The Blood of Olympus
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Mensagem por Dasha Nikolaevna em Sex Jan 12, 2018 3:33 pm

starry night
Aqui se dá início a trama protagonizada por Dasha Nikolaevna. A adolescente pretende encontrar suas próprias respostas e, finalmente, entender não só o seu passado, como também traçar seu futuro. Escolher o olimpo, sua mãe ou a neutralidade? Procurar por si mesma e pelas respostas que nunca teve sobre sua mãe mortal ou simplesmente deixar o passado onde estar e seguir em frente, traçando um novo destino?
16
Nyx
Curandeira


Pretty like a fallen angel
all that grace, all that body, all that face makes me wanna party. it's like heaven taking the place of something evil and lettin' it burn off from the rush.
Dasha Nikolaevna
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Curandeiros de Asclépio
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Idade : 18

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Mensagem por Dasha Nikolaevna em Qua Jan 23, 2019 7:32 pm

Immaculate Conception
I can fight but the devil wins
And i will fall like i sin new sins
Forgive me father i am weak
And it's not forgiveness that i seek


Prólogo

Ravenna Mason era uma jovem doce e alegre, e como uma perfeita aprendiz de Circe, ela repudiava os homens. Talvez, ela nunca tivesse perdoado sua mãe por lhe dar um pai ausente colocar em sua vida um homem que, mais tarde, viria a tornar-se completamente abusivo com ambas, embora nunca tenha – de fato – tocado em Ravenna de modo impróprio. Era uma jovem asiática albina, sendo filha de uma coreana naturalizada e criada nos Estados Unidos e do deus grego dos ventos, Éolo.

Conheceu a deusa da noite em um dos trabalhos pela ilha, era uma noite de lua cheia, em março e o dia estava propício para trabalhar em um novo ritual de fortificação, seus fios longos pareciam prateados sob a luz do luar pela cor extremamente clara, os olhos eram de um singelo lilás, muito graciosos e brilhantes mesmo àquela hora. Ela era uma beleza rara, muito diferente de tudo que poderia representar a noite, mas ainda assim, Nix se encantou com a feiticeira e sua dedicação à magia. Foi breve e abrasador.

Ravenna conhecia o suficiente de deusas e deuses para saber que poderia estar cometendo um erro, mas não se importou. Sentia que tinha uma oportunidade única e Nix parecia uma deusa atenciosa, ainda mais se considerássemos o fato de ela ser uma primordial. Se entregou aos sentimentos pela mulher que se mostrava para Rave com uma aparência bem semelhante à sua, mas com cabelos escuros como piche e olhos igualmente escuros. E em uma única noite de prazer, a vida de Ravenna mudou de forma inimaginável.

I – As coisas não iriam mudar;

Não demorou muito para Ravenna descobrir sobre a vida que crescia em seu ventre e, toda a raiva que havia acumulado em seu interior durante anos e anos, pareceu ser aplacada pela possibilidade de que ela pudesse ter um tipo de amor verdadeiro e genuíno. Mas conforme os meses passavam, muito lentamente em sua opinião,  Ravenna temia que a fúria de Circe recaísse sobre si ou sobre a criança que gerava, mas a deusa não se manifestava, embora possivelmente soubesse o que ocorria, parecia ignorar por saber que, tocar em uma criança da Noite, poderia ser um de seus piores erros.

Esse sentimento não durou muito, a barriga de Ravenna começava a crescer, logo as roupas largas não resolveriam e Circe não gostaria de punir uma de suas melhores aprendizes, sendo assim, escondeu-a em um quarto do seu “spa” até que chegasse o momento de a criança vir ao mundo. Por cinco meses, Ravenna ficou ali confinada e, se Circe a deixasse criar a menina, talvez ela vivesse ali pelos próximos dez ou doze anos.

O parto de Dasha - Hwang Na Ri - foi feito pela própria deusa que, após deixar que Ravenna olhasse a criança e escolhesse seu nome, criou um portal e a mandou para um lugar distante no mundo dos mortais. Embora Ravenna quisesse criar a menina, sabia que precisaria esperar o momento certo para reencontrá-la e não queria enfurecer Circe que, até o momento, lhe tinha sido muitíssimo generosa.
E assim, Dasha apareceu em na porta de um orfanato na Rússia, onde ficou por três anos.

II – Primeira infância;

Diferentemente das outras crianças, Dasha não se aborrecia com a condição de pobreza do orfanato, ela era pequena demais para se importar e, se tinham comida e um lugar para dormir, além de poderem brincar, por ela estava ok. Contentava-se com o pouco e sua doçura causava certo apreço nas irmãs que ajudavam a manter a ordem e cuidar das crianças dali.

Mas ela realmente não era como as outras crianças e não passou tanto tempo naquele lugar, estava com três anos quando foi adotada por Nina Davis e Rohan Nikolaevna. Uma artista plástica e um cardiologista. Talvez você se pergunte se ela não teria problemas em se adaptar, mas era seu sonho: ter uma família. Pai, mãe e, quem sabe, irmãos? E, de fato, foi o que aconteceu.

O casal já tinha um filho biológico e, depois de muito tentarem ter uma menina, descobriu-se que Nina tinha um tumor no útero e precisava tirá-lo, por isso, a família decidira adotar. Não havia ressentimento por Nina não poder gerar seu próprio bebê e Dasha não era tratada de maneira inferior ao filho que eles tinham, na verdade, podia-se considerar que ela recebia tantos mimos quanto ele, ou até mais.

O casal manteve o nome - Dasha - que ela recebera no orfanato. A menina se dava bem com seu irmão e com todos ao seu redor. Não sofria bullying na escola, não tinha problemas em fazer amizade e era como um pequeno raio de sol em meio a toda neve que caía naquela cidade durante o ano. Não havia uma pessoa sequer que não gostasse dela em casa, na escola ou onde fosse.

