The Blood of Olympus
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♦ The prince of flowers

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♦ The prince of flowers

Mensagem por Theon Malmberg em Dom Jan 28, 2018 5:22 pm

Aqui ficarão as postagens referente a trama pessoal do Theon.



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Theon Malmberg
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Re: ♦ The prince of flowers

Mensagem por Theon Malmberg em Dom Jan 28, 2018 5:24 pm

I am back to my castle;

O sol quente no topo do céu indicava o horário de transição entre a manhã e a tarde, indicando também a hora que o jato particular que Theon se encontrava, aterrissou na pista de pouso do grande castelo britânico. O semideus retornou as suas origens para o aniversário de seu pai, Dean, logo após pedir a autorização devida ao centauro instrutor do acampamento.

— Theon! — O homem velho, mas de bela aparência, abriu seus braços para puxar o semideus em um abraço, assim que este saiu da aeronave — Que saudades, meu filho!

Dean era a definição perfeita para a caracterização popular de ‘coroa enxuto’: Seu corpo atlético podia disfarçar perfeitamente seus 53 anos vividos. Seus cabelos pretos eram perceptivelmente pintados para esconder os fios brancos. O que talvez entregasse sua idade mais avançada, eram as rugas em seu rosto, que apareciam principalmente quando ele sorria.

— Espero que já tenha conseguido alguma posição importante naquele acampamentozinho — Falou o mais baixo que pôde perto do ouvido de Theon durante o abraço, olhando para o lado para ter certeza que nenhum dos seguranças ao seu redor escutava aquilo — Vamos, chegou na hora do almoço! — Seu tom de voz voltou ao normal assim que se afastou.

Os óculos escuros do filho de Perséfone escondeu afeição que fez quando escutou a pergunta do pai, evitando fazer qualquer comentário referente aquilo. Colocou as mãos nos bolsos da calça enquanto se dirigia para o carro que os levaria até a entrada do castelo. Seu pai, permitiu que ele entrasse primeiro na parte de trás do carro, adentrando o automóvel logo em seguida.

— Como está indo nosso plano? — O mais velho perguntou logo que fechou a porta do carro e ficaram a sós no banco traseiro.

— Na mesma — Theon respondeu com desdém, olhando os terrenos do castelo através do vidro fumê.

— Como assim, na mesma? Não progrediu em nada? — Ele estava visivelmente alterado.

— Não, pai. Eles não vivem no acampamento, não é fácil de encontrá-los — Sua resposta impaciente fez com que seu pai pensasse por um tempo.

— Certo, precisamos encontrar uma maneira de que isso aconteça.

A verdade é que Malmberg não estava muito interessado no plano de seu pai, mas sabia que se não o fizesse, estaria indo contra a vontade dele e seria deserdado da família, como foi ameaçado algumas vezes.

O caminho até a entrada principal não demorou muito, chegando logo após o silêncio daquela conversa inicial. Theon não esperou que abrissem a porta do carro, abrindo ele mesmo e correndo para dentro do castelo logo. O que antes era um jovem sem paciência, agora era um garoto orgulhoso e metido, com um sorriso estampado no rosto.

— Família, cheguei! — Falou assim que chegou a sala de refeições primeiro que o pai.

O ambiente era espaçoso, com grandes janelas por onde entrava a luz solar, dispensando a necessidade de acender lâmpadas durante o dia, estátuas nos quatro cantos do cômodo e uma grande mesa de madeira com vinte e dois lugares, que fica bem no centro, em baixo de um perfeito lustre de cristal.

As quatro pessoas que sentavam em uma das pontas da mesa, próximas ao banquete servido, viraram na mesma hora para observar a chegada nada discreta do semideus. Três sorrisos apareceram. Dois deles, pertencentes aos mais novos que almoçavam: um beo rapaz de cabelos castanhos e rosto quadrado e uma garota aparentemente um pouco mais nova que ele, mas também com o maxilar quadriculado, entretanto com traços finos.

O terceiro sorriso pertencia ao homem que sentava na ponta da mesa, que seria idêntico ao seu pai se não fosse por causa do cabelo branco. Edward Malmberg, seu tio, irmão gêmeo de seu pai e atual rei da Inglaterra.

A única pessoa a não esbanjar felicidade com a chegada do garoto foi Astrid, uma mulher bem cuidada, com cabelo preso em uma trança que passava de seu pescoço. Ela era a esposa do seu tio, a rainha com quem Theon e seu pai já tiveram alguns desentendimentos. Para ela, Dean não passava de um aproveitador que vivia as custas do irmão. O que não era mentira nenhuma.

— Pelo visto, a bagunça começará antes mesmo da arrumação para a festa — Comentou a matriarca antes de levar um garfo de comida a boca.

— Chegou cedo, primo! — Evan, falou enquanto acenava para ele com a cabeça.

— Não estão te alimentando direito lá e por isso decidiu aproveitar o almoço aqui? — O rei Edward riu após seu comentário.

— Digo logo que não vou devolver o seu quarto — Brincou Kat, enquanto o semideus sentava ao seu lado e era servido por um dos vários serviçais da residência.

— Vocês não acham que eu perderia a grande festança de amanhã não é mesmo? Principalmente por se tratar de sua coroação, Evs.

Os olhos de Theon iluminaram-se em um brilho forte enquanto olhava para o seu primo durante tal fala. O brilho só desapareceu com a chegada de seu pai, que reclamou por não ter lhe esperado e sentou no lado oposto ao filho, na cadeira a sua frente.

O almoço se deu de forma pacífica, com o filho de Perséfone contando sobre o novo ‘instituto’ americano que frequenta. A conversa era acompanhada por todos, exceto por Astrid que permanecia em silêncio e foi a primeira a deixar a mesa após a sobremesa.  Sua antipatia pela família do seu marido era sabida por todos ali presente, então ninguém estranhou sua saída apressada.

O resto do dia correu de forma tranquila, com Evan e Theon relaxando na piscina real após o almoço, enquanto os outros integrantes daquela família realizavam seus afazeres. O Grego aproveitava a presença do primo para fugir do pai, que vez ou outra aparecia procurando-o, mas desistia de falar quando avistava o futuro rei ao lado dele. Quando não estava junto do príncipe, ele tentava o máximo não passar pelas alas em que Dean estava, encontrando-se apenas na hora do jantar.

Todos espantaram-se no momento em que o recém-chegado informou que iria para seus aposentos, sendo o primeiro a sair do jantar, quando normalmente sempre era o último a fazer isso. Ele estava cansado e a última coisa que queria antes de dormir era ouvir seu pai falando de seu plano de vingança.

Theon tomou um banho quente em sua antiga suíte, demorando o máximo de tempo na banheira. Estava com saudades daquela mordomia que não tinha no acampamento meio-sangue. Enrolou-se no roupão após secar-se e caminhou até a cama king size, sentando em uma das pontas dela.

Diferentemente dos outros campistas que eram recrutados por sátiros para irem ao acampamento, Theon chegou lá por conta própria, sendo enviado pelo seu pai, que um dia já frequentou aquele local. Desde pequeno escutou histórias de lá e de um deus em específico: Ares. Para seu pai, quanto mais soubesse do inimigo, mais fácil seria para derrotá-lo.


Os gêmeos da realeza nasceram do amor secreto entre o rei da época e da deusa Nice, que visitou o tal rei para parabenizá-lo após o país ter ser tornado o grande campeão das olimpíadas daquele ano.

Grávida, a deusa retornou para o olimpo após passar alguns dias com o seu amado mortal. No caminho de volta para o lado de Atena, Nice foi interceptada por Ares na metade do caminho, pedindo para que ela estivesse ao seu lado em uma guerra que ele participaria. Ela negou o pedido por dois motivos: primeiro, por sua lealdade ser a deusa da inteligência e estratégia, participando de batalhas ao lado dela, apenas. Segundo, pois sabia da gravidez divina acelerada e a qualquer momento teria o seu filho.

