The Blood of Olympus
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[Missão One Post interna para Arthur P. Collins]

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[Missão One Post interna para Arthur P. Collins]

Mensagem por Circe em Dom Mar 18, 2018 1:36 am


Espelho, espelho meu

Naquela manhã o filho de Nice acordara com gritos femininos que rondavam o acampamento, o lago para ser mais exato. Três náiades brigavam por conta de um espelho encrustado com pequenas pérolas e outras pedras preciosas. O item era mágico, de fato, e não pertencia à nenhuma das ninfas e sim a um filho de Eros.

O semideus aproximou-se e resolveu ajudar. Entretanto, algo inesperado aconteceu, o dono do objeto encontrara o ladrão, ou quase isso.

Antes mesmo de deixar o legado de Belona responder, o filho de Eros empunhou um arco com lâminas afiadas nas pontas e avançou em sua direção. Ele, de fato, não estava afim de conversa...

Instruções

• Narre como estava seu sono antes dos gritos das náiades que brigavam pelo espelho roubado.
• Dê um jeito de ajudá-las, quando conseguir acalmá-las o filho de Eros aparecerá e vai atacar-te por conta do que ele vê (Arthur com o espelho).
• Encontre dificuldades numa luta, se forem lutar. Caso não haja luta (algo que pode ser evitado) você deve descrever como conseguiu acalmá-lo.
• Resolva-se com o filho de Eros e devolva-o o espelho.
• O filho de Eros tem o triplo do seu nível, então mantenha a coerência.

Regras


• Sua missão é num nível difícil, como você desejou, então está proibido de usar poderes ativos.
• Prazo de 21 dias para postar. Se precisar de mais tempo, mande-me uma MP com antecedência
• Não há mínimo de palavras, mas desenvolva bem os pontos obrigatórios. Não se acanhe em enriquecer sua escrita com detalhes.
• Pode fazer o uso de 2 itens.
• É proibido uso de mascotes.
• Poderes devem ser colocados em spoiler.
• Templates, cores e fontes que prejudiquem minha visão terão descontos em 25% do valor total que ganhar. Isso vale para templates com barra de rolagem.


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Re: [Missão One Post interna para Arthur P. Collins]

Mensagem por Arthur P. Collins em Sab Abr 07, 2018 5:29 am

 Espelho, espelho meu...

Missão narrada.
_
Era uma manhã quente. Mesmo em meu chalé, eu podia sentir o calor que vinha pela janela. Contudo, não era o calor que me incomodava e sim a gritaria vindo de fora do chalé, próximo ao lago.

Um pouco incomodado e com certo desprazer em fazer isto, acordo de meu sono nulo de sonhos ou pesadelos, o quê era raro, já que eu era um semideus. Esfrego meus olhos e meu rosto com as palmas, tentando recobrar todos os meus sentidos. Eu ainda estava sonolento, mas aquela gritaria havia tirado toda minha vontade de dormir. Levanto-me, apenas com meu shorts de dormir e me dirijo até a sala de recreação antes dos dormitórios, próximo a entrada do chalé de Nice.  Vou até a geladeira e pego uma garrafa de água gelada, abrindo sua tampa e dando um longo gole para umedecer a garganta e matar a sede, no que parecia uma manhã que seria longa e quente.

Não sei vocês, mas acordar a baixo de gritos é algo que me deixa realmente estressado. Após mais um ganido vindo de fora, largando a garrafa sobre a geladeira, me dirijo até o foco de toda aquela gritaria. Eram três Náiades, que estavam aparentemente brigando por algo que reluzia forte contra o sol. Precisei me aproximar um pouco para perceber que aquilo se tratava de um espelho de mão. Sem muito esperar e com o sangue já fervendo, afinal, havia sido acordado do meu sono abaixo de gritos, me aproximo das três e com um movimento rápido, tomo de suas mãos o espelho.

- Mas que gritaria é esta? – Pergunto, em um tom mais alto que o delas, mantendo uma voz grave e quase trovejante, mas sem gritar.

- Hey, me devolva isto. –
Grita uma das ninfas, surpreendida comigo.

- Não devolva pra ela, devolva pra mim, eu quero! – Discute uma segunda, se colocando sobre a primeira, quase que se estapeando com ela.

- Nada disto, o espelho agora é meu. Eu que achei. –
Grita por cima das outras duas uma terceira ninfa, que manipula um jorro de água do rio e lança sobre as outras duas, fazendo espirrar água em cima de mim, o que me deixou todo molhado.

- Hey, Hey. – Tento chamar a atenção delas, segurando o espelho na ponta dos dedos como se ele fosse cair.

- NAAAAAÃO! – Em uníssono, as três gritam, parando de brigar por um momento e me dando atenção.

- O que está havendo aqui, afinal? – Pergunto, desta vez em um tom mais baixo.

- Esta água de privada, pegou meu espelho. – Fala uma da Náiades, enfurecida.

- Seu espelho? Ele estava caído aqui, eu que achei primeiro, cabeça de bueiro. – Retruca a outra, enfurecida.

- As duas estão loucas. Eu que o vi primeiro, suas represadas. –
E com isto as duas primeiras se enfurecem. Aparentemente, a terceira as ofendeu muito as chamando de represadas.

- Hey, Hey. Então nenhuma das três é a dona dele. Vocês o acharam por aqui, não é? – Pergunto, elevando um pouco minha voz e balançando o espelho como se ele fosse cair.

- NAAAÃO!–
Gritam as três, novamente.

- Eu que achei ele. Achado não é roubado. – Fala a segunda Ninfa.

- Você? Ora sua borbulhenta. –
Fala a terceira, jogando um punhado de algas na segunda.

- Chega, parem com isto! – Me imponho sobre as três, ainda com o espelho em mãos. É então que percebo o brilho rosáceo de suas perolas e jóias. Incrustado como ele era, deveria valer uma fortuna no mundo humano, mas é quando olho para meu reflexo no espelho que me sinto estranho. Aquele não era um espelho comum e certamente a dor de cabeça que começou a me atormentar era prova disto. Eu estava meio zonzo, mas com um pouco de concentração e tentando focar minha mente, consigo manter o controle, apesar da vontade de levar o espelho comigo.

- Chega, vou levar ele para o Senhor D. Ele vai saber a quem devolver isto. – Falo, sem saber se ele saberia mesmo como devolver o espelho ou se apenas iria o enfiar no sótão como fez com várias outras coisas. Mas de quaisquer forma, era melhor do que continuar ouvindo aquelas três brigarem. As três Náiades ficam reclamando e resmungando, mas conforme vou me afastando, parecia que elas sequer se lembravam do espelho e enfim, voltavam a brincar na água, como se nada tivesse acontecido.  

Indo em direção a casa grande, tentando chegar nesta o mais rápido o possível e desviando o olhar do espelho, já que ele parecia ter algum tipo de poder que parecia afetar aqueles que olhavam para ele, me afetando menos do que afetou as três ninfas briguentas. enquanto andava distraído até meu destino, sou surpreendido por uma flecha que passa zunindo ao lado do meu rosto, tão rápida quanto um raio branco e levando consigo um filete de sangue de minha bochecha.  

- Devolva meu espelho ou o próximo disparo eu não vou errar. Pode ter certeza. – Uma voz se pronuncia mais a minha direita, vindo dos campos de treinamento. Levo uns segundo pra me recobrar do susto e buscar com os olhos a figura com arco de pontas laminadas e setas de prata lunar que se materializavam no arco.  – Vou dizer só mais uma vez, me devolva o espelho. - Fala o garoto, de olhos verdes, cabelos loiro cacheados e usando a tradicional camiseta laranja do acampamento.  

- Calma ai amigo, eu achei o espel. – E antes que eu pudesse terminar de falar, uma segunda flecha passa raspando em minha panturrilha, o que com muita sorte eu consegui desviar a tempo, ou teria transpassado minha carne como faca quente na manteiga.

- É o ultimo aviso. Me devolve o espelho ou o próximo disparo vai ser no peito. –
Fala o garoto, de forma seca e fria, mais parecendo um filho de Thanatos ou Hades.  

Quanto estou prestes a tentar falar mais uma coisa, ele nem espera e dispara uma terceira flecha, desta vez contra meu peito. Como em um instinto, levo as mãos a frente do corpo, tentando bloquear a seta disparada e evitar que ela me atingisse de forma mais grave.

- NAAAAÃO! –
Grita o garoto, estendendo um dos braços em minha direção, o que só noto após perceber que não fui atingido, após uma lufada de ar com pó de prata passar por mim e então desaparecer em fagulhas de luz prateada.

Quando noto a situação, vejo o desespero do rapaz por causa do espelho que estava à frente do meu corpo, no caminho da trajetória da flecha. Aquele não era um espelho qualquer. As pessoas estavam agindo feito loucas por causa dele e mesmo eu, teria sucumbido se tivesse ficado olhando para ele mais um tempo. Com algum cuidado, descruzo os braços da frente do corpo e tento falar mais uma vez, mas desta vez com mais calma.

- Garoto, eu acabei de achar o espelho perto do lago. Tinha umas Náiades doidas por causa dele... – Tento explicar, mas ele não me dá ouvido.

- Não quero saber, devolve meu espelho AGORA! – Com suas ultimas palavras, outra flecha se materializa em seu arco, e com ela, um encantamento. – Ágape! – Sua flecha se torna esbranquiçada e sua mira é direta em meu peito.

Novamente coloco o espelho a frente de meu corpo, o que faz o garoto hesitar em atirar.

- Covarde! – Grita ele, claramente indignado.

- Vamos fazer assim. Eu vou ai te dar o espelho, na sua mão. Só não atira, ok? – Falo, tentando convencer o garoto, já que ele parecia transtornado de mais para um dialogo.

O rapaz faz que sim com a cabeça, o que me dá o sinal para ir até ele, com calma, bem devagar, sem movimentos bruscos e ainda usando o espelho de escudo. A mais ou menos um metro dele, noto seus dedos que ainda estavam tencionando o arco, prestes a se soltarem, como se ele estivesse esperando que eu me aproximasse o suficiente para disparar uma flecha em mim sem que colocasse o espelho em risco. É neste momento que tenho que pensar rápido e a única coisa que faço é me adiantar ao rapaz. Usando o espelho, reflito a luz do forte sol da manhã diretamente contra o rosto do garoto, que desvia os olhos de imediato e solta sua flecha toda torta.  Desvio rapidamente para a direita, saltando sobre o corpo do rapaz o atingindo pela cintura, o jogando violentamente no chão, o que o faz soltar o arco.

- Hey garoto, se acalme. – Falo, tentando acalmar o rapaz, que só faz se contorcer e então... Chorar?

Ele não era nada bom de combate corpo a corpo e com toda a experiência que eu tinha treinando com meu pai, luta corpo a corpo, seja em pé ou no chão eram praticamente a minha especialidade. O garoto estava impotente perante mim, se debatendo e tentando me golpear enquanto eu monto em seu corpo, restringindo seus braços com os meus e apertando seu corpo com minhas pernas. Ao notar que nada poderia fazer, apenas começou a chorar. A esta altura dos acontecimentos, já tinha um grupo de adolescentes ao nosso redor observando a briga e torcendo para um dos lados, seja para eu dar uma surra no loiro, ou para que ele me deixasse como uma peneira.

Ver a angustia do garoto, aquela muvuca que se formou ao redor de nós e toda aquela situação não me deu muitas escolhas do que fazer.

- Me desculpe garoto. – Falo, cerrando meus punhos e lançando um forte soco na lateral de sua boca, balançando a cabeça do rapaz como se fosse um boneco de pano, que de imediato desmaia perante meu punho nada leve. Um filete de sangue voa de sua boca. Aparentemente acabei cortando seu lábio interno.  

Um "Oooh", em coro, se formou ao meu redor após o golpe, junto à alguns comentários que nãos distingui, mas falavam algo sobre mim. Logo atrás, uma figura enorme de barba longa e grisalha vinha em nossa direção. Rapidamente tento me recompor e sair de cima do garoto, mas não fui rápido o suficiente antes que Quíron chegasse e visse a cena. Não foi preciso mais do que um olhar para que os campistas se dispersassem e mais outro para que eu me sentisse culpado pelo que aconteceu.

- Então, o que aconteceu aqui? – Pergunta o centauro, impassível perante a cena.

Em uma breve explicação, enquanto tentava levantar o garoto sobre o lombo alvo de garanhão do centauro, conto os acontecidos.

- Este espelho não é normal. Ta todo mundo agindo que nem doido por causa desta coisa. – Comento, ao fim, entregando ele a Quíron.

- Hum...- O centauro dá uma olhada no espelho, cutuca seu vidro e dá uma analisada nele, soltando um suspiro pesado após ter uma conclusão.  – Sinto alguma magia vindo dele. Talvez ele esteja encantado ou seja amaldiçoado. De quaisquer forma, me parece meio perigoso pro garoto de Eros aqui, ficar com ele. – Explica o centauro. - Irei o levar a enfermaria, já que você deu um belo nocaute nele. Também vou levar o espelho pro Senhor D. ver o que faz. Você pode voltar a fazer o que estava fazendo ou... Colocar uma roupa talvez? – Brinca o centauro.

Rapidamente me lembro que estou no meio do acampamento, apenas com um shorts de dormir, molhado, suado e com grama pelo corpo. Aquilo seria uma cena no mínimo inapropriada, para não dizer esquisito ou outras coisas a mais. Isto em muito explicava os olhares direcionados a mim durante a briga, junto aos comentários que agora eu consegui entender e não queria me lembrar.  De imediato meu rosto enrubesce de vergonha, o que só me motiva a ir, o mais rápido possível, para casa, tomar um banho e me vestir. Quase que trotando como o centauro, vou para casa torcendo para não encontrar mais ninguém pelo caminho para não passar mais vergonha. Eu estava com dois cortes, um na bochecha e outro na perna, mas nada de mais. Iria dar uma passada na enfermaria para pegar um band aid ou algo assim, mais tarde.Por hora, um banho e roupas eram o meu desejo.
thanks, ♛ and ▲



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Re: [Missão One Post interna para Arthur P. Collins]

Mensagem por Circe em Ter Abr 10, 2018 2:30 pm


Avaliação

Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP que pode ser alcançado: 5.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 25%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 15%

RECOMPENSA: 2.750 XP/Dracmas

Comentários:
Confesso que eu espera MUITO mais de você, principalmente por ter pedido uma missão nível Hard que, mesmo assim, foi fácil em relação ao seu nível. Não encontrei erros gritantes em seu texto, mas encontrei pontuações erradas que seguiram por todo o texto (várias vezes). Todavia, não foi isso que me entristeceu. Você tornou a missão rasa e sem muita criatividade.

Quanto ao combate, foi algo qualquer e sem coerência nenhuma. 1º- Filhos de Eros são ótimos arqueiros e, de certa forma, não se deixam enganar por chantagem por um simples espelho. 2º- Você fez um cara 3x mais poderoso que você desmaiar com um soco, algo que poderia ser mais apimentado por ações mais engenhosas.

Espero que tenha entendido os motivos dos descontos.


Atualizado e Movido.


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Re: [Missão One Post interna para Arthur P. Collins]

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