The Blood of Olympus
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[Missão narrada] Pan lives inside us - Guilherme R. Mckinnon

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Mensagem por Nox em Sab Mar 31, 2018 9:28 pm





Pan lives inside us


Lauro Trevisan escreveu:
Não há força mais poderosa no mundo do que uma ideia incendiada pela fé.


Rumores... São coisas perigosas, principalmente quando mexem com a crença de alguém, tirando-o do eixo em que segue. Foi o que ocorreu com o pequeno Chanin, um sátiro jovem que ainda se recusava a aceitar a morte de Pan.

A civilização não poderia ter destruído tudo daquela forma, devia haver algum lugar... alguma forma... e foi buscando seu fio de esperança que ouviu rumores de que alguns semideuses haviam encontrado Pan em meio à mata amazônica.

Mesmo sem ter nenhuma grande habilidade em combate, a fé o cegara... era apenas uma criança, uma criança que esperava encontrar um deus que lhe guiasse e amasse. Sem pensar muito, conseguira o que precisava com os filhos de Mercúrio e agora faltavam poucos preparativos...

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Guilherme estava sonolento, naquela madrugada... nada acontecia no posto onde costumava ficar, próximo ao pequeno Tibre, um ou outro semideus passava para uma noite com as ninfas, mas nada que um legionário devesse meter os bigodes.

Foi quando uma pequena luzinha chamou a atenção do rapaz, um lampião acobreado era carregado por uma bolinha peluda, um fauno de não mais que 6 primaveras. Encrenqueiros e bagunceiros cada dia mais cedo... poderia ter pensado o filho de Marte, mas Chanin não era o estereótipo de fauno romano, mas um típico buscador grego.

Provavelmente estava a tentar escapar, mas o legionário não podia permitir a saída da criança e por isso se aproximou. Quando chegou próximo, viu a criança arregaçar os olhos por ter sido pega no flagra... o sátiro esticou um pontinho preto que tinha em mãos, e sacudiu-o até que formasse um buraco grande o suficiente para a passagem de um fauno adulto.

Imediatamente, com suas perninhas de bode, saltou para dentro do buraco, sumindo em frente aos olhos de Guilherme enquanto o buraco começava a reduzir seu tamanho.

O que o legionário faria a seguir?

Missão:

• Um incidente ocorreu na sua ronda. O que fará quanto a isso?


• Sinta-se livre para interpretar a sua personagem e o NPC, e tomar as decisões a partir do enredo que eu for propondo.

• Nosso prazo é de 72h. Mas vou fazer o que estiver ao meu alcance para postar o mais rápido possível e não deixar nossa história cansativa.

• As vezes as informações ficarão quebradas para que seu personagem investigue e tome decisões como agora, não tenha medo de arriscar e usar sua criatividade na missão.

• Dúvidas? MP.







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Mensagem por Guilherme R. Mckinnon em Seg Abr 02, 2018 10:55 pm

Bora-la
Reborn
 


Naquela noite quente, como qualquer outra após meu retorno a legião, havia sido convocado a vigília, adorava aquele posto, a beira do Tibre, ao longe dava para ver as estrelas, para um filho da guerra, sempre fui sentimental e naquele mesmo lugar dois anos atrás minha irmã havia sido elevada aos céus, pelo menos era oque eu esperava, não a imaginaria no submundo, uma constelação, talvez uma estrela, quem sabe.




Já era tarde, a noite, junto com o orvalho noturno, caia sobre o acampamento, ultimamente mais vazio que o de costume, os grilos já cantavam e o zunido das cigarras já se fazia presente, aquele som nostálgico me remetia a toca do lobo onde minha vida começara, lembro do cheiro, do barulho e da chuva que parecia nunca cessar, tudo ultimamente me levava ao passado, até os sonhos, que nunca são sonhos, em meu sono, um filme eterno, meu braço sendo decepado, a vida de um legionário...




