The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

A decadência do trovão;

Ir em baixo

A decadência do trovão;

Mensagem por Eiva Weinz Aodhaigh em Ter Jan 02, 2018 4:47 pm





I. THUNDER
Tópico destinado para o uso das narrações pessoas de Eiva. Sua trama baseia-se em fatos marcantes e contraditórios que construíram a personalidade obscura e falha que a prole de Zeus possuí.

Nessa trama, você provavelmente encontrará palavrões, cenas explícitas de sexo e violência. Não é recomendado para pessoas menores de dezoito anos.

•••

"Isso não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz."

— Coríntios 11:14

Bu!
Hehe.
capítulo I.

capítulo II.

capítulo III.

cap

cap

cap

cap

cap


Última edição por Eiva Dähl Bouwknech em Ter Jan 02, 2018 10:07 pm, editado 3 vez(es)


eletric ways and illuminated eyes
avatar
Eiva Weinz Aodhaigh
Sem grupo
Sem grupo

Mensagens : 231
Localização : Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A decadência do trovão;

Mensagem por Eiva Weinz Aodhaigh em Ter Jan 02, 2018 5:29 pm

The first sin of Eva

“Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos. Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal; E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu.”
― Gênesis 3

O post a seguir possuí conteúdo sensível e não recomendado a menores de dezoito anos.


Eiva acorda e a primeira coisa que ela vê, é o teto esbranquiçado do chalé um - como sempre. Não recordava-se de ter visto outra visão durante esses três anos de Acampamento… Era sempre a mesma paisagem. Sempre. Eiva odiava rotina.

Ela se levanta e bufa, já percebendo algo de errado. Ela suspira lentamente, fechando os olhos à medida que ia em direção ao corredor e começando a mover seu pescoço em formas circulares, para aliviar a tensão que já residia naqueles ombros. Ao sentir um pequeno repuxo em sua nuca, ela reconhece o causador do mau-humor. Um torcicolo seria o vilão. Ela esfrega os olhos, ainda com uma feição emburrada, e adentra ao banheiro, olhando-se no espelho enquanto fechava a porta.

“Que merda” Ela pensou, ao se olhar no espelho e perceber algumas olheiras leves, já começando sua higiene. Mesmo com toda a bagunça matinal, ainda sim era possível afirmar que Eiva tinha feições divinas e claras. Bom… Talvez esse era o preço por não ter sido fecundada naturalmente. Ela libera um pequeno sorriso tímido ao levantar sua face - já limpa - e massagear suavemente as olheiras.”Mas eu ainda dou pro gasto” Conclui por fim, dando de ombros.

[...]

Antes de sair do chalé, colocou uma calça jeans-claro justa e uma do acampamento de ¾, jogando seu cabelo ao lado e terminando assim sua “vaidade matinal”. Pegou seus itens favoritos e por último, deu uma piscadela à Adam, que permanecia carrancudo em sua belixe. Pôde notar também que o chalé estava mais cheio do que percebera anteriormente… Tinha mais duas garotas, o que lhe tirava da zona de preferida do seu pai - se é que ela já havia sido uma. De qualquer forma, não mudava muita coisa.

Os feixes solares atingiram a prole dos raios no exato momento que passou a porta de bronze polida, fechando seus irmãos restantes no maior chalé e virando-se para colocar a mão acima da testa, incomodada com a claridade. Como sempre fora acostumada com a noite - desde sua infância nas ruas -, tinha uma certa dificuldade em se acostumar com a claridade solar. Estava sempre do mesmo modo: Nariz franzido, mão à testa e lábio inferior presos pelos dentes superiores, pensando o que iria fazer primeiro.

— Comer? — Perguntou a si mesma, enquanto parava de caminhar e movia seu rosto pelos locais do acampamento. — Ou encher o saco de Sjöfn? — Olhou então para a forja iniciante da amiga, pensando em chamá-la para o café da manhã. — Nahh. Você acorda cedo, provavelmente já deve estar no refeitório… — Sussurrou, tamborilando seus dedos em sua testa - ainda se protegendo do Sol. — Então… Guitti, talvez? —  Girou sua cabeça mais uma vez, reparando na Casa Grande. Quíron e nenhum outro diretor estavam no Acampamento naquele período, portanto, Eiva recorria ao líder em seus momentos de tédio.  Ao questionar-se, deu de ombros, já respondendo sua própria pergunta. “Por que não?”

Afinal, ela não sentia muita fome mesmo.

[...]

