The Blood of Olympus
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Ervas que dão vida • Missão OP para Thiago Richards Sodrew

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Ervas que dão vida • Missão OP para Thiago Richards Sodrew

Mensagem por Circe em Sab Mar 10, 2018 3:32 pm


Ervas que dão vida.

As coisas no acampamento não estavam das melhores, principalmente depois que uma peste caiu sobre os semideuses residentes neste. Insetos semelhantes à formigas haviam invadido e picado grande parte dos campistas. Por fim, foram exterminados, mas deixaram sequelas.

Luna, junto com todos os outros curandeiros, só saíram das enfermarias depois de encontrar a devida cura. Boa notícia? Sim, ele haviam conseguido. Entretanto, as ervas maceradas para os medicamentos eram do estoque pessoal da líder curandeira e, de fato, precisariam mais do que tinham.

Thiago foi o primeiro que passou diante dos olhos da filha de Perséfone, rapidamente foi o escolhido. Quem melhor que um jovem rápido e esguio para uma tarefa simples e de extrema urgência.

— Preciso de Ajuda! A maior parte dos filhos de Deméter, assim como meus irmãos, estão sob o efeito das toxinas causadas pelas pragas e eu preciso de algumas ervas. Minhas força vital está voltada para a cura deles e eu não posso usufruir de poderes na tentativa de criar essas ervas. - Retirou um livrinho de uma bolsa. — Você vai encontrar as ervas que preciso nas páginas 102, 129 e 167. Preciso delas para hoje!

Entregou um pequeno guia onde, em cada folha citada, encontrava-se cada erva que ela precisaria para confeccionar o antídoto para o veneno dos insetos.

Thiago, sem delongas, partiu em direção do local informado pela coreana.

Instruções

• Narre o que fazia antes do encontro com a Líder curandeira e prossiga com a forma que agiu ao ser solicitada sua ajuda para encontrar as ervas desejadas.
• As Ervas são encontradas no estado da Califórnia. Você pode escolher a cidade, mas lembre-se que as ervas são encontradas na mata, ou em locais com vegetação densa.
• Deverá encontrar três plantas de sua escolha e elas estarão no guia entregue pela cria de Perséfone. Colha-as e leve, com urgência para quem as pediu. Deverá ter dificuldade em encontrá-las, podendo ser em localização de difícil acesso ou pela raridade.
• Como você vai sair do acampamento, sua vida corre risco, tanto com a Seita ou com monstros. Em algum momento, ao decorrer da missão, deverá ter um encontro com membros da Seita. Você pode optar por estudá-los ou enfrentá-los, mas lembre-se da coerência.

Regras


• Prazo de 21 dias para postar. Se precisar de mais tempo, mande-me uma MP com antecedência
• Não há mínimo de palavras, mas desenvolva bem os pontos obrigatórios. Não se acanhe em enriquecer sua escrita com detalhes.
• Pode fazer o uso de 2 itens e estes DEVEM estar com as descrições atualizadas para o modelo novo.
• É proibido uso de mascotes.
• Poderes devem ser colocados em spoiler.
• Templates, cores e fontes que prejudiquem minha visão terão descontos em 25% do valor total que ganhar. Isso vale para templates com barra de rolagem.



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Re: Ervas que dão vida • Missão OP para Thiago Richards Sodrew

Mensagem por Thiago Richards Sodrew em Sex Mar 16, 2018 11:21 pm


Ervas que dão vida.


As semanas seguintes da minha saída da enfermaria não foram boas, uma praga havia caído sobre o acampamento, formigas vindas de os deuses sabem onde trouxeram consigo uma doença que está afligindo o acampamento mesmo depois de todas serem dizimadas. Os Curandeiros estavam dando seu máximo a procura de uma cura e eu me mantendo bem longe do caminho dos mesmos, afinal eu tinha um certo talento para o desastre.

