiços com uma precisão impressionante, em combate, se torna sua arma ideal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 75% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus pode usar o cajado para executar os feitiços e reduzir o gasto de MP pela metade, assim sendo, um feitiço que gasta 30 MP gastaria apenas 15 com a empunhadura dessa arma.
Dano: +15% de dano se for acertado por feitiços ou pela arma do semideus.

Nome do poder: Pericia com Adagas III
Descrição: O semideus ataca e se defende com adagas com perfeição, essa arma se encaixa em suas mãos com uma precisão impressionante, e o deixa se sentindo completamente confortável.. Além de atacar e se defender, agora consegue causar danos consideráveis ao acertar pontos estratégicos no corpo do oponente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +65% de assertividade no manuseio da arma.
Dano: +25% de dano se a arma do semideus atingir o oponente.

Nome do poder: Feiticeira III
Descrição: Você está ficando cada dia mais forte, Circe está orgulhosa de você. Sua personagem dominou a arte da feitiçaria conforme o esperado, tornando seus feitiços experientes, fortes e controláveis. Você dominou sua magia por completo.
Gasto de Mp:
Gasto de Hp:
Bônus: +20% de força em feitiços (poderes ativos).
Dano: +15% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Nome do poder: Imunidade parcial
Descrição: Como habitantes do mar de monstros, as feiticeiras tornam-se, naturalmente, propicias a serem imunes ao cantos das sereias que habitam o mesmo. No entanto, caso sejam expostas por muito tempo, poderão ser influencias pelas mesmas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Identificação magica
Descrição: Como seguidoras de Circe, as feiticeiras são dotadas de um saber natural sobre todas as formas de magia e suas ramificações, identificando-as com facilidade. Assim como poções e afins. Sendo necessário ressaltar que a magia é neutra, no entanto, o mago/bruxo é que define o seu caráter (bom, ruim etc), logo será impossível para uma feiticeira identificar o teor (magia negra etc). Identificando apenas o gênero da magia, como wicca etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Feiticeiras - Ativo:

Feitiço: Tenetis Hostem
Descrição: Feitiço que permite conjurar pequenas cordas magicas, que voam em direção ao inimigo, e prendem suas pernas juntas, fazendo o mesmo com parte do tronco. Essas cordas são finas como barbante, e apresentam uma coloração dourada, mas por serem magicas, não podem ser rompidas pela força, e caso o inimigo tente se soltar dessas usando desta, as cordas se fecharam ainda mais ao redor dele. (As cordas somem depois de dois turnos).
Gasto de Mp: - 30 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua minguante, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Não Verbal.

Nome do poder: Nevoa encantada
Descrição: A semideusa consegue invocar para o campo uma quantidade de nevoa razoável. Ao envolver o inimigo com essa nevoa, ode confundi-lo obre sua localização. Isso também pode ser usado para que a feiticeira se esconda em meio a névoa.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Dura apenas dois turnos

Nome do poder: Chamas de Energia
Descrição: A feiticeira pode concentrar parte da energia magica nas palmas de suas mãos, formando esferas ou chamas de energia branca. As chamas se assemelham ao fogo comum, e causam uma ardência consideravelmente semelhante, porém, também sugam energia natural, podendo causar um estrago considerável.
Gasto de Mp: 15 MP por bola de energia
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 20 HP por bola de energia
Extra: Nenhum

Nome do poder: Telecinese II
Descrição: Seu dom começa a desenvolver-se melhor e seu personagem já tem mais controle sobre ele, agora é capaz de levantar objetos mais pesados como armas de bronze e ferro, mesas e cadeiras e até mesmo animais menores e o corpo de uma criança.
Gasto de Mp: 25 MP por turno usado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O dano é contabilizado de acordo com o uso da telecinese, pois pode ser uma habilidade ofensiva ou defensiva.
 


Notes: Staten Island  ❥ Tagged: Feiticeiras  ❥ Words: Nova Iorque ❥ Vestindo: Pijama da Peppa Pig
Thanks @ Lilah CG
avatar
Louise S. Mitchell
Feiticeiras de Circe
Feiticeiras de Circe

Mensagens : 130

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: CCFY - Lola Mitchell [Surviving the Trials]

Mensagem por Marte em Qui Maio 17, 2018 12:38 pm


Louise S. Mitchell



Método de Avaliação


Valores máximos que podem ser obtidos
Máximo de XP da missão: 6.000 XP

Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 40%
Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 20%


Pontuação obtida


Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 28%
Comentários:

Vamos começar por esta parte, pois é o principal tópico de sua avaliação nesta primeira etapa para a liderança das Feiticeiras de Circe. Sua escrita é fluida é bem construída, de modo que a leitura não se torna exaustiva e é fácil acompanhar a ordem dos acontecimentos. Algumas coisas podem ser aprimoradas para tornar seu texto mais requintado, como a construção de frases e uso correto de advérbios de ligação, mas de modo geral é um texto bom de se ler. Mas, considerando que ortografia e gramática são os principais pontos avaliados neste momento, acredito que faltou uma revisão atenta sobre os erros cometidos, pois mesmo que usemos Word ou Google Docs, o corretor ortográfico não é capaz de identificar certos erros para ajudá-la a corrigir, sendo necessário uma releitura minuciosa para consertá-los. Vou inicialmente citar erros gerais e, a seguir, usar exemplos em seu texto para demonstrar.