Me encontrava estirado sobre a cadeira me equilibrando sobre os dois pés traseiros da mesma, a pernas de madeira estalavam baixo enquanto eu as levemente os balançava, o cheiro da água adentrava entre minhas narinas e me fazia lembrar da época com minha mãe, o som da agua corrente me acalmava me levando a sonolência, tudo me remetia ao tempo mais tranquilo em que os abraços eram quentes, nesta fuga de memória, que me fez despertar, foi quando estiquei meu braço direito, que tapou a lua a frente do meu rosto, seu brilho metálico me fazia lembrar da época que ele ainda era de carne, mas o bronze grego combinava comigo, e enquanto o esticava cada vertebra da minha coluna voltava a seu lugar em uma rajada de estalos secos, naquele turbilhão de coisas que estava inserido, aquele som de ossos não sendo quebrados até acalmava, a seita estava lá nos caçando, não fazíamos nada além de nos proteger atrás de nossas muralhas e esperar, não gostava disso, nem um pouco.




Minhas pálpebras pesavam mais e mais, meus sentidos adormeciam, meu corpo afrouxava, minha mente viajava, mas ainda assim sentia a presença dos campistas que por ali passavam para ver as ninfas, mas algo estava diferente do de costume, nenhum semideus era burro de levar um lampião, a luz era forte, chamava atenção desnecessária, isso me fez prestar atenção, aquele ponto estava baixo e parecia dar pequenos pulos ao caminhar, sentei-me e observei, era pequeno... peludo, um fauno, e muito novo, ele não tinha esta permissão e nenhum fauno saia das fronteiras, preguiçosos de mais...




Em minha mente algo não fazia sentido, oque um fauno faria fora da zona urbana, avancei na espreita em direção a pequena figura, minhas fardas, alinhadas e limpas como de costume me faziam, sumir na noite, como uma sombra surgi atrás do pequeno, o reconheci, era a pequena encrenca encarnada em um corpo, aquele fauno era um buscador, Chanin, a pedra em meu sapato e com o tom um tanto que agressivo disse. – Chanin, o que faz aqui? Você sabe das reg...-. O fauno pulou no nada e simplesmente sumiu em um buraco que não estava ali antes, estava na hora de agir e sem pensar pulei junto, não vi nada apenas a escuridão, oque estava acontecendo? Chanin dava problemas desde seu nascimento, mas fugir por que? Estava na hora de por essa bola de pelos de bode em seu lugar


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Mensagem por Nox em Ter Abr 03, 2018 1:24 am





Pan lives inside us

Assim que atravessou o buraco, Guilherme viu-se completamente despreparado para estar no meio de uma floresta tropical, gelada e úmida, entre os zumbidos de animais e insetos. Não é necessário dizer que o buraco desapareceu completamente, é? A escuridão era tamanha que ele mal conseguia ver um palmo à frente de seu nariz, mas os estranhos ruídos eram assustadores e a sensação era uma só: A qualquer segundo algo com fome iria aparecer para terminar de desmembrar o pobre.

Mesmo sendo um imponente filho de Marte, o garoto poderia se entregar ao medo e ao instinto de sobrevivência primitivo, mas o pequeno Fauno não se abalara. Havia uma ideia fixa na cabeça do pequenino que seguia em frente com seu lampião.

Se ficasse parado, perderia a única fonte de luz, portanto era sensato que o legionário seguisse o pequeno. Se o fizesse, perceberia que assim que encontrasse um lugar plano  e escondido o suficiente, o menininho abriria uma barraquinha – das que eram vendidas em lojas de Nova Roma – e rapidamente entraria para o local confortável.

Se o seguisse, o legionário encontraria uma sala confortável com sofá, tapete felpudo e uma lareira. Na lareira de tijolos vários desenhos de sátiros (com a qualidade de uma produção de uma criança de seis anos) estavam colados de forma dispersa.

Com uma das pinturas na mão, o menino conversava absorto, acreditando estar só.

- Eu consegui chegar na floresta, pai! Eu sei que você nem liga porque deve estar bêbado em algum lugar de Nova Roma... espero que não vomite em Términus de novo! – Fez uma careta. – Eu estou indo encontrar Pan, se resgatarmos o deus, talvez todos os faunos recuperem sua nobre função, como os sátiros que ouvi falar no acampamento grego! Ouvi dizer que preciso seguir meu coração e, também, a flor sagrada de Pan.

A criança ajeitou o desenho mal feito, colocando-o de pé, escorado à lareira, tomou para si outro desenho com o que parecia ser uma flor, mas poderia ser facilmente confundido com um sino.


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- Essa aqui! Mas isso só acontecerá pela manhã, no primeiro raio do sol, a trilha das flores revelará a verdade!

