The Blood of Olympus
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[MISSÃO FIXA] --Escolta dos Senadores - Joshua R. Waynne

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[MISSÃO FIXA] --Escolta dos Senadores - Joshua R. Waynne

Mensagem por Joshua R. Waynne em Qua Abr 11, 2018 4:10 am

O comboio estava formando na frente de Nova Roma, com dois senadores bem importantes para cidade semidivina e dois semideuses que fariam a escolta comigo. Uma das lideranças romanas era a Charlotte, garota baixa com nariz empinado, cabelos ruivos soltos sobre os ombros e um jeans chique com camiseta de mangas curtas branca com borboletas decorando o frontal, além do Owen, que era mais alto e esbelto como um atleta de maratona, com cabelos negros cortados rente ao couro cabeludo e uma pasta que parecia guardar documentos importantes.

Na escolta estava eu, usando um casaco preto sobre uma camisa cinza, cobrindo minha cintura, meu relógio e uma faca bem escondida, além do jeans comum e sapatos de corrida preto. Carter e Janet estavam comigo, ambos da II Coorte, só que a menina estava com uma besta de repetição pequena para dar vantagem a distância, ao passo que o garoto guardava uma espada retrátil num isqueiro para qualquer eventual briga.

Sinceramente fazer a proteção dos senadores não era algo fácil e agradável, muita gente não concordava com as decisões tomadas por aquelas figuras políticas e eu era um dos soldados clássicos que deixava os assuntos burocráticos para os que tivessem disposição. Acabei tendo a responsabilidade de liderar aquela atividade, então com educação fui até a Charlotte e perguntei:
- Que assunto vão tratar em São Francisco?
- Isso não é da sua conta, garoto. Você deve me proteger e pronto. - Bradou a garota, dando passadas metidas para frente, ao passo que o Owen parou ao meu lado.
- Desculpe a ignorância dela. Vamos à cidade, no mercado central para tratar o fornecimento de alimentos e outros produtos a Nova Roma. Obrigado por nos protegerem hoje.
- Estamos aqui para servir aos romanos. - Falei no tom mais sereno que pude, já que por dentro eu estava queimando de raiva daquela baixinha metida.

Tomamos um veículo particular fora do Túnel Caldecott, com direção do Carter, eu no banco do carona e a Janet no banco de trás com os senadores.

O trajeto não durou tantos minutos, os políticos conversavam algo baixo para que não pudéssemos ouvir, a não ser que tivéssemos nossa atenção voltada a eles, todavia eu estava de olho na estrada e em todas as paradas por sinais que fazíamos, era uma pressão enorme cuidar desse casal de burocratas. Não sei o motivo, mas eu realmente respeito os moradores de Nova Roma, até porque muitos já foram legionários e soldados que serviram um dia e agora formaram uma família. Talvez seja meu sangue de batalha que ardia e indicava que os senadores eram só mauricinhos e patricinhas que falavam de forma filosófica e não pegavam no duro para resolver nada, talvez eu seja preconceituoso, só que aqueles dois não ajudavam sua classe.

Quando chegamos ao mercado, o casal ficou no meio do comboio, com a Janet totalmente atenta às movimentações no fundo do grupo e com a mão por dentro de seu casaco, Carter caminhando a frente e desbravando tudo com seus olhos atentos, ao passo que eu seguia ao lado dos dois. Até que durante uma hora de negociações, acertos dos senadores com inúmeros mercadores, nenhuma ameaça surgiu, nem mesmo um monstro veio, atraído pelo aroma semidivino, o que parecia ser uma fortuna incomparável para mim.

Ao retornarmos para o carro, abri a porta para entrada dos senadores quando um grupo de salteadores partiu para cima. Havia cinco deles, com os rostos cobertos por máscaras ninjas que revelavam apenas os olhos, só que o armamento deles denunciava que eram semideuses. Como esperado daqueles políticos, diferente dos senadores que um dia foram legionários bem treinados, tentaram correr desesperados para o carro enquanto a escolta se vira.

Charlotte estava mais perto de mim, assim como um cara corpulento armado de uma lança longa com ponta triangular feita de Ouro Imperial pelo brilho e cor. De mãos vazias eu não tinha um ataque eficaz, o alcance da minha faca era curto em relação a arma do inimigo, infelizmente eu tive de me preparar para uma situação de descrição que não me ajudava numa luta direta. Ativei meu relógio, que delineou uma armadura dourada e resistente ao redor do meu corpo, pelo menos uma proteção extra ao combate que viria.
- Você está sendo tolo em me enfrentar. - Comentei, mantendo meus olhos diretos no adversário. Era uma habilidade de controle emocional, podia aumentar o ódio dele por alguém.
- Não sou tolo, eu preciso acabar com a raça dessa senadora insolente. - Falou o inimigo que aparentava ser mais forte, só que cheio de ódio ele agiu por impulso, no golpe mais tolo e previsível.