• O que eu quero dizer com "aprimoramento de sua escrita" contém um exemplo logo na primeira frase da CCFY, com uso de adjetivos redundantes.
A ilha encontrava-se em pleno burburinho, muitas feiticeiras nervosas encontravam-se eufóricas.

• Outro ponto que é importante aprimorar é o uso correto de advérbios, pois o uso errado causa um estrahamento quando lemos. Quando estes erros ocorrem eventualmente, são toleráveis, mas eles acontecem com frequência no seu texto.
O plano não era falho, mas continha alguns riscos relevantes e mesmo que não tenha dito aquilo, nem todas voltariam para a ilha e isso por certo lado a colocava em prova colocava à prova e medo.
Ele sacou um machado nas costas e correu também na sua direção. (Dizer que ele sacou nas costas significa dizer que as costas foram o alvo; dizer que ele sacou das costas significa dizer que a arma estava nas costas dele)

• Alguns trechos me deixaram realmente sem conseguir entender o que você quis dizer e imaginar a cena do modo como ocorreu. No exemplo abaixo, eu conseguiria entender um corrimão sendo utilizado para descer, sentando-se sobre ele e deslizando para abaixo, mas não consigo imaginar ele sendo utilizado em uma subida. Será que você não quis dizer rampa?
Louise subiu no corrimão e entrou no transporte.

• Em outros momentos, o que ocorreu foi a falta de revisão mesmo.
Algumas tentavam tampava os ouvidos.
Não podemos chamar a atenção, entenderão? entenderam?
A atenção das duas virou para onde a filha de Afrodite se escondia e elas sussurravam alguma coisa, mas, porém algo a atraiu para o outro lado. (Essas duas palavras são sinônimas. Não há razão para repetí-las)

• Há vários erros de concordância verbal também.
Era estranho demais e os pelos do seu braço de eriçava se eriçavam a cada passo.
Precisou pular três vezes seguida seguidas para fugir dos chifres,
O corpo foi arremessada (arremesado) abaixo
As feiticeiras haviam uma cuidada (cuidado) da outra
O enorme SPA que abrigava a rainha das feiticeiras e algumas novas pessoas que havia chego haviam chegado.

► Não cobramos perfeição nos textos, pois ninguém precisa ser um escritor profissional aqui, mas acredito que você pode melhorar nesses pontos e escrever de uma forma muito melhor. Como dito anteriormente, a primeira parte do teste serve justamente para avaliar sua escrita, pois você deverá ser um exemplo para as demais feiticeiras, por isso há mais rigor neste momento.


Realidade de postagem + Ações realizadas: 20%
Comentários:

• Tive a impressão que sua personagem aceitou com muita facilidade o fato de liderar uma missão em nome de Circe, sabendo das dificuldades que iria encontrar pelo caminho. Enquanto as demais feiticeiras estavam ansiosas com aquilo, você descreve sua personagem estando calma. Senti falta de você explicar um pouco mais a razão disto, o motivo por trás da facilidade que Louise demonstrou ter ao liderar a missão.

• Num pequeno momento, captei uma incoerência de proporcionalidade no seu combate. Sua personagem não tem poderes passivos que lhe dêem força o suficiente para deter um golpe de um minotauro, ainda mais considerando que ele estava usando um machado e você uma adaga - armas que também possuem proporção e peso diferentes. Na minha interpretação, sua personagem teria sido golpeada com gravidade aqui:
Ela bloqueou por pouco com a sua adaga o ataque, sentindo o encontro dos metais.

• Outra dúvida que tive foi sobre a utilização do navio para irem até o local da missão, considerando o fato de feiticeiras terem a capacidade de produzirem portais para se transportarem de um local para outro com facilidade. Você não tinha pensado nisso ou preferiu usar o transporte marítimo? Por quê?

• Como é de seu conhecimento, a Ilha de Circe está no Mar de Monstros, que fica no que os humanos conhecem como Triângulo das Bermudas. O Triângulo das Bermudas é um espaço entre as ilhas Bermudas, a Flórida e Porto Rico, ou seja, bem ao sul dos Estados Unidos, muito distante de Nova Iorque, onde ocorre sua missão. Seria impossível se deslocar tão rapidamente de barco por esse espaço imenso, pois até mesmo os vôos levam mais de 6 horas entre os dois pontos (veja essa imagem). Então, pela distância que seria necessário percorrer, você enfrentaria muitos outros perigos além das sereias, além do tempo necessário para o translado.

Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 20%
Comentários:

Embora simples, a sua missão conteve um contexto criativo e sua personagem passou por desafios para obter êxito em sua tarefa, de modo que não houveram decréscimos neste critério.

RECOMPENSAS: 4.080 XP e dracmas

De acordo com a avaliação de Marte e Macária, Louise não obteve pontuação suficiente para seguir para a segunda etapa do teste. Poderá tentar novamente, caso deseje.




"Eu sou o deus de Roma, criança. Eu sou o deus da força militar usada para uma causa justa. Eu protejo as legiões. Eu fico feliz em esmagar meus inimigos sob meus pés, mas eu não luto sem razão. Eu não quero guerra sem fim."

Marte Ultor


by @Ronny
avatar
Marte
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Mensagens : 318

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: CCFY - Lola Mitchell [Surviving the Trials]

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum