The Blood of Olympus
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Ataque no acampamento

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Ataque no acampamento

Mensagem por Athena em Dom Jul 06, 2014 10:31 am

Ataque no Acampamento
Hora de Lutar...


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Há sempre uma verdade por trás do mito. E, às vezes, esta verdade pode ser muito pior do que se imagina.
Alguns acham que ter a vida de um semideus é fácil. É simples. Acham que matar um monstro é a coisa mais normal do mundo. Viver em um lugar com seres mitológicos e enxergar o seu mundo de outra forma. De que forma você enxerga este mundo?
O ar era frio. As árvores petrificadas, secas e perversas, deixavam o clima mais tenso. Em uma clareira comum, alguns seres evitavam a luz da lua, até que foram aparecendo. Dracaenas, cães infernais, ciclopes etc. Monstros. Se reuniram. Sentiam fome. Sentiam algo eu nunca sentiram antes. Um animal selvagem crescia em cada um deles. Algo com uma força inevitável. Algo que pedia uma guerra.
O grandioso monte Olimpo. Como será que os deuses lutavam em uma guerra? Eles mesmos iam para o combate? Não.
Mandavam suas proles irem morrer em seus lugares. Os jovens semideuses. O que seria do Olimpo sem eles? Então, a coisa era lógica: Para a queda do Olimpo, o Acampamento Meio-Sangue também precisa cair. E nada melhor do que uma invasão. Os monstros então tomaram um rumo só. Ficaram em posição de batalha. Ciclopes e gigantes apanharam troncos como porretes. Dracaenas pegaram pedaços de madeira como algo para se defenderem. Já tinham um destino.
Acampamento Meio-Sangue:
Os campistas estavam no refeitório. Riam, comiam e conversavam. Dríades e sátiros iam de um lado para o outro e, no centro, o braseiro de bronze queimava as oferendas. Então, veio o primeiro tremor. As bebidas nos copos se agitaram, e todos pararam. Depois, os pratos começaram a dar pequenos pulos, derrubando a comida. Os semideuses já se levantavam, alarmados. O terceiro tremor foi seguido de um estrondo e uma nuvem de poeira. Um rugido fora ouvido ao longe, e um pedaço do sótão da Casa grande voara. Os gritos começaram.
Ciclopes começaram a sair de uma cratera que se formara, rugindo e indo na direção dos semideuses. Dracaenas se espelhavam, indo para o combate, e cães infernais buscavam suas vítimas. O caos tomara conta do lugar. Agora, aquele era o sinal que a paz já não reinava. Uma batalha havia começado.

Credito as Asteris


Spoiler:

Regras:
-O acampamento devera ser defendido, caso contrário, o acampamento será destruído e, consequentemente, suas vidas correrão perigo.
-Cannons devem obrigatoriamente estar presentes
-O prazo para postagem é de dois dias.
-Apenas campistas gregos podem postar nessa área.
-Minimo de 10 linhas por post, sendo esse um número insignificante.
-Valera xp e Dracmas para os campistas que postarem.
-Apesar do ataque ser em on, todos os campistas poderão postar, incluindo os que estão em pvp, mvp e missão;
-Os dois campistas com os melhores posts ganharão uma recompensa especial, todos os deuses irão votar, e decidir o campista.
-Boa sorte.


Legenda

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Re: Ataque no acampamento

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Dom Jul 06, 2014 6:59 pm

Meu espírito. Isso é uma novidade. Não sei exatamente o que significa, mas indica que eu sou uma lutadora. De uma maneira mais ou menos corajosa.❝ lari ❞
As caçadoras de Ártemis estavam fazendo uma pequena estadia no acampamento a pedido da deusa, digamos que não estávamos muito felizes com isso.
Eu remexia meu prato com falso interesse, enquanto escutava os campistas rindo, minhas colegas comiam em silencio, inquietas assim como eu, algo no ar estava diferente, eu não sabia explicar como. Mas, sabia que algo estava prestes a acontecer.
Remexi minha comida com o garfo, ela já estava fria, mas eu não sentia fome, e foi então que aconteceu, o tremor balançou todas as mesas do refeitório, e fez o chão tremer, todos  pararam de rir, logo o segundo e o terceiro também vieram, a maioria se levantou alarmada, eu cravei a faca de caça na mesa.
-Mas que merda- disse com raiva fitando a colina e me levantando.
Vi um pedaço do telhado voar para longe, e um rugido foi ouvido, o caos começou, campistas correndo em pânico, fogo, e monstros para todos os lados, o acampamento estava em ataque.
Ativei o arco sem pensar duas vezes.
-Vamos meninas, temos monstros pra transformar em filé- disse correndo em direção ao caos com as caçadoras, e lançando flechas para todos os lados, é lá vamos nós para mais uma batalha.
Saquei uma adaga fincando em uma empousai perto de mim, que logo se desfigurou em pó, não paravam de sair as mais diversas criaturas, elas surgiam de todos os lados, semideuses estavam caídos por ali, alguns sangravam, outros corriam, eu esfaqueava o máximo de criaturas que conseguia, tentava não ser atingida, proteger a retaguarda de minhas companheiras de caça, e ainda lançava flechas envenenadas para todos os lados.
Pensei varias vezes em criar uma onda e afogar todos, mas isso prejudicaria os campistas, com exceção dos filhos de Poseidon claro.
Deixei de lado meus pensamentos insanos, e finquei a faca em mais um monstro, eu estava muito agitada...
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Re: Ataque no acampamento