Minhas tentativas de me manter afastado foram frustradas pela bela líder dos curandeiros Luna, ela havia me convocado para uma missão, aparentemente conseguira descobrir uma cura, no entanto não possuía ingredientes suficiente para produzir em larga escala para o todo o acampamento. A principio me recusei, afinal eu não estava em meu melhor naqueles dias, porem a líder dos curandeiros sabia ser extremamente persuasiva e utilizou do argumento de que se reusaria a tratar qualquer ferimento meu caso eu não fosse, para alguém que se machuca tanto quanto eu esse era um argumento muito valido, sendo assim por fim acabei aceitando a missão.

Assim que sai do encontro com Luna me dirigi imediatamente ao velho Chalé 11, um chalé que se tivesse que ser descrito em uma palavra ela seria “movimentado”, afinal com chegada de indefinidos e saída dos reclamados pelos deuses era difícil ver o mesmo rosto muitas vezes, porem esse movimento todo dava ao chalé um ar de alegria e diversão, mas graças a praga este ar fora substituído por angustia e tristeza. Não demorei a montar minha mochila, a preparei com o necessário para busca desde itens mundanos como corda e dólares, algumas identidades falsas até minhas adagas do sangramento afinal mesmo sendo uma missão de busca ainda era perigoso sair do acampamento.

Peguei um ônibus para Manhattan próximo ao acampamento, a viajem foi tranquila e um tanto agradável, foi possível até mesmo triar um cochilo. Na chegada a grande cidade me direcionei ao centro onde encontrei uma pequena lojinha caindo aos pedaços, sendo sufocado por dos enormes prédios. A loja tinha ramas de trepadeiras que invadiam os prédios vizinhos dando uma leve cor ao cinza deles, possuía uma placa que dizia “Ervas e algo mais”, de certo parecia um ponto de venda de drogas devido ao forte cheiro de incenso e outras plantas.

Adentrei a loja pela porta da frente, estava com um certo receio que a porta caísse assim que eu encostasse nela, mas graças aos deuses consegui adentrar sem problemas, um pequeno som de sino fez assim que eu entrei de certo para anunciar a entrada.

- Quem está aí? – Disse uma voz feminina grave e forte digna de uma cantora de Jazz. A voz vinha de trás de uma cortina.

-Sou eu Tia Dalma –
Respondi

Vindo pela cortina apareceu Tia Dalma uma velha senhora negra e gordinha, com dreeds no cabelo, ela parecia um chocalho de tantas missangas que tinha penduras pelo corpo e cabelo. Conheci Tia Dalma pouco tempo depois de ir para o acampamento ela era uma das poucas mortais que conheci que conseguia ver através da nevoa, isto sem falar de seu extremo talento para poções.

-Garoto não estão te alimentando naquele lugar? Você está pele e osso.

Soltei uma gargalhada – Estão sim, a comida é boa inclusive.

- Vamos lá querido me conte do que precisa.

Entreguei o caderno de anotações ela. – Preciso de uma boa quantidade das plantas da pagina 102, 129 e 167. – Disse a ela enquanto ia pegando uma balinha de seu balcão, porem fui impedido por um rápido tapinha em minha mão.

- Não vai rolar querido sinto muito.

Como não? tem que rolar sim. -

-Olhe querido não é que sejam super raras é que para grandes quantidades só tem uns locais que da para conseguir e esses locais tem certos problemas. – Explicou ela.

- Ta, eu vou mesmo assim eu realmente preciso.

-Ok, sua conta em risco. – Ela abriu um grosso livro – Folhas de mandracura, toma cuidado o fruto é venenoso se comer pode morrer. Você encontrara no Parque Nacional de Yosemite, Califórnia, lá tem um rochedo chamado El Capitan vai encontrar ela lá, mas cuidado ouvi dizer que a um ninho de Harpias lá neste rochedo. – Ela fez uma breve pausa para retomar o folego.

-OK e quanto as outras.
- Deixa de ser apreçado menino. – Me repreendeu antes de dar continuidade. – Esse tipo de alga na página 129, você irá encontrar em um lago a leste do El Capitan.

- E vou encontrar algum perigo aí? - A questionei

- Eu mandei dois rapazes lá uma vez, nunca voltaram então tire suas próprias conclusões-. Ela virou mais uma página. - Quanto à flor da lua tem um pinheiro gigantesco a uns 600 metros ao norte do lago em volta dela é cheio de flores da lua, mas cuidado o polem delas podem causar alucinação.

-Cara como essas plantas que tem algum mal podem virar remédio?

-Ué querido antidoto de veneno de cobra é feito com o próprio veneno da cobra, as melhores plantas para cura trazem algum mal, por isso eu digo que seja lá quem for fazer um remédio usando essas plantas é alguém muito bom no que faz.

- Sim ela é – Disse com as lembranças da Líder dos curandeiros preparando os remédios.

-Contudo toda via boa sorte meu pequeno. – Disse ela se despedindo de mim.

Não estava muito contente com está missão, logo de começo já teria que cruzar o país para conseguir as ervas necessárias. Peguei um ônibus que iria cruzar o país até Los Angeles, viagens longas assim era perigoso para maioria dos semideuses, porem eu possuía a capacidade de me misturar muito bem entre os mortais, o que me garantia não ser atacado com tanta frequência. No ônibus dois homens altos e fortes vestindo ternos pretos me chamaram a atenção, afinal eles não condiziam com a maioria ali, que trajavam roupas mais comuns entre famílias de férias e velhinhos curtindo sua aposentadoria e até mesmo jovens fujões que queira conhecer a cidade das celebridades, porem aqueles dois me preocupavam, por isso tratei de sentar bem longe deles.

Foram dois dias e meio de viajem até chegarmos próximo à reserva, entre as paradas para o almoço e idas ao banheiro, fiz amizade com quase todos os passageiros inclusive o motorista. Os idosos foram os que mais gostaram de mim, eu perdi a conta de quantas fotos de netos eu vi a viagem todo.

Os dois esquisitões de terno pareciam me vigiar, e isto estava me incomodando muito. Durante o desembarque em uma parada próximo à reserva nacional de Yosemite, me misturei a multidão de idosos e turistas para sumir da vista dos esquisitões, ao longe eu os observava eles rodando a minha procura, porem logo retornei a minha atenção a minha missão, eu estava ainda cerca de uma hora e meia de caminhada do rochedo onde encontraria as folhas de mandracura. Não pude fazer corpo mole tinha que tentar voltar o mais rápido possível, pois sabe deuses quantos podiam ter piorado ou até sucumbido a praga nestes dois dias de viagem.

Na encosta do El Capitan tudo que passava em minha mente era “Onde que foi marrar meu burro”. Inicie minha subida pela parte contraria da encosta, pois era menos íngreme e fácil de subir, chegando ao topo iniciei minha busca as plantas, sempre com minhas adagas a tiracolo.

O outro lado do rochedo me lembrava um pouco a parede de escalada do acampamento, mas claro sem todos os obstáculos. Uns 10 metros abaixo na parede eram possível ver o ninho, talvez os mortais vissem apenas águias gigantes ou algum pássaro exótico, mas para mim era claro como o dia o que realmente eram duas Harpias, uma pequena, talvez ainda um filhote e outra não muito maior, o ninho feito de palha, galhos e ossos.

Eu havia me mantido contra o vento para mascarar meu cheiro, escondia minha presença e era o mais furtivo que podia. “Acho que consigo matar as duas sem muita dificuldade, mas o ninho parece grande de mais só pra elas duas pequenas.” Eu pensava enquanto tentava traçar o melhor plano para conseguir pegar as plantas, que estavam em uma fenda cerca de cinco metros a direita do ninho.

Eu estava prestes a fazer algo que detestava fazer, as duas Harpias era relativamente nova, duvidava que possuíam alguma experiencia significativa em combate, mas a sensação de que ainda sim poderia ter mais delas me preocupava. Sacudi a cabeça para que as preocupações se afastassem dela, eu tinha uma missão e precisava cumpri-la.

Me pus de pé e preparei um laço na corda que havia levado, a deixei presa a tiracolo em meu cinto, e por fim saquei minhas adagas. Minha expressão era fira e vazia, meu olhar dava a parecer que não existia mais alma alguma naquele corpo, era como se eu houvesse me transformado em outra pessoa. Por fim saltei, cai no ninho com a graça e habilidade de um atleta olímpico, e antes mesmo que alguma das Harpias pudesse entender ou perceber algo eu já havia encravado uma de minhas adagas no centro das costas da maior entanto abria uma gigantesca fenda na garganta da mesma com a outra, o corpo já sem vida despencou do ninho e virou pó antes mesmo de chegar ao chão.