Missão:

• Você está preso com o Chanin em meio à mata amazônica, interaja com ele, colete informações que queira ou capture-o de volta ao acampamento, ensinando uma boa lição para o mocinho, essa decisão é sua, ou pode fazer uma terceira coisa.

• Como foi pego desprevenido, poderá ter o máximo de 3 itens em missão, itens que estariam contigo na ronda.

• Sinta-se livre para interpretar a sua personagem e o NPC, e tomar as decisões a partir do enredo que eu for propondo.

• Nosso prazo é de 72h. Mas vou fazer o que estiver ao meu alcance para postar o mais rápido possível e não deixar nossa história cansativa.

• As vezes as informações ficarão quebradas para que seu personagem investigue e tome decisões como agora, não tenha medo de arriscar e usar sua criatividade na missão.

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Mensagem por Guilherme R. Mckinnon em Qua Abr 04, 2018 10:18 pm

Bora-la
Reborn
 
 
 
Boquiaberto vacilei por um segundo, o passo dado em falso me fez estremecer, os olhos que sobre meu olhar antes estavam azuis possuíam agora um brilho avermelhado, como se dentro das esferas cinzar duas chamas queimassem em fogo perpetuo, os olhos de Marte, mas ao executar minha raiva o pequeno já caminhava para longe.
 
Avancei aos calcanhares de Chanin, gritava com o mesmo, mas aparentemente meu esforço em o fazer escutar não fazia efeito, o pequeno então parou, o silencio da noite foi interrompido pelo barulho deste armar uma pequena tenda romana, ao adentrar, o cheiro de aconchego italiano se fazia presente, me lembrava o apartamento que eu estava de olho em Nova Roma.
 
- Chanin, o que fazemos aqui? Você sabe onde estamos pelo menos? -. Perguntei ao me movimentar pela sala, para avaliar oque, eu possuía, meus pecados, meu escudo e minha couraça, como eu gostaria de poder invocar Loke, mas isso não era para agora.
 
a preocupação era outra, estávamos em algum lugar perigoso, o fauno nos metera em uma grande encrenca, nos tiraria ali com vida, ou pelo menos ele sairia, jovem porem sem jeito, o pequeno encrenqueiro lembrava a mim, anos atrás quem dava problemas era o filho de marte, a criança que só não matava ninguém por que não dava tempo, poderia ser um irmão mais novo ou um tutor como meu padrinho fora para mim, eu amadureci graças a ele, poderia ajudar Chanin como fizeram por mim no passado.
 
Minha mente estava uma confusão, não sabia se matava o fauno ou o ajudava seja lá no que for, estava na hora de me posicionar em relação aos acontecimentos e marcar foco ao verdadeiro objetivo de tudo
 
 
parei enquanto fixava Chanin no olhar, avancei em direção ao pequeno me ajoelhando, estava irritado, mas ele era apenas uma criança, um filhote desajeitado, encrenqueiro, destruidor, irritante, mas era apenas infantil. – Qual é o plano? Oque viemos procurar, não tenho escolha se não ajudar você ou melhor seu pai sabe que você está no meio de algum lugar?
 
 
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Mensagem por Nox em Qui Abr 05, 2018 5:38 am





Pan lives inside us
O pequeno channin assustou-se quando deu-se de conta do jovem guerreiro em sua tenda. Parecia estar completamente alheio ao mundo, pensando estar só em sua empreitada. Com os olhos arregalados, mal piscava até ouvir que o legionário estaria ali para somar e não para arrastá-lo de volta.

Ele repetiu ao legionário a história da flor e falou que no primeiro raiar do sol, as flores eram iluminadas e tocavam uma melodia suave e aquilo não durava mais que um minuto, portanto não podiam estar desatentos. E assim como fora explicado, aconteceu, pequenas flores vermelhas eram iluminadas pelo sol, nos primeiros raios da manhã.

Claro que se manter acordado, entre um ou outro cochilo, não havia sido fácil, mas a cena do sol brilhando, o orvalho e o frio úmido da relva era fantástico, o som glorioso das plantas era de embasbacar. Você que provavelmente nem acreditava na história do pequeno, mal poderia crer e sentiu-se renovar pela esperança no jovem fauno que começou a seguir o som e as flores sem nenhum receio, tendo desarmado a barraca em um pequeno cubo que carregava nas mãozinhas.