Os olhos preguiçosos, cristalinos e ainda sonolentos da filha de Zeus rondavam o teto de gesso de um dos aposentos da Casa Grande, à medida que o som baixo do Animal Planet soava ao fundo. Ainda deitada no sofá de couro avermelhado do recinto, Eiva enrolava mexas de seu cabelo escuro por entre as falanges da destra, sentindo os feixes de luz da tarde calorosa lhe acariciar a bochecha.

Em sua mente, pensamentos aleatórios sobre os Deuses e Nyx lhe faziam conspirar sobre coisas jamais imaginadas antes por ela; Resultado de uma tarde calma e tediosa. Precisava tirar sua cabeça daquele emaranhado divino ou acabaria insana.

A semideusa bufa, cessando o enrolar de cabelos ao girar seu rosto para sala em que estava, visualizando o responsável por todo aquele silêncio. Guitti portava-se sentado de frente a mesa de Quíron, totalmente focado em uma papelada qualquer à frente. Ao repassar suas memórias, Eiva lembra o que estava fazendo ali. O filho de Hades aproveitava-se da ausência dos diretores do Acampamento para se apossar da sala e cuidar de seus próprios negócios - os quais Eiva também estava envolvida; E justo naquela tarde, a prole dos céus decidiu tê-lo como companhia.

— O quanto isso demora? — Ela questiona, movendo-se sobre o sofá até ficar sentada de costas para o encosto. — Quero comer. Vim te chamar pra gente tomar café junto e acabei esquecendo… Parece não desgrudar de todos esses papéis nem por um minuto. Onde está Elena? — Ela eleva a sobrancelha com um sorriso leve e divertido nos lábios.

Guitti apenas levanta o olhar por instantes à ela, logo voltando sua leitura intensa antes de pigarrear e esconder um sorriso leve.

— Bastante tempo. E acredite em mim, eu preferia estar com Elena agora. — A voz de afirmação do líder foi o suficiente para a Dähl se abster, emburrada. — Mas… As coisas devem ser feitas e agilizadas. Como acha que estamos sempre um passo a frente? — Era verdade. Eiva confirma com gestos leves de seu crânio, colocando-se em pé e ficando em silêncio. Seus passos rondavam todo o círculo da sala enquanto mantinha os olhos sobre os itens curiosos de decoração. — Parece ansiosa. Há algo de errado? — A voz de Guitti soa, levando a atenção de Eiva até o garoto. Ela desfaz sua feição séria e sorri, negando com a cabeça ao dar de ombros.

— É claro que não há nada de errado. Apenas… Não ando dormindo direito. — Ela volta a andar e sua voz vai sumindo conforme termina a frase. Agarra um relógio despertador antigo em sua palma e suspira, levantando o olhar pro nada e voltando a pensar. — Ou seja… — Recobra a consciência, largando o item e passando a olhar o maior com ironia, disfarçando seus outros sentimentos. — O tempo que antes eu gastava dormindo e longe da sua vista, agora eu gasto aqui. — Ela abre os braços, representando o ambiente. — Com você, chefe. — Imita uma voz mais divertida, estendendo um sorriso vazio.

Era verdade sobre suas noites de sono. Mas sempre tinha algo a mais.

— Ainda me parece estranha. — O filho de Hades estala a língua, soltando a papelada sobre a mesa e passando a encarar Eiva com seriedade. — Nyx me disse que precisava de rédeas e eu prometi guiá-las. Você anda longe ultimamente e, por estar ocupado, não consigo lhe acompanhar… Ainda que queira respostas. — O líder se levanta, encontrando a percussão de Eiva no salão. — Mas... Você é esperta o suficiente para não ultrapassar os limites, certo? — Uma pausa se segue. Eiva o olha com desinteresse, esperando o término agressivo. — Você não precisa de babá. — De fato, ela não precisava.

Em vez de revirar os orbes e bufar, a prole de Zeus encarna toda sua ironia. Um sorriso encantador se abre, iluminando as feições perfeitas de Eiva à medida que ela se aproximava do maior lentamente. Seus olhos corriam sobre o rosto masculino no intuito de gravar ainda mais aqueles traços - que agora, permaneciam sérios e ariscos.

— Eu não preciso de babá. — Eiva proferiu, ainda afirmando a última frase de Guitti. Ela se coloca a frente do garoto, levantando seu olhar em superioridade - mesmo que a altura não fosse igualada. — Muito menos você. — Ao dar ênfase em sua última palavra, a morena se afasta, indo até a cadeira onde ele estava sentado.