A outra Harpia menor tentou voar assim que seu cérebro de pássaro assimilou oque estava acontecendo, porem utilizando o laço que eu havia preparado eu lacei o pé de ave da mesma, me agarrei ao tronco do ninho e impedi que ela voasse para longe, ela em uma tentativa desesperada de se salvar mostrou as garras e atacou, mesmo com o espaço do ninho reduzido eu conseguira rolar por baixo de sua asa  e desferir simultaneamente um corte em suas  costas, a mesma guinchou de dor, e antes que pudesse ter qualquer outra reação teve o mesmo fim que sua irmã um corte profundo em sua garganta e uma perfuração em suas costas.

Suspirei com um certo pesar -Detesto essa parte do trabalho. - Murmurei a mim mesmo. Não demorei para amarrar a corda no ninho e a outra ponta em mim, não possuía medo de altura, mas não iria gostar de despencar rochedo a baixo. Escalar até as plantas foi fácil, colhi o máximo que pude evitando os frutos assim como Tia Dalma avia me alertado.

A tranquilidade da colheita havia durado pouco, uma sombra de um pássaro enorme se formol na parede do rochedo, as batidas de asas criavam uma certa lufada de vendo que acredito que se não tivesse amarrado poderia cair. Quando virei-me pairando próximo ao ninho a maior de todas as Harpias que eu já tinha visto, sem duvida aquela eu não derrotaria com apenas um ou dois golpes, contra aquela as chances de morte eram altas.

- SEU VERME MALDITO OQUE FEZ COM MINHAS FILHAS.

Nada respondi, tudo que pensava era na tremenda desvantagem que se encontrava, pendurado em um rochedo com mais de 50 metros de altura, sendo segurado por nada além de uma simples corda e as forças de meus braços. “Pendulo” A palavra veio a minha mente, eu tinha um plano, feito as pressas e muito arriscado, mas era um plano.

Antes que a Harpia mãe me questionasse algo mais ou mesmo atacasse, eu soltei as pedras a qual segurando, comecei a cair e a Harpia levantou voou, o tranco que levei quando acorda havia chegado ao fim me fez achar que quase quebrara a espinha, porem não tinha tempo para lamentar a dor ainda estava pendurado e uma mãe furiosa estava querendo me matar.

Com o auxilio da corda comecei uma corrida lateral na encosta, devo admitir que me senti em um filme do Indiana Jones, quando cheguei ao ponto máximo que podia correr deixei que o peso do meu corpo o voltasse ao local, assim iniciando um efeito de pêndulo. A harpia tentou me acertar algumas vezes durante o processo, mas graças aos deuses ela era ruim de mira.

O efeito pêndulo a qual buscava estava quase no ponto desejado, dali para frente iria precisar de um controle de corpo perfeito e uma sincronia exata. No ponto mais alto do pêndulo Harpia atacou, era exatamente oque eu estava esperando, no momento exato quando ela estava a uns dois metros de mim eu saltei, cortando a corda no momento certo a para evitar ficar preso, passei por cima da Harpia e agarrei em seu ombro, assim me prendendo as costas da mesma.

- OQUE ESTÁ FAZENDO. Gritou ela.

Novamente não respondi nada, simplesmente cravei minha adaga em sua asa, ela urrou de dor e começou a voar cada vez mais alto, em mesma proporção eu me segurava mais firme e torcia a adaga afim de causar a maior dor e desconforto possível. A Harpia já não conseguia fazer manobras ousadas na tentativa de me derrubar, e pouco a pouco ia cedendo a dor e cansaço e foi descendo aos trancos e barrancos íamos caindo, a queda hora ou outra era amortecida com mais uma tentativa da Harpia voar, mas por fim chegamos ao solo, o impacto foi grande o suficiente para me desgrudar da Harpia e faze-la urrar de dor.