Mais atrás, em relação à criaturinha, você poderia - se estivesse atento - perceber um estranho barulho entre as plantas, próximo à trilha de flores que já haviam parado de tocar, mas permaneciam brilhando sob o sol. Um estranho barulho, ameaçador e grave acompanhou o som de folhas quebrando-se, mas Channin seguia alheio ao mundo em sua volta, aproximando-se do som.

O filho de Marte teria muito pouco tempo para decidir o que fazer contra seu inimigo desconhecido...
Missão:

• Algo está se movendo entre as moitas, o que fará? Atacar ou defender-se sem saber do que se trata?

• O perigo imediato está próximo de Channin, o que fará, irá salvá-lo ou melhor não arriscar a pele?

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Mensagem por Guilherme R. Mckinnon em Seg Abr 09, 2018 9:08 pm

Bora-la
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Por um segundo me senti leve, o som de cigarras, me embalavam naquela imensidão branca, então o vente quente e salgado trazido pelo mar chocava se com minha pele, tudo era familiar, mas como eu havia chegado ali? Já faziam 9 anos desde a ultima visita aquele lugar, tudo parecia igual, o velho chalé sobre as dunas brancas, meus avós brigando na sacada, um gritando em Cherokee e outro em italiano, minha mãe sofrera muito na infância, nunca sabia qual língua falar, meu sangue  mestiço, tem tantas etnias gravadas nele que nem sei, minha avó, era filha de um italiano e uma Tailandesa, meu avô, filho de uma índia Cherokee e de um nobre inglês, mas por que eu estava sonhando com eles?

Ao fundo voltei a ouvir minha vó, ela me chamava, tínhamos uma visita, um velho amigo de meu avô, um homem baixo de cabelos encaracolados, tinha o olhar cansado, tossia muito, parecia estar doente, meu avô o chamava de bode sujo, o homem parecia não se importar, foi naquele dia que meu corvo nasceu, Loke furou a casca do ovo a presença daquele homem...

Quando despertei de meu pequeno deslize de atenção, Chanin estava a sair por entre a porta da tenda, imediatamente me levantei, em um pulo me vesti, sempre carregava um kit de roupas, calça militar camuflada, coturno, camiseta do acampamento e duas laminas de 60 cm em repouso dentro de suas bainhas nas minhas costas, vestes perfeitas para andar em mata fechada, mas o velho sonho se mantinha a circundar minha mente com aquela musica chata do comercial de pasta de dente ou de manteiga, sabe aquele slongan sem graça do tipo “faça sua barriga feliz” ou “Sorria para o mundo”.

Mas sem pensar em higiene naquele momento sai para fora da tenda, a cara de sono que eu tinha parecia não ter efeito no fauno, ainda acho que ele é grego...

A luz baixa da lua começava a desaparecer dando lugar a bela arvorada do novo dia, as gotículas de agua do sereno noturno encharcavam a grama verde e nova, o cheiro daquele lugar me trazia grande euforia, enquanto um calafrio subia da base até o topo de minha coluna como um choque, eu senti a  presença do sol, dos animais.
Aquelas flores brilhavam e emitiam um som belo, o som da natureza, não sei como explicar.. mas de alguma forma, me sentia vigiado, como se dentre uma das moitas algo estava à espreita.

- Chanin, esconda-se, EI SEJA LA OQUE APAREÇA, VAMOS VER OQUE É CAPAZ DE FAZER- disse ao movimentar minhas mãos em um aceno fazendo minhas laminas pularem para minhas mãos.

 
 
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Mensagem por Nox em Ter Abr 10, 2018 7:41 pm





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Bem, estando na amazônia, não é nada demais esperar que algum bicho venha te devorar, não é mesmo? O aviso do filho de Marte não fora rápido ou assustador o bastante para impedir que a onça saltasse da moita para cima do pequeno sátiro.

A criaturinha tentara escapar, mas fora abocanhada por uma de suas perninhas de bode... Dizem que carne humana não é muito saborosa, seria a de sátiro agradável?

A onça rosnava na direção do Filho de Marte, tentando proteger a sua presa.

[Missão narrada] Pan lives inside us - Guilherme R. Mckinnon Onca-pintada-morta-juquia-cacadores-vale-do-ribeira-fazenda-sao-judas-crime-ambiental

Onça pintada comum

Habilidades passivas

• Agilidade
• Faro aguçado
• Conhecimento do terreno
• Escalada
• Visão aguçada

Habilidades ativas

• Garras → -40 HP por golpe efetivo.
• Dentes afiados → -80 por mordida.