Mesmo que a garota tenha sido diagnosticada com TDAH, ela ainda era uma excelente aluna pelo simples fato de esforçar-se mais do que a maioria de seus colegas de classe. Dasha também gostava muito de cantar e, por essa razão, começou a aprender piano e canto com apenas sete anos. Tanto seus professores, quanto seus amigos, admiravam-se ao saber que mesmo com toda sua história de vida, a pequenina não se abatia.

Ela era completamente feliz. Não dava para dizer, de modo algum, que a vida de Ash era ruim.

III – Do outro lado do oceano;

Quando Pietro – o filho biológico do casal – teve sua inscrição aprovada em Columbia, a família inteira decidiu se mudar para Nova Iorque. Ficava do outro lado do oceano, mas para Dasha, que era uma criança, tudo era muito empolgante e ela não hesitou em ir. Estava ansiosa para fazer novos amigos e enturmar-se com os colegas.

Passaram a morar em um duplex que era grande o suficiente para que Nina continuasse seus trabalhos, mas não tão grande quanto a casa onde moravam em Moscou. Àquela altura, Dasha já tinha os cabelos tingidos de loiro e seu rosto já abrigava as lentes azuis. Eram características de ocidentais que ela tinha colocado em si mesma em uma tentativa de não ficar tão excluída já, originalmente, seus olhos eram de um castanho que variava entre o mais profundo tom de marrom e o mais suave tom canela, além de tem em sua cabeça, cabelos compridos e pretos antes da pintura.

Estava com doze anos e tinha alguns amigos mais próximos, não era fácil para ela ser uma garota russa em território norte-americano. Ela teve um pouco de dificuldade com o idioma porque, falando sinceramente, ela não havia sido a mais dedicada das alunas em aprender inglês, não quando tinham lição de francês e a língua soava-lhe muito mais bonita e agradável, mas depois de um ano, era quase totalmente fluente no idioma do país em que estava vivendo e, assim, começou a socializar um pouco mais.

Mas nem tudo na vida de um semideus são flores. Ainda mais quando se é filha de um primordial.

IV – Treze é um número de azar;

Era o aniversário de treze anos de Dasha, mas ela não sabia ao certo o que fariam naquele dia. Entrou em casa depois da aula e não encontrou ninguém. Nina sempre estava lá, mas naquele dia o local estava particularmente silencioso.

Olhou ao redor, procurando pela mãe e nada encontrou. Também não havia sinal de luta, aquilo era estranho. Ouviu um ruído no andar de cima e foi até a cozinha, pegando uma faca. Suspirou de forma pesada, mordendo o lábio de forma leve pelo nervosismo. Magra e pequena como era, não havia muito que ela pudesse fazer contra um invasor.

Tirou a mochila das costas e caminhou devagar até o ateliê de Nina, esperando encontrar a mulher lá e, quando abriu a porta, o local também estava vazio.

Havia apenas uma mulher morena, olhando para a porta de forma fixa. ― Não precisa disso. ― a mulher sorriu. Parecia jovem. Não mais que uns dezenove anos. Sua pele era de um tom escuro e os lábios grossos muito bem marcados. ― Sua mãe acha que tem potencial para se juntar a nós. ― Ela sorriu, girando entre os dedos uma bolinha que parecia de vidro e estava preenchida por uma fumaça azul. ― Cadê a minha mãe?

A morena sorriu. ― Aquela loira oxigenada? Ela está bem. Só dormindo. ― A garota deu um sorriso malicioso. ― Fique tranquila. Ou não. ― Atirou a bolinha de vidro aos pés de Dasha e tudo pareceu se dissolver em fumaça ciano.

V – Biológica;

Quando a fumaça de dissipou, Dasha notou que estava de uniforme, no meio de uma estrada de tijolos. O pôr do sol estava intenso, indicando que o anoitecer já vinha chegando.

A loirinha olhou ao redor, mordendo o lábio por um instante, sua mão se fechou ao redor do cabo com uma força que ela sequer imaginava ter, podia sentir os dedos dormentes. Uma carroça parecia se aproximar devagar, sendo guiada por uma moça morena que mantinha o rosto coberto.

Parou ao lado de Dasha, maneando a cabeça. ― Suba. ― A russa hesitou. Não sabia ao certo se deveria aceitar. Não sabia nem onde estava. Mas aceitar a carona poderia lhe dar algumas explicações.

Como não tinha muitas outras escolhas, a garota subiu e se sentou ao lado da morena. ― Onde estou? Você... fala minha língua? ― a garota assentiu, mantendo as mãos nas rédeas. ― Sim. Você está no Reino do Sol. O lugar onde a noite nunca toca.

Dasha precisou conter um suspiro de confusão. ― Nunca ouvi falar desse lugar. Onde fica? – a russa murmurou, enquanto a garota continuava a guiar a carroça sem sequer olhá-la. ― Conheces o Reino da Noite?

Não. Eu estava na sala de casa e apareci aqui. ― Finalmente a morena a olhou sorrindo levemente. ― Uma forasteira. ― Dasha ficou pensativa, mas acabou assentindo. ― Receio que não seja um bom lugar este onde caiu.

E por que não? ― a outra deu de ombros. ― Acredite em mim, os reinos não têm tido paz desde que Merlin sumiu. Há cerca de mil anos. Antes, o Reino do Sol tinha o sol a pino durante todo o tempo. E no Reino da Noite, luz natural alguma existia além da lua e das estrelas. Mas então os príncipes fugiram juntos. Merlin quem os ajudou. Então, ele precisou fugir da fúria dos reis. E desde então, o sol e a noite nunca mais foram os mesmos.

Eu não entendo. ― Murmurou. ― Merlin puniu os dois reinos por querer proibir o caso de amor. Ninguém envelhece. Nada muda. O tempo continua assim. Num crepúsculo eterno. Mil anos. Precisamos de alguém capaz de desfazer o feitiço. Ou encontrar Merlin.