— Escuta aqui, mocinha… — A voz ríspida e forte de Guitti chama a atenção de Eiva no exato momento em que o semideus manipula a Umbracinese, agarrando a mandíbula feminina com uma certa força e puxando-a um pouco para cima. — Nyx deixou você comigo por uma razão, que era manter você sob proteção, prevenindo que possíveis erros acontecessem. — Enquanto a prole dos raios escuta, sentindo todo seu corpo estalar de raiva, o líder a solta, virando-se para coçar seu cabelo brevemente. Eiva permanece com as mãos na cadeira - paralelamente às suas nádegas - enquanto respira ofegantemente, observando o maior lhe olhar novamente. — Qualquer deslize pode desmascarar sua verdadeira identidade no Acampamento e você não tem para onde ir. — Momentaneamente, Guitti passa a andar em direção à morena, alcançando ambas as bochechas femininas. — Entende agora porque tenho que ser cuidadoso, porque Nyx lhe deixou em minhas mãos? — Ele coloca uma mecha de cabelo da garota atrás de sua orelha, sua voz tão calma como um sussurro. Era sempre assim.

Eiva apenas concorda com a cabeça lentamente, ainda com com seus olhos em fúria. Desvencilha seu rosto das mãos de Guitti, abrindo espaço entre os corpos bruscamente e levantando-se da cadeira. Ela olha uma última vez para Guitti, completamente antipática.

— Mas não é da sua conta para onde eu irei. Você não manda em mim e nunca irá. Ninguém pode fazer isso. — Mesmo sabendo sobre as consequências, ela cospe as palavras e pula janela a fora - da mesma forma como havia entrado.

[...]

Havia perdido toda sua fome enquanto caminhava lentamente por entre a encosta do Acampamento. O Sol estava baixo, fazendo-a aproveitar dos feixes fracos de luz que lhe transmitiam calor. As coisas permaneceram daquele jeito por um curto período de tempo… Tudo parecia silencioso demais… Calmo demais. Era estranho demais.

A mesma sensação de angústia e ansiedade que Eiva havia sentido à poucos dias atrás, começava a aflorar novamente. Sua respiração se torna ofegante e então a garota passa a sentir um calor exagerado em seu corpo. Enquanto suas palmas suam, ela joga sua bainha e adaga no chão e coloca todo seu cabelo em cima do ombro direito, abanando o pescoço ao lado contrário. Quando seu olhar avança uma outra vez, agora direcionado para um dos limites da floresta, sua atenção é presa por alguém. Mais ou menos a sessenta metros de distância, escorado em uma árvore antiga e imensa, um homem permanecia parado com os braços cruzados e - ao que parecia - um sorriso divertido nos lábios. Ele encarava Eiva como se já a conhecesse, porém, nada aparecia na memória feminina.

O calor desaparece de forma instantânea à medida que os olhos azuis permanecem inertes na direção do homem. Eiva não sabia explicar, mas sentia-se atraída por aquela figura até então, distante. Com um desejo súbito, decidiu abaixar-se e pegar sua bainha junto da adaga, movendo seu olhar para o que estava fazendo. Ao levantar sua visão novamente para o ponto alvo, a figura masculina já não estava mais ali. Eiva franze o cenho e se irrita, passando a pisar fundo na direção da floresta.

[...]

Demorou cerca de cinco minutos para que alcançasse o ponto onde o homem estava anteriormente. A semideusa chega ao local e ronda seus olhos pelas proximidades, enxergando nada além de árvores, moitas e uma imensidão verde. Olha para o chão onde estava, chutando alguns matinhos em busca de algo que nem ela mesma sabia o que era.

— Estranho. — Diz em voz baixa, relaxando seus ombros ao suspirar e se encostar em um tronco úmido. Antes mesmo de conseguir raciocinar abertamente, um barulho lhe chama a atenção logo à frente. Dessa vez, Eiva conseguia distinguir as feições do homem que estava parado a uns dez metros, um pouco mais adentro da floresta. Seu cabelo era de uma tonalidade escura e brilhosa, ondulando até um corte médio. Os olhos pareciam não distinguir a íris da pupila, sendo de uma escuridão total e de certa forma, atraentes. Era um homem alto, com músculos definidos por um terno cintilante e possuía uma postura jovial, não passando de seus trinta anos. O mesmo sorriso que Eiva pensou ter visto anteriormente, preenchia os lábios vermelhos e masculinos. Quando deu-se por si, estava de frente a ele.

— Bem mais bonita do que eu imaginava… Zeus faz coisas interessantes quando quer. — A voz, ainda mais atraente que suas próprias feições, soa de forma irônica e curiosa. Mesmo com sua consciência no lugar, Eiva não pretendia sair dali tão cedo. — Como você está, Eiva? Ainda com calor? — A mão gélida e firme do homem lhe toca a derme da bochecha, liberando uma quentura no local. Os olhos negros expeliam sedução, embalando a prole de Zeus em uma espécie de transe proibido. A persuasão do homem era perfeita. — Sabe quem sou?