-EU VOU MATAR VOCÊ, ROER SEUS OSSOS ATÉ QUE NÃO SOBRE MAIS NADA-.

-Maldita galinha vitaminada, me quebrei todo.

Me levantei rapidamente, a Harpia estava com a asa prejudicada e não poderia voar por algum tempo. Estava com minhas adagas com as lâminas voltadas para baixo, nós dois nos estudávamos, sabíamos que qualquer movimento errado custaria a vida. Engoli em seco, já havia se passado dois dias e eu havia conseguido apenas um dos ingredientes.

“Vamos acabar com isso “

Disparei em direção da mesma que usou a asa boa para tentar me atacar, porém com um rápido movimento rolei por baixo da asa da mesma evitando o golpe, no mesmo instante eu consegui fazer um pequeno corte em sua asa. A criatura deu um pulo tentando me pisotear com suas enormes patas de ave, com dificuldade me desviei de algumas, porem uma me acertou, aquelas garras fizeram um corte superficial, mas ainda sim doeu muito, e juntando com a dor da queda estava chegando perto do meu limite.

Novamente ataquei desferi mais três golpes certeiros, em solo e sem poder voar eu era muito mais rápido que ela. No final do terceiro golpe me afastei o máximo que dava.

- Senhora foi um prazer dançar com você, mas tenho que ir-

Iria fugir ela não poderia me seguir rapidamente sem poder voar, mas sabia que logo ela não resistiria, minhas adagas tinham a habilidade de impedir a cicatrização de ferimentos e causar a hemorragia por um período de tempo, no total eu havia a cortado cinco vezes era mais que suficiente para que ela morresse em alguns minutos. Corri em direção a floresta, a mesma tentou me seguir, mas cambaleou um pouco estava cansada e fraca, seu sangue espalhado por toda a grama e vegetação ao redor, logo sucumbiria a hemorragia.

Adentrei a floresta a toda velocidade seguia na direção que Tia Dalma havia me indicado, tinha que encontrar o lago para pegar as algas, entre alguns tropeções e muitos galhos no rosto cheguei a uma clareira de água cristalina, algumas folhas flutuando sobre a água, libélulas passavam voando rapidamente e alguns peixes que saltavam para fora do lago na tentativa de comer algum mosquito. Aquele ambiente dava uma certa paz e tranquilidade.

Me sentei próximo ao lago e fui fazer um alto exame afim de saber o estrago causado pelas Harpias. Por sorte nenhum osso estava quebrado, no máximo uma luxação nas costelas e o corte feito pelas garras da mãe foram superficiais, com um pedaço e pano feito de uma camiseta que havia levado serviu de bandagem e curativo para o ferimento.

Não tive muito tempo para descansar a noite se aproximava e eu queria estar voltando para o acampamento quando anoitecesse. Chapinhei no raso a procura das algas, também não demorei a acha-las, porem enquanto eu terminava de colhe-las, para variar um pouco fui atacado um Caranguejo gigante tentou arrancar minha perna esquerda com suas poderosas pinças. A criatura parecia uma rocha um pouco maior que uma bicicleta, pelos deuses como queria que fosse só uma rocha, me agradaria até se fosse uma bicicleta mesmo, qualquer coisa menos um monstro, mas como azar de semideus não tem fim pela segunda vez no dia estava frente a morte.

Para minha sorte, se é que posso chamar isso de sorte, eu estava no raso e consegui escapar para terra firme, oque não deteve o enorme crustáceo que veio atrás de mim, o mesmo lançou um jato de água em minhas costas, aquilo me arremessou a uns quatro metros da criatura, e pelos deuses como agua pode doer tanto certamente ficaria um belo hematoma no local.
“Você já tem oque precisa, não precisa luta” Era tudo que conseguia pensar, porem o crustáceo queria tirar uma provinha do filho de Hermes e não desistiu tão fácil.

Entrei a na floresta e já comecei a despistar o caranguejo, com um auxilio de u galho mais baixo de uma arvore e com uma habilidade de um ginasta ou gato subi na arvore rapidamente, logo a baixo o caranguejo passou correndo parando alguns metros mais para frente, de certo estava procurando meu rasto, porem nada encontrou e retornou ao lago.

