The Blood of Olympus
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[Fixas de Ano Novo] Sjöfn Balivet, Luna Minn e Eiva Bouwknech (Chiron's Angels)

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[Fixas de Ano Novo] Sjöfn Balivet, Luna Minn e Eiva Bouwknech (Chiron's Angels)

Mensagem por Sjöfn Timothea R. Balivet em Ter Jan 02, 2018 12:25 pm

FIXAS DE ANO NOVO


rp destinada a postagem das missões de ano novo, estrelando o trio de semideusas composto por sjöfn balivet, luna minn e eiva bouwknech. basicamente as aventuras de Chiron's Angels. q

SJÖFN B. + LUNA M. + EIVA B.


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Re: [Fixas de Ano Novo] Sjöfn Balivet, Luna Minn e Eiva Bouwknech (Chiron's Angels)

Mensagem por Sjöfn Timothea R. Balivet em Sex Jan 05, 2018 6:18 pm

desafio da caixa mágica
A notícia sobre a caixa projetada por seus irmãos se espalhou pelo Acampamento Meio-Sangue mais rápido e com mais entusiasmo do que os rumores sobre uma prole de Afrodite chegando em breve costumavam fazer. Independentemente do Chalé tal qual faziam parte, semideuses, assim como seus próprios progenitores olimpianos, pareciam compartilhar o traço de serem competitivos por natureza. Cada triunfo - conquistado seja através da captura de uma bandeira ou com o aniquilamento de um inimigo - era uma adição valiosa a suas vidas, de forma que não era motivo de surpresa para qualquer um o quanto a "desafio" não falhava em atrair pequenas multidões em direção ao que ela se referia.

Por se tratar de um assunto que envolvia diretamente os membros do Chalé de Hefesto, Sjöfn teve o luxo de saber sobre "o desafio da caixa mágica" um pouco antes que ela fosse revelada aos outros campistas, embora não tivesse participado do projeto - porque se antes ficava longe da magia por opção, sendo apaixonada pela parte mecânica das coisas (projetar, criar, destruir, consertar) e nada mais, agora precisava fazê-lo por segurança, tendo se tornando um demônio que era afetado por certos tipos de tal elemento. E o fato não costumava lhe provocar muita lamentação, mas, considerando sua personalidade curiosa a nível incurável, estaria mentindo se dissesse que não tinha lá suas dores por não ter conseguido ajudar seus irmãos em uma proposta tão interessante quanto aquela.

Logo, assim que surgisse a oportunidade de conhecer de perto os detalhes da maquinaria sobre a qual tanto se falava no momento, a garota certamente não hesitaria em se oferecer para ajudar.

Ela só não esperava que isso fosse acontecer tão cedo.

— Um filho de Ares entrou na caixa e perdeu a cabeça. — A morena arqueou uma das sobrancelhas na direção de seu irmão, como se dissesse: "Não diga." O que fez o rapaz rir um pouco. — É sério. Ele fez um verdadeiro estrago quando saiu, então eu precisava fazer alguns reparos antes de deixar outra pessoa usar, coisa prática e em prol da segurança, sabe como é, mas não posso fazer isso agora porque fui chamado pelo Sr. Quíron, então...

— Tudo bem. Eu faço.

Ele ficou em silêncio, quase como seu roteiro imaginário - que fazia daquele seu momento de insistir - houvesse sido queimado diante de seus olhos.

— Você disse que era um problema apenas mecânico, não? Pois então. Pediu para a pessoa certa. — Sorriu grande, o que não diminuiu o estranhamento do outro, tão acostumado a ver sua companheira de Chalé sendo muito mais inflexível.

— Mas...

— Eu vou fazer os reparos. Prometo.

Aquilo pareceu ser o suficiente para convencê-lo.

... Certo. Valeu, Timea!

Os dois trocaram acenos de despedida e, assim que ele saiu, Sjöfn puxou seu kit de ferramentas - até então escondido debaixo da cama - com um brilho de entusiasmo nos olhos.


• • •


— Nossa. Você é maior do que eu pensei. — Parou diante da caixa com os braços cruzados e, apesar da expressão que algumas pessoas a sua volta faziam enquanto assistiam a cena, não, ela não estava falando sozinha. — Vocês aqui, podem ir circulando. Ninguém vai usar a caixa enquanto eu não terminar, o que pode levar um minuto, ou um dia, dependendo da gravidade da situação. — Pra falar a verdade, já sabia através de um próprios responsáveis pela "atração" que o prejuízo não tinha sido alto, mas ter uma plateia barulhenta por perto nunca era uma boa ideia. Abaixando-se para pegar a bolsa com seus instrumentos de trabalho, ela notou algumas vozes alteradas partindo do centro de um pequeno grupo de campistas ao seu lado, dentre os quais um mostrava-se visivelmente irritado (e ferido), fazendo com que a garota suspirasse em reconhecimento. Só podia se tratar do tal filho de Ares que havia danificado a caixa.

Apesar do interesse em saber que tipo de ilusão tinha deixado o rapaz tão desesperado para sair a ponto de machucar a si mesmo, ela sabia que iria voltar sem uma resposta, de forma que decidiu entrar na caixa de uma vez para se poupar de tamanha frustração, deixando a porta atrás de si entreaberta para não se ver vítima das propriedades mágicas causadas pela ativação do mecanismo.

— Vamos ver o que brincar com a mente de semideuses te custou. — Largou as ferramentos com um baque suave no chão, deu um passo a frente e esticou as duas mãos até elas que tocassem uma das paredes da caixa, imediatamente sentindo contra suas digitais o pulso gélido do metal, como se a convidasse - a guiasse - a sentir todos os seus detalhes. Cada junção de materiais - "ouro imperial, prata, ferro estígio..." ela listava em pensamentos - cada parafuso perfeitamente posicionado, cada segredo por trás de sua criação, até que chegasse em certos pontos que eram uma verdadeira a impecabilidade do trabalho de seus irmãos. — Achei. — Anunciou, tanto para si mesma quanto para seu "paciente", e logo se pôs a trabalhar em cima desses defeitos, ágil como uma prole de Hefesto há de ser.

Finalizada com a terceira correção, ela ouviu o ruído da porta atrás de si, fazendo-a desviar o olhar de seu trabalho para captar a nova presença, cujas feições reconheceu de imediato mesmo à contra luz do fim da tarde. — Se você veio para testar a caixa mágica, chegou muito cedo. Estou fazendo alguns reparos na maquinaria. — Balançou a chave de fenda com um sorriso torto.  

— Ah, claro… Que chato isso, não? — O tom preso na resposta de Eiva não lhe causou surpresa, mas as palavras que vieram logo em seguida, sim: — Por que não estamos fazendo outra coisa mesmo? — E apesar do aviso sobre sua tarefa que Sjöfn oferecera antes, a filha de Zeus se aproximou mais enquanto fazia um biquinho. A cacheada encarou sua amiga em silêncio por alguns segundos, como se considerasse a proposta exposta em seus olhos claros, antes de voltar a si com um balanço de cabeça.  

— Ideia certa, lugar errado. As minhas mãos estão sujas e eu ainda não terminei, mas se quiser se acomodar e me esperar, logo termino. — Ela esticou-se na direção do último ponto que deveria ajeitar, começando o trabalho com agilidade, mas a voz da outra eventualmente estourou sua bolha de concentração:

— Ideia certa, huh? Quem diria...

E a reação foi imediata. A Balivet riu entretida, pronta para virar-se e responder as provocações, quando um segundo visitante se encaixar porta adentro.

Quando seus irmãos disseram que a caixa caberia qualquer pessoa, devem ter imaginado que até o semideus mais corpulento possível merecia uma certa dose de conforto, de forma que não uma, mas três semideusas conseguiram ocupar esse espaço sem estarem exatamente esmagadas umas contra as outras. Sjöfn estava pronta para repetir a condição da máquina e sua indisponibilidade para uso (por três pessoas, ainda mais!), quando a voz de Eiva explodiu em reconhecimento:

— Luna Minn?  

— Oi, Eiva! Hum… Eu estou procurando um filho de Ares que se machucou. Me mandaram para cá. Uma médica, huh? — E você é...

— Sjöfn. — Responde automaticamente, antes de completar: — Mas pode me chamar de Timea.— Ofereceu sua única mão limpa em um cumprimento, sem precisar esticar muito o braço para alcançar a outra, sendo recebida com um sorriso gentil que aumentara o próprio que a filha de Hefesto já tinha.

— Hum… Timea é mais fácil de se falar, não? Até parece norueguesa! Você é? — Sinceramente nunca tinha pensado sobre o assunto, mas ouvindo agora, era engraçado o quanto aquilo fazia sentido. Estava pronta para dizer sobre sua preferência com a pronúncia "sueca" de seu nome, quando Eiva deslizou por entre as duas.

— Ela é alemã. As coisas se parecem da Noruega para a Alemanha… É… Mas e o garoto de Ares? Ele não parece estar aqui. — Não sabia por que a Bouwknech parecia tão defensiva e talvez até protetora a seu respeito, mas a urgência em sua voz alertou-a sobre a possibilidade de uma ameaça oculta naquela interação inofensiva. Talvez as duas [Eiva e Luna] fossem próximas o suficiente para que a garota de feições gentis estivesse perigosamente próxima de descobrir sobre a identidade de Eiva e, consequentemente, a de Sjöfn? Fosse o caso, era melhor seguir a deixa.

— Ah… É. Ele foi para a praia, pelo que fiquei sabendo.

— Entendi. Então... Vou procurá-lo. — O olhar que ela dividiu entre os dois demônios deixou a Balivet bastante nervosa e de certa forma até agradecida por ter um escudo entre elas duas. Não a conhecia, mas podia quase sentir suas suspeitas, e quando ela virou-se, a cacheada imediatamente cutucou Eiva com um olhar de questionamento, mas então ouviu um estrondo e, pela postura tensa de Luna, não era um brinco que ela havia deixado cair. — Hm... Eu acho que... Acabaram de trancar nós três aqui dentro?

O desespero que lhe acometeu foi imediato.

— Timea, o que essa caixa faz?

As palavras morreram na boca de Sjöfn. Ela sabia sobre o efeito mágico da caixa fazia em condições normais. Três semideusas e alguns avarias talvez fossem variáveis suficientes para que o mecanismo enlouquecesse.

— Merda. — Ah, ela concordava 100% com as palavras de Luna.

— Escutem. Seja lá o que vamos ver agora... Não é real. Mas para fazer desaparecer, temos que enfrentar isso como se fosse. É uma caixa do medo. E as ilusões que ela provoca são o desafio. — Parou de falar para tomar um gole de ar. Sua visão já começava a ficar turva, a imagem instável, com as cores se confundindo. — Depois que... Voltarmos, damos um jeito de sair. — Fechou os olhos, incomodada demais em presenciar a alteração da realidade, e antes mesmo de abri-los novamente, reconheceu que não estava mais dentro da caixa, pois o chão sob os seus pés balançou e sua pele sentiu a mudança de clima com um arrepio.

Estava em um barco.

O aperto formando-se contra algumas partes de seu corpo, mas principalmente seus pulsos, foi a deixa para que ela finalmente encarasse o cenário do qual fazia parte agora, descobrindo que tinha precisava corrigir sua teoria inicial.

Estava em um barco afundando.

Aquela revelação era incômoda por si só, e ao perceber que estava literalmente presa a um dos mastros do mesmo, imóvel sob o aperto de cordas e algemas.

No entanto, a Balivet reconheceu imediatamente a sua parte naquela ilusão quando viu que, alguns metros adiante, deitada no chão de madeira, estava sua mãe.

— Mãe! — Gritou para ela, para seu corpo pálido e inerte diante de Luna, que parecia presa em seu próprio inferno pessoal naquele momento. E a angústia expressa em seus olhos era uma imagem espelhada do próprio medo de Sjöfn, como se o horror das duas tivesse tomado forma naquela mulher de cabelos cacheados (como os de sua filha), com uma estatura e peso assustadoramente parecidos com o seu e, por fim, tão imobilizada quanto ela.

Céus! Por favor, por favor. Tudo menos isso.

Ela não tinha foco e muito menos sanidade suficientes para conter a explosão de sentimentos.  

— Por favor, vamos! — Mesmo com o barulho do mar violento, a súplica de Luna é ouvida pela prole de Hefesto. Ela tentava a todo custo reanimar sua mãe, sem sucesso. Sabia que a outra ajudava como podia, mas não havia qualquer conforto em assistir aquilo. Se ela pudesse chegar perto, nem que fosse um pouco, talvez... Talvez...

Seus pensamentos ficaram nublados quando a garota lutou contra o aperto em si. A maior prova de que estava em meio a uma ilusão infernal era que, não importava o quanto tentasse, o quanto se mexesse, o quanto gritasse, as cordas continuavam segurando-a na mesma posição, em uma situação assombrosamente familiar onde ela era obrigada a assistir.

— Ela não! Ela não! ELA NÃO! — Protestou com um rugido irado, para a essência mágica da caixa, para a crueldade daquela situação, para a maldição posta em si por Nyx.

Uma onda colidiu com o barco, fazendo todo o nível sobre o qual as semideusas firmavam-se balançar e, com a mesma violência, trouxe Eiva para perto de si, mas não conseguiu parar para perguntar sobre sua situação da mesma forma que Luna logo fez, pois as amarras em torno de si estalaram-se soltas junto com as algemas e a Balivet não ficou um segundo a mais sequer com as costas contra o mastro, lançando-se na direção de sua mãe enquanto sentia-se verdadeiramente desolada.    

— Sjöfn, sinto muito. — De alguma forma, a lamentação da outra apenas fez seu choro se intensificar, e ela debruçou-se contra o corpo falecido de sua mãe enquanto afogava-se em culpa.

— Me perdoa, mãe... — Sua voz era trêmula, suplicante até. — Eu juro... — Uma pausa para que conseguisse engolir o soluço que ameaçava sair. — Eu juro que isso não vai acontecer. Que eu não vou... Assisti-la. Eu juro... — E chorou, sem dar-se conta do tempo que passava, ou dos gritos atrás de si. Estava inconsolável demais para encarar as outras, mesmo que soubesse que se tratava apenas de uma ilusão. Tomando um grande gole de ar, ela se afasta de repente, acometida por um lento (mas presente) senso de pacificação, antes de virar-se para as outras enquanto esfregava os olhos de maneira violenta, pronta para dizer que elas deveriam sair dali o quanto antes, ao mesmo tempo em que o lembrete de Luna sobre aquilo ser uma simulação chega a seus ouvidos.

E ela tinha razão.

Não era real.

A prole de Hefesto deslizou para perto das outras garotas, arriscando uma última olhada na direção de sua mãe, cuja imagem não parecia mais tão fiel ao rosto pertencente às suas memórias. E não era apenas aquilo que começou a mudar, mas o clima, os movimentos do barco, a água... Tudo foi se transformando de volta ao estado de realidade, com as três dividindo um espaço em uma caixa.

— Conseguimos! Nós conseguimos! Enfrentamos nossos medos! — Antes mesmo que percebesse, a comemoração de Luna já havia lhe afetado, fazendo com que um sorriso vitorioso crescesse nos próprios lábios da Balivet. Céus, como estava aliviada daquilo ter acabado. — Agora precisamos sair daqui. Eiva, a adaga! — Algo na mente de Sjöfn clicou naquele momento.

A adaga de Eiva.

Era algo que já tinha visto durante um treinamento da garota, mas aparentemente não conhecia em pleno poder. Seja como fosse, se aquilo era suficiente para tirá-las da caixa, a Balivet não tinha reclamações. Apalpando as paredes da caixa com rapidez, a filha de Hefesto parou em cima de uma avaria que ainda estava por ajeitar, para onde apontou. — Aqui. Acho que vai ser o suficiente para abrir. — Instruiu. Esperava que todas estivessem usando sapatos com solas de borracha.

— Você está bem? — Ouve Luna perguntar de repente, as feições denunciando sua preocupação. E Sjöfn, surpresa com o questionamento, apenas puxa o ar, sem saber o que dizer. — Não era sua mãe, ela está bem. — Não sabia como ela fazia isso, mas o abraço que ela lhe deu, tão estranho e desajeitado, não falhou em lhe trazer dar conforto a própria sua maneira. Ela está bem. As palavras ecoavam em sua mente.

— Obrigada. — Suspirou. — Eu sei que você fez o que pôde, Luna. Não foi sua culpa... O que aconteceu com ela. Não se preocupe. — Sorriu um pouco, antes de voltar-se para Eiva. — Está pronta?

Já imaginava o estrago que seria causado na maquinaria em breve, mas talvez aquilo fosse para o bem. Como na expressão popular, sua curiosidade em saber sobre a caixa quase a matou (mesmo que metaforicamente), portanto não tinha qualquer determinação de chegar perto daquilo tão cedo de novo... Ou, pelo menos, não sem as devidas precauções.

E quando Eiva virou suas costas para as duas e finalmente fincou a adaga na rachadura do metal, uma luz explodiu sobre elas junto com um estrondo, como se a Bouwknech tivesse chamado seu próprio trovão. A caixa imediatamente tremeu sob o poder da filha de Zeus, em um breve momento de resistência, antes que a simples avaria aumentasse de proporção, até tomar uma parede inteira, o que não serviu de impedimento por muito tempo, quando a garota de olhos claros inclinou-se para trás por um momento, dando espaço para que uma de suas pernas fosse levantada, e levou a placa de metal abaixo com um chute.

As três não esperaram um segundo sequer onde estavam para saírem da caixa, respirando o ar do acampamento pelo que parecia a primeira vez em tempos.

Sjöfn olhou para cima, notando que já era noite, antes guiar suas orbes escuras até a figura de Eiva, contra quem se lançou em um abraço apertado, sem saber exatamente por que. Uma comemoração, um pedido de desculpas, uma confissão... Não importava, só precisava ter certeza de que a outra estava bem, que era real. Após se desfazer do abraço, ela virou-se para Luna. — Você está bem? — Repetiu as palavras que ela lhe oferecera antes, sem menos preocupação. — Acho... Melhor irmos embora. Aquilo foi um pouco demais para um dia, não foi? — Passou as mãos nos cabelos, não precisando de um espelho para saber que eles estavam especialmente embaraçados.



informações:
Desafio da caixa Mágica – Jogos de Ano novo são comuns em festividades, ainda mais naquelas criadas por jovens neuróticos e um pouco loucos. Os filhos de Hefesto/Vulcano, pensando nisso acabaram criando uma caixa magica grande o suficiente para caber qualquer adulto ou criança e lançaram um pequeno desafio. O semideus deve entrar na caixa, enfrentar seu pior medo já que ela cria ilusões e ao ser desperto dessa ilusão encontrar uma maneira de sair. Acontece que, a caixa não permite o uso de poderes ativos com facilidade e seus truques parecem ser impossíveis de desvendar. Como sair de dentro dela?
Objetivo: Enfrentar uma ilusão causada pelo medo e sair de dentro da caixa criada pelos filhos de Hefesto/Vulcano.
Recompensas: 5.000 XP + 5.000 Dracmas + 8 Estrelas.
Habilidades:
hefesto:
[Passivos]

Nome do poder: Tecnopatia
Descrição: É a capacidade de se comunicar e entender qualquer tipo de mecanismo, ou seja, filhos de Hefesto/Vulcano, podem se comunicar e entender as maquinas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Sensibilidade Mecânica
Descrição: O filho de Hefesto/Vulcano  pode detectar falhas em minérios de metal e identificar o tipo de maquinaria e uso por toque.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre saberá o que está errado e como concertar
Dano: Nenhum

Nome do poder: Reparos Rápidos
Descrição: Filhos de Hefesto/Vulcano conseguem consertar aparatos mecânicos rapidamente, gastando metade do tempo que uma pessoa comum levaria para tal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem concertar qualquer coisa em apenas dois turnos.
Dano: Nenhum



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Re: [Fixas de Ano Novo] Sjöfn Balivet, Luna Minn e Eiva Bouwknech (Chiron's Angels)

Mensagem por Eiva Weinz Aodhaigh em Sex Jan 05, 2018 7:14 pm

Waves of our Fear

Acampamento Meio-Sangue, Luna e Sjöfn.
O anúncio de que a caixa mágica que projetava alucinações havia quebrado espalhou-se pelo acampamento rapidamente, não demorando para chegar aos ouvidos de Eiva que estava pronta para procurar sua filha de Hefesto favorita quando escutou tal notícia.

Aquela caixa havia sido a atração principal do evento, tendo vários voluntários para testar seu funcionamento. Por ser amiga de Sjöfn, a garota já sabia quais eram os resultados e sequer teve vontade de chegar perto. Sua vida inteira já era uma bagunça parecida.

Com isso, decidiu ultrapassar o lago e dirigir-se até a área de artes e ofícios do Acampamento onde estaria a caixa e, provavelmente, Sjöfn. Não demorou muito para que Dähl reconhecesse os cabelos volumosos e logo esboçasse um sorriso divertido nos lábios. Sjöfn havia tomado à frente da caixa e dispersado alguns campistas curiosos, logo adentrando a caixa e deixando a porta entreaberta. Ao perceber a situação, Eiva assume uma postura ladina, ansiando por uma brincadeira diferente.

Esgueirou seu corpo entre a porta aberta, preparando-se para abraçar a morena por trás mas fora surpreendida pelo giro do corpo alheio, acabando com a graça do momento. Uma feição de disfarce lhe preenche o rosto no mesmo instante que a prole de Hefesto percebe a presença, balançando uma chave de fenda em suas mãos e não percebendo o intuito da Bouwknech.

— Se você veio para testar a caixa mágica, chegou muito cedo. Estou fazendo alguns reparos na maquinaria. — O sorriso torto da amiga fez com que a semideusa suspirasse e retribuísse o ato ao encostar-se em um dos limites da caixa.

— Ah, claro… Que chato isso, não? — Fingiu estar interessada no assunto, assumindo uma carranca de dó temporária. — Porque não estamos fazendo outra coisa mesmo? — Ela desiste da ironia e relaxa os ombros ao bufar, aproximando-se de Sjöfn com um bico projetado nos lábios.

Por mais que quisesse se aproximar ainda mais da morena, já fora alertada diversas vezes sobre tais interações, contentando-se apenas com o básico.

— Ideia certa, lugar errado. As minhas mãos estão sujas e eu ainda não terminei, mas se quiser se acomodar e me esperar, logo termino. — Eiva franze o cenho ao sorrir desajeitada, tentando entender Timothea. Vindo dela, aquela autorização era esplêndida.

— Hum. Okay… —  Ela ri, ainda com a testa franzida à medida que passa novamente a se encostar no limite da caixa, observando a filha de Hefesto trabalhar. Um silêncio passageiro lhe faz pensar sozinha antes de sorrir e levantar sua face com luxúria. — Ideia certa, huh? Quem diria…

Antes de terminar sua conclusão, a porta da caixa se abre novamente e uma outra garota entra porta a dentro. Aquelas feições eram familiares para a semideusa… Tão familiares que teve de mudar sua postura de novo, assumindo uma face surpresa e séria.

— Luna Minn? — Observa a cunhada entrar e procurar por algo ou alguém, parecendo confusa. A prole de Zeus se afasta da parede da caixa e se mantêm de pé, com os olhos vidrados na asiática.

— Oi, Eiva! Hum… Eu estou procurando um filho de Ares que se machucou. Me mandaram para cá —  Ela diz, mudando sua visão para Sjöfn e perdendo o assunto. — E você é...

— Sjöfn. Mas pode me chamar de Timea. — A morena estende a mão na direção de Luna, estampando um sorriso leve e simpático.

— Hum… Timea é mais fácil de se falar, não? — A curandeira reverência Sjöfn e depois a cumprimenta com a mão, sorrindo simpaticamente. — Até parece norueguesa! Você é?

Eiva não sabia se era seguro deixar as duas garotas conversando, principalmente pelo fato de Luna não saber absolutamente nada sobre a relação de ambas com os demônios de Nyx; Portanto, suspirou fortemente, erguendo os braços e colocando-se entre as garotas.

— Ela é alemã — Falou em voz alta, se intrometendo no assunto. — As coisas se parecem da Noruega para a Alemanha… É… Mas e o garoto de Ares? Ele não parece estar aqui. — Ela conclui, passando a assumir uma face pensativa como disfarce.

— Ah… É — Sjöfn pigarreia, provavelmente entendendo o recado. — Ele foi para a praia, pelo o que eu fiquei sabendo.

— Entendi — Luna era esperta o suficiente para detectar um clima estranho no ar. Ela passa os olhos sobre as duas demônios e suspira, tirando o sorriso do rosto. — Então… Vou procurá-lo. — A curandeira pisca algumas vezes, reverenciando novamente ao girar seu corpo em sentido a porta e deixando Eiva um pouco mais a vontade com a situação. A prole de Zeus olha para Sjöfn com um olhar de “eita”, pronta para voltar a seu assunto quando a voz da asiática volta a soar. — Hum… Eu acho que… Acabaram de trancar nós três aqui dentro.  

Colada ao corpo de Sjöfn, a prole de Zeus percebeu a mudança drástica da feição alheia, logo entrando em colapso junto.

— Timea, o que essa caixa faz? — A dúvida de Luna era a mesma que a da semideusa, apesar dela já ter uma noção básica do estrago próximo. A expressão endurecida da prole de Hefesto bastava como resposta. — Merda. — Eiva pensou a mesma coisa.

— Escutem. Seja lá o que vamos ver agora... Não é real. Mas para fazer desaparecer, temos que enfrentar isso como se fosse. É uma caixa do medo. E as ilusões que ela provoca são o desafio — Enquanto a prole de Hefesto pausa sua fala, a semideusa começa a sentir um enjoo forte em conjunto com sua visão turva. — Depois que... Voltarmos, damos um jeito de sair. — Que voltarmos? Espera… Ela não queria nem ir.

Eiva estava prestes a falar algo quando ocorreu a mudança de recinto. Seu cabelo balança à uma brisa leve e lenta, o chão em seus pés balança preguiçosamente e ao fundo, ela reconhece um barulho familiar, porém assustador: as ondas do mar.

Os olhos cristalinos da semideusa não conseguiram processar toda a mudança repentina de cenário. Em um momento estava em uma caixa apertada e negra, distante de qualquer oceano por um raio longo de quilômetros… Em outro, a paisagem horripilante de um céu tempestuoso e ondas gigantescas atingindo o barco onde estava fez com que ela gelasse na hora. “O mar não” pensou, encarando seu pior medo.

Enquanto as ondas batiam no barco e impulsiona ele para frente, a morena se negou a mover o corpo. Um gritaria começa a soar atrás de si, preenchendo suas sensações com pavor e terror. Enquanto sentia as batidas ameaçarem de virar o barco, seus olhos vidrados acompanhavam a prole de Hefesto também imóvel, mas por cordas e algemas. Ela gritava com toda a força de seu pulmão, avançando seu corpo o quanto podia para algum lugar o qual a prole de Zeus recusava a olhar.

Ela fecha as pálpebras, escondendo seus orbes marejados. “Isso não é real. Não é real.” disse a si mesma, enquanto ainda sentia o enjoo de se estar em alto mar. Não sabia se abrir os olhos era a melhor opção, mas então, lembrou-se de Luna. Onde ela estava? Seria ela a pessoa que Sjö tentava desesperadamente alcançar?

Ela abre os olhos no instante em que uma onda maior atinge o barco, jogando-a para o outro lado do assoalho ao lado de Sjöfn - que liberta-se no mesmo instante e passa a correr em sentido contrário de onde estavam. Perdida, com os olhos marejados e estáticos, ela tenta acompanhar os movimentos da garota. Ela crava seus dedos na borda metalizada mais próxima, reconhecendo uma outra situação: Luna tentava salvar uma mulher desconhecida.

Mesmo que Sjöfn, Luna e a mulher - que aparentava agora ser a mãe da prole de Hefesto - estivessem do outro lado do barco e imersas em outra condição, Eiva não conseguia se mover e sequer falar. Tentou chamar desesperadamente por Luna, apenas enviando-lhe olhares de pavor e torcendo para que a cunhada entendesse.

Ela odiava o mar desde o momento que Joshua lhe empurrou a ele uma única vez.

“Preciso sair daqui, preciso sair daqui, PRECISO SAIR DAQUI!” Tudo à volta dela se silencia e a sua única saída é gritar. Ela fecha os olhos e grita com toda sua força, liberando um timbre falho e assustado que preenche o ambiente. Não permitia-se chorar, mas seus cílios e olheiras já estavam completamente úmidos e molhadas. Seu coração parecia saltar pela boca, batendo tão forte que após o grito conseguiu ser percebido pela semideusa, que ainda permanecia agarrada a um dos pilares. Estava imóvel, sendo balançada apenas pelo barco inundado e recusava a abrir os olhos, mesmo que para pedir ajuda. Tudo era melhor que aquela visão.

De repente, flashes malditos de quando havia se afogado nas águas frias da Noruega começaram a passar pela sua mente problemática. Joshua a empurrando, seus olhos queimando pelo contato da água e a garganta que continuava a engolir água pareceram sensações vívidas e reais, tirando a única coisa em que ela se apoiava: seu ar.

Ela abre suas pálpebras no mesmo momento em que inspira a maior quantidade de ar que pôde, sendo surpreendida pela rosto familiar e próximo de Luna. A curandeira parece tentar falar com Eiva em um timbre alto, balançando os braços da garota para tirar alguma reação… Porém não estava escutando.

Ela faz um gesto apressado com o braço, gesticulando que estava sem ar. Luna parece perder ainda mais a cabeça já que seus olhos começam a marejar à frente da prole de Zeus. O que estava acontecendo? Aquilo não fazia sentido! O barulho e ruído do ambiente começam a voltar a audição da garota mediante a entrada maior de ar. Eiva consegue respirar uma, duas, três vezes antes de conseguir se focar na voz da filha de Perséfone.

— …. daga, Eiva! Usa a sua adaga!!! — A adaga? Óbvio. Uma descarga elétrica seria o suficiente para fazer a máquina pifar? — Eu te seguro! Confie em mim! — Sua cunhada passa a entrelaçar a mão na sua, tirando-a de perto dos pilares metálicos a qual estava se apoiando. A semideusa sente um leve incomodo pelo novo toque, custando a se acostumar. Por sorte, Luna já havia cuidado dela antes então apenas confiou; De coração e alma.

Ela consegue impulsionar o corpo no da cunhada, fechando os olhos por uma última vez antes de seguir as palavras dela. “Não é real.” E não era.

A brisa maritima e o balançar do barco já não eram mais percebidos. A prole de Zeus podia sentir sua perna balançar à medida a água de seu corpo ia se dissolvendo, liberando-a para abrir os olhos e encarar a escuridão da maldita caixa. Que se dane aquela caixa.

O peitoral da semideusa começa a subir e descer em raiva. Não estava acostumada a ser manipulada tão facilmente daquele jeito e aquela situação fora um insulto para ela. Luna e Sjöfn trocam algumas palavras de conforto e Eiva não permite-se envolver. Ela não gostaria que fizessem o mesmo com ela.

— Conseguimos! Nós conseguimos! Enfrentamos nossos medos! — Luna comemorava alegre, bem diferente de Eiva. — Agora precisamos sair daqui. Eiva, a adaga! — A semideusa pisca algumas vezes em confusão, logo entendendo o recado.

— Ah, a adaga. — Sussurrou brevemente ao colocar a palma sobre a base da arma e retirá-la da bainha, olhando o reflexo de seus olhos na lâmina.

— Aqui. Acho que vai ser o suficiente para abrir. — A filha de Hefesto chama a sua atenção e mesmo zonza, ela passa a tomar o lugar de Sjöfn. Se tudo desse certo, um curto-circuito seria efetuado com sucesso.

Como já estava bem mais calma - principalmente pela presença de Luna -, ela suspira uma vez, encarando as duas garotas.

— Está pronta? — Sjöfn pergunta e Eiva responde com a ação.

Impulsionou rapidamente a lâmina para uma pequena falha da porta, resultando em um clarão e um choque na hora. A semideusa retira sua mão da base, assustando-se por alguns minutos e observando sua adaga sumir na rachadura. A caixa que outrora estremeceu, ainda continuava lacrada, cativando novamente o estresse da prole de Zeus.

“Que porra!” pensou, ao tomar espaço rapidamente - sem nem se preocupar com as companhias - e empurrar a porta falha com sua perna direita, focalizando toda a sua raiva e força naquele ato. Não demorou para que a placa de metal fosse ao chão, liberando as três daquele inferno.

Não soube dizer o porquê e nem como mas ao se ver livre da caixa, tomou Sjöfn em um abraço apertado, deixando sua expressão séria e preocupada. Sentia muito pela mãe da garota, além pelo fato de não ter conseguido ajudá-la quando precisou. Não disse nada, mas ao olhar em seus orbes escuros, já transparecia todo seu pesar.

A filha de Hefesto se vira para falar com Luna e Eiva a acompanha. Ela tinha ciência do que a cunhada havia feito por ela.

— Você está bem? — Enquanto a morena perguntava, a filha de Zeus passou seus braços pelo corpo de Luna, também tendo-a em um abraço de gratidão. — Acho... Melhor irmos embora. Aquilo foi um pouco demais para um dia, não foi? — A semideusa apenas confirmou com a cabeça, ainda grudada à cunhada.

— Vamos comer algo no Tea Drop? Eu pago.
— Eiva sorriu ao oferecer contente.



observações:
Desafio da caixa Mágica – Jogos de Ano novo são comuns em festividades, ainda mais naquelas criadas por jovens neuróticos e um pouco loucos. Os filhos de Hefesto/Vulcano, pensando nisso acabaram criando uma caixa magica grande o suficiente para caber qualquer adulto ou criança e lançaram um pequeno desafio. O semideus deve entrar na caixa, enfrentar seu pior medo já que ela cria ilusões e ao ser desperto dessa ilusão encontrar uma maneira de sair. Acontece que, a caixa não permite o uso de poderes ativos com facilidade e seus truques parecem ser impossíveis de desvendar. Como sair de dentro dela?
Objetivo: Enfrentar uma ilusão causada pelo medo e sair de dentro da caixa criada pelos filhos de Hefesto/Vulcano.
Recompensas: 5.000 XP + 5.000 Dracmas + 8 Estrelas.
itens e habilidades passivas:
• Elektra [Uma adaga de 15cm com detalhes em ouro polido e um risco azulado e metálico na lâmina. | Efeito 1: Volta para a bainha da portadora no mesmo instante em que acerta o alvo. | Efeito 2: A adaga carrega parte do poder do Raio de Zeus que pode ser controlado pelo portador, entretanto tal poder será de acordo com o nível da semideusa, só podendo ser ativado uma vez por evento/missão/mvp etc. Não há garantias de que o raio também não atinja a dona. | Ouro Imperial | Sem espaço para gema | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

Nível 12
Nome do poder: Força I
Descrição: Zeus/Júpiter é um deus que tem uma força superior a boa parte dos outros deuses, chegando a ser comparado com Ares. Seu irmão, Hércules, era um dos semideuses mais fortes a ser conhecido, e assim como ele você adquire uma força superior a boa parte dos campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força
Dano: +10% de Dano se o ataque do semideus atingir.

Nível 19
Nome do poder: Cura Elétrica II
Descrição: Indícios de eletricidade significam restauração e força para o filho de Zeus/Júpiter. Agora, ao entrar em contato direto com ela, o semideus consegue restaurar uma parte maior de sua energia, feridas maiores começam a se fechar e viram pequenas cicatrizes, além disso, as feridas menores desaparecem por completo, e uma parte de sua energia é restaurada. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos e a cura só ocorre se a corrente/eletricidade que entrar em contato com o semideus seja igual ou menor a 20mA).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +50 de HP e 10 de MP
Dano: Nenhum
duplicador:
Pequenas grandes festas – 2018 chegou com tudo e quer te premiar em dobro. Ganhando essa benção as estrelas da sua próxima postagem serão duplicadas! Isso mesmo, essa promoção é válida apenas para postagens que lhe deem estrelas, lembrando que, é válida apenas UMA VEZ, e apenas em sua PRÓXIMA POSTAGEM. A Staff também deixa claro que, caso o semideus não coloque a as pequenas grandes festas em spoiler no fim da próxima postagem, esse deixa de valer e é perdido completamente, afinal, como dito, é valido apenas para próxima postagem após ganhar essa benção.


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Re: [Fixas de Ano Novo] Sjöfn Balivet, Luna Minn e Eiva Bouwknech (Chiron's Angels)

Mensagem por Luna Minn em Sex Jan 05, 2018 8:05 pm

new year
O DESAFIO DA CAIXA MÁGICA

Os filhos de Hefesto, mais uma vez, eram os causadores de armadilhas ou brincadeiras perigosas no acampamento. O pedido de ajuda de um filho de Ares a respeito de seu próprio irmão machucado após uma boa luta contra o que parecia ser uma caixa de ferro gigante, havia chegado até a minha enfermaria. Me obrigando a fechar tudo e tomar o meu rumo em direção ao local onde a suposta caixa estava.

A caixa parecia estar aberta à força, haviam marcas de luta no tampo de ferro. Era uma caixa realmente gigante, mas não deixo aquilo me distrair, eu precisava encontrar e ajudar a prole de Ares que estava machucada. Uma voz reconhecida chama a minha atenção como nada havia me chamado antes, era Eiva, minha tia e cunhada, e uma segunda voz feminina preenchia o espaço ao qual eu adentrava tomando cuidado e com certa preocupação na feição.

- Luna Minn? - A voz conhecida me chama pelo nome completo como sempre e um sorriso aparece em meus lábios antes de falar com incerteza. - Oi, Eiva! Hum… Estou procurando um filho de Ares que se machucou. Me mandaram para cá. - Conforme meus olhos vasculhavam a caixa em procura de alguém ferido, noto a outra presença feminina atrás de Eiva, a caixa já estava apertada com a presença das três juntas. - E você é…? - Eu tinha sorte de conseguir ver em qualquer iluminação, já que a noite estava chegando e a luz dentro da caixa era precária, meus olhos pousavam sobre os da outra garota com gentileza.

- Sjöfn. Mas pode me chamar de Timea. -
Olho para a mão que vinha em minha direção e ao mesmo tempo que meu, dando o meu sorriso que combinava perfeitamente com a aura gentil e serena, depois de fazer uma breve reverência com a cabeça. - Hum… Timea é mais fácil de se falar, não? - O nome dela era quase impossível de se pronunciar corretamente, então eu preferia não me arriscar muito, o que me faz questionar sua nacionalidade. - Até parece norueguesa! Você é? - Eu estava verdadeiramente curiosa com relação àquilo, mas então como se temesse algo, Eiva entra entre nós duas e bloqueia a visão. Rude da parte dela, mas combinava com a personalidade que eu já sabia que existia.

- Ela é alemã. As coisas se parecem da Noruega para a Alemanha… É… Mas e o garoto de Ares? Ele não parece estar aqui. - Aquilo era um convite para eu me retirar do local? Eiva estava aprontando o que? Ou ela simplesmente decidira de uma hora para a outra que não gostava mais de mim? - Ah… É. Ele foi para a praia, pelo o que eu fiquei sabendo. - A voz da segunda garota corta o ar entre nós e as minhas suspeitas e dúvidas somente aumentavam. Eiva estava com caso com aquela menina? Uma filha de Hefesto.

- Entendi. - Meu sorriso sumia de pouco em pouco conforme o olhar era direcionado de uma garota à outra de maneira suspeita e bastante temerosa. - Então… Vou procurá-lo. - Se elas não me queriam ali dentro eu não ousaria ficar. Já bastava toda a confusão entre Isaac e o resto da família, eu não queria ser apenas mais um motivo para intrigas na família Dähl Bouwknech. Me viro mantendo a expressão de desconfiança enquanto seguia para a entrada que usei para acessar a caixa. Mas então, a porta se fecha e quando tento forçá-la a se abrir, ela não abria de jeito algum, não importava a quantidade de força que eu atribuía a aquela abertura. Eu empurrava e puxava e a porta não se movia nem ao menos um centímetro.

- Hum… Eu acho que… Acabaram de trancar nós três aqui dentro. - Dou um suspiro pesado ao andar de volta para perto da dupla inédita que me causava um desconforto enorme de estar junto. O que estava acontecendo naquela caixa? Qual era a pegadinha da vez dos filhos de Hefesto? - Timea, o que essa caixa faz? - Pergunto tentando encontrar uma luz para saber como sair daquele espaço claustrofóbico, mas o olhar da recém conhecida somente indicava confusão e indecisão, e o silêncio por ela proferido dizia mais do que ela poderia dizer. - Merda. - Começo a me preocupar com os meus filhos sozinhos com Isaac, estava quase no horário de amamentá-los, e eu deveria estar de volta para Nova Roma o quanto antes.

- Escutem. Seja lá o que vamos ver agora… Não é real. Mas para fazer desaparecer, temos que enfrentar sso como se fosse. É uma caixa do medo. As ilusões que ela provoca são o desafio. - Eu ouvia as palavras da garota mas a cada passo que eu dava em direção à elas, parecia que o chão se movia. Eu sentia uma brisa suave em meu rosto, fazendo meu cabelo se movimentar e a minha visão começava a escurecer e ficar turva, como se visse através da água. - Depois que.. Voltarmos, damos um jeito de sair. - Respiro fundo já sabendo qual seria o resultado de tudo aquilo. O frio na minha barriga somente me fazia repensar sobre o que eu estava fazendo ali dentro. O meu único trabalho era ajudar aquele infeliz filho de Ares!

Conforme o cenário tanto em minha frente, quanto sob os meus pés mudava, eu começava a sentir a adrenalina, a necessidade de curar alguém urgentemente. Tinha alguém que precisava de mim, e eu sabia disso. Merda, merda, merda. Me ajoelho ao lado do corpo ao meu lado, estava feio, bem feito. Confesso, ajoelhar em um barco em meio ao oceano não era o cenário que eu mais gostava de estar, mas a mulher na minha frente, que aliás se parecia muito com a semideusa recém conhecida, me preocupava mais do que o ambiente em que estávamos.

Meu olhar ia instintivamente para a Eiva, ela parecia petrificada, aterrorizada. Droga, ela tinha medo de morrer afogada, e a família toda tinha algo com o mar, menos o Joshua. Já tinha conversado sobre aquilo infinitas vezes com Isaac. Mas foco. A mulher parecia não respirar e estava ensopada, assim como nós começavamos a ficar com a chuva que começava a cair do céu. Começo com uma respiração boca-a-boca tentando sugar a água de dentro do corpo dela, tampando o nariz e cuspindo a água que eu conseguia arrancar. Mas não adiantava, ela não dava sinais de vida.

Unindo as mãos uma em cima da outra, trançando meus dedos, começo uma massagem cardíaca, ela não ia aguentar muito. A vitalidade estava escassa e se esvaindo de pouco em pouco. - Por favor, vamos! - Continuo com a massagem cardíaca a todo vapor, tomando cuidado para não quebrar uma costela nem danificar os músculos ao redor. Nada funcionava. Manipular sua energia seria inútil se ela estava afogada. Meus olhos vão em direção agora da filha de Hefesto, um olhar de eu não sei o que fazer. Ela estava tão aflita quanto eu ou quanto Eiva, mesmo sabendo que nada daquilo era real.

- Eiva, está tudo bem? - Pergunto para a garota que estava tão verde e pálida quanto a própria mulher que eu tentava incansavelmente salvar. Quando meço novamente os sinais vitais da mulher, segurando-a pelo pulso, noto que ele era nulo. Eu tinha perdido alguém. Deuses! Eu não consegui salvá-la! Paro de respirar por alguns segundos e petrificada, assim como Eiva inicialmente, sentia tudo ao meu redor girar. Era como se eu tivesse levado um soco daqueles no estômago, a minha boca entreaberta respingava água da chuva e um pouco da água do mar. - Sjöfn, sinto muito. - Eu lutava para pronunciar o nome corretamente, sem ter coragem de olhar para ela.

Se eu chorava, era impossível notar, já que os olhos vermelhos mal apareciam no escuro e a água encobria qualquer lágrima. Mas eu estava. Meu coração apertava e meu corpo cai para trás, batendo contra a madeira do barco. Solto por fim a mão da mulher e então dou espaço para Timea se aproximar e fazer sua despedida. Talvez aquele fosse a forma de eliminar nossos medos. Enfrentando-os de cabeça.

Tudo agora acontecia em apenas um turbilhão, o grito dado por Eiva me fazia ficar em pé no mesmo instante, o choro da morena sobre o corpo da mãe também ecoava na minha cabeça. A mãe dela, que era apenas uma ilusão, eu não tinha conseguido salvar, mas definitivamente, as pessoas reais eu podia. Avanço pelo barco que balançava com cuidado, ele estava começando a afundar perigosamente, água marinha invadia o barco constantemente e me preocupava. Chegando até ela, a seguro pelos braços, tentando fazê-la voltar ao normal, ela que agora parecia uma estátua de tão aterrorizada. Se algo acontecesse com a filha de Zeus eu jamais me perdoaria.

Usando da minha aura apaziguadora, faço com que Eiva consiga voltar ao estado normal, impedindo-a de sentir tanto medo e confortando-a. - Use a sua adaga, Eiva! Usa a sua adaga!!! - Ela parecia voltar a si conforme eu falava, escorrego as mãos pelos braços molhados dela e a seguro firmemente pela mão, sem quebrar o contato físico em momento algum. - Eu te seguro! Confie em mim! - Olho Eiva direto nos olhos, ela podia usar a adaga dela para parar aquela maldita caixa, podia usá-la para dar um belo curto circuito, e mais trabalho para os criadores destas. Dando passos até Sjöfn, que ainda sofria com a mãe, aproveito-me da minha aura para acalmá-la também.

Conforme os segundos passavam, as duas garotas assim como eu, conseguiam se acalmar e notar que aquela não era uma situação real. - Isso é só uma simulação! - Falo para as duas enquanto não soltava da mão da Eiva, mantendo-a segura. O cenário todo parece começar a tremer, como se um terremoto estivesse acontecendo. O cheiro salgado de mar já não existia mais e apenas o odor metálico da caixa prevalecia. O enjoo que eu sentia pelo movimento da água passava agora e os ventos param. Estávamos molhadas ainda, mas com o tempo a água parece ser sugada de nosso corpo.

- Conseguimos! Nós conseguimos! Enfrentamos nossos medos! - Exclamo animada com a situação, me esquecendo completamente do climão que antes havia prevalecido na caixa. - Agora precisamos sair daqui. Eiva, a adaga! - Repito pela terceira vez. Agora eu conseguia soltar a mão da Eiva que antes era apertada na minha, para ela fazer o que deveria ser feito. Sjöfn apontava o local que estava consertando antes. - Aqui. Acho que vai ser o suficiente para abrir. - Eu olhava para o local antes danificado, a caixa parecia inteira, a não ser por arranhões naquela exata parte.

-Você está bem? - Pergunto para a filha de Hefesto, verdadeiramente preocupada com a situação emocional dela depois de tantas emoções de uma só vez. - Não era real, sua mãe está bem. - A puxo para um abraço de lado, eu mal a conhecia, mas sabia a dor de perder alguém tão próximo e importante quanto uma mãe. Eu odiava lembrar da morte do meu irmão mais novo, mas situações como aquelas me obrigavam. Apesar de estar cuidando de outros, eu mal prestava atenção nos meus próprios sentimentos. Nesse ponto do desafio, eu estava completamente desgastada e corroída por dentro. Mais uma vez eu vi alguém morrer na minha frente sem poder fazer nada, mesmo que não fosse real.

- Obrigada. Eu sei que você fez o que pôde, Luna. Não foi sua culpa... O que aconteceu com ela. Não se preocupe. - Um breve sorriso aparece me meus lábios com a tranquilidade com que a filha de Hefesto lidava com aquilo, talvez eu fosse a única preocupada com aquela simulação estúpida ainda. - Está pronta? - Deixo com que Sjöfn saia do abraço e passe para o lado de Eiva, ficando longe o suficiente de Eiva para não sofrer com os danos da caixa metálica levando uma boa dose de eletricidade.

Em poucos segundos, Eiva se preparava para dar o golpe, eu não me encostava nem ao menos chegava perto das paredes metálicas ali, cobrindo os olhos com as mãos temendo ter sequelas visuais, espero, apenas ouvindo o barulho da caixa entrando em colapso, e o clarão me atingir em cheio, não me prejudicando, mas eu conseguia percebê-lo ainda assim. Quando noto uma movimentação com as meninas escapando da caixa imediatamente saio pelo local onde a porta se abria, sem esperar nem por um segundo, temendo ficar presa ali denovo. Mais uma vez, quando conseguimos pisar na grama do acampamento e observar o céu noturno, noto a proximidade das duas garotas, elas se conheciam, sem dúvidas, e as minhas suspeitas a respeito de um caso entre ambas aumenta.

Não as incomodo em momento algum, apenas respirando fundo o ar puro do acampamento, nada metálico, passando as mãos pelo meu cabelo arrumando-os para trás, sentia que estava ficando louca, pirada. - Você está bem? - Noto que a palavra da morena era direcionada à mim, eu não sorria mais, apenas trazia uma breve ruga de preocupação entre as sobrancelhas, apenas faço que sim com a cabeça e novamente respiro fundo, com Eiva me puxando para o abraço que agora era grupal, passando meu braço também ao redor dela. - Acho... Melhor irmos embora. Aquilo foi um pouco demais para um dia, não foi?

Uma risada de nervoso saia entre os meus lábios, ela estava certa, havia décadas desde que me diverti assim com alguém em uma situação tão estressante quanto aquela. Se é que aquilo poderia ser chamado de diversão. - Vamos comer algo no Tea Drop? Eu pago. - Meu olhar se dirigia para a Eiva que se mantinha em meu abraço, como se eu estivesse indignada. - Absolutamente não, ninguém vai pagar. Vamos, quero conhecer a Timea um pouco melhor também! - Dou um sorriso para as duas e então começo a seguir o caminho para o meu portal para a loja, acompanhada de ambas as meninas, era hora do jantar.

Desafio da caixa Mágica – Jogos de Ano novo são comuns em festividades, ainda mais naquelas criadas por jovens neuróticos e um pouco loucos. Os filhos de Hefesto/Vulcano, pensando nisso acabaram criando uma caixa magica grande o suficiente para caber qualquer adulto ou criança e lançaram um pequeno desafio. O semideus deve entrar na caixa, enfrentar seu pior medo já que ela cria ilusões e ao ser desperto dessa ilusão encontrar uma maneira de sair. Acontece que, a caixa não permite o uso de poderes ativos com facilidade e seus truques parecem ser impossíveis de desvendar. Como sair de dentro dela?
Objetivo: Enfrentar uma ilusão causada pelo medo e sair de dentro da caixa criada pelos filhos de Hefesto/Vulcano.
Recompensas: 5.000 XP + 5.000 Dracmas + 8 Estrelas.

Duplicador:
Nome: Pacote intermediário de XP - Nível 3
Descrição: Por 2 meses em OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (Valido até 12/02/2017)

Poderes Passivos - Filhos de Perséfone:
Nome do poder: Olhar Facultativo
Descrição: Persefone/Proserpina é uma deusa com personalidades multiplicas, e considerada bipolar, seus filhos herdam a mesma característica da mãe, mas, expõem seus sentimentos através dos olhos. Quando com raiva, o olhar adquire uma coloração vermelha, e quando confusos, se tornam arroxeados. No restante do tempo, permanecem normais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo confuso, ou encantado pelo olhar diferente em sua face.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Olhar Infernal
Descrição: Os filhos da deusa do submundo não tem os olhos afetados pela noite, e podem enxergar tão bem no escuro, quanto no claro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar perfeitamente no escuro, desde que a escuridão não esteja envolvida pela magica de alguém.
Dano: Nenhum

Poderes Passivos - Curandeiros de Asclépio:
Nome do poder: Mãos gentis
Descrição: Suas mãos são leves e delicadas para tratar de feridos. A dor que você causa é mínima, e você saberá muito bem como colocar ataduras, talas, bandagens, torniquetes e etc. no lugar correto, do jeito correto, e com o mínimo de tempo e dor possível.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aura apaziguadora
Descrição: Um bom curandeiro tem que apaziguar o coração dos feridos e familiares, portanto você possui uma aura pacifista que acalenta os corações dos enfermos e familiares.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: O poder irá apenas funcionar caso o indivíduo esteja possuído.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Percepção energética
Descrição: Todos os corpos são constituídos de energia, os curandeiros tem a capacidade de perceber essa energia, onde ela está mais forte ou mais fraca, assim como se essa energia está danificada ou não segue seu fluxo normal. Dessa maneira, um curandeiro pode perceber que há algo de errado com a energia vital de alguém
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Permite perceber e localizar onde a energia vital está sendo perdida ou danificada, mas sem muita precisão. Pode notar que existe uma energia negativa ou interrupção da fluidez da energia em um braço ou no tórax.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Conhecimento de anatomia
Descrição: O corpo humano não é um segredo para você, o nome de cada veia e por onde ela passa, levando o que pra onde, cada ínfimo detalhe dos músculos, ossos e demais tecidos são conhecidos por você.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Consegue tratar o paciente com maior precisão.
Dano: Nenhum.
Extra: – 10% de chance de causar danos colaterais na hora de tratar ferimentos.

Nome do poder: Agilidade III
Descrição: Os procedimentos médicos exigem certa agilidade, portanto, curandeiros são um pouco mais ágeis que os humanos normais.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 20% agilidade
Dano:  Nenhum.


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Re: [Fixas de Ano Novo] Sjöfn Balivet, Luna Minn e Eiva Bouwknech (Chiron's Angels)

Mensagem por Morfeu em Sab Jan 06, 2018 3:30 am


 Sjöfn Timothea R. Balivet


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 5000 XP  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 10%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 25%


RECOMPENSAS: 4000 XP + 4000 dracmas + 8 estrelas

Comentários:

Sjöfn, o que eu mais notei em sua narrativa é uma certa falta de coesão textual, o que afeta a coerência do texto. Você utiliza alguns conectivos da forma errada e isso deixa o texto confuso. Sugiro que leia em voz alta para revisar, assim pode perceber alguns erros. Vou deixar aqui um exemplo: “Independentemente do Chalé tal qual faziam parte, semideuses, assim como seus próprios progenitores olimpianos, pareciam compartilhar o traço de serem competitivos por natureza.”  - Perceba o uso do conectivo tal qual (que significa “da mesma forma que”), ele não se enquadra nessa frase, o correto seria “do qual” ou “no qual”. Peço que tenha mais atenção para esses detalhes, pois isso acabou afetando todo o resto da narrativa. Independente disso, elogio a forma que narrou seu medo, demonstrando bastante realismo e a forma que lidou com ele também merece atenção. Parabéns.


Eiva Dähl Bouwknech


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 5000 XP  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 48%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 28%


RECOMPENSAS: 4700 XP + 4700 dracmas + 16 estrelas

Comentários:

Não tenho muito o que falar sobre sua narrativa, foi limpa e manteve um ritmo bom, só sugiro que procure outro sinônimo para “filho”, já que “prole” significa um conjunto de descentes. Ou seja, você e seus irmãos são a prole de Zeus. O uso do termo numa busca de sinônimos é um vício de linguagem que todos os jogadores possuem aqui, eu sou da opinião que não há problema em usar um termo comum, mas se for utilizar um sinônimo menos comum, que faça o uso correto deste. Do mais é isso que eu tenho para dizer, parabéns pela missão.



 Luna Minn


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 5000 XP  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 38%

RECOMPENSAS: 9300 XP + 4650 dracmas + 8 estrelas

Comentários:

Parabéns pela missão, não tive problemas com seu texto, você escreve de uma forma suave, como a personagem. Eu somente senti falta de você deixar seu medo transparecer mais. Você é uma curandeira, seu medo é perder seus pacientes? Como sua mente trabalha com isso? Eu adoraria ver uma imersão maior do psicológico da sua personagem, que precisa se manter calma aparentemente, pois curandeiros trazem segurança, mas por dentro, como é? Deixo essas provocações para sua personagem.




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Re: [Fixas de Ano Novo] Sjöfn Balivet, Luna Minn e Eiva Bouwknech (Chiron's Angels)

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