Após a pergunta, Eiva sente-se mais livre.

— Não. — Não achou que seria capaz de responder à questão, então surpreendeu-se ao escutar sua voz soar. Ela entreabre os lábios, dando dois passos para trás à medida que intercala sua visão pelos orbes masculinos. Ela precisava ir embora quando ainda podia… Mas não queria. — Que merda você fez comigo? — Pergunta, conseguindo apenas dar passos lentos para trás - que eram seguidos pelo maior.

— A arte de persuadir. Tão incrível, não? Reconheço seu desejo por essa habilidade… É simplesmente fantástica se comparado com outras falhas humanas. — A cada passo que Eiva exercia para trás, a figura masculina avançava dois. Não demorou para que estivesse próximo demais. — Eu sou Lúcifer. O Lúcifer, se quer saber. — Ele murmura tão perto que Eiva sente um hálito agradável e gelado lhe tocando seus próprios lábios… O desejo de beijá-lo era quase que incontrolável. Como ainda tentava escapar daquela situação, a garota pisa em falso no limite da floresta no instante em que o homem segura a mão da prole de Zeus e puxa, colocando-a em seu peitoral ao enlaçar o corpo frágil em um abraço forte. — Não vá cair. Ainda nem conversamos. — Simplesmente, Lúcifer passeia suas mãos pelas costas de Eiva, parando-as nas nádegas da garota. Com um impulso das palmas firmes, o corpo da semideusa se eleva ao ar até ter suas pernas envoltas na cintura masculina e seu rosto de frente às feições perfeitas. — Vamos dar uma volta? Você é minha hoje.

Enquanto permanecia com a lateral de seu rosto colada no ombro masculino, seus olhos perdiam-se por entre os troncos. A luz solar já havia ido embora, deixando para trás uma escuridão sinistra. O cheiro corporal que adentravam em suas narinas era simplesmente embriagante. Eiva mal percebeu que Lúcifer levava seu corpo ainda mais para dentro da floresta, cantarolando uma canção qualquer - a qual a semideusa não conhecia. Era bom estar ali. Era bom ter o corpo próximo ao dele, mesmo que frio… Basicamente, para a semideusa, era bom ser dele… Porém, parecia errado.

Eiva levanta a cabeça, não conseguindo encarar o homem e sim a paisagem que se afastava a cada passo de Lúcifer.

— Por favor — Suplica com sua voz fraca e falha, referindo-se a persuasão que começava a lhe cansar psicologicamente. — Não precisa disso. — De fato, não precisava. Apenas a aparência do demônio havia feito Eiva se interessar por ele.

— Parar? Se está falando da persuasão, eu já parei há algum tempo. — Lúcifer diz, soltando a frase em uma risada baixa ao dar um tapa leve - mas alto - na nádega direita da semideusa. Apesar de gostar e sentir até uma ponta de prazer no ato feito, Eiva irritou-se por estar tão passiva daquele modo. Ao morder o lábio com força, ela percebe a parada. — Aqui está bom. Vamos parar para conversar. — Com um movimento rápido, ele retira as palmas das nádegas femininas e Eiva desliza pelo corpo de Lúcifer, parando com seus pés no chão. — Eu estava começando a gostar de te levar no colo.

— Foi Nyx que lhe mandou aqui? — Se Eiva parasse para processar as frases masculinas, estaria perdida em desejo e paixão; Portanto, assumiu uma postura mais rígida, ignorando os comentários alheios e se focando no que precisava saber.

— Hum… Não. Apesar de eu estar aqui por um comentário dela, não foi ela quem me mandou. — Lúcifer respira abertamente antes de oferecer um sorriso, colocando suas mãos nos bolsos da calça social. Parecia esperar por mais perguntas.  

— Então o que faz aqui? — A mão de Eiva pousa na base de sua adaga e apesar do maior perceber o ato, não parece ligar.

— Eu vim para te oferecer algo, é claro. Não visito esse Acampamento com frequência mas você conseguiu minha total atenção — Lúcifer passa a encarar a semideusa da cabeça aos pés, e Eiva sente-se exposta. — Demorou um tempo para eu saber sobre sua história, já que não tive muita ajuda… Acho que o ditado de “se quer bem feito, faça você mesmo” me cativou a isso. — Soava familiar demais.

— Você quer me oferecer algo? Assim como o fruto proibido? Tenho uma letra a mais no nome, não sou sua Eva — Vinda de uma família a qual tinha nomes bíblicos como referência, não era surpreendente de que a garota logo assimilasse as coisas. — Eu passo a oferta.

Lúcifer riu, ainda sem tirar o olhar sobre a morena.