Status dos adversários:

Guilherme R. Mckinnon

HP : 270/270
MP : 270/270

Channin

HP : 90/170
MP : 170/170

Onça Pintada

HP : 200/200
MP : 200/200

Missão:

• Ops... Acho que Chanin está em apuros, salvá-lo ou fazer a egípcia e seguir o caminho das flores?

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Mensagem por Guilherme R. Mckinnon em Qui Abr 12, 2018 9:48 pm

Bora-la
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 Dizem que animas sentem mais medo de nós do que nós deles, estava na hora de comprovar essa tese.

Meu coração simplesmente parou de bater com aquela cena, nossa uma onça ... comendo um fauno, nunca imaginei isso ... por marte a natureza está louca ultimamente, mas meu treinamento explicava tudo, eu me sairia bem, como diabos se tira um bode da boca de uma onça, mas por uma fração de segundo me vi em Chanin, ele estava com a mesma cara que eu quando perdi meu braço, não o deixaria passar pelo mesmo.

- Ei Felino, você sabe quem sou, Filho de Marte... ESSE FAUNO É MEU!

Meu coração voltou a bater, senti meu braço, que não existia mais, formigar e as chamas de meu ai tomarem meu corpo, não consegui salvar minha irmã, mas vou salvar Chanin, nem que pra isso eu tenha que levar pele de onça a Roma.

Brandi minha espada vacilando enquanto corria em uma quase zig zag, meu passos eram largos, se aproximavam aos de Aquiles, naquele filme tosco, minhas espadas de 60 cm, diminuíam transformando se em dois punhas a quais usei ao pular sobre o animal, mas então ainda no ar me lançando para direita fazendo com que meus pecados voltassem a se expandir, agora em seus 60 cm originais, tentando acertar entre as costelas do animal.

Cai ao lado do mesmo dando certa abertura, rezei para que minhas laminas no mínimo a aranhasse, mas sem olha, sem pensar, passei meu braço de ferro, entre a abertura que restava entre a boca do animal e a perna do fauno, não deixaria o pequeno se ferir mais.


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Mensagem por Nox em Seg Abr 23, 2018 11:56 am





Pan lives inside us
Onças não entendem linguagem humana, então tudo o que via era uma ameaça à sua presa. A onça rosnou, segurando a criança pela pata e tentou fugir carregando o menino enquanto o filho de Marte a perseguia.

Onças são muito rápidas, ele não pode alcançar, mas uma flecha zuniu na direção do rapaz, logo a sua frente ele se debruçou na onça que ficara presa pela pata por uma flecha. usando sua espada para atravessar a costela do bicho, o legionário conseguiu finalizar o animal... mas isso não foi agradável para o dono da flecha.

Se Guilherme olhasse com atenção, a flecha havia sido perfeitamente colocada entre as juntas, prendendo o bicho sem feri-lo letalmente.

Tudo foi tumultuado, então... os olhos do semideus pesaram e ele não pode resistir ao sono.

Quando acordado, percebeu que estava atado a uma árvore, em meio a uma espécie de vilarejo dentro da mata. Casas de madeira e pessoas com vestes rudimentares passavam em meio a pontes de madeira erguidas com cipós, cochichando e apontando para o legionário.

um sátiro adulto conversava com um semideus de vestes rudimentares, tentando decidir o destino do filho de Marte enquanto este levantava.

[Missão narrada] Pan lives inside us - Guilherme R. Mckinnon Tree_village_by_e_mendoza-d4iazh5

Não era possível ver Channin ou qualquer outro, mas entretidos na conversa, o sátiro e o semideus não puderam notar que o guerreiro  estava consciente.
Missão:

• Você foi capturado, parece que tudo menos sua arma continua consigo. O que fará?

• Sinta-se livre para interpretar a sua personagem e o NPC, e tomar as decisões a partir do enredo que eu for propondo.

• Peço perdão por não estar conseguindo ser mais efetiva na postagem para sua história

• Coloque poderes e itens em spoiler abaixo da postagem.

• As vezes as informações ficarão quebradas para que seu personagem investigue e tome decisões como agora, não tenha medo de arriscar e usar sua criatividade na missão.

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