Mensagem por Diana em Dom Jul 06, 2014 7:53 pm





Invasão

Estava à mesa de Poseidon pensando em coisas banais, olhava a esmo procurando algo de em que pudesse me concentrar, mas não havia nada. Resolvi ir pegar algo para comer, peguei meu prato e depois me direcionei ao braseiro e lá jogou a parte mais suculenta dele. Depois me direcionei para minha mesa, me sentei e comecei a comer lentamente, mas foi quando algo começou a chamar minha atenção,algo realmente estranho estava acontecendo,foi quando percebi os pratos, talheres e copos começaram a vibrar e pular, e depois começaram a cair no chão. Foi quando meu extinto de semideus ativou instantaneamente, e eu comecei a olhar em volta a procura do que poderia estar causando aquilo, foi quando vi centenas ou mais de monstros saírem de uma fenda que não sabia como havia aparecido. Logo coloquei minha mão no pescoço e retirei meu colar que logo revelava sua verdadeira forma: Uma espada. Assoviei alto para chamar BlackJack, meu pégaso alada que apareceu para mim montá-lo.Montei e partir para o ataque,gritando entre ao desespero dos semideuses:
-Pegar armas!Preparar para o ataque!
Comecei a sobrevoar os monstros atacando todos que conseguia e meu pégaso também distribuía vários coices transformando muitos monstros em pó, mas cada vez mais monstros saiam da fenda para nos atacar. Minha mente estava a mil, sentia o frenesi da batalha novamente, minha mente pensava apenas em atacar e defender. Decapitei uma Dracaena que pulou em minha direção enquanto meu pégaso dava um coice Cão Infernal o lançando longe. Comecei a ficar preocupado, pois não parava de aparecer mais monstros, mas mesmo assim não diminuía a intensidade de meus ataques, pois não iria desistir fácil para proteger aqueles que eu amava e os membros do meu lar que era o Acampamento Meio-Sangue...



Thanks for @Lovatic, Cupcake Graphics



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Re: Ataque no acampamento

Mensagem por Joseph Le Blanc em Dom Jul 06, 2014 9:13 pm


Invasão


Shadows settle on the place that you left. Our minds are troubled by the emptiness Destroy the middle it's a waste of time From the perfect start to the finish line

Cheguei ao refeitório com minha capa, foice, adaga na cintura e minha braçadeira-escudo, pois tinha a sensação de que devia tê-los em mãos hoje, pois sentia os espíritos agitados. Caminhei entre os semideuses que estavam comendo, rindo e brincando por ali, passei por eles os ignorando e fui buscar algo para comer. Depois de pegar um prato, me direcionei para a mesa de Melinoe, que como sempre não havia ninguém, pois eu tinha apenas uma irmã e não estava ali. Sentei-me e comecei a comer em silêncio, foi quando aconteceu... Uma parte do sótão meio que explodiu e do nada de uma fenda começaram a brotar monstros e mais monstros. Logo que vi aquilo não acreditei que haviam conseguido passar pelas defesas do acampamento, e logo já me colocava em pé para preparar para o ataque. Sai correndo do refeitório em direção a floresta, onde poderia chamar por Chester e Tenebrus que poderiam me ajudar na batalha. Cheguei meio ofegante a beira da floresta e assoviei alto que mesmo em meio aquela gritaria eles poderiam me ouvir. Logo eles apareceram entre as sombras não pareciam felizes por terem sido interrompidos no meio de sua caça, mas dava pra perceber que já estavam prontos para lutar, pois Chester já estava sem sua forma de tigre. Corri em direção aos monstros que atacavam ao acampamento, eles tinham armas rústicas, mas mesmo assim que usadas com a força necessárias poderiam ser letais. Quando eu estava me aproximando deles duas Dracaenas vieram em minha direção.
-Chester e Tenebrus,ataquem uma delas enquanto eu fico com a outra!Vão!-Digo em meio aquela gritaria, mas eles haviam entendido, pois logo os dois estavam mordendo e dando patadas com suas garras potentes em uma delas. Corri em direção a outra já sacando minha foice. Ela arma um golpe com seu bastão em minha direção, mas eu ativo minha braçadeira e ela se transforma em escudo, que defende do golpe. Quando ela vê meu escudo ela hesita por segundos, mais foi o necessário para retirar meu escudo da posição defensiva e dar um potente golpe de foice na diagonal de minha foice e transformando em pó. Olho em volta e vejo que meus mascotes já haviam dado conta da outra, arrancando seus membros e os jogando longe e logo já virara pó também. Sigo olhando em volta e vejo alguns semideuses caídos feridos, mas não dou muita importância, pois não iria adiantar muito ajudá-los agora sob o atual ataque. Corro em direção onde os monstros pareciam estar mais unidos e atacando, resolvi tentar um ataque furtivo, para tentar desorganizar a sua formação e esperar que outros semideuses começassem um ataque em massa. Continuo a correr, agora com uma estratégia, com Tenebrus e Chester de cada lado e rezando para os deuses para que desse certo.


Mochila:
*Ghostly Blade :Uma adaga de dois gumes, feita de prata e ouro branco. Seu cabo é feito de cristal, com um reservatório para almas recolhidas. Quando esse reservatório estiver cheio - máximo de sete almas -, a lâmina da adaga exalará um cheiro de carne putrefata, que matará o alvo com a ausência de oxigênio aos poucos; enquanto ainda não há almas suficientes para isso, a adaga se fortalece com cada alma recolhida.

*Escudo das almas - Braçadeira de cor marfim, com entalhes de esqueletos intrincados, formando estranhos padrões. Parece feita de ossos - e realmente é. Quando ativada transforma-se em um escudo com os mesmos entalhes do item, com um crânio em seu centro e uma aura de medo que abala os oponentes.

*Capa Negra: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 40% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode.