— Eu também achei engraçado quando parei para pensar. Seu nome pode ter uma letra a mais, porém se pronuncia da mesma forma que minha antiga companheira. Ah… Bons tempos aqueles — Ele tira as mãos do bolso, passando a acariciar seu queixo enquanto se aproxima de Eiva - que recua alguns passos. — Você não é aquela Eva, realmente. Mas é minha, por ora. — Sua voz pareceu engrossar, arrepiando os braços e pernas da garota.

— Não. Eu não sou. — Ousou afirmar, com raiva ao falar.

— Ah, você é... — E logo quando Lúcifer assumiu uma expressão manhosa, ele desaparece da frente da semideusa, que ronda seu olhar por todos os lados, não conseguindo encontrar o demônio. Deveria correr? Ou deveria ouvir sua curiosidade mais uma vez? — Seus outros amigos já estiveram as visitas que mereciam — A voz - mais calma - soa outra vez atrás de Eiva. Ela gira seu corpo, dando de cara para Lúcifer, sentado a cima de uma pedra natural. — Nyx queria mandar Asmodeus para falar com você. Imagine… Uma delicadeza como você ao lado de um demônio tão perverso como ele. Não. Ela estava errada e eu decidi agir certo — Sua postura era como a de um homem pensante, pouco preocupado pela fuga feminina. Afinal, seria inútil fugir dele. — O que ela não entende é que você não precisa de mais jogos, luxúria e pravidade. Você precisa de controle. Você anseia por controle a cada passo que dá! Isso me encanta… E isso me excita. — O humor de Lúcifer parecia uma montanha russa. Ele ia de pesar para arrogância e dessa última, para seriedade.

De um modo ou de outro, a prole dos raios sabia que estava prestes a ser corrompida.

— Eu… Realmente não sei do que você está falando. — A morena dá apenas um passo para trás, negando com a cabeça em receio. Estava confusa, perdida e apreensiva, não sabia o que dizer e nem o que fazer. Apesar de sentir-se um pouco mais livre, ainda não desejava ir embora.

— É claro que não. Nyx não solta muitas novidades para vocês, não é mesmo? Acabei me empolgando— Lúcifer suspira, rapidamente descendo da pedra e se encontrando na frente de Eiva. — Estamos perdendo tempo. Você poderia ter aceitado logo de cara e terminaríamos nosso acordo aqui mesmo. No chão. — Ele sorri, molhando os lábios com malícia.

— Como se eu fosse aceit… — No instante em que a garota começa a falar, o homem vira os orbes e passa a adentrar novamente na mente da semideusa. Ela para de falar no mesmo instante, imersa pelo desejo de obedecer ao demônio.

— Me dê seu braço, Eiva — Ela dá. — Boa garota — Ele sorri em troca, depositando um beijo na lateral do lábio feminino enquanto afirma a palma que envolvia o antebraço. — Você e eu não nascemos para seguir regras, temos nossos próprios ideais. Somos suficientes a nossa maneira e não podemos acatar ordens com a cabeça baixa. Nós que deveríamos dar a última palavra, Eiva. Orgulho é necessário— Os lábios vermelhos de Lúcifer roçaram nos de Eiva por alguns instantes antes de ele abrir um sorriso breve. — Mostre a eles que você é minha Eva — Sem que a prole de Zeus percebesse, o demônio havia feito uma marca à sangue em seu antebraço. Ela estava ainda mais sobre o controle dele. — Aqui estão meus dois demônios preferidos! — Ele se afasta e diz, agitando a mão para a direção de onde vinham duas criaturas encapuzadas. — Mate-os.

Internamente, Eiva gritava com toda sua força. Externamente, se prepara para a batalha.

Não era de sua escolha e nem desejo lutar contra aqueles seres. Não os conhecia, mas tinha ciência de que não seria uma briga comum. Ao empunhar sua adaga, ela rapidamente descarrega sua energia sobre a adaga, eletrizando-a ainda mais antes de impulsioná-la para a primeira criatura, atingindo-a no peito e atrasando seu ataque. Ela se vira para correr, mas é impedida pela segunda criatura, que manipula as sombras da Floresta para interceptar as pernas de Eiva. Ela cai de frente ao chão, sendo elevada ao ar no momento em que a matéria negra começava a subir para seu pescoço, deixando-a em estado de alerta.

— Ah, Eiva. Eu sei que você pode fazer mais que isso. — A voz de Lúcifer transmitia entretenimento. Parecia se divertir com toda aquela cena, o que deixou a prole de Zeus ainda mais nervosa.