-Puta que pariu qual o problema deste lugar, como podem chamar está merda de reserva natural – murmurava a mim mesmo – Deviam chamar de cilada do inferno por conta de tantos monstros.

Aguardei mais alguns minutos antes de descer e dar continuidade, estava mancando e com uma enorme dor nas costas, mas pelo menos minha mochila estava cheia dos dois ingredientes, só faltava mais um.

A noite estava surgindo quando encontrei o pinheiro cercado pelas flores que precisava, meu corpo estava em seu máximo de cansaço, colhi cuidadosamente evitando respirar próximo as flores, assim não inalaria o pólen, assim que terminei dei meia volta e comecei a andar.

“Finalmente algo fácil” Foi oque eu pensei, nunca estive tão enganado, mal havia dado cinco passos quando senti uma picada em meu pescoço.
-Mas que dia.... - Minha mente começou a ficar turva, meus olhos pesados, meu corpo já não tinha mais forças para se sustentar e a ultima coisa que consegui ver foi a silhueta de dois homens vindo em minha direção.

Algum tempo depois eu começava a recobrar a consciência e conseguia ouvir duas vozes.

- Demos sorte, certeza que é um deles.

- É promoção na certa.

Quando minha visão voltou ao normal, pude notar que estava algemado no banco de trás de um carro, um modelo utilitário, no banco do carona um dos homens esquisito de terno que havia visto no ônibus, enquanto seu outro amigo esquisito guiava o carro.

- Olha só quantas identidades. Samuel C. Maveric, Dimitre Corvinos, Thiago R. Sodrew, Marcos Di Pollo. Qual será a verdadeira dele? Disse o do banco do carona.

- Relaxa estamos quase em New York, lá no QG vamos descobrir a identidade dele.- Respondeu o motorista.

“Eu apaguei por quase dois dias, estamos próximos de New York “Minha mochila estava no assoalho ao lado de meus pés, minhas adagas continuavam em forma de anéis nos meus dedos. Me livrar das algemas não seria um problema, mas e depois qual seria minha próxima ação? E quem eram os dois? Perguntas que não teria muito tempo para responde-las, precisava sair dali e voltar ao acampamento.

Como disse me livrei facilmente das algemas e os dois mongos nem notaram que eu estava acordado e muito menos solto, fiquei fingindo que ainda estava desmaiado, esperando o melhor momento para fugir.

Estávamos nos aproximando de Manhattan e como era de se esperar o trânsito estava parado, os carros buzinavam como se não houvesse amanhã. Aquela seria a hora perfeita, eles não conseguiriam me seguir de carro e correndo a pé tenho certeza que nunca me pegariam.

O motorista resolveu descer do carro para esticar as pernas, afinal estavam em uma viagem de carro por quase todo o país. Neste momento agarrei minha mochila e sai em disparada pela rua correndo entre os carros, os dois tentaram me seguir, mas como havia dito correndo eles nunca me pegariam, eu entrava em becos e saia em outros, saltava por carros e cercas despistando eles e logo não havia mais sinal de nenhum dos dois, por garantia fui para o lado oposto do acampamento antes de seguir para lá.

Peguei outro ônibus até próximo ao acampamento, cheguei mancando e dolorido, fui direto ao encontro da líder dos Curandeiros.
Soltei em a mochila cheia das ervas que ela havia pedido. – Toma e quando você terminar de fazer esses remédios eu quero um check-up completo. – Murmurei me sentando na maca mais próxima. A curandeira deu uma pequena risada e logo começou a coordenar todos para que pudessem maximizar a produção do remédio.

-Obrigado Thi, você salvou muitas vidas.