O rapaz espetou com sua lança de quase dois metros na direção da Charlotte, quem apenas curvou o corpo sem uma resposta sensata ao golpe. Meu corpo respondia perfeitamente ao meu plano de combate, os reflexos aprimorados deram mais velocidade ao meu gesto. Avancei com o meu pulso direito, protegido pela couraça metálica de minha armadura, batendo contra a haste da arma do adversário e fazendo com que ela colidisse contra a carroceria do carro. O grandão tentou se recuperar, só que estava com a guarda aberta e desequilibrado, permitindo que eu atacasse.

Bati com meu cotovelo com força contra a face do grandalhão, fazendo com que seus olhos se fechassem com a dor de provavelmente ter um nariz quebrado. Sua reação natural e recolher as mãos para proteger o rosto, então apliquei uma joelhada com toda força contra seu estômago, fazendo o expelir o ar e cair sobre seus joelhos sem entender o que fazer, apenas para ser nocauteado com um soco bem dado no seu queixo.

Olhei sobre os ombros para ver o cenário de batalha. Um dos vândalos estava caído no chão com um dardo contra o corpo, afetado pelo sonífero da arma da Janet, que era filha do deus do sono e havia enfeitiçado suas pequenas flechas para colocar pra tirar uma soneca seus alvos. A legionária se aproximou da Charlotte, ao passo que Charles combatia ferozmente outro mascarado que manejava uma espada, só que outro cara chegava para surpreender meu amigo.

Sabendo que a Janet poderia dar conta do último adversário, meio desnorteado do que fazer, acelerei minha passada e saltei sobre o capô do carro, deslizando pelo metal polido e colidindo com força contra o encapuzado. O garoto caiu contra o chão, mas girou facilmente e ficou de pé com sua espada curta. Pareceu ser melhor preparado para uma luta de curto alcance, por isso saque minha faca e deixei cair na mão esquerda, agradecendo minha mãe por me fazer ambidestro.
- Pode vir, garotão. - Falei, chamando o oponente para a luta, querendo o não a vontade de brigar estava no meu sangue, eu gostava do suor respingando no meu corpo, adrenalina correndo no meu sangue, batimento e respiração acelerado. Muitos gostam de ouvir música ou comer chocolate, eu adorava bater em alguém que merece.

O agressor estocou com sua espada, por isso usei o bracelete de minha armadura para guiar a lâmina adversária para longe de mim, fazendo com que os metais retinissem. Como minha mão livre foi a direita eu não pude atacar com a faca, por isso tentei um pisão contra o estômago do adversário, que andou para trás corretamente e descreveu um arco com sua espada.

Defendi-me com minha faca, só que a força de ataque da espada era maior, logo o inimigo ganhou terreno e me desequilibrou, tendo brecha para um corte diagonal que me feriu na brecha entre o peitoral e o bracelete da minha arma. O talho ardeu, podia sentir o líquido viscoso manchar minha camisa e tingir de rubro, só que um sorriso irônico surgiu nos meus lábios naturalmente.
- Cara… É só isso que pode fazer? - Questionei, usando minha indução de ódio contra o lutador.
- Vou te mostrar o que posso fazer, babaca. - Respondeu meu adversário caindo na pilha.

O ódio faz a pessoa ter mais força, só que agir por impulso e de forma desordenada, então ele atacou no movimento que deu certo, forçou um novo corte diagonal, só que dessa vez fui astuto. Cruzei meus braços e sua espada bateu com força contra o X formado pelos meus braceletes, com isso ele ficou com a cintura desprotegida. Abaixei meu corpo rapidamente, sendo uma surpresa para o encapuzado, quem não soube como reagir.  Joguei o corpo dele contra o chão o segurando pela cintura num golpe de luta greco-romana.

O meu inimigo caiu com força com as costas contra o chão, permitindo que eu montasse sobre seu abdome e golpeasse com brutalidade, usando meu cotovelo e abrindo a guarda pífia dele. Meu braço entrou contra o seu rosto e repeti socos até que ele perdeu a consciência com o trauma contra a cabeça. Levantei para analisar o resto da equipe e vi que todos conseguiram se livrar dos oponentes.
- Carter, pega a corda no porta-mala e amarre os cinco. Eu e a Janet vamos ficar aqui com eles, você leva os senadores para o acampamento e volte com outros. Vamos levar esses caras e interrogar quem os fez agir dessa forma contra uma autoridade romana.
- Muito obrigado por nos salvarem. - Falou o Owen, aparentemente mais tranquilo com aquele ataque todo e bem grato. - Com certeza serão recompensados por tudo isso.
- Fizemos nossa obrigação, agora vão.