*Foice da Morte - Uma foice forjada no rio estige, onde sua foice queima onde toca. Algumas podem ser abençoadas por Thanatos e terem poderes como invocação de fantasmas infinita, que não afeta a saúde do usuário. Caso alguém que não seja ceifeiro tente manuseá-la sem permissão, sofrerá uma dor agonizante.
Mascotes:
Tenebrus - Lobo:Descrição (Um lobo cinzento, vivo, imortal. Tem olhos vermelhos e dentes amedrontadores. É fiel ao dono) 
Chester - Gato Esqueleto:Descrição (Um gato esqueleto que quando o mestre está em apuro se transforma em um tigre. E ataca os inimigos)

Esse é meu post de número 0. O tempo está {chuvoso}, e estou usando {isso}, estou falando com {alguém/sozinha}. Estou postando {lugar}.


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Re: Ataque no acampamento

Mensagem por Marshall Alexander Harvey em Dom Jul 06, 2014 9:26 pm




go to battle


Nunca tinha fome na hora de jantar. Não sei se porque a luz da Lua me dava forças ou se eu era apenas fresco. A pizza de calabresa no meu prato fora totalmente queimada em tributo à minha mãe, Nyx. Andava muito pensativo. Os outros semideuses riam, brincavam entre si e eu continuava no canto, pouco perto de Vyolet, minha irmã, que conseguia ser mais animada que eu. Luuk era um servo de Nyx, minha mãe. Não entendia muito bem o que ele fazia, mas também não queria entender. Então, a paz criada pela barreira mágica do acampamento acabou. Não vi muito bem o que aconteceu, mas o lugar onde deveria ficar a casa grande deu lugar à uma cratera. Como se não bastasse, monstros saíam dela. Ciclopes, dracaenaes, empousas, cães infernais. Criaturas que eu nunca tinha visto pessoalmente, apenas me contavam sobre eles. Alguns semideuses corriam em pânico, enquanto os mais experientes se preparavam para uma luta. Mas não seria apenas uma luta, eu sabia que era algo maior, só não sabia o que.
Meu alto-controle era alto. Eu não entrava em pânico, dificilmente me abalava. Eu poderia morrer ali e não ligar. Por um momento, minha respiração ficou mais profunda quando vi um cão infernal correndo em minha direção. Agora, podem me chamar de louco, mas eu andava com minha espada. Nunca confiei em ninguém e não iria ser naquele momento que eu iria confiar. Enquanto eu tentava raciocinar, a chefe das caçadoras, Emmanuelle, atirava flechas de seu arco. Tudo o que eu tinha ali eram meus punhos e confiança em mim mesmo. Mas sem armas, não tinha como travar uma batalha. Aproveitando que alguns corriam para seus chalés, corri atrás. Entrei no chalé de Nyx já ofegando, revirando as coisas atrás de minha espada e meu escudo. Segurei-os com força, de modo que os nós de meus dedos ficassem brancos. Corri de volta para o refeitório, tinha que ajudar meus companheiros. Se fosse para me familiarizar com alguém, eu escolheria os filhos de Hades. Algo neles me chamava a atenção, talvez por termos algum vínculo com as trevas, ou algo assim.
De volta ao refeitório, fiquei boquiaberto. Os monstros eram tantos, eu me sentia como se estivesse num coliseu, onde jogavam pessoas como comida aos leões. Eu olhava para os lados. Alguns atiravam flechas, outros se preparavam. Eu estava perdido. Nunca tinha lutado antes, seria minha primeira vez e eu tremia tanto que a minha lâmina tremia. Não, eu precisava me manter confiante. A energia negra da minha espada era forte, e conforme eu a mexia, um rastro preto permanecia por onde ela passava e depois de alguns segundos sumia. Era interessante. Eu também precisava de uma estratégia e não tinha nenhuma. Nenhum amigo, também. Aproximei-me do filho de Hades, que como todos os outros, estava agitado. Acho que eu queria uma luta mais do que todos, ver como é uma batalha de verdade. Estar na batalha. –Espero que possamos lutar lado a lado. – Disse, sem olhar para ele. Paul estava na frente, e eu percebia que prendia Henrique ali. Logo, ele começou a correr atrás do seu irmão.  Lembrava-me bem de seus nomes, por conta da fogueira. Luuk estava agora do meu lado, murmurando alguma coisa que eu não ouvia direito por conta dos gritos, mas seria bom ter a ajuda do garoto. Estava “sozinho” com Luuk, esperando os filhos de Hades.


valeu @ carol!

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Re: Ataque no acampamento

Mensagem por Paul Foster em Dom Jul 06, 2014 9:50 pm

LET'S GO TO DIE – FOR HADES!

Ser semideus não é fácil, de fato. Mas nos últimos tempos, as coisas pioram cada vez mais. Quando nasci fui levado a um orfanato britânico onde fui obrigado a virar um escravo das donas deste. Todas pareciam malvadas, exceto por uma mulher que estava sempre ao meu lado. Um dia esta mulher morreu tentando me salvar. Ela foi morta por um monstro que desde que eu fui gerado tomara conta do orfanato. O monstro matou esta mulher e morreu por minhas mãos enquanto o fazia. Um juramento solene saiu de minha boca enquanto eu assistia a morte de minha mãe. Muitos outros anos se passaram até o momento em que, no acampamento, eu me tornei um guerreiro. Cada dia era um novo treino e cada treino era um passo para perto do meu sonho.
Mas, ultimamente, pesadelos e dores têm surgido. Espíritos transitam por aqui e o caos toma conta do lugar. Era noite e eu estava no refeitório, sem prestar atenção em quase nada, quando o acampamento foi pego de surpresa. Vieram tremores. A Casa Grande estava agora quebrada, minha cabeça pouco raciocinava quando monstros pareceram surgir por todo o lado. A vida nunca tinha castigado tanto aquele lugar. Monstros nunca foram tão insanos e selvagens. Eu pulei da mesa por instinto, poucos ainda permaneciam lá. O acampamento era puro caos. Olhei para Henrique, que estava ali do meu lado, com suas armas.
- Irmão, por algum motivo não pensei que o local mais seguro para nós seria invadido assim... – Olhei para ele, reconhecendo o erro, porém com determinação. – Não saia daqui! Vou buscar minhas armas. – Mas Henrique fez algo que me deixou orgulhoso de ser seu irmão. Ele estava primeiramente preocupado com Haylei, nossa irmã. Eu assenti quando ele disse que também iria e comecei a correr. Eu vi que ele parou, interrompido por um filho de Nyx. Eu pretendia voltar, mas um ciclope escorregou por ali, entre uma curta escada para o refeitório e eu. Era tarde, corri para o chalé.
- Arg! – Gritei, entrando no chalé após sentir um pouco de fogo atingir-me. Vi Hailey assustada na parte de baixo do quarto e fui até ela. Agachei-me ao seu lado, passando a mão em seus cabelos – Henrique está vindo, ele vai cuidar de você, maninha! – Me afastei dela, que parecia mais calma e decidi me arrumar, por fim. Henrique apareceu, agradecendo-me por estar próximo da garota, o chalé parecia cada vez mais perigoso. Com certa pressa, amarrei o elmo na parte direita da calça de modo que o tiraria facilmente dali. Vesti um dos peitorais simples do acampamento e “vesti” meu arco, como se fosse uma faixa. A única flecha da arma eu coloquei presa entre a corda e o metal do peitoral. Observei Pain nervoso nos meus pés e ordenei que ele corresse para o refeitório, não fazia sentido preservar a vida dele se eu não vivesse para cuida-lo. Segurei a espada na mão direita quando vi Henrique preocupado em tirar Hailey dali.
- Hey, vamos colocar algo nessa porta do chalé! – Falei, apontando por onde o fogo entrava. – Não podemos permitir um monstro ou o fogo invadindo o chalé! – Eu dizia isso, mas não era no chalé que eu pensava quando diziam “lugar seguro”.
Foi então que meu irmão mostrou o porquê de sermos irmãos.
- Aqui não é seguro, o fogo está tomando conta por fora, precisamos tirá-la daqui e mandá-la para um lugar seguro, e quando eu digo seguro, suponho que você saiba de onde eu estou falando, não é!? - Eu sorri de canto, assentindo.
- Faça isso, te espero na porta do chalé. – Falei, correndo para a parte interna da saída. Por algum estranho motivo, um monstro estrou bem na hora, de costas lutando conta um campista. Minha espada fez dele pó e o garoto correu para outro lugar, aliviado. Henrique voltou correndo, muito mais aliviado do que o garoto. – Cara, agora temos uma promessa a cumprir... – Sorri para ele. Ouvi sua conversa com Hailey e não deixaria que ele buscasse-a sozinha.
Assim, saímos do chalé. Eu estava na frente, abrindo caminho e Henrique ia protegendo minhas costas. Uma Empousa apareceu em minha frente, tremeluzindo entre suas formas (a bizarra e a bonita) e me atacou com uma espécie de espada estranha. Eu defendi seu golpe pelo algo e contra ataquei, arrancando sua cabeça. Mais alguns monstros surgiram, duelando contra semideuses desesperados e feridos. Eu trilhava caminha para o refeitório e em alguns momentos feria monstros, auxiliando meus aliados campistas. Até que enfim chegamos onde o filho de Nyx estava de pé ao lado de um seguidor da deusa da noite.
- Marshall? – Sorri fracamente. – Não tinha te reconhecido enquanto corria desesperadamente para o chalé! – Assim que olhei para sei lado, vi Luuk, o seguidor da mãe de Marshall. Assenti confiante para ele e corri para a mesa de jantar. Peguei um punhado de coisas que eu estava observando antes de sair correndo e joguei na fogueira. – Pai, eu não pretendia comer e nem fazer isso, mas acho que preciso de você agora... – Depois disso, voltei para o lado de Henrique, onde minha mascote, um cãozinho de três cabeças, me esperava. Com a minha espada na bainha, peguei a flecha e o arco. A adrenalina já era 100% de meu corpo. A luta era terrestre e durante a noite, isso me dava esperanças e confiança. Mas eu não ousaria subestimar um infinito exército de monstros. Ajustei a flecha no arco e lancei-a. Ela atingiu algum monstro que sumiu na hora e logo em seguida reapareceu na minha mão.
- Então... Alguém tem alguma ideia? – Falei, mirando mais um tiro na cabeça de um cão infernal.
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Re: Ataque no acampamento

Mensagem por Luuk Köhler Bradshaw em Dom Jul 06, 2014 10:04 pm


A invasão...

Vamos matar alguns monstros!

Em meio a gritos e gargalhadas um garoto qualquer devorava seu bife à parmegiana como um animal morto de fome. Luuk não comia uma comida tão boa desde que saíra rumo a Hollywood devido a sua missão, portanto o comportamento do garoto era normal. Ele estava sentado na mesa de sua patrona Nyx junto com os filhos da deusa, que nem se importavam em recebê-lo ali, o que de certa forma era agradável, pelo menos aos olhos de Luuk. O semideus estava prestes a tomar mais um gole da sua deliciosa pepsi quando um tremor fez com que todos largassem seus talheres e ficassem estáticos. O tremor se repetiu, mas dessa vez com tanta intensidade que fez os pratos saltarem, um último tremor fez o chão ribombar mais alto e em seguida  um pedaço da Casa Grande foi lançado para longe. O filho de Afrodite se levantou rapidamente e quase na mesma hora sacou suas armas, um chicote, um escudo, uma adaga e uma capa, é acho que ele estava bem preparado para esse tipo de situação. Um sorriso brotou no rosto de Luuk no mesmo instante no qual ele vestia a capa, são nessas situações de guerra em que um semideus qualquer demonstra seu valor e ganha o reconhecimento do acampamento, por isso essa era a chance do garoto. Viu Marshall, um dos seus companheiros da mesa de Nyx, ir na direção dos filhos de Hades e talvez por instinto acabou seguindo-o, quando se deu conta já estava na frente de dois filhos do deus submundano com o filho de sua patrona ao seu lado.

- Nós vamos vencer essa batalha. - murmurou para eles forçando um sorriso confiante. Por fora sua expressão podia ser de coragem, mas por dentro ele estava meio confuso, nunca havia estado em uma situação dessas antes.

- Sim, nós vamos. - respondeu Henrique, uma das proles de Hades, enquanto corria para alcançar seu irmão Paul.

O filho de Afrodite ficou ali parado ao lado de Marshall enquanto fazia uma oração a Nyx e quase na mesma hora sentia seus olhos escurecerem. " Ei, porque não vamos atrás daquela gatinha ali" murmurou Drew na cabeça do garoto, tentando tomar o controle. "Por favor, agora não!" respondeu Luuk resistindo. Após alguns minutos Drew se acalmou e ele retomou o controle. Agora tanto ele quanto o semideus ao seu lado aguardavam a chegada dos dois filhos de Hades para agir. Após alguns minutos ambos chegaram e nosso quarteto ficou completo. Sinceramente o garoto achava que juntos formavam um excelente grupo, estavam preparados para qualquer tipo de monstro. Com um sinal chamou seu demônio Dobby, que se posicionou ao seu lado com o tradicional sorriso malicioso, Paul perguntou se alguém tinha alguma ideia e Luuk permaneceu em silêncio, sua estratégia era atacar, atacar e atacar.Enfim, não só ele como todos os outros iriam defender o acampamento, custe o que custar.



OBSERVAÇÕES

Armas

*Chicote Vênus-um chicote longo negro feito de couro trançado. Seu cabo é adapta-se ao punho de seu dono, facilitando o manejo, formando uma rosa vermelha cintilante. A ponta do chicote se abre em vários seguimentos e cada um tem uma pequena espora vermelha em formato de coração. Se o inimigo for do mesmo sexo, o golpe do chicote tem o dano dobrado.

*Escudo Ilusionista - escudo aparentemente normal de bronze com desenhos de pombos, mas quando ativado por um pequeno botão em seu lado interior ele faz com que o oponente veja, ao invés dos desenhos de pombos, o desenho de seu amado.

Adaga demoníaca: A arma curta - feita de uma mistura de ferro estígio e aço comum - é tão letal para homens quanto para monstros. Envolta em energia negra, a adaga, tem a habilidade de causar pequenas dores a mais e uma sensação de desnorteamento em seu alvo. Além do mais, pode se facilmente arremessada, já que esta volta para seu dono em apenas um turno. Quando não utilizada transformasse em um anel negro com pequenos pontinhos brilhantes. - Indestrutível - {By Nyx}

Capa da Noite: A capa de seda negra, extremamente leve e confortável, pode parecer apenas uma questão de vaidade... Mas a roupa, abençoada por Nyx, possui a propriedade de armadura, podendo reduzir até 50% do dano total causado em seu usuário, além de tornar o demônio praticamente invisível de noite. (Para a invisibilidade o portador deve deixar bem claro que usa essa habilidade, mas dependerá também do narrador - em casos de missão, PvP ou MvP - se sentir convencido de que você está usando direito o presente. Caso esteja, poderá se esconder até seu próximo ataque ou até o narrador achar que falhou com sua descrição) - Só pode ser retirada pelo dono

OBS: O efeito da capa ainda não está ativado.


Poderes Ativos
Prece da Noite – Ao rezar por sua patrona, os demônios terão as habilidades aumentadas. Seus olhos ficarão negros, refletindo o céu escuro de uma noite sem lua e sua capacidade de camuflagem poderá chegar a dobrar. (Depende do narrador)

Descrição.

Poderes Passivos

Poder Passivo I Descrição.











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Re: Ataque no acampamento

Mensagem por Convidado em Dom Jul 06, 2014 10:05 pm

O medo de perder atrapalha a vontade de ganhar

Do que adianta me descrever se você vai acreditar no que os outros falam de mim.



