The Blood of Olympus
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The princess of sea ▬ Margot Brown

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The princess of sea ▬ Margot Brown

Mensagem por Selena C. García em Qui Jan 04, 2018 8:38 pm



Uma garota de curtos cabelos castanhos simplesmente aparecera na beira da praia, deixando grande parte dos campistas assustados, principalmente com o que acontece com o mundo nos momentos atuais. Dádiva ou infortúnio?

Clovis, a cria de Hípnos que lidera seu chalé, deixou de ser o dorminhoco e resolveu fazer algo para ajudar, ao invés de apenas dormir. Querendo ou não acreditar, a moçoila já estava fazendo milagres.

Poseidon e Morfeu em pé de guerra por conta de peça ao qual nenhum do dois quer abrir mão. De fato alguém é prejudicado nesta história, e com certeza não é um deus.
O tridente, a corrente e a forja  
são, de fato
A melhor opção
na ocasião.
Margot Brown
a princesa do mar,
com certeza é
a melhor saída de
Poseidon


Última edição por Margot Brown em Qui Jan 04, 2018 11:32 pm, editado 1 vez(es)


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Re: The princess of sea ▬ Margot Brown

Mensagem por Selena C. García em Qui Jan 04, 2018 9:07 pm







The Princess of Sea
Legacy of Dreams — part 1

Era uma manhã como todas as outras, exceto pelo corpo feminino encontrado à beira mar. Dona de uma aparência angelical e com traços únicos, a desacordada possuía um corte na têmpora e parecia estar apenas desmaiada o que deixava os campistas mais tranquilos. Estava nua, mas um adorno no anelar era o que mais chamava atenção, principalmente dos filhos de Hermes. Um deles até tentou furtar o objeto, mas ao lhe tocar o corpo, acordou assustada e acabou por golpear o garoto na face.

— Onde estou? — Indagou enquanto recuava se arrastando e olhando para o grande número de adolescentes presentes. E, como ela imaginava, ninguém respondeu.

Envergonhada, a dama escondeu os mamilos atrás dos braços que formavam um X e ajeitou as pernas para não mostrar mais do que já estavam vendo. Entretanto, uma bela coreana de longos cabelos negros e uma expressão acolhedora resolveu ajudar, trazendo um cobertor branco de algodão da enfermaria e enrolando este ao corpo delgado da moçoila machucada.

— Venha! Vou tirá-la daqui! — Falou enquanto abria espaço entre os campistas.

Luna acompanhou a garota até seu local de trabalho, deixando-a deitada sobre uma maca límpida e confortável. Aferiu com cautela seus sinais vitais e observou os olhos da desconhecida.

— Sente alguma dor? — Indagou a curandeira, deixando claro que estava acostumada com urgências.

— Um pouco, como se alguma coisa estivesse me acertado na cabeça. — Comentou a jovem.

Luna catou algumas gazes e um vidro de soro. Molhou o primeiro com o líquido incolor e limpou a área suja de sangue e areia. O corte não era profundo, mas a garota de Perséfone foi cuidadosa o bastante para fazer uma pequena sutura no local e colocar um pequeno curativo no lugar.

Um par de batidas foram dadas à porta e a curandeira foi atender. A jovem recém-chegada cuidava de canto e pode notar um garoto - com expressão de sono - trazendo-lhe uma calça jeans, uma camiseta laranja e um par de tênis, depois disso ele evadiu com pressa, deixando as vestes nas mãos da curandeira.

Luna acompanhou a jovem até um banheiro e orientou-a a vestir-se, logo levaria a moça até Quíron, já que este solicitava a presença da novata na casa grande.

[...]

Ela ficara muito mais bonita vestida, não ficando tão branca por conta do frio, deixando os lábios e as bochechas rosadas, como se estivesse maquiada com blush. A camiseta era maior que o seu tamanho, mas com um nó na parte de baixo ela deixou a camiseta de uma forma confortável e que não chamava tanta atenção. A calça, por outro lado, serviu-lhe perfeitamente, assim como o tênis.

— Quíron, o diretor das atividades, deseja vê-la! — Comentou Luna. — A propósito, sou Luna. Luna Minn! — Apresentou-se e com certeza a jovem nunca esqueceria daquele nome.

Ao chegar ao local solicitado, Luna sorriu na direção da garota e retirou-se dando a desculpa que a enfermaria estava sozinha, deixando o centauro a sós com o garoto loiro e a moçoila.

— Sou Quíron, lembra seu nome? — Disse o ser híbrido estendendo a mão para um cumprimento que fora aceito pela jovem. — Mo... Não. — Ela tentou lembrar. — Margot! — Disse esboçando um sorriso. — Me chamo Margot Brown! — Se orgulhou a lembrar do nome sem muita dificuldade. O centauro assentiu. — Este é Clovis, filho de Hípnos... — Apresentou o garoto que parecia cochilar. — CLOVIS! — Chamou o semideus e este acordou.

— Você lembra de mais alguma coisa? — Perguntou o diretor, mas a resposta foi o contrário do que esperava. — Uma ilha... Lembro de uma ilha, mas não sei onde fica nem o que significa. — Explicou Margot.

— Acho que posso ajudar... — Interferiu Clovis enquanto bocejava. — Eu posso, através da sua mente, ajudar você a lembrar. Se quiser, é claro... — Proferiu o jovem.

A adolescente, sem pensar muito, assentiu. Diferente de muitas das garotas que divagavam pelo acampamento, Brown era destemida e com grande confiança em si mesma, deixando claro nas decisões rápidas que tomava. Desta vez não era diferente.

A garota deitou-se no sofá enquanto o jovem preparava-se para iniciar seu trabalho. Contudo, a jovem relaxou tão rápido que acabou por dormir segundo depois de fechar os olhos. Clovis e Quíron se entreolharam, mas isso não tirou a concentração do filho de Hípinos que logo começou a investigação na mente de Margot.

ΨΨΨ
(A visão de Clovis)

A primeira imagem que foi ilustrada na mente da garota foi a de uma ilha. Grande extensão de terra repleta de folhagens e árvores frutíferas. A areia fina e limpa lembrava os cartões que o semideus recebia dos irmãos quando estes viajavam de volta para casa. Uma pequena cabana feita de palha parecia ser a única coisa que indicava a presença humana naquele local digno de um ótimo turismo.

A imagem tremeluziu e Clovis pode perceber a presença de uma semideusa que cantarolava para uma pequena criança que ninava em seus braços. — Margot! — Pensou ele enquanto observava. Contudo, aquela mulher era extremamente poderosa, ao ponto de fazer a criança dormir apenas com a voz. Entretanto, algo lhe tirara a concentração e chamara a atenção do semideus de Hípnos.

Piratas invadiram a cena e acertaram com força a testa da mulher, roubando assim a criança dos braços da mãe e levando-a para o porão de um navio. Todavia, os ladrões dos mares estavam com medo, algo naquela mulher fizera metade dos homens correrem enquanto os outros estavam jogados pela areia como se estivessem em coma com expressões de pavor na face. Clovis permanecia com seu trabalho de forma ágil e atento em tudo o que acontecia.

Infelizmente, Clovis não percebera que estava entrando em algo complexo demais para os seus olhos. Uma espécie de sombra avançou na direção do herói e desferiu um corte rápido com uma espada de sombras na direção de seu corpo. A cria do sono girou rapidamente e sentiu o corte arder no seu braço, levando assim a quebra da conexão entre ele e moçoila.

Ambos saltaram do lugar de onde estavam. Com o pavor nos olhos, a cria de Hipnos - ofegante – focou na expressão assutada da jovem.

— Por que não me falou que se tratava de uma neta de Morfeu? — Proferiu. — E com a mente bloqueada, ainda. — Disse enquanto olhava para Quíron. — Precisamos chegar nesta ilha, é a resposta do seu aparecimento! — Concluiu com sua expressão amena, apenas mais séria que de costume.

Kyra


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Re: The princess of sea ▬ Margot Brown

Mensagem por Selena C. García em Sex Jan 05, 2018 11:55 pm







The Princess of Sea
Legacy of Dreams — part 2

(O reconhecimento!)

As coisas pareciam voltar à sua memória enquanto conversava com o filho de Hipnos. O jeito alegre e risonho da moça parecia aflorar, mas alguns campistas ainda estavam preocupados com a garota, ou melhor, estavam preocupados com o que ela poderia causar.

Era impossível contestar com os fatos, exceto aqueles que não acreditavam em Clovis. A garota era um legado de Morfeu e isso assustava alguns campistas, outros apenas achavam legal ter uma sobrinha - filhos de Morfeu no caso -. Entretanto, Marg não se sentia tranquila numa situação como aquela, onde pessoas desconfiavam dela.

Pegou algumas frutas tropicais que encontrara no refeitório e, parte delas, entregara aos deuses - principalmente à Morfeu -. Voltou à mesa e começou a comer um pequeno kiwi. Ao terminar de ingerir, notou que havia pego uma romã de aparência extremamente bela, assim como sentiu-se tranquila, algo que não sentiu nem por um segundo dentro daquele acampamento.

— HERÓIS! — Chamou Quíron com um grito cantado. — Convido-os para sentarem ao redor da fogueira e iniciarmos nossa diversão. — Concluiu a frase que trouxe a legado de Morfeu de volta ao banco do refeitório.

Demoraram cerca de vinte minutos para se organizarem ao redor da grande fogueira acesa. Quíron estava de um lado em sua forma híbrida enquanto Rachel encontrava-se do outro lado explicando algumas coisas que estavam acontecendo no acampamento, até que encarou Margot e apresentou-a com nome e sobrenome aos demais semideuses presentes. Também falou sobre seu legado e sobre uma pequena missão que ela e Clovis teriam de fazer para descobrirem mais coisas sobre a moçoila.

Uma luz verde brilhou sobre a cabeça da novata, indicando um tridente pontiagudo, deixando todos os presentes boquiabertos. E, sabendo seus o parentesco divino, a garota pareceu desbloquear uma parte de sua mente, sabendo exatamente onde se encontrava a ilha.

Antes que Rachel terminasse de dar os parabéns à moçoila, uma espécie de fumaça esverdeada percorreu seu corpo e a possuiu, fazendo pronunciar palavra por palavra de uma profecia que a menina parecia lembrar de algum lugar.

A cria escolhida pelos sonhos, nunca poderá sonhar,
Ou os amigos será fácil matar.
No mar estará um dos piores desesperos,
Mas é sobre a terra que terás os seus devaneios.
O sono e a forja é a melhor escolha,
Só assim poderá, quem sabe, voltar a ser sonhadora.

Por alguns segundos ninguém falou nada, mas Quíron não poderia deixar aquilo sem uma resposta ou algum comentário que incentivasse os heróis. Ninguém pareceu perceber, apenas estavam preocupados quem seriam os malucos que aceitariam viajar pelo mar com uma garota problemática.

— Eu! — Gritou um filho de Hefesto que não parecia ter mais que dezoito anos. A expressão sutil da garota trocou por uma desesperadora. O que ele estava pensando? Queria morrer? Ela nunca entenderia o que se passava na mente dos garotos. — E eu completo o trio! — Gritou Clovis com sua voz alva e destemida, algo que nunca alguém havia presenciado.

— Parece que encontramos nosso destemidos... — Comentou o centauro, mesmo sabendo que todos os três estavam apavorados. — Vocês podem partir no mesmo momento que conseguirem um barco, e lembrem-se de levar suprimentos, o mar é perigoso mesmo para uma filha de Poseidon. — Orientou o ser híbrido.

[...]

Quem foi que disse que eles conseguiriam dormir com aquela pressão sobre seus ombros? Richard - o filho de Hefesto - foi para a forja para começar a fazer um barco que coubessem os três e uma quantidade de suprimentos. O semideus, tendo um esboço do Argo II, apenas simplificou a obra e diminuiu-o drasticamente.

O Herói não parou nem por um minuto, mas estava feliz por manter a cabeça ocupada com as constantes marteladas que dava nas madeiras que conseguira com os irmãos. Ao fim da madrugada, o projeto estava pronto, mas não estaria se meia dúzia de seus irmãos não o tivessem ajudado.

Clovis, por outro lado, dormiu feito uma pedra. Precisou que alguém entrasse no chalé para acordá-lo, mas ainda assim estava preocupado.

Margot até conseguira dormir, mas acordou por diversas vezes com diversos pensamentos inconstantes que borbulhavam na sua cabeça. Ela levantou antes de clarear o dia e ajudou o Richard, colocando o barco na água. O filho de Hipnos ficou incumbindo de preparar as mochilas. Travis Stoll, o filho de Hermes, presenteou os três com mochilas coloridas sendo cada uma de uma cor: Verde claro, marrom e bege. Todas elas haviam suprimentos como: Água potável, ambrosia e algumas doses de néctar. Também havia frutas secas e alguns pacotes de batatas dentro das mochilas. Eles apenas tiveram de completar as mochilas com peças de roupas da sua escolha.

A filha de Poseidon foi a primeira a embarcar, seguida de Richard e logo após Clovis que despediu-se formalmente dos irmãos. — Que os deuses nos ajudem! — Proferiu o filho de Hipnos. — São eles os culpados da nossa partida, não faz sentido eles ajudarem! — Comentou a garota. E então partiram, seguindo a bússola da embarcação, na direção da tal ilha que Clovis havia descoberto as coordenadas - pela mente da jovem -.

A ilha não aparecia em nenhum mapa e isso deixava a filha de Poseidon mais preocupada que o normal. Seu tique nervoso de dar nós em cordas já passava dos limites, mas os garotos não lhe atrapalhavam. Já era difícil estar em uma missão louca, imagine estar com dois moleques que ficavam indagando coisas pessoais à uma garota. Era a pior coisa do mundo.

No convés, onde ela ficava a maior parte do tempo, acabou por pegar no sono e o sonho não foi dos melhores que gostaria.

Ela não reconhecia o local, mas lembrava um palácio da Grécia antiga com diversas ruínas de tronos e colunas feitas de mármores de diversas cores. A sensação fria no local era extremamente assustadora, deixando a garota arrepiada e com calafrios esquisitos. Ela reconhecia que sonhava, mas a realidade era fora do comum, algo que nunca havia acontecido, não que ela lembrasse.

Averiguou o local e não conseguia entender o motivo de estar ali. Contudo, a mesma mancha sombria e escura surgiu em um dos cantos, mas desta vez tomava forma humanoide até ficar com aparência angelical e com traços sombrios na face. — Olá! — Disse o homem de cabelos tão negros quanto os olhos. A menina não respondeu e apenas alisou calmamente o único adorno que estava consigo desde que acordara, o anel. — Não lembra de mim? — Indagou o homem com uma gargalhada que lhe causava mais arrepios.