Os dois entraram no carro e partiram, enquanto eu e a Janet prendíamos os cinco engraçadinhos que por pouco estragaram minha missão de escolta. Mesmo com o corte e um pouco dolorido dos movimentos, dei até sorte no combate e provavelmente poderei fazer esta escolta de uma próxima vez, não posso negar que foi divertido.

habilidade passiva:
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum


Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Hipercinese I
Descrição:  A hipercinesia é o controle completo e sincronizado da mente e o músculo. Em pessoas comuns há uma pequena quantidade de tempo entre o pensar e o agir. Os semideuses filhos de Belona possuem esse tempo bastante reduzido e, com o tempo, praticamente nulo. Graças a isso, sua mente e corpo tornam-se mais afiados e verdadeiras armas. O equilíbrio, a coordenação motora e os reflexos tornam-se cada vez mais perfeitos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em equilíbrio, coordenação motora e reflexos.
Dano: Nenhum
poder ativo:
Nível 7
Nome do poder: Odikinesis II
Descrição: O campo de batalha e as suas sensações tornaram-se mais familiares para a prole da deusa romana. Assim, também tornou-se ainda mais fácil manipular as emoções das vítimas. Agora, não é preciso ter contato físico ou sustentar o olhar para que a habilidade funcione, basta estarem em um raio de cinco metros do filho de Belona.
Gasto de Mp: 10MP (por turno ativo)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue afetar apenas três pessoas por vez.
itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Queridinha de Apolo [Um relógio de aparência completamente comum e que funciona de acordo com o horário do local onde o semideus se encontra, se ajustando ao fuso dos locais (não funciona no mundo inferior ou tártaro), porém ao ser ativado o mesmo se expande e se transforma em uma armadura completa que se ajusta ao corpo do semideus em questão. | Efeito 1: Tal armadura, caso utilizada em batalhas onde tenha sol (naturalmente precisando ser durante o dia ou na influência de algum poder que faça o dia ser instalado) irá emitir um brilho que pode deixar seus inimigos com dificuldades para enxergar, mas óculos escuros podem ser bastante efetivos contra tal brilho. | Efeito 2: A mesma se transforma em um relógio funcional. | Bronze Celestial. |Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
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Joshua R. Waynne
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Re: [MISSÃO FIXA] --Escolta dos Senadores - Joshua R. Waynne

Mensagem por Marte em Sab Abr 14, 2018 8:05 pm

Avaliação:

A fim de facilitar minha avaliação e o seu aperfeiçoamento, seguem os meus critérios para avaliação e o máximo que pode ser atingido. Lembrando que, nesta missão fixa, o máximo que pode receber é 1.000 XP e 700 dracmas.

Coerência das ações com a missão – 50%
Ortografia e gramática – 30%
Criatividade – 20%

Desempenho na missão:

Coerência – 40%
Ortografia e gramática – 17%
Criatividade – 5%
Total: 620 XP e 435 dracmas.

Observações:

• Coerência: Acredito que seu entendimento sobre os senadores romanos possa estar afetado pelo modo como a política funciona atualmente. Mas, no caso dos políticos de Nova Roma, eles foram os legionários mais aptos que já frequentaram o Acampamento Júpiter. Alguns foram centuriões ou tiveram outros cargos importantes no acampamento, até que a aposentadoria chegou e eles foram convidados a continuar trabalhando em prol de Roma como senadores ou escolheram essa carreira por conta própria. A maioria já tem uma idade mais avançada, mas se mantém no cargo pela experiência que acumulam. No caso desta missão, senadores mais jovens e recém aposentados do acampamento lidariam com extrema facilidade com a situação de ir para o mundo exterior sozinhos, devido ao treinamento recebido e exímias habilidades. Aos legionários, restam escoltar os políticos de idade mais avançada que não têm mais a mesma capacidade física para lutar.

• Ortografia: Você cometeu alguns erros de acentuação, pontuação e digitação que puderam ser relevados, mas não ignorados. Alguns exemplos: você chamou os saqueadores de "salteadores" (atletas que saltam??); em outro trecho, você errou o nome de sua NPC, o que me fez ficar alguns segundos me perguntando "Mas quem é Charles? Ah, era pra ser Charlotte". Também sugiro que tente cultivar o hábito de escrever com mais frequência, para que possa aprimorar seus textos e torná-los mais interessantes e atrativos.

• Criatividade: Sua história ficou no 'lugar-comum', ficou muito parecido com algo que qualquer outro player poderia enfrentar nessa missão. Não foi possível sentir a essência de seu personagem nesta missão, sua personalidade ficou comum à grande maioria dos romanos, nada da trama pessoal foi explorada. Traga mais de você mesmo para os posts, seu personagem é único e merece ser retratado como tal.



"Eu sou o deus de Roma, criança. Eu sou o deus da força militar usada para uma causa justa. Eu protejo as legiões. Eu fico feliz em esmagar meus inimigos sob meus pés, mas eu não luto sem razão. Eu não quero guerra sem fim."

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