E como saio daqui? Quero ir para casa. ― A voz da morena mal passava de um sussurro. ― Não dá. Só Merlin conhece a saída. Ela só se mostra para quem tem magia.

Dasha sentiu-se cabisbaixa, não havia saída aparente. O que faria? ― E então? Fico aqui? ― a garota encolheu os ombros, passando pela fronteira. ― Presumindo que você não é uma criatura com magia no sangue... sim.

[...]

Como o tempo nunca mudava, não demorou até que Dasha perdesse a conta dos dias. Karina, a jovem morena que a encontrara, a abrigara e a colocara para trabalhar consigo, entregando tecidos nas cortes.

Naquele dia, a entrega seria no palácio do Sol. A garota sentia-se agitada quando adentrou o local. Era enorme, em tons pastéis de amarelo e havia diversas garotas bronzeadas, de cabelos louros e olhos castanhos claros. No entanto, quando adentraram a sala do trono, ela notou uma mulher bonita ao extremo. Seus olhos eram lilás, ela era branca como a mais pura neve e seu cabelo era igualmente branco. ― Ah! Karina! Que bom ver você! – ela sorriu, seus olhos se desviaram para Dasha e sua expressão tornou-se séria.

Quem é você? ― ela segurou o pulso da menina, o apertando com certa força. ― Senhora! Ela está me acompanhando. Se chama Dasha. – a russa estava atônita, não sabia o que estava acontecendo. A mulher ainda mantinha a mão no pulso da garota, no entanto sua voz era branda. ― Saiam todos. ― Apesar da suavidade de sua voz, não se passaram dez segundos antes do grande salão se esvaziar por completo.

Dasha... ― ela sorriu e abraçou a loira, que permanecia em choque com a sequência bizarra de fatos. ― Você... ficou linda. E nada parecida com ela. Ou comigo. ― Se afastou suavemente e colocou as mãos ao redor do rosto da mais jovem. ― Perfeita. Minha Na Ri.

Me desculpe... quem é você? ― tentou não soar mal educada, não queria ofender a moça que parecia ter achado reencontrar alguém que era bem importante para si. ― Ravenna. Sou sua mãe. Uma delas. Eu não vejo você desde que nasceu... ― Dasha engasgou. ― Você não tem... idade para ser minha mãe. E eu sequer sou daqui.

Temos muito o que conversar. ― Ela disse, puxando Dasha até os tronos, se sentou em uma das cadeiras de veludo amarelo e fez Dasha se sentar na outra e, enquanto narrava os fatos, Dasha tentava assimilar cada coisa dita. ― Ela nunca pôde te achar. Nós a escondemos com A névoa. E então ela veio atrás de mim e eu precisei me refugiar nesse livro. Presa para sempre nos meus vinte e seis anos, quando na verdade eu tenho trinta e dois. Eu era jovem e ingênua e acreditava que Nix pudesse me amar. Mas ela não pôde. Nunca. Ela achou que podia me corromper ao fazer Circe me expulsar. Mas Circe só me pediu para lhe criar fora da ilha...

Eu tenho... duas mães? E... uma delas... uma delas é uma deusa? ― gaguejou a jovem de olhos castanhos. ― Bem, sim. É confuso eu, sei, mas acredite em mim, é melhor não... tentar entender. Eu precisei fazer um enorme favor para Hécate em troca de sua proteção. Nenhum monstro podia te achar. Mas sua mãe é um monstro diferente, Na Ri. ― a jovem assentiu, comprimindo os lábios de modo pensativo. ― Se eu sair... vou para casa?

Se sair, vai para uma casa. Mas não aquela à qual está acostumada. Há um lugar chamado Acampamento Meio-Sangue. Morei lá antes de servir Circe em sua ilha. Você irá direto para lá. Embora... não seja uma boa ideia. Podemos ficar aqui e ser imortais! Evitar a guerra, a doença, as dores e a morte. ― Mãe e filha se olharam nos olhos de modo profundo, Na Ri segurou a mão da albina. ― Mãe... eu não duvido que seja incrível. Mas é coisa demais. Preciso ir. E me encontrar. Pode me ajudar?

Não, mas Merlin pode. Para acha-lo, você deve ir além dos domínios da noite. Pelo bosque da Neblina. ― Ela pegou uma faca de bronze, colocando-a na mão de Dasha. ― Vai precisar disso para passar pelo cão guardião.

[...]

Nikki havia pego um cavalo no estábulo, a faca de bronze ainda em sua mão enquanto o cavalo trotava para além do palácio negro. Tudo estava ficando mais estranho, algo diferente pulsava em si, como se descobrir sua verdadeira identidade tivesse rompido um bloqueio que ela sequer sabia que existia. Dasha, a menina doce, aluna dedicada, pianista e cantora agora dividia o corpo com Na Ri, a semideusa filha de Nix, neta de Éolo e dona de um lado tão negro quanto a própria noite.

O cavalo diminuiu o ritmo do trote enquanto adentravam o bosque da Neblina. A neblina do local era tão densa que ela mal via além de um palmo a sua frente. Com isso, tudo que podia fazer era rezar para Deus – ou deuses, fossem eles o que fossem – para que as coisas ficassem bem.

Notou uma forma estranha, quase do tamanho de seu cavalo e, antes que tivesse tempo de pensar, foi derrubada do cavalo. Em meio a gritos e, enquanto era arranhada, ela tentou se defender, erguendo os braços para proteger o rosto. Tentou atingi-lo com a faca de bronze, que chiou e soltou fumaça quando acertou uma das patas.

Ganindo, o cão de afastou. As vestes rosadas agora estavam manchadas de sangue. ― Alguém por aqui?! ― ela começou a gritar, andando aos tropeços pelo bosque, o sangue descendo quente pelos braços. ― Aqui... ― uma voz baixa e masculina surgiu por entre as árvores. Ela se virou, apertando os olhos para conseguir enxergar. ― Beba isso! ― ele não deixou que ela protestasse, um líquido viscoso e com gosto de amora desceu por sua garganta e tudo escureceu. Será que aquilo era a morte?