O deus não gostou nenhum pouco em ter recebido um ‘não’. O ambiente ao redor deles pareceu pegar fogo, gritos ecoaram no ar enquanto o soberano da guerra amaldiçoava-a, ou melhor, o rebento da vitória que ainda estava em seu ventre. Retirando qualquer poder divino que ele pudesse herdar da mãe.

O que ele não sabia, é que Nice não estava grávida de apenas um, mas sim, dois. Gêmeos. A maldição do deus da guerra recaiu apenas sobre um dos semideuses que foram entregues ao rei e criados como sendo filhos bastardos do velho. Dean havia sido o amaldiçoado, sendo sempre ofuscado pelas grandes conquistas e vitórias do irmão, principalmente quando ele foi coroado, recebendo o posto que sempre almejou.

Os irmãos passaram pouco tempo no acampamento meio-sangue, retornando a Inglaterra após um treinamento intensivo com Quíron. Por saber que seu filho seria o futuro rei, Nice pediu a Athena que abençoasse o palácio para que nenhum monstro conseguisse invadi-lo, permitindo um reinado tranquilo para Edward.

O passar dos anos só fez com que a raiva pelo deus da Guerra aumentasse cada vez mais, no interior do amaldiçoado. Ele atribuía a Ares o motivo de não ganhar as mesmas coisas que o irmão, se tornando o perdedor da família e o sem poderes. Decidiu então iniciar seus planejamentos de vingança.

Seu movimento inicial no tabuleiro de xadrez seria encurralar a amada do deus, levando-a para a cama. Dean viajou para a América com a desculpa de querer conhecer o olimpo, quando na verdade era uma missão de espionagem para descobrir com quem Ares ia para a cama. Tal informação veio de uma ninfa um pouco embriagada que acabava de sair de uma das festas de Dionísio. “Perséfone”, ela apontou como o amor secreto do deus.

O semideus sem poder retornou para casa com um grande sorriso no rosto e esperou ansiosamente pela chegada da primavera, época em que a deusa estava na terra junto a sua mãe Deméter. E na primeira oportunidade que teve, realizou uma oferenda em seu tempo na Grécia, o que chamou a atenção da deusa e fez com que ambos se conhecesse. Aquele encontro foi o suficiente para estimular outros a acontecer e finalmente, deitarem um ao lado do outro.

Quando descobriu o equivoco de deusas, já era tarde demais. A rainha do submundo já estava a espera do herdeiro dele, enquanto o deus da guerra continuava a se encontrar com a sua verdadeira amante: a deusa da beleza, Afrodite. O ódio do filho de Nice só aumentou depois disso, acalmando-se apenas quando teve o seu filho entregue nos braços e notou as cicatrizes nas costas dele, as mesmas que seu irmão Edward possuía, o que indicava a herança da vitória.

Dean criou Theon para que ele soubesse tudo do universo divino, principalmente contando todas as histórias de Ares. Quando mais velho, o suficiente para entender as coisas, contou-lhe a verdade sobre todos esses mitos, sobre existirem e qual relação eles possuíam. O legado de Nice decidiu que ajudaria o pai a se vingar do olimpiano, no intuito de devolver o que lhe foi tirado a força: seus poderes.


Theon levou a mão até o anel que ficava preso a uma corrente de ouro em seu pescoço enquanto mergulhava em pensamentos. Item que ele conseguiu no arsenal do acampamento assim que chegou. Aquele objeto mágico apagava as lembranças dos últimos cinco anos de quem colocasse-o no dedo, por isso usava-o daquela forma e por esse motivo que tinha escolhido-o, por causa deste atributo. Ele estava cansado tendo que viver as custas da vingança de seu pai, se arrependia profundamente em dizer que topava fazer parte daquele plano, pois agora, havia se tornado uma das peças principais do tabuleiro.

Tudo o que ele queria era poder aproveitar a sua vida de riqueza em paz, só que se falasse isso ao pai, seria deserdado e perderia tudo o que possui até o momento. Não suportava a ideia de ter que viver no acampamento para sempre, o único lugar que ele teria para onde ir.