Estava na mesa de Hades no refeitório, fazendo minha oferenda como sempre. Ás vezes eu me perguntava se essas tais oferendas eram mesmo necessárias, porque sinceramente, eu não via fins positivos nessas oferendas , somente fins negativos. Você pegava parte da sua comida e jogava no fogo, isso era o fim negativo, você perdia sua comida e não recebia nada em troca, não que eu soubesse ou eu houvesse sentido alguma coisa, 2 anos no acampamento e todas as noites a mesma coisa e nunca me senti melhor por isso, mas fazer o que, eram as regras.
Estava calmamente jantando o que restou da minha comida quando fui levar a mão ao meu suco para lhe dar um gole e sentir o copo mexer, já havia algo estranho ali, será que era porque eu sempre oferecia minha comida de mal humor? Não creio que seja isso, afinal havia dois anos que eu estava no acampamento e erram quase 800 dias e nunca havia acontecido isso. Meus pensamentos foram cortados com outro estrondo, dessa fez contínuo fazendo os pratos de todos darem leves pulos nas mesas, alguns caíram no chão, uma pena, já tinha que tirar parte da sua comida, e agora que estava no chão, ficariam sem comida de vez. Segurei  meu prato na mesa e olhei para os lados com certa atenção, o que estava acontecendo com o acampamento? Aquilo era algo anormal até parecia que o acampamento estava sendo invadi... Estava pensando quando um terceiro estrondo seguido de uma nuvem de poeira surgiu com um pedaço da casa grande voando ... Realmente, o acampamento estava sendo invadido, e o que treinamos ali todos aqueles seguidos dias, agora nos ajudariam, ou não.
Soltei rapidamente meu prato e coloquei as mãos em minhas costas onde minhas armas costumavam ficar, eu era um filho de Hades e confesso que não desgrudava delas nem para jantar, não se sabe quando um monstro faminto ou vários monstros famintos viriam atrás de você. Puxei a Lança e a Espada foi quando escutei as palavras de meu irmão, ele tinha razão, o lugar era seguro, mas para mim e minha maneira de ser, até os próprios campistas filhos de outros deuses eram perigosos se tratando de um filho de Hades.
-Eu vou com você irmão, tenho que falar para Hailey se proteger, ela ainda é pequena e por mais que eu a tenha treinado, ela não está preparada para isso ainda.-
Quando ameacei a correr para o chalé, ouvi o filho de Nyx que havia se aproximado de nós, falar sobre lutarmos juntos, nesse momento não se negava ajuda, e pelo que eu havia visto dele no acampamento, não seria o tipo de pessoa que causaria perigo a nós, pelo menos é o que eu pensava sobre ele, e esperava não me decepcionar.
-Claro que pode. Só espere um minuto, vou no meu chalé alertar minha irmã e para meu irmão buscar suas armas e já estaremos de volta-
Olhei o filho de Nyx ao lado de seu irmão, Luuk se não me falhasse a memória naquele momento, ele disse palavras confiantes e era o que precisávamos naquele momento.
-Sim, nós vamos-
Disse com certa pressa enquanto tentava alcançar meu irmão o mais rápido possível.
Agora eram quatro pessoas formando uma equipe, isso tornaria as coisas tecnicamente mais fáceis, porém deveríamos agir com esperteza e consciência. Esses pensamentos estavam em minha cabeça enquanto eu corria para alcançar meu irmão, infelizmente eu tive que mudar a rota já que um ciclope estava passando por onde ele correu e se eu fosse por ali, provavelmente chamaria sua atenção e faria o mesmo nos perseguir, o que não seria nada legal, pelo menos naquela hora.
As chamas já estavam a ponto de tomarem o chalé quando cheguei, respirei fundo já um pouco assustado com aquilo, afinal, minha irmã estava lá dentro.
Entrei o mais rápido possível dentro do chalé, que já estava em um calor fora do comum pelas chamas em volta do mesmo, a única coisa que veio em minha cabeça, foi procurar Hailey, eu precisava tirá-la dali.
-Haylei, Haylei-
Gritei  enquanto vasculhava o chalé a sua procura, foi quando avistei ela com Paul, o que fez uma calma momentânea tomar meu corpo, ela estava a salva e Paul havia protegido ela.
-Obrigado, Irmão.-
Disse abraçando Haylei e suspirando já sendo tomado por certa preocupação. Paul dei a ideia de colocarmos algo nas portas, mas o chalé, naquele momento não era algo seguro para ela.
-Aqui não é seguro, o fogo está tomando conta por fora, precisamos tirá-la daqui e mandá-la para um lugar seguro, e quando eu digo seguro, suponho que você saiba de onde eu estou falando, não é!?-
Levei Haylei até o quarto do chalé, onde localizava a tal "passagem" coloquei minha espada na mesma e sorri para Haylei, esse seria o único lugar que a vida dela seria segura.
-Eu prometo que iremos até lá, pessoalmente e com vida para buscar você-
Disse mostrando o portal para Haylei enquanto a pequena entrava e o portal se fechava, pelo menos agora seria menos uma preocupação, saberíamos que ela estaria bem a qualquer custo.
Paul havia ajudando um campista que estava prestes a entrar com um monstro dentro de nosso chalé, eu suspirei fundo olhando com um olhar mortal para tal campista, mas sinceramente, porque raios ele estava indo para nosso chalé? Não havia tempo para descobrir, meu irmão já estava abrindo caminho até o refeitório enquanto eu protegia suas costas, ele lutou contra alguns monstros até chegarmos ao chalé, porém sua retaguarda foi algo calmo, e não precisei fazer nada além de muita atenção. Chegamos ao refeitório e os filhos de Nyx estavam lá, olhei para eles com certo olhar de confiança e suspirei fundo.
-Bom galera, agora teremos que ter esperteza, agilidade, e cautela, vamos salvar o acampamento, não pelos deuses que sabem que o olimpo estaria destruído caso isso aqui viesse a cair, mas sim por nossas vidas e pelas vidas que perdemos até chegar aqui, pais, mães, irmãos, vamos nessa-
Disse ajeitando minhas armas, agora iria começar a verdadeira batalha, iríamos salvar esse acampamento, isso era mais uma promessa que eu iria cumprir além da que fiz para minha irmã.


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Re: Ataque no acampamento

Mensagem por Convidado em Seg Jul 07, 2014 1:52 am


Roubando a vida
Apenas degustando de uma pizza, inteira.

 
 
 
 Ramsay comia descontroladamente durante o jantar. Sentia tão faminto quando um leão que não comia há dois dias. O jantar estava maravilhoso naquela noite. Cada prato parecia uma benção divina. Estava no quarto ou quinto prato quando o primeiro tremor abalou o pavilhão. Alguns semideuses se assustaram. Ramsay continuou a comer. Um segundo tremor fez com que alguns dos gregos levantarem. O filho de Hermes não tirou os olhos da comida. O terceiro tremor, a explosão e o grito de um monstro fizeram Ramsay soltar um dos quatro pedaços de pizza que estavam em seu prato e reclamar.


- Pelo Tártaro! O que está prestes a estragar o meu jantar! – gritou para ninguém.


Logo após o protesto os impedimentos do jantar dos semideuses apareceram. Monstros começaram a brotar de todas as partes. Ciclopes avançavam juntos de dracaenas. Cães infernais brotavam das sombras. Mesas eram derrubadas, bancos virados. Os líderes de chalé começavam a gritar para os semideuses ordens que não eram obedecidas. Como um bom herói grego, Ramsay levantou-se (mesmo que não querendo) para a luta. Procurou sua irmã, mas não a via desde a manhã antes de saírem para o café. Desembainhou a adaga que trazia junto da calça e praguejou mais uma vez pelos intrusos terem estragado o jantar.
Olhou em volta para observar um alvo. Onde? Quem? Pensou o semideus a procura de um monstro a matar. Estava em êxtase. Não via a hora de mostrar a todos que era capaz, de que não era mais um de Hermes. Queria ser o novo querido, o novo amado. Queria ser Luke Castellan! Então avistou um grupo, quase uma matilha inteira, de cães infernais avançando contra semideusas que estavam onde deveria ficar a mesa das proles de Afrodite.


- Por que não? – disse sorridente.


Correu saltando mesas derrubadas, bancos estilhaçados e início de focos de incêndio. Chegou ao grupo de cães tão rápido quanto pode. E tão rápido quanto chegou teve vontade de sair correndo. Como enfrentaria tantos cães infernais juntos? Heroísmo idiota Ramsay!


Não sabia se ria ou chorava. Tornou a olhar para as garotas que pareciam se organizar e se preparar para lutar atrás de uma barricada de mesas. Porém nenhum olhava para o garoto com interesse. Ramsay se teve uma escolha, usar os tênis. Presentes divinos eram sem bênçãos. Como o meu jantar! Só que melhor! Bateu os pés um no outro e asas brotaram de seu par de All-Stars que usava. Voou dali atraindo dois cães consigo para fora do refeitório. Com o canto do olho pode ver garotas em fúria pulando as mesas e brandindo espadas. Não há visão melhor!


Pousou sobre a escada do pavilhão com dois cães em seu encalço. Sentiu que um deles já saltava e com certa velocidade conseguiu escapar do ataque com vida. As habilidades que o pai lhe herdará eram muito boas em combate, mas faltava-lhe força. Ainda não sabia como derrotar dois cachorros demoníacos sozinho. Os monstros o cercaram na escada, rodando em volta de Ramsay. Os rosnados eram estridentes e muita saliva jorrava das bocas caninas quando o som saia. Os olhos em fúria pareciam duas bolas de sangue e lava. A morte era a única coisa que se podia ver olhando para aquelas bestas. A primeira avançou saltando sobre o semideus. Ramsay desviou e conseguiu um contragolpe rasgando parte da pele do cão. Mas antes que ele pudesse recompor-se do susto o outro cão avançou. Semideus foi jogado ao chão com garras rasgando seus ombros. A vontade de chorar tomou seu ser. O desespero. A dor. Sangue escorreu, enegrecendo a cor laranja da camisa do acampamento. Sem saber como levantou a adaga contra a lateral da perna do monstro. A fera uivou e antes que pudesse se afastar Ramsay libertou a adaga e a fincou contra o maxilar do cão. A besta se desfez em sobras e se espalhou.


Nesse meio período o outro cão inferna que fora ferido antes saltou sobre Ramsay que só teve tempo de girar para o lado. Mais sangue, mais dor. O semideus levantou-se o mais rápido que pode e assim que a fera virou-se para ele a adaga e fixou no centro da cabeça dela. De novo as sombras se juntaram ao ambiente.


Por fim tombou, sentando na escada com os ombros com a carne amostra. Não podia mais lutar, não queria mais lutar. O animo parecia sair junto ao sangue. Talvez eu possa me deitar e descansar do jantar agora. Conseguiu pensar antes que a vista escurecesse. 
 
 
Armas e Poderes:

*Tênis Alados -Um par de all star preto e de cano médio. Aos olhos dos mortais é apenas um tênis, mas ao dos semideuses e seres mitológicos é um tênis com assas brancas, que são capazes de fazer o semideus voar. Os sapatos crescem de acordo com o pé do semideus, portanto nunca ficaram apertados. As asas do sapato só aparecem quando o dono ordena.

*Adaga dos ladrões - uma adaga longa de prata,seu punho de couro encaixa-se perfeitamente na mãode um filho de Hermes.Os ataques realizados com essa arma são mais rápidos e difíceis de errar.


Lvl 1. Agilidade: 
Como o deus do Atletismo e dos Atletas, Hermes acaba repassando essa ''nomeação'' para seu filho. Este, por sua vez, tem grande agilidade e velocidade para praticar vários esportes. Como consequência, isto acaba sendo uma ótima combinação para suas batalhas.


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Re: Ataque no acampamento

Mensagem por Amber Höff Spielgeman em Seg Jul 07, 2014 3:08 pm



Aplicando o que aprendemos.