— Ele é Morfeu! — Disse Clovis em um dos cantos, assustando a garota e surpreendendo o deus. — O que faz aqui, criança insolente? — Bravejou Morfeu com a voz medonha. — Desculpe! — Iniciou Clovis. — Eu sabia que você apareceria novamente, soube das suas intenções da primeira vez que nos vimos, por isso não a deixei vir sozinha! — Falou o jovem de Hipnos. O deus sorriu maliciosamente. — Do que estão falando? — Interferiu Margot com expressão confusa e ainda alisando o anel. — Eu lhe explico, criança! — Falou o deus com desdém. — Sua mãe morreu por conta sua e do seu pai! Ele, ao invés de mantê-la segura, deixou que a matassem como se fosse uma qualquer. — Proferiu, deixando a garota mais confusa do que antes.

— Mar... — Falou Clovis. — Morfeu acredita que você tenha culpa de terem matado a filha dele. Poseidon não deveria ter filhos, assim como Hades e Zeus, mas eles quebraram o trato e vocês - suas proles -  sofrem com as consequências. Neste caso, quem sofreu foi Alyria. — Concluiu a cria.

Agora as coisas faziam sentido. As lembranças da menina pareciam aflorar, como se alguém abrisse a janela para o sol matinal adentrar.

A moça recuou um passo. —  O que quer comigo? — Indagou com voz trêmula, mas estava certa de que não gostaria de saber. — Minha vingança! — falou Morfeu enquanto sombras tomavam conta do punho direito e logo formou-se uma espada e ele avançou com um passo. — MAR, O ANEL, TIRE-O DO DEDO! — Gritou Clovis, ele com certeza sabia mais da garota do que ela mesma.  

A jovem obedeceu o garoto e uma linda espada de oricalco delineada e balanceada para o manuseio da garota. Morfeu cessou os passos. — Essa porcaria ficou com você, então... — Comentou ele. — Saiba que foi isso que matou sua mãe... — Praguejou ele com raiva.

O deus olhou para o intruso e, com um movimento rápido, lançou a prole longe e, possivelmente, tirou-o do transe, da mesma forma que fizera outrora. A jovem ergueu a espada e notou o rosto de uma bela mulher desenhada na lâmina e uma linda pedra azulada na empunhadura. Morfeu demonstrou uma alegria ao ver a garota não perder o medo. — A morte não lhe é necessária, você iria para os elísios, e isso me deixaria profundamente irritado. — Comentou — Mas eu posso lhe fazer ser muito mais infeliz do que eu fiquei ao perder minha filha! — Seu sorriso malicioso brotou novamente.

A garota pareceu estar presa por alguma coisa invisível. O deus aproximou-se e tocou-lhe a nuca. Por extinto, talvez, a garota cerrou os olhos com força e o deus mostrou sua forma divina. — Você nunca deixará as pessoas dormirem quando você estiver fazendo! Você nunca deixará nenhum amigo repousar ao seu lado! Se o fizerem, os pesadelos que você mesma criará os levarão à morte! — Disse amaldiçoando a garota, foi quando ela acordou com os gritos do filho de Hefesto.

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Re: The princess of sea ▬ Margot Brown

Mensagem por Selena C. García em Sab Jan 06, 2018 6:33 pm







The Princess of Sea
Legacy of Dreams — part 3

(No mar estará um dos piores desesperos)

A heroína acordou com um susto e rapidamente estava de pé no convés que parecia envergado. Tentou encontrar algum dos garotos em meio a confusão causada por ondas que insistiam em entrar no barco. Brown não percebera, mas sua espada estava transformada em anel novamente, mas com os pensamentos claros, a garota retirou a argola do anelar e esta encompridou até ter o tamanho da semideusa formando um tridente do mesmo material de aparência envelhecida.

Outro grito de Richard foi ouvido, foi quando a garota pode notar a presença do que o fazia berrar: Uma serpente enorme estava enrolando-se no barco e - ao mesmo tempo - atacando com mordidas os que tentavam impedi-la. A moçoila correu para a parte mais alta do barco para poder enxergar melhor e notou que Clovis estava desmaiado em um dos cantos que a serpente ainda não havia chego.

Com um movimento rápido e preciso da arma, Marg fez uma coluna de água retardar a besta para não dar uma segunda volta no barco.

A prole de Hefesto estava com um grande machado de guerra nas mãos e já havia feito cortes profundos na fera, mas que a deixava muito mais irritada do que machucada. Rapidamente ela desceu com um salto no convés e correu para o jovem cansado. — Vá! Ajude Clovis a acordar, estou preocupada com ele! — Proferiu ao semideus que empunhava um machado.

Ambos tiveram que rolar - um para cada lado -, pois a maldita serpente quase conseguiu abocanhá-los. A garota, aproveitando a deixa do animal, conseguiu enterrar sua arma na mandíbula da mesma fazendo-a urrar e chacoalhar mais a embarcação.