[...]

Acordou deitada em um cômodo escuro e com muita poeira. Estava com a mesma roupa de antes, mas ela estava limpa e seus braços curados. ― Merlin? ― murmurou, vendo um homem de meia idade, grisalho, mas nada franzino. ― Sim, senhorita. Esperava o que?

Um Papai Noel Raquítico. ― Murmurou, vendo-o olhá-la confuso. ― Deixa para lá. Eu quero ir para casa. Não sou desse mundo. Disseram que você pode ajudar. ― Ele a observou com os olhos estreitos. ― Eu ajudaria. Mas receio não ter mais magia em minhas veias. O portal Entre-mundos não se abre mais para mim. Sendo assim, receio que esteja presa aqui. ― Encolheu os ombros. Dasha suspirou baixo.

Sua cabeça estava curvada, bem como seus ombros, enquanto pensava no que fazer. Não queria ser imortal. Não queria viver naquele lugar. Então uma fala de sua mãe ecoou em sua cabeça. ― Eu tenho magia no sangue. ― disse baixo, duvidando daquilo. ― Se você usar o portal... os mundos voltarão a ser o que eram... ― ele alertou.

Por que isso seria ruim? Os príncipes ainda estariam juntos. O povo já aprendeu sua lição. Eles estão tristes e foi isso que eu pude observar no tempo que fiquei aqui. Eles precisam de seus reinos como são! Me leve até o portal! ― insistiu. Merlin sorriu, malicioso. ― Você já está sobre ele. ― Ela olhou para baixo, havia uma figura circular sob seus pés, intricada com desenhos de flores, constelações e animais noturnos. ― Onde está minha faca?

Ele apontou para um móvel atrás do divã onde ela estivera deitada anteriormente. Hesitante, a semideusa fez um corte em sua mão. Deixou que gotas de seu sangue pingassem no centro do desenho.

O sangue começou a fluir pelas linhas desenhadas, pingando cada vez mais no centro. Um brilho vermelho começou a emanar do local e ela olhou para Merlin que agora parecia assombrado. Ele começou a envelhecer de forma demasiada enquanto gritava com ela, perguntando o que ela havia feito.

Uma maçaneta surgiu na figura e ela saiu de cima, abrindo-a como uma porta e, por fim, mergulhou no buraco.

A sensação de cair não durou por muito tempo. Logo ela se encontrava deitada no chão de mármore de um local cheio de mesas de madeira. Centenas de garotos estavam olhando para ela com cara de espanto. Ela se encolheu junto a uma mesa central e apontou a faca para o homem grisalho com meio corpo de cavalo que apareceu próximo de si após o choque inicial. ― Onde eu estou? ― murmurou com medo.

Ele sorriu brandamente. ― Acampamento Meio-Sangue. ― Ela segurou na mão que ele lhe estendia, se deixando ser ajudada. Ficou de pé um pouco vacilante, tentando evitar os olhares de outros quando os murmurinhos tomaram todo o salão. ― Bem... isso é bastante inesperado.

Ela seguiu os olhares para um ponto acima de sua cabeça, engolindo seco ao ver aquele símbolo bruxuleante e roxo. ― Seja bem-vinda... – ele a olhou, como quem questiona seu nome. ― Dasha. ― respondeu de pronto. ― Seja bem-vinda, Dasha. Prole de Nix.


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Mensagem por Dasha Nikolaevna em Ter Nov 12, 2019 2:43 pm

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Foi rápido para Dasha tomar a decisão de voltar para casa nas férias. Sabia que, sendo filha de Nyx, corria mais perigo. No entanto, a garota estava cansada do Acampamento. Havia ficado fora de casa por anos e se comunicado com os familiares apenas por cartas enquanto a guerra não eclodia. Voltar para casa fora uma decisão fácil. Sempre era. Amava os pais, mesmo que não soubesse demonstrar muito bem.

Volto no fim de semana. — disse para o sátiro que a ajudava na enfermaria. — Mas você sabe, só preciso dessa última semana de férias com eles. É que eu já me mantive longe por muito tempo. — o sátiro sorriu e lhe desejou uma boa viagem.

Dasha estava com algumas armas e itens e a mochila estava em suas costas. O endereço de seus pais estava anotado no envelope com dinheiro que ela havia recebido no início do mês. Eles sempre lhe mandavam dinheiro. Pareciam não entender que dólares, euros ou o que fosse, não valiam ali. Ali, o que valia, eram apenas os dracmas.

Rapidamente, a semideusa cruzou as fronteiras e começou a caminhar pela lateral da estrada. Sempre próxima do asfalto, sem nunca estar nele. Afinal, não queria ser atropelada. O pensamento lhe causou certo tremor. A rodoviária mais próxima devia estar a uns trinta quilômetros. Correndo, Dasha não demoraria tanto para chegar. Cerca de três horas. Mas andando, ela se cansaria menos. Por isso, optou por um meio termo, andando em passadas largas.

Lembrou-se de uma cantiga da Chapeuzinho Vermelho que Nina costumava cantar para si. Dasha estava com os longos fios na altura dos ombros porque, quando eles atingiram um bom tamanho, ela os cortou com uma navalha muito bem afiada. Quase sentira-se a própria Mulan ao passar a lâmina dos fios, se livrando do loiro.

Conviver com outros asiáticos - que eram uma quantidade significativa do Acampamento - assim como conviver com negros, latinos, hispânicos e europeus a ajudava a aceitar-se, de modo que ela só conservava as lentes lilás porque elas tinham a função de melhorar sua visão. Pateticamente, Dasha era astigmata e, sem as lentes, as coisas não eram muito claras e limpas.

Ela tinha o óculos que ficava bem harmonioso em seu rosto, mas achava um porre lutar com eles. Porém, naquele dia, guardou as lentes no estojo dentro da mochila e colocou os óculos. Por causa do frio, Dasha não suava. Mas estava incomodada com as camadas excedentes de roupa. Havia se acostumado a não usá-las porque, dentro do Acampamento, era sempre verão.

Continuou andando por um tempo, sem estar realmente incomodada com o frio. Até onde sabia, era imune, mas se chegasse em casa com roupas leves, sua mãe lhe daria uma bronca. Não soube dizer por quanto tempo andou antes de sentir as pernas protestarem para que ela fizesse uma pausa. E ela o fez.

Sentou-se no acostamento, fechando os olhos ao abraçar as próprias pernas. O vento soprava com alguma força, mas ela se mantinha firme. Foi então que seus ouvidos captaram um som alto. Um ruído estranho.

Dasha crispou os lábios e xingou baixinho, puxando o anel que se transformou em uma foice. Não esperava dar de cara com uma criatura. Não naquele momento. Quer dizer, devia ter andado por uns quinze ou vinte quilômetros. Pensar naquilo a fez torcer o nariz. Por sorte, tinha habilidade com lâminas.

O enorme cão negro saiu das árvores e Dasha recuou para o meio da rua, tentando se afastar antes de atacar com a foice e abrir um talho razoável na lateral do rosto da enorme criatura. Ela pulou sobre Dasha, jogando a menina no chão e recebeu alguns chutes em sua barriga, ao passo que o cabo da foice servia para impedir a mordida de a atingir.

A semideusa conseguiu escapar ao rolar para o lado ao que o bicho ergueu a pata para tentar esmagar seu peito. Mas sua foice estava caída um tanto quanto longe. Dasha não viu outra alternativa além de ficar em uma estranha dança com aquele cão gigante enquanto segurava apenas a pequena faca de bronze celestial.

Conseguiu estocá-lo no ombro, mas em troca, levou uma patada no próprio, caindo no chão. Precisou rolar, ignorando a dor que tomou conta de seu corpo e, então, colocou-se de pé novamente, movida pela adrenalina. Ser cria de uma primordial era algo que tinha suas vantagens, mas nos últimos tempos, Dasha só via desvantagens.

Ele investiu em uma mordida, mas a criança da Noite fora mais rápida em se jogar no chão e arrastar-se, lhe dando um chute no maxilar quando ele ameaçou abocanha-la com aquela boca enorme. Certamente, caberia sua cabeça ali dentro. Conseguiu se colocar de pé e tentou correr, mas foi atingida pela cauda da criatura e recuou alguns passos por ter perdido o equilíbrio. Ela logo se cansaria. E aí, seria o seu fim. Ele continuou a avançar, lentamente, rosnando e Dasha tentava pensar em algo.

Tropeçou em um galho quebrado ao recuar para o acostamento e, quando estava prestes a ser abocanhada pela criatura, uma buzina estrondosa soou, partindo ao meio o cão. Ela fechou os olhos e tentou cobrir o rosto para não ficar completamente suja de sangue e vísceras. Mas não resolveu muito e o pó dourado do monstro começou a se agarrar em seu corpo.

Correu até a foice a transformou de volta em um anel antes de voltar para o acostamento e entrar um pouco na mata. Retirou a própria roupa, analisando as feridas e hematomas que tinha. Não estava tão feio quanto ela pensou. Mas estava com arranhados por toda parte, sua roupa estava rasgada e suja e marcas roxas surgiam de todos os lados.

A garota soltou o ar pesadamente enquanto manipulava a própria energia vital para recuperar-se de seus ferimentos. Sentia os músculos sendo recuperados, assim como sentia o corpo entrando em uma espécie de transe de vida para refazer um osso que havia trincado levemente ao que ela fora derrubada pela primeira vez, os arranhões em suas mãos e pernas começaram a se fechar e ela sentia-se mais disposta e saudável.

Voltou para a margem da rodovia logo após ter se vestido e ajeitando a roupa rasgada da melhor maneira possível. Ouviu o barulho de um motor reduzindo ao seu lado logo após uns poucos minutos de caminhada e, então, o veículo escuro passou a acompanhá-la. — Está perdida, querida?

A mulher era loira, mas seu cabelo parecia brilhar em um tom acobreado, o nariz era fino e os olhos grandes eram verdes. Ela estava grávida e, Dasha poderia chutar, estava de quase nove meses. — Não, só estou tentando chegar na rodoviária. — sussurrou para a mulher, olhando o motorista atentamente. — Entre aí! Para onde está indo? Digo, qual cidade.

Nova Iorque. Minha família é de lá. Acontece que eu estava em um Acampamento de verão e eles não puderam me buscar. Então, eu disse que me virava. — a garota sorriu de maneira gentil e destravou a porta. — Bom! Então vamos conosco! Estamos indo para lá também.

Dasha sentia-se receosa, mas acabou aceitando. Suas pernas poderiam doer de novo ou outro monstro poderia aparecer. Ela esperava que nenhum desses acontecesse. Colocou o cinto assim que entrou no veículo e passou a conversar calmamente com o casal.

A mulher chamava-se Jessica e estava grávida de sua primeira filha, enquanto Alan já tinha outros dois filhos e era viúvo antes de conhecê-la. Dasha compartilhou o fato de ser adotada e ficar todos o verões em um colônia de férias para pessoas como ela. Com TDAH e, até mesmo, com dislexia. Que era ali onde eles aprendiam a conviver com as pessoas comuns. Jessica tinha um sorriso caloroso para o dia frio de outono e, então, fez menção de se erguer no banco para falar com Dasha. Mas o barulho de água tomou conta do carro. — Sua bolsa rompeu?! — a semideusa questionou e a mulher assentiu, olhando para o marido com certo desespero.

Dasha nunca havia feito um parto. Semideuses não costumavam viver o suficiente para ter filhos e pareciam ter medo de gestar também, já que sabia que suas crianças enfrentariam os mesmos problemas. Mas ali  estava ela, com um casal desconhecido e uma mulher em pleno trabalho de parto. Era em momentos como aqueles que ela sentia-se grata por ser virgem e não ter a menor possibilidade de acabar grávida. Um sorrisinho surgiu em seus lábios quando uma ideia lhe ocorreu. Usou sua voz de morfina para aliviar as dores de Jessica enquanto Alan acelerava o máximo possível para chegarem ao hospital de Nova Iorque.

O Bellevue Hospital Center não era o mais indicado para nascimentos, mas era o mais próximo e Dasha não atreveu-se a mexer com o nascimento da criança, com medo de matá-la por nunca ter feito tal coisa.  Tudo que fez, quando pararam o carro, foi saltar fora dali e sorrateiramente arrastar-se em direção à uma estação de metrô.

Não demorou muito mais para que ela chegasse em casa e encontrasse sua mãe adotiva. Havia um sorriso doce nos lábios da mulher. E o fato de estar ali possibilitava que ela tivesse maior contato com Kali e Eduard. Sentia falta dos amigos que tinha feito na guerra. Estar em uma situação de quase morte era sempre algo a ser pontuado.

Pietro, o irmão mais velho, abraçou-a pelos ombros sem que ela se desse conta e, naquele instante, ela decidiu que falaria com Kali e Eduard depois. Por agora, aproveitaria o dia com sua família.

Itens levados:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Colar de contas do Acampamento.

• Foice Lunar [Uma foice com cabo longo feito de mogno vermelho, trabalho em entalhes runas, tendo cerca de um metro e meio, sua lâmina tem pouco mais de 70 cm e é feita de uma mistura de prata estelar e ferro estígio, possuindo um brilho diferenciado.| Efeito 1: Transforma-se em um anel de madeira com um fio de prata, sendo discreto e fácil de portar. | Ferro estígio e prata estelar. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Arsenal do Acampamento.]

Лили (Lily) [ Um arco prateado, com pouco mais de um metro de altura e corda bastante flexível de tom esbranquiçado. As flechas são materializadas, feitas de uma energia que emana do arco e, por isso, não são sólidas, se desintegrando ao perfurar o alvo.| Efeito 1: O dano causado pela arma do semideus poderá ser convertido em HP para seu portador. 25% do dano retirado é convertido em HP para quem empunhar o armamento. | Efeito 2: O armamento do semideus será capaz de sugar – através de um corte – parte do MP do adversário de seu portador, e converte-lo para si. Dessa forma, 30% do MP do adversário do semideus ao ser cortado com essa arma, será roubado e convertido ao portador do armamento. Essa habilidade poderá ser usada uma única vez por luta, evento ou missão, se a pessoa que for atingida por essa arma tiver um MP superior à do usuário que empunha a arma, o MP deste fica cheio, mas não aumenta. | Efeito 3: Transforma-se em uma pulseira com pingente de um lírio. | Material semidivino indetectável | Espaço para três gemas | Alfa Prime | Status 100%, sem danos | Necessário possuir nível 22 para domínio completo desse armamento | Lendária | Dano base de 40 (para humanos, monstros e semideuses) | Evento de natal 2017]
Poderes e Habilidades:

Poderes Passivos (Éolo):

Nível 1
Nome do poder: Comando I
Descrição: Os filhos de Éolo são capazes de se comunicar com criaturas do vento, ou voadoras, como pássaros e espíritos, mas não são capazes de controla-los ainda, nesse nível, apenas conseguem entender o que eles falam, e responde-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem entender e responder criaturas aéreas.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Bipolaridade
Descrição: Os filhos de Éolo assim como o vento são imprevisíveis, podendo demonstrar várias personalidades ao longo do dia sem muito problema. Por conta disso é natural que quando muito emotivos (com raiva ou apaixonados por exemplo) comecem a flutuar sem perceber.  
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com bastões I
Descrição: O filho de Éolo consegue manipular essa arma com uma facilidade maior do que a maioria dos semideuses, e ao lutar com ela se sente mais confortável.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio do bastão.
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 4
Nome do poder: Velocidade I
Descrição: O campista assim como o vento consegue ser veloz, e passar despercebido, conforme treina e se desenvolve o filho de Éolo também se torna mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de Velocidade
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Cura aérea I
Descrição: Os filhos de Éolo podem curar feridas pequenas e recuperar de sua energia ao ser atingido pelo vento, ou por uma brisa. Nesse nível apenas cortes pequenos. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +20 HP e +20 MP ao entrar em contato com vento.
Dano: Nenhum
Poderes Ativos (Éolo):

Nenhum.
Poderes Passivos (Nyx):

Nível 1
Nome do poder: Bom Magico I
Descrição: O semideus tem certa habilidade com magia, e aprende com muita facilidade conforme se desenvolve. Nesse nível, essa habilidade permite que o semideus consiga executar seus feitiços com mais precisão, ganhando uma pontaria melhor, e podendo executa-los com mais facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 10% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +5% de dano se os feitiços acertarem.

Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Têm sua íris dilatada, aumentando o foco, e consequentemente a distância a que se pode enxergar. O personagem toma posse da concentração para que consiga perceber se há pessoas no local através de pontos cegos, sendo capazes de detectar inimigos através de suas sombras. A sombra durante a noite, torna o corpo ainda mais vulnerável, e para os filhos de Nyx/Nox ela se tinge de negro no corpo dos inimigos. Assim sendo, quando essa visão está ativa, eles conseguem detectar essa sombra, e rastrear seus inimigos, mesmo que eles estejam invisíveis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirão detectar até mesmo inimigos invisíveis, desde que não estejam protegidos por uma magia, ou poder de nível superior ao seu.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Escritos antigos
Descrição: O semideus é diretamente ligado a línguas demoníacas antigas, bem como ensinamentos bruxos, o latim – de onde provem boa parte dos feitiços – e simbologia. Podendo traduzi-las e entende-las de forma perfeita, também conseguindo falar com perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao semideus descobrir novos feitiços e poderes, e inclusive executa-los, se for preciso.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Proteção
Descrição: Nyx/Nox é uma mãe zelosa quando se trata dos filhos, e concede a eles uma proteção invejável. Seus corpos tem um escudo e resistência natural, que impede criaturas, e espíritos malignos, bem como demônios, de tomarem seu corpo e sua mente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox de maneira baixa, será expulso, e terá uma parte da alma machucada.
Dano: 10% de dano na barra de HP (retirado do total), da criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox.

Nível 6
Nome do poder: Aliado da Noite
Descrição: Quando lutam durante a noite os filhos de Nyx/Nox ganham uma força extra de campo, que permite que suas habilidades sejam aprimoradas de uma maneira surpreendente. Os atributos de força, agilidade, esquiva, e velocidade, são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de força, velocidade, agilidade, e esquiva.
Dano: Nenhum

Nível 14
Nome do poder: Imunidade Noturna
Descrição: À noite o corpo do filho de Nyx/Nox fica mais resistente a ataques que envolvam venenos, magias e ataques mentais que envolvam sua fisiologia e psicologia (habilidade que deixam tonto, paralisados, com medo, que obedeça a outros e etc.). Esse poder não funciona durante o dia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ataques relacionados a veneno, magia, ataques mentais, ou etc, terão o dano reduzido em 50% durante a noite. Não funciona durante o dia.
Dano: Nenhum

Nível 18
Nome do poder: Pericia com Cajados III
Descrição: Os filhos da deusa da noite se tornaram feiticeiros invejados, suas magicas se tornaram fortes, e ao usar o cajado consegue canalizar a energia com uma impressionante resistência, podendo reduzir o gasto da energia corporal, e canaliza-la na natureza.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  +100% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus que usar o cajado para executar o feitiço pode reduzir o gasto da MP pela metade. Exemplo, se executar um feitiço que gasta 10 MP, e usar o cajado para fazê-lo, então o gasto será apenas de 5 MP.
Dano: +20% de dano se forem atingidos por feitiços do cajado do semideus, ou pela arma (se usada dessa maneira).

Nível 21
Nome do poder: Premonição
Descrição:  Quando o filho de Nyx/Nox está correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo sobre o que irá acontecer. Este sentimento o alerta e pode mantê-lo vivo, pois, permite ao personagem antecipar durante um único turno – de sua escolha – o movimento do inimigo, e bloqueá-lo. (Só pode ser usado uma vez por missão, luta ou evento).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode afirmar os movimentos do adversário durante um único turno, podendo bloqueá-los nesse mesmo turno.
Dano: Nenhum.

Nível 24
Nome do poder: Criadora de Poções II
Descrição: O semideus aprende a criar e desenvolver poções próprias, estudando com afinco e aprendendo a divisão de ingredientes, suas propriedades e magnitudes, podendo criar coisas mais fortes, únicas e realmente poderosas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poções feitas por filhos de Nyx/Nox são 20% mais potentes.
Dano: Em caso de venenos, ou poções que causam dano, as poções realizadas por filhos de Nyx/Nox ganham um bônus de +15% de dano.

Nível 30
Nome do poder: Bom Magico IV
Descrição: Nyx/Nox sempre foi temida, seus filhos não são diferentes. Como mágicos experientes, conforme se desenvolvem, também adquirem a capacidade de sua mãe, podendo conseguir realizar feitiços mais fortes do que qualquer outro semideus, superando-os de uma maneira impressionante. Seus feitiços são precisos e certeiros, e o semideus com toda certeza se tornou um feiticeiro experiente em magia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 40% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +20% de dano se os feitiços acertarem

Nível 32
Nome do poder: Imunidade abaixo de 0º
Descrição: Por mais que os semideuses estejam em algum lugar em que o clima esteja abaixo de zero, eles não são afetados, sentem frio, mas não chegam a ser afetados como os filhos de outros deuses, acostumando-se com facilidade as mudanças bruscas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A mudança brusca de temperatura não o afeta tanto
Dano: Nenhum

Nível 40
Nome do poder: Cura Noturna III
Descrição: A noite se tornou uma grande aliada d filho de Nyx/Nox, e agora além de conseguir ajudá-lo a se curar rapidamente, fechar feridas, ainda lhe restaura uma boa parte de sua energia em questão de segundos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +75 MP e 75 HP
Dano: Nenhum
Poderes Ativos (Nyx):

Nenhum.
Poderes Passivos (Curandeiros de Asclépio):

Nível 1
Nome do poder: Imortalidade
Descrição: No momento em que um semideus se une a Asclépio/Esculápio, seu corpo jamais irá envelhecer, tornando-se resisten a doenças - como gripes, febres etc. -, não mais podendo falecer por causas naturais (doenças) ou velhice. No entanto, caso o curandeiro sofra um golpe fatal durante uma batalha, ele morrerá. Esta é a única forma de interromper a vida de um curandeiro de Asclépio/Esculápio.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Mãos gentis
Descrição: Suas mãos são leves e delicadas para tratar de feridos. A dor que você causa é mínima, e você saberá muito bem como colocar ataduras, talas, bandagens, torniquetes e etc. no lugar correto, do jeito correto, e com o mínimo de tempo e dor possível.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aura apaziguadora
Descrição: Um bom curandeiro tem que apaziguar o coração dos feridos e familiares, portanto você possui uma aura pacifista que acalenta os corações dos enfermos e familiares.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: O poder irá apenas funcionar caso o indivíduo esteja possuído.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Percepção energética
Descrição: Todos os corpos são constituídos de energia, os curandeiros tem a capacidade de perceber essa energia, onde ela está mais forte ou mais fraca, assim como se essa energia está danificada ou não segue seu fluxo normal. Dessa maneira, um curandeiro pode perceber que há algo de errado com a energia vital de alguém
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Permite perceber e localizar onde a energia vital está sendo perdida ou danificada, mas sem muita precisão. Pode notar que existe uma energia negativa ou interrupção da fluidez da energia em um braço ou no tórax.
Dano: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Resistência a venenos
Descrição: Como um semideus saudável, com o corpo purificado por asclépio, nenhum veneno terá efeito sobre seu corpo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Imunidade a venenos.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Conhecimento de anatomia
Descrição: O corpo humano não é um segredo para você, o nome de cada veia e por onde ela passa, levando o que pra onde, cada ínfimo detalhe dos músculos, ossos e demais tecidos são conhecidos por você.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Consegue tratar o paciente com maior precisão.
Dano: Nenhum.
Extra: – 10% de chance de causar danos colaterais na hora de tratar ferimentos.

Nível 6
Nome do poder: Botânica Medicinal  
Descrição: Plantas de aspecto medicinal serão automaticamente reconhecidas. Você é capaz ainda de saber como usá-las e em quais regiões são mais comumente encontradas e qual a melhor forma de coletá-las.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Consegue reconhecer e manusear plantas medicinais.
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Saúde de ferro
Descrição: Os curandeiros não são suscetíveis à doenças contagiosas ou inflamações.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano:  Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Conhecimento Mágico  
Descrição: As feridas de semideuses não estão associadas apenas aos danos comuns, mas a danos mágicos. Um curandeiro é conhecedor da magia e sabe identificar ferimentos mágicos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 11
Nome do poder: Conhecimento microbiológico.
Descrição: Você conhece os principais micro-organismos patogênicos e parasitas, como se comportam e como tratar.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Doador universal
Descrição: Os curandeiros podem doar sangue para qualquer semideus sem causar nenhum tipo de reação adversa, além disso, o sangue dos curandeiros possuem propriedades curativas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 5% de HP e MP para quem for transfundido com sangue do curandeiro.
Dano: Nenhum.
Extra: Os curandeiros não ficam casados ou sofrem qualquer efeito colateral por doar sangue.

Nível 13
Nome do poder: Perícia com materiais hospitalares II
Descrição: Seu conhecimento médico aumentou. Agora, além das ferramentas de atendimento básico, é capaz de manusear instrumentos cirúrgico com precisão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 20% de eficácia em tratamentos que envolvam esses materiais.
Dano: Nenhum

Nível 14
Nome do poder: Adaptabilidade Medicinal.
Descrição: Usar um cipó como torniquete, uma serpente como uma potencial fonte de antídoto, ou qualquer outro tipo de coisa mais ou menos avançada que isso. Agora Curandeiros poderão fazer isso..
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% de de eficácia com tratamentos improvisados.
Dano:Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 16
Nome do poder: Comunicação dos Curandeiros
Descrição: Não, não quer dizer que sua caligrafia é ruim, mas os curandeiros conseguem comunicarem-se telepaticamente com serpentes e cachorros, símbolos de Asclépio, bem como com outros curandeiros.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 20
Nome do poder: Criador de poções
Descrição: Com os itens certos, o semideus é capaz de criar poções mágicas de cura.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano:  Nenhum.

Nível 23
Nome do poder: Agilidade II
Descrição: Os procedimentos médicos exigem certa agilidade, portanto, curandeiros são um pouco mais ágeis que os humanos normais.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% agilidade
Dano:  Nenhum.

Nível 24
Nome do poder: Força aprimorada
Descrição: Carregar pacientes e imobilizar pacientes em estado de eclampsia e epilepsia exige força, por isso, os abençoados do deus Asclépio são mais fortes que o comum.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% Força
Dano:  Nenhum.

Nível 25
Nome do poder: Convicção Inabalável
Descrição: Médicos não podem deixar-se abalar por nada: eles dificilmente ficarão assustados ou abalados com algo, assim como serão surpreendidos com menos eficácia e nenhuma mentira lhes escapa, embora às vezes os mentirosos mais hábeis, como os filhos de Éris, consigam ocultar em parte sua mentira. Omissão não é afetada, pois não é uma mentira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Capazes de detectar facilmente mentiras de semideuses com nível igual ou inferior, exceto os semideuses com habilidades para tal.
Dano: Nenhum

Nível 27
Nome do poder: Luz Solar II
Descrição: Quando o curandeiro estiver em contato com a luz será ainda mais poderoso e eficiente de forma geral.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 30% de efetividade em ações terapêuticas.
Dano: Nenhum

Nível 31
Nome do poder: Diagnosticar II.
Descrição: Com auxílio das técnicas certas, é capaz de diagnosticar qualquer doença.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 39
Nome do poder: Perícia com cajados III
Descrição: Cajados são armas eficientes nas mãos certas. Curandeiros utilizam-nos com certa maestria e graciosidade, podendo ferir gravemente seus oponentes se o usarem corretamente, tendo certa intuição básica..
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 30% de assertividade.
Dano: + 20 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Poderes Ativos (Curandeiros de Asclépio):
Nenhum.


Pretty like a fallen angel
all that grace, all that body, all that face makes me wanna party. it's like heaven taking the place of something evil and lettin' it burn off from the rush.
Dasha Nikolaevna
Dasha Nikolaevna
Curandeiros de Asclépio
Curandeiros de Asclépio

Idade : 18

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( ♡ · starry night Empty Re: ( ♡ · starry night

Mensagem por Hades em Sex Nov 15, 2019 3:34 pm


Avaliação

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP –  4.000 dracmas – 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 5.000 XP –  4.000 dracmas – 10 ossos

Comentários:
Não tenho pontos negativos a pontuar sobre sua CCFY. Os desafios foram condizentes, assim como o fato da personagem ser curandeira e ter se curado. Foi interessante a presença da mulher grávida, por um momento achei que a Dasha faria um parto, o que não ocorreu. De qualquer modo foi uma CCFY ótima. Parabéns.
Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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