A semideusa grita, fechando seus olhos e provocando uma intensa iluminação de seu corpo. Ela reconhece o sucesso em sua ação quando tem seu corpo jogado ao chão e liberto das sombras. Ela levanta suas pálpebras e vê ambas as criaturas tentando se esquivar da luminosidade, resultado da fraqueza em cada um.

— Isso! Isso! Legado de Aurora! Não é genial? — A Dähl gostaria de virar toda sua raiva à Lúcifer devido aos comentários fora de hora. Mas era algo impossível. — Continue! — Ela obedece.

Ainda com seu corpo iluminado, ela usa sua velocidade alterada para alcançar uma das criaturas - aquele que havia sido acertado pela adaga. Em um único movimento ágil, Eiva direciona seu punho fechado e eletrizado ao rosto da criatura, deixando inerte no momento que caí. Como a outra criatura afastava-se da luminosidade, a semideusa aproveitou para acabar de vez com uma delas, empunhando novamente a adaga e cravando-a no peitoral alheio, no intuito de atingir o coração - caso ele tivesse um. A criatura grita em agonia antes de sumir em fumaça debaixo do corpo de Eiva, deixando apenas sua capa negra e gastada no chão. A luz corporal do legado de Aurora se apaga e antes que ela pudesse armar uma defesa, um disco escuro lhe atinge, jogando-a para trás.

— Você é bonita até lutando. Imagino que saiba o desejo que causa nos campistas ao se mover tão agilmente… — O timbre cheio de maliciosidade tenta distrair a morena de seus atos à medida que ela se levanta, focalizando sua visão no oponente à frente. — Imagino também a inveja deles quando for eu o ganhador desse presente. Você não é virgem, é? — Eiva havia entendido o recado. O medo passou a gritar em sua mente… Ela não poderia terminar assim.

Com toda sua força de vontade contida em seu interior, a semideusa ergue sua postura em intimidação, logo projetando cinco esferas de energia elétrica entre suas falanges. Esperou que a criatura avançasse mais uma vez para que ela pudesse jogar os globos azulados na direção do demônio, o atingindo fortemente no peito e o deixando atordoado. Fora o suficiente para Eiva prosseguir seu ataque, impulsionando seu corpo para cima do demônio e cravando novamente a adaga no peitoral humanóide. A criatura desaparece em fumaça e Eiva caí de joelhos, sentindo-se liberta de uma ordem.

Lúcifer logo se coloca ao lado da garota, levando sua mão para o antebraço feminino e retirando a marca. Por mais que quisesse correr e sair dali, estava cansada demais para lutar contra a persuasão do anjo caído.

— Vê como eu tenho poder sobre você? Vê como é fácil te controlar e te manter sobre meu domínio apenas com uma marca? É isso que eu lhe ofereço — Lúcifer também se coloca ao chão, trazendo as costas de Eiva para seu peitoral. O sussurro maldito em sua orelha faz com que a prole dos raios estremeça e ceda ainda mais. Ele agarra a garganta frágil e alva da semideusa e estica o toque, levantando o rosto pálido para cima. Os olhos cristalinos da morena pairam sobre o esplêndido céu noturno enquanto toda sua pele se arrepia pelo toque rude de Lúcifer. Ela estava perdendo toda sua vitalidade e tinha noção disso. — Não vou lhe obrigar a aceitar a bênção e nem te persuadir a tal coisa. Tens que fazer isso por si só — Enquanto a garota ainda olhava para cima, pedindo aos céus para que tudo aquilo parasse, a boca gélida do homem começa a passear sobre o pescoço à mostra de Eiva, enquanto a mão - também de Lúcifer - encontra o caminho do zíper da calça feminina. — Diga-me, criança… — Ele continua a sussurrar, adentrando a ponta de seus dedos sob o tecido íntimo e fino de Dähl, que solta um ruído baixo de alerta. Ela tenta se mover e balançar o corpo para que o ato sujo do demônio não tivesse sucesso. Porém… Uma fina ponta de prazer a impede de agir melhor. — Você aceita minha proposta? — Para a surpresa e, também, decepção de Eiva, os dedos em sua intimidade não avançam, apenas ficam parados no lugar.

Um silêncio de poucos instantes logo é cortado.

— E o que está incluso nessa proposta? — Se o cansaço tivesse voz, assumiria aquele timbre. Mesmo estando exausta - psicologicamente e fisicamente -, ainda ironizava a presença poderosa ao seu lado. Era como um brincadeira.

Nunca havia abaixado a cabeça para ninguém. Não seria para Lúcifer sua primeira vez.