Tudo parecia normal no começo. Tudo parecia correr bem. Da mesa de Zeus, meus irmãos falavam um com os outros enquanto eu encolhia-me para o canto da mesa e remexia a comida ainda quente no prato sem ter nem mesmo vontade de lhe provar. Parecia a mesma coisa de sempre, a sensação de ainda estar sozinha, mesmo não estando. Vez ou outra eu observava à canto de olho as outras mesas. Tudo tão normal. Um frio na barriga fazia-me repensar o que me faltava, a sensação de ter um pedaço de si faltando, mas quando pensava na resposta, nada me vinha à mente. Nada.
Eu olhei por um instante o braseiro de bronze queimar as oferendas que aos deuses lhe eram prometidas. Então, algo me tirou de meus devaneios. O meu copo tremeu. O copo de meus irmãos tremeram, e o de outros campistas também. Ergui a cabeça e olhei a minha volta, correndo meus olhos por todo o pavilhão. Tudo pareceu-se aquietar. Voltei-me a prestar atenção na comida esfriando no prato. Então, um tremor mais forte. A comida se remexeu no prato, concentrando-se apenas em um referente ponto.
Levantei-me da mesa como alguns fizeram. Corriam olhos alarmados pelo pavilhão. Alguns pareciam mais inquietos que outros. Um estrondo liberou vindo da casa grande, um pedaço do sótão fora arremessado de lá. Poeira pareceu invadir o local, eu retirei a adaga do cano alto de minha bota e procurei manter os olhos bem-abertos. Monstros saiam do sótão. Era uma batalha que começara. Algo estava errado, e nós tínhamos algo para fazer: vencer uma batalha.
Eu apertei a adaga no meu punho com a mão esquerda e retirei a espada da cintura segurando-a firme com a mão direita. Era hora. O momento de fazemos o que somos treinos treinados para fazer: defender-nos. Defender o acampamento. Imediatamente eu parti para o ataque.

Armas:
*Adaga elétrica - Um conjunto de adaga que leva uma carga de energia muito grande, além de diferir ataques, ela também funciona como uma bateria que guarda energias para os filhos de Zeus usarem em horas críticas.
* Espada Relampeante – Espada de ouro celestial cuje a lâmina tem o formato de um raio. O portador tem sua agilidade e sua velocidade ampliadas.
Mascote:
*Águia Elétrica; Tem extrema força, pode ajudá-lo em missões com golpes fatais, e pode dar choques no inimigo.
Poderes e Habilidades:
Pericia em batalha: Qualquer arma se encaixa perfeitamente na mão do filho de Zeus, espadas, adagas, lanças, arcos, não importa, ele consegue usá-la e lutar facilmente.

Asas 1: Asas de um tom azul elétrico nascem nas costas do semideus e o mesmo tem a capacidade de voar por uma distancia media, já que pode se cansar rapidamente.

Fôlego: Dificilmente um filho de Zeus fica cansado, consegue aguentar uma corrida de vários quilômetros e uma batalha longa, uma seguida da outra.

Comandos: O filho de Zeus manda, uma ordem simples para um amigo ou para um monstro de nível baixo, e o mesmo tem grandes chances de obedecer.

Respeito: Assim como um filho dos céus é ouvido é respeitado por todo o habitante dos domínios de seu pai, desde aves até criaturas mitológicas, como deuses e ninfas das nuvens.

Línguas: Consegue falar qualquer língua, divina ou humana, fluentemente, independentemente se já a estudou ou não as palavras surgem na mente do semideus e ele consegue pronunciá-las com facilidade.

Eletrocinese (Inicial): Os filhos de Zeus possuem certa afinidade com a eletricidade, podem controlá-la pouco a pouco, e a mesma retribui aumentando o HP e MP em 10% a cada duas rodadas enquanto estiver em contato com o semideus.

Elétrico: O filho de Zeus pode criar eletricidade a partir de seu corpo, mas em pouca quantidade, já que está em um nível baixo (não pode recuperar seu HP com ela).

Rapidez: Em batalha o filho de Zeus é rápido e veloz, podendo desviar facilmente de qualquer golpe contra seu corpo e podendo correr atravessando o campo de batalha com suas armas.

Tempestade: O filho de Zeus pode atrair uma tempestade pequena, deixando o local fechado e com alguns poucos raios. Gasto: 10 de MP Duração: Dois turnos.

Flash: Nas mãos do filho de Zeus uma bola branca se forma, a mesma pode cegar qualquer um que a olho por mais de três segundos. Gasto: 5 de MP Duração: Um turno.

Raio: Assim que o filho de Zeus levantar sua arma ele pode cobri-la com eletricidade e lançar contra seu inimigo. Gasto: 20 de MP Duração: Um turno.

Estática: Uma leve corrente elétrica paira sobre o ar, graças ao filho de Zeus, pode afetar pessoas e monstros, deixando-os desorientados e perdidos.

Velocidade de raio: O corpo inteiro do filho de Zeus ganha um tom azulado, porem bem escuro, e enquanto ele caminha tudo a sua volta parece estar mais lento. Gasto: 30 de MP Duração: Três turnos.

Hipnose: Os olhos dos filhos de Zeus brilham e sua voz torna-se mansa, tudo que ele precisa é falar e todos irão ceder. Apenas uma pessoa. Gasto: 10 de MP Duração: Dois turnos.

Nephoscinese I: Por Zeus ser o senhor dos céus seus filhos possuem o poder de controlar as nuvens presente no céu. Nesse nível esse poder não é muito desenvolvido e seu controle não é muito bom.


Thanks @ Solaria Magnum CG


Última edição por Morgan Backer em Seg Jul 07, 2014 3:44 pm, editado 1 vez(es)



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Re: Ataque no acampamento

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