Rodou o anel pela ponta dos dedos algumas vezes. Seria aquilo a forma dele se livrar do ofício? Ou será que seu destino como semideus era esse? Realizar a usa vingança contra o deus da guerra, ou melhor, a vingança de seu pai.

A resposta para aquela pergunta não apareceu, pelo menos, não aquela noite. Theon estava tão exausto da viagem que adormeceu do jeito que estava: enrolado no roupão, com os pés para fora da cama.

Itens Carregados:


// Jey Eternal [Um anel de ouro imperial liso, com uma única pedra de rubi em seu centro, uma peça delicada e unissex que em mãos erradas, pode trazer acabar trazendo ao seu portador uma tremenda má sorte. | Efeito 1: O anel se ajusta perfeitamente ao dedo do usuário, contudo, ao desfrutar desse e desliza-lo por seu dedo, tal portador ficara 5 anos mais jovem, será literalmente como se voltasse no tempo, sem chance de retornar ao normal. (Esse efeito só funciona uma única vez, apaga as lembranças dos 5 anos vividos por seu portador e o faz retroceder na vida, além disso, como efeito colateral, o semideus sofrerá de delírios continuamente, podendo ter vislumbres de coisas tenebrosas relacionadas a seu passado, ou pior, ao passado de Daphine, que morreu sendo torturada por um dos cárceres do rei do inferno). | Efeito 2: Transforma-se em uma espada de ouro imperial com mensagens de boa sorte, vitória e poder. | Espaço para uma gema | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento] { Anel pendurado no pescoço com uma corrente dourada }

// Mochila-Carteira [Trata-se de uma mochila que assume qualquer coloração que o usuário desejar, podendo comportar até duas armas médias, como espadas e duas adagas. Caso o semideus opte por carregar itens de cura ou similares a mochila irá comportar até quatro desses itens. | Efeito 1: A mochila diminui de tamanho, passando a ser uma pequena carteira de bolso. Mas você deve desativar o efeito caso queira pegar suas armas de volta. | Tecido mágico | Resistência Beta | Sem espaço para gemas | 100% sem danos | Evento de Natal 2017] { Guardada no bolso traseiro da calça em forma de carteira }

// Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ] { Guardada dentro da carteira}

// Orquideo [Uma pequena esfera de vidro flutuante que exibe um brilho azulado em seu centro, formando flores diversas para representar a deusa da primavera. | Efeito 1: É capaz de sentir e reproduzir por meio de imagens os desejos mais profundos no coração daqueles que estão seu redor. Efeito 2: Durante um único turno, se o desejo for algo material e palpável, o orquideo será capaz de materializar o objeto em questão, que some após um curto período de tempo (em luta 2 turnos, em game on interpretativo uma hora). | Vidro | Sem espaço para gemas| Sigma | Status: 100% sem danos| Mágico | Presente de Perséfone] { Guardada dentro da carteira}

Habilidades Utilizadas:


Poderes Passivos:
// Considerar todos desta lista até o nivel 9.

Poderes Ativos:
// ----

OBSERVAÇÃO:
Esta primeira ccfy da trama faz parte da promoção de natal do fórum, para 'conquistar' o legado de Nice




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Re: ♦ The prince of flowers

Mensagem por Juno em Dom Jan 28, 2018 7:47 pm


Theon Malmberg



Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP que pode ser alcançado: 5.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%


Realidade de postagem + Ações realizadas – 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 15% [/quote]

RECOMPENSAS: 3.900 XP + 3.900 dracmas + Reconhecido como legado de Nice


Comentários:

Você trouxe a história de uma maneira simples e direta, mas bastante coerente e que dará origem à grandes histórias em sua trama. Os descontos aconteceram mais pelo fato de você não ter enfrentado nenhum monstro ou desafio na descoberta de seu legado, o que não é uma crítica, apenas uma simplicidade que seu post teve. Espero ter a oportunidade de acompanhar um pouco de sua trama, acredito que será bastante interessante.






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Re: ♦ The prince of flowers

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