— O que? — Ele sorri após o sussurro na orelha feminina, parecendo incrédulo pela ousadia alheia. — Tudo bem. Você quer saber o que está incluso em minha oferta? — Dähl reconhece a visão do maior sobre si e afirma com a cabeça, mesmo com dificuldade devido à palma que envolvia sua garganta. — Pois bem— E apenas com um movimento, Lúcifer desliza seus dedos por dentro da intimidade de Eiva, liberando uma mix de sensações que é representado por um grunhido alto e exausto da parte da semideusa. Ela inclina seus joelhos para dentro como em um reflexo, adentrando ainda mais o toque gélido em si. A prole de Zeus fecha os olhos, mordendo seu lábio forte o suficiente para que o gosto metálico de sangue lhe preenchesse o paladar. — O que eu lhe ofereço é o controle sobre outras pessoas, além, é claro, da persuasão perfeita, a qual não lhe é estranha… Porém… Como se mostra instável demais, acho necessário um acompanhamento mais de perto, compreende? — A respiração ofegante de Eiva preenchia as pausas das falas demoníaca. — Aceitando essa proposta, você me autoriza a estar com você em um plano espiritual… E porque não me deixar assumir o controle quando necessário? Você sequer notaria. — Os movimentos dos dedos gélidos ainda eram exercidos na genitália feminina e por incrível que pareça, haviam se tornado bem-vindos. Eiva relaxa suas pernas, dando mais espaço para os atos antes de abrir os olhos lentamente e dar sua última olhada para o céu escuro, despedindo-se de toda a inocência que restava.

— Eu aceito. — Ela diz por fim, cedendo à toda persuasão e sedução que Lúcifer havia executado. Estava cansada, suja e mesmo assim, sentia-se bem o suficiente para entregar-se ao pecado e ao prazer. Assim como Eva havia feito.

Lúcifer solta o pescoço da semideusa e a envolve com o antebraço desocupado, passando ele firmemente pelo peitoral alheio. A garota sente todos os toques em seu corpo se apertarem, liberando mais um gemido fraco e exausto de seus lábios rosados. Além das sensações comuns, uma nova começa a crescer em toda a extremidade de seu corpo, ativando um bem-estar sonele.

— Você sente a energia passando por seu corpo? — Ela questiona e ela afirma, em silêncio. — Ótimo. Agora você pertence à mim.


Um sorriso de escárnio foi a última ação consciente da filha de Zeus antes de liberar-se o pecado. Mais uma vez, o ser humano havia sido corrompido pelo mesmo ser… Afinal, o ciclo se repetia.  

observações:
Estou fazendo essa ccfy no intuito de conseguir 1 bênção e 1 maldição, tais quais colocarei abaixo:

Bênção: Nome do poder: Abençoado de Lúcifer
Descrição: O demônio vai adquirir uma beleza angelical – comparando-se aos filhos de Afrodite – tornando-se simplesmente encantador. Esse poder também o torna persuasivo, e bom na arte da enganação. O abençoado será capaz de controlar uma pessoa durante toda uma batalha da maneira que bem entender, o obrigando e manipulando a fazer exatamente o que ele quiser.
Gasto de Mp: 15 MP  por rodada ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Dura até 6 turnos em batalha, sendo que para manter o subordinado em seu controle, é preciso criar uma marca com o seu sangue no pulso dominante do seu escravo. (se a marca for removida, o selo é desfeito e o poder deixa de funcionar).
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum semideus foi registrado com essa magia ainda, vaga (0/1)

Maldição: Gostaria de pedir uma maldição referente à essa frase de Lúcifer: Aceitando essa proposta, você me autoriza a estar com você em um plano espiritual… E porque não me deixar assumir o controle quando necessário? Você sequer notaria.


Obrigada!
itens:
• Elektra [Uma adaga de 15cm com detalhes em ouro polido e um risco azulado e metálico na lâmina. | Efeito 1: Volta para a bainha da portadora no mesmo instante em que acerta o alvo. | Efeito 2: A adaga carrega parte do poder do Raio de Zeus que pode ser controlado pelo portador, entretanto tal poder será de acordo com o nível da semideusa, só podendo ser ativado uma vez por evento/missão/mvp etc. Não há garantias de que o raio também não atinja a dona. | Ouro Imperial | Sem espaço para gema | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]
habilidades:
passivas:
Nível 18 [NYX]
Nome do poder: Perícia com Punhais e Adagas V.
Descrição: Os demônios possuem uma facilidade natural com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de assertividade no manuseio de Punhais e Adagas.
Dano: + 25 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Nenhum.