Não sabia porque, mas aquelas palavras haviam me feito corar um pouco. E até a semana seguinte não havia notado que tinha fugido dos gorilas de terno e não havia recuperado minhas identidades.
Spoiler:
FPA:
Armas:
• Adagas do Sangramento [Duas adagas com 15cm de comprimento, de lâmina completamente negra, polidas dando um aspecto perolado para as mesmas. | Efeito 1: Durante dois turnos inteiros cada corte feito pelas lâminas, não importando o tamanho ou o local começará a sangrar imediatamente e irá causar +5 de dano por corte (sendo no máximo cinco cortes) durante três turnos. E, apos o efeito cessar, o mesmo só poderá ser ativo dentro de quatro turnos, após o ultimo turno de dano. | Efeito 2: Ao comando do portador as adagas podem se transformar em dois anéis completamente negros e polidos. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas | Beta. | Status: 100% sem danos | Comum | Arsenal do Acampamento]
Poderes Passivos :
Nível 1
Nome do poder: Perícia com Adagas e Caduceu I
Descrição: A prole do deus dos ladrões possui, naturalmente, uma habiliadade com Caduceus e Adagas, entretanto - mesmo que sejam detaques natos, nesse nível, sua habilidade ainda é muito pouco desenvolvida.
Gasto de Mp:
Gasto de Hp:
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de Adagas e Caduceus.
Dano: +5% de dano, caso acerte o golpe.

Nível 4
Nome do poder: GPS Nato.
Descrição: Nesse nível os filhos de Hermes conseguem facilmente se localizar no globo terrestre. Eles também sempre sabem como chegar a qualquer lugar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre saberá onde está, ou como chegar em determinado local, ou seja, nunca fica perdido.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Metabolismo Acelerado I
Descrição: Por serem tão rápidos, os filhos de Hermes têm um metabolismo extremamente acelerado que necessita de muita energia, no caso alimento, para se manter funcionando. Sendo assim, a recuperação do herói é muito mais rápida que a dos outros semideuses. Nesse nível, apenas funciona em ferimentos leves.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 15 de HP e +15 de MP
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Velocidade I
Descrição: Hermes/Mercúrio é o deus mensageiro, portanto, precisa ser rápido. Por isso a ele é atribuído o dom da velocidade. Seus filhos possuem velocidade maior que os outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de velocidade
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Escorregadio I
Descrição: Você é muito bom em se esquivar, se camuflar e se esconder podendo usar disso para se livrar de confusão. Nesse nível é capaz de se esconder facilmente de mortais e monstros comuns.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de esquiva e agilidade.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Perícia com Adagas e Caduceu II
Descrição: Você está treinando e pouco a pouco é possível notar a sua melhora no manuseio de uma dessas armas.
Gasto de Mp:
Gasto de Hp:
Bônus: +20% de assertividade no manuseio de Adagas e Caduceus.
Dano: +15% de dano, caso acerte o golpe.

Nível 10
Nome do poder: Manipulador I
Descrição: Seu poder de convencimento e manipulação começa a aflorar. Você encontra um modo de fazer com que semideuses, monstros e outros seres façam o que você quer sem que se deem conta disso. Mas, por ser apenas o começo, pouquíssimos cairão no poder de sua palavra.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de persuasão e poderes de enganação ou ilusão.
Dano: +5% de dano se o inimigo for pego.

Nível 11
Nome do poder: Melhoria em Esquiva.
Descrição: Nesse nível o filho de Hermes/Mercúrio tem mais chances de se esquivar de um ataque, mas é bom que sempre tenha em mente que poderá ser acertado caso não utilize uma boa estratégia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de agilidade e esquiva.
Dano: Nenhum
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Thiago Richards Sodrew
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Re: Ervas que dão vida • Missão OP para Thiago Richards Sodrew

Mensagem por Circe em Dom Mar 18, 2018 1:45 am


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Comentários

Você escreve bem, Semideus, a pesar de deixar frases bastantes longas. Tem alguns errinhos de concordância e de digitação também, coisas que podem ser ajeitadas com uma leitura em voz alta, ou com a ajuda de um corretor.

Você gostaria de ganhar várias coisas com a missão, então optei pelo primeiro que pediu, o XP.
Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 5000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 25%

RECOMPENSAS:  4.250 (+5%) = 4.463 + 2.000 dracmas.


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Re: Ervas que dão vida • Missão OP para Thiago Richards Sodrew

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