Margot, percebendo uma fenda - causada pelo machado aliado - entre a pele escamosa do mitológico, balanceou a arma na mão e, quando sentiu que estava segurando no local certo, lançou o tridente na fenda aberta fazendo o animal contorcer-se novamente. O próprio corpo da criatura expeliu a arma, fazendo-a para muito próxima ao local onde estavam os garotos.

Margot rasgou uma parte da camiseta e amarrou os cabelos que tanto lhe atrapalhavam. Eles estavam molhados e acabavam pinicando o rosto dela de um jeito que odiava.

A serpente novamente avançou e conseguiu enroscar mais uma volta ao redor do barco, quase fazendo-o virar, deixando água entrar no convés. O barco iria afundo, isso era óbvio.

— Ele está bem? — Perguntou a garota quando foi buscar o tridente rapidamente. O filho de Hipinos estava acordado, mas ainda estava sonolento. — Você está viva... — Falou bocejando e sorrindo, uma cena que ela nunca esqueceria.

— O barco não vai aguentar... — Falou Richard com expressão séria.

— Estamos muito longe da ilha? — Indagou com preocupação.

O jovem de Hefesto não respondeu com palavras, mas observou o horizonte onde encontrava-se uma a uns três quilômetros e meio. Não foi tão rápido, mas ela conseguiu bolar uma ideia.

— Vocês confiam em mim? — Perguntou com receio. A serpente acertava outra volta no barco, formando três, a quarta não seria suportada.

— Sim! — Falaram em uníssono com expressões sérias e confiantes.

— Pois bem, vamos explodir o barco! — Falou a filha de Poseidon.  — Rich, vá até o motor do barco e faça-o explodir, tente retardar até sairmos dele! — Proferiu ao herói. — Clovis, pegue as mochilas, vamos precisar do que tem nelas quando chegar na ilha. Eu vou chamar atenção desse bicho! — Disse enquanto a arma mudava o formato para espada.

Richard fuçou em botões e preparou algumas engrenagens que haviam soltas no lugar. Com uma pequena dose de fogo grego, ele conseguiu acoplar ao motor, conseguiu fazer um temporizador com o relógio que carregava no pulso e então anotou dois minutos e - mentalmente - ele começou a contar no mesmo ritmo do cronômetro.

O filho de Hipnos foi rápido ao pegar sua mochila bege e por nas costas. A verde claro que pertencia a garota, ficou na mão direita e a marrom na esquerda. — Precisamos sair logo daqui! — Disse Richard enquanto assava pelo pequeno local onde estavam as bagagens. A água começava a invadir o barco naquele momento.

Ainda contando, o forjador anunciou o tempo que ainda lhe estavam à garota que estava extremamente ocupada tentando não ser abocanhada pela peste aquática. — TRINTA SEGUNDOS! — Gritou o jovem que cronometrava. A garota desferiu um último corte na besta e correu na direção deles. — Pulem na água... — Falou com certeza. — AGORA! — Gritou enquanto todos os três saltavam numa corrente de água que Margot controlava rumando o banco de areia.

A explosão foi alta e um tanto complexa, mas nenhum dos três conseguia ver o monstro. Estava ele morto? Não seriam eles que descobririam, saíram da água o mais rápido possível, nem Clovis, nem Richard queriam saber de mar por um bom tempo.

Todos os três mereciam um descanso, mas a legado de Morfeu estava demasiadamente preocupada com o que ouvira de Morfeu no seu sonho que preferiu não dormir, ainda mais que Clovis demorara mais para acordar depois do ocorrido, logo ela não seria tola o bastante para tentar alguma coisa.

Enquanto estes dormiram, a filha de Poseidon observou o mar e rezou baixinho para que o pai lhe ajudasse a encontrar a saída para os seus problemas. A fogueira feita por Richard crepitava e e aquecia os desafortunados.

Uma pequena esfera luz verde pareceu sair da água e adentrou pela floresta. A garota pegou uma madeira e a fez de tocha enquanto seguia a esfera de luz. Conseguiu acompanhar até uma clareira, onde encontrava-se um homem de barba rala, olhos claros e cabelos castanhos. — Já não aguento mais suspense, pai. — Proferiu a garota. — O que tem nessa ilha que eu preciso saber? — Perguntou a moçoila.

Poseidon pareceu estar tranquilo e ele sabia que estava ali para sanar as dúvidas da filha. — Sua mãe... — Iniciou. — Trouxe ela para cá quando engravidou. Morfeu odiou o acontecido, era uma de suas filhas mais poderosas e ele sabia o que aconteceria com ela. — Continuou. — Alyria foi morta nesta ilha por piratas e, como você sabe, por esta arma no seu anelar. — Deu uma breve pausa. — Esse anel foi de sua mãe, quando ela morreu pediu que fosse passado para você e eu o fiz. Espero que tenha gostado das modificações feitas na lâmina da espada e no tridente, gostaria que nunca esquecesse ela. — Concluiu com um sorriso.

A garota retirou o anel e observou a imagem feminina na lâmina e soltou um leve sorriso nostálgico. — Ela morreu para me proteger, é isso? — Poseidon assentiu. — Por isso que Morfeu lhe odeia tanto... — Comentou ele.

Poucos minutos de silencio se passaram e a garota precisava saber de mais coisas. — Mas o que me traz nessa maldita ilha? — Indagou com certa raiva. — Você nasceu aqui com a ajuda de apenas uma deusa, mas não posso lhe informar qual. Você encontrará ela em breve, mas precisa completar sua profecia antes. Como ela diz: "Mas é sobre a terra que terás os seus devaneios. ". — Tentou explicar da melhor forma. — Você precisará ser forte, Daph... — Travou a fala antes de terminar, mas a menina percebeu.

— Do que me chamou? — Perguntou. — O que mais tem para me dizer? — Fez outra pergunta antes de ter a primeira resposta. Poseidon não respondeu, de fato, apenas deixou seu corpo transformar em água e manipulou-a até o mar, deixando a menina sem respostas naquela clareira iluminada pela lua.

ΨΨΨ
(Três cabeças pensam melhor que cinco)

O dia tinha já havia amanhecido, mas a garota não parava de pensar no que o pai lhe dissera, mas mesmo assim não contou aos jovens sobre a visita do pai. — O que acham de averiguar a ilha? — Sugeriu Richard. Os outros dois assentiram.

Comeram coisas que haviam nas mochilas e bebericaram água e administraram pequenas doses de néctar e ambrosia. Colocaram as mochilas nas costas e adentraram na mata.

A prole de Hefesto estava na frente, enquanto era seguido por Margot e Clovis. Richard estava sem camiseta, estando esta na cabeça, como se fosse um lenço, e mostrava seu corpo dourado e o porte físico musculoso. A menina até sentiu o rosto arder, mas conseguiu controlar a vergonha. A cria de Hipnos, por ora, passava repelente e protetor solar e continuava com a camiseta do acampamento. A prole de Poseidon trocara a camiseta rasgada por outra intacta, mas deixara o pedaço da outra lhe prendendo os cabelos em um rabo de cavalo.

Antes que eles pudessem perceber, uma criatura pantanosa entrou em seus caminhos cuspiu fogo com a cabeça do meio. Sim, a cabeça do meio entre as cinco que aquela possuía. Os heróis tiveram de saltar para qualquer lado, mas mesmo assim o fogo acertou o braço canhoto da única moçoila do grupo.

A dor da pequena queimadura lhe tirar o ar. Afastou-se do bicho enquanto os meninos o atacavam. A menina conseguiu observar eles empunhando machado - Richard - e corrente - Clovis -. Eles estavam tentando não serem mortos e faziam isso bem.

Agarota pensou rápido e pegou o cantil de agua que estava pela metade e colocou pequenas doses no machucado e este foi regenerando, mas ainda deixando dormente e muito sensível. Guardou o cantil na mochila e a deixou de lado, agora ela já empunhava a espada.

Tentou puxar algumas histórias heroicas de antigos semideuses e lembrou de Héracles, que cortou as cabeças e cauterizou o local cortado para não nascer mais cabeças. E foi então que teve a ideia, já que na noite anterior vira o forjador atear fogo. — TENHO UM PLANO! — Informou aos dois com um grito.

Conseguiu explicar aos jovens o que teriam de fazer: — Com a sua corrente você tenta prender uma cabeça de cada vez. — Disse ao filho de Hipnos. — Com seu machado e minha estada nós cortamos ela. — Antes que alguém dissesse algo ela concluiu. — Então você a queima! —.

Foi uma explicação rápida, até porque tentavam não ser mortos pelas múltiplas cabeças e então começaram a executar o plano. Clovis, com sua corrente de bronze, prendeu a primeira cabeça e o plano pareceu dar certo. A espadachim cortou a cabeça com um movimento da espada e o jovem de Hefesto lançou chamas onde começava a nascer duas cabeças ofídicas que foram cauterizadas, deixando assim o pescoço sem cabeça jogado ao chão.

Sorrisos brotaram nos lábios dos heróis, mas mesmo assim tiveram de esquivar da rajada de fogo que a terceira cabeça lançava. Desta vez conseguiram desviar, já não eram mais pegos de surpresa.

A segunda cabeça não foi tão fácil de conseguir conter, clovis pareceu ficar tonto pela cabeçada que o bicho lhe deu, mas Richard foi rápido o suficiente para cortar e lançar fogo no corte que també nascia cabeças. Menos duas. Até tentaram capturar a cabeça que cuspia fogo, mas esta parecia ser a líder delas e era a mais ágil que as demais, então pularam ela e foram para outra.

Clovis foi inteligente o bastante e enrolou a corrente no pescoço das outras duas. A do meio, percebendo a movimentação, armou o cuspe de fogo. O filho de Hipnos ativou uma engrenagem da corrente e esta se fez lâminas nos elos, decapitando ambas as cabeças presas. A própria Hidra cauterizou os cortes com seu fogo. Isso a deixou mais irritado do que antes. Agora só restava uma cabeça que estava extremamente raivosa, também estava confusa, pois não sabia para quem olhar.

— Eu distraio ela... — disse o filho do ferreiro enquanto corria em zigue-zague e chamando a besta. Clovis fez o mesmo, segundo ele, dois era melhor que um. A garota entrou na mata para pegar a fera de surpresa, já que as outras quatro cabeças estavam mortas e não poderiam servir de ajuda.

Notou que o garoto que lançava fogo o fizera na cada do animal e este fez o mesmo. Era a hora certa, ela não teria força o suficiente para fazer isso novamente tão rápido. De espada em punho, a garota correu e saltou no momento certo para cortar a cabeça da maldita e, antes de cair num buraco no chão, pode ver Richard atear fogo na criatura, matando assim o bicho e transformando-o em pó dourado.

ΨΨΨ
(A deusa realmente entrou em contato)

A moçoila não havia percebido a fissura presente no lugar e acabou caindo dentro desta. Era grande e lembrava uma caverna, mas alguma coisa naquele lhe causava uma certa tranquilidade, pelo menos era o que achava. Tentou levantar, mas percebeu que estava sonolenta demais para isso. Ela simplesmente dormiu.

A sonhadora logo se viu diante de uma bela mulher de vestido dourado e com cabelos encaracolados presos e com uma bela coroa de ouro neles. — Olá, criança! — Disse a mulher com voz extremamente melodiosa. — Eu vim te ajudar... — Falou a deusa bela. A Imagem tremeluziu e a garota apenas dormiu, ficando só naquela caverna que, pelo destino, fora onde a mãe lhe dera à luz.


Observações:
Olá, avaliador!

Imagino que tenha ficado um tanto confusa algumas partes, mas quero informar que deixei lacunas que serão completadas na próxima CCFY. Deixei apenas um spoiler no fim desta, assim já deixo engatilhada para a próxima.

Conversei com o Morfeu (por MP) e ele me disse que eu poderia ganhar RECLAMAÇÃO + ITEM DE HERANÇA + MALDIÇÃO. Também explicou que se fosse benção não poderia, mas por se tratar de maldição poderia ser aceito se fosse bem uma ótima CCFY. Se for o caso, abro mão do XP e dos drácmas que poderia receber.

Acho que deixei bem claro cada ponto que envolva as recompensas, então espero que dê tudo certo.

Aliás, apenas separei em três partes porque acredito que tenha ficado mais explicado desta forma.

Desde já agradeço, espero que tenha gostado!
Poderes:
Passivos Posseidon:
Nome do poder: Perícia com Oricalcio
Descrição: Armas feitas desse metal divino ganham uma bonificação nas mãos de um filho de Poseidon/Netuno. Isso ocorre por esse material ser encontrado e criado apenas nos oceanos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de assertividade ao usar uma arma feita de oricalcio
Dano: +10% de dano ao usar uma arma feita de oricalcio

Nível 3
Nome do poder: Cura I
Descrição: O semideus possui a habilidade de se curar ao tocar na água. Independente da onde a água provenha, seja ela doce ou salgado. Ao tocar a água, suas feridas começam a se fechar lentamente, mas nesse nível, apenas as feridas mais leves são curadas, e parte da força do semideus é restabelecida. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +25 de HP e 25 de MP
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Pericia com Espadas I
Descrição: O filho de Poseidon/Netuno tem facilidade com o manuseio de espadas, em suas mãos, laminas como essas se tornam mais leves, e eles aprendem com uma facilidade impressionante. Nesse nível ainda comentem erros grandes, pois estão se desenvolvendo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: + 15% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 6
Nome do poder: Pericias com Tridentes I
Descrição: A arma do rei dos mares sempre foi o tridente, e por esse motivo seus filhos adquirem uma habilidade natural ao lutarem com eles, também se sentem mais confortável. Um tridente nas mãos dos filhos de Poseidon/Netuno se torna uma arma perfeita, mas nesse nível, ainda cometem erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: + 15% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Conexão bélica
Descrição: O tridente é extremamente formidável nas mãos de um filho do oceano. Porém, como um dos símbolo do rei dos mares, o tridente acaba por exercer influência mística na prole de Netuno/Poseidon. Ao estar portando essa arma, ela facilita no manuseio e nos poderes relacionados a água.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Reduz em 25% o gasto de MP da hidrocinese.
Dano: Nenhum
Passivos Morfeu:
Nível 2
Nome do Poder: Memoria Perfeita
Descrição: Os filhos de Morfeu/Somnia sempre lembram de tudo que sonham, até detalhes, eles nunca deixam nada escapar. Isso também acontece quando estão acordados, se trombarem com algo, lerem um livro, ou virem alguma coisa, lembrarão exatamente onde, como e quando aconteceu, e até conseguem descrever detalhes do ocorrido.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Sempre lembrarão de coisas importantes, assim sendo, se enfrentarem um monstro, por exemplo, na próxima vez que encontrarem esse também saberão como derrota-lo.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do Poder: Regeneração do Sono I
Descrição: Toda vez que adormece o filho do deus dos sonhos pode recuperar boa parte de sua energia, mas se fizer isso em campo, também se torna vulnerável. Nesse nível consegue recuperar apenas uma pequena parte de sua energia, basta tirar um cochilo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Recupera 20 HP e 20 MP.
Dano: Nenhum
Ativos Poseidon:
Nível 1
Nome do poder: Hydrokinesis I
Descrição: A prole de Poseidon/Netuno, em tal nível consegue, caso concentrado, controlar a água presente em rios e mares, levantando pequenas quantidades de água e moldando-a ao seu bel prazer, entretanto a habilidade do semideus ainda é considerada pouca.
Gasto de Mp: - 5 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 4
Nome do poder: Correntezas
Descrição: O semideus consegue identificar com certa facilidade as correntezas que movimentam os mares e oceanos, sendo capaz de muda-las, movimentando barcos e afins, sem grandes dificuldades.
Gasto de Mp: - 10 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Tal habilidade é falha ao ser utilizada com locais além dos domínios de Poseidon/Netuno ou em locais como o mar de monstros.
Ativos Morfeu:
Nível 2
Nome do Poder: Verdades dos sonhos
Descrição: O semideus pode obter respostas de deuses ou outras entidades através de contato com essas por sonho. Isso lhe permite procurar conselhos e respostas para questionamentos diversos, contudo, nem sempre lhe permite obter uma resposta satisfatória. Deuses são enigmáticos, não obedecem a você, logo, o que busca pode não ser muito certeiro.
Gasto de MP: 20 MP
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum
Recompensa:
Desejo a reclamação de Poseidon e o legado de Morfeu.
Herança desejada:
Ψ Alyria [Anel feito de Oricalco com um pequeno labradorite azul como decoração. Tem uma aparência antiga própria do material e isso forma algo lindo. | Efeito 1: Torna-se uma espada de oitenta centímetros feita do mesmo material com a empunhadura de couro, tendo a mesma pedra azulada na ponta desta. Na lâmina, há uma gravura de uma mulher risonha. | Efeito 2: Torna-se um tridente do mesmo material, onde os garfos lembram silhuetas femininas. O cabo é coberto por pequenas escamas e conchas que não deixam a arma escorregar das mãos da dona. Também há um labradorite na extremidade oposta às lâminas. | Efeito 3: Sempre retorna ao portador em forma de anel. | Oricalco | Um espaço para gema | Beta | Status 100%, sem danos | Mágica | CCFY: The Princess Of Sea.]
Maldiçao desejada:
Nightmare
Descrição Depois de ter desafiado e de ser um dos culpados da morte da filha de Morfeu, este amaldiçoou a própria neta, fazendo-a nunca poder dormir junto de pessoas, fazendo-a causar pesadelos no mais próximo.
Consequência Dormindo, a garota causa pesadelos naqueles que estão desacordados. Os sonhos podem tornar-se reais quando os envolvidos são machucados dentro deles. (ex: Se for causado um corte no pesadelo, um corte aparece no corpo real).
Extra Maldição só pode ser retirado pelo deus que a lançou, podendo ser em missão ou ccfy. Só atinge uma pessoa.


Kyra


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Selena C. García
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Re: The princess of sea ▬ Margot Brown

Mensagem por Hades em Dom Jan 07, 2018 6:35 pm


Margot


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos
1.500 XP + 1.500 Dracmas

Ortografia/Gramática: 30%
Desenvolvimento da História: 40% XP
Ações realizadas: 40%

Avaliação
Ortografia/Gramática: 20%
Desenvolvimento da História: 20% XP
Ações realizadas: 20%

RECOMPENSAS: 900 XP e Dracmas

Comentário:

Infelizmente a sua ficha foi recusada por alguns pontos que comprometeram negativamente a sua narrativa. O primeiro deles é que a história tem um teor fantasioso e é desenvolvido com rapidez, sem que a personagem demonstre grandes emoções mesmo em situações impossíveis de não demonstrar. Tudo é resolvido subitamente e com muita facilidade, quase como se não houvesse dificuldade alguma ou como se fazer a ligação de fatos fosse simplesmente muito fácil. Por que Margot confiou tão fácil nos campistas ou acreditou ser uma semideusa ou nas práticas oferecidas por Clovis? Por que ele descobriu tão facilmente que ela era neta de Morfeu? Por que uma divindade que toma partido com os olimpianos ameaçaria uma filha dos três grandes abertamente? Por que Margot não demonstra emoções mesmo diante de notícias chocantes? São questões em aberto e que permanecem sem respostas diante da ausência de desenvolvimento. Em contrapartida eu gostaria de elogiar a sua escrita que é bastante fluida e “limpa”, não encontrei dificuldades para ler e compreender seu texto.



Ἅιδης
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Re: The princess of sea ▬ Margot Brown

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