Nível 10 [NYX]
Nome do poder: Atributos melhorados II
Descrição: Os demônios da noite conforme evoluem, conseguem desenvolver um pouco mais seus movimentos de esquiva, velocidade e salto, ganhando uma vantagem extra de campo ainda maior.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Durante o dia ganham + 15% de velocidade, esquiva, e salto, durante a noite essa porcentagem dobra, vira +30%.
Dano: Nenhum
ativas:
Nível 10 [ZEUS]
Nome do poder: Eletric Aiser
Descrição: Esse poder permite ao semideus filho de Zeus/Júpiter, descarregar uma ponta de energia sobre sua arma, deixando-a eletrizada durante dois turnos. Enquanto a arma do semideus estiver carregada com a potência de raio, faíscas saltarão da lamina, e sua força no impacto terá um efeito maior.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A arma fica eletrizada por dois turnos inteiros, e o dano no impacto aumenta.
Dano: 35 HP
Extra: Nenhum

Nível 4 [AURORA]
Nome do poder: Sol
Descrição: O filho de Eos/Aurora pode fazer uma luz intensa e doura emanar por todo o seu corpo em um momento de emergência. A luz pode ser útil para iluminar o caminho/local ou até mesmo causar dificuldade de visão no oponente.
Gasto de Mp: 15 de MP por turno que tal habilidade permanecer ativa.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: - 20 de HP.
Extra: Nenhum.

Nível 17 [ZEUS]
Nome do poder: Electric punch
Descrição: Na ausência de armas o semideus pode criar uma grande carga elétrica em suas mãos, semelhante a uma luva de boxe, que percorre o punho do semideus e o torna ainda mais forte. Essa descarga ao atingir o corpo do inimigo – como um soco do semideus, sim, ele precisa socar o oponente para que funcione – além de ter o impacto do soco, descarrega a energia do punho para o corpo do oponente, impedindo-o de conseguir disparar poderes ativos no turno seguinte.
Gasto de Mp: 40 MP
Gasto de Hp:Nenhum
Bônus: O oponente não conseguira usar poderes ativos ou que precisem de mira durante um turno (o próximo).
Dano: 20 do soco + 40 da descarga elétrica, totalizando 60 HP.
Extra: Nenhum

Nível 4 [ZEUS]
Nome do poder: Intimidação
Descrição: A prole de Zeus/Júpiter possui um olhar penetrante e, quando enfurecido, os olhos da prole tornam-se – aparentemente – elétricos avisando a inimigos que um golpe logo irá ocorrer. E, quando isso ocorre, o próximo golpe do semideus causa +10 de dano.
Gasto de Mp: -10 de MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10 de dano.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 1 [ZEUS]
Nome do poder: Bolas de Energia
Descrição: O semideus consegue acumular sobre a ponta dos dedos, cinco esferas de energia pequena, e atira-las contra o inimigo como se fossem balas – só que mais rápidas – que ao baterem contra o corpo do inimigo, deixando a sensação de dormência no local atingido, e o membro ou parte do corpo formigando de uma forma irritante, o deixando mais lento, e atordoado durante um turno inteiro.
Gasto de Mp: 5 MP por esfera de energia
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 7 HP por esfera que atingir o corpo, totalizando 35 HP
Extra: Nenhum



eletric ways and illuminated eyes
avatar
Eiva Weinz Aodhaigh
Sem grupo
Sem grupo

Mensagens : 231
Localização : Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A decadência do trovão;

Mensagem por Selene em Ter Jan 02, 2018 8:53 pm


Eiva

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP e Dracmas: 3.000 XP e Dracmas (Valor reduzido pelos pedidos feitos)

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%


Enredo e coerência de batalha: 46%
Gramática e ortografia: 18%
Criatividade: 30%

RECOMPENSAS:  2.820 XP - 2.820 dracmas

Maldição: Comunhão com Lúcifer
Descrição: A semideusa deu seu corpo e alma para Lúcifer, sendo assim, em determinados momentos, Eiva perde a consciência de si e de seus atos, fazendo coisas das qual não se lembrará, sofrendo de blackouts.
Extra: Pode ser usado a critério do narrador, nos momentos que ele achar serem oportunos.


Comentários:
Eiva,
Mesmo com seu aviso no começo do post, eu ainda senti-me chocada com o rumo que isso tomou. Eu comecei a ler a missão e pensei "bem, já estou na metade e nada ainda. Será que vou mesmo precisar negar a bênção?", mas você me surpreendeu muito. De uma forma boa - e chocante -. Sua escrita é clara, embora você repita "Eiva" vezes demais e use "ela" em momentos que poderia simplesmente ocultar o pronome. Também há um excesso de vírgulas e pontuação, no entanto, você obteve o que considerei ser um rendimento suficiente, além de outros (que leram comigo) terem achado sua ideia bastante criativa.


Selene
the moon
avatar
Selene
Deuses Menores
Deuses Menores

Mensagens : 79

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A decadência do trovão;

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum